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Radiol Bras vol.42 número6

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Academic year: 2018

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Radiol Bras. 2009 Nov/Dez;42(6):406 Introdução: O estudo das lesões mamárias

teve grande avanço com o uso da ressonância magnética com contraste. Contudo, muitos achados ainda são comuns nas lesões benig-nas e maligbenig-nas, muitas vezes sendo difícil sua diferenciação. O objetivo deste estudo foi es-tudar a permeabilidade vascular e o volume extracelular (VEC) nas lesões nodulares benig-nas e maligbenig-nas da mama, para verificar se isto poderia aumentar a diferenciação destas le-sões. Para isto, utilizamos o aplicativo do full time point (FTP), que utiliza a sequência dinâ-mica do contraste e converte em mapa de cores e calcula permeabilidade e VEC.

Métodos: Foram incluídas no estudo 31 pacientes com 57 lesões nodulares, 29 ma-Resumo de tese / Thesis abstract

lignas e 28 benignas. Todas as pacientes assi-naram termo de consentimento livre e esclare-cido. As lesões foram primeiramente classifica-das pelo radiologista leitor quanto à análise dinâmica do contraste, de acordo com a clas-sificação do BI-RADS®

. Posteriormente, as mesmas lesões foram selecionadas com o pro-grama do FTP, que calculou permeabilidade vascular e VEC das lesões.

Resultados: Os resultados mostraram que a permeabilidade foi diferente para lesões malignas e benignas, com média de 1,209 (± 0,424) para maligno e 0,394 (± 0,210) para benigno. O VEC não mostrou diferença estatis-ticamente significativa entre lesões benignas e malignas, com média de 0,666 (± 0,123)

Estudo da permeabilidade vascular e volume extracelular na diferenciação das lesões nodulares benignas e malignas da mama. Autora: Erica Elisangela Françolin. Orientador: Nestor de Barros. [Tese de Doutorado]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2009.

para maligno e 0,708 (± 0,151) para benig-no. Quando correlacionado com a classificação das lesões pelo BI-RADS®, evidenciamos

tam-bém que as lesões tiveram permeabilidade diferente nas diferentes classificações, sendo de 0,39 (± 0,22) para BI-RADS 3, 0,56 (± 0,39) para BI-RADS 4 e 1,29 (± 0,37) para BI-RADS 5, mostrando que nas lesões com maior malignidade a permeabilidade foi maior. O VEC não foi diferente nas diversas classifica-ções do BI-RADS.

Referências

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