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COM RADIUS

No documento LANCORE MIKROTIK - MTCNA (páginas 142-200)

T

IPOS DE

EAP

 EAP-TLS (EAP – Transport Layer Security)

 O Mikrotik suporta EAP-TLS tanto como cliente como AP e ainda repassa esse método para um Servidor Radius.

 Prover maior nível de segurança e necessita de certificados em ambos lados(cliente e servidor).

 O passo a passo completo para configurar um servidor Radius pode ser encontrado em:

http://under-linux.org/wiki/Tutoriais/Wireless/freeradius-

EAP-TLS

COM

R

ADIUS EM AMBOS LADOS

 A configuração da parte do cliente é bem simples.

 Selecione o método EAP-TLS

 Certifique-se que os certificados estão instalados e assinados pela CA.

 Associe o novo perfil de

segurança a interface wireless correspondente.

EAP-TLS

COM

R

ADIUS EM AMBOS LADOS

 No lado do AP selecione o método EAP “passthrough”.

 Selecione o certificado Selecione o certificado correspondente.

145 Obs.: Verifique sempre se o sistema está com o cliente NTP

habilitado. Caso a data do sistema não esteja correta, poderá causar falha no uso de certificados devido a data validade dos mesmos.

S

EGURANÇA DE

EAP-TLS

COM

R

ADIUS

 Sem dúvida este é o método mais seguro que podemos obter. Entretanto existe um ponto que podemos levantar como possível fragilidade:

 Se um atacante tem acesso físico ao link entre o AP e o Radius ele pode tentar um ataque de força bruta para descobrir a PMK.

 Uma forma de proteger este trecho é usando um túnel L2TP.

146

Ponto de fragilidade

R

ESUMO DOS METODOS DE IMPLANTAÇÃO E SEUS PROBLEMAS

.

 WPA-PSK

 Chaves presentes nos clientes e acessíveis aos operadores.

 Método sem certificados

 Passível de invasão por equipamento que também opere nesse  Passível de invasão por equipamento que também opere nesse

modo.

 Problemas com processador.

 Mikrotik com Mikrotik com EAP-TLS

 Método seguro porém inviável economicamente e de implantação praticamente impossível em redes existentes. 147

R

ESUMO DOS METODOS DE IMPLANTAÇÃO E SEUS PROBLEMAS

.

 Mikrotik com Radius  EAP-TLS e EAP-PEAP:

 Sujeito ao ataque do “homem do meio” e pouco disponível em

equipamentos atuais.

 EPA-TLS

 Método seguro, porém também não disponível na maioria dos equipamentos. Em placas PCI é possível implementá-lo.

M

ÉTODO ALTERNATIVO COM

M

IKROTIK

 A partir da versão 3 o Mikrotik oferece a possibilidade de distribuir

uma chave WPA2 PSK por cliente. Essa chave é configurada na Access List do AP e é vinculada ao MAC Address do cliente,

possibilitando que cada um tenha sua chave.

149

Obs.: Cadastrando as PSK na access list, voltamos ao problema da chave ser

M

ÉTODO ALTERNATIVO COM

M

IKROTIK

 Por outro lado, o Mikrotik permite que essas chaves sejam distribuídas por Radius, o que torna esse método muito

interessante.

Para isso é necessário:  Para isso é necessário:

 Criar um perfil WPA2 qualquer;

 Habilitar a autenticação via MAC no AP;

 Ter a mesma chave configurada tanto no cliente como no Radius.

M

ÉTODO ALTERNATIVO COM

M

IKROTIK

 Configurando o perfil:

C

ONFIGURANDO O

R

ADIUS

Arquivo users: (/etc/freeradius) #Sintaxe: # MAC Cleartext-Password:=“MAC” # Mikrotik-Wireless-Psk = “Chave_Psk” # Mikrotik-Wireless-Psk = “Chave_Psk” 000C42000001 Cleartext-Password:=“000C42000001” Mikrotik-Wireless-Psk = “12341234” 000C42000002 Cleartext-Password:=“000C43000002” Mikrotik-Wireless-Psk = “2020202020ABC” 152

C

ORRIGINDO O DICIONÁRIO DE ATRIBUTOS

VENDOR Mikrotik 14988

ATTRIBUTE Mikrotik-Recv-Limit 1 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Xmit-Limit 2 integer

ATTRIBUTE Mikrotik-Group 3 string ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Forward 4 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Skip-Dot1x 5 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Enc-Algo 6 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Enc-Key 7 string

(/usr/share/freeradius/dictionary.mikrotik)

ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Enc-Key 7 string ATTRIBUTE Mikrotik-Rate-Limit 8 string

ATTRIBUTE Mikrotik-Realm 9 string ATTRIBUTE Mikrotik-Host-IP 10 ipaddr ATTRIBUTE Mikrotik-Mark-Id 11 string ATTRIBUTE Mikrotik-Advertise-URL 12 string ATTRIBUTE Mikrotik-Advertise-Interval 13 integer ATTRIBUTE Mikrotik-Recv-Limit-Gigawords 14 integer

ATTRIBUTE Mikrotik-Xmit-Limit-Gigawords 15 integer

ATTRIBUTE Mikrotik-Wireless-Psk 16 string

F

IREWALL NO

M

IKROTIK

F

IREWALL

 O firewall é normalmente usado como ferramenta de segurança

para prevenir o acesso não autorizado a rede interna e/ou acesso ao roteador em si, bloquear diversos tipos de ataques e controlar o fluxo de dados de entrada, de saída e passante.

 Além da segurança é no firewall que serão desempenhadas  Além da segurança é no firewall que serão desempenhadas

diversas funções importantes como a classificação e marcação de pacotes para desenvolvimento de regras de QoS.

 A classificação do tráfego feita no firewall pode ser baseada em

vários classificadores como endereços MAC, endereços IP, tipos de endereços IP, portas, TOS, tamanho do pacotes, etc...

F

IREWALL

- O

PÇÕES

 Filter Rules: Regras para filtro de pacotes.

 NAT: Onde é feito a tradução de endereços e portas.  NAT: Onde é feito a tradução de endereços e portas.  Mangle: Marcação de pacotes, conexão e roteamento.  Service Ports: Onde são localizados os NAT Helpers.

 Connections: Onde são localizadas as conexões existentes.

 Address List: Lista de endereços ips inseridos de forma dinâmica ou

estática e que podem ser utilizadas em várias partes do firewall.

 Layer 7 Protocols: Filtros de camada 7.

F

IREWALL

– C

ANAIS DEFAULT

 O Firewall opera por meio de regras. Uma regra é uma expressão lógica que diz ao roteador o que fazer com um tipo particular de pacote.

 Regras são organizadas em canais(chain) e existem 3  Regras são organizadas em canais(chain) e existem 3

canais “default”.

 INPUT: Responsável pelo tráfego que CHEGA no router;  OUTPUT: Responsável pelo tráfego que SAI do router;  FORWARD: Responsável pelo tráfego que PASSA pelo

router.

F

IREWALL

– F

LUXO DE PACOTES Interface de Entrada Interface de Saida Processo Local IN Processo Local OUT

 Para maiores informações acesse:

http://wiki.mikrotik.com/wiki/Manual:Packet_F low

158

Filtro Forward

Filtro Input Filtro Output

Decisão de Roteamento

Decisão de Roteamento

F

IREWALL

– P

RINCÍPIOS GERAIS

1. As regras de firewall são sempre processadas por canal, 1. As regras de firewall são sempre processadas por canal,

na ordem que são listadas de cima pra baixo.

2. As regras de firewall funcionam como expressões lógicas condicionais, ou seja: “se <condição> então <ação>”.

3. Se um pacote não atende TODAS condições de uma

F

IREWALL

– P

RINCÍPIOS GERAIS

4. Quando um pacote atende TODAS as condições da regra, uma ação é tomada com ele não importando as regras que estejam abaixo nesse canal, pois elas não serão

processadas.

5. Algumas exceções ao critério acima devem ser

consideradas como as ações de: “passthrough”, log e “add to address list”.

6. Um pacote que não se enquadre em qualquer regra do

F

IREWALL

– F

ILTERS

R

ULES

 As regras de filtro pode ser organizadas e mostradas da  As regras de filtro pode ser organizadas e mostradas da

seguinte forma:

 all: Mostra todas as regras.

 dynamic: Regras criadas dinamicamente por serviços.  forward, input output: Regras referente a cada canal.  static: Regras criadas estaticamente pelos usuários.

F

IREWALL

– F

ILTERS

R

ULES

 Algumas ações que podem ser tomadas nos filtros de firewall:  passthrough: Contabiliza e passa adiante.

 drop: Descarta o pacote silenciosamente.

 reject: Descarta o pacote e responde com uma mensagem de icmp ou tcp

reset. reset.

 tarpit: Responde com SYN/ACK ao pacote TCP SYN entrante, mas não

aloca recursos.

F

ILTER

R

ULES

– C

ANAIS CRIADOS PELO USUÁRIO

 Além dos canais padrão o administrador pode criar canais próprios. Esta prática ajuda na organização do firewall.

 Para utilizar o canal criado devemos “desviar” o fluxo através de uma ação JUMP.

 No exemplo acima podemos ver 3 novos canais criados.

 Para criar um novo canal basta adicionar uma nova regra e

F

IREWALL

– F

ILTERS

R

ULES

 Ações relativas a canais criados pelo usuário:

 jump: Salta para um canal definido em jump-target

jump-target

 jump target: Nome do canal para onde se deve saltar

 return: Retorna para o canal que chamou o jump

C

OMO FUNCIONA O CANAL CRIADO PELO USUÁRIO REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA Canal criado pelo usuário 165 JUMP REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA

C

OMO FUNCIONA O CANAL CRIADO PELO USUÁRIO REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA REGRA Caso exista alguma regra de RETURN, o retorno é feito de forma antecipada e 166 JUMP REGRA REGRA REGRA REGRA RETURN REGRA REGRA REGRA REGRA forma antecipada e as regras abaixo serão ignoradas.

F

IREWALL

– A

DDRESS

L

IST

 A address list contém uma lista de endereços IP que

pode ser utilizada em várias partes do firewall.

 Pode-se adicionar entradas de forma dinâmica

usando o filtro ou mangle conforme abaixo: usando o filtro ou mangle conforme abaixo:

 Ações:

 add dst to address list: Adiciona o IP de destino à lista.  add src to address list: Adiciona o IP de origem à lista.

 Address List: Nome da lista de endereços.  Timeout: Porque quanto tempo a entrada

F

IREWALL

– T

ÉCNICA DO

KNOCK KNOCK

F

IREWALL

– T

ÉCNICA DO

KNOCK KNOCK

 A técnica do “knock knock” consiste em permitir acesso ao roteador somente após ter seu

endereço IP em uma determinada address list.

 Neste exemplo iremos restringir o acesso ao winbox somente a endereços IPs que estejam na

lista “libera_winbox” /ip firewall filter

add chain=input protocol=tcp dst-port=2771 action=add-src-to-address-list address-list=knock \ address-list-timeout=15s comment="" disabled=no

add chain=input protocol=tcp dst-port=7127 src-address-list=knock action= add-src-to-address-list \

address-list=libera_winbox address-list-timeout=15m comment="" disabled=no

add chain=input protocol=tcp dst-port=8291 src-address-list=libera_winbox action=accept disabled=no

add chain=input protocol=tcp dst-port=8291 action=drop disbled=no

F

IREWALL

– C

ONNECTION

T

RACK

Refere-se a habilidade do roteador em manter o estado da

informação relativa as conexões, tais como endereços IP de origem e destino, as respectivas portas, estado da conexão, tipo de protocolos e timeouts. Firewalls que fazem connection track são chamados de

“statefull” e são mais seguros que os que fazem processamentos “stateless”.

“stateless”.

F

IREWALL

– C

ONNECTION

T

RACK

 O sistema de connection track é o coração do firewall. Ele obtém e mantém informações sobre todas conexões ativas.  Quando se desabilita a função “connection tracking” são

perdidas as funcionalidades NAT e as marcações de perdidas as funcionalidades NAT e as marcações de

pacotes que dependam de conexão. No entanto, pacotes podem ser marcados de forma direta.

 Connection track é exigente de recursos de hardware. Quando o equipamento trabalha somente como bridge é

L

OCALIZAÇÃO DA

C

ONNECTION

T

RACKING Interface de Entrada Interface de Saida Processo Local IN Processo Local OUT Conntrack Conntrack 172 Filtro Forward

Filtro Input Filtro Output

Decisão de Roteamento Decisão de Roteamento Conntrack Conntrack

F

IREWALL

– C

ONNECTION

T

RACK

 Estado das conexões:  Estado das conexões:

 established: Significa que o pacote faz parte de uma conexão já

estabelecida anteriormente.

 new: Significa que o pacote está iniciando uma nova conexão ou faz parte

de uma conexão que ainda não trafegou pacotes em ambas direções.

 related: Significa que o pacote inicia uma nova conexão, porém está

associada a uma conexão existente.

 invalid: Significa que o pacote não pertence a nenhuma conexão

existente e nem está iniciando outra.

F

IREWALL

P

ROTEGENDO O

R

OTEADOR E OS

C

LIENTES

P

RINCÍPIOS BÁSICOS DE PROTEÇÃO

 Proteção do próprio roteador

 Tratamento das conexões e eliminação de tráfego prejudicial/inútil.

 Permitir somente serviços necessários no próprio roteador.  Prevenir e controlar ataques e acessos não autorizado ao

roteador.

Prevenir e controlar ataques e acessos não autorizado ao roteador.

 Proteção da rede interna

 Tratamento das conexões e eliminação de tráfego prejudicial/inútil.

 Permitir somente os serviços necessários nos clientes.

F

IREWALL

– T

RATAMENTO DE CONEXÕES

 Regras do canal input

 Descarta conexões inválidas.  Aceitar conexões estabelecidas.  Aceitar conexões relacionadas.

 Aceitar todas conexões da rede interna.  Descartar o restante.

F

IREWALL

– C

ONTROLE DE SERVIÇOS

 Regras do canal input

 Permitir acesso externo ao winbox.  Permitir acesso externo por SSH.  Permitir acesso externo ao FTP.  Realocar as regras.

F

IREWALL

– F

ILTRANDO TRÁFEGO PREJUDICIAL

/

INÚTIL

 Bloquear portas mais comuns utilizadas por vírus.

 Baixar lista com portas e protocolos utilizados por vírus.

vírus.

ftp://172.31.255.1/arquivos/virus.rsc

 Importar o arquivo virus.rsc e criar um “jump” para que as regras funcionem.

F

IREWALL

– F

ILTRANDO TRÁFEGO INDESEJÁVEL E POSSÍVEIS ATAQUES

.

 Controle de ICMP

 Internet Control Message Protocol é basicamente uma

ferramenta para diagnóstico da rede e alguns tipos de ICMP devem ser liberados obrigatoriamente.

devem ser liberados obrigatoriamente.

 Um roteador usa tipicamente apenas 5 tipos de ICMP(type:code), que são:

 Ping – Mensagens (0:0) e (8:0)

 Traceroute – Mensagens (11:0) e (3:3)  PMTUD – Mensagens (3:4)

F

IREWALL

– F

ILTRANDO TRÁFEGO INDESEJÁVEL

 IP’s Bogons:

 Existem mais de 4 milhões de endereços IPV4.

 Existem muitas ranges de IP restritos em rede públicas.  Existem várias ranges reservadas para propósitos

específicos. específicos.

 Uma lista atualizada de IP’s bogons pode ser encontrada em: http://www.team-cymru.org/Services/Bogons/bogon-dd.html

 IP’s Privados:

 Muitos aplicativos mal configurados geram pacotes

F

IREWAL

– P

ROTEÇÃO BÁSICA

 Ping Flood:

 Ping Flood consiste no envio de grandes volumes de mensagens ICMP aleatórias.

ICMP aleatórias.

 É possível detectar essa condição no Mikrotik criando uma regra em firewall filter e podemos associá-la a uma regra de log para monitorar a origem do

F

IREWAL

– P

ROTEÇÃO BÁSICA

 Port Scan:

 Consiste no escaneamento de portas TCP e UDP.

 A detecção de ataques somente é possível para o protocolo TCP.  Portas baixas (0 – 1023)

 Portas altas (1024 – 65535)  Portas altas (1024 – 65535)

F

IREWAL

– P

ROTEÇÃO BÁSICA

 Ataques DoS:

 O principal objetivo do ataque de DoS é o consumo de recursos de CPU ou banda.

 Usualmente o roteador é inundado com requisições de  Usualmente o roteador é inundado com requisições de

conexões TCP/SYN causando resposta de TCP/SYN-ACK e a espera do pacote TCP/ACK.

 Normalmente não é intencional ou é causada por vírus em clientes.

 Todos os IP’s com mais de 15 conexões com o roteador podem

F

IREWAL

– P

ROTEÇÃO BÁSICA

 Ataques DoS:

 Se simplesmente descartamos as conexões, permitiremos que o atacante crie uma nova conexão.

 Para que isso não ocorra, podemos implementar a proteção em  Para que isso não ocorra, podemos implementar a proteção em

dois estágios:

 Detecção – Criar uma lista de atacantes DoS com base em “connection

limit”.

 Supressão – Aplicando restrições aos que forem detectados.

F

IREWAL

– P

ROTEÇÃO PARA ATAQUES

D

O

S

Criar a lista de atacantes para posteriormente aplicarmos a supressão adequada.

F

IREWAL

– P

ROTEÇÃO PARA ATAQUES

D

O

S

 Com a ação “tarpit”

aceitamos a conexão e a fechamos, não deixando no entanto o atacante

trafegar. trafegar.

 Essa regra deve ser

colocada antes da regra de detecção ou então a

address list irá reescrevê-

F

IREWAL

– P

ROTEÇÃO BÁSICA

 Ataque dDoS:

 Ataque de dDoS são bastante parecidos com os de DoS, porém partem de um grande número de hosts infectados.

hosts infectados.

 A única medida que podemos tomar é habilitar a opção TCP SynCookie no Connection Track do firewall.

F

IREWALL

- NAT

 NAT – Network Address Translation é uma técnica que permite

que vários hosts em uma LAN usem um conjunto de endereços IP’s para comunicação interna e outro para comunicação externa.

 Existem dois tipos de NAT.

 Src NAT: Quando o roteador reescreve o IP ou porta de origem.  Src NAT: Quando o roteador reescreve o IP ou porta de origem.

 Dst NAT: Quando o roteador reescreve o IP ou porta de destino. 188 SRC DST SRC NAT DST NAT Novo SRC DST SRC Novo DST SRC DST

F

IREWALL

- NAT

 As regras de NAT são organizadas em canais:

 dstnat: Processa o tráfego enviado PARA o roteador e

ATRAVÉS do roteador, antes que ele seja dividido em INPUT e/ou FORWARD.

 srcnat: Processa o tráfego enviado A PARTIR do roteador e ATRAVÉS do roteador, depois que ele sai de OUTPUT e/ou FORWARD.

F

IREWALL

NAT – F

LUXO DE PACOTES Interface de Entrada Interface de Saida Processo Local IN Processo Local OUT Conntrack 190 Filtro Forward

Filtro Input Filtro Output

Decisão de Roteamento Decisão de Roteamento Conntrack dstnat srcnat

F

IREWALL

- NAT

 Source NAT: A ação “mascarade” troca o endereço IP de origem de uma

determinada rede pelo endereço IP da interface de saída. Portanto se

temos, por exemplo, a interface ether2 com endereço IP 185.185.185.185 e uma rede local 192.168.0.0/16 por trás da ether1, podemos fazer o

seguinte:

191

Desta forma, todos os endereços IPs da rede local vão obter acesso a internet utilizando o endereço IP 185.185.185.185

F

IREWALL

- NAT

 NAT (1:1): Serve para dar acesso bi-direcional a um determinado

endereço IP. Dessa forma, um endereço IP de rede local pode ser acessado através de um IP público e vice-versa.

F

IREWALL

- NAT

 Redirecionamento de portas: O NAT nos possibilita redirecionar

portas para permitir acesso a serviços que rodem na rede interna. Dessa forma podemos dar acesso a serviços de clientes sem utilização de endereço IP público. 193 Redirecionamento para acesso ao servidor WEB do cliente 192.168.100.10 pela porta 6380. Redirecionamento para acesso ao servidor WEB do cliente 192.168.100.20 pela porta 6480.

F

IREWALL

- NAT

 NAT (1:1) com netmap: Com o netmap podemos criar o mesmo acesso

bi-direcional de rede para rede. Com isso podemos mapear, por

exemplo, a rede 185.185.185.0/24 para a rede 192.168.100.0/24 assim:

F

IREWALL

– NAT H

ELPERS

Hosts atrás de uma rede nateada não possuem conectividade fim-

 Hosts atrás de uma rede nateada não possuem conectividade fim-

a-fim verdadeira. Por isso alguns protocolos podem não funcionar corretamente neste cenário. Serviços que requerem iniciação de conexões TCP fora da rede, bem como protocolos “stateless” como UDP, podem não funcionar. Para resolver este problema, a

implementação de NAT no Mikrotik prevê alguns “NAT Helpers” que têm a função de auxiliar nesses serviços. 195

F

IREWALL

– M

ANGLE

 O mangle no Mikrotik é uma facilidade que permite a introdução de

marcas em pacotes IP ou em conexões, com base em um determinado comportamento especifico.

 As marcas introduzidas pelo mangle são utilizadas em  As marcas introduzidas pelo mangle são utilizadas em

processamento futuro e delas fazem uso o controle de banda, QoS, NAT, etc... Elas existem somente no roteador e portanto não são passadas para fora.

 Com o mangle também é possível manipular o determinados

F

IREWALL

– M

ANGLE

 As regras de mangle são organizadas em canais e obedecem as mesma regras gerais das regras de filtro quanto a

sintaxe.

 Também é possível criar canais pelo próprio usuário.  Existem 5 canais padrão:

 prerouting: Marca antes da fila “Global-in”;  postrouting: Marca antes da fila “Global-out”;  input: Marca antes do filtro “input”;

 output: Marca antes do filtro “output”;

F

IREWALL

– D

IAGRAMA DO

M

ANGLE Interface de Entrada Interface de Saida Processo Local IN Processo Local OUT

Mangle Input Mangle Output 198 Mangle Forward Mangle Input Output Decisão de Roteamento Decisão de Roteamento Mangle Prerouting Mangle Postrouting

F

IREWALL

– M

ANGLE

 As opções de marcações incluem:

 mark-connection: Marca apenas o primeiro pacote.  mark-packet: Marca todos os pacotes.

 mark-routing: Marca pacotes para política de roteamento.

F

IREWALL

– M

ANGLE

 Marcando conexões:

 Use mark-connection para identificar uma ou um grupo de conexões com uma marca especifica de conexão.

 Marcas de conexão são armazenadas na contrack.

 Só pode haver uma marca de conexão para cada conexão.

 O uso da contrack facilita na associação de cada pacote a uma conexão específica.

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