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A Paisagem Monumental de Loriga

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Academic year: 2021

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(1)

A Paisagem

Monumental

de Loriga

Valor Patrimonial,

Ambiental e Cultural

Que Futuro ?

(2)

Principais linhas de água e de escoamento de ar frio Localização

Área de Paisagem intensamente humanizada

(3)

Corte fito-climacico

(4)

Núcleo Histórico Expansões recentes

Alta Montanha

Os Vales de Agricultura intensiva de Regadio

Limite da zona florestal

(5)
(6)

40 anos de

evolução

Crescimento urbano,

desflorestação, despovoamento e regressão cultural

(7)

40 anos de

evolução

construtiva

Zona de aplanação de Cumeada

(8)
(9)

Loriga

Património edificado

Área urbana central: 3,6 ha

IO = 0,5 A.I. estimada 18000 m2 NMP= 2 A.B.C. estimada: 36.000 m2 Valor: 15 a 20 Milhões de euros Zonas de expansão: 15 ha IO = 0,2 A.I. estimada 30.000 m2 NMP= 2 A.B.C. estimada: 60.000 m2 Valor: 24 a 30 Milhões de euros Evolução da População: 1971 – 7.000 2001 – 3.000 2011 - ?

(10)

A armação do solo intensificada a partir do século XVIII para a cultura do milho Loriga É patente a descontinuidade dos povoamentos florestais e a sustentabilidade do “Mosaico agro-florestal”

(11)

O esforço monumental

de armação do Terreno

Só na envolvente desta povoação - Cerca de 30.000 ml de muros de suporte, com alturas médias entre 2 e 4 m, atingindo por vezes mais de 6 metros, profundos

arroteamentos e movimentação de terras, com um regadio superior a 200 ha

Mais de 8 milhões de euros a preços actuais

(12)

Terras Vegetais

Material drenante de enchimento Declive natural do terreno

>0,50 m 2 / 3 ,0 m >0,25 m

Inclinação variável entre 2 a 12 % Vala de Rega e Drenagem

Armação do terreno – Pormenor construtivo

Custos construtivos no regadio de Loriga Valor actualizado - Em milhões de euros

30.000 ml de Muros ………. 3 120.000 m3 de Terras vegetais….. 3 300.000 m3 de T. de enchimento… 0,75 300.000 m3 escavação ……… 1,5 20.000 ml de Valas e açudes… … 0,5 Total estimado ……….. 8,75

(13)
(14)

Um pormenor exemplificativo da

Sistematização tradicional da

Paisagem

Uma Sistematização Hidrológica exemplar com;

-Controle da erosão, dispersão do escoamento e redução das pontas de cheia;

- Rega de lima (com recarga sob pressão dos aquíferos) e rega de estiagem. As Valas de Rega e de drenagem Os Muros de suporte de Terras O aproveitamento cultural tradicional e o simplificado A Policultura e pastagem permanente Loriga

(15)

Açude Levada Levada Levadas Percursos pedestres e de Gado Ligações entre socalcos Caminho carreteiro Moinho Socalcos Muros de suporte de Terras Construções agrícolas Sistematização da Paisagem Pormenor

(16)

Regadio com

“Rega de Lima”

Mais 500% de superfície de infiltração e de abastecimento dos aquíferos Leito de Infiltração natural

(17)

Um pormenor

do “Mosaico”

agro florestal

As áreas agrícolas de “abertura” da Paisagem Os “Aceiros produtivos”

As Matas de recobrimento das encostas de grande

(18)

Que Futuro ?

Abandonar e/ou florestar com espécies de

crescimento rápido

Modernizar e reconverter o sistema cultural

de modo integrado com actividades

(19)

A “insustentabilidade”

do

(20)

A “Campanha de Florestação dos Baldios”

A expansão do Pinheiro bravo em povoamentos extremes e contínuos dos anos 40 a 70 do Sec. XX A criação de manchas contínuas de espécies arbóreas de crescimento rápido e de alta combustibilidade

O abandono e regressão cultural estabelecendo o continuo de fogo

Área já ardida O “continuo

de Fogo

O desaparecimento das pastagens colectivas - A imigração e a desertificação

do território

Leito de infiltração modificado em regressão

(21)

A caminho de Cabeça

e Casal do Rei

O “Mosaico” Agro-Florestal sustentável, com grande diversidade de habitats,

agora em regressão

A Florestação contínua dos Baldios

O “continuo” de fogo

A perda drástica da Biodiversidade

(22)

O Presente e o Futuro

No cenário “abandono” que temos vindo a promover

Abandonar

ou Florestar

com

espécies de

alto risco

O “Aviso” da capacidade destruidora implacável do fogo

(23)

Setembro de 2.000 - O resultado de 48

horas de Fogo

(24)

O Presente e o Futuro

No cenário “abandono” que temos vindo a promover

O

“Trabalho”

acelerado

da Erosão

A Desertifica- ção O descontrole hidrológico

(25)

Quinta do Vale da Forna

Zonas ardidas 1987 / 2.010 - Incêndios entre Gouveia / Seia

Áreas com Projecto de intervenção Florestal Fogo 2002 Fogos 1987/ 1995 Fogo 2005

Um exemplo da “Insustentabilidade” da gestão actual da paisagem

(26)

Ribeira da Bandoiva Gouveia

A insistência no aproveitamento da regeneração do Pinhal

tendo ao lado um”barril de Pólvora” a perder de vista…(áreas

abandonadas invadidas pelo giestal) Está instalado o continuo de fogo

Incêndios em

(27)

O Presente e o Futuro

No cenário “abandono” que temos vindo a promover

Os

custos

que

teremos

que

pagar

cada vez

mais

Pilar da Ponte sobre o

Rio Alva no IP3 ainda por reparar

A erosão marginal Cheia de 2.003

(28)

O Presente e o Futuro

No cenário “abandono” que temos vindo a promover

Os

custos

que

teremos

que

pagar

cada

vez

mais

Baixo Mondego

2.003

A Rotura “impensável” não controlada dos diques, cuja “reparação” custou mais de 300

(29)

Modernizar as Infra-estruturas

e

modificar o sistema cultural de

modo integrado com actividades

culturais/turísticas

Modernização e Reconversão

da Paisagem

(30)

PNSE

1987

(31)
(32)

Habitação Eq.Colectivos Const. Rurais Comercio 80 Fogos 17 casais activos 40 Imigrantes reformados 1 Escola Primária 1 Lagar de Azeite 1Moinho 2 Alambiques Levantamento e caracterização do património edificado existente Anexos

(33)
(34)
(35)

A modernização das

infra-estruturas

da

Paisagem

Sistemas de rega e

caminhos agrícolas

(36)

A estrumação,

bem como os

demais produtos

de sementeiras e

colheitas

transportada por

escadas, à cabeça

e ao ombro

O acesso ao Lugar A estrada e a Ponte em construção

(37)

A acessibilidade mecânica aos campos com um mínimo de intervenção

(38)
(39)
(40)

Fabrico intensivo de Matéria Orgânica - Composto

(41)
(42)
(43)

Propostas de estudo e intervenção

(44)

Programação das intervenções – Custos e financiamento Reconversão do sistema agro-florestal

(45)
(46)

Componente agro-ambiental

Unidade de Produção

• Ajuda Base – 120 a 300 €/ha/ano

• Manutenção da rotação cereal-pousio; (sementeira directa) – 90 a 120 €/ha/na • Manutenção de pastagens permanentes

50 a 240 €/h a/ano

• Manutenção de socalcos – 240 €/ha/ano

Baldio

• Gestão do pastoreio em áreas de baldio 25 a 95 €/ha/ano

(47)

Componente silvo-ambiental

Unidade de Produção / Baldio

Conservação e recuperação de povoamentos florestais

• Requalificação de matagais

• Manutenção de maciços e bosquetes • Manutenção de galerias ripícola

• Conservação de corredores ecológicos • Renaturalizacao de manchas florestais

(48)

Investimentos não produtivos

Portaria 1048/2010

Número máximo de pedidos de apoio por beneficiário:

. 3 pedidos por componente no período do ProDer

30.000 € para Unidade Produtiva

200.000 € para baldios

(49)

Em unidades de produção:

• Reconstrução de muretes de suporte

• Reconstrução de abrigos, rodeios e cortes;

• Instalação ou recuperação de vedações, cercas e de protectores

• individuais contra a acção de gado ou da fauna selvagem

• Recuperação de cervunais e turfeiras

• Manutenção de infra-estruturas de dispersão e retenção de agua

(50)

Referências

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