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Agente de Sustentação Cosmoético: Reciclagem Intraconsciencial

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Academic year: 2021

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Relato

Agente de Sustentação Cosmoético: Reciclagem

Intraconsciencial

Cosmoethical Sustentation Agent: Intraconsciential Recycling

Consideraciones sobre Auto-Cosmoeticología, Auto-Conciencioterapia e Higiene Moral

Mara Denise Pizatto*

* Advogada. Voluntária da Associação Internacional para a Evolução da Consciência (ARACÊ). marapizatto@gmail.com

Relato recebido em: 10.01.2016.

Aprovado para publicação em: 13.03.2016.

I

NTRODUÇÃO

Nem sempre a consciência usa o trafor de forma cosmoética. Este texto relata as vivências da pesquisadora em sua vida profissional como advogada, quando fez uso de trafor e competências profissionais de for ma anticosmoética e a reconfiguração do uso do trafor, após eclosão de crise de crescimento, com vistas à re -composição da história pessoal e reestruturação pensênica, tendo a Cosmoética como elemento norteador do processo evolutivo.

O trabalho tem base nas observações e vivências da pesquisadora, na sua vida profissional como advo-gada. O texto apresenta o ciclo da reciclagem existencial vivenciada, após ter acessado à Conscienciologia, mais especificamente o Curso Autoconscientização Multidimensional (AMD), o curso de entrada da Associa-ção Internacional para EvoluAssocia-ção da Consciência (ARACÊ).

Por meio da autopesquisa a autora pôde constatar que, por muito tempo, agiu como um agente de susten-tação de mecanismos anticosmoéticos e percebeu que era através das pequenas ações antiéticas que retroali-mentava energeticamente tal mecanismo.

O relato foi disposto de modo a conduzir o leitor para perceber o crescendo do entendimento intracons-ciencial da autora, suas pesquisas, vivências ao longo da reciclagem intraconsintracons-ciencial (recin) e a criação de novas sinapses.

A apresentação está estruturada nas dez seções, expostas a seguir.

I. D

ESEMPENHO

P

ROFISSIONAL

E D

ESVIO

P

ROEXOLÓGICO

Fatos. Os fatos têm seu desenrolar na cidade de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul. Advogada, atuan-do na área empresarial, após vários anos de exercício profissional, teve sua competência reconhecida pelos seus pares e pelos empresários da região.

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Valores. A confiança nesses valores levava a pesquisadora a condutas não compatíveis com a dimensão ética, embora aceitas pela sociedade convencional, uma vez que a habilidade profissional da mesma residia na sua capacidade de manipulação dos fatos e na consequente apresentação da melhor solução aos clientes.

Resultados. As decisões nos tribunais começavam a ser conhecidas e, pelo modus operandi, traziam re-sultados positivos aos clientes. Eram decisões relacionadas aos crimes de sonegação fiscal.

Cúmplice. Algumas dessas decisões passam a incomodar a autora pois, mesmo a defesa sendo feita den-tro da legalidade, os atos defendidos e absolvidos não tinham amparo ético. A autora começa a se perceber como cúmplice dos clientes na retroalimentação de tais posturas.

II. A

DVERTÊNCIA

Simulação. Não obstante o incômodo, os atos continuaram, chegando ao ponto de, numa dada situação, ocorrer a simulação de processo – isso em Direito é chamado lide simulada. Tal ação é crime previsto no Código de Processo Civil e no Código Penal, além de ter implicação direta em processo disciplinar de ética profissional.

Ética. A pesquisadora, mesmo em conflito íntimo, justificava sua atitude sob a alegação de buscar o me -lhor para o cliente, independente dos meios. Ao ceder à prática de tal ato deparou-se com a instalação de pro-cesso de ética na Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Sul, a OAB/RS.

Crise. O poder e prestígio pessoal da autora estavam sendo testados, deixando-a confusa, sem conseguir pensar no que estava acontecendo. Tal situação gerou muito desconforto na pesquisadora, desencadeando a instalação de uma crise. Buscava, antes de tudo, preservar sua autoimagem. Estava em crise de ego.

Limite. Ao mesmo tempo em que a pesquisadora tinha clareza das suas ações, parecia buscar um limite para aquela situação. A aceitação dos fatos como eles são era a parte mais difícil da recin.

III. M

ASCARANDOA

S

ITUAÇÃO

Conflito. O conflito íntimo aumentava e a autora experimentava a dor moral. Tinha necessidade de bus-car algo que pudesse preservar a autoimagem de pessoa com prestígio e poder.

Fuga. Ao não fazer o autoenfrentamento necessário, a fuga dessa situação, ocorreu a ideia de ampliar o escritório de advocacia, visando sua manutenção profissional. Fez isso acrescentando uma área destinada a projetos financeiros e sociais para empresas. Associou-se a um especialista nessa área.

Autoimagem. A autoimagem foi reforçada; a autora estava na mídia, retoma a sua imagem de prestígio e de poder.

Escolha. Com o passar do tempo, observou que a escolha feita a conduziu a uma situação pior do que aquela que fora vivenciada anteriormente. Embora sem intenção, a autora estava envolvida em questões mais graves e que levariam a desdobramentos mais penosos que os anteriores.

Crise. A autora estava encantoada. Eclode aí a crise existencial.

IV. A

UTOCONSCIENTIZAÇÃO

M

ULTIDIMENSIONAL

AMD. Naquela época, 2008, já tinha completado o primeiro ano do curso Autoconscientização Multidi-mensional (AMD) e sabia que precisava agir diferente.

Conscientia, 20(2): 199-204, abr./jun., 2016

PIZATTO, Mara Denise. Agente de Sustentação Cosmoético: Reciclagem Intraconsciencial.

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ARACÊ. A autora teve seu primeiro contato com a Associação ARACÊ em 2007, quando foi levada ao curso AMD pelo então sócio. Naquele primeiro momento, já estava em crise emocional.

Autopesquisa. Ingressou com o curso já em andamento e tudo era bastante familiar. A autora teve opor-tunidade de estudar mais o comportamento humano e trabalhar a autopesquisa. Na dinâmica do curso, o pes-quisador é o agente e objeto de pesquisa.

Ressignificação. O curso possibilitou entendimento e visão nunca antes acessados; tudo começava a ter novo sentido e ser ressignificado. A crise, que existia no início, foi sendo esclarecida, a autora passou a ter outra visão de sua existência, em especial de sua profissão.

Divisor de águas. A autora tinha assistido aula intitulada Dinâmica da Aprendizagem Evolutiva II, que é conhecida como “aula da crise”, por demonstrar de forma detalhada o comportamento percorrido pela pessoa quando em crise de crescimento e a importância dessa na evolução pespessoal. Tal entendimento foi verda -deiro divisor de águas.

Teática. A cada mês, a autora recebia uma informação nova, a qual se tornava ferramenta de autopesqui -sa. A autora aplicou todos os conceitos e ferramentas na prática, vivenciando a teática.

Autoenfrentamento. Estava claro que precisava fazer o autoenfrentamento, corrigir a situação. Ao mes-mo tempo, sentia a necessidade de preservar a autoimagem. Naquele mes-momento, colocou-se na condição de vítima.

Procrastinar. Ao procrastinar o autoenfrentamento, a pesquisadora agravou em muito sua situação; pre-cisava fazer a virada.

V

.

R

ECICLAGEM

P

ENSÊNICA

Lucidez. Foi durante um jantar com uma profissional da área de consultoria, no momento em que estava relatando tudo o que tinha lhe acontecido, que, em um segundo de lucidez, percebeu claramente, a forma como a estava manipulando para que acreditasse na sua história e a visse como vítima.

Expansão Consciencial. Naquele momento teve uma expansão consciencial e, nesse rasgo de lucidez, percebeu, claramente, o que fazia. Envergonhou-se de sua postura.

Compreensão. Naquele instante tudo ficou claro e veio a compreensão dos fatos e parafatos até então vivenciados. Percebeu que usava suas competências de forma inadequada.

Guia Amaurótico. A autora percebeu que adotava a postura de guia amaurótico (vulgo guia-cego) como profissional, no momento que imagina saber o que é melhor para o cliente e usar de todos os meios disponí-veis para obter o resultado final.

Fissuras. Nesse momento, pôde perceber, claramente, a correlação entre as situações e que aquilo que alegava ser um erro pequeno (como pensava), na verdade, retroalimenta ações e posturas mais graves. Pe-quenas fissuras que retroalimentam grandes desvios.

CPC. Entendeu que a transformação na sua vida passava pela mudança de postura, pelo entendimento dos seus atos e pela formalização de um pacto interno de conduta pessoal. Iniciava, naquele instante, a cons -trução do Código Pessoal de Cosmoética (CPC) da pesquisadora. Chegara ao ponto de saturação íntima, não queria mais ser agente de sustentação daquele holopensene relacionado à simulação.

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VI. C

RIANDO

S

INAPSE

Agente de Sustentação. Ao refletir sobre o processo até então vivenciado, a autora compreendeu que durante muito tempo esteve na condição de Agente de Sustentação Anticosmoético. Tal conceito assemelha-se ao paraconstructo de Agente de Sustentação Pensênica cuja definição assemelha-segue:

Definologia. O agente de sustentação pensênica é a conscin, homem ou mulher, sustentá-culo energossomático, retroalimentador e potencializador de padrões pensênicos e holopen-sênicos hígidos ou patológicos, de modo consciente ou inconsciente, explícito ou implícito (STÉDILE, 2013).

Anticosmoética. Trazendo o conceito de Agente de Sustentação Pensênico para o caso em questão, a autora se portava como agente de sustentação energético, retroalimentando e potencializando padrões pensêni -cos relacionados à anti-cosmoética, tanto de forma inconsciente quanto consciente.

Sinapse. No momento em que entende a situação, rompe com a retroalimentação do padrão pensênico caracterizado pelo ato de fingir, simular; estava construindo uma nova sinapse.

VII. T

RAVESSIA

Reestruturação íntima. Estava claro que precisava mudar e isso era reforçado pela percepção de que havia uma tarefa assistencial a ser feita, a qual, ao promover a autoassistência, conduziria a uma reestrutura-ção íntima, desde a mudança das posturas e comportamentos até o plano de fazer a recomposireestrutura-ção dos rastros gerados pelas condutas passadas.

Dicotomia. Naquele momento, havia uma situação dicotômica – o mundo em que viveu e o mundo que passou a entender pelas análises e percepções provenientes de sua autopesquisa. Percebia que tinha uma tra-vessia a ser concluída.

Oscilar. Não era mais possível oscilar entre formas diferentes de manifestação e até antagônicas em al-guns casos.

Técnica. Para sair da oscilação, adotou uma técnica pessoal para aqueles momentos em que era envolvi-da pela vontade insistente de algum tipo de padrão ou sentimento, de vítima, por exemplo. Determinou que a “vontade” poderia permanecer por apenas três minutos. Nomeou tal procedimento de Técnica dos três mi-nutos e adotou para todos os padrões e sentimentos que ainda insistiam em permanecer no modelo antigo.

Diferenciação Pensênica. Ao proceder daquela forma, auxiliava na aplicação e prática de outra técnica - a técnica da Diferenciação Pensênica, paraconstructo com a seguinte definição:

A Diferenciação Pensênica é a técnica interdimensional de análise cotidiana dos pensenes, visando diferenciar autopensenes de heteropensenes nas contínuas inte-rações conscienciais multidimensionais entre conscins, consciexes e holopensenes (STÉDILE et al; 2012).

VIII. C

ÓDIGO

P

ESSOALDE

C

OSMOÉTICA

Inversão. Ao querer, sinceramente, mudar e não ser mais um agente de sustentação de ações anticosmo-éticas, intimamente, estava fazendo o primeiro artigo do próprio Código Pessoal de Cosmoética. A mudança

Conscientia, 20(2): 199-204, abr./jun., 2016

PIZATTO, Mara Denise. Agente de Sustentação Cosmoético: Reciclagem Intraconsciencial.

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aconteceu pela inversão do fluxo pensênico, ao entender os fatos e passar a ter muito clara a escolha feita. Ti -nha escolhido ser agente de sustentação cosmoético. Era mudar ou perder a existência. Mudou. Não suporta-ria ter todo o conhecimento e não fazer nada.

Reurbanização. Quando mudamos nossos pensenes, nosso mundo muda. Aquilo que até então poderia ser normal e aceitável não era mais possível ou admissível. É a reurbanização do holopensene pessoal. A au -tora fez a escolha por um mundo cosmoético.

IX. I

NTROJETANDO

N

OVA

P

OSTURA

Mudar. Nessa travessia, fazendo a reestruturação íntima, estava presente a vontade de mudar, atrelada ao sentimento crescente de autenticidade consciencial e uso do autodiscernimento cosmoético, condições que permitem combater a mínima ação antiética/ anticosmoética capaz de provocar uma megafissura de conduta.

Retroalimentação. As pequenas ações, algumas consideradas ingênuas, são, na verdade, instrumentos de retroalimentação das posturas e pensenes patológicos que antes praticava.

Atitudes. A compra de produtos sem procedência, em valor muito abaixo do preço de mercado, a postu-ra de pedir recibo com valor superior ao pago, locupletar-se com o erro dos outros sem fazer a correção, todas essas e outras posturas retroalimentam atitudes anticosmoéticas, as quais não têm mais espaço após a res -significação pensênica.

Acostamento. Foi nesse momento que a autora saiu do acostamento consciencial para ocupar seu lugar nesta existência.

Mascarada. A realidade não pode ser mascarada por muito tempo; assumi-la pode doer no início, mas depois é fonte de bem-estar.

X. A

UTORRECICLAGEM

E

VOLUTIVA

Voluntariado. O processo de reciclagem teve seguimento no Espírito Santo, quando a autora decidiu morar no Campus ARACÊ, em maio de 2011. A vivência na Conscienciologia e o desenvolvimento de vo-luntariado proativo possibilitou a aceleração da história pessoal e o processo de autoesclarecimento. A cada dia, as escolhas, agora mais lúcidas, vão se confirmando corretas e se mostrando cada vez mais presentes.

Tarefa. Por sua vez, a nova tarefa assistencial se confirma na atuação do uso das competências e trafores da autora, de forma cosmoética em todos os aspectos e papéis que desempenha, em especial na profissão.

Mudança. A mudança de postura teve início nas inter-relações com a equipe do escritório, onde com-preendeu sua função e procurou estar disponível, dar exemplo e entendê-los no seu modo de ser e agir para auxiliar na recin de cada um. Começava a potencializar o trafor da assistência.

C

ONSIDERAÇÕES

F

INAIS

Reestruturação. Depois dos fatos autoexperimentados, a autora entende que reestruturação pessoal não é algo fácil de explicar ou vivenciar, mas é simples. É como deixar de andar no acostamento e voltar para

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Reciclagem. Nesta reestruturação pessoal e continuada há uma reurbanização do holopensene pessoal, onde o autoenfrentamento sadio conduz à autossuperação, à reciclagem existencial (recéxis) e à recin.

Desconstrução. A reestruturação do holopensene pessoal consistiu numa desconstrução da própria cons-ciência. A desconstrução da Doutora do passado, o egocídio daquele padrão para reconstruir a profissional do presente.

Egocídio. O egocídio acontece quando há o entendimento e a superação das patologias e parapatologias, diretamente relacionadas com o egocentrismo.

Assistência. Na prática do egocídio, a conscin assume uma nova postura, a qual se caracteriza pela me-lhor percepção e conexão com a multidimensionalidade aumentando a disponibilidade e o link com a assis-tencialidade.

Autenticidade. Ao realizar o egocídio, gerou um mecanismo de reconstrução de posturas e valores ali-cerçados na Cosmoética e autenticidade consciencial, que reforçam a certeza íntima.

Sustentabilidade. A reciclagem dessa situação ainda tem seus desdobramentos, mas é possível perceber a importância das escolhas feitas e a sustentabilidade que isso provocou.

Transição. Na transição do paradigma convencional para o paradigma consciencial existe a tendência em relutar, o que se manifesta pela vitimização e culpa.

Autoassédio. O processo de vitimização é parte do autoassédio consistindo em forma de fortalecimento do ego, pois o foco é o reconhecimento da conscin como vítima indefesa.

Aceleração. As escolhas lúcidas nos conduzem às nossas reciclagens, porque, de uma forma ou de ou-tra, estamos mais disponíveis e abertos à multidimensionalidade. Nesse momento, experimentamos a acelera-ção de nossa história pessoal como um sincronismo matemático.

Aprendizado. No ciclo do aprendizado desta vivência fica o registro das etapas: Escolha–Reciclagem– Disponibilidade–Aceleração da história pessoal.

R

EFERÊNCIAS

1. Stédile, Eliane; Agente de Sustentação Pensênica; verbete; In: Vieira, Waldo (org.); Enciclopédia da Conscienciologia

Di-gital; 11.034 p.; glos. 2.498 termos (verbetes); 192 microbiografias; 147 tabs.; 191 verbetógrafos; 8ª Ed. DiDi-gital; Versão 8.00;

Associ-ação Internacional Editares & AssociAssoci-ação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2013.

2. Stédile, Eliane; et al; Diferenciação pensênica; Conscienciologia Aplicada; Revista; Ano 12; N 9; Edição Especial; Associ-ação Internacional para Evolução da Consciência (ARACÊ); 2012; páginas 4 a 21.

Conscientia, 20(2): 199-204, abr./jun., 2016

PIZATTO, Mara Denise. Agente de Sustentação Cosmoético: Reciclagem Intraconsciencial.

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