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Diário Oficial do EXECUTIVO

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Quinta-feira • 17 de agosto de 2017 • Ano I • Edição Nº 138

Q R C O D E

SUMÁRIO

NOTA: As matérias que possuem um asterisco (*) em sua descrição, indicam REPUBLICAÇÃO.

GABINETE DO PREFEITO ... 2

ATOS OFICIAIS ... 2

DECRETO (Nº 41/2017) ... 2

DECRETO (Nº 43/2017) ... 13

PORTARIA (Nº 179/2017) ... 20

SECRETÁRIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS ... 22

LICITAÇÕES E CONTRATOS ... 22

AVISO DE LICITAÇÃO DESERTA (PREGÃO PRESENCIAL Nº 040/2017) ... 22

EXTRATO (CONTRATO Nº 136/2017) ... 23

(2)

PREFEITURA MUNICIPAL DE WENCESLAU GUIMARÃES CNPJ nº 13.758.842/0001-59

Rua Otaviano Santos Lisboa, 135, Centro, Wenceslau Guimarães, Bahia.

DECRETO Nº 041 DE 16 DE AGOSTO DE 2017.

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE WENCESLAU GUIMARÃES no uso das suas atribuições legais,

DECRETA:

Capítulo I – Das Disposições Gerais DA SALA DO EMPREENDEDOR

Artigo 1º - Para assegurar ao contribuinte a entrada única de dados e

simplificar os procedimentos de registro e funcionamento de empresas no município, fica criada a Sala do Empreendedor com as seguintes funcionalidades/processos:

I - disponibilizar aos interessados as informações necessárias à

emissão da inscrição municipal e alvará de funcionamento, mantendo-as atualizadas nos meios eletrônicos de comunicação oficiais;

II - emissão de certidões de regularidade fiscal e tributária;

III - orientação sobre os procedimentos necessários para a

regularização de registro e funcionamento, bem como situação fiscal e tributária das empresas;

IV - emissão da Certidão de Zoneamento (ou documento similar) na área do empreendimento;

(3)

V - analisar os expedientes necessários para viabilizar a implantação

de empreendimentos;

VI - deferir ou não os pedidos de inscrição municipal;

VII - atendimento preferencial ao Microempreendedor Individual

(MEI), às Microempresas e às Empresas de Pequeno Porte (EPP);

VIII - disponibilizar local preferencial para auxílio, atendimento e

orientação a qualquer contribuinte sobre benefícios, facilidades e respectiva legislação para abertura, desenvolvimento e encerramento de empresas e empreendimentos no município;

IX - outros serviços criados por ato próprio da Secretaria Municipal

de Finanças/da Fazenda e/ou de outras Secretarias, em ato conjunto, que tenha o objetivo de prestar serviços de orientação ou que facilite e agilize a implantação de empreendimentos no Município;

X - Em relação ao inciso VI, na hipótese de indeferimento, o

interessado será informado sobre os fundamentos e será oferecida orientação para adequação à exigência legal.

Artigo 2º - Para a consecução dos seus objetivos na implantação da Sala do

Empreendedor, a Prefeitura poderá firmar parceria com outras instituições públicas ou privadas, para oferecer orientação sobre abertura/inscrição, funcionamento/desenvolvimento e encerramento/baixa de empresas, incluindo apoio para elaboração de plano de negócios, pesquisa de mercado, orientação sobre crédito, associativismo e programas de apoio oferecidos no município.

Parágrafo único - A Sala do Empreendedor poderá funcionar, por meio de

convênio, como facilitador junto a Unidade/Escritório Regional da Junta Comercial do Estado da Bahia, nos processos de formalização e legalização das atividades junto a esse órgão.

Art. 3º - A Sala do Empreendedor:

I - poderá ser instalada em local próprio da Prefeitura ou em local

disponibilizado por eventuais parceiros institucionais que, para efeito deste Decreto, também se denominará Sala do Empreendedor;

(4)

II - estará subordinada formalmente à Secretaria Municipal que

presidir o Comitê Municipal da Micro e Pequena Empresa (ou Fórum Municipal Permanente das Micros e Pequenas Empresas, a depender da denominação adotada no município) e atuará sob a coordenação desta;

III – terá sua operacionalização sob responsabilidade de quem o

Prefeito designar, conjuntamente com o Agente de Desenvolvimento Local/Municipal;

IV - terá representantes de todas as Secretarias e órgãos municipais

na medida dos serviços prestados, bem como de pessoal técnico oriundo de parceria com outras instituições públicas ou privadas, na conformidade de Convênios realizados pela municipalidade.

Capítulo II

DO ATENDIMENTO NA SALA DO EMPREENDEDOR

Seção I – Da infraestrutura da Sala do Empreendedor e da Capacidade Técnica

Art. 4º - A Sala do Empreendedor deverá ser dotada de infraestrutura física

mínima para atendimento:

I - do Microempreendedor Individual (MEI), visando ao oferecimento

de orientação e serviços, inclusive com acesso ao Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) para seu registro e legalização;

II - das Microempresas;

III - e Empresas de Pequeno Porte (EPP).

Art. 5º A Sala do Empreendedor deverá estar capacitada técnica e

operacionalmente para prestar atendimento de todos os serviços colocados à disposição dos empreendedores que a procuram, seja por meio dos funcionários permanentes ou por profissionais disponibilizados por instituições parceiras, devendo conhecer e saber informar, no mínimo:

(5)

I - a legislação municipal relativa à inscrição, alteração e baixa no

cadastro municipal, e a documentação exigida pelas diversas Secretarias ou órgãos municipais para a concessão de termos e alvarás, bem como atos relacionados à abertura, alteração de cadastro e fechamento das empresas;

II - a atuação dos órgãos e entidades envolvidos na abertura,

alteração cadastral e fechamento das empresas das demais esferas de governo, seus órgãos ou entidades;

III - a legislação aplicável às microempresas e empresas de pequeno

porte (EPP) emanadas do Departamento Nacional do Registro do Comércio (DNRC);

IV - a legislação emanada do Conselho Gestor do Simples Nacional

(CGSIM), principalmente sobre a opção pelo Simples Nacional; os códigos das atividades econômicas previstos na Classificação Nacional de

Atividades Econômicas (CNAE) a serem utilizados para fins da opção do

ramo de atividade; as obrigações acessórias relativas às microempresas e empresas de pequeno porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional e a legislação que dispõe sobre a entrega da Declaração Anual;

V - quem pode ser Microempreendedor Individual (MEI), como se

registra e se legaliza, obrigações, custos e periodicidade; qualquer documentação exigida; requisitos que devem atender perante cada órgão e entidade para seu funcionamento;

VI - a necessidade de pesquisa prévia ao ato de formalização do

Microempreendedor Individual (MEI), para verificar a condição perante a legislação municipal no que se refere à descrição oficial do endereço de sua atividade e da possibilidade do exercício dessa atividade no local desejado;

VII - o o teúdo do ‘Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito

de Alvará de Lice ça e Fu cio a e to Provisório’ para o

Microempreendedor Individual (MEI), que será emitido eletronicamente e que permitirá o início de suas atividades, salvo nos casos de atividade considerada de alto risco;

(6)

VIII - tratando-se de empreendedor que não atende aos requisitos

para se qualificar como Microempreendedor Individual (MEI), informar o fato, adicionando outras informações de interesse para orientação do empresário, tais como:

a) possibilidade de ser Microempresa;

b) procedimentos para abertura de uma empresa, inclusive para a

elaboração de um contrato social adequado, registro na Junta Comercial e obtenção do CNPJ;

c) legislações as quais terá de cumprir para a abertura e

funcionamento do estabelecimento no âmbito municipal, estadual e federal, e instituições como conselhos representativos e sindicatos;

d) realização de consulta prévia para utilização do nome e para a

verificação

da possibilidade de funcionamento no endereço escolhido e em relação à atividade a ser desenvolvida.

Seção II – Da Pesquisa Prévia

Art. 6º - Preliminarmente ao processo de inscrição do Microempreendedor

Individual (MEI) e das Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), deverá ser realizada pela Sala do Empreendedor pesquisa prévia na qual será informará ao interessado:

I - a descrição oficial do endereço de seu interesse e se esse endereço

oferece condições perante as leis do município para as atividades a serem exercidas;

II - todos os requisitos a serem cumpridos para obtenção de licenças

de autorização de funcionamento, segundo a natureza da atividade pretendida, o porte, o grau de risco e a localização;

III - para fins da pesquisa prévia, o empreendedor deverá ter em

mãos, no mínimo, o RG e CPF (originais), o Comprovante de Residência e o Carnê do IPTU (cópia da capa);

(7)

IV - Havendo irregularidade no endereço apresentado, ou sendo

proibida a atividade no endereço indicado, não será realizada a formalização e o empreendedor será orientado quanto ao fato e quanto ao procedimento que deverá adotar;

V - Sendo a atividade do MEI considerada de alto risco, poderá ser

feita a formalização pelo Portal do Empreendedor, mas no Certificado da Condição de MEI (CCMEI) emitido pelo sistema, deverá ser aposto carimbo o os dize es ATIVIDADE DE ALTO RISCO. O MEI NÃO PODERÁ EXERCER

A ATIVIDADE ENQUANTO NÃO HOUVER A FISCALIZAÇÃO PRÉVIA .

VI - Na hipótese do parágrafo anterior, o processo interno para

concessão do Alvará de Funcionamento Definitivo deverá ter trâmite prioritário, devendo ser concluído no prazo máximo de 20 (vinte) dias.

Capítulo III

DO PROCESSO DE REGISTRO E LEGALIZAÇÃO DO MEI NA SALA DO EMPREENDEDOR

Seção I – Do processo de Registro

Art.7º - Se o resultado da pesquisa prévia apontar para a

possibilidade de o empreendedor obter o Alvará Provisório ou Alvará Definitivo segundo a legislação municipal, a Sala do Empreendedor deverá acessar o Portal do Empreendedor, no endereço http://www.portaldoempreendedor.gov.br/ e preencher o formulário eletrônico com os dados requeridos para a inscrição de Microempreendedor Individual (MEI) e transmiti-lo eletronicamente.

§ 1º - No caso de haver inconsistência na base de dados da Receita

Federal, em relação ao CPF, ou da Junta Comercial do Estado da Bahia, em relação a algum impedimento na opção de MEI, de acordo com informações do sistema eletrônico, o empreendedor deverá ser orientado quanto ao procedimento que deverá ser seguido para a regularização

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cabível, conforme segue:

I - tratando-se de irregularidade no CPF, dirigir-se à Secretaria da

Receita Federal do Brasil e promover a sua regularização;

II - tratando-se de impedimento para ser MEI, dirigir-se à Secretaria

da Receita Federal do Brasil para obtenção de informações complementares e de orientações quanto ao tratamento da questão.

§ 2º - Não havendo irregularidade, a formalização será confirmada no

final do processo eletrônico, com o fornecimento, para o Microempreendedor Individual (MEI), respectivamente, do Número de

Identificação do Registro da Empresa (NIRE) e do número de inscrição no

CNPJ, que estarão incorporados no Certificado da Condição de

Microempreendedor Individual (CCMEI) que será impresso nesse momento.

§ 3º - A Sala do Empreendedor providenciará cópia do CCMEI para,

juntamente com os dados disponibilizados ao município, posteriormente pelo Portal do Empreendedor, dar início ao trâmite interno entre os órgãos municipais para a devida inscrição fiscal e emissão do alvará de funcionamento e licenciamento requeridos, em função da atividade a ser desenvolvida.

§ 4º A Sala do Empreendedor, se for o caso, em função da atividade a

ser exercida pelo Microempreendedor Individual (MEI), orientá-lo-á quanto às providências que devem ser tomadas junto a órgãos de licenciamento estadual e/ou federal, tais como Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA)/Governo do Estado da Bahia; Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); Centro de Atividades Técnicas (CAT) do Corpo de Bombeiros Militares (CBM/BA), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e Diretoria de Vigilância e Controle Sanitário (DIVISA) da Superintendência de Vigilância e Proteção (SUVISA) da Saúde da Secretaria Estadual da Saúde (SESAB), e IBAMETRO, assim como junto a outras órgãos e entidades de controle da atividade.

Art. 8º - Concluída a inscrição, o sistema disponibilizará no Portal do

Microempreendedor, o carnê de pagamento, via PGMEI - Programa Gerador de DAS do Microempreendedor Individual, e a Sala do

(9)

Empreendedor poderá, a pedido do MEI, gerar o documento de arrecadação do mês ou de todos os meses do exercício.

Parágrafo Único - O MEI será orientado de que o pagamento deverá

ser feito na Rede Bancária e Casas Lotéricas, até o dia 20 de cada mês.

Seção II - Do Alvará Definitivo

Art. 9º - Tratando-se de atividade considerada de baixo risco e para a qual

a legislação municipal já permita a concessão de Alvará Definitivo, o responsável pela Sala do Empreendedor dará ao Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI), sem prejuízo da realização de visto ias a ual ue te po, o efeito de Alva á de Li e ça e Fu io a e to Defi itivo , edia te a aposição do a i o atividade

considerada de baixo risco - efeito de alvará de licença e funcionamento definitivo”.

Parágrafo Único - A licença de funcionamento concedida

compreende os aspectos sanitários, ambientais e tributários; uso e ocupação do solo; restrições às atividades domiciliares e restrições ao uso de espaços públicos.

Art. 10º - O Microempreendedor Individual (MEI) deve ser informado

no sentido de que:

I - no prazo de 180 (cento e oitenta) dias da emissão eletrônica do

Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI) os órgãos municipais competentes deverão se manifestar quanto ao endereço de exercício da atividade, assim como em relação ao exercício das atividades constantes do registro e enquadramento;

II - não havendo manifestação de qualquer órgão municipal no prazo

efe ido o i iso I, o Te o de Ciê ia e Respo sa ilidade o Efeito de Alva á de Li e ça e Fu io a e to P ovisó io do CCMEI se o ve te á e

Alva á de Fu io a e to ;

III - havendo manifestação contrária ao exercício das atividades no

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t a sfe ê ia da sede da atividade, so pe a de a ela e to do Termo

de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Alvará de Licença e Funcionamento Provisório .

Capítulo IV - DO ATENDIMENTO DE REGISTRO E LEGALIZAÇÃO DE MICROEMPRESAS E DE EMPRESA DE PEQUENO PORTE (EPP)

Art. 11º - Após o procedimento de pesquisa prévia previsto no artigo

4º e tratando-se de empresa que possa se estabelecer no endereço indicado, a Sala do Empreendedor dará prosseguimento ao processo de formalização, conforme segue:

I - Em relação à Junta Comercial do Estado da Bahia (JUCEB):

a) se houver convênio de cooperação técnica firmado com a Junta Comercial do Estado da Bahia, obedecerá ao disposto nesse convênio em

relação à consulta do nome comercial e à elaboração do Contrato Social ou do Requerimento de Empresário, recolhendo as taxas devidas e fazendo o controle do Processo;

b) se não houver o convênio referido, apenas orientará o

empreendedor a respeito dos serviços da Junta Comercial do Estado da

Bahia (JUCEB).

II - Em relação à Receita Federal:

a) se houver convênio de cooperação técnica firmado com a

Delegacia da Receita Federal, obedecerá ao disposto nesse convênio em relação à pesquisa cadastral dos sócios e à obtenção do CNPJ;

b) Se não houver o convênio referido, apenas orientará o

empreendedor a respeito dos serviços da Receita Federal.

III - após as etapas previstas nos incisos I e II [arquivamento do

Contrato Social na Junta Comercial ou do Registro do Requerimento do Empresário e do respectivo cadastro na Receita Federal (CNPJ)], prosseguirá com o trâmite interno na Prefeitura municipal obedecido o seguinte:

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a) caso a atividade seja considerada de baixo risco, o funcionamento

da empresa será imediato com a expedição do Alvará de Funcionamento Provisório, seguido de, em se tratando de atividade de prestação de serviços, inscrição no cadastro fiscal de contribuintes do município;

b) sendo a atividade de alto risco, informará ao empresário que o

Alvará de Funcionamento somente será fornecido após a vistoria prévia que os órgãos municipais farão, indicando ao empresário a legislação correspondente e as exigências requeridas e por quais órgãos.

Art. 12º - Tratando-se de empresa que possa ser enquadrada como

microempresa ou empresa de pequeno porte, a Sala do Empreendedor, na conformidade dos serviços que dispuser, fará:

I - Em relação à Junta Comercial do Estado da Bahia (JUCEB), o

enquadramento como microempresa ou empresa de pequeno porte;

II - em relação à Receita Federal, a opção pelo Simples Nacional, se

assim o empreendedor desejar.

Capítulo V - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 13º - Aplicam-se ao Alvará de Funcionamento Provisório e ao Alvará de

Funcionamento Definitivo, as demais normas concernentes aos alvarás previstas na legislação do município, principalmente as relativas à interdição ou à desinterdição do estabelecimento, cassação, nulidade e restabelecimento do alvará e à imposição de restrições às atividades dos estabelecimentos com Alvará de Funcionamento Provisório ou Definitivo, no resguardo do interesse público.

(12)

Art. 14º - Este Decreto entra em vigência na data de sua publicação. REGISTRE-SE. PUBLIQUE-SE. CUMPRA-SE.

Prefeitura Municipal de Wenceslau Guimarães, em data de 16 de agosto de 2017.

_________________________________________

Prefeito Municipal de (nome do Município)

___________________________________________

Secretaria Municipal de (nome do Município)

___________________________________________

(13)

Rua Otaviano Santos Lisboa, 110, Centro, Wenceslau Guimarães, Bahia. CNPJ n° 13 758 842/0001-59

DECRETO N° 43/2017 DE 01 DE JUNHO DE 2017.

EMENTA: DISPÕE SOBRE O LICENCIAMENTO DE EVENTOS REALIZADOS NO MUNICÍPIO DE WENCESLAU GUIMARUS, CRIA A CENTRAL INTEGRADA DE LICENCIAMENTO DE EVENTOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE WENCESLAU GUIMARÃES, ESTADO DA BAHIA, no uso de

suas atribuições constitucionais, com fundamento no inciso XXIV do Art. 83, da Lei Orgânica do Município de Wenceslau Guimarães, de conformidade com as disposições dos artigos 125 e ss., da Lei Complementar n2 004/2010, e considerando a necessidade de aperfeiçoar a regulamentação do licenciamento e a expedição de autorização especial para realização de eventos temporários no Município,

DECRETA:

Art. 1°- Fica proibido a realização de eventos no Município de Wenceslau Guimarães sem a

prévia autorização do Poder Público Municipal, conforme as disposições deste Decreto:

Art. 2°- Para fins deste Decreto considera-se evento a realização de shows e toda e qualquer

atividade recreativa, social, cultural, educacional, religiosa ou esportiva, ou acontecimento institucional, ou promocional, comunitário ou não, previamente planejado com a finalidade de criar conceito e estabelecer pessoas, cuja realização tenha caráter temporário, com ou sem venda de ingresso e que ocorram em:

I - Imóveis públicos ou privados;

II - Edificações ou suas áreas externas, ainda que descobertas e abertas, tais como jardins, áreas de lazer e recreação, área de prática de atividades físicas, esportivas e similares; III - Logradouros públicos, tais como ruas, praças, parques e afins.

Art. 32 - Quanto ao porte, os eventos classificam como:

1-Mínimo porte, quando atendem, cumulativamente, às seguintes condições:

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iluminação e altura máxima 1 (um) metro;

Não utilizem gás liquefeito de petróleo ou, na hipótese de utilizá-lo, que seja em botijão de até 13 kg (treze quilos) com a presença em sua estrutura dos dispositivos de segurança previsto na legislação específica;

Que sejam considerados pela Secretaria de Administração e Finanças como de baixa complexidade, no que tange a interferência no trânsito no entrono do evento.

I - Pequeno Porte, com público estimado de 501 a 2000 (duas mil) pessoas;

II - Médio Porte, com público estimado 2001 (duas mil e uma) pessoas a 5000 (Cinco mil) pessoas.

III - Grande Porte, com publico estimado acima de 5000 (cinco mil) pessoas.

Parágrafo Único - Na hipótese de evento com o público estimado de até 5000 (cinco mil)

participantes e que não atenda cumulativamente ao quanto previsto no inciso I deste artigo, será considerado como evento de pequeno porte para efeito de licenciamento e pagamento de taxas pertinentes.

Art. 42- Fica criada a Central Integrada de Licenciamento de Eventos, que tem por finalidade de agilizar os procedimentos de licenciamento de eventos no Município de Wenceslau Guimarães, que será integrada pelos seguintes órgãos:

I - Secretaria Municipal de Administração e Finanças; II - Secretaria Municipal de Promoção Social;

III - Secretaria Municipal de Saúde;

IV - Secretaria de Assistência a Juventude, Desporto e Lazer; V - Diretoria de Tributos;

§12 - A Secretaria Municipal de Administração e Finanças prestará o apoio administrativo

necessário ao funcionamento da Central Integrada de Licenciamento.

Art. 52 - São Objetivos da Central Integrada de Eventos:

I - Proceder ao licenciamento de todos os eventos enquadrados no art. 22 do presente Decreto;

II - Promover os órgãos relacionados no art. 42 supra, bem como outros bem se fizerem

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Art. 62 - A solicitação de eventos será feito obrigatoriamente na Central Integrada de

Licenciamento, na Diretoria de Tributos, mediante requerimento único de licenciamento contendo as informações necessárias a cada secretaria envolvida no licenciamento do evento.

Art. 72 - O requerimento de licenciamento deverá ser apresentado com antecedência

mínima de 15 (quinze) dias da data de realização do evento, devidamente instruído com a documentação exigida nesse decreto.

Art. 82 - As taxas e preços públicos exigidos para a publicação do evento serão emitidas

pelos respectivos órgãos ou entidades, ficando a concessão da licença condicionada ao pagamento de todas as taxas e/ou preços públicos, salvo os casos de isenção prevista em lei.

§12 - O indeferimento do processo não ensejará a restituição do valor já recolhido.

§22 - Cada Órgão será responsável por comprovar o pagamento das suas taxas ou dar isenção na forma da lei, quando se fizer necessário.

Art. 99 - O licenciamento do evento poderá ser condicionado à delimitação da área, aos

horários, ao público, aos equipamentos de sonorização e natureza do evento.

Art. 10 - Não serão licenciados na central de eventos, os eventos e/ou atividades realizados

em logradouro público quando envolvam o comércio informal ou não tenha impacto no sistema viário, cabendo a cada Secretaria promover o licenciamento do evento de acordo com sua competência.

Art. 11 - Fica vedada, no período de segunda-feira à sexta-feira, de 07 horas às 17 horas, e

sábado, de 07 horas às 16 horas, a realização de eventos civis, religiosos e esportivos nas vias expressas e arteriais do Município de Wenceslau Guimarães;

§12 - Excluem-se da vedação prevista no caput deste artigo:

Os eventos integrantes do calendário oficial de eventos do Município;

Os eventos de interesse coletivo decretados pelo Chefe do Poder Executivo Municipal; Os eventos programados para feriados.

§22 - Os horários de vedação especificados no caput do presente artigo poderão ser alterados caso fique caracterizado como intenso o tráfego de veículo na área solicitada;

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Art. 13- Os empreendedores dos eventos de médio e de grande porte de qualquer natureza

que demonstrarem, mediante justificativa, a necessidade de utilização, durante o evento, de níveis máximos de sons e de ruídos, solicitarão autorização à Secretaria Municipal de Administração e Finanças, que deliberará previamente sobre os níveis máximos a serem utilizados, o indispensável alvará para utilização sonora, considerando a localização, o espaço, características do imóvel público, duração do evento e a legislação municipal.

Art. 14- O alvará para utilização sonora será emitido pelo órgão competente dele constando

o nível sonoro máximo permitido nos termos da legislação urbanística, o horário de utilização e o prazo de validade, que será exclusivamente para os dias do evento, no caso de estabelecimentos, podendo ser renovado, desde que atendidos os requisitos previstos na legislação e normas pertinentes e neste Decreto.

Art. 15 - A concessão de alvará para utilização sonora deverá observar o disposto na Lei

Complementar n° 004/2010 de 22 de Junho de 2010, que instrui o Código de Posturas do Município de Wenceslau Guimarães, e satisfazer os requisitos estabelecidos neste Decreto.

Parágrafo único - Para a concessão de alvará para utilização sonora deverão também ser

atendidos os seguintes requisitos:

I - Protocolização, perante o órgão competente do Município, do requerimento para a concessão ou revalidação do referido alvará, devidamente instruído com a documentação exigida no anexo I deste Decreto;

II - Pagamento da taxa correspondente, quando exigido pelo órgão competente; III - Apresentação dos seguintes documentos, quando exigidos pelo órgão ambiental;

medidas de mitigação; plano de monitoramento;

IV - Apresentação de outros documentos com informações exigidos pelo órgão gestor ambiental, em observância à legislação pertinente;

Art. 16- O alvará será revogado nos seguintes casos:

I - Pelo exercício de atividade não permitida no local ou no caso de se dar ao imóvel destinação diversa daquela para a qual foi concedido o licenciamento;

II - Pela infração de qualquer posições referente ao funcionamento do estabelecimento que venha a causar danos, inclusive ambientais, prejuízos, incômodos ou puser em risco, por

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III - Pelo cerceamento, as diligências necessárias ao exercício do Poder de Polícia da Municipalidade;

IV - Pela prática reincidente de infrações à legislação aplicável, por motivo de perda de validade de documentos exigidos para a concessão do alvará.

Art. 17 - O alvará será anulado nos seguintes casos:

I - Quando o licenciamento tiver sido concedido com inobservância de preceitos legais ou regularimentados;

II - Quando ficar comprovada a falsidade ou a inexatidão de qualquer declaração ou documento.

Art. 18 - O órgão competente para o licenciamento será também competente para a

revogação, à anulação e a alteração ex oficio, ou decisão devidamente fundamentada.

Parágrafo único — Será assegurado previamente aos interessados o direito ao contraditório e

à ampla defesa nos casos de anulação, revogação ou alteração ex ofício do alvará.

Art. 19 - Compete à autoridade municipal que revogou ou anulou o alvará determinar a

interdição do estabelecimento.

Art. 20 - As taxas devidas pela Autorização Especial de Eventos serão calculadas pelos órgãos

e entidades envolvidas no Processo de Licenciamento do Evento, com base no Código Tributário e de Rendas do Município de Wenceslau Guimarães.

Art. 21 - Os órgãos e Entidades envolvidos no licenciamento e fiscalização de eventos

deverão atuar no âmbito de suas respectivas competências.

Art. 22 - O responsável legal pelo evento responderá civil e criminalmente, na forma da Lei,

pela violação, destruição ou depredação do bem ou patrimônio público que ocorra durante evento no espaço público, e no seu entorno, bem como por toda e qualquer informação falsa ou inexata prestada no curso do processo de licenciamento, garantida a ampla defesa e

contraditório.

Art. 23 - Independentemente do público estimado, sem prejuízo das demais providências

cabíveis, fica a cargo do responsável legal pelo evento garantir a segurança, saúde e integridade física dos participantes.

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local e/ou entorno, que cause transtorno no trânsito, circunstância que deverá ser verificada previamente à apresentação do Requerimento Único de Licenciamento junto à Central Integrada de Licenciamento de Eventos, de que trata o art. 62 deste Decreto.

Art. 25 - O disposto neste Decreto aplica-se aos eventos de mínimo, pequeno, médio e

grande porte a se realizarem em logradouro público, em propriedade pública e em propriedade particular no Município de Wenceslau Guimarães.

Art. 26- Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. REGISTRE-SE. PUBLIQUE-SE. CUMPRA-SE.

GABINETE DO PREFEITO DE WENCESLAU GUIMARÃES, EM 01 DE JUNHO DE 2017.

CARLOS ALB Pr

O DOS SANTOS Municipal

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Cópia do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (C.N.PJ.) do estabelecimento comercial;

Formulário de ingresso do requerimento do alvará, devidamente preenchido e assinado pelo representante legal do estabelecimento, acompanhado da documentação exigida na Lei Complementar n° 004/2010 (Código de Posturas do Município de Wenceslau Guimarães);

Comprovante do pagamento da taxa de licença correspondente;

Cópia do alvará de localização e funcionamento da atividade urbana, emitido pelo órgão municipal competente, e que esteja dentro do prazo de vigência;

Memorial descritivo da emissão sonora, devidamente assinado por profissional regularmente inscrito no CREA-BA, instruído com a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) deste profissional no referido Conselho (CREA), o qual deverá conter no mínimo as seguintes informações:

identificação das fontes geradoras de ruído;

medição de ruídos: espectro sonoro de cada fonte de emissão no ambiente do incômodo ou na área residencial; espectro sonoro do ruído de fundo no ambiente do incômodo ou na área residencial e espectro sonoro no ambiente da atividade;

horários de funcionamento.

CARLOS ALBERTO Prefeit

10 D S SANTOS cipal

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Rua Otaviano Santos Lisboa, 110, Centro, Wenceslau Guimarães Bahia. CNPJ n° 13.758.842/0001-59

PORTARIA N° 179/2017 03 DE AGOSTO DE 2017

CONSTITUI COMISSÃO DE INVENTÁRIO DE BENS MÓVEIS NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O PREFEITO MUNICIPAL DE WENCESLAU GUIMARÃES, no uso de suas atribuições que lhes são conferidas pela Lei Orgânica do Município e,

CONSIDERANDO o quanto contido no Processo n° 139/2017-SEMAF;

CONSIDERANDO, ainda, que a eficácia dos atos administrativos fica condicionada a publicidade dos mesmos;

RESOLVE:

Art. 10 - Constituir Comissão de Inventário de Bens e Móveis com a atribuição de realizar o levantamento físico de bens móveis no âmbito do Poder Executivo Municipal de Wenceslau Guimarães;

Art. 2° - Designar, para compor a referida Comissão de Inventário de Bens Móveis, os seguintes servidores:

I - Dilson Gomes da Silva — CPF n°958.955.155-68 - Presidente; II - Pascoal Dias Pereira — CPF n° 239.099.785-68 - Membro; III - Aucides Lima Vidal Filho — CPF n°006.182.855-63 - Membro. IV - Murilo Gabriel Morais Soares — CPF n° 032.325.845-00 - Membro.

Art. 3° - Estabelecer para a conclusão dos trabalhos o prazo de 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogada uma única vez por igual período através de portaria do

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Art. 4° - Durante a realização do Inventário, o sistema de gestão patrimonial e toda movimentação de entrada e saída de bens serão bloqueadas, sendo permitidos os recebimentos dos bens pendentes e aos casos excepcionais devidamente justificados.

Art. 5°- Determinar a todos os tutelares de Órgãos e Unidades que ofereçam à Comissão de Inventário de Bens Móveis os meios, recursos e colaboração indispensáveis para o fiel cumprimento de suas atribuições.

Art. 6°- Os integrantes da Comissão de Inventário de Bens Móveis desempenharão suas funções sem prejuízo das atribuições habituais, porém não será atribuída nenhuma gratificação vinculada a este evento.

Art. 7° - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

REGISTRE-SE. PUBLIQUE-SE. CUMPRA-SE.

GABINETE DO PREFEITO DE WENCESLAU GUIMARÃES, 03 DE AGOSTO DE 2017.

CARLOS ALB 10TÉRIO DOS SANTOS

(22)

CNPJ nº 13.758.842/0001-59

Rua Otaviano Santos Lisboa, 135, Centro, Wenceslau Guimarães, Bahia

AVISO DE LICITAÇÃO DESERTA PREGÃO PRESENCIAL 040-2017

O Município de Wenceslau Guimarães torna público, para conhecimento, que a licitação na modalidade Pregão Presencial nº. 040-2017, visando a eventual contratação de empresa especializada para fornecer materiais e equipamentos de informática destinados a diversas secretarias deste munícipio, com data de julgamento marcada para o dia 17 de agosto de 2017, às 08horas, foi considerada DESERTA, por não comparecerem interessados ao certame.

JOSÉ BRITO CABRAL NETO

(23)

Rua Otaviano Santos Lisboa, 135, Centro, Wenceslau Guimarães, Bahia

EXTRATO DE CONT’RATO

CONTRATO Nº 136-2017 – PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº. 147-2017 – INEXIGIBILIDADE N° 016-2017 - CONTRATANTE: MUNICÍPIO DE WENCESLAU GUIMARÃES. CNPJ/MF N° 13.758.842/0001-59. CONTRATADA: VIVIANE SANTOS DE FREITAS FELIPPE FESTAS E EVENTOS - ME, PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO, INSCRITA NO CNPJ SOB O N.º 17.496.083/0001-54, FUNDAMENTO LEGAL: LICITAÇÃO, ART. 25, III DA LEI 8666/93 C/C ART. 3º E 7º DA INSTRUÇÃO Nº 02/2005 DO TCM/BA MODALIDADE: INEXIGIBILIDADE OBJETO: CONTRATAÇÃO DIRETA DA EMPRESA ACIMA MENCIONADA, PARA DISPONIBILIZAR APRESENTAÇÃO DA ARTISTA ROSE NASCIMENTO NO DIA 23/09/2017, NA FESTA PÚBLICA EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO EVANGÉLICO, NA PRAÇA NAIR LOPES JENKINS, CENTRO, WENCESLAU GUIMARÃES, CONFORME PROJETO BÁSICO E PROPOSTA DE PREÇOS. DATA DA ASSINATURA: 17/08/2017. VIGÊNCIA: IMEDIATA ATÉ 23/10/2017. VALOR: R$ 32.000,00 (TRINTA E DOIS MIL REAIS). PREFEITO MUNICIPAL – CARLOS ALBERTO LIOTÉRIO DOS SANTOS.

(24)

Rua Otaviano Santos Lisboa, 135, Centro, Wenceslau Guimarães, Bahia

PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº. 147-2017 INEXIGIBILIDADE Nº. 016-2017

TERMO DE RATIFICAÇÃO

O PREFEITO MUNICIPAL DE WENCESLAU GUIMARÃES, no uso de suas atribuições legais, uma vez que o Processo Administrativo em epigrafe se encontra regularmente instituído na forma da Lei nº. 8.666/93, da Instrução Normativa TCM/BA nº 02/2005 e da Orientação Técnica nº 02 da Rede de Controle da Gestão Pública no Estado da Bahia e o quanto exposto no Parecer nº. 147-2017 da Assessoria Jurídica desta Prefeitura e das Justificativas da Secretária Municipal de Administração e Finanças no referido processo, RATIFICA a mencionada justificativa de inexigibilidade para contratação direta da empresa VIVIANE SANTOS DE FREITAS FELIPPE FESTAS E EVENTOS - ME - CNPJ 17.496.083/0001-54, para disponibilizar apresentação do artista ROSE NASCIMENTO no dia 23/09/2017, na Festa Pública em comemoração ao dia do Evangélico, na Praça Nair Lopes Jenkins, s/nº, Centro, Wenceslau Guimarães.

Valor: R$ 32.000,00 (Trinta e dois mil reais)

Razão da Escolha: Artista Consagrada pela crítica nacional e pela opinião pública e com grande potencial para atrair ao Município visitantes, capazes de gerar empregos e renda temporário no tradicional evento da festa do Evangélico, conforme justificativas assentadas no Projeto Básico.

Justificativa do Preço: O preço da atração segundo proposta encaminhada pela empresa que agencia o show do Artista está orçado em R$ 32.000,00 (trinta e dois mil reais), pagos conforme disposições previstas em Contrato. O valor da referida contratação está satisfatório e compatível com os preços praticado pela Artista em outros eventos musicais.

Forma de Pagamento: 02 (duas) parcelas iguais, sendo a primeira prestada como adiantamento e garantia da apresentação no dia e horários fixados

A contratação da Artista Profissional se dará através da empresa VIVIANE SANTOS DE FREITAS FELIPPE FESTAS E EVENTOS - ME, para disponibilizar apresentação do artista ROSE NASCIMENTO no dia 23/09/2017, na Festa Pública em comemoração ao dia do Evangélico, na Praça Nair Lopes Jenkins, s/nº, Centro, Wenceslau Guimarães, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o n.º 17.496.083/0001-54, com sede na Rua João Miguel Ditoso, Bairro Campo Grande, casa 1 apto 101, nº 80 Rio de Janeiro-RJ, CEP 23075525, representada por seu representante Viviane Santos de Freitas Felippe, brasileira, casada, empresária, portador da Cédula de Identidade nº 125262279 SSP/BA, inscrito no CPF sob o nº 095.262.667-57, com fundamento no art. 25, III da Lei Federal nº 8.666/93 e art. 3º e seguintes da Instrução nº 02/2005 do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia para que produza dos seus jurídicos e legais efeitos. Voltem os presentes Autos para o Setor de Contratos para lavratura e registro do Contrato de Prestação de Serviços pertinente.

Publique-se na forma da lei.

Wenceslau Guimarães - Bahia, 16 de agosto de 2017.

CARLOS ALBERTO LIOTÉRIO DOS SANTOS Prefeito Municipal

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