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CENTRO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS MODERNAS - CELEM

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CENTRO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS MODERNAS - CELEM

LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA – ESPANHOL

CURSO BÁSICO

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA

O ensino da Língua estrangeira tem feito parte da história da educação brasileira. De uma abordagem tradicional, passou-se a valorizar o uso do sistema lingüístico em contatos sociais. Nesse sentido, a língua tornou-se o objeto de estudo específico da disciplina de Língua Estrangeira.

Com os movimentos nacionalistas o ensino de língua estrangeira foi desvalorizado. Porém a partir dos anos 80 com a redemocratização do país surgiu “[...] um amplo movimento pelo retorno da pluralidade de oferta de língua estrangeira nas escolas públicas” (DCE, 2006, p.22). No Paraná em 1986 a SEED criou os centros de Línguas Estrangeiras Modernas (CELEM) valorizando dessa forma a diversidade étnica paranaense.

Entendendo a Língua como uma construção histórica e cultural em constante transformação, ela não se limita a uma visão sistemática e estrutural do código lingüístico e sim repleta de sentidos possibilitando a percepção do mundo que amplia espaços de contato com outras formas de conhecer e interpretar a realidade.

Quanto a estrutura da língua, o aluno deverá compreender que a mesma não se trata somente da conformidade à norma, mas sim como signo variável e flexível. Assim, a língua se apresenta como um espaço de construção discursiva, de produção de sentidos diretamente ligados aos contextos deixando de lado uma suposta neutralidade e transparência adquirindo carga ideológica intensa, passando a ser vista como um fenômeno carregado de significados culturais.

O estudo de uma língua estrangeira favorece ligações entre comunidades, contemplando, dessa forma, as relações com a cultura, ideologia, sujeitos identidades. Ensinar línguas é também ensinar e aprender percepções de mundo e de maneiras de construir sentidos.

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Os objetivos do ensino da LEM, de acordo com as DCEs (p.32), são que o aluno:

- seja capaz de usar a língua em situações de comunicação oral e escrita; - vivencie na aula de língua estrangeira, formas de participação que lhe

possibilite estabelecer relações entre ações individuais e coletivas;

- compreenda que os significados são sociais e historicamente construídos e, portanto, passíveis de transformação social;

- tenha maior consciência sobre o papel das línguas na sociedade;

- reconheça e compreenda a diversidade lingüística e cultural, bem como seus benefícios para a desenvolvimento cultural do país.

Na América do Sul, desde o seu descobrimento, predominam fortíssimas influências espanholas. A cultura desse povo é impregnada de costume, crenças, danças, músicas que influenciaram de modo significativo o processo de formação cultural da sociedade latina como um todo.

Não podemos negar que tal influência se estende aos dias atuais e encontra-se em expansão nos últimos anos em virtude de sucessos na área audiovisual dentre os quais destacamos músicas e telenovelas que se utilizam da língua espanhola.

Pensando-se ainda no MERCOSUL e na integração dos países de língua espanhola e portuguesa devemos ter consciência da necessidade de conhecermos este idioma a fim de contribuirmos neste processo, sem contar com a necessidade que se tem de certo domínio dessa língua diante dos contatos orais com países vizinhos, cuja língua materna é o espanhol.

Nesse sentido, norteado pelas situações acima colocadas, e pelo interesse dos alunos quanto ao conhecimento da Língua Estrangeira – Espanhol, sendo esta uma segunda língua e que tem uma importância significativa para a preparação do aluno para as situações cotidianas, é que se justifica o ensino da mesma no Colégio Estadual Marquês de Paranaguá por meio do CELEM, atendendo alunos da Educação Básica e da Comunidade.

Enfim, o que se objetiva com o ensino da Língua Estrangeira Espanhola neste Colégio é:

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• Analisar questões globais e a importância do domínio de mais que uma Língua e suas aplicações no cotidiano;

• Desenvolver a consciência crítica a respeito da língua na sociedade; • Reconhecer o ensino da Língua como meio para a progressão no

trabalho e estudos posteriores;

• Compreender a influência que esta Língua exerce sobre a nossa cultura;

• Formar alunos críticos e capazes de atuarem na sociedade de modo a transformá-la.

CONTEÚDOS ESTRUTURANTE/BÁSICOS DA DISICIPLINA 1º PERÍODO

CONTEÚDO ESTRUTURANTE

CONTEÚDOS BÁSICOS

O Discurso como prática social

No trabalho com os seguintes Gêneros Textuais (Conteúdos Básicos), perpassará as práticas de leitura, escrita, oralidade e análise lingüística, conforme suas esferas sociais de circulação. GÊNEROS TEXTUAIS: - Poemas; - Letras de Músicas; - Charges - Rótulos; - História em Quadrinhos; - Contos; - Parlendas; - Ditados Populares.

PRÁTICA DISCURSIVA: Oralidade Fatores de textualidade centradas no leitor: Tema do texto; — Aceitabilidade do texto; — Finalidade do texto; — Informatividade do texto; — Intencionalidade do texto; — Situacionalidade do texto; — Papel do locutor e interlocutor; — Conhecimento de mundo;

— Elementos extralinguísticos: entonação, pausas, gestos; — Adequação do discurso ao gênero;

— Turnos de fala; — Variações linguísticas.

Fatores de textualidade centradas no texto:

— Marcas linguísticas: coesão, coerência, gírias, repetição, recursos semânticos;

— Adequação da fala ao contexto (uso de distintivos formais e informais como conectivos, gírias, expressões, repetições); — Diferenças e semelhanças entre o discurso oral ou escrito.

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PRÁTICA DISCURSIVA: Leitura

Fatores de textualidade centradas no leitor: — Tema do texto;

— Conteúdo temático do gênero;

— Elementos composicionais do gênero; — Propriedades estilísticas do gênero; — Aceitabilidade do texto;

— Finalidade do texto; — Informatividade do texto; — Intencionalidade do texto; — Situacionalidade do texto; — Papel do locutor e interlocutor; — Conhecimento de mundo; — Temporalidade;

— Referência textual.

Fatores de textualidade centradas no texto: — Intertextualidade;

— Léxico: repetição, conotação, denotação, polissemia; — Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto, pontuação, figuras de linguagem, recursos gráficos (aspas, travessão, negrito);

— Partículas conectivas básicas do texto. PRÁTICA DISCURSIVA: Escrita

Fatores de textualidade centradas no leitor: — Tema do texto;

— Conteúdo temático do texto;

— Elementos composicionais do gênero; — Propriedades estilísticas do gênero; — Aceitabilidade do texto;

— Finalidade do texto; — Informatividade do texto; — Intencionalidade do texto; — Situacionalidade do texto; — Papel do locutor e interlocutor; — Conhecimento de mundo — Temporalidade;

— Referência textual.

Fatores de textualidade centradas no texto: — Intertextualidade;

— Partículas conectivas básicas do texto; — Vozes do discurso: direto e indireto;

— Léxico: emprego de repetições, conotação, denotação, polissemia, formação das palavras, figuras de linguagem; — Emprego de palavras e/ou expressões com mensagens implícitas e explicitas;

— Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto, pontuação, figuras de linguagem, recursos gráficos (como aspas, travessão, negrito);

— Acentuação gráfica; — Ortografia;

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2º PERÍODO CONTEÚDO ESTRUTURANTE

CONTEÚDOS BÁSICOS

No trabalho com os seguintes Gêneros Textuais (Conteúdos Básicos), perpassará as práticas de leitura, escrita, oralidade e análise lingüística, conforme suas esferas sociais de circulação.

GÊNEROS TEXTUAIS: - Poemas; - Letras de Músicas; - Cartas; - Manuais de Instrução; - Reportagens; - Contos; - Artigos; - Textos Informativos.

PRÁTICA DISCURSIVA: Oralidade

Fatores de textualidade centradas no leitor: —Tema do texto; —Aceitabilidade do texto; —Finalidade do texto; —Informatividade do texto; —Intencionalidade do texto; —Situacionalidade do texto; —Papel do locutor e interlocutor; —Conhecimento de mundo;

—Elementos extralinguísticos: entonação, pausas, gestos; —Adequação do discurso ao gênero;

—Turnos de fala; —Variações linguísticas.

Fatores de textualidade centradas no texto:

—Marcas linguísticas: coesão, coerência, gírias, repetição, recursos semânticos;

—Adequação da fala ao contexto (uso de distintivos formais e informais como conectivos, gírias, expressões, repetições);

—Diferenças e semelhanças entre o discurso oral ou escrito. PRÁTICA DISCURSIVA: Leitura

Fatores de textualidade centradas no leitor: —Tema do texto;

—Conteúdo temático do texto;

—Elementos composicionais do gênero; —Propriedades estilísticas do gênero; —Aceitabilidade do texto;

—Finalidade do texto; —Informatividade do texto; —Intencionalidade do texto; —Situacionalidade do texto; —Papel do locutor e interlocutor; —Conhecimento de mundo; —Temporalidade;

—Referência textual.

Fatores de textualidade centradas no texto: —Intertextualidade;

—Léxico: repetição, conotação, denotação, polissemia; —Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto, pontuação, figuras de linguagem, recursos gráficos (aspas, travessão, negrito);

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PRÁTICA DISCURSIVA: Escrita

Fatores de textualidade centradas no leitor: —Tema do texto;

—Conteúdo temático do texto;

—Elementos composicionais do gênero; —Propriedades estilísticas do gênero; —Aceitabilidade do texto;

—Finalidade do texto; —Informatividade do texto; —Intencionalidade do texto; —Situacionalidade do texto; —Papel do locutor e interlocutor; —Conhecimento de mundo; —Temporalidade;

—Referência textual.

Fatores de textualidade centradas no texto: —Intertextualidade;

—Partículas conectivas básicas do texto; —Vozes do discurso: direto e indireto;

—Léxico: emprego de repetições, conotação, denotação, polissemia, formação das palavras, figuras de linguagem;

—Emprego de palavras e/ou expressões com mensagens implícitas e explicitas;

—Marcas linguísticas: coesão, coerência, função das classes gramaticais no texto, pontuação, figuras de linguagem, recursos gráficos (como aspas, travessão, negrito);

—Acentuação gráfica; —Ortografia;

—Concordância verbal e nominal.

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO

O enfoque das aulas de espanhol será dado de modo a desenvolver e oportunizar aos alunos uma ferramenta de comunicação, interpretação e produção.

O conhecimento de mundo e as experiências dos alunos serão valorizados, por meio de discussões dos temas abordados. A exploração e seus pressupostos, a formulação de hipóteses, criação de situações, que ajudem os alunos a construírem expectativas a cerca do conhecimento apropriado, também serão estimuladas. É tarefa do professor subsidiar os alunos para que se posicionem em relação aos discursos e a Língua Espanhola num todo, de modo a desenvolver o próprio sentido acerca dos contextos que os perpassam.

Considerando o Conteúdo Estruturante “Discurso como Prática Social”, de acordo com as DCE (2008, p. 32,33) serão trabalhadas questões lingüísticas, sociopragmáticas, culturais e discursivas, bem como as práticas do uso da língua: leitura, oralidade escrita”.

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Nesse sentido o texto, verbal e não-verbal, como unidade de linguagem em uso será o ponto de partida para a aula de Língua Estrangeira Moderna.

Desse modo, se faz indispensável a abordagem de vários gêneros textuais em atividades diversificadas, analisando a função do gênero estudado, sua composição, distribuição, contexto e grau de informação, a intertextualidade, recursos coesivos, a coerência textual, e somente após todos este aspectos a análise lingüística não deixando de provocar no aluno uma reflexão sobre os mesmos.

Portanto, de acordo com a DCE de LEM, 2008, p. 63 nas aulas de Língua Estrangeira Moderna é importante que:

o professor aborde os vários gêneros textuais, em atividades diversificadas, analisando a função do gênero estudado, sua composição, a distribuição de informações, o grau de informação presente ali, a intertextualidade, os recursos coesivos, a coerência e, somente depois de tudo isso, a gramática em si. Sendo assim, o ensino deixa de priorizar a gramática para trabalhar com o texto, sem, no entanto, abandoná-la.

E ainda que o aluno, identifique as diferenças estruturais, funcionais, autoria e o público a que se destina relacionando sempre com experiências que tem com língua materna interagindo com diversas praticas sociais, presentes nas variedades lingüísticas, possibilitando assim, melhores condições de reflexão e produção de textos por uma prática critico-analítica ampliando seus conhecimentos lingüístico-culturais e percebendo as implicações sociais, históricas e ideológicas presentes no discurso e que nele se revela o respeito as diferenças culturais, crenças e valores.

Neste trabalho com os gêneros textuais serão abordados, conforme existe relação, os Desafios Contemporâneos e as questões da Diversidade Etnicorracial de forma interdisciplinar.

Para tanto, o professor poderá trabalhar de forma a contemplar os seguintes itens:

a) Gênero;

b) Aspecto Cultura/Interdiscurso; c) Variedade Lingüística;

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Nessa perspectiva podem ser realizadas atividades de: - Pesquisa

- Discussão

- Produção de texto

Poderão ser utilizados os seguintes recursos metodológicos para a realização dessas atividades:

• Músicas para leitura e análise de seu conteúdo; • Filmes e CDs para aguçar a audição e a fala; • Realização de receitas e estudos de rótulos;

• Leitura de jornais, revistas, panfletos que auxiliarão na compreensão da língua; • Visitas à biblioteca, uso da internet, entrevistas para a realização de pesquisas

sobre assuntos relacionados a cultura, literatura e crenças;

• Uso da TV multimídia e imagens relacionadas à cultura em questão;

• Jogos pedagógicos que envolvam escrita, análise lingüística, interpretação e oralidade;

• Teatro;

• Charges, tiras e histórias em quadrinhos; • Produções orais e escritas.

AVALIAÇÃO

Conforme analisa Luckesi (2005, p. 166), a avaliação da aprendizagem necessita, para cumprir o seu verdadeiro significado, assumir a função de subsidiar a construção da aprendizagem bem-sucedida. A condição necessária para que isso aconteça é de que a avaliação deixe de ser utilizada como um recurso de

autoridade, que decide sobre os destinos do educando, e assuma o papel de auxiliar o crescimento.

A avaliação da aprendizagem em Língua Estrangeira Moderna deve superar a concepção de mero instrumento de medição da apreensão de conteúdos, visto que se configura como processual e, como tal, objetiva subsidiar discussões acerca das dificuldades e avanços dos alunos, a partir de suas produções. De fato, o envolvimento dos alunos na construção do significado nas práticas discursivas será a base para o planejamento das avaliações de aprendizagem.

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O professor observará a participação dos alunos e considerará que o engajamento discursivo na sala de aula se faça pela interação verbal, a partir de diferentes formas: entre os alunos e o professor; entre os alunos na turma; na interação com o material didático; nas conversas em língua materna e língua estrangeira; e no próprio uso da língua, que funciona como recurso cognitivo ao promover o desenvolvimento de idéias (Vygotsky, 1989).

Tanto nas disciplinas obrigatórias quanto nas de Língua Estrangeira Moderna, a avaliação de determinado dado de produção deve considerar o erro como efeito da própria prática, ou seja, vê-lo como resultado do processo de aquisição de uma nova língua. Portanto, na avaliação, o erro será visto como um passo para que a aprendizagem se efetive e não como um entrave no processo, que não é linear, não acontece da mesma forma e ao mesmo tempo para diferentes pessoas.

Assim, partindo-se dos pressupostos acima explicitados a avaliação no Curso Básico de Língua espanhola será, apesar do caráter processual, pautada também em avaliações de naturezas diagnóstica e formativa, articuladas com o objetivo e conteúdos definidos, a partir das concepções e encaminhamentos metodológicos da Diretriz Curricular de Língua Estrangeira Moderna, de modo que sejam respeitadas as diferenças individuais e escolares.

De acordo com o sistema adotado pelo estabelecimento, expresso no Projeto Político Pedagógico (p. 34 a 36) pautado no Regimento Escolar (p. 47 a 50), a avaliação é contínua, cumulativa e processual, devendo refletir o desenvolvimento global do aluno e considerar as características individuais deste no âmbito da Língua espanhola, com predominância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos.

Sendo a avaliação um processo serão considerados os seguintes critérios e instrumentos de avaliação nas práticas discursivas de leitura, oralidade e escrita: Práticas

Discursivas

Critérios Instrumentos (São algumas sugestões, poderão ser utilizados outros)

Espera-se que o aluno:

— Utilize o discurso de acordo com a situação de produção (formal e/ou informal);

— Apresente suas ideias com clareza, coerência;

— Utilize adequadamente

- Relatos na língua; - Descrições orais; - Provas orais;

- Socialização de idéias dos alunos sobre os diversos gêneros textuais estudados;

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Oralidade

entonação, pausas, gestos;

— Organize a sequência de sua fala;

— Respeite os turnos de fala; — Explore a oralidade, em adequação ao gênero proposto; — Exponha seus argumentos; — Compreenda os argumentos no discurso do outro;

— Participe ativamente dos diálogos, relatos, discussões (quando necessário em língua materna); — Utilize expressões faciais corporais e gestuais, pausas e entonação nas exposições orais, entre outros elementos

extralinguísticos que julgar necessário.

gêneros de forma individual e coletiva; - Produção oral de frases e textos; - Conversação utilizando a língua.

OBS: Sempre utilizando a Língua estudada e quando necessário a Língua Materna. As avaliações poderão ser individuais ou em grupo.

Leitura

Espera-se que o aluno:

— Realize leitura compreensiva do texto;

— Identifique o conteúdo temático;

— Identifique a ideia principal do texto;

— Deduza os sentidos das palavras e/ou expressões a partir do contexto;

— Perceba o ambiente (suporte) no qual circula o gênero textual; — Compreenda as diferenças decorridas do uso de palavras e/ou expressões no sentido conotativo e denotativo;

— Analise as intenções do autor; — Identifique e reflita sobre as vozes sociais presentes no texto;

— Faça o reconhecimento de

- Leitura e interpretação de textos de diferentes gêneros, utilizando-se textos digitados, recortes de jornais e revistas, legenda de filmes, letras de músicas.

OBS: Sempre utilizando a Língua estudada e quando necessário a Língua Materna. As avaliações poderão ser individuais ou em grupo.

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palavras e/ou expressões que estabelecem a referência textual; — Amplie seu léxico, bem como as estruturas da língua (aspectos gramaticais) e elementos culturais.

Escrita

Espera-se que o aluno: — Expresse as ideias com clareza;

— Elabore e re-elabore textos de acordo com o encaminhamento do professor, atendendo:

- às situações de produção propostas (gênero, interlocutor, finalidade);

- à continuidade temática; — Diferencie o contexto de uso da linguagem formal e informal;

— Use recursos textuais como: coesão e coerência, informatividade, etc;

— Utilize adequadamente recursos linguísticos como: pontuação, uso e função do artigo, pronome, numeral, substantivo, adjetivo, advérbio, etc.;

— Empregue palavras e/ou expressões no sentido conotativo e denotativo, em conformidade com o gênero proposto;

— Use apropriadamente elementos discursivos, textuais, estruturais e normativos atrelados aos gêneros trabalhados;

— Reconheça palavras e/ou

- Produção de frases e textos nos mais diferentes gêneros;

- Reescrita de frases e textos; - Criação e escrita de histórias;

- Descrição escrita de fatos, imagens, mapas entre outros;

- Produção escrita de relatórios; - Provas escritas com ou sem consulta.

OBS: Sempre utilizando a Língua estudada e quando necessário a Língua Materna. As avaliações poderão ser individuais ou em grupo.

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expressões que estabelecem a referência textual.

Sendo, portanto, um processo contínuo e cumulativo se faz necessário a oferta da recuperação de estudos de forma paralela ao trabalho realizado em sala de aula, proporcionando ao aluno uma nova oportunidade de aprender os conteúdos não apreendidos. Neste processo de recuperação serão utilizados novos encaminhamentos metodológicos e instrumentos diferentes daqueles utilizados inicialmente no processo de avaliação.

REFERÊNCIAS

LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1995. MASCIA, M.A.A. Discursos fundadores das metodologias e abordagens de ensino. VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989a.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira Moderna. Curitiba: SEED, 2008. http://www.diaadia.pr.gov.br/celem/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=55 Acesso em: 14/09/09 às 10h10min.

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LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA- ESPANHOL

CURSO APRIMORAMENTO

APRESENTAÇÃO DO CURSO

Levando em consideração a importância do domínio e a necessidade de contato com outras línguas é de suma importância que a escola crie condições que venham somar com o desenvolvimento de seus alunos.

Neste sentido, no curso de aprimoramento têm-se a necessidade de dar seqüência as atividades desenvolvidas no curso básico de modo que os alunos, que ora concluem tenham condições de aprofundar seu conhecimento a cerca da Língua Espanhola.

Outro aspecto que nos cabe ressaltar diz respeito a integração do Brasil com os países latinos através do MERCOSUL, onde os conhecimentos pertinentes a Língua Espanhola são fundamentais para tal inter-relacionamento, uma vez que também nos encontramos em uma região de fronteira.

O curso objetiva:

• Dar seqüência aos trabalhos com os alunos concluintes do nível básico e aprofundar a formação recebida

• Aprimorar a leitura, interpretação e a escrita de diversas tipologias textuais;

• Aprofundar conhecimentos culturais no contexto da Língua Espanhola;

• Promover estudos da Literatura Hispânica;

• Aprofundar o estudo da influência da Língua Espanhola na história e formação dos povos latinos;

• Aperfeiçoar o uso cotidiano formal e informal da Língua Espanhola. CONTEÚDOS

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO

De acordo com os encaminhamentos metodológicos expressados nas Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira Moderna é de fundamental importância

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que o professor aborde os vários elementos, em atividades diversificadas, que veiculem também os aspectos culturais do idioma estudado.

Ao abordar o uso da língua estrangeira como espaço de construção de significados dependentes da situação de uso, dos propósitos dos interlocutores e dos recursos lingüísticos de que dispõem, se estabelece uma nova abordagem. Isto significa, entre outras coisas, pensar que o falante/escritor tem papel ativo na construção do significado da interação, assim como seu interlocutor.

Neste sentido, no Curso de Aprimoramento da Língua Espanhola será possível fazer discussões sobre a compreensão/ construção de novos conhecimentos, a partir daqueles existentes, integrando todas as práticas adquiridas no curso básico.

O conhecimento de mundo e as experiências dos alunos serão valorizados, por meio de discussões dos temas abordados. A exploração e seus pressupostos, a formulação de hipóteses, criação de situações, que ajudem os alunos a construírem expectativas a cerca do conhecimento apropriado, também serão estimuladas.

É tarefa do professor subsidiar os alunos para que se posicionem em relação aos discursos e a Língua Espanhola num todo, de modo a desenvolver o próprio sentido acerca dos contextos que os perpassam.

Assim, a integração de habilidades é fundamental para que se passe da compreensão auditiva para habilidades orais e da compreensão de leitura para habilidades escritas, da mesma forma como os alunos aprendem suas línguas-maternas. A integração das habilidades supõe o uso de recursos didáticos autênticos tais como os vídeos, acervo bibliográfico e a internet que oferecem uma variedade de tópicos e informações atualizadas que ajudam a trazer o mundo real para dentro da sala de aula.

AVALIAÇÃO

Conforme analisa Luckesi (2005, p. 166), a avaliação da aprendizagem necessita, para cumprir o seu verdadeiro significado, assumir a função de subsidiar a

construção da aprendizagem bem-sucedida. A condição necessária para que isso aconteça é de que a avaliação deixe de ser utilizada como um recurso de

autoridade, que decide sobre os destinos do educando, e assuma o papel de auxiliar o crescimento.

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A avaliação da aprendizagem em Língua Estrangeira Moderna deve superar a concepção de mero instrumento de medição da apreensão de conteúdos, visto que se configura como processual e, como tal, objetiva subsidiar discussões acerca das dificuldades e avanços dos alunos, a partir de suas produções. De fato, o envolvimento dos alunos na construção do significado nas práticas discursivas será a base para o planejamento das avaliações de aprendizagem.

O professor observará a participação dos alunos e considerará que o engajamento discursivo na sala de aula se faça pela interação verbal, a partir de diferentes formas: entre os alunos e o professor; entre os alunos na turma; na interação com o material didático; nas conversas em língua materna e língua estrangeira; e no próprio uso da língua, que funciona como recurso cognitivo ao promover o desenvolvimento de idéias (Vygotsky, 1989).

Tanto nas disciplinas obrigatórias quanto nas de Língua Estrangeira Moderna, a avaliação de determinado dado de produção deve considerar o erro como efeito da própria prática, ou seja, vê-lo como resultado do processo de aquisição de uma nova língua. Portanto, na avaliação, o erro será visto como um passo para que a aprendizagem se efetive e não como um entrave no processo, que não é linear, não acontece da mesma forma e ao mesmo tempo para diferentes pessoas.

Assim, partindo-se dos pressupostos acima explicitados a avaliação no Curso Básico de Língua espanhola será, apesar do caráter processual, pautada também em avaliações de naturezas diagnóstica e formativa, articuladas com o objetivo e conteúdos definidos, a partir das concepções e encaminhamentos metodológicos da Diretriz Curricular de Língua Estrangeira Moderna, de modo que sejam respeitadas as diferenças individuais e escolares.

De acordo com o sistema adotado pelo estabelecimento, expresso no Projeto Político Pedagógico (p. 34 a 36) pautado no Regimento Escolar (p. 47 a 50), a avaliação é contínua, cumulativa e processual, devendo refletir o desenvolvimento global do aluno e considerar as características individuais deste no âmbito da Língua espanhola, com predominância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos.

Sendo a avaliação um processo serão considerados os seguintes critérios e instrumentos de avaliação nas práticas discursivas de leitura, oralidade e escrita: Práticas Critérios Instrumentos (São algumas

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Discursivas outros)

Oralidade

Espera-se que o aluno:

— Utilize o discurso de acordo com a situação de produção (formal e/ou informal);

— Apresente suas ideias com clareza, coerência;

— Utilize adequadamente entonação, pausas, gestos;

— Organize a sequência de sua fala;

— Respeite os turnos de fala; — Explore a oralidade, em adequação ao gênero proposto; — Exponha seus argumentos; — Compreenda os argumentos no discurso do outro;

— Participe ativamente dos diálogos, relatos, discussões (quando necessário em língua materna); — Utilize expressões faciais corporais e gestuais, pausas e entonação nas exposições orais, entre outros elementos

extralinguísticos que julgar necessário.

- Relatos na língua; - Descrições orais; - Provas orais;

- Socialização de idéias dos alunos sobre os diversos gêneros textuais estudados;

- Leitura de textos dos mais diferente gêneros de forma individual e coletiva; - Produção oral de frases e textos; - Conversação utilizando a língua.

OBS: Sempre utilizando a Língua estudada e quando necessário a Língua Materna. As avaliações poderão ser individuais ou em grupo.

Leitura

Espera-se que o aluno:

— Realize leitura compreensiva do texto;

— Identifique o conteúdo temático;

— Identifique a ideia principal do texto;

— Deduza os sentidos das palavras e/ou expressões a partir do contexto;

— Perceba o ambiente (suporte) no qual circula o gênero textual; — Compreenda as diferenças decorridas do uso de palavras e/ou expressões no sentido

- Leitura e interpretação de textos de diferentes gêneros, utilizando-se textos digitados, recortes de jornais e revistas, legenda de filmes, letras de músicas.

OBS: Sempre utilizando a Língua estudada e quando necessário a Língua Materna. As avaliações poderão ser individuais ou em grupo.

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conotativo e denotativo;

— Analise as intenções do autor; — Identifique e reflita sobre as vozes sociais presentes no texto;

— Faça o reconhecimento de palavras e/ou expressões que estabelecem a referência textual; — Amplie seu léxico, bem como as estruturas da língua (aspectos gramaticais) e elementos culturais.

Escrita

Espera-se que o aluno: — Expresse as ideias com clareza;

— Elabore e re-elabore textos de acordo com o encaminhamento do professor, atendendo:

- às situações de produção propostas (gênero, interlocutor, finalidade);

- à continuidade temática; — Diferencie o contexto de uso da linguagem formal e informal;

— Use recursos textuais como: coesão e coerência, informatividade, etc;

— Utilize adequadamente recursos linguísticos como: pontuação, uso e função do artigo, pronome, numeral, substantivo, adjetivo, advérbio, etc.;

— Empregue palavras e/ou expressões no sentido conotativo e denotativo, em conformidade com o

- Produção de frases e textos nos mais diferentes gêneros;

- Reescrita de frases e textos; - Criação e escrita de histórias;

- Descrição escrita de fatos, imagens, mapas entre outros;

- Produção escrita de relatórios; - Provas escritas com ou sem consulta.

OBS: Sempre utilizando a Língua estudada e quando necessário a Língua Materna. As avaliações poderão ser individuais ou em grupo.

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gênero proposto;

— Use apropriadamente elementos discursivos, textuais, estruturais e normativos atrelados aos gêneros trabalhados;

— Reconheça palavras e/ou expressões que estabelecem a referência textual.

Sendo, portanto, um processo contínuo e cumulativo se faz necessário a oferta da recuperação de estudos de forma paralela ao trabalho realizado em sala de aula, proporcionando ao aluno uma nova oportunidade de aprender os conteúdos não apreendidos. Neste processo de recuperação serão utilizados novos encaminhamentos metodológicos e instrumentos diferentes daqueles utilizados inicialmente no processo de avaliação.

REFERÊNCIAS

LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1995. MASCIA, M.A.A. Discursos fundadores das metodologias e abordagens de ensino. VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989a.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira Moderna. Curitiba: SEED, 2008. http://www.diaadia.pr.gov.br/celem/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=55 Acesso em: 14/09/09 às 10h10min.

Referências

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