QLJD
HHI
R
39
ex.l
0)
M
-8
¡-
282
68
O
U
FSC
-BURELATÓRID
DE
EsTÁs1o
` _VALNEI
CARLOS DENARDIN
~
E
Floríanõpolis, março
de
1989
___...
_..._,_,__
_______
ÍEw___*
«--‹z,‹_¡.
*
-›z.›.,.›-...z
AGRADECIMENTOS
:
Ã
Empresa Braskalb Agropecuária
Ltda
através
da
unidade
de
Ipuã
e
todos
os
seus
funcionários
que
me
aeolheram
com
muita amizade
e
compreensão
possibilitando-me
a
realizar
um
ótimo estágio.
Agradecimento
especial também
ao
Professor
Shiow Shong
Lin que me
orientou para
o
desenvolvi
O
estágio
foi
desenvolvido
na
Empresa Braskalb Agrope-
cuaria
Ltda
Unidade
de
Ipuã
Ipuã~São Paulo,
no.perÍodo
de
12
de
dezembro
de
1988
a
14
de
janeiro
de
1989,
perfazendo
um
total
de
232
horas.
O
estágio
desenvolveu~se
na area
de
Tecnologia
de Se-
mentes,
abrangendo
as
fases
de
campo,
usina
e
laboratório
de
S
U
M
A
R
I
O
1
-
INTRODUÇÃO
. .
. . . .
.
.
. .
.
. . . . .
.
.
.
.
..
11-
TRABALHOS DESENVOLVIDOS E/ou ACQMPANHADOS
01.
Campo
de
Produção
de
Sementes
.
. . .
.
..
02.
Unidade
de
Beneficiamento
de
Sementes
O3.
Atividades
de
Laboratõrio
. .
.
. .
.
. . .
..
04.
Outras Atividades
Desenvolvidas
...
III»
PROGRAMAÇÃO DIÁRIA DBSENVOLVIDA
.
.
.
. . .
..
IV
-
CONCLUSÃO
.
.
.
. . .
.
.
. .
. .
.
.
.
. .
. . .
. .
.
. . . . .
..
V
-
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
. .
. . . .
.
.
. .
. .
.
..
V1
-
ANEXOS;
1.
..Ã4Âfë
.
.
.
.
.
. . . . .
.
.
.
.
. . .
. . .
..
-2.
'. . .
.
.J'
. .
. .
. .
.
.
. .
.
.
. .
.
. . . .
. .
..
3.
. .
.
.
.
.
. .
.
.
. . . .
.
. . . . .
.
. . . .
.
.
..
4.
.
. . . .
.
. . . .
. .
. . . .
.
. . .
..
5.
. . . .
. .
. . . .
. .
. . .
. . .
. .
.
.
..
ó.
.
.
. .
.
.
.
.
. .
.
.
. .
. .
.
.
.
. .
.
. .
.
.
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›
.
-
v
Pag
O5
O6
O7
ll
14
20
21
24
25
27
28
29
32
34
39
A
Braskalb
Agropecuaria Brasileira
Ltda,
possui
sua
matriz em
Campinas-São
Paulo, tendo cinco filiais
espalhadasrmr
todo
o
Brasil,
atuando
na
área
de
reprodução avíoula
e
produção
de
sementes
de
milho, sorgo, girassol, soja, feijão
e
milho,pi
poca.
A
unidade
a
qual me
detenho
ë
a
de
produção
de
semen-
tes
localizada
na
cidade
de
Ipuã/S?
e
que
possui
um
parque
usi~
neiro dotado
da
mais alta
infraestrutura
em
unidade
de
benefi~
ciamento
de
sementes.
A
filial
de
Ipuã
atua na area
de
produção
de
sementes
de
milho híbrido,
soja, feijao
e
milho
pipoca.
Esta
localizada
em
uma região
de
clima bem
definidocmm
períodos
~
das
águas
e
das
secas.
Possui
um
relevo
levemente
on
dulado, com solos
profundos, classificados
com
latossolo
roxo
e
podzõlico, também chamados
de
Cerradão.
V
Tem
como
outra
caracteristica
a
favor
a
maior
área
de
irrigação por
pivô central
da
América
Latina,
permitindo
com is
to
que se faça duas safras por
ano.
Além
destas
caracteristicas
a
região
ë
produtora
de
cana-de-açucar,
café,
algodão, soja, ci
tros,
milho, feijão, tomate
e
trigo, todos
com boas
produtivida
des
devido
a
fertilidade
e
estrutura
do
solo, com
o
uso
de
al-
tas
tecnologias.
A
empresa através
do seu
corpo
técnico
procurou
colo~
car~me
em
contato
com todo
trabalho
desenvolvido
por ela
e
to-
das
as
tecnologias adotadas
na
região.
Anexo
O1
Croqui
das
pre-
cipitações ocorridas
na
região
em
87
e
88.
K
K
z
-.t
Ol.
§ampoidepPrQducãopdeü§ementes
A produção
de
sementes
da
Braskalb
ë
feita pelo
siste~
ma
de
cooperantes.
Alguns meses
antes
de
iniciar
a
ëpoca
de
plantio
da
cultura,
os
interessados procuram
a
empresa para implantar
um
campo
de
produção
de
sementes.
Com
isto
ê
feita
a
inscrição
acqm
panhada posteriormente
de
uma
visita
do
técnico
da
empresa para
verificar
a
ãrea
e
se
todas
as
exigências para produzir
semen~
tes de
milho
híbrido, soja, feijão, sorgo,
milho
pipoca
e
giras
sol são
atendidas.
Qrigem
das
sementes utilizadas pela
Braskalb:
A
produção
de
sementes fiscalizadas pode
ser
feita
a
partir
da
multiplicação
da
semente
basica,
registrada, certifi~
cada,produzida
de
acordo
com
as
normas estabelecidas para
cada
espécie.
VA
Braskalb produz
sementes
fiscalizadas
a
partir
de
sementes
básicas
provenientes
da
unidade
de
melhoramento
em
Bar
retos/SP, sendo que
no
caso
do
milho, sorgo
e
girassol
as
linha
gens são
provenientes
da
matriz
americana,
enquanto
que
as
se-
mentes
de
soja
e
milho pipoca
são
provenientes
da
EMBRAPA.
A
Braskalb
produz sementes fiscalizadas
de
soja
prove-
niente
da
EMBRAPA, sendo
somente
duas
cultivares
DOKO
e
IAC
8
que
possuem
as
caracteristicas
que serão
descritas
abaixo.
DOKO
-
Caracteristicas:
Ciclo
-
tardio
À
_,
Nfimero
de
dias
da
emergencia
a
floraçao
-
77
Número
de
dias
da
emergência
a
maturação
-
147
Hãbito
de
inserção
da
primeira vagem
~
20cm
Altura,das plantas
-
96cm
âCor
da
flor~~
branca
Cor
da
pubescencia
~
marrom
Cor da
vagem
-
marrom
Cor
do
pilo
-
preto
I
Cor
do
tegumento
-
amarelo
Rendimento
por
hectare
-
2.400 Kg
Resistente
a
~
püstula bacteriana,
fogo
selvagem
Susceptível
ao
olfo
de sã
ARecomendaçoes para
cultivo:
Epoca
de
plantio
-
novembro
Solo
-
médio
Região
-
MS
Observacoes:
Recomendada também para
os
estados
de MG,
ES, GO
com ciclo
semi
tardio
e
MT, RO
e
BA
com ciclo médio.
Caracteristicas_das sementes basicas
de
soja produzidas pela
Braskalb:
l§C
8 ~
Características:
Ciclo
-
semi
tardio
.Número
de
dias
da
emergência
a
floração
-
60
Número
de
dias
da
emergência
a
maturação
-
140
Hábito
de
Crescimento
-
determinado
Altura
de
inserção
da
primeira vagem
~
l7cm
Altura
das
plantas
-
82cm
Cor
da
flor
~
roxa
Cor
da
pubescência
-
marrom
Cor
da
vagem
-
marrom
Cor
do
pilo
-
preto
Cor
do
tegumento
~
amarelo
Rendimento
por
hectare
~
2.048
Kg
Resistente
a:
püstula bacteriana,
fogo
selvagem
Moderadamente resistente
as
demais
doencas
Recomendaçoes para
Cultivo:
Epoca
de
plantio
-
novembro
Solo
-
fërtil
Região
-
MS
Recomendada também para
os
estados
de:
SP;
MG, ES, GO, BA,
MT
e
Alëm
das
duas
cultivares
de
soja, são
produzidos sorgo
híbrido
e
girassol
tendo estes seus campos
de
produção
na
re-
gião
sul
devido
a
maior
produtividade
e
menor incidência
de
doep
ças,
o
que nao
acontece
na
regiao
de
Sao Paulo.
Porem,
o
produto
de
maior
peso
para
a
empresa
ë
a
pro-
dução
de
milho híbrido
duplo
a
partir
de
híbridos simples
utili
zando-se
o
processo
de
despendoamento manual devido
a
macho
es
terilidade
apresentar
alto
grau
de
susceptnúdadeaolmrmhunsporfimn
mazdis.
'Os
híbridos
duplos sao
compostos
como segue:
Eëmea
D
64
D
64
D
69
D
98
S
10
Macho
Híbrido
duplo
F
12
=
XL
678
F
17
=
XL
678
c
F
12
=
XL 605
F
10
=
XL 560
W 10
=
B
670
Etapas_para
a
produçao
do
sementes:
Na
época
de
plantio
da
cultura
a
Braskalb
distribui
as
sementes para
os
cooperantes cadastrados.
O
preparo
do
solo,
adubagao
e
semeadura
sao
feitos
nor
malmente
como em uma
lavoura para produçao
de
graos,
exceto
o
milho
que exige cuidados na
semeadura
em
funçao
da
forma
de
polinização.
O
controle
de
pragas, doenças
e
ervas
daninhas
sao
fei
tos
quando necessarios. A infestaçao
com ervas
daninhas
ë
um
dos
principais problemas
em
uma
lavoura para produçao
de
semen-
tes
e
o
controle
ë
feito
geralmente
com capinas ou
herbicidas
,
evitando-se
o
comprometimento
da
lavoura.
Enfim
os
tratos
cultu
rais
numa lavoura
de
sementes
nao
se
diferenciam muito
de
uma
lavoura para produçao
de
graos
bem
cuidadas.
“
Um
dos
cuidados
especiais
que
deve-se
ter
numa lavoura
de
sementes
ê
quanto
ao
isolamento
do
campo
para evitar mistu-
^
._
ras
varietais
ou
mesmo mecanicas.
As
misturas varietais
saonmis
intensas em
plantas alägomas
e
neste
caso
O
isolamento
deve
ser
_..
,
bem
feito,
respeitando-se
as
recomendaçoes para
cada especie.
No
caso
de
plantas
autõgamas
como
a
soja
e o
feijão
o
problema
de
mistura varietal
não
ë
tão
intenso
e
o
isolamento
dos
campos
deve ser
feito com
o
objetivo
de
evitar principalmente misturas
mecânicas.
Outro cuidado
especial que uma
lavoura
de
sementes
re~
cebe
ë
0
roquing.
Esta
ë
uma
prãtica indispensãvel, principal»
mente numa lavoura
de
sementes.
O
"roquing" nada
mais
ë
do
que
uma
operação
de
eliminação
de
plantas contaminantes
em
um
campo
de
produção
de
sementes.
E
praticamente
a
unica
forma
de
remo»
ver
as
plantas atipicas
e
de
outras cultivares,
de
reduzir
a
incidência
de
algumas moléstias transmissíveis
por
sementes
e
também
de
eliminar
as
ervas
daninhas
e
as
plantas
de
outras
cul
turas que não
puderam
ser
controladas anteriormente
e
são
de
di
ficil
separação
no
Beneficiamento.
O
roquing
ë
de
responsabili
dade
do
cooperante
junto com
a
empresa produtora, sendo
feito
por um grupo
de
pessoas
jã
treinadas.
O
roquing
ë
feito tantas
vezes
quanto
necessário durante
o
ciclo
de
cultura.
No
caso
do
milho
híbrido outra prãtica
que
também
ê
fšita
ê
o
despendoamento quando
o
milho estiver
em
ponto
de
buä
c
fi
'_
,
,.
_
_
l
_
fa.
Como
o
milho
e
uma
planta alogama
e
possui tecundaçao cruza
›¬_
H
FS
U'da,
para
podermos
produzir
o
rido duplo
ê
necessário
o
des~
pendoamento.
,
O
sistema
de
semeadura adotado pela Braskalb
e
3:1
ou
^
4:1
sendo
4
linhas
de
femeas
e
uma
de
macho polinizadorou
com
3
A
linhas
de
femeas
e
uma
de
macho polinizadas.
No
periodo
em
que
o
milho
estiver
em
ponto
de
bucha
faz-se
o
despendoamento
da
fe
A
mea,
sendo feito
vãrios
repasses
até que todas
as
femeas
este-
jam
despendoadas evitando
uma
contaminação
e
garantindo
com
is~
,.
to
a
pureza genetica
dos
híbridos.
Um
exemplo
estã
no
anexo
Z.
A determinação
do
ponto
de
colheita
é
feita avaliando-
se
o
estãdio
fenolõgico
da
planta
e
o
teor
de
umidade dosgrãos
O
ideal
seria
colher
as
sementes
no
periodo
de
maturação
fisio-
lõgica
pois
neste momento
a
semente apresenta vigor
e
germina~
ção elevados. Isto não
ê
possivel,
pois na
maturação fisiolÕgi~
ca
o
teor
de
umidade
e
muito alto
0 a
planta ainda
estã verde,
fazendo
com que
as
sementes
sofram
sérios danos
no
processo
de
colheita,
principalmente quando
esta
ë
mecânica.
A
colheita
ë
efetuada
normalmente quando
o
teor
de
umidade
estã
abaixo
de
18%
e
a
planta encontra~se
seca.
A colheita
ë
feita mecanicamente
em
algumas
culturas
co
mo
milho
e
soja,
já
outras
culturas
como
o
feijão,
a
colheita
ë
manual.
Deve-se
tomar cuidados
especiais para evitar
qualquertn
po de
mistura mecanica
na
colheita.
Ao
mudar
de
cultivar deve-se limpara minuciosamente
a
colheitadeira,
tratar
e
demais
equipamentos. Numa propriedade
onde
além
de
lavouras para
sementes,
há
lavouras
para
grãos, de
ve-se colher primeiro
as
sementes,
evitando-se possiveis mistu-
ras
mecanicas.
Inspeção
de
campos para produçãofide
sementes:
A
Braskalb produz
pelo
sistema
de
cooperantes,
adquir-
rindo toda
a
semente
produzida
em
seus
campos, com isto
a
res-
ponsabilidade técnica
e
inspeção
dos
campos
ê
feita
pelos ,prÕ-
prios
técnicos
da
empresa durante
todo
o
estádio
de
desenvolvi-
mento da cultura,
cabendo
a
eles
a
responsabilidade devistorias
e
se
necessario
for,
cancelar
o
campo
para produção
de se-
mentes.
02.
Unidade
de
Beneficiamento
de
Sementes
A Braskalb possui
uma
unidade
de
beneficiamento
de
se-
mentes (U.B.S.) com três secadores, sendo que toda
semente
ë
be
neficiada
na
prõpria
empresa.
Recebimento
das
sementes:
Apõs
a
colheita,
as
sementes
são
enviadas
ã
usina. Ao
chegar
são
pesadas
e
em
seguida retira-se uma amostra
da
carga
para
verificar
o
teor
de
umidade.
Na U.B.S. para
iniciar
o
beneficiamento
são
formados
lp
tes
de
acordo com
a
capacidade
do
secador. Estes lotes são
cons
tituidos por sementes
classificadas
do
mesmo
tipo, ou
seja
com
teor
de
umidade
e
impurezas semelhantes, tornando
o
lote
mais
ãtapas
do
beneficiamento
de sementes:
As
sementes são
descarregadas
na
moega
e
por meio
de
elevadores conduzidos
até
a
maquina
de
pre-limpeza.
A
pré-limpeza
ê
feita com
o
objetivo
de
retirar
as
su-
jeiras
maiores
que estão junto
das
sementes como poeira, restos
de
folhas, pedras, etc.,
visando facilitar
o
processo
de
seca-
gem.
Este
processo
ë
feito
combinando-se ventiladores
e
penei-
ras. Os
ventiladores retiram
o
põ
e
outros
materiais
leves
an-
tes da
queda
das
sementes
nas peneiras.
As
peneiras separam
as
sementes
das
sujeiras maiores.
As
impurezas maiores
que
as
se-
mentes
ficam retidas
nas
peneiras superiores, enquanto
que
as
sementes
passam
por elas
e
caem
nas
peneiras inferiores.
Nestas
peneiras inferiores,
as
sementes ficam retidas,
passando
somen-
te as
sujeiras menores
que
as
sementes.
As
sementes
que
ficmnre
tidas na
segunda peneira
são
transportadas
até
o
secador.
O
secador
da
Braskalb
ë
do
tipo continuo. As
sementes
são
secas, em geral até 12-13%
de
umidade.
O
tempo
de
secagmnde
pende
do
teor
de
umidade
inicial
da
semente.
Deve-se
tomar
cuidados especiais quanto
ao
controle
da
temperatura
no
secador.
Esta temperatura depende
do
teor
de
umidade
inicial
da
semente.
Maior
que
l8%
utiliza-se
uma tempe-
F-*
Ê
Qxoz
-
o
,
o.
ratura
de
ate
52
C;
entre
10
e
18%
38
Ç
e
menor
que
seca-se
.«
Q
.
ate uma
temperatura
de 42
C.
Se
a
temperatura
for por demais
e-
levada
podera ocorrer
danos severos
as
sementes, afetando
in-
clusive
a
germinação
e
vigor,
alëm
de
torna-la
mais
susceptível
A
aos
danos
mecanicos
(quebras).
A
fonte
de
calor para aquecer
o
ar
ë a
lenha.
Apõs terminada
a
secagem,
as
sementes
são
.resfriadas
forçando-se
ar
frio na
parte inferior
do
secador. Em
seguida
as
_.
,-
z
_..
`sementes
sao
conduzidas
ate
a
maquina
de
classificaçao
(ar
e
peneiras).
A
classificação
ë
feita numa
maquina
de
ar
e
penei-
ras.
Nesta
etapa,
a
boa semente
ë
separada
dos
demais
materiais
além
de
sofrer
mais uma vez
o
processo
de
limpeza. As
separa-
çoes sao feitas com base
na
diferença
de
peso
e
tamanho (compri
mento
e
espessura).
»'
Primeiramente
as
sementes
sao
submetidas
a
uma
massade
ar
que
retira
a
poeira
e
o
material
mais leve. Depois
as
semen-
13
materiais.
Conforme
o
tipo
de
semente utiliza-se um determinado
\
jogo
de
peneiras.
Estas
peneiras
possuem movimento
vibratoriofa
zendo com que
as
sementes movam~se através
dela.
Todo
material
que
possue tamanho diferente
do
padrão
estabelecido
nas
peneiras
ê
separado nesta
etapa. A
boa
semen-
te
ë
conduzida adiante para
a
mesa
de
gravidade,
onde
a
semente
ë
classificada agora
com
base
na
diferença
de
peso,
ou
seja,den
sidade.
A
'A mesa
de
gravidade atualmente
e
bastante utilizada
no
beneficiamento
de
sementes devido
a
sua
alta
eificiencia,melho-
Tãfld0
em
muito
a
qualidade
das
sementes.
"
A5
ggmênteg chocha
,
atacadas
por
pragas
ou doenças,que
tem sua
densidade diminuída
sao
separadas num
canto
da
mesa.
As
pedras, outros
materiais
e
sementes
mais
pesadas
que
a
semente
normal, são
separadas
na
parte
superior,
permanecendo
na
parte
central
a
semente
de
melhor
qualidade. A
seguir
as
sementes
vão
para
a
balança ensacadeira
onde sao
embaladas
automaticamente
com
o
peso adequado.
Durante
os
processos
de
beneficiamento devesse
tomar
cuidados especiais para evitar misturas mecanicas.
Ao
trocar
de
cultura
ou
cultivar durante
o
beneficiamento, deve-se limpar mi
nuciosamente
todas
as
maquinas.
Apõs
o
beneficiamento,
as
sementes
são
armazenadas
na
prõpria
U.B.S. em
pilhas,
formando-se lotes
onde
ficam
até
o
momento
de
comercializaçao.
Inspegão durante
o
beneficiamento
de
sementes:
n
,‹
4
'Cabe
ao
responsavel tecnico pela
U.B.S. em
fazer
a
ins
peçao.
Comentarios adicionais:
z
O
beneficiamento
de
sementes
da
Braskalb
e
bastante
e~
ficiente,
melhorando
a
qualidade
das
sementes.
A
usina possui
uma
õtima
estrutura
com alta
capacidade
03.
Atividades
de
Laboratório
Laboratório
de
Analise de~Sementes
^
lmportancia
de
um
laboratório
de
análise
de
sementes:
Hã muitos anos atras,
quando
o
comercio
de
sementes
co
meçou
a
intensificar-se começaram
a
haver
problemas relaciona-
dos
com
a
avaliacao
da
qualidade
das
mesmas. Era
muito
comum,na
época,
as
adulterações
das
sementes
de
boa
qualidade, misturan-
do-se
a
elas
pedras, outras sementes,
etc.
Devido
a
estas
e
outras
prãticas inescrupulosas muitos
paises
começaram
a
pesquisar
mais na ãrea
de
tecnologia
de se-
mentes
e
surgiram laboratórios
onde
as
sementes
pudessem
ser
a-
nalisadas.
Com
isto,
a
analise
de
sementes
teve
sua
origem
de-
terminada pela necessidade
de
regulamentar
o
comërcio
de
semen-
ÍGS.
-Os
primeiros laboratórios
de
análise
de
sementes surgi
ram
na
Alemanha
(1869
e
na
Dinamarca
(1871)
e
só
mais
tarde nos
U.S.A. (1876). Hoje,
praticamente
em
todos
os
paises
desenvolvi
dos
encontramos
L.A.S.
bem equipados
e
com
pessoal treinado
pa-`
ra
avaliar
as
sementes quanto
as
suas
principais caracteristi-
cas da
qualidade
(MARCOS
EILFO
et
alii, 1987).
~
A utilizaçao
de
sementes
de
boa
qualidade
ê
um
fator
importantíssimo para
o
sucesso
de
culturas
de
interesse económi
co,
pois
possibilita
a
obtenção
de
uma
boa
emergência
no
campo
e
de
plantas vigorosas
e
uniformes,
com
reflexos diretos
na
produtividade.
,Uma
das
maneiras
mais seguras
para
se
determinar
a
real
qualidade
das
sementes quanto
a
sua
pureza,
germinaçao, vi
gor
e
umidade,
ë
através da
anãlise
das
mesmas fazendo-se
pos-
teriormente
uma
correta interpretação. Com
isto,
os
produtores,
comerciantes
e
agricultores
terão
garantia
do
material
que
es-
tão
comprando diminuindo
os
riscos
provenientes
da
aquisição
de
materiais
de
qualidade desconhecida
e o
pagamento
de
preços
irreais (MARCOS FTLHO
et
alii,
1987).
"Com correta interpretaçao
dos
resultados
da
análise
po
Através
dos
dados
de
germinacao
e
pureza
fisica,
por
exemplo podemos determinar
o
valor cultural
que
permite
o
cãlcu
lo da
quantidade
de
sementes
a
ser
utilizada
na
semeadura. Com
a
determinação
do
teor
de
umidade poderemos saber
se
a
semente
precisará
ser secada ou
não.
Além
de
outras
informações bastan-
,.
te
uteis
ao
agricultor.
No
Brasil,
as
sementes para serem comercializadas
pre-
cisam apresentar Boletim
de
Analise
de
Sementes, contendo
dados
_.
4-
z
_
A
de
germinaçao,pure fisica
e
pureza
genetica, que tem
parametros
mínimos
e
devem
ser
respeitados.
Portanto
fica
claro
a
importância
do
C.A.S.
no
proces-
so
produtivo como
uma
das
etapas
no
controle
de
qualidade,
des-
cobrir
suas
causas
e
desenvolver
ou
sugerir métodos para
corri-
gi-los.
4
_ _
Principais analises realizadas
no
laboratorio
de
Anãli
se de
Sementes
da
Braskalb unidade
de Ipua.
As
amostras
de
sementes
ao
chegarem
no
laboratório
pa-
ra
serem
analisadas,
são
primeiramente cadastradas. Para_o
ca-
dastramento
são
tomadas
as
seguintes informações:
-
Nome
do
cooperante
-
Municipio
-
Fazenda
-
Número
total
de
amostras
-
Espécie
de
sementes
-
Cultivar
-
Tamanho
do
lote
da
qual
a
amostra
ê
representativa
-
Data da
colheita
(safra)
-
Analise
a
ser
realizada
-
Data
do
recebimento
das
amostras
~
Número
do
lote
-
Outras informaçoes
Apõs
o
cadastramento,
as
amostras recebem
um
numero
de
acordo
com
a
ordem
de
chegada,
para
controle interno
do
labora-
tÕrio.,
A amostragem
ë
feita pelo
responsavel tecnico
junto
ao
cooperante
que deve
observar determinadas normas
de
amostragem.
A
amostra enviada
ao
laboratório
deve
ter
um
peso mini
z
mo
adequado,
conforme
a
especie, que
e
especificada
pelas
lLA.S
-
\
›
1 , 1 1 E = a l 1 âCaso este peso
minimo
não
seja
respeitado,
a
análise
não
podera
ser
realizada.
HAo
ser
iniciada
as
análises
no
laboratório,
a
amostra
ë
homogeneizada
e
reduzida
por
processo mecânico,
sendo
retira
da
a
amostra
ideal
para análise deixando~se
o
remanescente
em
recipientes apropriados
que irão
constituir
a
amostra
de
arqui-
vo
(contra~amostra).
-Teste
de
germinação:
Os
principais objetivos
do
teste
de
gorminaçao
sao
a
obtenção
de
informações
que
permitam determinar
o
valor
das se»
mentes
para
a
semeadura
e a
comparação
do
valor
de
diferentes
lotes.
A semeadura
de
lotes com
baixo poder germinativo pode
a~
carretar prejuízos consideráveis
ao
agricultor.
(MARCOS
PILHOÍ
et
alii,
1987).
O
L.A.S.
da
Braskalb
ê
novo
e
conta
com todos
os
equi~
pamentos necessários para análise
de
sementes
como
germinador,
êfitéê'-.z
l'
O teste
de
germinação
é
efetuado obedecendo-se
as
nor»
mas
estabelecidas
nas R.A.S.
do
Ministério
da
Agricultura. Este
teste
ë
feito principalmente
com
as
sementes
de
milho so'a
,
J
z
feí
_
jão,
milho pipoca, sorgo
e
girassol.
Apõs
a
avaliação,
os
resultados
são
fornecidos
no
Bole
tim
de
Análise
{anexo
3
).
Atualmente
o
teste
de
germinação tem
sido
criticado
pois algumas
vezes
os
resultados obtidos
em
laboratõrio não cor
respondem
aos de
emergência
das
plântulas
no campo, onde
as
condições ambientais podem
ser adversas. Porém,
mesmo
que
em
certos casos
os
resultados
não
satisfaçam
os
agricultores,
es~
ses
testes são
indispensáveis, principalmente por
envolverefinpro
cedimemtos,padrões
e
possibilitaram
a
obtenção
de
resultados
u
Analise
de
Pureza
,-
A
pureza fisica
e
uma
caracteristica
que
reflete
a
com
posição
fisica ou
mecânica
de
um lote
de
sementes.
(MARCOSFILHO
et
alii, 1987).
Desta
forma,
a
analise
de
pureza
ë
efetuada pro
curando-se identificar
as
diferentes espécies
de
sementes
e
os
materiais
inertes
geralmente presentes
em
uma amostra,
bem
como
determinar
a
quantidade
ou
proporção
destes
constituintes.
Apõs
a
bomogeneizacão
da
amostra, são
retiradasznsquan
tidades
necessarias
de
sementes
para proceder
a
análise. A
amos
tra
ë
examinada numa
mesa
apropriada
e
cuidadosamente separada
em
3
constituintes: sementes
puras, outras
sementes
(de
plantas
cultivadas
e
plantas silvestres)
o
material
inerte.
Todos
os
procedimentos
são
feitos
de
acordo com
as
R.A.S.;
e
os
resulta
dos são
fornecidos
em
percentagem
nos
Boletins
de
Análise
de
Sementes.
Exame
de
silvestres
nocivas:
As
sementes silvestres nocivas
sao
prejudiciais
as
cul
turas,
dificilmente erradicadas
do
campo ou
separadas por
mä~
quinas
de
beneficiamento. Podem
ser
classificadas
em
toleradas
e
proibidas.
Este exame tem
por
objetivo identificar
e
determinar
corretamente
a
taxa
de
ocorrência
das
sementes
silvestres,
de»
finidas
por
leis ou
regulamentos oficiais
como
nocivas. A taxa
^
de
ocorrencia refere-se
ao
número
de
sementes encontradas
apos
o
exame
de
uma amostra; este teste
ê
efetuado
em todas
as
espë-
cies,
com
exceçao
das
essencias florestais, frutíferas
e
orna-
mentais.
Íeste
de
vigor:
Segundo MARCOS FILHO
(1987),
o
vigor
compreende
um
con
junto
de
caracteristicas
que
determinam
o
potencial fisiológico
das
sementes; este
ê
influenciado
pelas
condiçoes
de
ambiente
e
manejo
durante
as
etapas prë
e
pôs-colheita
e
sua
manifestação
em
campo
também depende
do
ambiente.
1
.‹
.-
Atualmente
a
qualidade fisiologica
das
sementes
e
ava
liada pelo teste
de
germinação
e
algumas vezes
através
do
teste
de
tetrazõlio.
Tecnologistas
de
sementes
e
mesmo produtores
não
se
sen
tem
satisfeitos
com estes testes que
são
conduzidos
em condi-
ções Ótimas
de
ambiente,
superestimandoos resultados.
E
sabido
que
a
manifestação
do
potencial fisioldgico
das
sementes
responde diretamente
a
influência
do
ambiente,
poš
tanto,
se
as
condições
de
ambiente
após
a
semeadura
em
campo
se
desviarem
das
ideais,
ê
de se
esperar
uma
modificação
de
emer-
gência
das
plântulas
ã
campo.
_Para
tentar minimizar
estas
diferenças (campo-laboratê
rio)
foram desenvolvidos métodos para avaliar
o
vigor
das
semen
tes
com
o
objetivo bãsico
de
identificar
as
possiveis diferen-
ças
significativas
na
qualidade fisiológica
de
lotes que apre-
sentam poder
germinativo semelhante.
De
modo
algum
o
teste
de
vigor substitui
as
informações
dadas pelo teste
de
germinação
,
mas
sim
ãs
complementa.
''
No
L.A.S.
da
Braskalb
o
teste
de
vigor
ê
feito
pelo mš
todo
do
envelhecimento
precoce.
_
Atualmente
as
analises estão sendo feitas
sô
na cultu-
ra do
milho.
i'
Os
principais problemas
do
teste
de
vigor
são;
a
falta
de
padronização
dos
testes
e a
expressão
dos
resultados.
A ex-
pressão
dos
resultados,
em
termos
de
potencial físiolõgico
dos
lotes,
ê
feita somente comparativamente, podendo-se
apenas
di-
zer
que um lote
“A”
ê
mais, menos ou
tão
vigoroso quanto
o
lote
“B“,
para
um
determinado
teste ou
caracteristica
avaliada.
A
im
possibilidade
de
se
fazer uma
interpretação relacionando-se
o
vigor
com
a
germinação
ã
campo pode tornar
subjetiva
a
informa-
ção obtida.
lstessão alguns
dos
motivos
que
determinam
a
dificulda
de
da
padronização
de
metodos para avaliar
o
vigor
de
sementes
e
que
devem
ser
elucidadas
devido
a
importância
de
tal
teste.
Qeterminacao
do
teor
de
umidade:
No L.A.S.
da
Braskalb,
este tipo
de
determinação
ë
fei
ta
com
o
objetivo
de se
conhecer
a
quantidade
de
água
num
lote
de
sementes,
determinar
a
melhor epoca
de
colheita
dos
campos
dos
cooperados, controle durante
a
secagem
e
condições
de
arma-
zenamento.
O
aparelho
utilizado
ê
o
determinador
de
umidade
uni-
versal.
'Apesar
de
ser
pouco preciso
este
aparelho fornece
re~
sultados
suficientes para
muitos
aspectos práticos.
Exame_de §ementes_infestadas:
O
objetivo
deste exame
ë
determinar
a
porcentagem
de
sementes
de
um lote,
danificadas
por insetos.
E
feito,
principalmente,
com
sementes
de
feijao,
milho
sorgo
e
soja. No
L.A.S.
da
Braskalb
este exame
ê
feito
de
acor-
do
com
as
regras
prescritas
nas
R.A.S. Isto
ë
feito
para verifi
car
o
grau
de
sanidade
do
lote.
O
resultado
ë
fornecido
no
Boletim
de
Analise
em pere
centagem
e
com
uma casa decimal.
Além
destas
análises
'citadas,
sao
realizadas
ainda:
-
Número
de
sementes danificadas;
-
Manha purpura
e
mancha
café em soja;
-
Grau
de
carunchamento.
Teste
Frio:
'
Este teste
ê
realizado
sô
nos lotes
de
sementes,
os
quais serao
destinados
ao
plantio
em regioes
de
clima
frio.
Con
siste
em
coletar amostras
de 200
sementes;coloca~las
em
peque~
nas
caixas para
serem incubadas
em
câmara com
temperatura
con~
trolada
de
6
a
8?C
por
7
dias.
Após este
periodo
são
levadas_pa
ra
uma
nova câmara
com
temperatura variando
de
24-25°C. Em se-
Õ
Grow
Aut:
E
um
experimento utilizado pela empresa para avaliar
a
pureza genética
do
milho.
.Na época
de
colheita
do
híbrido para semente
a
ser
co»
mercializada
faz-se
a
coleta aleatória
com
número
de
amostras
re
presentativas
de
cada campo.
(anexo)
Destas
amostras
e
dos
lotes
ë
feita
a
classificaçãormr
peneira
dentro
de
cada
híbrido,
e
divididas
em
amostras
menores,
são semeadas
a
campo
para
posterior avaliação
do
grau
de
conta~
minação,
e
onde
ocorrem
esta
contaminação,
se foi
na
usina
ou
no
campo. A
avaliação
ë
feita
em
linhas
paralelas verificando-
se
o
grau
de
pureza
genetica, atraves
das
caracteristicas
de
cada híbrido.
Croqui
anexo.
04.
Qutras Atividades Desenvolvidas
Durante
o
estãgio também desenvolveu-se
outras
ativida
des
com menos
intensidade
atraves
do
acompanhamento
dos
técni-
cos.
Como
visita
a
várias fazendas que
além
da
produção
de ;seƒ
mentes
possuem produção
de
algodão, soja,
cana,
citros
e
serin~
gueiras,
criações
de
gado
da
raça
Nelore
e
equinos
da
raça
Man
galarga.
E
... -›.-._ ....__¬_, l \ I › 1 \ V I12/12
13/12
14/12
15/12
16/12
17/12
19/12
20/12
21/12
22/12
25/12
zó/12
27/12
28/12
29/12
30/12
02/O1
~..
`\Apresentaçao
ao
pessoal
técnico,
visita
aos
campos
de
produção
dos
cooperados
nos
municípios
de
Pedregulho
,
Bruitizal
e
Ituverava.
Visita
ao
laboratório
de
sementes;
visita
a
unidade
de
monstrativas
de
milho, soja, sorgo,
milho
pipoca
e
gi~
rassol;
nspeção
dos
campos
de
produção
de
sementes
de
soja
no
municipio
de
Altinópolis.
Inspeção
de
campo em
lavoura
de
soja
para semente
no
municipio
de
Buritizal.
Viajem
ao
municipio
de
Guaira para efetuarmos
o
levan~
tamento
topogrãfico para implantação
do
Grow_Aut.
Montagem
do
Grow Aut
no
laboratório.
Montagem
do
Grow
Aut
no
laboratório.
Reuniao
técnica;
montagem
do
Grow Aut
na U.B.S.
Semeadura
do
Grow Aut.
'Semeadura
do
Grow Aut.
Visita
com
vistoria
de
4
campos
de
produção
de
sementes
de
milho
no
municipiode Morro
Agudo.
Visita
em
campos
de
semente
de
milho
no
municipio
de
Guaira
e
Barretos.
H
Reunião
técnica.
çElaboração
do
Grow
Aut
no
laboratório.
Elaboraçao
do
Grow Aut
no
laboratório.
Elaboraçao
do
Grow
Aut
no
laboratório; semeadura
doGrmM
Aut
no
campo em Guaira.
-Visita
e
inspeção
ao
campo
de
produção
de
milho despen~
doamento.
Reunião
tecnica.
1
03/01
04/01
05/01
06/01
07/01
08/01
09/01
10/01
11/01
12/01
13/01
14/01
\Atividade
de
laboratõrio
Visita
aos
campos
de
milho para despendoamento
no
muni~
~
a
'ih
f-
cipipio
de
Viradouro;
inspeçao
de
campo
e
mi
o
na
a
zenda
Pitangueiras
em
Barretos.
Vistoria
e
acompanhamento
do
de
milho
em
Ipua.
Vistoria
e
acompanhamento
do
de
milho
em
Ipuã.
Vistoria
nos campos
de
milho
Vistoria
e
acompanhamento
do
Miquelõpolis.
Reunião
técnica;
vistoria
de
Miquelõpolis.
despendoamento
de
um
campo
despendoamento
de
um
campo
em
Ituverava.
despendoamento
de
milho
em
campo
de
milho semente
em
Vistoria
de
campo
de
milho semente
despendoamento
em
Ipuã.
Vistoria
do
despendoamento
de
milho
em lpuã;
atividades
de
laboratorio.
Atividades
na U.B.S.;
coleta
de
amostras para determi-
nar
o
teor
de
umidade
do
milho
no
campo
de
Cesar
Marino
Ipua;
vistoria
dos
campos
de
milho
em
Guaira
e
da
Fazen
da
Barracão
em Barretos.
Atividades
na U.B.S.
§_Qf§'§¶5.Â0
A produção
de
sementes
de
qualidade
ë o
passo
inicial
para
a
obtençao
de
altas
produtividades.
A grande
maioria
dos
produtores
da
região
de
Ipuã
uti
lizam
este insumo, pois
sabem
da
importância
de
uma boa semente
para
um
bom rendimento
da
lavoura.
ASendo
os
produtores
de
alto nivel na
utilização
das
tec
nicas,pode-se
ver que
a
produtividade
de
milho por alqueire
ë
alta,
alcançando
350
sacas como
já
ocorreu
em
campos
de
coopera
dos da
Braskalb."
Deve-se ressaltar também
que
as
condições
de
relevo,so
lo,
clima permitem
uma total
mecanização facilitando
todas
as
operações
desde
o
preparo
do
solo
,
a
colheita.
1
~
.4
._.
Um dos
problemas
que
existe
na
regiao
e
a
expansao
eë
SD
Ff
"D\
cessiva
da
cana~de~açücar
e o
excesso
de
mecanizaçao,
que
se
não
forem adotados praticas conservacionistas
mais
adequadas
,
provocará excessiva compactação
e
facilitará
a
erosão na
época
,.
'1
das
aguas.
Com
o
desenvolvimento
do
estágio
foi
possível enrique-
cer
os
conhecimentos
na area
de
produção
de
sementes, sobretu-
do do
ponto
de
vista
prãtico,
complementando
desta forma,
os
conhecimentos
teóricos
obtidos
em sala
de
aula.
1