TREINAMENTO MIKROTIK
CERTIFICAÇÃO – MTCNA
Produzido por: MKT Solutions www.mktsolutions.net.br
AGENDA
Treinamento diário das 09:00hs às 17:00hs
Coffe break as 10:30hs e as 15:00hs
Almoço as 13:00hs – 1 hora de duração
A
LGUMAS REGRAS IMPORTANTESPor ser um curso oficial, o mesmo não poderá ser filmado ou gravado
Procure deixar seu aparelho celular desligado ou em modo silencioso
silencioso
Durante as explanações evite as conversas paralelas. Elas serão mais apropriadas nos laboratórios
Desabilite qualquer interface wireless ou dispositivo 3G
A
LGUMAS REGRAS IMPORTANTESPerguntas são sempre bem vindas. Muitas vezes a sua dúvida é a dúvida de todos.
O acesso a internet será disponibilizado para efeito O acesso a internet será disponibilizado para efeito
didático dos laboratórios. Portanto evite o uso inapropriado.
O certificado de participação somente será concedido a quem obtiver presença igual ou superior a 75%.
A
PRESENTE-
SE A TURMADiga seu nome; Sua empresa;
Seu conhecimento sobre o RouterOS; Seu conhecimento com redes;
Seu conhecimento com redes; O que você espera do curso;
Lembre-se de seu número: XY
O
BJETIVOS DO CURSOProver um visão geral sobre o Mikrotik RouterOS e as RouterBoards.
Mostrar de um modo geral todas ferramentas que o Mostrar de um modo geral todas ferramentas que o
Mikrotik RouterOS dispõe para prover boas soluções.
O
NDE ESTÁ AM
IKROTIK?
R
OUTERB
OARDSSão hardwares criados pela Mikrotik;
Atualmente existe uma grande variedade de RouterBoards.
M
IKROTIKR
OUTEROS
RouterOS é o sistema operacional das RouterBoards e que pode ser configurado como:
Um roteador dedicado Controlador de banda Firewall
Firewall
Gerenciador de usuários
Dispositivo QoS personalizado
Qualquer dispositivo wirless 802.11a/b/g/n
Além das RouterBoards ele também pode ser
I
NSTALAÇÃO DOR
OUTEROS
O Mikrotik RouterOS pode ser instalado a partir de:
CD ISO bootável – imagem CD ISO bootável – imagem
Via rede com utilitário Netinstall
O
NDE OBTER OM
IKROTIKR
OUTEROS
Para obter os últimos pacotes do Mikrotik RouterOS basta acessar: http://www.mikrotik.com/download.html
Lá você poderá baixar as imagens “.iso” Lá você poderá baixar as imagens “.iso”
Os pacotes combinados
E os pacotes individuais
I
NSTALANDO PELOCD
Inicie o PC com o modo boot pelo CD
P
ACOTES DOR
OUTEROS
System: Pacote principal contendo os serviços básiscos e drivers. A rigor é o
único que é obrigatório
PPP: Suporte a serviços PPP como PPPoE, L2TP, PPTP, etc.. DHCP: Cliente e Servidor DHCP
Advanced-tools: Ferramentas de diagnóstico, netwatch e outros ultilitários Arlan: Suporte a uma antiga placa Aironet – antiga arlan
Arlan: Suporte a uma antiga placa Aironet – antiga arlan
Calea: Pacote para vigilância de conexões (Exigido somente nos EUA) GPS: Suporte a GPS ( tempo e posição )
HotSpot: Suporte a HotSpot
ISDN: Suporte as antigas conexões ISDN LCD: Suporte a display LCD
NTP: Servidor de horário oficial mundial
P
ACOTES DOR
OUTEROS
Radiolan: Suporte a placa RadioLan
RouterBoard: Utilitário para RouterBoards
Routing: Suporte a roteamento dinâmico tipo RIP, OSPF, BGP RSTP-BRIGE-TEST: Protocolo RSTP
Security: Suporte a ssh, IPSec e conexão segura do winbox
Synchronous: suporte a placas síncronas Moxa, Cyclades PC300, etc...
Synchronous: suporte a placas síncronas Moxa, Cyclades PC300, etc... Telephony: Pacote de suporte a telefônia – protocolo h.323
UPS: Suporte as no-breaks APC
User-Manager: Serviço de autenticação User-Manager Web-Proxy: Serviço Web-Proxy
Wireless: Suporte a placas Atheros e PrismII
I
NSTALANDO PELOCD
Pode-se selecionar os pacotes desejados usando a barra de espaços ou “a”
para todos. Em seguida pressione “i” para instalar os pacotes selecionados. Caso haja configurações pode-se mantê-las pressionando “y”.
I
NSTALAÇÃO COMN
ETINSTALLPode ser instalado em PC que boota via
rede(configurar na BIOS)
Pode ser baixado também em:
http://www.mikrotik.com/download.html http://www.mikrotik.com/download.html
O netinstall é um excelente recurso para reinstalar
em routerboards quando o sistema foi danificado ou quando se perde a senha do equipamento.
I
NSTALAÇÃO COMN
ETINSTALLPara se instalar em uma RouterBoard, inicialmente temos que entrar via serial, com cabo null modem e os seguintes parametros:
Velocidade: 115.200 bps Velocidade: 115.200 bps Bits de dados: 8
Bits de parada: 1
Controle de fluxo: hardware
I
NSTALAÇÃO COMN
ETINSTALLAtribuir um IP para o Net
Booting na mesma faixa da placa de rede da máquina
Coloque na máquina os
pacotes a serem instalados pacotes a serem instalados
Bootar e selecionar os
pacotes a serem instalados
P
RIMEIRO ACESSOO processo de instalação não configura IP no
Mikrotik. Portanto o primeiro acesso pode ser feito das seguintes maneiras:
Direto no console (em pcs)
19
Via terminal
Via telnet de MAC, através de outro
Mikrotik ou sistema que suporte telnet de MAC e esteja no mesmo barramento físico de rede
C
ONECTANDO....
20
Winbox
Cabo
Ethernet
C
ONSOLE NOM
IKROTIKAtravés do console do Mikrotik é possível acessar todas
configurações do sistema de forma hierárquica conforme os exemplos abaixo:
Acessando o menu “interface”
[admin@MikroTik] > interface
[admin@MikroTik] interface > ethernet [admin@MikroTik] interface > ethernet Para retornar ao nível anterior basta digitar .. [admin@MikroTik] interface ethernet> .. [admin@MikroTik] interface >
Para voltar ao raiz digite /
[admin@MikroTik] interface ethernet> / [admin@MikroTik] >
C
ONSOLE NOM
IKROTIK? Mostra um help para o diretório em que se esteja
? Após um comando incompleto mostra as opções disponíveis para o comando
Comandos podem ser completados com a tecla TAB
Havendo mais de uma opção para o já digitado, pressione TAB 2 vezes para mostrar as opções
C
ONSOLE NOM
IKROTIKComando PRINT mostra informações de configuração:
C
ONSOLE NOM
IKROTIKÉ possível monitorar o status das interfaces com o seguinte comando:
[guilherme@MKT] > interface wireless monitor wlan1 status: running-ap band: 5ghz frequency: 5765MHz noise-floor: -112dBm noise-floor: -112dBm overall-tx-ccq: 93% registered-clients: 8 authenticated-clients: 8 current-ack-timeout: 33 nstreme: no current-tx-powers: 6Mbps:21(21/21),9Mbps:21(21/21),12Mbps:21(21/21),18Mbps:21(21/21) 24Mbps:21(21/21),36Mbps:20(20/20),48Mbps:19(19/19),54Mbps:18(18/18) 24
C
ONSOLE NOM
IKROTIKComandos para manipular regras
add, set, remove: adiciona, muda e remove regras; disabled: desabilita regra sem deletar;
move: move a regra cuja a ordem influência. Comando Export
Comando Export
Exporta todas as configurações do diretoria acima; Pode ser copiado e colado em um editor de textos; Pode ser exportado para arquivo.
Comando Import
Importa um arquivo de configuração criado pelo comando
WINBOX
Winbox é o utilitário para administração do Mikrotik em modo
gráfico. Funciona em Windows. Para funcionar no Linux é
necessário a instalação do emulador Wine. A comunicação é feita pela porta TCP 8291 e caso você habilite a opção “Secure Mode” a comunicação será criptografada.
26
Para baixar o winbox acesse o link:
A
CESSANDO PELOWINBOX
É possível acessar o Mikrotik inicialmente sem endereço IP,
através do MAC da interface do dispositivo que está no mesmo barramento físico que o usuário. Para isso basta clicar nos 3 pontos e selecione o MAC que aparecerá.
C
ONFIGURAÇÃO EMM
ODOS
EGUROO Mikrotik permite o acesso ao sistema através do “modo
seguro”. Este modo permite desfazer as configurações
modificadas caso a sessão seja perdida de forma automática. Para habilitar o modo seguro pressione “CTRL+X”.
C
ONFIGURAÇÃO EMM
ODOS
EGUROSe um usuário entra em modo seguro, quando já há um nesse
modo, a seguinte mensagem será dada:
“Hijacking Safe Mode from someone – unroll/release/dont take it [u/r/d]
u – desfaz todas as configurações anteriores feitas em modo seguro e põe a presente sessão em modo seguro
seguro e põe a presente sessão em modo seguro d – deixa tudo como está
r – mantém as configurações no modo seguro e põe a sessão em modo seguro. O outro usuário receberá a seguinte
mensagem:
“Safe Mode Released by another user”
C
ONFIGURAÇÃO EMM
ODOS
EGUROTodas configurações são desfeitas caso você perca comunicação
com o roteador, o terminal seja fechado clicando no “x” ou pressionando CTRL+D.
Configurações realizadas em modo seguro são marcadas com
uma Flag “F”, até que sejam aplicadas
É possível visualizar o histórico de modificações através do
menu: /system history print
Obs.: O número máximo de registros em modo seguro é de 100.
M
ANUTENÇÃO DOM
IKROTIKAtualização
Gerenciando pacotes
Backup
Informações sobre licenciamento
A
TUALIZAÇÕESAs atualizações podem ser feitas
a partir de um conjunto de pacotes combinados ou
individuais.
Os arquivo tem extensão .npk e
Os arquivo tem extensão .npk e
para atualizar a versão basta fazer o upload para o diretório raiz e efetuar um reboot.
O upload pode ser feito por FTP
ou copiando e colando pelo
P
ACOTESAdicionar novas funcionalidades podem ser feitas através de alguns pacotes que não fazem parte do conjunto padrão de pacotes combinado.
Esses arquivos também possuem extensão .npk e para instalá-los basta fazer o upload para o Mikrotik e
instalá-los basta fazer o upload para o Mikrotik e efetuar um reboot do sistema.
Alguns pacotes como “User Manager” e “Multicast” são exemplos de pacotes adicionais que não fazem parte do pacote padrão.
P
ACOTESAlguns pacotes podem ser habilitados e desabilitados conforme sua necessidade.
Pacote desabilitado
Pacote marcado para ser desabilitado
34
ser desabilitado
Pacote marcado para ser habilitado
B
ACKUPPara efetuar o backup basta ir em Files e clicar no botão “Backup”.
35
Para restaurar o backup basta selecionar o arquivo e clicar em “Restore”.
Este tipo de backup pode causar problemas de MAC caso seja restaurado em outro hardware. Para efetuar um backup por partes use o comando “export”.
L
ICENCIAMENTOA chave é gerada sobre
um software-id
fornecido pelo sistema.
A licença fica vinculada
ao HD ou Flash e/ou ao HD ou Flash e/ou placa mãe. A formatação com outras ferramentas muda o software-id causa a perda da licença. 36
D
ÚVIDAS???
N
IVELAMENTO DE CONHECIMENTOSTCP/IP
M
ODELOOSI – O
PENS
YSTEMI
NTERCONNECTIONCAMADA 7 – Aplicação: Comunicação com os programas. SNMP e TELNET. CAMADA 6 – Apresentação: Camada de tradução. Compressão e criptografia CAMADA 5 – Sessão: Estabelecimento das sessões TCP.
39
CAMADA 4 – Transporte: Controle de fluxo, ordenação dos pacotes e correção de erros
CAMADA 3 – Rede: Associa endereço físico ao endereço lógico
CAMADA 2 – Enlace: Endereçamento físico. Detecta e corrige erros da camada 1 CAMADA 1 – Física: Bits de dados
C
AMADAI – C
AMADAF
ÍSICAA camada física define as características técnicas dos dispositivos elétricos.
É nesse nível que são definidas as especificações de cabeamento estruturado, fibras ópticas, etc... No caso cabeamento estruturado, fibras ópticas, etc... No caso da wireless é a camada I que define as modulações, frequências e largura de banda das portadores.
C
AMADAII - E
NLACECamada responsável pelo endereçamento físico, controle de acesso ao meio e correções de erros da camada I.
Endereçamento físico se faz pelos endereços MAC Endereçamento físico se faz pelos endereços MAC
(Controle de Acesso ao Meio) que são únicos no mundo e que são atribuídos aos dispositivos de rede.
Ethernets e PPP são exemplos de dispositivos que trabalham em camada II.
E
NDEREÇOMAC
É o único endereço físico de um dispositivo de rede
É usado para comunicação com a rede local
Exemplo de endereço MAC: 00:0C:42:00:00:00
C
AMADAIII - R
EDEResponsável pelo endereçamento lógico dos pacotes.
Transforma endereços lógicos(endereços IPs) em endereços físicos de rede.
Determina que rota os pacotes irão seguir para atingir o destino baseado em fatores tais como condições de tráfego de rede e prioridade.
E
NDEREÇOIP
É o endereço lógico de um dispositivo de rede
É usado para comunicação entre redes
Exemplo de endereço ip: 200.200.0.1
S
UBR
EDEÉ uma faixa de endereços IP que divide as redes em segmentos
Exemplo de sub rede: 255.255.255.0 ou /24
O endereço de REDE é o primeiro IP da sub rede
O endereço de BROADCAST é o último IP da sub rede O endereço de BROADCAST é o último IP da sub rede
Esses endereços são reservados e não podem ser usados
45
End. IP/Máscara End. de Rede End. Broadcast
192.168.0.1/24 192.168.0.0 192.168.0.255 192.168.0.1/25 192.168.0.0 192.168.0.127 192.168.0.1/26 192.168.0.0 192.168.0.63 192.168.0.200/26 192.168.0.192 192.168.0.255
E
NDEREÇAMENTOCIDR
P
ROTOCOLOARP – (
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL)
Utilizado para associar IP’s com endereços físicos.
Faz a intermediação entre a camada II e a camada III da seguinte forma:
1. O solicitante de ARP manda um pacote de broadcast com 1. O solicitante de ARP manda um pacote de broadcast com
informação do IP de destino, IP de origem e seu MAC, perguntando sobre o MAC de destino.
2. O host que tem o IP de destino responde fornecendo seu MAC.
3. Para minimizar o broadcast, o S.O mantém um tabela ARP
C
AMADAIV - T
RANSPORTEQuando no lado do remetente é responsável por pegar os
dados das camadas superiores e dividir em pacotes para que sejam transmitidos para a camada de rede.
No lado do destinatário pega pega os pacotes recebidos da No lado do destinatário pega pega os pacotes recebidos da
camada de rede, remonta os dados originais e os envia para à camada superior.
Estão na camada IV: TCP, UDP, RTP
C
AMADAIV - T
RANSPORTEProtocolo TCP:
O TCP é um protocolo de transporte que executa importantes funções para garantir que os dados sejam entregues de forma confiável, ou seja, sem que os dados sejam corrompidos ou alterados.
Protocolo UDP:
O UDP é um protocolo não orientado a conexão e portanto é mais rápido que o TCP. Entretanto não garante a entrega dos dados.
C
ARACTERÍSTICAS DO PROTOCOLOTCP
Garante a entrega de data gramas IP.
Executa a segmentação e reagrupamento de grande blocos de dados
enviados pelos programas e garante o seqüenciamento adequado e a entrega ordenada de dados segmentados.
Verifica a integridade dos dados transmitidos usando cálculos de soma Verifica a integridade dos dados transmitidos usando cálculos de soma
de verificação.
Envia mensagens positivas dependendo do recebimento bem-sucedido
dos dados. Ao usar confirmações seletivas, também são enviadas confirmações negativas para os dados que não foram recebidos.
Oferece um método preferencial de transporte de programas que devem
usar transmissão confiável de dados baseados em sessões, como banco de dados cliente/servidor por exemplo. 50
P
ORTASTCP
Protocolo TCP FTP SSH Telnet WEB 51 FTP Porta 21 SSH Porta 22 Telnet Porta 23 WEB Porta 80O uso de portas, permite o funcionamento de vários serviços, ao mesmo tempo, no mesmo computador, trocando informações com um ou mais serviços/servidores.
D
IFERENÇAS BÁSICAS ENTRETCP
EUDP
TCP UDP
Serviço orientado por conexão. Serviço sem conexão. Não é estabelecida conexão entre os hosts. Garante a entrega através do uso de
confirmação e entrega seqüenciada dos dados.
Não garante ou não confirma entrega dos dados.
52
dos dados.
Programas que usam TCP tem garantia de transporte confiável de
dados.
Programas que usam UDP são responsáveis pela confiabilidade dos
dados. Mais lento, usa mais recursos e
somente dá suporte a ponto a ponto.
Rápido, exige poucos recursos e oferece comunicação ponto a ponto e
ESTADO DAS CONEXÕES
É possível observar o estado das conexões no MikroTik no menu Connections.
D
ÚVIDAS????
DIAGRAMA INICIAL
C
ONFIGURAÇÃO DOR
OUTERAdicione os ips as interfaces
C
ONFIGURAÇÃO DOR
OUTERAdicione a rota padrão
1
3
57
2
C
ONFIGURAÇÃO DOR
OUTER Adicione o servidor DNS 2 1 3 58 2 4C
ONFIGURAÇÃO DOR
OUTERConfiguração da interface wireless
T
ESTE DE CONECTIVIDADEPingar a partir da RouterBoard o seguinte ip: 192.168.X.254
Pingar a partir da RouterBoard o seguinte endereço:
www.mikrotik.com;
www.mikrotik.com;
Pingar a partir do notebook o seguinte ip: 192.168.X.254 Pingar a partir do notebook o seguinte endereço:
www.mikrotik.com;
C
ORRIGIR O PROBLEMA DE CONECTIVIDADEDiante do cenário apresentado quais soluções podemos apresentar?
Adicionar rotas estáticas;
Utilizar protocolos de roteamento dinâmico;
Utilizar NAT(Network Address Translation).
U
TILIZAÇÃO DONAT
O mascaramento é a técnica que permite que vários hosts de uma rede compartilhem um mesmo endereço IP de saida do roteador. No Mikrotik o mascaramento é feito através do Firewall na funcionalidade do NAT.
Todo e qualquer pacote de dados de uma rede possui um endereço IP de origem e destino. Para mascarar o endereço, o NAT faz a troca do endereço IP de origem. Quando este pacote retorna ele é encaminhando ao host que o originou.
Adicionar uma regra de NAT, mascarando as requisições que saem pela interface wlan1.
3
1
63
2
T
ESTE DE CONECTIVIDADEEfetuar os testes de ping a partir do notebook; Analisar os resultados;
Efetuar os eventuais reparos. Efetuar os eventuais reparos.
Após a confirmação de que tudo está funcionando, faça o backup da routerboard e armazene-o no notebook. Ele será usado ao longo do curso.
G
ERENCIANDO USUÁRIOSO acesso ao roteador pode ser controlado;
Pode-se criar usuários e/ou grupos diferentes;
1
65
G
ERENCIAMENTO DE USUÁRIOSAdicione um novo usuário com seu nome e dê a ele acesso “Full”
Mude a permissão do usuário “admin” para “Read” Mude a permissão do usuário “admin” para “Read”
Faça login com seu novo usuário.
A
TUALIZANDO AR
OUTERB
OARDFaça o download dos pacotes no seguinte endereço:
ftp://172.31.255.2
Faça o upload dos pacotes para sua RouterBoard Reinicie a RouterBoard para que os pacotes novos
sejam instalados
Confira se os novos pacotes foram instalados com sucesso.
W
IRELESS NO
M
IKROTIK
C
ONFIGURAÇÕESF
ÍSICASPadrão IEEE
Frequência Tecnologia Velocidades
802.11b 2.4 Ghz DSSS 1, 2, 5.5 e 11 Mbps 802.11g 2.4 Ghz OFDM 6, 9, 12, 18, 24, 36, 48 e 54 Mbps 69 Mbps 802.11a 5 Ghz OFDM 6, 9, 12, 18, 24, 36, 48 e 54 Mbps 802.11n 2.4 Ghz e 5 Ghz BQSP, QPSQ e QAM De 6.5Mbps até 600 Mbps
802.11
B- DSSS
C
ANAIS NÃO INTERFERENTES EM2.4 G
HZ- DSSS
Canal 1 Canal 6 Canal 11
71 2.412 GHz 2.437 GHz 2.462 GHz
C
ONFIGURAÇÕESF
ÍSICAS– 2.4G
HZ 2.4Ghz-B: Modo 802.11b, que permite velocidades de 1 à 11 Mbps e utiliza espalhamento espectral. 2.4Ghz-only-G: Modo 802.11g, que permite velocidades de 6 à 54 Mbps e utiliza OFDM. 722.4Ghz-B/G: Modo misto 802.11b e 802.11g recomendado para ser usado somente em processo de migração.
C
ANAIS DO ESPECTRO DE5G
HZEm termos regulatórios a frequência de 5Ghz é dividida em 3 faixas: Faixa baixa: 5150 a 5350 Mhz
Faixa média: 5470 a 5725 Mhz
A
SPECTOS LEGAIS DO ESPECTRO DE5G
HZFaixa Baixa Faixa Média Faixa Alta
Freqüências 5150-5250 5250-5350 5470-5725 5725-5850 Largura 100 Mhz 100 Mhz 255 Mhz 125 Mhz
74
Canais 4 canais 4 canais 11 canais 5 canais Detecção de radar obrigatória Detecção de radar obrigatória
C
ONFIGURAÇÕESF
ÍSICAS– 5 G
HZ5Ghz: Modo 802.11a opera nas três faixas permitidas com
velocidades que vão de 6Mbps a 54 Mbps.
6Mbps a 54 Mbps.
75
O modo 5Ghz permite ainda as variações de uso em 10Mhz e
5Mhz de largura de banda que permite selecionar freqüências mais especificas, porém reduzindo a velocidade nominal.
Permite ainda a seleção do modo turbo ou “a/n” dependendo do
C
ANALIZAÇÃO EM802.11
A– M
ODOS5M
HZ E10M
HZMenor troughput
Menor troughput
Maior número de canais
Menor vulnerabilidade a interferências Requer menor sensibilidade
C
ANALIZAÇÃO EM802.11
A– M
ODOT
URBOMaior troughput
Menor número de canais
Maior vulnerabilidade a interferências Requer maior sensibilidade
P
ADRÃO802.11
NINDICE:
MIMO
Velocidades do 802.11n Bonding do canal
Agregação dos frames Configuração dos cartões
Potência de TX em cartões N
MIMO
MIMO: Multiple Input and Multiple Output
SDM: Spatial Division Multiplexing
Streams espaciais múltiplas através de múltiplas antenas.
Configurações de antenas múltiplas para receber e transmitir:
1x1, 1x2, 1x3; 2x2, 2x3;
802.11
N- V
ELOCIDADES NOMINAIS802.11
N- B
ONDING DOS CANAIS2
X20M
HZAdiciona mais 20Mhz ao canal existente
O canal é colocado abaixo ou acima da frequência principal
principal
É compatível com os clientes “legados” de 20Mhz Conexão feito no canal principal
802.11
N– A
GREGAÇÃO DOS FRAMESCombinando múltiplos frames de dados em um simples frame – diminui o overhead
Agregação de unidades de serviço de dados MAC – MAC Protocol Data Units (AMPDU)
MAC Protocol Data Units (AMPDU) Usa Aknowledgement em bloco
Pode aumentar a latência, por padrão habilitado somente para tráfego de melhor esforço
Enviando e recebendo AMSDU’s pode causar aumento de processamento
C
ONFIGURANDO NOM
IKROTIKHT Tx Chains / HT Rx Chains:
No caso dos cartões “n” a configuração da antena é ignorada.
HT AMSDU Limit: Máximo
AMSDU que o dispositivo pode preparar.
HT AMSDU Threshold: Máximo
tamanho de frame que é permitido
C
ONFIGURANDO NOM
IKROTIKHT Guard Interval: Intervalo de
guarda.
Any: Longo ou curto,
dependendo da velocidade de transmissão.
Longo: Intervalo longo.
HT Extension Channel: Define
HT Extension Channel: Define
se será usado a extensão adicional de 20Mhz.
Below: Abaixo do canal
principal
Above: Acima do canal principal
84
HT AMPDU Priorities: Prioridades do frame para qual o AMPDU
C
ONFIGURANDO NOM
IKROTIKQuando se utiliza 2 canais ao mesmo tempo, a potência de
transmissão é dobrada.
B
RIDGE TRANSPARENTE EM ENLACES“N”
WDS não suporta agregação de frames e portanto não provê a velocidade total da tecnologia “n”
EoIP incremente overhead EoIP incremente overhead
Para fazer bridge transparente com velocidades
maiores com menos overhead em enlaces “n” devemos utilizar MPLS/VPLS.
B
RIDGE TRANSPARENTE EM ENLACES“N”
Para se configurar a bridge transparente em enlaces “n”,
devemos estabelecer um link AP <-> Station e configure uma rede ponto a ponto /30.
Ex.: 172.16.0.1/30(AP) e 172.16.0.2/30(Station)
Habilitar o LDP (Label Distribution Protocol) em ambos lados. Habilitar o LDP (Label Distribution Protocol) em ambos lados. Adicionar a wlan1 a interface MPLS
B
RIDGE TRANSPARENTE EM ENLACES“N”
Configurar o túnel VPLS em ambos os lados
Crie uma bridge entre a interface VPLS e a ethernet conectada Confira o status do LDP e do túnel VPLS
B
RIDGESVPLS - C
ONSIDERAÇÕESO túnel VPLS incrementa o pacote. Se este pacote excede o MPLS MTU da interface de saida, este será fragmentado. Se a interface ethernet suportar MPLS MTU de 1522 ou
superior, a fragmentação pode ser evitada alterando o MTU da interface MPLS.
MTU da interface MPLS.
Uma lista completa sobre as MTU das RouterBoards pode ser encontrada em:
http://wiki.mikrotik.com/wiki/Manual:Maximum_Transmission_Unit_on_Router
S
ETUPO
UTDOOR PARA ENLACES“
N”
Recomendações segundo a Mikrotik:
Teste de canal separadamente antes de usá-los ao mesmo tempo.
Para operação em 2 canais, usar polarizações diferentes
Quando utilizar antenas de polarização dupla, a isolação mínima recomendada da antena é de 25dB.
E
NLACES“
N”
Estabeleça um link “N” com seu vizinho
Teste a performance com um e dois canais Teste a performance com um e dois canais
Crie uma bridge transparente usando VPLS
C
ONFIGURAÇÕES DE CAMADA FÍSICA- P
OTÊNCIASdefault: Não altera a potência original do cartão
cards rates: Fixa mas respeita as variações das taxas para cada
velocidade
all rates fixed: Fixa um valor para todas velocidades manual: permite ajustar potências diferentes para cada
velocidade
C
ONFIGURAÇÕES DE CAMADA FÍSICA- P
OTÊNCIASQuando a opção “regulatory domain” está habilitada, somente as frequências
permitidas para o país selecionado em “Country” estarão disponíveis. Além disso o Mikrotik ajustará a potência do rádio para atender a regulamentação do país, levando em conta o valor em dBi informado em “Antenna Gain”.
Para o Brasil esses ajustes só foram corrigidos a partir da versão 3.13
C
ONFIGURAÇÕES DA CAMADA FÍSICA– S
ELEÇÃO DE ANTENASEm cartões que tem duas saidas para antenas, é possível escolher:
antena a: utiliza antena “a”(main) para tx e
rx
antena b: utiliza antena “b”(aux) para tx e rx
antena b: utiliza antena “b”(aux) para tx e rx rx-a/tx-b: recepção em “a” e transmissão em
“b”
tx-a/rx-b: transmissão em “b” e recepção em
“a”
C
ONFIGURAÇÕES DA CAMADA FÍSICA– DFS
no radar detect: escaneia o meio e
escolhe o canal em que for encontrado o menor número de redes
radar detect: escaneia o meio e espera 1 minuto para entrar em operação no 1 minuto para entrar em operação no canal escolhido se não for detectada a ocupação do canal
Obs.: O modo DFS é obrigatório no Brasil para as faixas de 5250-5250 e
C
ONFIGURAÇÕES DA CAMADA FÍSICA– P
ROP. E
XTENSIONS EWMM
Proprietary Extensions: Opção com a
única finalidade de dar compatibilidade com chipsets Centrino.
WMM Support: QoS no meio físico(802.11e)
enabled: permite que o outro dispositivo use
wmm
required: requer que o outro dispositivo use
wmm
CONFIGURAÇÕES DA CAMADA FÍSICA – AP E CLIENT TX RATE /
COMPRESSION
Defaul AP TX Rate: Taxa máxima que o
AP pode transmitir para cada um de seus clientes. Funciona para qualquer cliente.
Default Client TX Rate: Taxa máxima
que o cliente pode transmitir para o AP. que o cliente pode transmitir para o AP. Só funciona para clientes Mikrotik.
97
Compression: Recurso de compressão em Hardware
disponível em chipsets Atheros. Melhora o desempenho se o cliente possuir este recurso e não afeta clientes que não
possuam o recurso. Porém este recurso é incompatível com criptografia.
C
ONFIGURAÇÕES DA CAMADA FÍSICA– D
ATAR
ATESA velocidade em uma rede wireless é
definida pela modulação que os dispositivos conseguem trabalhar.
Supported Rates: São as velocidades Supported Rates: São as velocidades
de dados entre o AP e os clientes.
Basic Rates: São as velocidades que
os dispositivos se comunicam
independentemente do tráfego de dados (beacons, sincronismos, etc...)
C
ONFIGURAÇÕES DA CAMADA FÍSICA– ACK
O ACK timeout é o tempo que um dispositivo wireless espera pelo pacote ack que deve ser transmitido para confirmar toda transmissão wireless.
Dispositiv o “A” Dispositiv o “B” Dados ACK
confirmar toda transmissão wireless.
Dynamic: O Mikrotik calcula dinamicamente o Ack de cada cliente mandando de tempos em tempos sucessivos pacotes com Ack timouts diferentes e analisando as respostas.
indoors: Valor constante para redes indoors.
C
ONFIGURAÇÕES DA CAMADA FÍSICA
– ACK
Tabela de valores referenciais para ACK Timeout
100
F
ERRAMENTAS DES
ITES
URVEY- S
CAN A -> Ativa B -> BSS P -> Protegida R -> Mikrotik Escaneia o meio.Obs.: Qualquer operação de site survey causa queda das
conexões estabelecidas. 101
R -> Mikrotik N -> Nstreme
F
ERRAMENTAS DES
ITES
URVEY– U
SO DE FREQUÊNCIASMostra o uso das frequências em todo o espectro para site survey.
I
NTERFACE WIRELESS- A
LINHAMENTOFerramenta de alinhamento com sinal sonoro
Colocar o MAC do AP remoto no campo Filter MAC Address e Audio Monitor.
Rx Quality: Potência em dBm do último pacote recebido Avg. Rx Quality: Potência média dos pacotes recebidos Last Rx: Tempo em segundos do último pacote recebido Tx Quality: Potência do último pacote transmitido
Last TX: Tempo em segundos do último pacote transmitido Correct: Número de pacotes recebidos sem erro
I
NTERFACE WIRELESS- S
NIFFERFerramenta para sniffar
o ambiente wireless captando e decifrando pacotes.
Muito útil para detectar
ataques do tipo deauth e ataques do tipo deauth e monkey jack.
Pode ser arquivado no
próprio Mikrotik ou passado por streaming para outro servidor com protocolo TZSP.
I
NTERFACE WIRELESS- S
NOOPERCom a ferramenta snooper é possível monitorar a carga de
tráfego em cada canal por estação e por rede.
I
NTERFACE WIRELESS- G
ERALComportamento do protocolo ARP
disable: Não responde a requisições ARP. Clientes devem acessar através de tabelas estáticas.
proxy-arp: Passa seu próprio MAC quando há uma requisição para algum host interno ao roteador.
reply-only: Somente responde as requisições. Endereços vizinhos são
I
NTERFACE WIRELESS– M
ODO DE OPERAÇÃOap bridge: Modo de ponto de acesso. Repassa os MACs do meio
ap bridge: Modo de ponto de acesso. Repassa os MACs do meio
wireless de forma transparente para a rede cabeada.
bridge: O mesmo que o o modo “ap bridge” porém aceitando
somente um cliente.
station: Modo cliente de um ap. Não pode ser colocado em
I
NTERFACE WIRELESS– M
ODO DE OPERAÇÃOstation pseudobridge: Estação que pode ser colocada em
station pseudobridge: Estação que pode ser colocada em
modo bridge, porém sempre passa ao AP seu próprio MAC.
station pseudobridge clone: Modo idêntico ao anterior,
porém passa ao AP um MAC pré determinado anteriormente.
station wds: Modo estação que pode ser colocado em bridge
com a interface ethernet e que passa os MACs de forma
I
NTERFACE WIRELESS– M
ODO DE OPERAÇÃOalignment only: Modo utilizado para efetuar alinhamento de
alignment only: Modo utilizado para efetuar alinhamento de
antenas e monitorar sinal. Neste modo a interface wireless “escuta” os pacotes que são mandados a ela por outros
dispositivos trabalhando no mesmo canal.
wds slave: Será visto no tópico especifico de wds.
I
NTERFACE WIRELESS– AP V
IRTUALCom as interfaces virtuais podemos montar várias redes dando perfis de serviço diferentes. Name: Nome da rede virtual
MTU: Unidade máxima de transferência(bytes) MAC: Endereço MAC do novo AP
ARP: Modo de operação do protocolo ARP
Obs.: As demais configurações são idênticas as de um AP.
C
AMADAF
ÍSICA- W
IRELESSComo trabalha o CSMA? Redes ethernet tradicionais utilizam o método CSMA/CD (Colision Detection). (Colision Detection). Redes wireless 802.11 utilizam o método CSMA/CA (Colision Avoidance). 111
P
ROTOCOLON
STREME- C
ONFIGURAÇÃOFramer Policy
Dynamic size: O Mikrotik
determina.
Best fit: Agrupa até o valor em
“Frame Limit” sem fragmentar.
Enable Nstreme: Habilita o nstreme.
Enable Polling: Habilita o mecanismo de polling. Recomendado. Disable CSMA: Desabilita o Carrier Sense. Recomendado.
Framer Limit: Tamanho máximo do pacote em bytes. 112 Exact Size: Agrupa até o valor em
“Frame Limit” fragmentando se necessário.
P
ROTOCOLON
STREMED
UAL- C
ONFIGURAÇÃO113
1 – Colocar a interface em modo “nstreme dual slave”.
2 – Adicionar uma interface Nstreme
Dual e definir quem será TX e quem será RX.
P
ROTOCOLON
STREMED
UAL- C
ONFIGURAÇÃO3 – Verifique o MAC escolhido pela interface Nstreme e informe no lado oposto.
114
4 – Criar uma bridge e adicionar as
interfaces ethernet e a interface Nstreme Dual
Práticas de RF recomendadas:
Use antenas de qualidade, Polarizações diferentes, canais distantes e mantenha uma boa distância entre as antenas.
WDS & WDS MESH
WDS – WIRELESS DISTRIBUTION SYSTEM
WDS é a melhor forma uma grande área de cobertura utilizando vários APs e prover mobilidade sem a
necessidade de re-conexão dos usuários. Para isso todos os
WDS
E O PROTOCOLOSTP
A “mágica” do wds só é possível por conta do protocolo STP. Para evitar o
looping na rede é necessário habilitar o protocolo STP ou RSTP. Ambos protocolos trabalham de forma semelhante porém o RSTP é mais rápido.
O RSTP inicialmente elege uma root bridge e utiliza o algoritmo
“breadth-first search” que quando encontra um MAC pela primeira vez, torna o link ativo. Se encontra outra vez, torna o link desabilitado.
Normalmente habilitar o RSTP já é suficiente para atingir os resultados.
No entanto é possível interferir no comportamento padrão, modificando custos, prioridades e etc...
WDS
E O PROTOCOLOSTP
Quanto menor a prioridade, maior a chance de ser eleita como bridge root.
Quando os custos são iguais é eleita a porta com prioridade mais baixa.
O custo da porta permite um caminho ser eleito em lugar do outro.
WDS
E O PROTOCOLOSTP
A Bridge usa o endereço MAC da porta ativa com menor número de porta.
A porta wireless está ativa somente quando existem hosts conectados a ela.
Para evitar que os MACs fiquem variando, é possível atribuir um MAC
WDS / WDS MESH
WDS Default Bridge: A bridge padrão
para as interfaces wds.
WDS Default Cost: Custo da porta
bridge do link wds.
WDS Cost Range: Margem de custo que
pode ser ajustada com base no troughtput do link.
WDS Mode do link.
120 WDS Mode
dynamic: As interfaces wds são adicionada dinamicamente quando um
dispositivo wds encontra outro compatível.
dynamic mesh: O mesmo que dynamic, porém com um algoritmo proprietário
para melhoria do link. Só possui compatibilidade com outros dispositivos Mikrotik.
static: As interfaces wds devem ser adicionadas manualmente apontando o
MAC da outra ponta.
static mesh: Mesmo que o anterior, porém usando o algoritmo proprietário da
WDS / MESH
Crie as interfaces wds e dê os
seguinte parâmetros:
Name: Nome da rede wds.
Master Interface: Interface que o wds funcionará. Podendo inclusive ser uma interface virtual.
WDS Address: Endereço MAC da interface wds que será conectada.
WDS / MESH
Testar a transparência do link com stations-wds
Utilizar Mesh com WDS-RSTP
Testar o modo WDS Slave
I
NTERFACEW
IRELESS– C
ONTROLE DEA
CESSOA Access List é utilizada pelo AP para restringir A Access List é utilizada pelo AP para restringir
associações de clientes. Esta lista contem os endereços MAC de clientes e determina qual ação deve ser tomada quando um cliente tenta conectar.
A comunicação entre clientes da mesma interface, virtual
I
NTERFACEW
IRELESS– C
ONTROLE DEA
CESSOO processo de associação ocorre da seguinte forma:
1. Um cliente tenta se associar a uma interface wlan;
2. Seu MAC é procurado na access list da interface wlan; 3. Caso encontrado, a ação especifica será tomada:
Authentication: Define se o cliente poderá se associar ou não;
Fowarding: Define se os clientes poderão se comunicar.
I
NTERFACEW
IRELESS– A
CCESSL
IST MAC Address: Endereço MAC a serliberado ou bloqueado.
Interface: Interface real ou virtual onde será feito o controle de acesso.
AP Tx Limit: Limite de tráfego enviado para o cliente.
para o cliente.
Client Tx Limit: Limite de tráfego enviado do cliente para o AP.
Private Key: Chave wep criptografada. Private Pre Shared Key: Chave WPA.
125
Management Protection Key: Chave usada para evitar ataques de desautenticação. Somente compatível com outros Mikrotiks.
I
NTERFACEW
IRELESS– C
ONNECTL
ISTA Connect List tem a finalidade de listar os APs que o Mikrotik configurado como cliente pode se conectar.
MAC Address: MAC do AP a se conectar SSID: Nome da rede
Area Prefix: String para conexão com AP de mesma área Security Profile: Definido nos perfis de segurança.
Obs.: Essa é uma boa opção para evitar que o cliente se associe a um AP falso.
S
EGURANÇA DEA
CESSO EM REDES SEM FIOF
ALSA SEGURANÇANome da rede escondido:
Pontos de acesso sem fio por padrão fazem o broadcast de seu SSID nos pacotes
chamados “beacons”. Este comportamento pode ser modificado no Mikrotik habilitando a opção “Hide SSID”.
a opção “Hide SSID”.
Pontos negativos:
SSID deve ser conhecido pelos clientes
Scanners passivos o descobrem facilmente pelos pacotes de “probe request” dos
F
ALSA SEGURANÇAControle de MACs:
Descobrir MACs que trafegam no ar é muito simples com ferramentas apropriadas e inclusive o Mikrotik como sniffer.
Spoofar um MAC é bem simples. Tanto usando windows, Spoofar um MAC é bem simples. Tanto usando windows,
linux ou Mikrotik.
F
ALSA SEGURANÇACriptografia WEP:
“Wired Equivalent Privacy” – Foi o sistema de criptografia inicialmente especificado no padrão 802.11 e está baseado no compartilhamento de um segredo entre o ponto de acesso e os clientes, usando um algoritmo RC4 para a criptografia.
Várias fragilidades da WEP foram reveladas ao longo do tempo e publicadas na internet, existindo várias ferramentas para quebrar a chave, como:
Airodump Airreplay Aircrack
E
VOLUÇÃO DOS PADRÕES DE SEGURANÇAF
UNDAMENTOS DES
EGURANÇAPrivacidade
As informações não podem ser legíveis para terceiros.
Integridade
As informações não podem ser alteradas quando em transito. As informações não podem ser alteradas quando em transito.
Autenticação
AP Cliente: O AP tem que garantir que o cliente é quem diz ser.
Cliente AP: O cliente tem que se certificar que está
conectando no AP correto. Um AP falso possibilita o chamado
P
RIVACIDADE EI
NTEGRIDADETanto a privacidade como a integridade são garantidos por técnicas de criptografia.
O algoritmo de criptografia de dados em WPA é o RC4,
porém implementado de uma forma bem mais segura que na porém implementado de uma forma bem mais segura que na WEP. E na WPA2 utiliza-se o AES.
Para a integridade dos dados WPA usa TKIP(Algoritmo de Hashing “Michael”) e WPA2 usa CCMP(Cipher Chaining
C
HAVEWPA
EWPA2 - PSK
A configuração da chave
WPA/WAP2-PSK é muito simples no Mikrotik.
Configure o modo de chave Configure o modo de chave
dinâmico e a chave
pré-combinada para cada tipo de autenticação.
Obs.: As chaves são alfanuméricas de 8 até 64 caracteres.
S
EGURANÇA DEWPA / WPA2
Atualmente a única maneira conhecida para se quebrar a WPA-PSK é somente por ataque de dicionário.
Como a chave mestra PMK combina uma contra-senha Como a chave mestra PMK combina uma contra-senha
com o SSID, escolhendo palavras fortes torna o sucesso de força bruta praticamente impossível.
A maior fragilidade paras os WISP’s é que a chave se
encontra em texto plano nos computadores dos clientes ou
C
ONFIGURANDOEAP-TLS – S
EMC
ERTIFICADOSCrie o perfil EAP-TLS e associe a interface Wireless cliente.
S
EGURANÇA DEEAP-TLS
SEM CERTIFICADOSO resultado da negociação anônima resulta em uma chave PMK que é de conhecimento exclusivo das duas partes.
Depois disso toda a comunicação é criptografada por AES(WPA2) e o RC4(WPA).
Seria um método muito seguro se não houvesse a Seria um método muito seguro se não houvesse a
possibilidade de um atacante colocar um Mikrotik com a
mesma configuração e negociar a chave normalmente como se fosse um cliente.
Uma idéia para utilizar essa configuração de forma segura é criando um túnel criptografado PPtP ou L2TP entre os
T
RABALHANDO COM CERTIFICADOSCertificado digital é um arquivo que identifica de forma inequívoca o seu proprietário.
Certificados são criados por instituições emissoras chamadas de CA (Certificate Authorities).
de CA (Certificate Authorities).
Os certificados podem ser:
Assinados por uma instituição “acreditada” (Verisign, Thawte, etc...)
Certificados auto-assinados.
P
ASSOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DEEAP-TLS
COM CERTIFICADOS AUTOA
SSINADOS1. Crie a entidade certificadora(CA) 2. Crie as requisições de Certificados 3. Assinar as requisições na CA
4. Importar os certificados assinados para os Mikrotiks 5. Se necessário, criar os certificados para máquinas
EAP-TLS
SEMR
ADIUS EM AMBOS LADOSO metodo EAP-TLS
também pode ser usado com certificados.
EAP-TLS
SEMR
ADIUS EM AMBOS LADOSMetodos TLS
dont verify certificate: Requer um certificado, porém não verifica.
no certificates: Certificados são negociados dinamicamente com o algoritmo de Diffie Hellman.
verify certificate: Requer um certificado e verifica se foi assinado por uma CA.
WPA
X COM RADIUST
IPOS DEEAP
EAP-TLS (EAP – Transport Layer Security)
O Mikrotik suporta EAP-TLS tanto como cliente como AP e ainda repassa esse método para um Servidor Radius.
Prover maior nível de segurança e necessita de certificados em ambos lados(cliente e servidor).
O passo a passo completo para configurar um servidor Radius pode ser encontrado em:
EAP-TLS
COMR
ADIUS EM AMBOS LADOSA configuração da parte do cliente é bem simples.
Selecione o método EAP-TLS
Certifique-se que os certificados estão instalados e assinados pela CA.
Associe o novo perfil de
segurança a interface wireless correspondente.
EAP-TLS
COMR
ADIUS EM AMBOS LADOSNo lado do AP selecione o método EAP “passthrough”.
Selecione o certificado Selecione o certificado correspondente.
145 Obs.: Verifique sempre se o sistema está com o cliente NTP
habilitado. Caso a data do sistema não esteja correta, poderá causar falha no uso de certificados devido a data validade dos mesmos.
S
EGURANÇA DEEAP-TLS
COMR
ADIUSSem dúvida este é o método mais seguro que podemos obter. Entretanto existe um ponto que podemos levantar como possível fragilidade:
Se um atacante tem acesso físico ao link entre o AP e o Radius ele pode tentar um ataque de força bruta para descobrir a PMK.
Uma forma de proteger este trecho é usando um túnel L2TP.
146
Ponto de fragilidade
R
ESUMO DOS METODOS DE IMPLANTAÇÃO E SEUS PROBLEMAS.
WPA-PSK
Chaves presentes nos clientes e acessíveis aos operadores.
Método sem certificados
Passível de invasão por equipamento que também opere nesse Passível de invasão por equipamento que também opere nesse
modo.
Problemas com processador.
Mikrotik com Mikrotik com EAP-TLS
Método seguro porém inviável economicamente e de implantação praticamente impossível em redes existentes. 147
R
ESUMO DOS METODOS DE IMPLANTAÇÃO E SEUS PROBLEMAS.
Mikrotik com Radius EAP-TLS e EAP-PEAP:
Sujeito ao ataque do “homem do meio” e pouco disponível em
equipamentos atuais.
EPA-TLS
Método seguro, porém também não disponível na maioria dos equipamentos. Em placas PCI é possível implementá-lo.
M
ÉTODO ALTERNATIVO COMM
IKROTIKA partir da versão 3 o Mikrotik oferece a possibilidade de distribuir
uma chave WPA2 PSK por cliente. Essa chave é configurada na Access List do AP e é vinculada ao MAC Address do cliente,
possibilitando que cada um tenha sua chave.
149
Obs.: Cadastrando as PSK na access list, voltamos ao problema da chave ser
M
ÉTODO ALTERNATIVO COMM
IKROTIKPor outro lado, o Mikrotik permite que essas chaves sejam distribuídas por Radius, o que torna esse método muito
interessante.
Para isso é necessário: Para isso é necessário:
Criar um perfil WPA2 qualquer;
Habilitar a autenticação via MAC no AP;
Ter a mesma chave configurada tanto no cliente como no Radius.
M
ÉTODO ALTERNATIVO COMM
IKROTIKConfigurando o perfil:
C
ONFIGURANDO OR
ADIUSArquivo users: (/etc/freeradius) #Sintaxe: # MAC Cleartext-Password:=“MAC” # Mikrotik-Wireless-Psk = “Chave_Psk” # Mikrotik-Wireless-Psk = “Chave_Psk” 000C42000001 Cleartext-Password:=“000C42000001” Mikrotik-Wireless-Psk = “12341234” 000C42000002 Cleartext-Password:=“000C43000002” Mikrotik-Wireless-Psk = “2020202020ABC” 152
C
ORRIGINDO O DICIONÁRIO DE ATRIBUTOSVENDOR Mikrotik 14988
ATTRIBUTE Mikrotik-Recv-Limit 1 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Xmit-Limit 2 integer
ATTRIBUTE Mikrotik-Group 3 string ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Forward 4 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Skip-Dot1x 5 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Enc-Algo 6 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Enc-Key 7 string
(/usr/share/freeradius/dictionary.mikrotik)
ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Enc-Key 7 string ATTRIBUTE Mikrotik-Rate-Limit 8 string
ATTRIBUTE Mikrotik-Realm 9 string ATTRIBUTE Mikrotik-Host-IP 10 ipaddr ATTRIBUTE Mikrotik-Mark-Id 11 string ATTRIBUTE Mikrotik-Advertise-URL 12 string ATTRIBUTE Mikrotik-Advertise-Interval 13 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Recv-Limit-Gigawords 14 integer
ATTRIBUTE Mikrotik-Xmit-Limit-Gigawords 15 integer
ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Psk 16 string
F
IREWALL NOM
IKROTIKF
IREWALLO firewall é normalmente usado como ferramenta de segurança
para prevenir o acesso não autorizado a rede interna e/ou acesso ao roteador em si, bloquear diversos tipos de ataques e controlar o fluxo de dados de entrada, de saída e passante.
Além da segurança é no firewall que serão desempenhadas Além da segurança é no firewall que serão desempenhadas
diversas funções importantes como a classificação e marcação de pacotes para desenvolvimento de regras de QoS.
A classificação do tráfego feita no firewall pode ser baseada em
vários classificadores como endereços MAC, endereços IP, tipos de endereços IP, portas, TOS, tamanho do pacotes, etc...
F
IREWALL- O
PÇÕESFilter Rules: Regras para filtro de pacotes.
NAT: Onde é feito a tradução de endereços e portas. NAT: Onde é feito a tradução de endereços e portas. Mangle: Marcação de pacotes, conexão e roteamento. Service Ports: Onde são localizados os NAT Helpers.
Connections: Onde são localizadas as conexões existentes.
Address List: Lista de endereços ips inseridos de forma dinâmica ou
estática e que podem ser utilizadas em várias partes do firewall.
Layer 7 Protocols: Filtros de camada 7.
F
IREWALL– C
ANAIS DEFAULTO Firewall opera por meio de regras. Uma regra é uma expressão lógica que diz ao roteador o que fazer com um tipo particular de pacote.
Regras são organizadas em canais(chain) e existem 3 Regras são organizadas em canais(chain) e existem 3
canais “default”.
INPUT: Responsável pelo tráfego que CHEGA no router; OUTPUT: Responsável pelo tráfego que SAI do router; FORWARD: Responsável pelo tráfego que PASSA pelo
router.
F
IREWALL– F
LUXO DE PACOTES Interface de Entrada Interface de Saida Processo Local IN Processo Local OUTPara maiores informações acesse:
http://wiki.mikrotik.com/wiki/Manual:Packet_F low
158
Filtro Forward
Filtro Input Filtro Output
Decisão de Roteamento
Decisão de Roteamento
F
IREWALL– P
RINCÍPIOS GERAIS1. As regras de firewall são sempre processadas por canal, 1. As regras de firewall são sempre processadas por canal,
na ordem que são listadas de cima pra baixo.
2. As regras de firewall funcionam como expressões lógicas condicionais, ou seja: “se <condição> então <ação>”.
3. Se um pacote não atende TODAS condições de uma
F
IREWALL– P
RINCÍPIOS GERAIS4. Quando um pacote atende TODAS as condições da regra, uma ação é tomada com ele não importando as regras que estejam abaixo nesse canal, pois elas não serão
processadas.
5. Algumas exceções ao critério acima devem ser
consideradas como as ações de: “passthrough”, log e “add to address list”.
6. Um pacote que não se enquadre em qualquer regra do
F
IREWALL– F
ILTERSR
ULESAs regras de filtro pode ser organizadas e mostradas da As regras de filtro pode ser organizadas e mostradas da
seguinte forma:
all: Mostra todas as regras.
dynamic: Regras criadas dinamicamente por serviços. forward, input output: Regras referente a cada canal. static: Regras criadas estaticamente pelos usuários.
F
IREWALL– F
ILTERSR
ULESAlgumas ações que podem ser tomadas nos filtros de firewall: passthrough: Contabiliza e passa adiante.
drop: Descarta o pacote silenciosamente.
reject: Descarta o pacote e responde com uma mensagem de icmp ou tcp
reset. reset.
tarpit: Responde com SYN/ACK ao pacote TCP SYN entrante, mas não
aloca recursos.
F
ILTERR
ULES– C
ANAIS CRIADOS PELO USUÁRIOAlém dos canais padrão o administrador pode criar canais próprios. Esta prática ajuda na organização do firewall.
Para utilizar o canal criado devemos “desviar” o fluxo através de uma ação JUMP.
No exemplo acima podemos ver 3 novos canais criados.
Para criar um novo canal basta adicionar uma nova regra e
F
IREWALL– F
ILTERSR
ULESAções relativas a canais criados pelo usuário:
jump: Salta para um canal definido em jump-target
jump-target
jump target: Nome do canal para onde se deve saltar
return: Retorna para o canal que chamou o jump
C
OMO FUNCIONA O CANAL CRIADO PELO USUÁRIO REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA Canal criado pelo usuário 165 JUMP REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRAC
OMO FUNCIONA O CANAL CRIADO PELO USUÁRIO REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA Caso exista alguma regra de RETURN, o retorno é feito de forma antecipada e 166 JUMP REGRA REGRA REGRA REGRA RETURN REGRA REGRA REGRA REGRA forma antecipada e as regras abaixo serão ignoradas.F
IREWALL– A
DDRESSL
ISTA address list contém uma lista de endereços IP que
pode ser utilizada em várias partes do firewall.
Pode-se adicionar entradas de forma dinâmica
usando o filtro ou mangle conforme abaixo: usando o filtro ou mangle conforme abaixo:
Ações:
add dst to address list: Adiciona o IP de destino à lista. add src to address list: Adiciona o IP de origem à lista.
Address List: Nome da lista de endereços. Timeout: Porque quanto tempo a entrada
F
IREWALL– T
ÉCNICA DO“
KNOCK KNOCK”
F
IREWALL– T
ÉCNICA DO“
KNOCK KNOCK”
A técnica do “knock knock” consiste em permitir acesso ao roteador somente após ter seu
endereço IP em uma determinada address list.
Neste exemplo iremos restringir o acesso ao winbox somente a endereços IPs que estejam na
lista “libera_winbox” /ip firewall filter
add chain=input protocol=tcp dst-port=2771 action=add-src-to-address-list address-list=knock \ address-list-timeout=15s comment="" disabled=no
add chain=input protocol=tcp dst-port=7127 src-address-list=knock action= add-src-to-address-list \
address-list=libera_winbox address-list-timeout=15m comment="" disabled=no
add chain=input protocol=tcp dst-port=8291 src-address-list=libera_winbox action=accept disabled=no
add chain=input protocol=tcp dst-port=8291 action=drop disbled=no
F
IREWALL– C
ONNECTIONT
RACKRefere-se a habilidade do roteador em manter o estado da
informação relativa as conexões, tais como endereços IP de origem e destino, as respectivas portas, estado da conexão, tipo de protocolos e timeouts. Firewalls que fazem connection track são chamados de
“statefull” e são mais seguros que os que fazem processamentos “stateless”.
“stateless”.
F
IREWALL– C
ONNECTIONT
RACKO sistema de connection track é o coração do firewall. Ele obtém e mantém informações sobre todas conexões ativas. Quando se desabilita a função “connection tracking” são
perdidas as funcionalidades NAT e as marcações de perdidas as funcionalidades NAT e as marcações de
pacotes que dependam de conexão. No entanto, pacotes podem ser marcados de forma direta.
Connection track é exigente de recursos de hardware. Quando o equipamento trabalha somente como bridge é
L
OCALIZAÇÃO DAC
ONNECTIONT
RACKING Interface de Entrada Interface de Saida Processo Local IN Processo Local OUT Conntrack Conntrack 172 Filtro ForwardFiltro Input Filtro Output
Decisão de Roteamento Decisão de Roteamento Conntrack Conntrack