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História da Psicologia

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Academic year: 2021

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História da Psicologia

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HISTÓRIA DA PSICOLOGIA

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PSICOLOGIA ENTRE OS GREGOS

PSICOLOGIA PSYCHÉ = ALMA LOGOS = RAZÃO

ESTUDO DA ALMA ou ESPÍRITO

(Parte imaterial do ser humano)

Compreende: pensamento, sentimentos de amor e ódio, irracionalidade, desejo, sensação e a

percepção.

1a. FORMA DE SISTEMATIZAÇÃO

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PSICOLOGIA ENTRE OS GREGOS

FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS

(Antecederem Sócrates)

Preocupação:

Relação do Homem com o mundo através da percepção.

Discussão:

“O mundo existe porque o homem o vê ou se o homem vê um mundo que já existe.

Idealistas – A idéia forma o mundo

Materialistas – a matéria que forma o mundo já é dada para a percepção.

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PSICOLOGIA ENTRE OS GREGOS

SÓCRATES

(469-399 a.C.)

l  Psicologia da antiguidade ganha consistência;

Preocupação

O limite que separa o homem dos animais Postulava

Principal característica humana era a RAZÃO

RAZÃO – PERMITE AO HOMEM SE SOBREPOR AOS INSTINTOS

TEORIAS DA CONSCIÊNCIA

(FRUTO DESSA SISTEMATIZAÇÃO NA FILOSOFIA)

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PSICOLOGIA ENTRE OS GREGOS

PLATÃO

(427-347 a.C.)

(DISCÍPULO DE SÓCRATES) O QUE FEZ?

Procurou um “lugar” para razão no nosso próprio corpo.

CABEÇA – LUGAR DA ALMA

MEDULA – LIGAÇÃO DO CORPO E DA ALMA Postulava

Essa ligação era necessária, pois ele dizia que a ALMA era separada do CORPO

QUANDO ALGUÉM MORRIA, A MATÉRIA (CORPO)

DESAPARECIA, MAS ALMA FICAVA LIVRE PARA OCUPAR OUTRO CORPO.

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PSICOLOGIA ENTRE OS GREGOS

ARISTÓTELES

(384-322 a.C.)

(DISCÍPULO DE PLATÃO)

Um dos mais importantes pensadores da Filosofia O QUE FEZ?

Postulou que ALMA e CORPO não podem ser dissociados.

Psyché – princípio ativo da vida.

TUDO QUE CRESCE, SE REPRODUZ E SE ALIMENTA POSSUI A SUA PSYCHÉ ou ALMA.

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PSICOLOGIA ENTRE OS GREGOS

ARISTÓTELES

(384-322 a.C.)

(DISCÍPULO DE PLATÃO) DESTA FORMA:

l  Os vegetais, animais e homem teriam ALMA;

l  Vegetais = ALMA VEGETATIVA (função de alimentação e reprodução)

l Animais = ALMA VEGETATIVA E SENSITIVA

(função de alimentação e reprodução + percepção e movimento)

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PSICOLOGIA ENTRE OS GREGOS

ARISTÓTELES

(384-322 a.C.)

(DISCÍPULO DE PLATÃO) DESTA FORMA:

l Homem = Vegetativa, Sensitiva e mais Racional (Função Pensante)

ESTUDOU – diferenças entre: RAZÃO, PERCEPÇÃO E MOVIMENTO.

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PSICOLOGIA ENTRE OS GREGOS

CONCLUSÃO

l  2.300 anos do advento da Psicologia Científica, os GREGOS já haviam formulado duas “teorias”:

1.  PLATÔNICA – Que postulava a imortalidade da ALMA e a concebia separada do CORPO;

2.  ARISTOTÉLICA – Que afirmava a mortalidade da ALMA e a sua relação de pertencimento ao

CORPO.

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A Constituição da Psicologia como Ciência no Séc. XIX

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§  A psiquê humana é objeto de interesse e indagações míticas, religiosas e filosóficas desde a pré-história e a antiguidade (Sócrates, Platão etc.).

§  Mas o desenvolvimento da Psicologia como ciência só ocorreu no Séc. XIX.

§  Esse desenvolvimento está vinculado:

–  ao nascimento da ciência moderna;

–  à ideologia liberal e às demandas do capitalismo.

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Nascimento da Ciência Moderna

§  René Descartes (séc. XVII):

–  Racionalismo: chega-se à verdade por meio da razão. Os sentidos nos enganam.

Aprofunda a cisão entre objetivismo e subjetivismo.

§  John Locke (séc. XVII):

–  Empirismo: chega-se à verdade por meio da experiência dos órgãos sensoriais.

Imagens:

Wikimedia commons

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Nascimento da Ciência Moderna

§  Immanuel Kant (séc. XVIII):

–  Idealismo: a realidade é subjetiva,

interpretação do sujeito que a constrói.

(herança da corrente racionalista)

§  Auguste Comte (séc. XIX):

–  Positivismo: rejeita especulações filosóficas e subjetivismos.

–  Só é verdade se é observável e quantificável.(herança da corrente

empirista) Imagens:

Wikimedia commons

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Nascimento da Ciência Moderna

§  A corrente empirista-positivista prevaleceu como paradigma científico predominante (só nas últimas décadas passou a ser mais fortemente questionado).

§  Os métodos das ciências exatas (Física, Química etc.) foram tomados como as únicas formas de se chegar às verdades científicas.

§  A filosofia, os métodos especulativos e subjetivos foram rejeitados por não terem credibilidade científica.

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A Constituição da Psicologia como Ciência no Séc. XIX

§ No século XIX, para a Psicologia ser considerada ciência, precisou rejeitar especulações filosóficas e se adequar aos métodos consagrados pelas ciências exatas.

§ Isto é:

–  Adotar métodos empíricos, experimentais (de laboratório);

–  Dividir a psiquê em elementos constituintes, estudando-os separadamente;

–  Buscar a máxima quantificação e precisão das medidas a fim de encontrar leis gerais.

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A influência da ideologia liberal e do capitalismo

§  A ideologia liberal:

–  Individualismo: o progresso de cada um leva à melhoria da sociedade. O Estado deve garantir os direitos individuais;

–  Liberdade: todas as liberdades decorrem da liberdade individual.

O limite da liberdade individual é a liberdade dos demais;

–  Propriedade: fruto do trabalho, do talento e da ascensão social. O Estado deve proteger este direito, não intervir, nem usurpá-lo;

–  Igualdade: trata-se de igualdade de direitos, e não da econômica;

–  Democracia: é o direito de participar do governo e da escolha de seus governantes.

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A influência da ideologia liberal e do capitalismo

§  Com a ideologia liberal e com o capitalismo

desenvolvem-se valores como o individualismo e a noção de consumidor.

§  Também desenvolve-se um interesse científico pelas diferenças individuais, pelos comportamentos

sadios, ajustados, e pelos comportamentos

patológicos, desajustados.

§  A ciência Psicológica poderia ajudar a promover a harmonia social por meio de melhores “ajustes” no trabalho, na escola etc.

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Constituição da Psicologia como Ciência Grandes Correntes e seus desdobramentos

1875 1900 1925 1950 1975 2000

GESTALT > PSICOLOGIA SOCIAL e COGNITIVA BEHAVIORISMO

HUMANISTA e PSICOLOGIA POSITIVA

PSICANÁLISE

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Há diversas correntes em Psicologia. Nesta disciplina, focalizaremos algumas das correntes principais, que influenciaram diversas aplicações em outras áreas, como a Educação e a Administração.

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Bibliografia

§  Básica:

–  Bock, A.M.M.; et al. Psicologias: uma introdução ao estudo de Psicologia. 13.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 1999. Cap. 2

–  Bock, A. M. B. A perspectiva histórica da

subjetividade: uma exigência para a Psicologia atual.

Rev. de la Unión Latinoamericana de Psicología. n.1, fev.2004.

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Objetivos da Aula

§  Descrever os conceitos fundamentais do Behaviorismo:

–  condicionamento clássico;

–  condicionamento operante.

§  Descrever os esquemas básicos de reforçamento e punição.

§  Compreender a aplicação do behaviorismo na gestão de pessoas.

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Conteúdo da Aula

§  O condicionamento clássico

–  Pioneiros do behaviorismo: Watson e Skinner –  Conceitos básicos

–  Condicionamento clássico –  Condicionamento operante –  Reforço e punição

–  Esquemas de reforçamento

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Introdução

§  Para controlar o consumidor, “basta apenas por diante dele um estímulo emocional fundamental ou

condicional..., dizer-lhe algo que se vincule com o medo, algo que lhe desperte raiva branda, que evoque nele uma resposta afetiva ou amorosa, ou atinja uma necessidade psicológica ou hábito profundos” (J.B. Watson)

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Fundamentos Históricos e Epistemológicos do Behaviorismo

§  Séc. XIX:

–  Positivismo: só é verdade o que vem de fatos

observáveis! Rejeita especulação filosófica e subjetiva –  Materialismo: a Física explica tudo.

§  Implicações para o projeto da Psicologia Científica:

–  abandono da idéia de MENTE;

–  foco nos comportamentos observáveis por meio de métodos experimentais / laboratoriais;

–  inferências a partir dos estudos com os animais.

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Idéias Precursoras O Condicionamento Clássico

§  Ivan Pavlov, fisiologista russo, 1849-1936:

–  Experimento laboratorial (déc. de 1920):

•  Ao colocar alimento na boca (estímulo não condicionado) o cão saliva (reflexo não condicionado)

•  Apresentando estímulo neutro (campainha) imediatamente antes do alimento... repetidas vezes...

•  o cão saliva (reflexo condicionado) sempre que ouve a campainha (agora estímulo

condicionado).

Imagens:

Wikimedia Commons

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Pioneiros do Behaviorismo Watson

§  John Watson, psicólogo, 1878-1958:

–  Professor de psicologia e pesquisador do comportamento animal;

–  Contribuiu para o avanço e difusão do behaviorismo;

–  Aos 40 anos, deixou a universidade e recomeçou sua carreira na área de negócios e publicidade;

–  Aplicou sua psicologia ao comportamento do consumidor;

–  Influência decisiva sobre o marketing / publicidade e popularização da psicologia nos EUA.

Imagens:

Wikimedia Commons

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Reducionismo, Previsibilidade e Controle dos Comportamentos

§  “Nunca quis usar seres humanos nas minhas pesquisas.

Detestava ser cobaia. (...) Com os animais, no entanto, sentia-me em casa. (...) Aos poucos, a idéia se

concretizava: será que minhas descobertas observando o comportamento dos animais não são iguais às dos demais alunos que observam os [seres humanos]?” (Watson)

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Pioneiros do Behaviorismo Skinner

§  B.F. Skinner, psicólogo,1904-1990:

–  Um dos mais famosos e influentes psicólogos norte-americanos.

–  Mecanicista e empirista radical.

–  Também estudioso da psicologia animal

–  Renova o comportamentalismo introduzindo o conceito de condicionamento operante.

Imagens:

Wikimedia Commons

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Pioneiros do Behaviorismo Skinner

§  O condicionamento clássico é passivo e depende de associação com o estímulo externo não condicionado.

§  No condicionamento operante:

não há estímulo externo observável.

§  O animal opera no ambiente gerando conseqüências que reforçam ou inibem seus comportamentos.

–  Exemplo:

•  Rato preso numa caixa só recebe comida (reforço) se pressionar a alavanca.

Imagem: http://salmon.psy.plym.ac.uk/year1/animbeha.htm

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Behaviorismo Conceitos Básicos

§  Comportamento respondente: involuntário, reflexo

(salivar, suar, arco-reflexo etc.), controlado por estímulos/

eventos antecedentes

§  Comportamento operante: voluntário (comer, falar, andar, dançar), controlado por estímulos/eventos posteriores

§  Modelo:

Estímulo

Antecedente Resposta

(comportamento) Consequência

respondente operante

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Behaviorismo Condicionamento Clássico

§  Tipos de estímulo:

–  Incondicionado ou inato: provoca respostas que não precisam ser aprendidas. Ex. Modelo atraente à atrai, evoca reação afetiva

–  Neutro: não provoca respostas inicialmente. Ex. Cerveja X (desconhecida)

–  Condicionado: estímulo neutro pareado ao estímulo

incondicionado, torna-se condicionado, provocando as respostas desejadas. Ex. Cerveja X à atrai, evoca reação afetiva

§  Condicionamentos de ordem superior: estímulo condicionado associado a um neutro. Ex. o bar vende cerveja X à o bar torna-se

atraente

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Behaviorismo Condicionamento Operante

§  Princípio básico: O comportamento é controlado pelas conseqüências contingentes (só acontecem após o

comportamento ocorrer)

§  Dois tipos de conseqüência:

–  Reforço – conseqüência que aumenta freqüência do comportamento

–  Punição – conseqüências que diminuem a freqüência do comportamento

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Behaviorismo Condicionamento Operante

Conseqüência Freqüência do comportamento aumenta

Freqüência do comportamento diminui Aplica

estímulo

Reforçamento positivo (o estímulo é positivo)

§  Bebê chora à amamenta

§  Garoto estuda à tira boas notas

§  Vendedor alcança a meta da loja à recebe gratificação extra

Punição

(o estímulo é aversivo)

§  Bebê chora à apanha

§  Coloca dedo na tomada à leva choque

§  Motorista ultrapassa a velocidade máxima à acende luz no painel e soa alarme

Retira estímulo Reforçamento negativo (o estímulo é aversivo)

Situações de: fuga e evitação

§  Barulho incomoda à sai da sala

§  Motorista reduz a velocidade à alarme pára

Punição

(o estímulo é positivo)

§  Fez pirraça à retira o brinquedo

§  Atrasou-se ao encontro à namorado(a) vai embora

§  Operário não usa capacete na construção à desconta do salário

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Behaviorismo Outros Conceitos Importantes

§  Estímulo discriminativo: quando indivíduo aprende que

determinados comportamentos serão reforçados mediante um dado estímulo. Ex.: ver garçon, pedir cerveja, beber cerveja

§  Generalização e classes de estímulos: estímulos semelhantes que geram a mesma resposta. Ex. ver símbolo ou cores do seu time à

alegrar-se

§  Generalização e classes de respostas: respostas semelhantes a um mesmo estímulo. Ex. ver bandeira de seu time à sorrir, rir,

cantar

§  Reforço social: elogio, atenção, reconhecimento;

§  Aprendizagem social: aprender observando os demais;

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Behaviorismo Esquemas de Reforçamento

Contínuo (menor taxa de resposta) Reforço após cada resposta

§ Toda vez que o bebê fala mamãe é elogiado.

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Behaviorismo Esquemas de Reforçamento

Intermitente Fixo Variável

(maior taxa de resposta e resistência à extinção) Proporcional Reforço após número

fixo de respostas

§  Adolescente só poderá pegar o carro se passar em todas as provas.

§  Brinde ao juntar 3 tampas do produto.

Reforço após número variável de respostas

§  Adolescente pode pegar o carro quando os pais

acharem que ele tem boas notas.

§  Ganhos na máquina caça- níquel

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Behaviorismo Esquemas de Reforçamento

Intermitente Fixo Variável

(maior taxa de resposta e resistência à extinção) Intervalo Reforço após intervalo

de tempo fixo

§  Adolescente só poderá pegar o carro nos finais de semana.

§  Fazer chamada a cada 2 semanas.

Reforço após intervalo de tempo variável

§  Adolescente só pode pegar o carro de vez em quando.

§  Fazer chamada-surpresa.

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Behaviorismo Eficácia da Punição e do Reforço

§  A punição é geralmente menos eficaz que o reforço porque:

–  Pode extinguir comportamento indesejável MAS não faz aparecer comportamento desejável.

–  Pode despertar forte reação emocional negativa generalizada e comportamento de esquiva.

–  Usa-se punição para interromper comportamentos potencialmente perigosos.

•  Ex.: multa de trânsito.

–  Preferir reforço antagônico: reforçar comportamentos desejáveis incompatíveis com o que se quer evitar.

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Behaviorismo Eficácia da Punição e do Reforço

§  Punição ou reforço têm que ser aplicados imediatamente após o comportamento ou perdem o poder de modelar o comportamento.

§  É importante ser claro e específico em relação às causas da punição / reforço.

§  As respostas comportamentais dos seres humanos é muito mais complexa e menos previsível que as dos animais.

§  A teoria behaviorista apresenta é limitada na previsão, controle e modificação de comportamentos humanos.

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Behaviorismo Eficácia da Punição e do Reforço

§  O estímulo que se crê aversivo nem sempre o é.

–  Ex.: a repreensão à criança por mau comportamento pode ser interpretada por ela como a única forma de conseguir atenção dos pais.

§  O estímulo que se crê reforçador nem sempre o é.

–  Ex.: não adianta maior salário se a pessoa quer reconhecimento profissional ou possibilidade de criação/desenvolvimento.

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Behaviorismo - Aplicações nas Organizações e no Trabalho

§  Análise e compreensão dos comportamentos no trabalho;

§  Compreensão e modelagem dos fatores motivacionais;

§  Estabelecimento de objetivos, metas e feedback;

§  Planejamento de remunerações, recompensas e benefícios atrelados à avaliação de desempenho;

§  Treinamentos de base comportamental;

§  Estabelecimento de regras e normas: o que deve ser recompensado, o que deve ser punido;

§  Análise do comportamento dos consumidores e criação de campanhas de marketing.

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Questões para Discussão

§  Ler textos:

–  Robbins, S. Comportamento organizacional. 11.ed. São Paulo:

Prentice-Hall, 2005. Cap. 2. p. 37-47 (a 9ª. ed., de 2002, também serve).

–  Carvalho, J.L. Raízes da pesquisa do consumidor e suas

implicações para a teoria e prática do marketing no Brasil. RIMAR - Revista Interdisciplinar de Marketing, v.1, n.2, p. 62-79, mai.-

ago., 2002. Disponível em:

http://www.rimar-online.org/artigos/v1n2a2.pdf Acesso em:

30/07/2007.

§  Responder questão:

–  Quais as críticas de Carvalho ao behaviorismo aplicado à teoria e prática do marketing?

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Bibliografia

§  Básica:

–  Robbins, S. Comportamento organizacional. 11.ed. São Paulo:

Prentice-Hall, 2005. Cap. 2 (da página 37 a 47)

–  Bock, A.M.M.; et al. Psicologias: uma introdução ao estudo de Psicologia. 13.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 1999. Cap. 3

§  Vídeos do Youtube:

–  Pavlov (legendado): http://www.youtube.com/watch?v=YhYZJL-Ni7U –  John Watson (legendado): http://www.youtube.com/watch?v=vMVaxktVJz4 –  Skinner (legendado) : http://www.youtube.com/watch?v=iPZdg1S1nL8 –  Condicionamento operante em pombos (legendado):

http://www.youtube.com/watch?v=PT6qEaVIII4 –  Skinner fala sobre a Maquina de Ensinar:

http://www.youtube.com/watch?v=vmRmBgKQq20

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Referências

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