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Dados do IBOPE
Os planos de saúde foram apontados como o
terceiro maior desejo dos brasileiros, perdendo
apenas para os itens educação e casa própria. Em uma escala de 0 a 5, a nota média dada aos planos de saúde foi de 3,9.
Avaliação dos serviços prestados:
- 1.600 beneficiários entrevistados pelo Ibope Inteligência;
- 75% (1200) disseram estar "satisfeitos ou muito satisfeitos" com os serviços;
-18% (288) afirmaram estar "mais ou menos satisfeitos";
- 7% (112) disseram se sentir "pouco ou nada satisfeitos" quanto a seus planos ou seguro de saúde.
Os entrevistados apontaram atendimento
rápido e de qualidade, praticidade na
marcação de consultas e cobertura do plano
como principais motivos para a satisfação com o serviço.
Para 95% dos consultados, a posse de plano de saúde é essencial.
MERCADO DE PLANOS DE SAÚDE
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Dados do setor de Saúde Suplementar
De mar/14 a mar/15 (12 meses): + 2,1%, 1.057.222 novos beneficiários.
De dez/14 a mar/15 (3 meses): - 0,02%, 10.670 beneficiários a menos.
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Perfil do público: saúde suplementar
- Maioria do sexo feminino, média de 41 anos; - Maior qualificação econômica e cultural; - Maior participação formal no mercado de trabalho.
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Cortes no orçamento levam famílias a
optar por planos de saúde mais baratos
Cresce a busca por convênios coparticipativos e a busca por planos de menor custo.
A crise pode representar uma oportunidade, já que o Hospitalar oferece planos com preços mais
competitivos do que a concorrência.
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Mensalidades dos Planos de Saúde devem
ter aumento acima da inflação
Reajuste autorizado pela ANS vale para planos individuais e familiares.
As operadoras podem aumentar as
mensalidades em até 13,5%(inflação em 8,17%). Inflação desde 2006: 72,32% x Reajuste Planos: 118%.
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Segundo o IDEC (Instituto de Defesa do
Consumidor) este é o maior índice de correção aplicado aos contratos em 10 anos.
IDEC incentivando consumidores a entrar na justiça alegando reajuste abusivo.
IDEC pediu ao Governo que cancele a correção, pois ela obriga consumidores a migrar de plano ou procurar o SUS.
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ANS prorroga consulta pública para rol de
procedimentos e eventos em saúde
A proposta prevê:
- Inclusão de 11 procedimentos médicos, como terapias e exames, além da ampliação de
indicações para diagnóstico e tratamento de 16 síndromes genéticas;
- Aumento do número de sessões ou consultas com profissionais de saúde, como nutricionistas e fisioterapeutas.
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Todas as propostas recebidas na consulta pública serão analisadas pela ANS, que divulgará
relatório contendo os procedimentos acatados. A operadora que se negar a cumprir o que o rol estabelece, pagará multa de R$ 80 mil.
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Entidades médicas pedem inclusão de mais
procedimentos na lista de coberturas de
planos de saúde
As entidades médicas se frustraram ao ver vários pedidos de inclusão serem ignorados. Ao todo, a ANS recebeu 109 sugestões de novos tratamentos e selecionou só 34 - e apenas parte deles vai para consulta pública. A Sociedade Brasileira de Cardiologia, por exemplo, se organiza para fazer intervenções durante a consulta pública para tentar
convencer a agência a incluir na cobertura dos planos um tipo de tomografia capaz de estimar o risco de um paciente sofrer enfarte e outras doenças cardíacas no futuro.
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A Sociedade Brasileira de Urologia articula
abaixo-assinado para pedir a inclusão da prótese peniana inflável, indicada para homens com disfunção erétil grave, que não respondem aos medicamentos (estima que mais de 3 milhões de brasileiros necessitem da prótese).
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ANS abre consulta pública para
tratamentos paliativos à dor
Novos procedimentos que devem ser
incorporados aos tratamentos de pacientes oncológicos atendidos por empresas privadas. - A possibilidade de oferecer medicamentos para tratamentos homecare.
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- Cuidados paliativos para a dor.
“A maioria das medicações avançadas que não tem efeitos colaterais severos e melhoram muito a qualidade de vida dos pacientes não são oferecidas porque a legislação trata da dor neuropática, uma dor específica, e não a dor oncológica em geral.”
Christine Battistini, fundadora da International Myeloma Foundation (IMF)
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ANS abre consulta pública para melhorar
atendimento dos Planos de Saúde
Sugere que empresas de grande porte passem a oferecer atendimento telefônico ao
consumidor durante 24h, 7 dias por semana. As operadoras deverão fornecer, no início do atendimento, o número de protocolo da demanda assistencial e enviar este número ao cliente em no máximo 24h (via mensagem de SMS, e-mail ou ligação gravada).
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ANS também está estabelecendo prazo de até cinco dias úteis para que as operadoras
respondam aos beneficiários sobre a negativa para a realização de procedimentos ou serviços solicitados, informando detalhadamente o motivo e o dispositivo legal que o justifica.
MERCADO DE PLANOS DE SAÚDE
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Planos de Saúde tentam fazer clientela
deixar cigarro
A Amil (segunda maior operadora de saúde do País, com 4 milhões de beneficiários) investe
cerca de R$ 300 por paciente em um programa
com consultas individuais e em grupo e
monitoramento remoto.
- O valor é inferior à despesa que a operadora teria com o tratamento de um câncer de
pulmão, por exemplo, uma das principais
doenças associadas ao tabagismo. Um paciente com esse tipo de tumor custa ao plano entre R$
200 mil e R$ 400 mil.
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- Desde 2012, quando o programa foi criado, mais de 5 mil clientes da operadora aderiram ao programa, média de 130 adesões mensais. Atualmente, 400 pacientes procuram o serviço por mês.
- Um em cada três beneficiários que aderiram ao plano parou de fumar em um ano.
Na Bradesco Saúde, maior operadora do País, com quase 4,1 milhões de clientes, o programa
antitabagismo é oferecido às empresas. A
companhia interessada em oferecer o serviço aos funcionários paga R$ 3,6 mil por pessoa.
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ANS admite em ata que norma contra
cesárias foi feita de forma intempestiva
Afirmativa realizada durante reunião com representantes de entidades médicas.
"Foi necessário que a ANS tomasse medidas para atender a tais imposições do MP de forma intempestiva, não havendo um período de tempo suficiente para se colocar tais medidas em discussões com todos os atores do setor", diz a ata.
Diante das queixas, a ANS afirmou ser possível elaborar uma instrução normativa, com regras mais claras.
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A minuta da instrução normativa a que o jornal teve acesso determinava, por exemplo, que o partograma não seria de envio obrigatório às operadoras e que a carta à gestante deveria informar o direito da mulher de fazer a escolha da forma de parto.
Um dos artigos da instrução normativa tornaria mais flexível também as informações sobre os partos realizados pelo médico. Os dados sobre profissionais e hospitais seriam vinculados apenas aos partos e efetuados em uma
determinada operadora e não ao total de partos realizados pelos médicos ou estabelecimentos.
MERCADO DE PLANOS DE SAÚDE
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Alheios à crise, planos odontológicos crescem, mas enfrentam novos desafios
Segmento cresceu neste ano quase três vezes mais que o de planos de saúde.
Alcançou 21,4 milhões de beneficiários. Entre março de 2014 e março de 2015, o crescimento foi de 5,7%.
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ANS divulga novos dados sobre Operadoras de
Saúde
Dados Integrados da Qualidade Setorial, publicado pela ANS.
Objetivo é munir o consumidor de informações para decidir sobre qual operadora escolher, entre elas:
- O preço médio dos produtos oferecidos por cada operadora;
- Se a empresa teve comercialização de planos suspensa.
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- Sinistralidade / Relação entre a receita e a despesa da operadora;
- A nota obtida pelas operadoras no Programa de Qualificação (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar);
- Porcentual de adimplência ao Sistema Único de Saúde;
- Proporção de hospitais da rede da operadora que tem certificado de acreditação.