1
Relatório Socio ambiental CERAL-DIS
2
Índice
1 - Dimensão Geral ... 3
1.1 Mensagem da Administração ... 3
1.2 A Empresa - Perfil, Missão, Visão, Princípios e Valores, Organização e Gestão ... 4
1.3 Responsabilidade com Partes Interessadas ... 5
1.4 Indicadores de Desempenho Operacional e de Produtividade ... 6
2 - Dimensão Governança Corporativa ... 7
3 - Dimensão Econômico-Financeira ... 7
3.1 Indicadores Econômico-Financeiros ... 7
4 - Dimensão Social e Setorial ... 10
4.1 Indicadores Econômico-Financeiros ... 10
4.2 Indicadores Sociais-Externos ... 12
4.3 Indicadores do Setor Elétrico ... 16
5 - Dimensão Ambiental ... 22
6 - Anexos ... 26
6.1 Balanço Social ... 26
7 - Conclusão
... 29
3
1-Dimensão Geral
A Cooperativa de Distribuição de Energia Elétrica de Arapoti, CERAL - DIS, é responsável pela distribuição de energia elétrica nas regiões rurais dos Municípios de Arapoti, Jaguariaíva, São José da Boa Vista e Piraí do Sul.
A CERAL – DIS começou a atuar de forma regulada no setor de energia elétrica quando teve seu Contrato de Permissão assinado em novembro de 2008.
1.1 Mensagem da Administração
No ano de 2012, assim como 2011, tivemos muitas mudanças de procedimentos para atender as exigências da Agência Reguladora, a ANEEL. Entre as principais atividades foi a discussão com a agência da revisão tarifária das cooperativas, no mês de janeiro foi publicada uma nota técnica onde eram previstos todos os procedimentos da revisão. Esta nota foi exaustivamente discutida por todas as cooperativas, com coordenação da INFRACOOP e chegou-se a conclusão que a revisão, chegou-se executada como proposto, as cooperativas chegou-seriam demasiadamente penalizadas. Uma consultoria contratada pela INFRACOOP fez estudos que foram apresentados à ANEEL em audiência pública. A ANEEL entendendo o problema aceitou discutir com mais profundidade o assunto, postergando a revisão tarifária das permissionárias.
Representantes da CERAL-DIS, participaram durante todo o ano de eventos e reuniões promovidos pelas federações estaduais do estado de Santa Catarina e de São Paulo, bem como da INFRACOOP, nestes eventos , além dos problemas regulatórios foram discutidos assuntos relacionados a segurança do trabalho, capacitação de colaboradores, desenvolvimento sustentável , meio ambiente e assuntos de interesse geral das Cooperativas.
Com relação a implantação da ISO 9000, para certificação do envio dos índices de qualidade de fornecimento de energia, e da ISO 10002 que regulamenta o atendimento ao público pelas empresas distribuidoras de energia, A CERAL-DIS, durante o ano de 2012, realizou os procedimentos já executados em 2011 e também foi realizada a auditoria de monitoramento, sendo renovada a certificação até dezembro de 2013.
Executamos em nossas redes de ditribuição de energia, manutenções corretivas e principalmente as preditivas, visando a melhoria constante do sistema para um melhor atendimento de nossos consumidores e associados, sempre tendo como meta principal fazermos essas manutenções preservando o meio ambiente.
Tivemos um ano de trabalho intensivo, porém, sempre buscando a qualidade e excelência naquilo que fazemos. Nosso agradecimento a Deus e a todos que cooperaram!
4
1.2 A Empresa – Pefil, Missão, Visão, Princípios e Valores, Organização e Gestão
1.2.1 Perfil
A CERAL - DIS é uma distribuidora de energia elétrica e é responsável pela distribuição de energia elétrica nas regiões rurais dos Municípios de Arapoti, Jaguariaíva, São José da Boa Vista e Piraí do Sul.
O capital social em 31 de dezembro de 2012 representa R$ 1.617,39 (Reais/Mil), sendo composto por 1.617.391 cotas de responsabilidade limitada de R$ 1,00 cada, com a seguinte composição:
Cotistas
Cotas
%
Adolf Hendrik Van Arragon 6.841 0,4230
Wouter Verburg 5.494 0,3397
Adriaan Frederik Kok 4.465 0,2761
Alberto Carlos van de Pol 11.783 0,7285
Pedro Elgersma 25.795 1,5949
Wielfred Alberts 1.699 0,1050
Marius Cornelis Bronkhorst 6.918 0,4277
Johannes Bosch 4.719 0,2918
Marcelo Geraldo Kool 4.464 0,2760
Wim Koopman 1.400 0,0866
Pieter Voorsluys 3.734 0,2309
Martinus Kool 12.339 0,7629
Albert Cristiaan Kok 3.259 0,2015
Beate Von Staa 17.203 1,0636
Adriaan Jacob Bronkhorst 5.561 0,3438
Capal – Cooperativa Agro Industrial 398.654 24,6480
Demais Cooperados (nº de 221) 1.103.063 68,2001
T O T A L
1.617.391
100,00
Diretoria
Adolf Hendrik van Arragon - Diretor Presidente Wouter Verburg - Diretor Vice-Presidente Adriaan Frederik Kok – Diretor Secretário
5
1.2.2 Missão
Nossa missão é distribuir energia elétrica com qualidade e eficiência, atuando com ética e transparência, atendendo a totalidade dos consumidores da área de permissão, com níveis satisfatórios de desempenho.
1.2.3 Visão
Ser referência dentre as permissionárias de energia elétrica, pela excelência dos serviços prestados aos seus associados.
1.2.4 Princípios e Valores
Acreditamos e valorizamos:
Respeito a nossos associados e colaboradores
Trabalho com ética e transparência
Respeito ao meio ambiente
Manter a cultura cooperativista
1.2.5 Organização e Gestão
A CERAL – DIS, em conjunto com as Cooperativas da Federação do Estado de São Paulo, iniciou o processo de certificação dos índices de qualidade de energia através do sistema de certificação ISO 9000. No ano de 2010.
Este processo foi concluído, em sua primeira etapa, em dezembro de 2011, com a certificação da ISO 9001 e 10002, pela empresa BRTUV pertence ao Grupo TÜV NORD da Alemanha e ao IBQN do Brasil. Esse processo continuou em andamento no exercício de 2012, sendo renovada sua certificação até o mês de dezembro do ano de 2013.
Em nossa política de qualidade, buscamos sempre a melhoria através da capacitação dos nossos colaboradores através de Investimentos em Treinamentos Técnicos e Segurança e Medicina no Trabalho, visando a atender de forma adequada os nossos associados e consumidores e demais partes interessadas.
1.3 Responsabilidade com Partes Interessadas
Por sermos uma Cooperativa Permissonária de pequeno porte, a interação é fácil com as partes interessadas.
Facilmente são encontrados desde presidente, gerente, contador, engenheiro etc, para que a parte interessada possa fazer reclamação, dar sugestões, requerer serviços, entre outros.
Acreditamos que são plenamente satisfeitos todos os contatos requeridos por: Associados, Clientes, Fornecedores, e Colaboradores, todos com canal totalmente aberto com a Administração de nossa Empresa.
6
1.4 Indicadores de Desempenho Operacional e de Produtividade
Nossa Administração detalha abaixo os indicadores operacionais e de produtividade de nossa Empresa. Nele constatamos que, mesmo com obstáculos, nossa Empresa colhe resultados muito positivos, conforme segue:
Indicadores Operacionais e de Produtividade
Dados técnicos (insumos, capacidade de produção, vendas, perdas) 2012 2011 2010
Número de Consumidores Atendidos – Cativos 913 880 862
Número de Consumidores Atendidos – Livres 0 0 0
Número de Localidades Atendidas (municípios) 4 4 4
Número de Empregados Próprios 21 18 18
Número de Empregados Terceirizados 0 0 0
Número de Escritórios Comerciais 1 1 1
Energia Gerada (GWh) 0 0 0 Energia Comprada (GWh) 1) Itaipu 0 0 0 2) Contratos Inicias 20,35 20,71 20,00 3) Contratos Bilaterais 0 0 0 3.1) Com Terceiros 0 0 0
3.2) Com Parte Relacionada 0 0 0
4) Leilão 7 0 0 0
5) PROINFA 0,42 0,66 0,25
6) CCEAR 8 0 0 0
7) Mecanismo de Comercialização de Sobras e Déficits – MCSD 0 0 0
Perdas Elétricas Globais (GWh) 1,11 1,26 1,54
Perdas Elétricas – Total (%) sobre o requesito de energia 5,11% 5,98% 7,72%
Perdas Técnicas – (%) sobre o requesito de energia 5,11% 5,98% 7,72%
Perdas Não Técnicas – (%) sobre o requesito de energia 0,00% 0,00% 0,00%
Energia Vendida (GWh)
Residencial 0,50 0,47 0,42
Industrial 7,35 7,26 5,56
Comercial 1,14 1,07 0,91
Rural 11,67 10,86 11,42
Poder Público Iluminação Pública Serviço Público 0,11 0,11 0,15
Subestações (em unidades) 0 0 0
Capacidade Instalada (MVA) 22,13 19,44 16,52
Linhas de Transmissão (em km) 0 0 0
Rede de Distribuição (em km) 505,31 504,54 514,00
Transformadores de Distribuição (em unidades) 569 573 373
Venda de Energia por Capacidade Instalada (GWh/MVA*No horas/ano) 0,93 1,02 1,06
Energia Vendida por Empregado (MWh) 989,04 1.098,33 1.025,55
Número de Consumidores por Empregado 43 52 48
Valor Adicionado / GWh Vendido 174,57 155,41 137,09
DEC 21,48 23,65 1,36
7
2 Dimensão Governança Corporativa
A “Governança Corporativa” está se firmando e crescendo em nossa Cooperativa, pois a Administração tem focado investimentos aos colaboradores, firmando parcerias com consultorias especializadas no Setor, além de investir no profissionalismo e qualidade de gestão.
3 Dimensão Econômico-Financeira
3.1 Indicadores Econômico-Financeiros
Seguem abaixo demonstração de vários indicadores Econômico-Financeiros referentes aos exercícios de 2012 e 2011. Nota-se, claramente, a grande fatia da geração de riquezas resultante das elevadas alíquotas cobradas e repassadas ao Governo (Municipal, Estadual e Federal, além de entidades Setoriais).
Indicadores Econômico-Financeiros – Detalhamento da DVA
Geração de Riqueza (R$ Mil)
2012 2011
R$ Mil % Δ% R$ Mil %
RECEITA OPERACIONAL (Receita bruta de vendas de energia e
serviços)
Fornecimento de Energia 5.285,80 100,00% 9,47% 4.828,36 100,00%
Residencial 216,25 4,09% 5,43% 205,11 4,25%
Residencial baixa renda 0,00 0,00% -100,00% 3,05 0,06%
Comercial 2.382,10 45,07% 9,13% 2.182,82 45,21% Industrial 459,47 8,69% 6,97% 429,52 8,90% Rural 2.108,30 39,89% 6,42% 1.981,04 41,03% Iluminação pública 12,46 0,24% -1,35% 12,63 0,26% Serviço público 14,55 0,28% 2,83% 14,15 0,29% Poder público 92,67 1,75% 231.575,00% 0,04 0,00%
Energia de Curto Prazo 0 0,00
Serviços 473,96 0,80
(-) INSUMOS (Insumos adquiridos de terceiros: compra de energia,
material, serviços de terceiros etc.) -2.009,43 -1.727,81
Resultado Não Operacional 0,00 16,22
= VALOR ADICIONADO BRUTO 3.750,33 3.117,57
( - ) QUOTAS DE REINTEGRAÇÃO (depreciação, amortização) -124,43 -113,03
= VALOR ADICIONADO LÍQUIDO 3.625,90 3.004,54
+ VALOR ADICIONADO TRANSFERIDO (Receitas financeiras,
resultado da equivalência patrimonial) 107,00 67,86
= VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR 3.732,90 3.072,40
Distribuição da Riqueza – Por Partes Interessadas
2012 2011
R$ Mil % R$ Mil %
EMPREGADOS 914,10 24,49% 810,60 26,38%
GOVERNO (impostos, taxas e contribuições e encargos setoriais)
1.758,61 47,11% 1.519,68 49,46%
FINANCIADORES
8
ACIONISTAS 917,19 24,57% 696,99 22,69%
= VALOR ADICIONADO DISTRIBUÍDO (TOTAL) 3.732,90 100,00% 3.072,40 100,00%
Distribuição da Riqueza – Governo e Encargos Setoriais
2012 2011 R$ Mil % R$ Mil % TRIBUTOS/TAXAS/CONTRIBUIÇÕES 1.203,23 68,42% 990,25 65,16% ICMS 881,68 50,14% 765,15 50,35% PIS 17,77 1,01% 4,55 0,30% COFINS 81,99 4,66% 20,99 1,38% ISS 0,00 0,00% 0,00 0,00% INSS 178,01 10,12% 163,64 10,77%
IRPJ a pagar do exercício 27,36 1,56% 17,78 1,17%
CSSL a pagar do exercício 16,42 0,93% 10,67 0,70%
Outros, (IPVA, IPTU, COSIP, LICENC., CPMF, ALVARA E TAXAS) 0,00 0,00% 7,47 0,49%
ENCARGOS SETORIAIS 555,38 31,58% 529,43 34,84% RGR 80,47 4,58% 75,15 4,95% CCC 225,57 12,83% 205,95 13,55% CDE 197,79 11,25% 189,04 12,44% CFURH 0,00 0,00% 0,00 0,00% TFSEE 14,34 0,82% 12,9 0,85% ESS 0,00 0,00% 0,00 0,00% P&D 37,21 2,12% 46,39 3,05%
= VALOR DISTRIBUÍDO (TOTAL) 1.758,61 100,00% 1.519,68 100,00%
A CERAL-DIS não possui inadimplência setorial.
Investimentos na Permissão
Segue abaixo demonstrativo de nossos investimentos em expansão e renovação de nossas Redes de Distribuição:
Investimentos
R$ Mil 2012 % R$ Mil 2011Expansão da Distribuição/ Transmissão (expansão reforço) 47,62 -344,08% 211,47
Renovação da Distribuição/Transmissão 17,41 -1.157,72% 218,97
Subtransmissão 0,00 0,00% 0,00
Outros Indicadores
Outros indicadores
Valor 2012 % Valor 2011Receita Operacional Bruta (R$) 5.759,78 19,29% 4.828,38
Deduções da Receita (R$ Mil) (1.522,48) 15,80% (1.314,70)
Receita Operacional Líquida (R$ Mil) 4.237,30 20,53% 3.515,68
Custos e Despesas Operacionais do Serviço (R$ Mil) (1.384,59) -15,37% (1.597,46)
Lucro Operacional Bruto (R$ Mil) 2.852,71 48,71% 1.918,22
Despesas Operacionais (R$ Mil) (1.998,74) 56,53% (1.276,88)
Resultado do Serviço (R$ Mil) 853,97 33,16% 641,34
Receita (Despesa) Financeira (R$ Mil) 107,00 57,65% 67,87
Receita não Operacional (R$ Mil) 0,00 -100,00% 44,64
Despesa não Operacional (R$ Mil) 0,00 -100,00% 28,42
IRPJ/ CSSL (R$ Mil) (43,78) 53,88% (28,45)
Lucro Líquido (R$ Mil) 917,19 31,59% 696,99
Juros sobre o Capital Próprio (R$ Mil) 0,00 0,00% 0,00
Dividendos Distribuídos (R$ Mil) 0,00 0,00% 0,00
9
Riqueza (valor adicionado líquido) por Empregado (R$ Mil) 172,66 1,15% 170,69
Riqueza (valor a distribuir) por Receita Operacional (%) 0,65 3,17% 0,63
EBITDA ou LAJIDA (R$ Mil) 1.085,40 29,45% 838,46
Margem do EBITDA ou LAJIDA (%) 25,62% 7,42% 23,85%
Liquidez Corrente 5,11 56,76% 3,26
Liquidez Geral 5,53 66,63% 3,32
Margem Bruta (lucro líquido / receita operacional bruta) (%) 15,92% 10,32% 14,43%
Margem líquida (lucro líquido / receita operacional líquida) (%) 21,64% 9,18% 19,82%
Rentabilidade do Patrimônio Líquido (lucro líquido/ patrimônio líquido) (%) 24,10% 0,07% 23,93%
Estrutura de Capital
Capital próprio (%) 100,00% 0,00% 100,00%
Capital de terceiros oneroso (%) (empréstimos e financiamentos) 0,00% 0,00% 0,00%
Inadimplência de Clientes (contas vencidas até 90 dias / Receita
10
4 Dimensão Social e Setorial
4.1 Indicadores Econômico-Financeiros
Indicadores Sociais Internos
Empregados/ empregabilidade/administradores
a) Informações gerais 2012 2011 2010
Número total de empregados 21 18 18
Empregados até 30 anos de idade (%) 14,29% 16,68% 16,67%
Empregados com idade entre 31 e 40 anos (%) 33,33% 33,33% 50,00%
Empregados com idade entre 41 e 50 anos (%) 28,57% 33,33% 33,33%
Empregados com idade superior a 50 anos (%) 23,81% 16,67% 0,00%
Número de mulheres em relação ao total de empregados (%) 14,29% 5,56% 5,56%
Mulheres em cargos gerenciais – em relação ao total de cargos gerenciais (%) 33,33% 33,33% 33,33%
Empregadas negras (pretas e pardas) – em relação ao total de empregados (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Empregados negros (pretos e pardos) – em relação ao total de empregados (%) 19,05% 22,22% 16,67%
Empregados negros (pretos e pardos) em cargos gerenciais em relação ao total
de cargos gerenciais (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Estagiários em relação ao total de empregados (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Empregados do programa de contratação de aprendizes (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Empregados portadores de deficiência 0 0 0
b) Remuneração, benefícios e carreira 2012 2011 2010
Remuneração 1.126,60 892,26 598,01
Folha de pagamento bruta 889,90 668,61 381,26
Encargos sociais compulsórios 236,70 207,71 211,51
Benefícios -34,49 45,16 12,05 Educação 0,00 0,00 0,00 Alimentação 0,00 0,00 0,00 Transporte 0,00 0,00 0,00 Saúde 5,19 18,03 11,90 Fundação 15,48 0,00 0,00 Outros 10,89 27,13 0,15
Transferencia para ordens em curso (66,05) (29,22) (6,81)
c) Participação nos resultados 2012 2011 2010
Investimento total em programa de participação nos resultados da empresa (R$
Mil) 0,00 0,00 0,00
Valores distribuídos em relação à folha de pagamento bruta (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Ações da empresa em poder dos empregados (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Divisão da maior remuneração pela menor remuneração em espécie paga pela
empresa (inclui participação nos resultados e bônus) 0,00 0,00 0,00
Divisão da menor remuneração da empresa pelo salário mínimo vigente (inclui
11
d) Perfil da remuneração – Identificar a percentagem de empregados em cada
faixa de salários Faixas (R$) 2012 2011 2010
Até 1,00 4,76% 11,11% 22,22%
De 1,01 a 2,00 33,33% 30,00% 38,89%
De 2,01 a 4,00 57,14% 27,78% 33,33%
Acima de 4,01 4,77% 11,11% 5,56%
Por Categorias (salário médio no ano corrente) – R$ 58,23 47,81 8,66
Cargos de diretoria 2,44 2,07 1,51
Cargos gerenciais 18,01 14,62 3,58
Cargos administrativos 12,80 12,23 2,20
Cargos de produção 24,98 18,89 1,37
e) Saúde e segurança no trabalho 2012 2011 2010
Média de horas extras por empregado/ano 145,00 166,00 163,00
Número total de acidentes de trabalho com empregados 0,00 0,00 0,00
Número total de acidentes de trabalho com terceirizados / contratados 0,00 0,00 0,00
Média de acidentes de trabalho por empregado/ano 0,00 0,00 0,00
Acidentes com afastamento temporário de empregados e/ou de prestadores de
serviço (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Acidentes que resultaram em mutilação ou outros danos à integridade física de empregados e/ou de prestadores de serviço, com afastamento permanente do cargo (incluindo LER) (%)
0,00% 0,00% 0,00%
Acidentes que resultaram em morte de empregados e/ou de prestadores de
serviço (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Índice TF (taxa de freqüência) total da empresa no período, para empregados 95,00% 0,00% 0,00%
Índice TF (taxa de freqüência) total da empresa no período, para terceirizados/
contratados 0,00 0,00 0,00
Investimentos em programas específicos para portadores de HIV (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Investimentos em programas de prevenção e tratamento de dependência
(drogas e álcool) (R$ MIL) 0,00 0,00 0,00
f) Desenvolvimento profissional 2012 2011 2010
Perfil da escolaridade –– discriminar, em percentagem, em relação ao total dos empregados
Ensino fundamental 28,57 27,78 5,00
Ensino médio 28,57 38,89 7,00
Ensino superior 19,05 5,56 2,00
Pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado) 19,05 22,22 3,00
Analfabetos na força de trabalho (%) 4,76% 5,56% 6,00%
Valor investido em desenvolvimento profissional e educação (%) 6,06% 4,06% 8,00%
Quantidade de horas de desenvolvimento profissional por empregado/ano 96,00 98,86 95,00
g) Comportamento frente a demissões 2012 2011 2010
Número de empregados ao final do período 21 18 18
Número de admissões durante o período 3 0 2
12
Reclamações trabalhistas
Montante reinvindicado em processos judiciais (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Valor provisionado no passivo 0,00 0,00 0,00
Número de processos existentes 0 0 0
Número de empregados vinculados nos processos 0 0 0
h) Preparação para a aposentadoria 2012 2011 2010
Investimentos em previdência complementar (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Número de beneficiados pelo programa de previdência complementar 0 0 0
Número de beneficiados pelo programa de preparação para aposentadoria 0 0 0
i) Trabalhadores Terceirizados 2012 2011 2010
Número de trabalhadores terceirizados / contratados 0 0 0
Custo total (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Trabalhadores terceirizados/contratados em relação ao total da força de trabalho
(%) 0,00% 0,00% 0,00%
Perfil da remuneração – Identificar a percentagem de empregados em cada faixa
de salários Faixas (R$) Até X 0 0 0
De X+1 a Y 0 0 0
De Y+1 a Z 0 0 0
Acima de Z 0 0 0
Perfil da escolaridade – em relação ao total de terceirizados – discriminar (em %): 0 0 0
Ensino fundamental 0 0 0
Ensino médio 0 0 0
Ensino superior, pós-graduação 0 0 0
Índice TG (taxa de gravidade) da empresa no período, para empregados 0 0 0
Índice TG (taxa de gravidade) da empresa no período, para terceirizados /
contratados 0 0 0
j) Administradores 2012 2011 2010
Remuneração e/ou honorários totais (R$ Mil) (A) 36,13 34,61 16,13
Número de Diretores (B) 3,00 3,00 3,00
Remuneração e/ou honorários médios A/B 12,04 11,54 5,04
Honorários de Conselheiros de Administração (R$ Mil) ( C ) 0,00 0,00 1,07
Número Conselheiros de Administração (D) 0,00 0,00 3,00
Honorários médios C/D 0,00 0,00 0,36
Honorários de Conselheiros Fiscais (R$ Mil) ( E ) 1,37 1,61 0,90
Número Conselheiros Fiscais (F) 3,00 3,00 3,00
Honorários médios E/F 0,46 0,54 0,30
4.2 Indicadores Sociais-Externos
Associados/Consumidores
Nossa Cooperativa segue sua missão, preocupando-se com o bom atendimento ao associado e consumidor, o que inclui, além da energia, rápidas respostas aos questionamentos, reclamações e solicitações. Segue quadro demonstrativo:
13
Indicadores Sociais Externos
Clientes/ Consumidores
a) Excelência no Atendimento 2012 2011 2010
Perfil de consumidores
Venda de energia por classe tarifária (GWh): % Total 100% 100% 100%
Residencial 2,33% 2,38% 2,17%
Residencial baixa renda 0,00% 0,00% 0,11%
Comercial 5,54% 5,41% 4,93% Industrial 35,56% 36,72% 30,12% Rural 54,55% 54,93% 61,86% Iluminação pública 0,30% 0,23% 0,43% Serviço público 1,50% 0,01% 0,00% Poder público 0,15% 0,12% 0,16% Consumo próprio 0,07% 0,20% 0,22% Satisfação do cliente
Índices de satisfação obtidos pela Pesquisa IASC – ANEEL NA NA NA
Índices de satisfação obtidos por pesquisas de outras entidades (ABRADEE, Vox
Populi e outras) e/ou pesquisas próprias (especificar) NA NA NA
Atendimento ao consumidor
Total de ligações atendidas (Call center) 1.282 1.236 460
Número de atendimentos nos escritórios regionais 0 0 0
Número de atendimentos por meio da Internet 0 0 0
Reclamações em relação ao total de ligações atendidas (%) 3,74 3,88 1,08
Tempo médio de espera até o início de atendimento (min.) 0,03 0,03 1,7
Tempo médio de atendimento (min.) 0,614 1,978 13
Número de reclamações de consumidores encaminhadas
À Empresa 0 0 1
À ANEEL – agências estaduais / regionais 0 0 0
Ao Procon 0 0 0
À Justiça 0 0 0
Reclamações – Principais motivos
Reclamações referentes a prazos na execução de serviços (%) 0,00% 2,08% 0,00%
Reclamações referentes ao fornecimento inadequado de energia (%) 18,75% 25,00% 1,08%
Reclamações referentes a interrupções (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Reclamações referentes à emergência (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Reclamações referentes ao consumo/leitura (%) 18,75% 20,83% 0,00%
Reclamações referentes ao corte indevido (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Reclamações por conta não entregue (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Reclamações referentes a serviço mal executado (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Reclamações referentes a danos elétricos (%) 18,75% 6,25% 0,00%
Reclamações referentes a irregularidades na medição (fraude/desvio de energia)
(%) 0,00% 0,00% 0,00%
14
Reclamações solucionadas
Durante o atendimento (%) 18,75% 10,41% 0,43%
Até 30 dias (%) 64,50% 41,67% 0,65%
Entre 30 e 60 dias (%) 16,67% 8,33% 0,00%
Mais que 60 dias (%) 0,00% 25,00% 0,00%
Reclamações julgadas procedentes em relação ao total de reclamações recebidas
(%) 29,17% 18,75% 0,00%
Reclamações solucionadas em relação ao número de reclamações procedentes
(%) 100% 100% 0,00%
Quantidade de inovações implantadas em razão da interferência do ouvidor e/ou
do serviço de atendimento ao consumidor. 0 0 0
b) Qualidade Técnica dos Serviços Prestados 2012 2011 2010
Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC.), geral da
empresa – Valor apurado. 21,48 23,65 1,36
Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC.), geral da
empresa – Limite. 72,00 30,00 0,00
Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC), geral da
empresa – Valor apurado. 17,56 11,61 0,98
Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC), geral da
empresa – Limite. 72,00 30,00 0,00
c) Segurança no uso final de energia do consumidor 2012 2011 2010
Taxa de Gravidade (TG) de acidentes com terceiros por choque elétrico na rede
concessionária. 0 0 0
Número de melhorias implementadas com o objetivo de oferecer produtos e
serviços mais seguros. 0 0 0
Fornecedores
Nossa Cooperativa sempre primou pela seleção de seus fornecedores no atributo "Qualidade e Preço" e também pela consciência sócio ambiental, porém, a CERAL – DIS não implantou nenhum mecanismo de controle de seleção de fornecedores.
Indicadores Sociais Externos
Fornecedores
Quanto a trabalho infantil, trabalho forçado e condições de saúde e segurança no trabalho etc.
a) Seleção e avaliação de fornecedores 2012 2011 2010
Fornecedores inspecionados pela empresa/total de fornecedores (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Fornecedores não qualificados (não-conformidade com os critérios de
responsabilidade social da empresa) / total de fornecedores (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Fornecedores com certificação SA 8000 ou equivalente / total de
fornecedores ativos (%) 0,00% 0,00% 0,00%
b) Apoio ao desenvolvimento de fornecedores 2012 2011 2010
Número de capacitações oferecidas aos fornecedores 0 0 0
15
Comunidade
A CERAL-DIS participa de ações na comunidade, proporcionando desconto na fatura de energia para a Associação Parque Histórico de Arapoti.
Indicadores Sociais Externos
Comunidade
a) Gerenciamento do impacto da empresa na comunidade de entorno 2012 2011 2010
Número de reclamações da comunidade – impactos causados pelas
atividades da empresa. 0 0 0
Número de melhoras implantadas nos processos da empresa a partir das
reclamações da comunidade 0 0 0
b) Envolvimento da empresa em sinistros relacionados com terceiros 2012 2011 2010
Montante reinvidicado em processos judiciais 0,00 0,00 0,00
Valor provisionado no ativo / (passivo) (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Número de processos judiciais existentes 0 0 0
Número de pessoas vinculadas nos processos 0 0 0
c) Tarifa de Baixa Renda 2012 2011 2010
Número de clientes/consumidores com tarifa de baixa renda 0 0 16
Total de clientes/consumidores com tarifa de baixa renda em relação ao
total de clientes/consumidores residenciais (%) 0,00% 0,00% 9,14%
d) Envolvimento da empresa com ação social 2012 2011 2010
Recursos aplicados em educação (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Recursos aplicados em saúde e saneamento (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Recursos aplicados em cultura (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Outros recursos aplicados em ações sociais (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Valor destinado à ação social (não incluir obrigações legais, nem tributos,
nem benefícios vinculados à condição de funcionários da empresa (%)). 0,00% 0,00% 0,00%
Do total destinado à ação social, percentual correspondente a doações em
produtos e serviços (%). 0,00% 0,00% 0,00%
Do total destinado à ação social, percentual correspondente a doações em
espécie. 0,00% 0,00% 0,00%
Do total destinado à ação social, percentual correspondente a
investimentos em projeto social próprio. 0,00% 0,00% 0,00%
Empregados que realizam trabalhos voluntários na comunidade externa à
empresa / total de empregados (%). 0,00% 0,00% 0,00%
Quantidade de horas mensais doadas (liberadas do horário normal de
trabalho) pela empresa para trabalho voluntário de funcionários. 0 0 0
Consumidores cadastrados no Programa Bolsa Família/Número de
consumidores do segmento “baixa renda” (%). 0,00% 0,00% 6,25%
e) Envolvimento da empresa em projetos culturais, esportivos, etc. (Lei
Rouanet) 2012 2011 2010
Montante de recursos destinados aos projetos (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00
Número de projetos beneficiados pelo patrocínio 0 0 0
16
Governo e Sociedade
Nossa Cooperativa não têm participado de programas governamentais, antes, têm tido o seu foco mais diretamente ligado à vida e necessidades de sua região e área de concessão. Por esse motivo, os indicadores abaixo seguem sem valor:
Indicadores Sociais Externos
Governo e Sociedade
a) Gerenciamento do impacto da empresa na comunidade de entorno 2012 2011 2010
Recursos alocados em programas governamentais (não obrigados por lei)
federais, estaduais e municipais (R$ Mil). 0,00 0,00 0,00
Número de iniciativas / eventos / campanhas voltadas para o desenvolvimento da cidadania (exercício de voto, consumo consciente, práticas anticorrupção, direito das crianças etc.)
0,00 0,00 0,00
Recursos publicitários destinados a campanhas institucionais para o
desenvolvimento da cidadania (R$ Mil). 0,00 0,00 0,00
Recursos investidos nos programas que utilizam incentivos fiscais / total de
recursos destinados aos investimentos sociais (%). 0,00% 0,00% 0,00%
4.3 Indicadores do Setor Elétrico
Universalização
2012 2011 2010Metas de atendimento 6 2 11
Atendimentos efetuados (no) 6 2 11
Cumprimento de metas (%) 100,00% 100,00% 100,00%
Total de municípios universalizados 4 2 2
Municípios universalizados (%) 100,00% 100,00% 50,00%
Programa Luz Para Todos
2012 2011 2010Metas de atendimento 0 0 0
Número de atendimentos efetuados (A) 0 0 0
Cumprimento de metas (%) 0,00% 0,00% 0,00%
Programa Luz para Todos
Origem dos Recursos Investidos (R$ Mil) 2012 2011 2010
Governo federal
Conta de Desenvolvimento
Energético – CDE 0,00 0,00 0,00
Reserva Global de Reversão – RGR 0,00 0,00 0,00
Governo estadual 0,00 0,00 0,00
Próprios 0,00 0,00 0,00
Outros 0,00 0,00 0,00
Total dos recursos aplicados (B) 0,00 0,00 0,00
O&M 0,00 0,00 0,00
17
Tarifa de Baixa Renda
Esta planilha contempla todos os consumidores com domicílios atendidos como Baixa Renda, enquadrados nas Resolução ANEEL N◦ 246 de abril de 2002 e Resolução ANEEL N◦ 485 de agosto de 2002.
Baixa Renda
2012 2011 2010Número de domicílios atendidos como “baixa renda”. 0 0 16
Total de domicílios “baixa renda” do total de domicílios atendidos
(clientes/consumidores residenciais) (%). 0,00% 0,00% 9,14%
Receita de faturamento na subclasse residencial “baixa renda” (R$ Mil). 0,00 0,00 2,43
Total da receita de faturamento na subclasse residencial “baixa renda”
em relação ao total da receita de faturamento da classe residencial 0,00% 0,00% 1,46%
Subsídio recebido (ELETROBRÁS), relativo aos consumidores “baixa
renda” (R$ Mil). 0,00 0,00 0,00
Programa de Eficiência Energética – PEE
Os Programas de Eficiência Energética – PEE, tem como objetivo promover a utilização racional da energia elétrica e combate ao desperdício em todos os setores da economia.
No ano de 2010/2011 realizamos o programa PEE, já devidamente informado, em consumidores de baixo poder aquisitivo, no entanto esses consumidores não eram 100% de “baixa renda” os quais são beneficiados por programas de tarifa social do governo federal. Como naquele ano fizemos o programa em conjunto com outras Cooperativas, elas têm entre seus consumidores os que são beneficiados por essas tarifas sociais, assim no total de consumidores beneficiados tinha a porcentagem de consumidores prevista em lei que devem ser beneficiados pelo programa. Para o ano de 2012 não fizemos programa em conjunto com outra cooperativas, como em nossa área de atuação não temos consumidores beneficiados pela tarifa social, consultamos a ANEEL como poderíamos implantar o programa, já que a lei 12.212 de 20 de janeiro de 2010 prevê que sejam aplicados uma porcentagem mínima de recursos do programa em consumidores beneficiados pela tarifa.
Como resposta a ANEEL nos informou da necessidade de cumprirmos a lei, no que a agência está correta, no entanto não temos consumidores onde aplicar os recursos e assim não podemos cumprir a lei.
Fizemos os seguintes ofícios para a agência: Oficio DIS_002_2012; Oficio DIS_006_2012; Oficio CER-DIS_009_2012, onde podem ser verificado nossos questionamentos referentes ao assunto à agência reguladora. Pelo o exposto acima informamos que não realizamos o Programa PEE, esperando uma definição de como poderemos fazê-lo sem infringir a lei.
18
Indicadores do Setor Elétrico
Programa de Eficientização Energética (PEE)
Origem dos Recursos – Por classe de Consumidores (R$ Mil)
Residencial 2012 2011 2010
Sem ônus para o consumidor (A) 0,00 0,00 164,79
Com ônus para o consumidor (B) 0,00 0,00 166,06
Total dos recursos no segmento (C ) 0,00 0,00 1,27
Total de unidades atendidas no segmento (D) 0 0 159
Recurso médio por consumidor (C/D) 0,00 0,00 0,008
Residencial Baixa Renda
Sem ônus para o consumidor (A) 0,00 0,00 2,43
Com ônus para o consumidor (B) 0,00 0,00 2,45
Total dos investimentos no segmento (C ) 0,00 0,00 0,02
Total de unidades atendidas no segmento (D) 0 0 16
Investimento médio por consumidor (C/D) 0,00 0,00 0,00125
População atendida (no habitantes total residencial + baixa renda) (E) 0 0 2.490
Investimento médio por população atendida (custo total: residencial +
baixa renda por hab.) (C/E) 0,00 0,00 0,000008
Comercial
Sem ônus para o consumidor (A) 0,00 0,00 343,91
Com ônus para o consumidor (B) 0,00 0,00 346,55
Total dos investimentos no segmento (C ) 0,00 0,00 2,64
Total de unidades atendidas no segmento (D) 0 0 39
Investimento médio por consumidor (C/D) 0,00 0,00 0,068
Industrial
Sem ônus para o consumidor (A) 0,00 0,00 1.564,71
Com ônus para o consumidor (B) 0,00 0,00 1.576,73
Total dos investimentos no segmento (C ) 0,00 0,00 12,02
Total de unidades atendidas no segmento (D) 0 0 11
Investimento médio por consumidor (C/D) 0,00 0,00 1,09
Rural
Sem ônus para o consumidor (A) 0,00 0,00 2.027,56
Com ônus para o consumidor (B) 0,00 0,00 2.043,13
Total dos investimentos no segmento (C ) 0,00 0,00 15,57
Total de unidades atendidas no segmento (D) 0 0 624
Investimento médio por consumidor (C/D) 0,00 0,00 0,025
Iluminação Pública
Sem ônus para o consumidor (A) NA NA NA
Com ônus para o consumidor (B) NA NA NA
Total dos investimentos no segmento (C ) NA NA NA
Total de kW instalados (F) NA NA NA
Investimento médio por kW instalado (C/F) NA NA NA
Serviço Público
Sem ônus para o consumidor (A) 0,00 0,00 0,77
Com ônus para o consumidor (B) 0,00 0,00 0,78
Total dos investimentos no segmento (C ) 0,00 0,00 0,01
19
Investimento médio por consumidor (C/D) 0,00 0,00 0,005
Poder Público
Sem ônus para o consumidor (A) 0,00 0,00 9,83
Com ônus para o consumidor (B) 0,00 0,00 9,91
Total dos investimentos no segmento (C ) 0,00 0,00 0,08
Total de unidades atendidas no segmento (D) 0 0 10
Investimento médio por consumidor (C/D) 0,00 0,00 0,008
Origem dos Recursos (R$ Mil)
Tipo de projeto 2012 2011 2010
Gestão Energética Municipal
Recursos investidos próprios 0,00 0,00 0,00
Recursos investidos de terceiros 0,00 0,00 0,00
Total dos recursos 0,00 0,00 0,00
Educação – conservação e uso racional de energia
Recursos investidos próprios 0,00 0,00 0,00
Recursos investidos de terceiros 0,00 0,00 0,00
Total dos recursos 0,00 0,00 0,00
Residencial Baixa Renda
Troca de Lâmpadas 0,00 0,00 11,14
Troca de Geladeiras 0,00 0,00 0,00
Aquecimento solar (para substituição de chuveiros elétricos)
Recursos investidos próprios 0,00 0,00 0,00
Recursos investidos de terceiros 0,00 0,00 0,00
Total dos recursos 0,00 0,00 0,00
Rural
Recursos investidos próprios 0,00 0,00 0,00
Recursos investidos de terceiros 0,00 0,00 0,00
Total dos recursos 0,00 0,00 0,00
Total dos Recursos em Projetos de Eficientização Energética (R$ Mil)
2012 2011 2010
Sem ônus para o consumidor 0,00 0,00 11,14
Com ônus para o consumidor 0,00 0,00 0,00
Total dos recursos 0,00 0,00 11,14
Participação relativa dos Recursos em Projetos de Eficientização Energética (R$ Mil)
Por classes de consumidores 2012 2011 2010
Recursos no segmento Residencial sobre Total investido no PEE (%) 0 0 0
Recursos no segmento “Baixa Renda” sobre Total investido no PEE (%) 0 o 100%
Recursos no segmento Comercial sobre Total investido no PEE (%) 0 0 0
Recursos no segmento Industrial sobre Total investido no PEE (%) 0 0 0
Recursos no segmento Rural sobre Total investido no PEE (%) 0 0 0
Recursos no segmento Iluminação Pública sobre total investido no PEE (%) 0 0 0
Recursos no segmento Serviço Público sobre Total investido no PEE (%) 0 0 0
20
Por tipos de projetos
Recursos no segmento Gestão Energética sobre Total de recursos no PEE (%) 0 0 0
Recursos no segmento Educação sobre Total de recursos no PEE (%) 0 0 0
Recursos no segmento Aquecimento Solar sobre Total de recursos no PEE (%) 0 0 0
Eficientização Energética
2012 2011 2010 ResidencialEnergia economizada (em MWh) / ano 0,00 0,00 0,00
Redução na demanda de ponta (em MW) 0,00 0,00 0,00
Custo evitado com a energia economizada 0,00 0,00 0,00
Residencial baixa renda
Energia economizada (em MWh) / ano 0,00 0,00 0,00
Redução na demanda de ponta (em MW) 0,00 0,00 0,00
Custo evitado com a energia economizada 0,00 0,00 0,00
Comercial
Energia economizada (em MWh) / ano 0,00 0,00 0,00
Redução na demanda de ponta (em MW) 0,00 0,00 0,00
Custo evitado com a energia economizada 0,00 0,00 0,00
Industrial
Energia economizada (em MWh) / ano 0,00 0,00 0,00
Redução na demanda de ponta (em MW) 0,00 0,00 0,00
Custo evitado com a energia economizada 0,00 0,00 0,00
Rural
Energia economizada (em MWh) / ano 0,00 0,00 0,00
Redução na demanda de ponta (em MW) 0,00 0,00 0,00
Custo evitado com a energia economizada 0,00 0,00 0,00
Iluminação pública
Energia economizada (em MWh) / ano NA NA NA
Redução na demanda de ponta (em MW) NA NA NA
Custo evitado com a energia economizada NA NA NA
Serviço público
Energia economizada (em MWh) / ano 0,00 0,00 0,00
Redução na demanda de ponta (em MW) 0,00 0,00 0,00
Custo evitado com a energia economizada 0,00 0,00 0,00
Poder público
Energia economizada (em MWh) / ano 0,00 0,00 0,00
Redução na demanda de ponta (em MW) 0,00 0,00 0,00
Custo evitado com a energia economizada 0,00 0,00 0,00
Aquecimento solar
Energia economizada (em MWh) / ano 0,00 0,00 0,00
Redução na demanda de ponta (em MW) 0,00 0,00 0,00
Custo evitado com a energia economizada 0,00 0,00 0,00
Eficientização interna (na empresa)
Energia economizada (em MWh) / ano 0,00 0,00 0,00
Redução na demanda de ponta (em MW) 0,00 0,00 0,00
Custo evitado com a energia economizada 0,00 0,00 0,00
21
OBS: Em 2012 dispunhamos do valor apropriado a investir no montante de R$ 62,87 mil reais para o programa PEE. Não realizamos nenhum programa que abrangesse os consumidores em termos de conscientização, educação e segurança da energia elétrica.
Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico e Científico (P&D)
O Programa de P&D, (Programa de Pesquisa e Desenvolvimento) é um projeto regulamentado pela ANEEL, que estabelece as diretrizes e orientações que buscam inovações para fazer frente aos desafios tecnológicos e os de mercado das empresas, gerando economia para seus clientes e eficiência na operação e renovação de energia. Em 2008, com a publicação da Resolução Normativa da ANEEL no 316, a qual aprovou o novo manual de P&D, dentre outras novidades, destaca-se a característica dos projetos serem fluxo contínuo, isto é, se existir uma idéia inovadora de projeto, a concessionária não necessita mais submeter a ANEEL a análise do mesmo, somente informa a Agência, e o projeto pode ser inciado em qualquer tempo.
A CERAL-DIS está participando de dois projetos de P&D do tipo cooperado, denominados, “Sistema Híbrido de Detecção e Localização de Faltas Permanentes em Sistemas de Distribuição Urbanos e Rurais: Desenvolvimento Metodológico, Implementação e Projeto Piloto” (Código ANEEL PD-5379-0001/2010) e “Sistema Integrado para Indicação de Ações Técnicas de Combate às Perdas Elétricas em Redes de Distribuição Urbanas e Rurais de MT e BT Através da Monitoração Online Centralizada de Grandezas Elétricas (Código ANEEL PD-0103-0002/2011)
Os projetos possuem duração de trinta e seis meses, com prazos para os términos, respectivamente, em 30 de setembro de 2013 e 31 de janeiro de 2015.
Indicadores do Setor Elétrico
Recursos aplicados em Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico e Científico R$ Mil
Por temas de pesquisa (Manual de P&D – ANEEL) Meta 2012 2011 2010
Eficiência energética (A) 0,00 0,00 0,00 0,00
Fonte renovável ou alternativa (B) 0,00 0,00 0,00 0,00
Meio ambiente (C) 0,00 0,00 0,00 0,00
Qualidade e confiabilidade (D) 0,00 0,00 0,00 0,00
Planejamento e operação (E) 0,00 0,00 0,00 0,00
Supervisão, controle e proteção (F) 0,00 21,52 16,52 11,52
Medição (G) 0,00 0,00 0,00 0,00
Transmissão de dados via rede elétrica (H) 0,00 0,00 0,00 0,00
Novos materiais e componentes (I) 0,00 0,00 0,00 0,00
Desenvolvimento de tecnologia de combate à fraude e furto
(J) 0,00 0,00 0,00 0,00
Total de investimentos em P&D (K)
Recursos aplicados em Eficiência Energética (A) sobre Total
investido em P&D (K) (%) 0,00% 0,00% 0,00% 0,00%
Recursos aplicados em Fonte Renovável ou Alternativa (B)
sobre Total investido em P&D (K) (%) 0,00% 0,00% 0,00% 0,00%
Recursos aplicados em Meio Ambiente (C) sobre Total
investido em P&D (K) (%) 0,00% 0,00% 0,00% 0,00%
Recursos aplicados em Qualidade e Confiabilidade (D) sobre
Total investido em P&D (K) (%) 100,00% 100,00% 100,00% 100,00%
Recursos aplicados em Planejamento e Operação (E) sobre
22
Recursos aplicados em Supervisão, Controle e Proteção (F)
sobre Total investido em P&D (K) (%) 100,00% 100,00% 100,00% 100,00%
Recursos aplicados em Medição (G) sobre Total investido em
P&D (K) (%) 0,00% 0,00% 0,00% 0,00%
Recursos aplicados em Transmissão de Dados Via Rede
Elétrica (H) sobre Total investido em P&D (K) (%) 0,00% 0,00% 0,00% 0,00%
Recursos aplicados em Novos Materiais e Componentes (I)
sobre Total investido em P&D (K) (%) 0,00% 0,00% 0,00% 0,00%
Recursos aplicados em Desenvolvimento de Tecnologia de Combate à Fraude e Furto (J) sobre Total investido em P&D (K) (%)
0,00% 0,00% 0,00% 0,00%
5 Dimensão Ambiental
Devido a não execução do programa PEE para não estarmos em desacordo com a lei 12.212 de 20 de janeiro de 2010, conforme explanado anteriormente, não há dimensão ambiental.
Educação Ambiental
A Cooperativa sempre procura conscientizar e incentivar a diminuição do consumo de energia no horário entre 18h a 21 hs, bem como a aprendizagem de reciclagem que, também, é uma forma de colaborar e reduzir custos sociais e ambientais.
Eficientização Energética
Eficiência Energética é a implementação de estratégias e medidas para combater o desperdício de energia, desde o processo de transformação, até quando de sua utilização. Existem várias formas de combate ao desperdício de energia, em particular, aquelas que são utilizadas pelos consumidores, tais como: a eletricidade, a gasolina, o álcool, óleo diesel, gás natural, etc.
Educação
A CERAL – DIS está implantando programa de incentivo a educação a qual participará no reembolso de 50% das despesas com mensalidades de seus funcionários para cursos profissionalizantes, cursos de ensino superior e cursos de pós-graduação e 25% nos cursos de graduação que não tenham relação direta com o ramo de atuação da Cooperativa.
No ano de 2012 os recursos destinados para a área de educação somaram: R$ 5.863,42, beneficiando um total de 06 colaboradores.
5.1 Indicadores Ambientais
Nossa Cooperativa atua quase que exclusivamente em áreas rurais, procura evitar quaisquer atitudes que venham a agredir o meio ambiente.
Dimensão Ambiental
Indicadores Ambientais
Recuperação de Áreas Degradadas Meta 2012 2011 2010
Área preservada e/ou recuperada por manejo sustentável de
vegetação sob as linhas de transmissão e distribuição (em ha). 0 0 0 0
23
exigida por lei (%).
Contribuição para o aumento de áreas verdes nos municípios pelo
Programa de Arborização Urbana (em ha). 0 0 0 0
Rede protegida isolada (rede ecológica ou linha verde) na área
urbana (em km). 0 0 0 0
Percentual da rede protegida isolada / total da rede de distribuição
na área urbana. 0% 0% 0% 0%
Gastos com gerenciamento do impacto ambiental (arborização,
manejo sustentável, com equipamentos e redes protegidas). (R$ Mil) 0 0 0 0
Quantidade de acidentes por violação das normas de segurança
ambiental. 0 0 0 0
Número de autuações e/ou multas por violação de normas
ambientais. 0 0 0 0
Valor incorrido em autuações e/ou multas por violação de normas
ambientais. (R$ Mil) 0 0 0 0
Geração e tratamento de resíduos Meta 2012 2011 2010
Emissão 0 0 0 0
Volume anual de gases do efeito estufa (CO2, CH4, N2O, HFC, PFC,
SF6), emitidos na atmosfera (em toneladas de CO2 equivalentes). 0 0 0 0
Volume anual de emissões destruidoras de ozônio (em toneladas de
CFC equivalentes). 0 0 0 0
Efluentes 0
Volume total de efluentes 0 0 0 0
Volume total de efluentes com tratamento 0 0 0 0
Percentual de efluentes tratados (%) 0% 0% 0% 0%
Sólidos
Quantidade anual (em toneladas) de resíduos sólidos gerados (lixo,
dejetos, entulho etc.). 0 0 0 0
Percentual de resíduos encaminhados para reciclagem sem vínculo com a empresa.
0% 0% 0% 0%
Percentual de resíduos reciclados por unidade ou entidade vinculada à empresa (projeto específico).
% % % %
Gastos com reciclagem dos resíduos (R$ Mil) 0 0 0 0
Percentual do material de consumo reutilizado (matérias-primas, equipamentos, fios e cabos elétricos).
% % % %
Gastos com destinação final de resíduos não perigosos. (R$ Mil) 0 0 0 0
Manejo de resíduos perigosos Meta 2012 2011 2010
Percentual de equipamentos substituídos por óleo mineral isolante
sem PCB (Ascarel). 0% 0% 0% 0%
Percentual de lâmpadas descontaminadas em relação ao total
substituído na empresa. 0% 0% 0% 0%
Percentual de lâmpadas descontaminadas em relação ao total
substituído nas unidades consumidoras. 0% 0% 0% 0%
Gastos com tratamento e destinação de resíduos tóxicos
(incineração, aterro, biotratamento etc.). 0,00 0,00 0,00 0,00
Uso de recursos no processo produtivo e em processos gerenciais da
24
Consumo total de energia por fonte:
=- hidrelétrica (em kWh) 0,00 20.770 19.770 18.460
=- combustíveis fósseis 0,00 0,00 0,00 0,00
- fontes alternativas (A61 energia eólica, energia solar etc.) 0,00 0,00 0,00 0,00
Consumo total de energia (em kWh) 00.0 20.770 19.770 18.460
Consumo de energia por kWh distribuído (vendido) 0,00 0,00100 0,00101 0,00100
Consumo total de combustíveis fósseis pela frota de veículos da empresa por quilômetro rodado.
=- diesel 0,00 0,458 0,382 0,347
=- gasolina 0,00 0,126 0,105 0,095
=- álcool 0,00 0,00 0,00 0,00
=- gás natural 0,00 0,00 0,00 0,00
Consumo total de água por fonte (em m3): 0,00 0,00 0,00 0,00
=- abastecimento (rede pública) 0,00 0,00 0,00 0,00
=- fonte subterrânea (poço) 0,00 0,00 0,00 0,00
=- captação superficial (cursos d’água) 0,00 0,00 0,00 0,00
Consumo total de água (em m3) 0 126 132 120
Consumo de água por empregado (em m3) 0,00 6,00 7,33 6,67
Redução de custos obtida pela redução do consumo de energia, água
e material de consumo. (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00 0,00
Origem dos Produtos – material de consumo Meta 2012 2011 2010
Percentual do material adquirido em conformidade com os critérios
ambientais verificados pela empresa / total de material adquirido. % % % %
Percentual do material adquirido com Selo Verde ou outros (Procel,
Inmetro etc.). % % % %
Percentual do material adquirido com certificação florestal (Imaflora,
FSC e outros). % % % %
Educação e conscientização ambiental Meta 2012 2011 2010
Educação ambiental – Comunidade – Na organização
Número de empregados treinados nos programas de educação
ambiental. 0 0 0 0
Percentual de empregados treinados nos programas de educação
ambiental / total de empregados. % % % %
Número de horas de treinamento ambiental / total de horas de
treinamento. 0 0 0 0
Recursos Aplicados (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00 0,00
Educação ambiental – Comunidade
Número de unidades de ensino fundamental e médio atendidas. 0 0 0 0
Percentual de escolas atendidas / número total de escolas da área
de concessão. % % % %
Número de alunos atendidos. 0 0 0 0
Percentual de alunos atendidos / número total de alunos da rede
escolar da área de concessão. % % % %
Número de professores capacitados. 0 0 0 0
Número de unidades de ensino técnico e superior atendidas. 0 0 0 0
Percentual de escolas atendidas / número total de escolas da área
de concessão. % % % %
25
Percentual de alunos atendidos / número total de alunos da rede
escolar da área de concessão. % % % %
Recursos Aplicados (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00 0,00
PEEs destinados à formação da cultura em conservação e uso
racional de energia Meta 2012 2011 2010
Número de domicílios do segmento baixa renda atendidos pelo
programa. 0 0 0 16
Percentual de domicílios do segmento baixa renda atendidos pelo
programa sobre total de domicílios do segmento baixa renda. 0% 0% 0% 100%
Número de equipamentos eficientes doados. 0 0 0 668
Número de domicílios atendidos para adequação das instalações
elétricas da habitação. 0 0 0 0
Número de profissionais eletricistas treinados pelo programa. 0 0 0 0
PEEs Aquecimento solar 0 0 0 0
Número de sistemas de aquecimento solar instalados. 0 0 0 0
PEEs Gestão energética municipal 0 0 0 0
Número de municípios atendidos pelo programa de gestão energética
municipal. 0 0 0 0
Percentual de municípios atendidos sobre total de municípios da área
de concessão. % % % %
P&D Voltados ao Meio Ambiente Meta 2012 2011 2010
Recursos Aplicados (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00 0,00
Número de Patentes registradas no INPI 0 0 0 0
Cultura, Esporte e Turismo Meta 2012 2011 2010
Recursos Aplicados (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00 0,00
Saúde Meta 2012 2011 2010
Recursos Aplicados (R$ Mil) 0,00 0,00 0,00 0,00
Indicadores Ambientais – Geração e Transmissão
Não há demonstração dos indicadores voltados exclusivamente à Geração e Transmissão por não atuarmos nestas áreas.
26
6 Anexos
6.1 Balanço Social
Demonstração do Balanço Social - 2012 e 2011 (Valores expressos em milhares de reais)
COOPERATIVA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA DE ARAPOTI - CERAL - DIS
2012 2011
R$ mil R$ mil
1 - Base de cálculo
Receita Líquida (RL) 4.237,30 3.513,68
Lucro Operacional (LO) 853,97 641,34
Folha de Pagamento Bruta (FPB) 1.092,11 932,65
% sobre % sobre
2 - Indicadores sociais internos R$ mil FPB RL R$ mil FPB RL
Alimentação - Auxílio alimentação e outros 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Encargos sociais compulsórios 236,7 21,67% 5,59% 207,71 22,27% 5,91%
Entidade de previdência privada 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Saúde - Convênio assistencial e outros
benefícios 5,19 0,48% 0,12% 18,03 1,93% 0,51%
Segurança no trabalho - CIPA e exames
periódicos 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Educação - Auxílio educação 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Capacitação e desenvolvimento profissional 1,26 0,12% 0,03% 27,13 2,91% 0,77%
Auxílio creche 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Participação nos resultados 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Incentivo à aposentadoria e demissão
voluntária 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00% Vale-transporte - excedente 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00% Outros Benifícios 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00% Total 243,15 22,26% 5,74% 252,87 27,11% 7,20% % sobre % sobre
3 - Indicadores sociais externos R$ mil LO RL R$ mil LO RL
Educação - Programa Luz das Letras 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Cultura 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Saúde e Saneamento - Apoio social aos
municípios 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Habitação - Reassentamento de famílias 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Esporte e lazer 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Doações e contribuições
62,76 7,35% 1,48% 1,22 0,19% 0,03%
Total de contribuições para a sociedade
0,67 0,08% 0,02% 1,22 0,19% 0,03%
Tributos - excluídos encargos sociais
984,62 115,30% 23,24%
27 Total 985,29 115,38% 23,25% 1.424,76 222,15% 40,55% % sobre % sobre
4 - Indicadores ambientais R$ mil LO RL R$ mil LO RL
Desapropriações de terras 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Estação ecológica - Fauna / Flora 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Relacionamento com a operação da
empresa
Programa Social de Eletricidade Rural 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Rede Compacta ou Linha Verde 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Programa de Eletrificação para População
Carente 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Programa de Desenvolvimento Tecnológico
e Industrial 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Museu Ecológico 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Universidade Livre do Meio Ambiente 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Programas especiais / Projetos externos 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
Total 0,00 0,00% 0,00% 0,00 0,00% 0,00%
2012 2011
5 - Indicadores do corpo funcional
em unidades
em unidades
Empregados no final do período 21 18
Escolaridade dos empregados
Superior e extensão universitária 8 5
Ensino médio 6 7
Ensino fundamental 7 6
Faixa etária dos empregados
Abaixo de 30 anos 3 3
De 30 até 45 anos (exclusive) 7 9
Acima de 45 anos 11 6
Admissões durante o período 3 0
Mulheres que trabalham na empresa 3 1
% de cargos gerenciais ocupados por mulheres em relação ao no total
de mulheres 33,33% 100,00%
% de cargos gerenciais ocupados por mulheres em relação ao no total
de gerentes 33,33% 33,33%
Negros que trabalham na empresa 4 5
% de cargos gerenciais ocupados por negros em relação ao
no total de negros 0 0
% de cargos gerenciais ocupados por negros em relação ao
no total de gerentes 0 0
28
Portadores de deficiência física 0 0
Dependentes 29 30
Estagiários 0 0
6 - Informações relevantes quanto ao exercício da
cidadania empresarial
Relação entre a maior e a menor remuneração na
empresa 8,65 7,20
Maior remuneração 6,75 5,11
Menor remuneração 0,78 0,71
Acidentes de trabalho 0 0
ADOLF HENDRIK VAN ARRAGON
Diretor Presidente
ALBERT CRISTIAAN KOK
Diretor Secretário
SAMUEL DE FREITAS
Gerente Contábil CRC – PR 041184/O-0
29
7 Conclusão
7.1 Conclusão
Este relatório teve como principal objetivo apresentar para a sociedade as ações da Cooperativa de Distribuição de Energia Elétrica de Arapoti, CERAL - DIS na busca da sustentabilidade em suas dimensões econômicas, ambiental e social, referindo-se ao desempenho até o ano de 2012.
Todos os dados contábeis e nas demonstrações financeiras foram previamente auditados por empresas independentes, conforme documentação que se encontra à disposição nos nossos escritórios.