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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Júlio de Mesquita Filho Campus de Dracena

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “Júlio de Mesquita Filho”

Campus de Dracena

RELATÓRIO APRESENTADO PARA AGRISSUS REFERENTE AO AUXÍLIO DE EVENTO – PA Nº 1779/16

II Simpósio de Pastagens e Bovinocultura de Corte - SIMPABOV

Coordenadores do Projeto: Prof. Dr. Gelci Carlos Lupatini (UNESP/Dracena) Dr. Gustavo Pavan Mateus (APTA/Andradina)

Dracena/SP Maio, 2016

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RELATÓRIO PARA AUXÍLIO DE EVENTO

Projeto Agrisus Nº: 1779/16

Nome do Evento: II Simpósio de Pastagens e Bovinicultura de Corte – SIMPABOV

Interessado (Coordenador do Projeto): Prof. Dr. Gelci Carlos Lupatini / UNESP - Campus de Dracena e Dr. Gustavo Pavan Mateus - Pesquisador da APTA, Andradina.

Instituição:( com endereço, tel e E-mail) UNESP - Câmpus de Dracena

Rod. Cmte João Ribeiro de Barros, km 651. Bairro das Antas 17900-000 - Dracena, SP. Telefone: (18) 3821-8200

Fax: (18) 3821-8208 PABX: (18) 3821-8200/8144

Local do Evento:

Auditório do Hotel das Dracenas, Dracena, SP (1º dia: 15/04/2016). A mudança de local foi necessária devido o publico maior que a capacidade do auditório do Campus.

APTA - Polo Regional do Extremo Oeste, Andradina-SP (2º dia: 16/04/2016. Dia de Campo) Estrada Vicinal Nemezião de Souza Pereira, km 06, Bairro Timboré - Vista Alegre,

Caixa Postal 67 - CEP 16900-970 Andradina/SP Fone: (18) 3722-3447 / 3722-6251 / 3722-9350

Valor financiado pela Fundação Agrisus: R$ 3.000,00 (três mil reais) Vigência: abril a maio de 2016

RESUMO:

O objetivo principal do evento foi divulgar, fomentar e discutir tecnologias e resultados de pesquisa para o aumento da utilização dos sistemas integrados, em especial os agrossilvipastoris na Região. Os impactos na sustentabilidade ambiental são: melhoria da fertilidade do solo, fixação de carbono, sustentabilidade econômica e maior diversificação de produtos (madeira, grãos e carne). Foram ministradas cinco palestras no dia 15/04 de ótima qualidade e cinco apresentações (palestras) com demonstrações práticas no campo na APTA em Andradina. O público total foi de 216 pessoas, incluindo produtores rurais, técnicos e alunos da área de ciências agrárias. Junto com o material do Evento (pasta) entregou-se o material de divulgação da Agrisus (folder) para todos participantes e os banners ficaram expostos durante todo o evento em local estratégico. Foi apresentado a Agrisus em plenário, exibição de vídeo institucional, bem como comentado a importância e agradecimentos a Agrisus.

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1. INTRODUÇÃO

O II Simpósio de Pastagens e Bovinocultura de Corte foi realizado pela segunda vez e foi organizado pela Unesp/Campus de Dracena e Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios/Apta Andradina.

Nessa edição foram abordados temas relacionados aos sistemas integrados de produção agropecuária. Os sistemas integrados de produção agropecuária, segundo Balbino et al. (2011) podem ser divididos em: a integração lavoura-pecuária (ILP) ou sistema agropastoril; a integração pecuária-floresta (IPF) ou sistema silvipastoril; a integração lavoura-floresta (ILF) ou sistema silviagrícola; e a integração lavoura-pecuára-floresta (ILPF) ou sistema agrossilvipastoril.

Esses sistemas tem aumentado o uso para a recuperação de áreas degradadas, por meio do emprego de lavouras, tendo como finalidade a produção de grãos para amortizar, em parte os custos da recuperação das pastagens, pela venda dos grãos e o aproveitamento dos nutrientes residuais das lavouras para produção de forragem. Além, da lavoura e da pastagem, pode-se introduzir também o componente arbóreo, que possibilita o aumento de renda da propriedade, os índices de produção animal, minimiza a emissão dos Gases de Efeito Estufa (GEE), contribuindo para atenuar os efeitos das mudanças climáticas (BRASIL, 2012).

Com a diversificação das atividades e rotação de culturas agropecuárias na propriedade rural é possível contribuir para a redução do risco, pela menor variabilidade da produtividade entre anos, aumento da produtividade e redução dos custos unitários de produção (HELMERS et al., 2001).

Por ser uma técnica promissora, a procura de informações atualizadas por técnicos, produtores e profissionais da área, sobre os sistemas integrados de produção agropecuária é grande, por esse motivo, no ano de 2016 foi escolhido esse tema para ser abordado no II Simpósio de Pastagens e Bovinocultura de Corte – SIMPABOV.

O objetivo do evento foi divulgar, fomentar e discutir tecnologias e resultados de pesquisa para o aumento da utilização da integração lavoura-pecuária, e integração-lavoura-pecuária-floresta na Região.

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2 - PROGRAMA DO EVENTO

O Evento foi realizado no Auditório do Hotel das Dracenas, Dracena, SP e na Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios APTA-Polo Regional do Extremo Oeste, Andradina-SP. No planejamento inicial do primeiro dia (15/04/2016) era para ser realizado no Auditório da Unesp que, possui capacidade de 120 pessoas, mas as inscrições ultrapassaram essa capacidade e optou-se por alugar um local maior e o evento ocorreu no Hotel das Dracenas, localizado no centro de Dracena.

O segundo dia do evento ocorreu na APTA - Polo Regional do Extremo Oeste, Andradina-SP, localizada na Estrada Vicinal Nemezião de Souza Pereira, km 06, Bairro Timboré - Vista Alegre, onde foram apresentados dados do experimento de lavoura-pecuária e integração-lavoura-pecuária-floresta, desenvolvido em parceira entre a Unesp/Dracena e Apta/Andradina e assuntos relacionados ao tema de interesse do produtor, como a utilização da madeira na propriedade rural, mudas de eucalipto e a utilização do mogno africano nos sistemas de integração.

A programação do evento é descrita a seguir: 15 de abril de 2016 Hotel das Dracenas

8:00h - 8:30h: Inscrições e entrega de materiais 8:30h - 8:50h: Abertura do evento

8:50h - 10:00h: Integração lavoura pecuária-floresta: alternativa sustentável para produção de carne nos trópicos. Dr. Roberto Giolo de Almeida (Embrapa Gado de Corte)

10:00h - 10:15h: Perguntas 10:15h - 10:40h Coffee break

10:40h - 12:00h: Adubação de Pastagens. Dr. Eros Francisco (IPNI-Brasil) 12:00h - 12:15h - Perguntas

12:15h - 14:00h: Intervalo para almoço

14:00h - 15:15h: Planejamento e gestão do componente arbóreo na integração lavoura-pecuária. Dr. Vanderley Porfírio da Silva (Embrapa Florestas)

15:15h - 15:30h: Perguntas

15:30h - 16:00h: Apresentação das empresas 16:00h -16:20h: Coffee break

16:20h - 17:30h: Produção de bovinos em sistemas integrados de produção agropecuária. Profa. Dra. Cristiana Andrighetto (UNESP- Campus de Dracena) e Adilson Kozoma Kazuo (Eng. Agrôno-mo, Gerente da Faz. Modelo II, Granol)

17:30h - 17:45h: Perguntas

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16 de abril de 2016: APTA - Andradina

8:30h-12:00h: Apresentações/palestras oficinas e demonstrações práticas no campo - Produção de forragem em sistemas integrados e crescimento do eucalipto;

- Uso do mogno-africano na integração lavoura-pecuária-floresta; - Melhorias dos atributos químicos e físicos do solo na ILPF; - Seleção de clones e qualidades de mudas de eucalipto; - Mensuração e utilização da madeira na propriedade rural. 12:00h-13:00h: Almoço de encerramento

2. PALESTRAS E APRESENTAÇÕES: 2.1. Primeiro dia do evento

As palestras do dia 15 de abril foram realizadas por profissionais renomados na área, foi feita a abertura do evento pela organização do evento e diretores da Unesp/Dracena e Apta/Andradina (Figura 1).

A primeira palestra foi proferida pelo pesquisador da Embrapa Gado de Corte Dr. Roberto Giolo de Almeida, abordando a questão da emissão de gases do efeito estufa, nos sistemas integrados de produção agropecuária, bem como, os dados das pesquisas realizadas na instituição sobre custos de produção, produção animal, madeira e a forragem.

Figura 1 – Abertura do evento

O Dr. Eros Francisco (IPNI-Brasil) abordou aspectos importantes sobre adubação de pastagens, como amostragem de solos, interpretação de análises, respostas e eficiência da adubação, fontes de nutrientes, condições ambientais para aplicação e perdas de nitrogênio.

A palestra “Planejamento e gestão do componente arbóreo na integração lavoura-pecuária.” foi ministrada pelo Dr. Vanderley Porfírio da Silva da Embrapa Florestas, que demostrou como deve ser projetado um sistema agrossilvipastoril e silvipastoril, os principais erros cometidos no plantio de arvores em sistemas integrados. A palestra foi de extrema importância, pois para o pecuarista e produtor de grãos, a introdução do componente arbóreo é um grande desafio por não fazer parte dos

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sistemas que os produtores estão acostumados.

E por fim a Profª. Drª. Cristiana Andrighetto (UNESP- Campus de Dracena) e o Engenheiro Agrônomo Adilson Kazuo Kozoma (Gerente da Faz. Modelo II, MS Granol), apresentaram dados de produção de bovinos de corte em sistemas integrados de produção agropecuária. A Profª Cristiana Andrighetto apresentou dados de produção de bovinos de corte, custos de produção, conforto térmico e comportamento dos bovinos gerados no projeto de Sistemas integrados de produção agropecuária, parceria da Unesp/Dracena e Apta/Andradina.

O Engenheiro agrônomo Adilson Kazuo Kozoma, expôs para os participantes do evento dados e custos de produção das propriedades que ele gerencia, comparando os sistemas convencionais, integração-lavoura-pecuária e integração-lavoura-pecuária floresta, dando ênfase na viabilidade econômica de cada sistema.

2.2. Segundo dia do evento

No dia 16 de abril foram realizadas apresentações e demonstrações práticas no formato de um dia de campo, na Apta/Polo de Andradina. Abaixo será apresentado o resumo do conteúdo abor-dado nas estações, conforme solicitado:

2.2.1. Estação I – Mensuração e utilização da madeira na propriedade rural – Doutorando Wanderley dos Santos (Unesp – Campus de Ilha Solteira)

Foram apresentadas algumas maneiras de calcular o volume de madeira tanto na forma des-trutiva e não desdes-trutiva. A primeira forma de calcular o volume de madeira produzido pela espécie florestal é o volume estéreo, o qual o produtor deve empilhar a madeira e fazer a mensuração de al-tura x largura x comprimento, essa forma é muito praticada para venda da madeira com o intuito de produção de energia. O cálculo de volume real de madeira pode ser feito por meio do 2,5 e 5,0 em face. Os dois métodos anteriores apresentados são os meios destrutivos, os não destrutivos tem ne-cessidade de equipamento para mensurar a altura total de planta e uma suta florestal para avaliação do diâmetro a altura do peito (DAP), e por meio de uma formula consegue-se estimar o volume da árvore e fazer a correção com o fator forma.

Os maiores volumes podem ser destinados para laminação e serrarias, diâmetros menores para a produção de painéis aglomerados ou de fibras (MDF), ou para a fabricação de celulose e pa-pel. Para tais destinações é importante que o produtor tenha o conhecimento do diâmetro mínimo em função do uso da madeira. Sendo desta forma fica notável e considerável o ganho e a valoração florestal com a destinação correta e uso da madeira final.

Para maior agregação de valor e especialmente quando a venda torna-se inviável por algum motivo (ex: pouco volume, preço baixo...), o produtor pode fazer o preparo da madeira e a transfor-mação de toras em vigota, caibro, sarrafo e ripas para a venda ou para uso dentro da propriedade.

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Pode ser usada a serraria portátil (vários modelos) ou bancada para serra circular. Na estação tam-bém foram demonstradas algumas formas do processamento da madeira (Figura 2).

Figura 2 – Apresentação da estação I

2.2.2. Estação II – Uso do Mogno Africano na Integração lavoura pecuária floresta – Douto-rando Rodrigo Tenório Vasconcelos

O sistema de ILPF tem preconizado a adoção do eucalipto por ser espécie de amplo conheci-mento silvicultural, entretanto, há outras possibilidades de espécies arbóreas com potencial de subs-tituição do eucalipto quando se deseja a madeira como produto final. Neste contexto, tem-se os mognos-africanos, em especial o Khaya senegalensis, por apresentar boa adaptação à nossa região, tolerância a déficit hídrico, crescimento rápido, resistência à broca de ponteiro (Hypsipyla grandel-la), a madeira de coloração escura, dura, pesada e durável, para uso em laminação, movelaria, cons-trução naval e construções de interiores e de elevado preço (PINHEIRO et al., 2011).

Além disso, foi abordado sobre os aspectos silviculturais da espécie como: espaçamentos, forma de instalação, controle de pragas e condução de mognos-africanos em ILPF, bem como as culturas anuais para integração no sistema, retirada da madeira e finalizando com a apresentação de preços, planilhas de rentabilidade e mercado consumidor (Figura 3).

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2.2.3. Estação III – Seleção de clones e qualidade de mudas de eucalipto – Alessandro Rodri-gues (Eldorado – Brasil)

A escolha da espécie ou clone de eucalipto é fator básico para se obter sucesso nas ativida-des de reflorestamento. Há necessidade de se analisar alguns requisitos para a definição da espécie ou clone, como: finalidade do plantio, adaptação às condições climáticas da região, bom ritmo de crescimento, boa produtividade, resistência ao ataque de pragas e doenças.

Associado a isto, tem-se a qualidade das mudas de eucalipto, que devem apresentar-se sadi-as, ausência de sintomas de deficiência nutricional, com bom diâmetro de colo, raízes bem forma-das, relação parte aérea / sistema radicular adequada.

É importante buscar informações sobre as espécies ou clone mais plantados na região e tam-bém em relação a qualidade fisiológica e genética das mesmas.

A aquisição das mudas de eucalipto deve ser de viveiros idôneos, por se tratar de uma es-pécie de ciclo perene.

O viveiro de mudas da Eldorado está localizado em Andradina (SP) e tem capacidade de produção de 28 milhões de mudas por ano. No viveiro da Eldorado ocorre o desenvolvimento das mudas, selecionando e multiplicando as espécies mais resistentes e produtivas. As mudas são utili-zadas nos plantios da Eldorado e distribuídas para agricultores que participam do programa de fo-mento florestal.

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2.2.4. Estação IV – Produção de forragem e crescimento dos eucaliptos em sistemas integra-dos de produção agropecuária – Ana Carolina de F. Di Carne, Erikelly A. Ribeiro de Santana e Helena Sampaio Aranha (Alunas da Pós-Graduação da Unesp)

Figura 4 – Apresentação da estação 4

O sistema integrado de produção agropecuária (ILPF) permite uma melhor exploração e uso do solo, pois viabiliza a produção de carne e/ou leite, grãos e madeira na mesma área e no mesmo período. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a composição morfológica e bromatológica do capim marandu com três tratamentos (integração lavoura-pecuária, integração lavoura-pecuária-floresta com uma linha de eucalipto e integração lavoura-pecuária-lavoura-pecuária-floresta com três linhas de eucalipto) e quatro repetições, totalizando doze piquetes.

Foram realizadas avaliações da pastagem e do eucalipto. Em cada piquete (em torno de 2 ha) foram coletadas nove amostras de capim e retiradas duas subamostras, de uma foi feita separação morfológica separando em folha, colmo e material senescente de cada amostra e de outra foi feita a massa de forragem. Ambas foram secas em estufa de circulação de ar forçada a 65oC por 72 horas e

feito a aferição do peso. As análises bromatológicas foram feitas a partir das folhas obtidas da separação morfológica e também das amostras de simulação de pastejo. A massa de forragem foi maior no tratamento de integração lavoura-pecuária devido as melhores condições de luminosidade proporcionadas a pastagem.

A porcentagem de folhas foi maior no verão e no tratamento de integração lavoura-pecuária e a porcentagem de colmo foi menor, consequentemente a relação folha colmo também foi maior nessa mesma época e tratamento. A proteína bruta foi maior nos tratamentos de integração lavoura-pecuária-floresta, pois o sombreamento provoca um maior acúmulo de clorofila nas folhas. A fibra em detergente neutro foi menor na primavera e não foi significativa para os tratamentos. A digestibilidade foi maior para os tratamentos de integração lavoura-pecuária-floresta devido a condição de sombreamento diminuir a espessura da cutícula adaxial do capim marandu tornando-o mais digestível.

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2.2.5. Estação V – Melhoria dos atributos químicos e físicos do solo em sistemas integrados de produção agropecuária – Profª. Drª. Carolina dos Santos Batista Bonini

A estação abordou as melhorias dos atributos químicos e físicos do solo na ILPF do ano de implantação do projeto, 2012 até 2014. Os dados mostraram que a infiltração de água no solo foi menor nos sistemas Agrossilvipastoris, não houve diferença na resistência à penetração e a produ-ção de forragem. Observou-se incremento nos teores de matéria orgânica nos sistemas integrados de produção agropecuária.

Figura 5 – Apresentação da estação 5

3. PARTICIPANTES

O evento contou com um total de 216 participantes, sendo o público presente composto por docentes de universidades e colégios técnicos, produtores, profissionais da área (Médicos Veterinários, Zootecnistas, Técnicos Agrícolas e Engenheiros agrônomos), o número de participantes de acordo com a profissão está descrito na Tabela abaixo:

Tabela 1 – Participantes do II Simpabov, 15 e 16 de abril de 2016.

Profissão Nº de Participantes

Produtores e profissionais da área 48

Professores 6

Estudantes de graduação e pós-graduação

134

Estudantes de ensino técnico 28

O Simpósio abrangeu pessoas de diferentes municípios do estado de São Paulo como Adamantina, Andradina, Álvares Machado, Anhumas, Guaratinguetá, Guaraçaí, Botucatu, Dracena, Florida Paulista, Hortolândia, Ilha Solteira, Irapuru, Presidente Venceslau, Presidente Epitácio, Presidente Prudente, Panorama, Pacaembu, Tupã, Tupi Paulista, Santo Anastácio, Rinópolis, Ouro Verde, Osvaldo Cruz, Marília, Mirandópolis, Martinópolis, Monte Castelo, Nova Guataporanga e

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Junqueirópolis. O simpósio também teve a participação de técnicos, produtores, docentes e estudantes de graduação de outros estados, sendo eles, Campo Grande/MS, Três Lagoas/MS, Colombo/PR, Maringá/PR, Ipameri/GO, Niterói/RJ, Seropédica/RJ, Rio de Janeiro/RJ e Rondonópolis/MT.

4. CONCLUSÕES

O evento nessa edição superou as expectativas da organização pelo elevado número de inscritos, 216 participantes, que vieram de várias cidades do estado de São Paulo e de outros estados.

Os participantes demonstraram grande interesse pelos temas abordados, as tecnologias divulgadas e resultados de pesquisa contribuirão para incentivar a adoção dos sistemas integrados de produção agropecuária, na região oeste do Estado de São Paulo e para outras regiões do Brasil, uma vez que, os participantes dos outros estados eram docentes de universidades e profissionais da área que são formadores de opinião e poderão colaborar com a difusão das tecnologias apresentadas no evento.

A avaliação do evento pelos palestrantes e participantes foi excelente e a organização do evento após reunião concluiu que o evento superou os objetivos propostos. Nós últimos 10 anos realizamos oito Dia de Campo e dois Simpósios, sendo que este Evento foi o que apresentou o maior público e também grande abrangência. Por isso, a Coordenação e a Comissão Organizadora vem agradecer especialmente a Agrisus pela sua contribuição, a qual foi essencial para o equilíbrio financeiro do Evento.

5. COMPENSAÇÕES OFERECIDAS À FUNDAÇÃO AGRISUS: (descrever de forma sucinta como foram asseguradas as compensações prometidas)

 Menção do patrocínio da Agrisus na mídia e em todo material de divulgação do evento, como no cartaz de divulgação, jornal, pastas, crachá e camisas da Comissão Organizadora.

 Os dois banners da Agrisus foram expostos em local visível, expostos nas laterais do Auditório no primeiro dia do Evento e na entrada principal do salão no segundo dia.

 Distribuição de folders da Agrisus para todos os participantes.

 Na abertura e nos intervalos do SIMPABOV foi comentado e agradecido o patrocínio da Agri-sus.

 No espaço para a apresentação das empresas na programação foi exibido o vídeo institucional, a mensagem da Agrisus e a execução da música Terra Plantada. Logo após, o Coordenador do evento comentou sobre a atuação e a importância da Fundação Agrisus, bem como sobre o apoio financeiro para o Evento, o qual foi essencial para o sucesso e a qualidade (Figura 6).

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Figura 6 – Divulgação da Fundação Agrisus no evento

6. DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DA FUNDAÇÃO AGRISSUS: O auxílio financeiro da Agrisus no valor total de R$ 3.000,00 (três mil reais) foi utilizado para o café da manhã/coffee break (R$ 640,00) e o almoço dos participantes (R$ 1600,00) no dia 16 de abril, e confecção de camisas (R$ 760,00) para identificação da comissão organizadora.

Para realização do Simpósio também foram utilizados mais cinco mil reais de patrocínios de empresas e IPNI, além dos valores das inscrições. É importante destacar que o custo total do Evento foi próximo de R$ 17.000,00, sendo que foi fundamental e importantíssimo os recursos da Fundação Agrisus para a qualidade do evento.

7. DATA E NOME DO COORDENADOR 16 de maio de 2016

Gelci Carlos Lupatini

8. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministerio da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Plano ABC. 2012. Disponível em: <www.agricultura.gov.br/desenvolvimento-sustentavel/plano-abc>. Acesso em 10 agosto de 2013. BALBINO, Luiz Carlos et al. Evolução tecnológica e arranjos produtivos de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta no Brasil. Pesq. agropec. bras. [online]. 2011, vol.46, n.10.

HELMERS, G.A.; YAMOAH, C.F.; VARVEL, G.E. Separating the impacts of crop diversification and rotations on risk. Agronomy Journal, v.93, p.1337-1340, 2001.

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PINHEIRO, A. L.; COUTO, L.; PINHEIRO, D. T.; BRUNETTA, J. M. F. C. Ecologia, silvicultura e tecnologia de utilização dos mognos-africanos (Khaya spp.). Viçosa: Sociedade Brasileira de Agrossilvicultura, 2011. 102p.

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