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CONSIDERAÇÕES ACERCA DAS CRÍTICAS APRESENTADAS AO DOCUMENTO DAS 8 HORAS / AULA

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Academic year: 2021

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CONSIDERAÇÕES ACERCA DAS CRÍTICAS APRESENTADAS AO DOCUMENTO DAS 8 HORAS / AULA

Todos os documentos encaminhados pelas Unidades Universitárias foram analisados e apontadas as observações neles constantes. Estas foram arroladas em 29 asserções, distribuídas na “Matriz das Críticas...”, anexa. Essas asserções foram reduzidas a 10 (dez) categorias amplas, que passamos a considerar. Para cada categoria, levaremos em conta o que está exposto no documento aprovado pelo CEPE e a intenção a ele subjacente. Levamos em conta, também, a argumentação das U. U. e apresentamos nossa sugestão no que concerne à aceitação ou não do proposto.

1. O Ensino não se restringe à sala de aula.

Esta categoria abrange as argumentações provenientes, em quase sua totalidade, de Assis. Expõe o entendimento de que o ensino transcende à atividade de aula, tal como considerada no documento aprovado pelo CEPE.

Esse é, também, o entendimento da comissão que estudou o assunto. Entende que a profissão professor universitário exige que o trabalhador efetue ações de ensino, de pesquisa, de extensão e de gestão universitária, de maneira mais ou menos abrangente, conforme o contrato de trabalho. Parte do pressuposto que toda a atividade fim efetuada na universidade tem uma meta pedagógica. Por exemplo, ao fazer-se pesquisa, é importante que se entenda como se pesquisa para que se forme o pesquisador. E assim ocorre também com outras atividades.

É por isso que a UNESP não contrata o docente por hora/aula dada, mas por um tempo superior ao dedicado às aulas. Há três modalidades de contrato: RDIDP, 40 horas de trabalho semanal, RTC, 24 horas de trabalho semanal e RTP, 12 horas de trabalho semanal. O artigo 57 da LDB diz que o

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professor deverá dar 8 horas/aula semanais no mínimo e não menciona o regime de trabalho.

Entendem o CEPE, a Comissão Permanente de Regime de Trabalho, a Comissão de Contratação de Docentes e os dirigentes da atual gestão que os contratados em RDIDP (mais de 90% dos docentes da Universidade) devem dar 8 h/a por semana, em média, no mínimo, distribuídas nos dois semestres. E, também, dedicarem-se à pesquisa, à extensão e às atividades de gestão universitária; que os docentes contratados por 24 horas devem dar 8 h/a por semana, em média, no mínimo, distribuídas nos dois semestres, fazerem pesquisa e extensão; os contratados por 12 horas apenas devem se dedicar às 8 horas/aula.

As críticas apresentadas ao conceito de aula afirmam que ela deva incluir pesquisa. Nem a comissão entende de outro modo. Mas a pesquisa é absorvida pela aula enquanto conteúdo, lógica e metodologia. Embora a aula nutra a pesquisa e vice-versa, a pesquisa diferencia-se da aula enquanto trabalho de investigação dirigida a um tema específico, a levantamento de dados, respectivas análises, interpretações e redação.

A unidade de Jaboticabal afirma que a caracterização de aula como uma prática obrigatoriamente coletiva não é adequada. Argumenta que “partindo do princípio que para todo aprendizado deve-se escolher um método de ensino, e que nem sempre este método será efetivo no sentido de atingir todos os membros da coletividade, há necessidade, dependendo das características do conhecimento a ser transmitido, que se considere as peculiaridades inerentes a cada indivíduo, não destacando-se desta forma, uma relação de ensino no contexto de prática individual”.

Essa argumentação, em um limite extremo, levaria à prática de que cada aluno deveria ter um professor. Seguindo esse raciocínio e considerando o desenvolvimento da ciência e respectivas especialidades, teríamos que cada aluno deveria ter tantos professores quantas disciplinas constantes do seu currículo.

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Além dessa argumentação, que indica uma situação institucional no mínimo estranha, de um ponto de vista pedagógico, conforme estudos atuais pautados na questão da formação do EU a partir do Outro ( seguindo-se Lacan, Piaget, Foucault, George Hebert Mead, Althusser, etc) em que a argumentação falada assume destaque, é contestável que aulas individuais sejam melhores do que as coletivas.

O Instituto de Química de Araraquara solicita que seja computado para cada docente responsável pela disciplina Iniciação à Pesquisa Científica, com 24 créditos, 360 horas, duas horas semanais. É importante considerar que esse total de créditos exige três períodos semanais de 4 horas cada. É um tempo consideravelmente extenso para o debate das questões filosóficas, científicas e metodológicas da ciência. O trabalho desenvolvido pelo aluno e orientado pelo professor caracteriza-se como orientação de iniciação científica.

Algumas Unidades (Assis, Jaboticabal e IGCE - Rio Claro) argumentam que a orientação de trabalhos científicos de alunos da Graduação ou da Pós-Graduação (Iniciação Científica, Monografias de curso de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado) deva ser computada como aula.

Entende a comissão que esse trabalho é pedagógico e de pesquisa, sendo considerado o tempo a ele despendido como parte do contrato de trabalho.

A Faculdade de Farmácia, Araraquara, considera que o docente contratado em RTC deva se encarregar também de atividades de gestão junto ao Departamento. Entende, a comissão, que essa seria uma obrigação que sobrecarregaria o docente, uma vez que as 24 horas determinadas no contrato devem contemplar exclusivamente as atividades fins.

Concluindo:

A comissão considera: a) que o posto no documento não deve ser alterado; b) que os contratos de trabalho devem ficar explícitos; c) que haja um esforço de todos os dirigentes (diretores, chefes de Departamento, colegiados centrais, pró-reitores, reitor, vice-reitor e, principalmente a CPRT) para criar uma cultura onde o contrato de trabalho seja valorizado e determinante das atribuições

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de tarefas, de recontratação, de novas contratações e avaliação do docente, do departamento e da Unidade.

2. Carga horária semanal de 8 horas/aula por dois semestres.

As Unidades de Assis, Farmácia-Araraquara, FCA/Botucatu, FAAC-Bauru e IGCE-Rio Claro e Jaboticabal, argumentam que a distribuição dessas aulas não deva ser por semana, mas em termos de média anual.

A comissão entende que é possível contar-se em média anual as 8 horas/aula. Casos de afastamentos são tratados por legislação pertinente e sempre cabe à congregação e ao seu presidente, conforme exposto nos pressupostos, item 3, do Documento do CEPE, a responsabilidade de decidir para casos considerados excepcionais.

A Unidade de Jaboticabal propõe que a média de 8 horas/aula seja computada ao Departamento e não ao docente, justificando que desse modo, atribui-se a esse órgão a responsabilidade de desenvolver o seu projeto pedagógico. O projeto do Departamento, não é o Pedagógico. Este é de competência do curso. O Departamento deve ser responsável pelo seu projeto de trabalho, envolvendo ensino, pesquisa, extensão e gestão universitária.

Além disso, a LDB, em seu artigo 57 determina que “nas instituições públicas e de educação superior, o professor ficará obrigado ao mínimo de oito horas semanais de aula”, não mencionando qualquer órgão.

Concluindo:

A comissão entende que a redação do item 3.4 deva ser:

“A carga semanal mínima de 8 horas/aula deve se cumprida, em média anual. Exceções a essa regra, ficarão sob a responsabilidade da Congregação e do Diretor da Unidade”.

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3. Limitação do número de optativas.

O IGCE-Rio Claro argumenta que o documento aprovado pelo CEPE restringe a possibilidade de ser oferecido ao aluno um leque de optativas, recurso considerado importante em relação à especialização e ao avanço do conhecimento, prioritariamente no campo das ciências geológicas.

Note-se que, no documento, para cada optativa, podem ser oferecidas até 3, respeitando-se o número mínimo de 5 (cinco) alunos regulares matriculados. Assim, se na grade curricular houver lugar para 4 optativas, poderão ser oferecidas até 12 para serem escolhidas.

Tomando-se como exemplo o curso de geologia que oferece 30 vagas e tem um alto índice de evasão, em torno de 50 %, e considerando-se que as optativas são oferecidas nos dois últimos anos, encontrar-se-ão turmas com, no máximo, 20 alunos. Estes, divididos por três, no caso das optativas, constituiriam classes com reduzido número de alunos.

A comissão entende que a relação de até 3 para 1 optativa é boa. Caso haja curso que considere importante ampliar o espaço para as optativas, em virtude de suas especificidades, deve aumentar a oferta na própria grade-curricular.

A Unidade de Assis pondera que a limitação à moda da definição da comissão, ou seja, no máximo 3 ofertas para 1 optativa, inviabilizará o cumprimento das 8 horas/aula. A comissão não entende essa argumentação, uma vez que toda aula ministrada, em cursos regulares de graduação ou de pós-graduação, especialização, aperfeiçoamento e extensão, observando a resolução específica, pode ser computada. Assim, o que ocorrerá na UNESP será uma ampliação de oferecimento de cursos , conforme a disponibilidade dos professores contratados.

A Farmácia de Araraquara sugere que a oferta de optativas deverá ser 30% a mais do que o número de créditos constante da grade curricular. A comissão entende que essa proposta restringe em demasia.

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A comissão entende que a oferta de disciplinas optativas deva ser mantida como está explícito no documento aprovado pelo CEPE.

4. Dificuldade de aplicação imediata das propostas contidas no documento e necessidade de estabelecimento de disposições transitórias.

Tais propostas foram provenientes da FCL-Assis e do IGCE-Rio Claro. A Comissão está ciente de que as U. U. obedecerão as propostas contidas no documento na medida das possibilidades. Tanto assim que não propôs qualquer sanção ou medida prescritiva para os eventuais casos de não cumprimento das referidas propostas. Entretanto, o disposto no documento servirá para orientar os órgãos superiores da UNESP no que diz respeito às decisões relativas à contratação e outras decisões acadêmicas ou administrativas.

Concluindo:

A Comissão propõe nova redação para o item 3.1, na seguinte conformidade “compete a Congregação da Unidade Universitária fazer cumprir o dispositivo da Lei de Diretrizes e Bases que obriga o professor ao mínimo de oito horas-aula semanais. Para isso ela deverá contar com a atuação dos colegiados da Unidade (Conselhos de Curso, Conselhos de Departamento, Comissão de Ensino). Atendidas as orientações gerais aprovadas pelo CEPE, caberá à Congregação fazer cumprir o dispositivo em questão de acordo com as necessidades e especificidades da Unidade, estabelecendo as necessárias disposições transitórias, mediante justificativa, para o efetivo cumprimento desta regulamentação”.

5. Estágios.

Os estágios não foram conceituados no documento porque se julgou que tal conceituação já era matéria de consenso. Tanto é assim que a Resolução UNESP 36/96 deixa claro que os estágios contemplam a prática profissional

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pertinente a cada profissão, estabelecendo em seu artigo 1º que seu objetivo é “articular a formação ministrada no curso com a prática profissional respectiva, de modo a completar a formação do aluno e qualificá-lo para o desempenho competente e ético das tarefas específicas de sua profissão.”

Assim, no entender da comissão, os estágios não se confundem com aulas, embora a sua supervisão possa ser computada em termos de trabalho docente. Não julgou, entretanto, pertinente considerá-los em termos equivalentes às horas-aula, de um lado porque não é assim que vem sendo feito, de outro porque aquilo implicaria a contratação de um grande número de docentes e, principalmente, porque a supervisão de estágio de fato não se confunde com a ministração de aula, da forma como o documento a conceituou. Assim a Comissão buscou critérios que lhe permitissem a contagem das atividades de estágio, com base na prática atualmente vigente nos vários cursos, conforme informações constantes das planilhas preenchidas pelas U. U. e encaminhadas à Reitoria.

Quanto à reivindicação de contagem integral do estágio de Prática de Ensino, lembre-se que a Comissão propôs para o estágio propriamente dito, a contagem do percentual de 10%, elevado a 20%, no CEPE. Com este último percentual, um professor encarregado de uma única disciplina de Prática de Ensino, no Diurno e Noturno, estaria cumprindo a totalidade de sua carga mínima de 8 horas/aula por semana, distribuídas nos dois semestres, apenas com essas turmas (ou seja, 240 horas anuais, sendo 150 com aulas teóricas e 90 referentes a 20% de 450 horas de supervisão de estágio). Aliás, isto é o que vem geralmente acontecendo na maior parte das Unidades da UNESP. Modificar essa forma de contagem implicaria praticamente duplicar o número de docentes.

Quanto à proposta de contagem dos estágios de acordo com o modo de funcionamento de cada curso específico, feita pela FFC-Marília, ficando os critérios a cargo das U. U., a Comissão entende que isso implicaria deixar toda a problemática da contagem do mínimo de 8 horas/aula para as U. U., deixando a Congregação sem padrões referenciais para a avaliação da atribuição de aulas e a reitoria sem padrões para a contratação de docentes.

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É importante lembrar que o trabalho da prática de ensino, conforme Informação-PROGRAD 54/97 deverá ser coordenado pelo professor da disciplina Prática de Ensino e as atividades desenvolvidas poderão ficar ao encargo também de outros professores de conteúdo específico ou pedagógico.

A Unidade de Jaboticabal propõe que sejam computadas horas/aulas a qualquer estágio supervisionado, obrigatório ou não.

A Comissão lembra que Estágio não obrigatório é um trabalho de aprimoramento profissional, podendo ser tido como extensão ou pesquisa, e que os obrigatórios estão sendo computados, tendo em vista a atribuição de créditos e a necessidade do cumprimento dessa atividade por parte do aluno para a obtenção do diploma.

Concluindo:

Entende a Comissão que:

1) a redação sobre a contagem de estágio deve ser mantida.

2) a forma de cômputo dos estágios em termos do mínimo de 8 horas/aula semanais não deve ser alterada, sob pena de se ampliar, de muito, o número de docentes necessários para essa supervisão e de se alterarem os padrões tradicionalmente seguidos nas U. U. da UNESP.

3) o item 4.1, seja revisto pelo CEPE, visando voltar à proposta anterior da Comissão qual seja: “nos casos em que dois ou mais professores partilharem o mesmo assunto prático deve-se computar, para cada docente, 50% de carga horária da disciplina, a critério do Conselho de Curso, dos Conselhos de Departamento, das Congregações e da direção das U. U.” Com isso estabelecem-se padrões estabelecem-semelhantes àqueles previstos no item anterior (aulas teóricas) e no que se refere à questão dos estágios de supervisão presencial.

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6.Carga horária mínima não leva em consideração o número de alunos por turma.

A comissão levou em consideração o número de alunos por turma, na medida em que previu o desdobramento de turmas e as condições para que ele se realizasse. Entretanto, estabelecido o tamanho da turma, de acordo com as especificidades de cada Unidade e de cada curso, o número de alunos realmente não foi considerado para a contagem do número de aulas.

Concluindo:

A Comissão entende que o padrão estabelecido deve ser mantido.

7. Desdobramento de Turmas.

7.1. a Faculdade de Farmácia de Araraquara critica o documento por ter estabelecido a exigência de 1/3 a mais do que o padrão fixado pela SESU/MEC para o limite de alunos necessário ao desdobramento.

Realmente, a Comissão estabeleceu exigências mais rígidas do que a SESU/MEC, tendo em vista a possibilidade de evasão e as condições orçamentárias da UNESP.

7.2. A Faculdade de Farmácia de Araraquara propõe a alteração no item 4.4.4, de modo que o desdobramento seja sempre permitido, de conformidade com a natureza específica da atividade a ser desenvolvida, e não apenas no caso dos cursos de artes. Proposta semelhante é feita pelo IGCE-Rio Claro, para disciplinas de campo do Curso de Geologia.

Concluindo:

A Comissão entende que a proposta é muito generalizante, possibilitando novos desdobramentos, até hoje não realizados - conforme atestam as informações contidas nas planilhas fornecidas pelas Unidades – e, consequentemente, a necessidade de ampliação dos docentes. Entende,

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ademais, que o desdobramento das turmas não deverá ser excessivo, levando à pulverização das classes e à caracterização das aulas como “particulares” (relação 1 professor / 1 ou 2 alunos).

8. Exigência do cômputo mínimo de 4 horas/aula na graduação.

FCA-Botucatu afirma que a exigência da carga mínima de 4 horas/aula na graduação acarretará discriminação entre Graduação e Pós-Graduação.

Entretanto, há que se considerar que a quantidade de alunos, de disciplinas e a sistematicidade de oferecimento das disciplinas diferem entre ambos os cursos.

A prática dos Programas de Pós-Graduação mostra que o comum é o oferecimento bianual de disciplinas e que os professores se revezam no oferecimento das mesmas. Desse modo, a organização do trabalho do docente, poderá contemplar ambos os níveis de ensino e, também, outras modalidades.

A dedicação à Pós-Graduação é exercida prioritariamente por meio da pesquisa.

Concluindo:

A Comissão mantém a redação. 9. Horas-aula atribuídas ao Tutor PET.

Considerando as normas da CAPES, para o Programa PET e o trabalho sistemático efetuado pelo tutor com um grupo de alunos bolsistas PET, que contempla elaboração de projeto de formação profissional e de cidadania do aluno, orientação de seminários, acompanhamento do desenvolvimento do grupo, etc, a comissão considerou pertinente atribuir ao tutor PET duas horas semanais de aula, a serem incluídas no cômputo das 8 horas/aula.

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A Unidade de Marília pondera que se deva atribuir a cada docente, para efeito cômputo das 8 horas aula, o total de créditos da disciplina da Pós-Graduação e não as aulas efetivamente ministradas.

Essa questão remete à discussão do exposto na categoria 1, ao se argumentar a respeito de atividade pedagógica, ensino e aula.

Concluindo:

A comissão mantém a redação do documento.

11. Questões de Redação

11.1. Proposto: substituir “aulas” por “horas” nos casos de mutirão (item 4.1 do Documento), proposta da Farmácia-Araraquara. A Comissão entende que a proposta não esclarece e não altera o texto originalmente apresentado.

11.2. Item 6 – A Redistribuição de cargas horárias entre os docentes deverá ser feita observando-se a área de formação específica – proposta da Farmácia-Araraquara. A Comissão entende que a proposta poderia ser aceita nos seguintes termos: “como somente as aulas efetivamente ministradas serão computadas no mínimo de 8 horas/aula, após a efetivação das matrículas dos alunos deverá haver redistribuição de cargas horárias entre os docentes – para se evitar o tempo ocioso destes nos casos em que suas disciplinas não tenham sido contempladas com inscrições de matrículas de alunos – observando-se a área de formação do docente.

12. Mínimo de 8 horas/aula no contexto do contrato de trabalho.

A Unidade de Jaboticabal manifestou estranheza, por ser comprometedor em seus pressupostos , atribuir-se a mesma quantidade de 8 horas/aula para os docentes que mantém diferentes contratos de trabalho – RDIDP, RTC e RTP. Estranham a diferença entre o tempo destinado à aula e

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respectiva preparação atribuído a pessoas que trabalham 40, 24 ou 12 horas. Entretanto a legislação não faz diferença quanto a esse aspecto e o trabalho acordado nos diferentes contratos é de natureza diversa. Para 40 horas: ensino, pesquisa, extensão e gestão universitária; para 24, ensino, pesquisa, extensão; para 12, ensino.

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