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Prefeitura Municipal de Mirante publica:

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(1)

Prefeitura Municipal de

Mirante publica:

x Decreto nº. 1.171, de 21 de dezembro de 2017- Dispõe sobre recesso

do fim de ano no âmbito da Prefeitura, e férias escolares na rede pública

municipal de Mirante (BA).

x Parecer nº 006/2017- Aprovado pelo Conselho Pleno em Reunião do dia

19/12/2017.

x Relatório de Monitoramento do Plano Municipal de Educação de

Mirante – Bahia- Lei Municipal no 262/2015 de 22 de junho de 2015,

Período 2016 a 2017.

(2)

Governo Municipal

MUNICÍPIO DE MIRANTE

Estado da Bahia

16.416.521/0001-64

Avenida Manoel Messias de Lima, nº. 49 – B. Monte Alegre, 45.255-000

[email protected] - Fone/Pabx: (77)3468-1029 0

Decreto nº. 1.171, de 21 de dezembro de 2017.

Dispõe sobre recesso do fim de ano no

âmbito da Prefeitura, e férias escolares

na rede pública municipal de Mirante

(BA).

O PREFEITO MUNICIPAL DE MIRANTE, Estado da Bahia, no uso de suas atribuições

que lhe são conferidas pela Lei Orgânica, art. 61, inc. II e VI, considerando os festejos de Natal

e ano novo, bem como as disposições da L. 9.394/96, art. 24, inc. I, considerando o

cumprimento da carga horária anual mínima de 800h de aula, distribuídas durante 200 dias de

efetivo trabalho escolar.

DECRETA:

Art. 1º. Fica estabelecido recesso, sem expediente externo, no âmbito desta Prefeitura

Municipal, com início em 26 de dezembro de 2017 (terça-feira) e fim no dia 01 de janeiro de

2018 (segunda feira).

Parágrafo único – Ficam obrigados e funcionamento pleno os órgãos municipais cujos serviços

não admitam interrupção das atividades. Eventuais dúvidas deverão ser dirimidas pelo

Gabinete do Prefeito.

Art. 2º. Fica o período de férias escolares na rede pública municipal de Mirante estabelecido,

com início no dia 26 de dezembro de 2017, e fim no dia 26 de janeiro de 2018.

Art. 3º. Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Publique-se, registre-se e cumpra-se.

Gabinete do Prefeito, 21 de dezembro de 2017.

Francisco Lúcio Meira Santos

Prefeito Municipal

(3)
(4)
(5)

PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRANTE-BAHIA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Relatório de Monitoramento do Plano Municipal de Educação

De Mirante - Bahia

Lei Municipal n

o

262/2015 de 22 de junho de 2015

Período 2016 a 2017

Mirante-BA 2017

(6)

RESPONSÁVEIS PELO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

COMISSÃO COORDENADORA: (Decreto no 38/2017)

João Carlos Vieira Silva – Secretário de Educação Carla Souza Alves Cunha – Representante de Diretores

Eliane de Souza Santos Costa – Representante do Conselho Municipal de Educação Maria Celina Alves Barros de Oliveira – Representante do Conselho do FUNDEB Regina Nolasco e Silva – Representante dos Professores

Cristiane Ribeiro Silva – Representante do Conselho Tutelar Sônia Maria Costa Silva – Representante da Assistência Social Jussara Pereira Lima – Representante da Saúde

EQUIPE TÉCNICA DO PME: ( Portaria no37/2017)

Regina Nolasco e Silva – Secretaria Municipal de Educação Carla Souza Alves Cunha – Secretaria Municipal de Educação

Zoraide Novais da Fonseca Gomes – Secretaria Municipal de Educação Juliana Caires Teixeira – Secretaria Municipal de Educação

(7)

SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO ...04

2. ORGANIZAÇÃO E METODOLOGIA DO MONITORAMENTO...05

3. METAS DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO OBSERVADAS NO PERÍODO...06

3.1 AVALIAÇÃO DAS METAS E ESTRATÉGIAS...06

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS...38

(8)

APRESENTAÇÃO

Apresentamos a seguir o relatório de monitoramento das Diretrizes, Metas e Estratégias do Plano Municipal de Educação - PME instituído pela Lei nº 262/2015 de 22 de junho de 2015, referente ao período de março de 2016 a dezembro de 2017, produzido pela Comissão de Monitoramento e Avaliação, instituída pela Portaria nº 37 de 30 de março de 2017.

O referido documento apresenta os resultados das ações da equipe de monitoramento e avaliação, os quais permitem perceber os avanços, os entraves e demandas que ainda existem para a execução das metas previstas no PME no município de Mirante. Vale ressaltar, aqui, a relevância do monitoramento que foi consolidado em audiência pública no dia 06 de dezembro, na Câmara Municipal de Mirante onde os resultados dos trabalhos desenvolvidos trouxeram contribuições relevantes para a consolidação do monitoramento e da avaliação.

Sendo assim, este relatório contribui para uma reflexão das potencialidades e limitações para a execução das metas e estratégias, e, com isso, propõe intervenções para que no próximo monitoramento se tenham melhores resultados. Assim, o presente documento será encaminhado ao Conselho Municipal de Educação- CME para que seja emitido o parecer final, visando à avaliação e aprovação deste relatório final de monitoramento e avaliação do Plano Municipal de Educação de Mirante, e, posteriormente, será encaminhado à Secretaria Municipal de Educação para que o senhor Secretário providencie a publicação no Diário Oficial do Município (DOM).

(9)

2. ORGANIZAÇÃO E METODOLOGIA DO MONITORAMENTO:

Para desenvolvimento dos trabalhos, inicialmente a equipe técnica participou de formações com uma formadora Estadual, capacitada pelo MEC para desempenhar tal função. Em seguida foram realizadas reuniões para orientações e distribuição das Metas que deveriam ser monitoradas. A princípio pensou-se em todas as metas, mas em cada reunião percebia-se que as discussões e análise das estratégias por Metas, demandavam mais tempo do que o previsto para cada reunião, desta forma, optou-se por monitorar, nesse primeiro momento, apenas as metas de 1 a 9, conforme se percebe no detalhamento a seguir. Contudo, vale salientar que na ficha C, metodologia sugerida pelo MEC, todos os indicadores de todas as metas foram monitorados, porém, a metodologia de monitorar os indicadores por Metas precisou ser ajustada às estimativas do município, uma vez que os dados apresentados no SEI, divergiam de maneira decrescente dos dados do SIMEC. É importante ressaltar, também, que na Audiência Pública as demais metas foram monitoradas por grupos, liderados por representantes dos núcleos de interesse, (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação Especial, Assistência Social, PCR, etc.) os quais deram contribuições relevantes, sugerindo ações para a execução das estratégias.

Não foi fácil conseguir as informações necessárias para o detalhamento das ações, dentre elas, destacam-se a realização do minicenso e as previsões orçamentárias por estratégias. Contudo, houve um ponto bastante relevante a considerar, as reuniões serviram para que o PME fosse conhecido pelas autoridades, o que se faz acreditar que as ações serão levadas mais a sério no próximo biênio.

(10)

3. METAS DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO OBSERVADAS NO PERÍODO

Conforme registro anterior, todas as Metas constantes no Plano foram monitoradas e avaliadas no período destinado a essa atividade, porém foi dado maior enfoque nas Metas de 1 a 9, conforme detalhamento abaixo.

3.1 AVALIAÇÃO DAS METAS E ESTRATÉGIAS

Meta 01 – Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4

(quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PME.

Relevância da Meta

Esta Meta é importante para o município de Mirante, porque tem crescido bastante o número de nascidos vivos, na mesma proporção em que tem aumentado a necessidade das famílias em buscar um meio de sustentar-se financeiramente, o que, consequentemente, aumenta a demanda por creche, porque estas famílias precisam sair para trabalhar e não têm com quem deixar seus filhos, os quais não precisam apenas de cuidados e alimentação, como também de interagir e conviver com outros para começar o seu processo educativo desde cedo.

Indicador 1A Percentual da população de 4 a 5 anos que frequenta a

escola/creche (Taxa de atendimento escolar) META

PREVISTA PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

100,0%

DADO

OFICIAL1 73,5% Censo Demográfico 2010 - IBGE DADO

MUNICÍPAL2 73,5% Sem informação

Indicador 1B Percentual da população de 0 a 3 anos que frequenta a

escola/creche (Taxa de atendimento escolar)

1

É o dado apresentado pelos estudos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP

2

(11)

META PREVISTA

PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

100,0%

DADO

OFICIAL 20,6% Censo Demográfico 2010 – IBGE DADO

MUNICÍPAL 20,6% Sem informação

ESTRATÉGIAS DESCRIÇÃO DA ESTRATÉGIA ORÇAMENTÁRIAS PREVISÕES

ESTRATÉGIA REALIZADA/NÃO INICIADA/EM ANDAMENTO 1.1 Definir, em regime de colaboração entre o Estado e a União, metas de expansão das respectivas redes públicas de educação infantil segundo padrão nacional de qualidade, considerando as peculiaridades locais;

Sub função LOA 2017: Código 365 Não iniciada 1.2 Realizar, periodicamente, em regime de colaboração, levantamento da demanda por creche para a população de até 3 (três) anos, como forma de planejar a

Sub função LOA

2017: Código 365

(12)

oferta e verificar o atendimento da demanda manifesta; 1.3 Estabelecer normas, procedimentos e prazos para definição de mecanismos de consulta pública da demanda das famílias por creches;

Sub função LOA

2017: Código 365 Em andamento

Foi possível consolidar a demanda por creche, a partir das informações da Secretaria de Saúde sobre os nascidos vivos. Quanto à Educação Infantil não há dados registrados de alguma criança fora da escola, neste caso, a meta prevista para o período foi atingida. Mesmo assim há uma necessidade de se criar uma equipe para acompanhar anualmente, em parceria com os agentes de saúde, a demanda dos nascidos vivos até o final da vigência do PME, e se há crianças ainda na faixa etária da Educação Infantil fora da escola para que se possa inseri-las na escola mais próxima.

Meta 02 – Universalizar o ensino fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6

(seis) a 14 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PME.

Relevância da Meta

Essa Meta é de suma importância para o município, uma vez que a formação do sujeito começa logo nos anos iniciais, é nessa etapa que a criança desperta o gosto pelos estudos e começa a se desenvolver como um cidadão participativo. E só a garantia dele na escola poderá contribuir para a sua formação integral.

(13)

Indicador 2A

Percentual de pessoas de 6 a 14 anos que frequentam ou que já concluíram o ensino fundamental (taxa de escolarização

líquida ajustada META PREVISTA PARA O PERÍODO META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

100,0%

DADO

OFICIAL 97,3% Censo Demográfico 2010 – IBGE DADO

MUNICÍPAL 97,3% Sem informação

Indicador 2B Percentual de pessoas de 16 anos com pelo menos o Ensino

Fundamental concluído. META PREVISTA PARA O PERÍODO META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

95,0%

DADO

OFICIAL 34,3% Censo Demográfico 2010 – IBGE DADO

MUNICÍPAL 34,3% Sem informação

ESTRATÉGIAS DESCRIÇÃO DA ESTRATÉGIA ORÇAMENTÁRIAS PREVISÕES

ESTRATÉGIA REALIZADA/NÃO INICIADA/EM ANDAMENTO 2.1 Apoiar e colaborar com o Ministério da Educação na elaboração da proposta de direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para os (as) alunos (as) do ensino fundamental;

Sub função LOA 2017. Código: 361 Não Iniciada 2.2 Apoiar e colaborar com a implantação dos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento que configurarão a base nacional

Sub função LOA 2017. Código: 361

(14)

comum curricular do ensino fundamental; 2.3 Assegurar a criação de mecanismos para o acompanhamento individualizado dos (as) alunos (as)

do ensino fundamental;

Sub função LOA

2017. Código: 361 Não Iniciada

Informações relevantes sobre a evolução da meta e execução das estratégias no período.

A Meta para universalizar o Ensino Fundamental de 9 anos para toda população de 6 a 14 anos no município de Mirante, já foi atingida. Não há nenhum registro de crianças nessa faixa etária fora da escola. No entanto, no que se refere a garantir que estes alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o final de vigência do PME, requer muitas ações, visto que no Fundamental II registra-se ainda um número bastante significativo de alunos desistentes e reprovados, justificado, muitas vezes, pela falta de interesse do aluno e da família. Apesar de terem investido muitos recursos, sobretudo na oferta do ensino pela contratação de profissionais, através de concurso público, merenda escolar, garantia do transporte escolar, também a oferta do material escolar tanto pedagógico quanto didático pelo MEC e por recursos de Caixa Escolar, ainda faltam muitas ações para garantir de que a meta se cumpra no prazo, como: formação para os professores trabalharem com os direitos e objetivos de aprendizagens, plano de formação em competência TIC para os professores, implantação de Feira de Artes como cultura para desenvolver o protagonismo juvenil, promover mostra interescolares de Arte, entre outras. Essas ações foram priorizadas na audiência Pública com prazo inicial em 2018. Dessa forma, espera-se melhorar o indicador de conclusão dessa etapa na idade recomendada.

Essas informações foram obtidas através de diálogo com o técnico que monitora o PAR e informações através dos conselhos: FUNDEB, CME e CAE e por meio de análise de documentos como: Diagnóstico escolar, Atas finais, Atas de Conselho de Classe.

(15)

Meta 03 – Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 (quinze) a 17 (dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PME, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% (oitenta e cinco por cento).

Relevância da Meta

O Ensino Médio é a última etapa da Educação Básica, dessa forma, a sua importância se dar, justamente, para que o ciclo de formação do sujeito não se quebre no meio caminho. Segundo A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB (Lei 9394-96), ao situar o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, define-a como a conclusão de um período de escolarização de caráter geral. Trata-se de reconhecê-lo como parte de uma etapa da escolarização que tem por finalidade o desenvolvimento do indivíduo, assegurando-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania, fornecendo-lhe os meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores (art. 22). Daí a sua relevância.

ESTRATÉGIAS DESCRIÇÃO DA ESTRATÉGIA ORÇAMENTÁRIAS PREVISÕES

ESTRATÉGIA REALIZADA/NÃO

INICIADA/EM ANDAMENTO

3.1 Apoiar e

Indicador 3A Percentual da população de 15 a 17 anos que frequenta a

escola ou já concluiu a educação básica META

PREVISTA PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

100,0%

DADO

OFICIAL 78,6% Censo Demográfico 2010 - IBGE DADO

MUNICÍPAL 78,6% Sem informação

Indicador 3B Percentual da população de 15 a 17 anos que frequenta o

ensino médio ou possui educação básica completa META

PREVISTA PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

85,0%

DADO

OFICIAL 32,0% Censo Demográfico 2010 – IBGE DADO

(16)

implementar o programa nacional de renovação do ensino médio, a fim de incentivar práticas pedagógicas com abordagens interdisciplinares estruturadas pela relação entre teoria e prática, por meio de currículos escolares que organizem, de maneira flexível e diversificada, conteúdos obrigatórios e eletivos articulados em dimensões como ciência, trabalho, linguagens, tecnologia, cultura e esporte, garantindo-se a aquisição de equipamentos e laboratórios, a produção de material didático específico, a

(17)

formação continuada de professores e a articulação com instituições acadêmicas, esportivas e culturais; 3.2 Estimular e apoiar a elaboração na proposta de direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para os (as) alunos (as) de ensino médio, a serem atingidos nos tempos e etapas de organização deste nível de ensino, com vistas a garantir formação básica comum;

sub função 362 Realizada

3.3 Apoiar e colaborar com a implantação dos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento que configurarão a base nacional sub função 362 Em andamento

(18)

comum curricular do ensino médio;

Informações relevantes sobre a evolução da meta e execução das estratégias no período:

O Estado tem garantido a matrícula dos que procuram a escola, no entanto, não há um investimento para garantir a permanência destes na escola, nem uma política de incentivo à procura. Sabemos que a demanda é grande, mas a oferta do ensino Médio em Mirante não satisfaz o interesse dos que desistiram. Neste caso, muitas ações são necessárias para que se cumpram as estratégias e garantam a Meta. Em audiência Pública foi sugerido, principalmente, parceria do Estado com o Município para que as ações sejam realizadas. Dentre as ações sugeridas pode-se priorizar: Buscar pactuações entre o município e o Estado para implementação de projetos e formação continuada para professores no Ensino Médio, disponibilizar profissionais para o trabalho Inter setorial de acompanhamento e monitoramento do acesso e da permanência dos jovens entre 15 e 17 anos na Educação Básica, promover campanhas de mobilização em parceria com a Secretaria de Ação Social, Conselho Tutelar e Saúde, reestruturar o Projeto Político Pedagógico das Escolas, com vista a contemplar os Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento de acordo com a BNCC do Ensino Médio e Implantação do Ensino Técnico profissionalizante. Essas ações foram priorizadas para início em 2018, com o propósito de se consolidar todas as estratégias previstas para o período e garantir 100% a Meta até a vigência do Plano.

Meta 04 – Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência,

transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.

Relevância da Meta

A Educação Inclusiva propõe que toda pessoa tenha acesso à escola regular, não importando o tipo de necessidade. A inclusão do aluno com necessidade educacional especial no âmbito escolar deve levar em conta esse direito, o direito de participar, de interagir com o outro, de construir o seu conhecimento. Para a pessoa com deficiência estar presente na escola significa atuar em um espaço de socialização e aprendizagem através da interação e participação nas atividades, o que contribuirá para o seu desenvolvimento em busca da construção do saber.

Indicador 4A Percentual da população de 4 a 17 anos de idade com

(19)

META PREVISTA

PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

100,0%

DADO

OFICIAL 84,0% Censo Demográfico 2010 - IBGE DADO

MUNICÍPAL 84,0% Sem informação

Indicador 4B

Percentual de matrículas de alunos de 4 a 17 anos de idade com deficiência, TGD e altas habilidades ou superdotação

que estudam em classes comuns da educação básica META

PREVISTA PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

100,0%

DADO

OFICIAL 85,5% Censo Demográfico 2010 - IBGE DADO

MUNICÍPAL 85,5% Sem informação

ESTRATÉGIAS DESCRIÇÃO DA ESTRATÉGIA ORÇAMENTÁRIAS PREVISÕES

ESTRATÉGIA REALIZADA/NÃO INICIADA/EM ANDAMENTO 4.1 Promover ações para contabilizar, para fins do repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, as matrículas dos (as) estudantes da educação regular da rede pública que recebam

Sem previsão orçamentária

(20)

atendimento educacional especializado complementar e suplementar, sem prejuízo do cômputo dessas matrículas na educação básica regular, e as matrículas efetivadas, conforme o censo escolar mais atualizado, na educação especial oferecida em instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com o poder público e com atuação exclusiva na modalidade, nos termos da Lei no 11.494, de 20 de junho de 2007; 4.2 Promover a universalização do atendimento escolar à demanda

(21)

manifesta pelas famílias de crianças de 0 (zero) a 3 (três) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, observado o que dispõe a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional; Sem previsão

orçamentária Não Iniciada

4.3 Estimular a implantação de salas de recursos multifuncionais e fomentar a formação continuada de professores e professoras para o atendimento educacional especializado nas escolas urbanas, do campo e de comunidades quilombolas; Sem previsão orçamentária Não Iniciada

Informações relevantes sobre a evolução da meta e execução das estratégias no período

Houve uma procura maior, aumentou o número de matrículas na rede, mas nada foi feito para incluir, verdadeiramente, esses alunos. Estão inseridos, mas não incluídos. Para cumprimento dessa

(22)

Meta e das estratégias são necessárias ações urgentes, como, antes de tudo, incluir no PPA do município um orçamento para a Educação especial, depois garantir Formação Continuada para professores; ampliar e adequar as salas multifuncionais; contratar coordenador para a Educação Especial; Implantar uma Política de Educação Especial no município; Implantar e Implementar Diretrizes Municipais para Educação Especial; Implantação de um Núcleo de Educação Especial no município; contratação de Psicólogos e Psicopedagogos por núcleo escolar; contratação e formação continuada e especializada para cuidadores; fortalecimento do AEE nas escolas; Adequação de materiais didáticos às deficiências, bem como a aquisição de tecnologias assistivas. Essas ações foram priorizadas para início em 2018, com o propósito de se consolidar todas as estratégias previstas para o período e garantir 100% da Meta até a vigência do Plano.

Meta 05 – Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do ensino fundamental.

Relevância da Meta

Uma boa educação começa nas séries iniciais e uma boa alfabetização contribui bastante para essa boa educação. Segundo Barbosa saber ler e escrever possibilita o sujeito do seu próprio conhecimento, pois sabendo ler, ele se torna capaz de atuar sobre o acervo de conhecimento acumulado pela humanidade através da escrita e, desse modo, produzir, ele também, um conhecimento (Barbosa, 2013, p.19). Essa meta é importante porque garante que as crianças tenham plenas condições de chegar às habilidades fundamentais de alfabetização e de letramento no tempo certo e, assim, possam se desenvolver com mais propriedade nos anos seguintes.

Indicador 5A Estudantes com proficiência insuficiente em Leitura (nível 1

da escala de proficiência) META PREVISTA PARA O PERÍODO META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

0,0%

DADO

OFICIAL 9,8% Censo Demográfico 2010 – IBGE DADO

MUNICÍPAL 9,8% Sem informação

Indicador 5B Estudantes com proficiência insuficiente em Escrita (níveis 1,

2 e 3 da escala de proficiência) META PREVISTA PARA O PERÍODO META ALCANÇADA NO

(23)

0,0%

DADO

OFICIAL 28,1% Censo Demográfico 2010 – IBGE DADO

MUNICÍPAL 28,1% Sem informação

Indicador 5C Estudantes com proficiência insuficiente em Matemática

(níveis 1 e 2 da escala de proficiência) META

PREVISTA PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

0,0%

DADO

OFICIAL 47,3% Censo Demográfico 2010 – IBGE DADO

MUNICÍPAL 47,3% Sem informação

ESTRATÉGIAS DESCRIÇÃO DA ESTRATÉGIA ORÇAMENTÁRIAS PREVISÕES

ESTRATÉGIA REALIZADA/NÃO INICIADA/EM ANDAMENTO 5.1 Promover a estruturação dos processos pedagógicos de alfabetização, nos anos iniciais do ensino fundamental, articulando-os com as estratégias desenvolvidas na pré-escola, com qualificação e valorização dos (as) professores (as) alfabetizadores e com apoio pedagógico

Sub função LOA 2017- Código 361

(24)

específico, a fim de garantir a alfabetização plena de todas as crianças; 5.2 Possibilitar a criação de instrumentos de avaliação nacional periódicos e específicos para aferir a alfabetização das crianças, aplicados a cada ano, bem como estimular os sistemas de ensino e as escolas a criarem os respectivos instrumentos de avaliação e monitoramento, implementando medidas pedagógicas para alfabetizar todos os alunos e alunas até o final do terceiro ano do ensino fundamental;

Sub função LOA 2017- Código 361

(25)

5.3 Promover a seleção, certificação e divulgação de tecnologias educacionais para a alfabetização de crianças, assegurada a diversidade de métodos e propostas pedagógicas, bem como o acompanhamento

dos resultados nos sistemas de ensino em que forem aplicadas, devendo ser disponibilizadas, preferencialmente, como recursos educacionais abertos;

Sub função LOA

2017- Código 361 Não Iniciada

Informações relevantes sobre a evolução da meta e execução das estratégias no período:

No que se refere à Meta 5 o município nos dois primeiros anos de execução do plano estruturou a política de alfabetização no ciclo de alfabetização, trabalhando com metodologia específica para os anos iniciais, bem como investiu em formação continuada dos docentes, coordenadores pedagógicos e gestores em atuação no ciclo e implantou um sistema de avaliação para acompanhar e avaliar a aprendizagem dos estudantes de primeiro ao terceiro ano, instituiu um Núcleo de Alfabetização ( NALFA) cujo objetivo é planejar, monitorar e realizar diversas ações para

(26)

alfabetizar todas as crianças até oito anos de idade, participação da equipe do NALFA na definição das diretrizes orçamentárias do PPA. Assim, pode-se afirmar que o coletivo de estratégias da Meta 5 no decênio alcançou 71% de realizações já nos dois primeiros anos de implementação do PME. Cabendo para os próximos 8 anos a realização de 29% das estratégias, bem como continuar fortalecendo e monitorando as estratégias já alcançadas e consolidadas nos dois primeiros anos do referido plano.

Informações da Secretaria Municipal de Educação, do CME e do NALFA de Mirante. Como também análise de documentos oficiais como As Diretrizes para a Alfabetização no Município de Mirante.

Meta 06 – Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento)

das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos (as) alunos (as) da educação básica.

Relevância da Meta

A Educação em tempo integral é importante para o município de Mirante porque tirará a criança e o adolescente da situação de vulnerabilidade e risco, sem contar que uma boa parte dessas crianças e adolescentes vem de família desestruturada, pais alcoólatras; outros, de pais que trabalham fora e não têm tempo para orientar seus filhos, os quais fora do âmbito escolar ficam ociosos e suscetíveis a qualquer situação de perigo. Neste contexto, uma escola de tempo integral proporcionará aos pais e à sociedade uma garantia de que estes estudantes estarão em um espaço seguro, ampliando o seu conhecimento e suprindo a carência emocional, física e psicológica, uma vez que estarão participando de atividades que envolvem o esporte, o lazer, a cultura, entre outras.

Indicador 6A Percentual de alunos da educação básica pública em tempo

integral META PREVISTA PARA O PERÍODO META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

25,0%

DADO

OFICIAL 14,1% Censo Demográfico 2010 - IBGE DADO

MUNICÍPAL 14,1% Minicenso 2017

Indicador 6B

Percentual de escolas públicas com ao menos um aluno que permanece no mínimo 7 horas diárias em atividades

escolares

(27)

PREVISTA PARA O PERÍODO PERÍODO 50,0% DADO

OFICIAL 16,7% Censo Demográfico 2010 - IBGE DADO

MUNICÍPAL 16,7% Minicenso 2017

ESTRATÉGIAS DESCRIÇÃO DA ESTRATÉGIA ORÇAMENTÁRIAS PREVISÕES

ESTRATÉGIA REALIZADA/NÃO INICIADA/EM ANDAMENTO 6.1 Promover, com o apoio da União, a oferta de educação básica pública em tempo integral, por meio de atividades de acompanhamento pedagógico e multidisciplinares, inclusive culturais e esportivas, de forma que o tempo de permanência dos (as) alunos (as) na escola, ou sob sua

responsabilidade, passe a ser igual ou superior a 7 (sete) horas diárias durante todo o ano letivo, com a ampliação progressiva da jornada de Sem previsão orçamentária Não Iniciada

(28)

professores em uma única escola;

6.2 Assegurar, em regime de colaboração com o governo Federal, programa de construção de escolas com padrão arquitetônico e de mobiliário adequado para atendimento em tempo integral, prioritariamente em comunidades pobres ou com crianças em situação de vulnerabilidade social; Sem Previsão

Orçamentária Não Iniciada

6.3 Institucionalizar e manter, em regime de colaboração, programa nacional de ampliação e reestruturação das escolas públicas, por meio da instalação de quadras poliesportivas, Sem Previsão

(29)

laboratórios, inclusive de informática, espaços para atividades culturais, bibliotecas, auditórios, cozinhas, refeitórios, banheiros e outros equipamentos, bem como da produção de material didático e da formação de recursos humanos para a educação em tempo integral;

Informações relevantes sobrea evolução da meta e execução das estratégias no período.

No que se refere à Meta 6 ainda não houve o desenvolvimento de nenhuma ação efetiva para implantação da mesma no município, no entanto houve a adesão ao Programa Mais Educação que atendeu um percentual mínimo de estudantes em situação de vulnerabilidade. Vale ressaltar que nos dois primeiros anos de vigência do plano não existia orçamento para execução das estratégias propostas na Meta e que o referido orçamento só foi incluindo no PPA de 2018 a 2021. Assim, para que a Meta seja cumprida faz-se necessário o desenvolvimento de ações como: Reestruração dos espaços físicos das escolas, ampliação de equipes de profissionais da educação, bem como formação continuada para esses profissionais, construção de, pelo menos, uma escola piloto nos 05 primeiros anos de vigência do Plano, entre outras. Essas ações foram priorizadas para início em meados de 2018, com o propósito de se consolidar todas as estratégias previstas para o período e garantir 100% da Meta até a vigência do Plano.

(30)

Meta 07 – Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB:

Anos iniciais do ensino fundamental (2015 – 5,2; 2017 – 5,5; 2019 – 5,7; 2021 – 6,0). Anos finais do ensino fundamental (2015 – 4,7; 2017 – 5,0; 2019 – 5,2; 2021 – 5,5). Ensino Médio (2015 – 4,3; 2017 – 4,7; 2019 – 5,0; 2021 – 5,2).

Relevância da Meta

Essa meta é importante porque o município pode acompanhar o desempenho dos estudantes a partir dos dados avaliados nas avaliações externas, o que possibilita o acompanhamento do ensino para melhorar a qualidade e a oferta.

Indicador 7A Média do IDEB nos anos iniciais do ensino fundamental

META PREVISTA

PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

6,0

DADO

OFICIAL 4,4 Censo Demográfico 2010 - IBGE DADO

MUNICÍPAL 4,4 Sem informação

Indicador 7B Média do IDEB nos anos finais do ensino fundamental

META PREVISTA

PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

4,0

DADO

OFICIAL 3,7 Censo Demográfico 2010 – IBGE DADO

MUNICÍPAL 3,7 Sem informação

Indicador 7C Média do IDEB no ensino médio.

META PREVISTA

PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

(31)

5,2%

DADO

OFICIAL Censo Demográfico 2010 – IBGE DADO

MUNICÍPAL Sem informação

ESTRATÉGIAS DESCRIÇÃO DA ESTRATÉGIA ORÇAMENTÁRIAS PREVISÕES

ESTRATÉGIA REALIZADA/NÃO INICIADA/EM ANDAMENTO 7.1 Estabelecer e implantar, mediante pactuação Inter federativa, diretrizes pedagógicas para a educação básica e a base nacional comum dos currículos, com direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos (as) alunos (as) para cada ano do ensino fundamental e médio, respeitada a diversidade regional, estadual e local;

Sub função LOA 2017; Códigos: 361 e 365.

Em andamento

7.2

Criar estratégias que assegurem que todos os (as) estudantes do ensino

(32)

fundamental e do ensino médio tenham alcançado nível suficiente de aprendizado em relação aos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento de seu ano de estudo, e 80% (oitenta por cento), pelo menos, o nível desejável;

Sub função LOA 2017; Códigos: 361 e 365 Em andamento 7.3 Constituir, em colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, um conjunto nacional de indicadores de avaliação institucional com base no perfil do alunado e do corpo de profissionais da educação, nas condições de infraestrutura das escolas, nos recursos pedagógicos disponíveis, nas

Sub função LOA 2017; Códigos: 361 e 365

(33)

características da gestão e em outras dimensões relevantes, considerando as especificidades das modalidades de ensino;

Informações relevantes sobre a evolução da meta e execução das estratégias no período

O município tem investido em formação continuada para os professores e coordenadores do Ensino Fundamental I, o que tem elevado, um pouco, o IDEB no município onde em 2015 atingiu a meta prevista para os anos iniciais: 5.2. Quanto aos anos finais e Ensino Médio os resultados não têm sido satisfatório. Necessitando de ações para esse fim, como: Formação continuada em serviço para docentes e equipe pedagógica nos anos finais, ampliação das equipes docentes para oferta do reforço escolar no contra turno, Implantação e Implementação dos Projetos Políticos Pedagógicos das escolas, bem como a contratação de Coordenadores Pedagógicos para as escolas dos anos finais, readequação dos espaços físicos, implantação e adequação de Laboratórios de Ciências e Informática, implantação de salas de leitura com acervos bibliográficos adequados e diversificados, implantação de um projeto permanente de leitura, parcerias com diferentes instituições: Saúde, Assistência Social e Família. Essas ações foram priorizadas para início em meados de 2018, com o propósito de se consolidar todas as estratégias previstas para o período e garantir 100% da Meta até a vigência do Plano.

Meta 08 – Elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos,

de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% (vinte e cinco por cento) mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.

(34)

Relevância da Meta

Investir em escolas para o homem do Campo é importante porque ajuda o homem a se fixar na terra, melhora a qualidade de vida das pessoas, e, ainda, ajuda no desenvolvimento agrícola sustentável. Sem contar, que dá a todos o direito à Educação.

Indicador 8A Escolaridade média da população de 18 a 29 anos de idade

META PREVISTA PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

12 anos

DADO OFICIAL

Sem

informação Censo Demográfico 2010 - IBGE

DADO MUNICÍPAL

Sem

informação Sem informação

Indicador 8B Escolaridade média da população de 18 a 29 anos residente

na área rural META PREVISTA

PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

12 anos

DADO OFICIAL

Sem

informação Sem informação

DADO MUNICÍPAL

Sem

informação Sem informação

Indicador 8C

Escolaridade média da população de 18 a 29 anos pertencente aos 25% mais pobres (renda domiciliar per

capita) META PREVISTA

PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

12 anos

DADO OFICIAL

Sem

informação Censo Demográfico 2010 - IBGE

DADO MUNICÍPAL

Sem

informação Sem informação

Indicador 8D Razão entre a escolaridade média de negros e não negros na

faixa etária de 18 a 29 anos META PREVISTA

PARA O PERÍODO

META ALCANÇADA NO

(35)

100,00%

DADO OFICIAL

Sem

informação Censo Demográfico 2010 - IBGE

DADO MUNICÍPAL

Sem

informação Sem informação

ESTRATÉGIAS DESCRIÇÃO DA ESTRATÉGIA ORÇAMENTÁRIAS PREVISÕES

ESTRATÉGIA REALIZADA/NÃO INICIADA/EM ANDAMENTO 8.1 Apoiar e implementar a institucionalização de programas e desenvolver tecnologias para correção de distorção idade/série, para acompanhamento pedagógico individualizado e para recuperação e progressão parcial, bem como priorizar estudantes com rendimento escolar defasado, considerando as especificidades dos segmentos populacionais considerados;

Sub função LOA 2017- Código 366, embutido no código 361 Não Iniciada 8.2 Apoiar e possibilitar a implementação de

(36)

programas de educação de jovens e adultos para os segmentos populacionais considerados, que estejam fora da escola e com defasagem idade-série, associados a outras estratégias que garantam a continuidade da escolarização, após a alfabetização inicial;

Sub função LOA 2017- Código 366, embutido no

código 361 Não Iniciada

8.3 Possibilitar garantir acesso gratuito a exames de certificação da conclusão dos ensinos fundamental e médio;

Sub função LOA 2017- Código 366, embutido no código 361

Não Iniciada

Em relação à população de 18 e 29 anos com média de 12 anos de escolaridade, o município tem um percentual de 79,8%. Constante no indicador 8E do censo demográfico de 2010. Desta forma, vários esforços deverão ser realizados para atingir os percentuais estabelecidos pela meta, principalmente porque a maioria de suas estratégias não foi iniciada ainda. Dentre as ações, foram priorizadas as seguintes: Realização de minicenso para se observar a demanda, Implantar o sistema de progressão parcial na rede municipal, buscar parcerias para implantação de cursos profissionalizantes, bem como implantar o PROEJA no município. Essa última ação foi priorizada

(37)

com início em 2019, as demais com início em 2018, a fim de se garantir o cumprimento da Meta na vigência do PME.

Meta 09 – Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 (quinze) anos ou mais para

93,5% (noventa e três inteiros e cinco décimos por cento) até 2015 e, até o final da vigência deste PME, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% (cinquenta por cento) a taxa de analfabetismo funcional.

Relevância da Meta

A Constituição de 88, determina que o Estado deve oferecer “Ensino Fundamental obrigatório e gratuito, assegurada, inclusive, sua oferta para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria”. A importância de se investir na educação de jovens e adultos, parte, primeiramente, no reconhecimento dessas pessoas como sujeitos de um direito universal que, em virtude de situações de desigualdades, lhe foi negado no passado e lhe é dificultado no presente. Outro ponto relevante é o fato de ser uma ação afirmativa para superação das desigualdades. Isto implica no reconhecimento da sua particularidade no contexto da universalidade do direito humano à educação e da condição de exclusão deste grupo, baseado na ausência da oferta dos serviços escolares.

Indicador 9A Taxa de alfabetização da população de 15 anos ou mais de

idade META PREVISTA PARA O PERÍODO META ALCANÇADA NO

PERÍODO FONTE DO INDICADOR

93,5%

DADO

OFICIAL 69,8% Censo Demográfico 2010 - IBGE DADO

MUNICÍPAL 69,8% Minicenso 2017

Indicador 9B Taxa de analfabetismo funcional de pessoas de 15 anos ou

mais de idade META PREVISTA PARA O PERÍODO META ALCANÇADA NO

(38)

15,3%

DADO

OFICIAL 54,8% Censo Demográfico 2010 - IBGE DADO

MUNICÍPAL 54,8% Sem Informação

ESTRATÉGIAS DESCRIÇÃO DA ESTRATÉGIA ORÇAMENTÁRIAS PREVISÕES

ESTRATÉGIA REALIZADA/NÃO INICIADA/EM ANDAMENTO 9.1 Desenvolver ações para assegurar a oferta gratuita da educação de jovens e adultos a todos os que não tiveram acesso à educação básica na idade própria;

Sub função LOA 2017- Código 366, embutido no código 361 Não Iniciada 9.2 Desenvolver ações para realizar diagnóstico dos jovens e adultos com ensino fundamental e médio incompletos, para identificar a demanda ativa por vagas na educação de jovens e adultos;

Sub função LOA 2017- Código 366, embutido no código 361 Não Iniciada 9.3 Estimular a implementar ações de alfabetização de jovens e adultos com garantia de continuidade da escolarização básica;

Sub função LOA 2017- Código 366, embutido no código 361

Não Iniciada

No que diz respeito em elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 90%, é preciso, antes de tudo, que se tenha um quantitativo da demanda, o que ainda não foi feito, por conta do atraso na entrega dos resultados do minicenso. No entanto, algumas ações foram

(39)

priorizadas para o cumprimento das estratégias com início em fevereiro de 2018: Solicitar a consolidação do minicenso, oferecer formação continuada aos profissionais que deverão atuar nessa modalidade de ensino, organizar o espaço físico para atender este público e regulamentar no município a oferta da EJA.

METAS 10,11,12,13,14,15,16,17,18,19 E 20

As demais Metas foram monitoradas em Audiência Pública, no momento da análise das Metas, as quais foram divididas por temáticas nos grupos, e cada grupo teve como responsável um articulador de cada um dos núcleos de interesse, os quais trouxeram contribuições significativas, após o monitoramento das três primeiras estratégias, conforme consta nas fichas B e C, Porém, anexa a esse documento apenas a ficha C, a saber:

Metas 10 e 11: Articuladores Sônia Maria Costa e Silva, membro da Comissão Coordenadora, e Rhanes Souza Alves, docente do Ensino Médio. Após a análise das Metas e estratégias o grupo chegou à conclusão de que para o cumprimento das Metas 10 e 11 a primeira coisa a se fazer é a SEMEC buscar parcerias para implantação de cursos profissionalizantes no município. Só a partir daí, poderá realizar outras ações para o cumprimento das demais estratégias no período vigente. Metas 12: Articulador João Carlos Vieira Lima – Comissão Coordenadora. Quanto a elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% ( cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% ( trinta e três por cento) da população de 18 a 24 anos no município, o grupo chegou a conclusão de que algumas ações já foram disparadas para se chegar a esse fim, como por exemplo, a prefeitura tem disponibilizado casa de apoio aos estudantes de nível superior que saem do município para cursar o nível superior em outra cidade ( Vitória da Conquista), o polo mais próximo e que oferece ensino superior em vários cursos e instituições, e que estes estudantes não possuem renda suficiente para sua manutenção na cidade. Contudo, o número ainda é muito pequeno, necessitando de maior incentivo para que os alunos do Ensino Médio possam realizar os exames que os conduzirão ao Ensino Superior como o ENEM e os vestibulares, sobretudo das Universidades Públicas e/ou Federais. Para mapear a demanda e melhorar a oferta é necessário que a Secretaria Municipal desenvolva parcerias com a Escola Estadual, em busca de levantamentos de dados de concluintes do Ensino Médio que se ingressaram em um curso superior nos últimos cinco anos e os que realizaram os exames e foram aprovados e necessitam de apoio para realizar a matrícula, e isso deve ser feito logo no primeiro semestre de 2018.

Meta 13- Articuladora Rubelita Teixeira de Oliveira – Presidente do Conselho Municipal de Educação. Quanto a elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício, o grupo chegou à conclusão de que nenhuma ação foi desenvolvida no município para se alcançar essa Meta, mas sugeriram ações para o desenvolvimento das estratégias, como a revisão do Plano de Carreira como incentivo à procura. Outro ponto relevante é que a Secretaria de Educação deve favorecer situações que possibilitem o acesso dos docentes a cursos de Mestrado e Doutorado como licença remunerada ou bolsa de incentivo. Isso ainda na vigência do plano.

(40)

Metas 14,15 e 16 – Articuladores João Carlos Vieira Silva- Comissão Coordenadora, Jociley Xavier Ribeiro – Coordenador Pedagógico. Quanto à Meta 14 o grupo chegou à conclusão de que nenhuma ação havia sido feita ainda para o desenvolvimento das estratégias. Quanto a Meta 15, o município de Mirante não tem registrado nenhum docente sem formação específica de nível superior, no entanto, salienta-se que há uma necessidade se ofertar formação continuada em serviço para os docentes do ensino fundamental dos anos finais, como também oferecer formação continuada específica para os docentes atuarem na Educação do Campo e na Educação Especial. Essas ações contribuirão para o desenvolvimento das estratégias e deverão ser consolidadas na vigência do PME e iniciadas em 2019. Quanto à Meta 16, o grupo considerou que ela dialoga bem com as estratégias da Meta anterior, por essa razão reforçaram o que já se havia observado na Meta 15 e sugeriram que até 2019 haja a aquisição de acervos e formação específica em LIBRAS e Braille para docentes.

Metas 17,18,19 e 20 – Articuladora Maria Celina Alves Barros – Presidente do Conselho do FUNDEB. Na análise da Meta 17, observou-se que nenhuma ação havia sido feita para desenvolvimento das estratégias e cumprimento da Meta, por isso, foram traçadas ações prioritárias pelo grupo para que sejam iniciadas logo no início do primeiro semestre de 2018, a saber: reunião com os profissionais da educação para criação do fórum permanente para acompanhamento progressivo do valor do Piso Nacional para os profissionais do magistério, analisando a possibilidade do atual fórum Municipal de Educação ficar com essa atribuição; coleta e análise de dados sobre a evolução salarial do valor do Piso Nacional, usando como indicadores dados do IBGE e folha de pagamento da prefeitura Municipal; Revisão do Plano de Carreira; formação de uma comissão de funcionários da SEMEC, Poder Executivo e Profissionais da Educação para a busca da ampliação de assistência financeira específica da União aos entes federados para implementação de Políticas de valorização dos Profissionais do magistério; Monitorar, junto ao Poder Executivo, o cumprimento do pagamento do Piso Salarial Nacional aos Profissionais da Educação. Na Meta 18 foram sugeridas as seguintes ações: formação de uma Comissão para avaliação do desempenho dos profissionais do Magistério que se encontram em estágio probatório, devendo essa Comissão ser composta por coordenadores pedagógicos da Unidade Escolar e da SEMEC; Incluir, durante a revisão do Plano de Carreira, licenças remuneradas e incentivo para qualificação profissional, inclusive em nível de pós- graduação stricto sensu; criação de Lei pelo Poder Executivo para criação de cargo de coordenador pedagógico com salário equivalente aos coordenadores de outros segmentos com grau de escolaridade; Realização de Concurso Público para cargo de Coordenador Pedagógico; Apresentação da Proposta de reestruturação do Plano de Carreira pela Comissão para os Profissionais da educação, garantindo o processo democrático e participativo. Na análise da Meta 19 o grupo observou que nenhuma ação havia sido desenvolvida ainda para realização das estratégias no período, diante disso, apresentaram algumas ações para serem desenvolvidas durante a vigência do Plano Municipal e outras durante o período do próximo monitoramento: 2018 e 2019, a saber: Eleições para escolha de Diretores e Vice-diretores, essa ação com início em fevereiro de 2019; Disponibilização de espaço físico, equipamentos e meio de transporte para conselheiros e membros de programas de apoio como PACTO e NALFA, garantindo o desempenho de suas funções. Essa ação deve ser iniciada em 2018; Formação dos membros dos conselhos a cada início de mandato; Implantação de Conselhos Escolares; Oferta de formação continuada para os Profissionais da Educação; Reestruturar as escolas do Campo equiparando-as às da cidade;

(41)

contratação de Monitores da área da Educação para acompanhamento dos estudantes no transporte escolar e nas escolas. A Meta 20 não foi monitorada pelo grupo, uma vez que entenderam que se tratava mais do âmbito Nacional.

(42)

Diante das metas apresentadas neste documento e avaliadas através de dados e análises das Metas e estratégias no documento PME e nas fichas B e C, é possível apontar algumas análises necessárias para este registro. Uma delas diz respeito à questão orçamentária, visto que algumas Metas não constavam previsão orçamentária, o que dificultou a realização de algumas ações para execução das estratégias no período. Isso justifica a não realização de algumas metas que, infelizmente, ficaram no papel, como é o caso da Educação Especial, por exemplo. Outro aspecto que cabe ressaltar refere-se à questão das articulações entre os diversos órgãos municipais, muitas vezes pontuadas pelo Plano, principalmente na parceria entre as Secretarias Municipais. Tais articulações não se concretizaram, causando um atraso considerável na evolução e não execução das metas, principalmente pelo atraso na realização do minicenso pela Secretaria de Saúde. Diante disso, é urgente fomentar a parceria entre as Secretarias e Órgãos municipais, a fim de acontecer um diálogo conciso entre estes, e que se possa garantir a execução de parte do plano e, com isso, promover avanços significativos e quantificáveis na área educativa. Quanto aos dados aqui utilizados para demonstrar os avanços das metas, é importante considerar que apenas as Metas 5, 16 e 18 conseguiram avanços no período observado.

Diversos dados necessários para uma boa análise do quadro educacional ficaram por serem realizadas, pois não existem informações estatísticas sólidas e de fácil acesso como o minicenso que permitiria um olhar sobre a realidade atual do município quanto ao período de vigência do Plano. Por fim, é importante registrar que o Plano Municipal de Educação não é um Plano de Governo e, por isso mesmo, deve ser monitorado e avaliado por todos, em especial, pelo Fórum Municipal de Educação – FME, que tem função indispensável nesse processo, mas que devido ao atraso na instituição do referido Fórum, não foi possível que este participasse, efetivamente, do monitoramento nesse período, ficando a responsabilidade para o próximo biênio de monitoramento e Avaliação. Outro ponto a se ressaltar é que nesse período de Monitoramento e Avaliação não se registrou necessidade de inclusão de Notas Técnicas, talvez, por falta de conhecimento e experiência da Equipe, justificada na ausência de uma Assistência Jurídica Municipal, que atenda aos anseios da Educação, o que se reforça ainda mais a necessidade do diálogo entre os diversos setores para garantir o cumprimento das Metas e Estratégias propostas no PME no município no seu período de vigência.

(43)

FICHA DE MONITORAMENTO DO PLANO DE EDUCAÇÃO

PARTE C

Município MIRANTE UF BAHIA

Plano Municipal

de Educação Lei nº 262/2015 de 22 de junho de 2015

Períodos de Avaliação previstos

Bianual, prevista a primeira avaliação para 15 de junho de 2017.

Comissão Coordenadora

João Carlos Vieira Silva, Carla Souza Alves Cunha, Eliane de Souza Santos Costa, Maria Celina Alves Barros de Oliveira, Regina Nolasco e Silva, Cristiane Ribeiro Silva, Sonia Maria Costa Silva e Jussara Pereira Lima.

Portaria Nº 38/2017

Equipe Técnica Regina Nolasco e Silva, Carla Souza Alves Cunha, Zoraide

Novaes da Fonseca Gomes e Juliana Caires Teixeira. Portaria Nº 37/2017

Meta 1: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PME.

INDICADO R 1A

Percentual da população de 4 a 5 anos que frequenta a escola/creche (Taxa de atendimento escolar) 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 10 0% 100 % 100 % Meta executada no período 73, 5% 73, 5% 73, 5% INDICADO R 1B

Percentual da população de 0 a 3 anos que frequenta a escola/creche (Taxa de atendimento escolar) 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 10 0% 100 % 100 % Meta executada no período 20, 6% 20, 6% 20, 6%

Meta 2: Universalizar o ensino fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.

INDICADO R 2A

Percentual de pessoas de 6 a 14 anos que frequentam ou que já concluíram o ensino fundamental (taxa de escolarização líquida ajustada)

20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5

(44)

Meta prevista 10 0% 100 % 100 % Meta executada no período 97, 3% 97, 3% 97, 3% INDICADO R 2B

Percentual de pessoas de 16 anos com pelo menos o Ensino Fundamental concluído. 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 95 % 95 % 95 % Meta executada no período 34, 3% 34, 3% 34, 3%

Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 (quinze) a 17 (dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PME, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% (oitenta e cinco por cento).

INDICADO R 3A

Percentual da população de 15 a 17 anos que frequenta a escola ou já concluiu a educação básica 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 10 0% 100 % 100 % Meta executada no período 78, 6% 78, 6% 78, 6% INDICADO R 3B

Percentual da população de 15 a 17 anos que frequenta o ensino médio ou possui educação básica completa

20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 85 % 85 % 85 % Meta executada no período 32, 0% 32, 0% 32, 0%

Meta 4: Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.

INDICADO R 4A

Percentual da população de 4 a 17 anos de idade com deficiência que frequenta a escola 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta 10 100 100

(45)

prevista 0% % % Meta executada no período 84, 0% 84, 0% 84, 0% INDICADO R 4B

Percentual de matrículas de alunos de 4 a 17 anos de idade com deficiência, TGD e altas habilidades ou superdotação que estudam em classes comuns da educação básica 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 10 0% 100 % 100 % Meta executada no período 85, 5% 85, 5% 85, 5%

Meta 5: Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do ensino fundamental.

INDICADO R 5A

Estudantes com proficiência insuficiente em Leitura (nível 1 da escala de proficiência) 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 0% 0% 0% Meta executada no período 9,8 % 9,8 % 9,8 % INDICADO R 5B

Estudantes com proficiência insuficiente em Escrita (níveis 1, 2 e 3 da escala de proficiência) 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 0% 0% 0% Meta executada no período 28, 1% 28, 1% 28, 1% INDICADO R 5C

Estudantes com proficiência insuficiente em Matemática (níveis 1 e 2 da escala de proficiência) 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 0% 0% 0% Meta executada no período 47, 3% 47, 3% 47, 3%

Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos(as) alunos(as) da educação básica.

(46)

INDICADO R 6A

Percentual de alunos da educação básica pública em tempo integral 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 25 % 25 % 25 % Meta executada no período 14, 1% 14, 1% 14, 1% INDICADO R 6B

Percentual de escolas públicas com ao menos um aluno que permanece no mínimo 7 horas diárias em atividades escolares

20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 50 % 50 % 50 % Meta executada no período 16, 7% 16, 7% 16, 7%

Meta 7: Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB: Anos iniciais do ensino fundamental (2015 – 5,2; 2017 – 5,5; 2019 – 5,7; 2021 – 6,0).

Anos finais do ensino fundamental (2015 – 4,7; 2017 – 5,0; 2019 – 5,2; 2021 – 5,5). Ensino Médio (2015 – 4,3; 2017 – 4,7; 2019 – 5,0; 2021 – 5,2).

INDICADO R 7A

Média do Ideb nos anos iniciais do ensino fundamental 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 6,0 6,0 6,0 Meta executada no período 4,4 4,4 4,4 INDICADO R 7B

Média do Ideb nos anos finais do ensino fundamental 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 4,0 4,0 4,0 Meta executada no período 3,7 3,7 3,7 INDICADO R 7C

Média do Ideb no ensino médio. 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta 5,2 5,2 5,2

(47)

prevista Meta executada no período Nada const a Nada const a Nada const a

Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as

populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% (vinte e cinco por cento) mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.

INDICADO R 8A

Escolaridade média da população de 18 a 29 anos de idade 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 12 an os 12 ano s 12 ano s Meta executada no período Nada const a Nada const a Nada const a INDICADO R 8B

Escolaridade média da população de 18 a 29 anos residente na área rural 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 12 an os 12 ano s 12 ano s Meta executada no período Nada const a Nada const a Nada const a INDICADO R 8C

Escolaridade média da população de 18 a 29 anos pertencente aos 25% mais pobres (renda domiciliar per capita)

20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 12 an os 12 ano s 12 ano s Meta executada no período Nad a cons ta Nad a cons ta Nad a cons ta INDICADO R 8D

Razão entre a escolaridade média de negros e não negros na faixa etária de 18 a 29 anos 20 14 20 15 201 6 201 7 201 8 201 9 202 0 202 1 202 2 2023 2024 202 5 Meta prevista 10 0% 100 % 100 % Meta Nad a Nad a Nad a

Referências

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