XIV ERIC – (ISSN 2526-4230)
XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) COOPERATIVA DE CRÉDITO X INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE VAREJO – Vale a pena ser cooperado ou correntista?
HERNANDES, Edson Fernando (autor). [email protected] BEDÊ, Judith Aparecida De Souza. (orientadora).
FAFIMAN - Mandaguari
Coube a quatro países europeus o mérito de abrigarem as primeiras sociedades cooperativas, inspiradas nos princípios de solidariedade e na busca de se criar um sistema a serviço do homem: Inglaterra, França, Suíça e Alemanha.
O processo no Brasil foi observado desde os primórdios da colonização portuguesa. Quase interrompido durante o escravismo, esse processo emergiria no Movimento Cooperativista Brasileiro surgido no final do século XIX, estimulado por funcionários públicos, militares, profissionais liberais e operários, para atender às suas necessidades.
O Movimento iniciou-se na área urbana, com a criação da primeira cooperativa de consumo de que se tem registro no Brasil, em Ouro Preto (MG), no ano de 1889, denominada Sociedade Cooperativa Econômica dos Funcionários Públicos e Ouro Preto. Depois, se expandiu para Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, além de se espalhar nas Minas Gerais.
Cooperar significa unir forças para alcançar propósitos maiores. Essa é a ideia central do cooperativismo. O modelo baseia-se no esforço e no benefício comum, podendo ser considerado como uma alternativa mais democrática, humanitária e sustentável.
Cooperando, certamente é possível ganhar mais força, mais escala e mais apoio para a realização de objetivos comuns entre os cooperados. Além disso, há outras vantagens em associar-se a uma cooperativa.
XIV ERIC – (ISSN 2526-4230)
EXECUÇÃO FISCAL: COMO OCORRE?
Autores: Isabela Raissa Lavárias e Juliana Linhares Marchini (Fafiman). E-mail: [email protected] e [email protected]. Orientadora: Prof. Dra. Judith Aparecida de Souza Bedê.
A execução fiscal é o meio pelo qual a Fazenda Pública requer o recebimento do seu crédito, através do Poder Judiciário, podendo atingir o cumprimento por meio de penhora e bloqueios de bens.
O processo inicia através de um título executivo extrajudicial chamado de certidão de dívida ativa (CDA), advinda de dívidas de pessoas físicas ou jurídicas com órgãos públicos, entre eles a União, Estados ou Municípios, a qual procura de qualquer forma a quitação da dívida, podendo ser por meio de bloqueios em contas ou penhora de bens do executado, como imóveis, faturamento de empresa, veículos e entre outros que atinjam ou excedam o valor da dívida ativa. Portanto, após 90 (noventa) dias do prazo de cobrança, se o débito for superior a
R$ 10.000,00 (dez mil reais), é elaborada uma petição inicial pela Procuradoria da Fazenda Nacional e encaminhada para o judiciário. Assim, o executado possui o prazo de 5 (dias) para se pronunciar ou apresentar bens para cumprimento da obrigação, sob pena de penhora de bens que estejam em seu nome ou em casos de empresas, há a desconsideração da personalidade jurídica para que consiga o cumprimento.
XIV ERIC – (ISSN 2526-4230)
MANDADO DE INJUNÇÃO
OLIVEIRA, Glaucio Eler de. (autor) [email protected] FAFIMAN - Mandaguari BEDÊ, Judith Apda. De Souza. (orientador) [email protected] FAFIMAN - Mandaguari
O presente trabalho é apresentado como requisito parcial da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC do Curso de Direito da FAFIMAN. Para que a sociedade possa conviver em harmonia, foi criado o Direito, com o objetivo de solucionar os conflitos e para que todos tenham segurança de não ter seus direitos violados. Desta forma, o Direito busca regulamentar a vida em sociedade, criando normas.Dessa forma, o Estado, sendo o responsável pelo emprego de tais normas precisou buscar formas de assegurar a aplicação das mesmas, bem como completar as lacunas deixadas pelas leis. Em uma breve exposição, abordar-se-á resumidamente a história do Mandado de Injunção. Para uma ampla compreensão sobre o tema, deve haver inicialmente uma investigação da origem desse remédio constitucional, sendo necessário averiguar a pretensão do legislador com o referido instituto jurídico, analisando-se o contexto histórico que levou a criação do mesmo. À vista disto, passar-se-á a análise de cada uma das referidas correntes do mandado, que vem para corroborar com a tese que será estudada neste artigo. A equity é a forma encontrada para tutelar o exercício dos seus direitos, obtendo um julgamento de equidade.
XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) A INVIABILIDADE DA EXECUÇÃO JURÍDICA DO DEVEDOR INSOLVENTE NO
SISTEMA CIVIL BRASILEIRO
BERGAMO, Terezinha Apda. Da Silva(autor). [email protected] BEDÊ, Judith Apda. De Souza(orientador).
[email protected] FAFIMAN - Mandaguari
Quando uma obrigação não é cumprida, tem-se o surgimento do inadimplemento obrigacional que, além do valor da obrigação principal, vem acompanhado das obrigações acessórias, tais como: juros e correções monetárias legais. As relações obrigacionais tratam-se de um vínculo jurídico entre credor e devedor que confere àquele o direito de exigir o cumprimento de determinada prestação. O inadimplemento é o descumprimento da obrigação assumida, voluntária ou involuntária, do estrito dever jurídico criado entre os que se comprometem a dar, fazer ou não fazer e o que faz de forma incompleta ou mal feita. A regra é de que a obrigação nasce para ser cumprida (pacta sunt servanda), através do adimplemento ou pagamento. Nesse contexto, existem duas espécies de inadimplemento voluntário: o absoluto e o relativo. Ocorrendo qualquer fato natural que não tenha sido previsto e que dificulte o cumprimento da obrigação, hipóteses como a de força maior ou de caso fortuito, em que não se apresente má-fé ou culpa do devedor, ação de terceiros, ou até mesmo de falta de interesse do credor, poderá ocorrer a exoneração do inadimplente. A obrigação se extingue quando ocorre o adimplemento, ela é, portanto, o fim colimado pelo legislador. Assim o devedor se libera pelo cumprimento da obrigação quando efetua a prestação no tempo e no lugar convencionado e de forma adequada, conforme será visto no decorrer deste estudo.
XIV ERIC – (ISSN 2526-4230) ARRENDAMENTO MERCANTIL: LEASING
Autor: Seidy Augusto Minetsuma Neto, Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari – FAFIMAN. Orientador: Prof. Herick Mardegan Email: [email protected] COMUNICAÇÃO ORAL.
Palavras chave: Arrendamento; Contratos; Empresa.
RESUMO: Podemos definir o arrendamento mercantil ou leasing, como um contrato
através do qual uma pessoa jurídica, na qualidade de arrendadora, efetua a compra de um bem por indicação de uma pessoa física ou jurídica, na qualidade de arrendatária, alugando-o em favor desta, que poderá ao final do contrato, optar pela compra do bem, mediante o pagamento de um valor residual previamente ajustado, pela sua devolução, ou pela renovação do contrato. O contrato de leasing na sua forma atual veio a se popularizar em meados do século XX, nos Estados Unidos da América, quando um empresário do ramo alimentício chamado D. P. Boothe Jr., recebe uma grande encomenda do exercito, e por não ter a estrutura suficiente para a produção e nem os recursos financeiros para a aquisição do maquinário, para conseguir atender a demanda o mesmo então resolve alugar os bens necessários, criando assim o leasing. O acordo fez tanto sucesso que D. P. Boothe Jr e alguns sócios da U.S. Leasings Company espalharam pelo mundo todo esse instituto financeiro. No Brasil o leasing veio a se popularizar na década de 60, mas só veio a ser regulamentado em 1974 com a lei 6.099, que veio cuidar basicamente do seu aspecto tributário, e identificação de alguns de seus atributos. Hoje o leasing possui um grande prestigio por possuir vários benefícios, como a dispensa de maiores garantias, pois o bem arrendado é de propriedade da própria arrendadora, logo as taxas de juros são menores em relação ao financiamento. Outro beneficio do contrato é o de não ter que usar o capital de giro da empresa com a aquisição de maquinas para a produção, podendo arrendar essa maquinas somente para o fim de que necessita, entre outros benefícios. Hoje a doutrina elenca quatro espécies de arrendamento mercantil ou leasing, que são: leasing financeiro, leasing operacional, lease-back e self-lease.
XIV ERIC – (ISSN 2526-4230)
ABUSO COMETIDO POR POLICIAIS MILITARES
MINGUETTO. Natália Dias Monteiro FELÍCIO. Rodrigo Éder Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari [email protected]
O intuito desta pesquisa é tentar descobrir se algo influencia ou influenciou o comportamento dos Policiais Militares na sociedade. Para tanto, a abordagem inicial será com o levantamento sobre o período do militarismo (1964 – 1984), onde era justificada a tortura, como forma de se obter provas.
Apesar desta conduta ser vedada na legislação vigente, há sérios indícios que esta prática continue ocorrendo veladamente. Assim, a análise da ideia de violência, cultura e comportamento se faz necessária, uma vez que há inúmeros casos de relatos afirmando que Policiais Militares durante o exercício do seu trabalho, poderiam estar abusando do poder concedido pelo Estado que, ao invés de protetor, passou a ser violador de direitos.
É de se ressaltar que a violência é fruto das ações humanas, podendo ter influência do meio em que vive ou viveu. Ou seja, a possível violência cometida por alguns Policiais Militares pode estar relacionada ao seu desenvolvimento, sobretudo no período do militarismo, pois aparentemente algumas características desse período ter permanecido nos dias de hoje.
Desta forma, a presente pesquisa tem seu desenvolvimento realizado de forma qualitativa, pela pesquisa e análise de livros e textos que se referem à época do período de exceção do direito brasileiro, bem como de artigos científicos e textos jornalísticos da atualidade.