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QUESTÕES. Responsabilidade Civil do Estado

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Academic year: 2021

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Direito Administrativo | Vinícius Soares

QUESTÕES

Responsabilidade Civil do Estado

Julgue os itens subsequentes.

1. (Cespe/FUB/2015) A constatação do dano moral ou material é um dos elementos necessários à confi‑ guração da responsabilidade civil do Estado. 2. (Cespe/MPOG/2015) Mesmo a conduta lícita de

agente estatal que, no exercício de suas funções, causar dano a terceiros, ensejará responsabilidade civil do Estado.

3. (Cespe/FUB/2015) De acordo com a teoria do risco administrativo, é vedado considerar a culpa exclusiva da vítima como hipótese de exclusão da responsabilidade civil do Estado.

4. (Cespe/TCE‑RN/Auditor/2015) Situação hipotética: Um ônibus de determinada concessionária de ser‑ viço público envolveu‑se em acidente com vítima fatal, porém havia indícios de embriaguez da vítima, de que o condutor do ônibus atuara com diligência no momento do acidente e de que, no momento do acidente, o veículo trafegava com velocidade abaixo do máximo permitido na via. Assertiva: Nessa situa‑ ção, a empresa de ônibus não precisará indenizar a família da pessoa que morreu no acidente, pois a pessoa jurídica de direito privado não responde com responsabilidade objetiva diante de danos causados a terceiros não usuários de serviços públicos. 5. (Cespe/MPOG/2015) João, agente administrativo de

uma empresa estatal prestadora de serviço público, no exercício de suas funções, causou prejuízo a terceiro, não usuário do serviço.

Nessa situação hipotética, o indivíduo prejudicado deve provar a culpa de João para exigir da empre‑ sa estatal a reparação dos danos que lhe foram causados.

Julgue os itens seguintes, acerca do controle exercido e sofrido pela administração pública.

6. (Cespe/STJ/2015) A responsabilidade da administra‑ ção pública decorrente de omissão resulta de seu dever de agir e da capacidade de essa ação evitar o dano.

7. (Cespe/CGE‑PI/Auditor/2015) De acordo com a teoria do risco integral, é  suficiente a existência de um evento danoso e do nexo de causalidade entre a conduta administrativa e o dano para que seja obrigatória a indenização por parte do Estado, afastada a possibilidade de ser invocada alguma excludente da responsabilidade.

8. (Cespe/TRT 10ª Região (DF e TO)/Analista Judiciá‑ rio/2013) A teoria do risco integral obriga o Estado a reparar todo e qualquer dano, independentemente de a vítima ter concorrido para o seu aperfeiçoa‑ mento.

9. (Cespe/STJ/2015) A responsabilidade objetiva do Estado por danos causados a terceiros tem susten‑ tação na teoria da culpa administrativa.

10. (Cespe/TCU/Procurador/2015) Com base na jurispru‑ dência referente à responsabilidade civil do Estado, assinale a opção correta.

a) Quando se trata de ação fundada na responsabi‑ lidade objetiva do Estado, com arguição de culpa do agente, é admitida a denunciação da lide, mas não o litisconsórcio entre a pessoa jurídica e o agente causador do dano.

b) Na hipótese de ocorrência de responsabilidade extracontratual do Estado, os  juros moratórios incidem a partir da data do ajuizamento da ação. c) A teoria da responsabilidade subjetiva do Estado também é denominada de teoria do risco, já que parte do pressuposto de que o risco de dano é inerente à atividade exercida pelo agente cau‑ sador do prejuízo.

d) Em ações de indenização fundadas na responsa‑ bilidade objetiva do Estado, não é obrigatória a denunciação à lide de empresa contratada pela administração para prestar serviço de conservação de rodovias, ainda que o dano tenha sido causado em decorrência de má conservação da via. e) Constitui pressuposto para a incidência da res‑

ponsabilidade objetiva do Estado o fato de o agente público ter praticado ato ilícito.

Analise a assertiva.

11. (Cespe/STJ/Analista Judiciário/2015) João ingres‑ sou com ação de indenização contra determinado estado da Federação, fundada na responsabilidade objetiva do estado, diante do dano a ele causado pelo servidor público Mário, que teria agido com culpa. Nessa situação, se o juízo não aceitar a de‑ nunciação à lide do servidor que causou o dano, o  estado não perderá, por esse motivo, o  direito de ingressar posteriormente com ação de regresso contra Mário.

Em decorrência do lançamento indevido de conde‑ nação criminal em seu registro eleitoral, efetuado por servidor do TRE/GO, um cidadão que não havia come‑ tido nenhum crime, ficou impedido de votar na eleição presidencial, razão por que ajuizou contra o Estado ação pleiteando indenização por danos morais. Apurou‑se que o erro havia ocorrido em virtude de homonímia e que tal cidadão, instado pelo TRE/GO em determinado momento, havia se recusado a fornecer ao tribunal o número de seu CPF.

Considerando a situação hipotética apresentada, julgue os itens seguintes, referentes à responsabilidade civil do Estado.

12. (Cespe/TRE‑GO/Analista Judiciário/2015) Para garantir o seu direito de regresso, o poder público, ao responder à ação de indenização, deverá promo‑ ver a denunciação da lide ao servidor causador ao suposto dano.

13. (Cespe/FUB/2015) O ato emanado do Poder Ju‑ diciário e adstrito ao processo judicial, ainda que provoque consequências danosas às partes, isenta o Estado de responsabilidade.

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14. (Cespe/STJ/2015) A responsabilidade civil do Estado por atos jurisdicionais vem sendo aceita, segundo a jurisprudência do STF, em caso de comprovada falta objetiva na prestação judiciária.

15. (Cespe/FUB/2015) A responsabilidade civil do Esta‑ do deve ser excluída em situações inevitáveis, isto é, em caso fortuito ou em evento de força maior cujos efeitos não possam ser minorados.

16. (Cespe/TJ‑PB/Juiz/2015) Cada uma das próximas opções apresenta uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada com referência à responsabilidade civil do Estado. Assinale a opção

correta à luz da legislação e da jurisprudência dos

tribunais superiores.

a) Diante da interrupção do fornecimento de energia elétrica, determinada empresa ajuizou ação de indenização contra o estado da Federação em que estava localizada, postulando a reparação de danos materiais e morais sofridos em decor‑ rência da falha no serviço. Nessa situação, o juiz deverá rejeitar o pedido de indenização quanto aos danos morais, uma vez que pessoa jurídica não tem como sofrer esse tipo de dano.

b) Paulo ingressou na administração pública de um estado da Federação por decisão judicial que lhe reconhecera o direito a nomeação e posse em cargo público. Posteriormente, o servidor ajuizou ação contra o referido estado, pedindo indeni‑ zação pelo dano material sofrido por não ter recebido as remunerações pelo cargo no período transcorrido entre o ajuizamento da ação e a de‑ cisão judicial definitiva. Nessa situação, de acordo com a jurisprudência atual, o juiz deve rejeitar o pedido de Paulo, pois o pagamento de remune‑ ração a servidor público sem efetivo exercício do cargo e o reconhecimento dos correspondentes efeitos funcionais ensejariam enriquecimento sem causa.

c) Tiago ajuizou ação de indenização contra um estado da Federação, alegando a responsabilida‑ de objetiva do Estado por danos decorrentes de acidente de trânsito que havia sofrido em rodovia estadual, provocado pela má conservação da pista e falta de sinalização. O estado requereu a denun‑ ciação à lide da empresa que havia contratado para prestar serviços de conservação da rodovia. Nessa situação, o juiz deve acatar o pedido do estado, por ser obrigatória a denunciação à lide da mencionada empresa na ação movida por Tiago, que é fundada na responsabilidade objetiva do Estado.

d) Lucas, que cumpria pena em presídio de um estado da Federação, faleceu em consequência de agressões cometidas por outro detento. O pai da vítima ajuizou ação de indenização contra o referido estado fundada na responsabilidade objetiva. Nessa situação, o juiz deve reconhecer o descabimento do pedido, considerando que a morte de detento sob custódia enseja a respon‑ sabilidade civil subjetiva do Estado.

e) Em determinada ação judicial movida por vítima de disparo acidentalmente efetuado por policial militar, figuraram no polo passivo da relação jurí‑ dica processual o Estado e o agente responsável pelo disparo. Nessa situação, eventual decisão do juiz que exclua o militar da relação processual extinguirá o direito do Estado de ajuizar ação de regresso contra o servidor.

Julgue o item a seguir.

17. (Cespe/FUB/2015) O Estado é civilmente responsá‑ vel por danos decorrentes de lei declarada incons‑ titucional pelo Poder Judiciário.

ANOTAÇÕES ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...

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Taguatinga: (61) 3024‑3060

QSA 25 – Pistão Sul – Taguatinga – Ao lado do Posto ALE Ceilândia: (61) 2194‑8032

QNN 02 – Lote 04 – Ceilândia Sul – Ao lado do Subway Asa Norte: (61) 4103‑2526

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Avenida Pau Brasil, Lote 06, Loja 09, Edifício E Business Guará: (61) 3381‑0204

QE 04 – Conj. E Lote 174 Guará 01 DIB (Entrada do Colégio JK entre a QE 04 e QI 08)

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