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Avaliação da aeração mecânica em função da densidade estocada na fase final do cultivo do camarão marinho, Litopenaeus vannamei.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRARIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PESCA

AVALIAÇÃO DA AERAÇÃO MECÂNICA EM FUNÇÃO DA DENSIDADE ESTOCADA NA FASE FINAL DO CULTIVO DO CAMARÃO MARINHO, Litopenaeus vannamei.

VLADIMIR SANTANA DOS REIS

Dissertação apresentada ao Departamento de Engenharia de Pesca do Centro de Ciências Agrarias da Universidade Federal do Ceara, como parte das

exigências para obtenção do titulo de Engenheiro de Pesca

(2)

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Universidade Federal do Ceará

Biblioteca Universitária

Gerada automaticamente pelo módulo Catalog, mediante os dados fornecidos pelo(a) autor(a)

R313a Reis, Vladimir Santana dos.

Avaliação da aeração mecânica em função da densidade estocada na fase final do cultivo do camarão marinho, Litopenaeus vannamei. / Vladimir Santana dos Reis. – 2003. 38 f. : il. color.

Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade Federal do Ceará, Centro de Ciências Agrárias, Curso de Engenharia de Pesca, Fortaleza, 2003.

Orientação: Prof. Dr. Masayoshi Ogawa.

1. Camarão. 2. cultivo. I. Título.

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COMISSÃO EXAMINADORA:

MASAYOSHI OGAWA Orientador

MOISÉS ALMEIDA DE OLIVEIRA Membro

ANTONIO ROBERTO BARRETO MATOS Membro

VISTO:

MOISÉS A. DE OLIVEIRA Chefe do Departamento

MARIA SELMA VIEIRA VIANA Coordenadora do Curso

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AGRADECIMENTOS

A Deus, pela natureza e pelo conhecimento adquirido.

Ao Professor Masayoshi Ogawa pela orientação e pelo horizonte de oportunidades o qual tem me proporcionado.

Ao Professor Fernando Araújo Abrunhosa por todo aprendizado que tive ao seu lado, pela amizade e confiança dada a mim.

Ao Professor Moisés Oliveira pela sua contribuição e pelo aprendizado proporcionado.

Ao Engenheiro de Pesca Pedro Henrique Martins Lopes pela ajuda não s6 nesse trabalho, mas ao longo de toda a graduação. Porém acima de tudo por ser um grande amigo.

A Danilo, David e principalmente a Horácio pela grande ajuda no

desenvolvimento deste trabalho. E por tudo mais que temos realizado nesses anos.

A Professora Sandra, a Mestra Andréa e a Técnica Socorro do Labosan, pelas análises de água.

Ao Doutor ltamar Rocha por ser grande incentivador da profissão do Engenheiro de Pesca.

A todos professores do Departamento de Engenharia de Pesca.

As grandes amizades conquistadas no Ceará: Wladimir Pereira e D. Terezinha. A Celso, Sandro, Abraão, Guilherme, Guelson, Frazão, Jeffresson, Vânius, Luiz pelos momento agradáveis os quais temos vivido.

A todos os meus amigos de ltacaré que mesmo a distância torcem por mais essa vitória.

A todos os colegas do Curso de Engenharia de Pesca pela amizade e companheirismo.

A todo time do Mangueiral Futebol Clube pelos momentos de lazer proporcionado.

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SUMARIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS Páa. 1. INTRODUÇÃO 1 2. OBJETIVOS 3 2.1. OBJETIVO GERAL 3 2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 3 3. MATERIAL EMETODOS 4 3.1. DESCRIÇÃO DA FAZENDA 4 3.2. PROCESSO PRODUTIVO 4 3.2.1. ACLIMATAÇÃO 4 3.2.2. PREPARAÇÃO DO VIVEIRO 5 3.2.3. ENGORDA E ALIMENTAÇÃO 5 3.2.4. DESPESCA 6

3.2.5. MONITORAMENTO DOS PARÂMETROS 6

3.2.6. AERAÇÃO MECÂNICA 8

3.2.7. BIOMETRIA 9

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 9

4.1. SOBREVI VENCIA E ALIMENTAÇÃO 9

4.2. PARÂMETROS DE QUALIDADE DE AGUA 10

5. CONCLUSÕES E SUGESTÕES 15

6. BIBLIOGRAFIA 17

7. ANEXOS 18

vi vii

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LISTA DE FIGURAS

Pág.

Figura 1 - Medidores portáteis de pH, oxigênio dissolvido e salinidade. 7

Figura 9 - Aarador de palhetas modelo B — 200 da marca Parnauer, potência de

9HP.

Figura3- Lay—out do viveiro 03 com posicionamento dos aeradores proporcionando um fluxo de água no sentido anti-horário. 8

Figura 4 —Medias dos valores de oxigênio dissolvido para a primeira quinzena

de maio em função do horário. 11

Figura 5 - Medias dos valores de oxigênio dissolvido para a segunda quinzena

de maio em função do horário. 11

Figura 6 - Médias dos valores de oxigênio dissolvido para a primeira quinzena

de junho em função do horário. 19

Figura 7 - Médias dos valores da oxigênio dissolvido para a segunda quinzena

de junho em função do horário. 12

Figura 8 - Médias para Oxigênio Dissolvido e Temperatura na primeira segunda quinzenas de maio, Pm função (ins horários. 13

Figura 9 - Médias para Oxigênio Dissolvido e Temperatura na primeira e segunda quinzenas de junho, em função dos horários. 14

(7)

LISTA DE TABELAS

Pág, TABELA 01 — Planilha de monitoramento do cultivo, do viveiro em estudo, destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo; pH de superfície e fundo; salinidade; e visibilidade, para o mês de maio (penúltimo mês do cultivo). 19

TABELA 02 — Informações do monitoramento do cultivo no viveiro em estudo destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo;

temperaturas de superfície e fundo; 26

TABELA 03 — Planilha de acompanhamento do viveiro estudado, com uma semana de antecedência 6 despesca. Estimativa dos parâmetros de

desempenho do cultivo. 33

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AVALIAÇÃO DA AERAÇÃO MECÂNICA EM FUNÇÃO DA DENSIDADE ESTOCADA NA FASE FINAL DO CULTIVO DO CAMARÃO MARINHO,

Litopenaeus vannamei.

VLADIMIR SANTANA DOS REIS.

— INTRODUÇÃO

Atualmente, dentre os vários setores de produção de alimentos no mundo, a aquicultura é um dos que mais cresce. Isso se dá pelo fato desta atividade oferecer produtos de alta qualidade e valor protéico, proporcionando bons indices de retorno aos investidores. A diminuição dos estoques naturals de produtos pesqueiros também faz com que a aquicultura seja apontada como uma das únicas fontes para que sejam supridas as crescentes demandas.

A aquicultura vem utilizando várias espécies de animais aquáticos na tentativa de atender a uma demanda global por alimentos. Dentre estes, os crustáceos se destacam tanto por seu valor nutritivo quanto por se constituírem iguarias finas de consumo, principalmente nos 'Daises desenvolvidos (PEDINI,1999).

Dentre os diversos segmentos da aquicultura, o cultivo de camarões marinhos é o que tem apresentado um crescimento altamente expressivo. Em 1998 a indústria alcançou níveis recordes com um volume produzido de 737.200 t de camarões, ou seja, uma produção 12% maior que a alcançada em 1997. Deste total 72% foram produzidos no hemisfério oriental e 28% no hemisfério ocidental. Na América Latina, a grande maioria das fazendas de cultivo de camarões marinhos opera sob condições semi-intensivas ou intensivas (ROSENBERRY,1998).

Entre as principais espécies de camarões marinhos cultivados no mundo estão o Penaeus monodon e o Litopenaeus vannamei. O camarão branco, L.

vannamei é a principal espécie cultivada no hemisfério ocidental. 0 cultivo de

camarão marinho especificamente da espécie L. vannamei tem apresentado um crescimento fantástico no Brasil. Isso se deve a sua boa adaptação às condições ambientais, que proporcionam bom desempenho zootécnico em todas as fases do processo produtivo.

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2

Na Região Nordeste, o potencial existente para essa atividade fica ainda mais evidenciado pelos favoráveis parâmetros ambientais que a região apresenta, os quais vêm sendo comprovados pelos excelentes resultados de produtividade e de rentabilidade financeira obtidos nos empreendimentos em operação.

De acordo com (ROCHA & RODRIGUES 2003), o Brasil em 2002 ocupou o 7° lugar dentre os produtores mundiais de camarão e o 1° lugar dentre os países Latino Americanos, apresentando uma área de exploração de 11.016 ha, cuja produção correspondente foi de 60.128 toneladas.

Todos esses números favoráveis causam euforia em criadores e em potenciais investidores, que tendem a intensificar os seus cultivos utilizando altas densidades. Para que isso aconteça de forma responsável é necessário que as tecnologias sejam bem aplicadas, principalmente no que se diz respeito ao manejo da qualidade da água onde se desenvolvem esses cultivos. Esse manejo objetiva a manutenção da inocuidade dos produtos respondendo também às crescentes pressões dos ambientalistas pela minimização dos impactos ambientais da atividade.

Dentre os parâmetros de qualidade da água, o oxigênio dissolvido é uma das variáveis físico-químicas mais importante para aquicultura, razão pela qual os produtores necessitam ter um amplo e abrangente conhecimento dos fatores que afetam a concentração deste gás na água dos viveiros (BoYD, 1979).

O cultivo do camarão marinho em altas densidades requer uma demanda alta de oxigênio. Uma prática muito eficiente para o aumento da taxa de incorporação do oxigênio atmosférico na água é a utilização de aeradores mecânicos (Boyo,1979).

A aeração mecânica vem se tornando um incremento indispensável aos cultivos de camarão. 0 Brasil 6 considerado o pais do Hemisfério Ocidental que mais utiliza a prática de aeração mecânica (NuNEs,2002).

Os aeradores geram turbulência e movimentação vigorosa da água de cultivo, proporcionando sua oxigenação, circulação e mistura. Com isso, eliminam as diferenças térmicas na coluna de água, aumentando as concentrações de oxigênio dissolvido e as taxas de degradação de matéria orgânica e nutrientes, diminuindo o acumulo de compostos nitrogenados e

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homogeneizando os parâmetros de qualidade da agua no ambiente de cultivo (NuNES,2002).

A aeração dos viveiros ê uma ferramenta fundamental para a manutenção de níveis adequados de oxigênio dissolvido, assegurando uma melhor sobrevivência e desempenho dos animais, ao mesmo tempo em que possibilita um aumento na capacidade de suporte e, consequentemente, na produtividade do cultivo (KuBiTzA,2003)

Com tudo isso poucos estudos relacionados a eficiência de aeração mecânica em cultivos de camarões, estão sendo feitos. É necessário que centros de pesquisa e as própria fazendas produtoras de camarão realizem pesquisas relacionadas a maximização da incorporação do oxigênio na água de cultivo, através de aeração mecânica; a correta utilização dos aeradores também é um fator preponderante para a minimização dos custos com energia elétrica.

Estudos no sentido de se aprimorar o conhecimento da quantidade de aeradores exigidas em função das densidades de estocagem e dos níveis de manejo empregados são estratégicos. Com isso pode-se minimizar os custos com obtenção de equipamentos maximizando o desempenho do cultivo e, consequentemente, aumentando os indices de rentabilidade.

2— OBJETIVOS

2.1 — OBJETIVO GERAL

Verificar a influência da taxa de aeração mecânica na fase final do cultivo do camarão marinho, L. vannamei, em altas densidades, no município de Acarau, Ceara.

2.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS

a) Acompanhar a variação diária do teor de oxigênio, visibilidade, pH e temperatura nos dois últimos meses do cultivo;

b) Relacionar a quantidade de aeradores utilizados e sua potência para a obtenção dos níveis adequados destes parâmetros, no manejo proposto;

(11)

c) Verificar a ocorrência de estratificações físicas e químicas da agua do viveiro, em função do manejo de acionamento e posicionamento dos aeradores.

3— MATERIAL E MÉTODOS

3.1- DESCRIÇÃO DA FAZENDA

Esse trabalho foi realizado numa fazenda situada no litoral oeste do estado do Ceará, no município de Acara0, entre os meses de maio e junho de 2003. A fazenda tem uma area de 16,4 hectares em funcionamento com total de 10 viveiros. A captação da agua é feita por 3 bombas instaladas as margens do Rio AcaraCi, cujo funcionamento está condicionado aos períodos de preamares. Estas bombas jogam a água para um canal de abastecimento que esta ligado a todos os viveiros. Do lado oposto esta o canal de drenagem, por onde passa toda agua proveniente de trocas e despescas dos cultivos.

Para este trabalho foi utilizado o viveiro de numeração 03 da fazenda, que possui uma area de 1,3 hectare, com profundidade média de 1,0 m.

3.2- PROCESSO PRODUTIVO

3.2.1- ACLIMATAÇÃO

As pós-larvas (PL), provenientes da Empresa Compescal, situada no município de Aracati — CE, foram aclimatadas as condições físico-químicas dos tanques berçários na fazenda em estudo. Os tanques berçários são estruturas circulares em alvenaria, com capacidade maxima para acumulação de 55m3 e munidas de aeração constante e homogênea fornecida por sopradores. As Pi's foram estocadas a uma proporção de 25PL/L totalizando 1.375.000 PL/tanque. A alimentação nessa fase foi oferecida a cada 2/h, alternada entre ração triturada com 50% de proteina e biomassa de artêmia sp. em um total de 12 alimentações por dia. 0 período de permanência das Pl's nos tanques berçários foi de 10 dias, onde reduziu-se a salinidade de cultivo de 15 para 5%0.

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D

3.2.2 - PREPARAÇÃO DO VIVEIRO

Solo - Inicialmente o viveiro foi mapeado com o auxilio de um medidor de pH de solo, determinado-se então o pH médio e definindo-se a quantidade de calcário necessária na correção da acidez deste. Após a correção do solo foi realizado um tratamento a base de ácido clorídrico, na proporção de 100g/m3 de poças d'água, com o intuito de se diminuir a presença de organismos indesejáveis ao cultivo.

Ague — Para a recepção das PCs o viveiro foi inicialmente abastecido até o nível de 50 cm de altura. Nos três dias seguintes o viveiro foi fertilizado com 15 kg de uréia e 1,2 kg de super fosfato triplo/dia. Vinte quatro horas após o término da fertilização o viveiro foi povoado e seu nível aumentado a uma taxa de 10cm/dia ate atingir seu nível máximo de repleção.

3.2.3 — ENGORDA E ALIMENTAÇÃO

A primeira estimativa de sobrevivência para cultivo é definida no começo deste, na data do povoamento pela amostragem das caixas de coleta no final da fase de berçário e pelo bio-ensaio posto no viveiro. Este segundo método consiste na utilização de um tanque-rede de 1 m3, onde são colocadas 100 Piss por um período de 48/h para se estimar a sobrevivência para o viveiro. De posse destas informações o gerente de produção pode definir um plano de alimentação para o cultivo.

Durante os primeiros 20 dias as Pl's foram alimentadas com ração fina, a qual foi oferecida pelo sistema de voleio, em quatro alimentações diárias, nos horários de: 7:00, 11:00, 13:00 e 16:00. a ração era composta de 40% de proteína e era dada numa proporção de 25kg/haidia. Paralelo à alimentação oferecida, 140 bandejas foram fixadas em varas de 3 metros ao longo do viveiro. No vigésimo primeiro dia de cultivo a ração fina foi gradativamente substituida pela ração peletizada, a qual foi oferecida totalmente nas bandejas nos quatro horários citados.

Na fase final do cultivo esse viveiro estava recebendo alimentação na media de 260 kg de ração/dia, ou seja, 200kg/haidia.

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6

3.2.4 - DESPESCA

A despesca do viveiro em questão foi no dia 9 de julho de forma total, durou um período de 11 horas e utilizou a mão-de-obra de 20 funcionários. Foi feita avaliação e biometria preliminar dos camarões, onde verificou-se um peso médio de 18g e a aptidão para a despesca. Ao final desta foi contabilizada a sobrevivência real do cultivo.

3.2.5 — MONITORAMENTO DOS PARÂMETROS DE QUALIDADE DE AGUA.

Dentre os parâmetros hidrológicos mais relevantes ao cultivo foram acompanhados: oxigênio dissolvido, temperatura, pH, salinidade e visibilidade no disco de Secchi. Todos esses parâmetros foram coletados por um funcionário especifico para esta função na fazenda.

0 oxigênio e a temperatura foram medidos, nos últimos dois meses do cultivo, em 4 horários diferentes: 5:00h, 12:00h, 17:00h e 00:00h. Utilizou-se um medidor digital do teor de oxigênio dissolvido (OD) modelo Oxyguard da marca Bernauer (Figura 01). Os valores desses parâmetros determinavam as trocas de água necessárias. Estas eram em média de 10% do volume total do viveiro/dia.

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FIGURA 01 — Medidores portáteis de pH, oxigênio dissolvido e salinidade

O pH era medido às 5:00h e às 17:00h com a utilização de um medidor de pH digital (FiGuRA 01). A variação de pH determinava a quantidade de calcário colocada no viveiro para correções da acidez da água.

A salinidade era medida ao meio-dia com a utilização de um refrat6metro da marca Atago modelo S/MILL (FIGURA 01).

A visibilidade da âgua foi medida através do disco de Secchi, sempre ao meio-dia, sendo um parâmetro fundamental para a determinação das taxas de renovações de água.

No dia anterior à despesca do viveiro foram coletadas amostras de água para análise em laboratório e determinação da Demanda Bioquímica de Oxigênio -DBO, utilizando método de Winkler conforme metodologia de (BoYD, 1979) e Clorofila a, utilizando método monocromático descrito por (LORENZEN, 1967), para obtenção de maiores informações sobre a qualidade da água.

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N

=g COMPORTA DE \—eADASTECIMENTO Fluxo anti-horário g42

0-0

3.2.6 — AERAÇÃO MECÂNICA

0 viveiro foi equipado com 11 aeradores de palhetas modelo B — 209 da marca Bernauer, com potência de 2HP cada (FIGURA 02). Posicionados ao redor do viveiro (FIGURA 03) os aeradores das extremidades foram dispostos em Angulo de 90° em relação aos taludes e os demais com ângulo de 450 proporcionando uma circulação no sentido anti-horário.

Figura 02 - Aerador de palhetas modelo B — 209 da marca Bemauer, potência de 2HP.

LAY-OUT DO VIVEIRO 03

DRENAGEM

Figura 03 — Lay -out do viveiro 03 com o posicionamento dos aeradores

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9

O acionamento dos aeradores, nos dois meses finais, foi feito diariamente entre os horários de 17:00h e 08:00h do dia seguinte. Adotou-se a prática do não acionamento deste equipamento durante o período diurno para a observação da ocorrência de possíveis estratificações.

3.2.7 — BIOMETRIA

As biometrias foram realizadas semanalmente por dois funcionários da fazenda. Nelas foram observados parâmetros do cultivo como: ganho de peso semanal e avaliação da sanidade do animal. Para estas avaliações eram definidos cinco pontos de amostragem onde eram capturados, com o auxilio de tarrafa, uma quantidade de 100 indivíduos por ponto. Os mesmos eram pesados em balanças mecânicas com precisão de + 1g.

4— RESULTADOS E DISCUSSÃO

4.1 — SOBREVIVÊNCIA E ALIMENTAÇÃO

Com o manejo utilizado na aclimatação obteve-se uma taxa de sobrevivência de 96%, o que ocasionou uma densidade de estocagem para o viveiro de aproximadamente 100 camarões/m2.

Na fase final do cultivo o viveiro em estudo estava recebendo alimentação de 260 kg de ração/dia. Com o resultado da despesca verificou-se uma sobrevivência de apenas 50%, 10% a menos do que fora estimado (60%) para o cálculo de arraçoamento durante as amostragens de rotina.

Segundo o manejo proposto para a definição das taxas de alimentação, "A 13q11U', uma rriclia de 210 kg de ração/dia, nesta fase do cultivo, seria suficiente para a obtenção dos indices de conversão alimentar desejados. A diferença de arraçoamento observada ocasionou na elevada taxa de conversão alimentar (2,80), (Tabela 03), contribuindo assim com o aumento do custo de produção do referido viveiro.

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4.2 - PARÂMETROS DE QUALIDADE DE AGUA

Devido ao elevado aporte de matéria orgânica oriunda da fertilização e do excesso de ração empregada no cultivo, observou-se um excesso na produtividade primária, comprovada pela média de visibilidade no disco de Secchi 25,9cm(Tabelas 01 e 02). E valor da DBO (70 mg/L) e da Clorofila a (356,9 µg/L), estes dois últimos coletados no dia anterior à despesca.

Viveiros produtivos de aquicultura apresentam concentrações ideais de Clorofila a entre de 50 a 200 µg/L (BoY13,1998), acima destes valores há forte indícios de eutrofização. Para a DBO o mesmo autor cita que em viveiros de aquicultura normalmente este parâmetro encontra-se variando entre 5 e 20 mg/L, entretanto há poucas informações que quantifiquem os valores extremos para esta variável.

As concentrações do OD apresentaram variações em um ciclo diário, segundo o qual as concentrações mais baixas ocorreram entre os horários de 0:00h e 05:00h. Durante o dia, a atividade fotossintética aumentava as concentrações de OD que alcançavam o seu máximo entre os horários de 12:00h e 16:00h, (Tabelas 01 e 02). As médias dos valores de OD nos horários amostrados estão dispostas nas (Figuras 04, 05, 06 e 07) para as quatro últimas quinzenas do cultivo.

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8,00 - 11

1

7,00 6,00 cn 5,00 E :64 4,00 o to 2 3,00 o 2,00 1,00 0,00 Oxi sup Oxi fun 9 4 6 8 10 19 14 16 18 Tempo (h)

Figura 04 — Médias dos valores de oxigênio dissolvido para a primeira quinzena de maio em função do horário.

8,00 7,00 6,00 gi 5,00 o :95 4,00 i5 •Z7-: 3,00 —Oxi supi Oxi fun o 2,00 1,00 0,00 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Tempo (h)

Figura 05 - Médias dos valores de oxigênio dissolvido para a segunda quinzena de maio em função do horário.

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12 9,00 - 8,00 7,00 a 6,00 —Oxi Fun —Oxi Supl 0 4,00 'E 300 2,00 1,00 0,00 o 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Tempo (h)

Figura 06 - Médias dos valores de oxigênio dissolvido para a primeira quinzena de junho em função do horário.

10,00 - 9,00 8,00 7,00 6,00 5,00 Ox ig ên io Disso lv ido (mg /LI 1 — Oxi Fun 1 — Oxi Sup1 4,00

-

r

3,00

2,00 1,00 0,00 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Tempo (h)

Figura 07 - Médias dos valores de oxigênio dissolvido para a Segunda quinzena de junho em função do horário.

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27 24 21 5 12 9 6 3 o 01 a 15 de maio 16 a 31 de maio 12 17 Periodo (Maio) 5 12 17 0 5 o 13

Resultados comerciais de engorda de 54 fazendas nordestinas indicam que para cada 1HP/ha pode-se produzir em média 1.103kg de camarão ou ainda 1.000 kg/ha para cada 1,1 HP empregado (NUNES, 2002).

Para a taxa de Oxigênio Dissolvido observou-se valores inferiores a 3,0mg/L, nos horários críticos, apenas na última quinzena do cultivo (Figura 07), demonstrando que a aeração mecânica utilizada no viveiro (16HP/ha) foi suficiente para a manutenção das taxas de OD adequadas a um bom desempenho do cultivo, levando-se em consideração a biomassa despescada. Outro parâmetro monitorado que possui grande importância foi a temperatura. As espécies tropicais crescem melhor entre 25° C e 32° C. 0 resultado obtido com as amostragens durante os dois últimos meses do cultivo podem ser observados na (Figura 08 e Figura 09); As temperaturas médias observadas, de fundo (Tem fun) e superfície (Tem sup), foram respectivamente 27,03 ° C e 26,93 ° C indicando que houve pequenas variações entre os pontos durante o período acompanhado.

30

Figura 08 — Médias para Oxigênio Dissolvido e Temperatura na primeira e segunda quinzenas de maio, em função dos horários.

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O 17 o 17 Tempo (h) 5 12 16 a 29 de Junho 5 12 02 a 15 de Junho 25,00 Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun 20,00 F 15,00 o. 10,00 5,00 0,00 14

Figura 09 - Médias para Oxigênio Dissolvido e Temperatura na primeira e segunda quinzenas de junho, em função dos horários.

Os valores obtidos nesse acompanhamento para pH e salinidade estão dispostos nas Tabelas 01 e 02, em anexo. Ambos os parâmetros dentro dos níveis adequados para o cultivo definidos por (BOYD 1979). A média para pH foi de 7,5 e para salinidade 3%0.

0 fato dos aeradores ficarem desligados das 8:00 da manhã ás 17:00 não causou déficit na taxa de OD e nem foram observadas ocorrências de estratificações, sejam elas físicas ou químicas, considerando-se os valores para estes parâmetros anotados no fundo e na superfície do viveiro conforme dados das (Tabela 01 e 02) em anexo.

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5 — CONCLUSÕES E SUGESTÕES

5.1. A estratégia de amostragem para definição das taxas de alimentação máximas para o viveiro (Banda) não foi adequada uma vez que a sobrevivência final foi significativamente mais baixa que a esperada. Esse fator contribuiu com a degradação da qualidade da água fazendo com que houvesse um grande desperdício de ração onerando os custos com o cultivo.

5.2. A degradação da qualidade da água foi evidenciada com a observação das análises feitas de visibilidade no disco de Secchi, da Clorofila a e DBO, cujas médias ficaram fora dos valores indicados como ideais sugeridos na literatura especializada.

5.3. Quanto ao teor de oxigênio dissolvido não se observou limites críticos que comprometessem a disponibilidade deste gás, mesmo nos horários críticos e no fim do cultivo. Conclui-se então que para a produção obtida de 11.700kg, a taxa de aeração de 16,9HP/ha foi suficiente para evitar déficit de OD mesmo com a grande quantidade de matéria orgânica presente no viveiro. Isso sugere que em condições melhores de qualidade de água essa proporção de aeração poderia ser menor, sendo um fator de contenção de custos para o cultivo.

5.4. Apesar do excesso de matéria orgânica no viveiro não foi observada a ocorrência de estratificações térmicas ou de oxigênio mesmo nos horários em que os aeradores estavam desligados (08:00h às 17:00h). 0 posicionamento destes também pode ter contribuído de forma substancial uma vez que geravam a formação de uma corrente circular que proporcionava uma boa mistura da água. Estes fatores indicam que os pianos de acionamento e posicionamento dos aeradores precisam estar referenciado nos dados coletados no monitoramento diário dos cultivos. Com isso pode-se otimizar os custos com energia elétrica utilizando esses equipamentos apenas nos momentos em que se identificam a necessidades.

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16

5.5. De acordo com a estocagem inicial de 100camarões/m2 , houve mortalidade de 50% até o final do cultivo, o que não pode ser atribuído as taxas de oxigênio dissolvido determinadas por este trabalho. Outros fatores podem ter contribuído para esta alta taxa de mortalidade, dentre eles o tempo de cultivo de 211 dias foi um fator determinante para essa baixa taxa. Sendo encontradas taxas entre 50 e 60% na região do Acara6, para cultivos acima de 200 dias.

5.6. Apesar da alta taxa de mortalidade o viveiro proaqiu 9.000 kg/ha , o que foi considerado uma boa média.

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6— REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BOYD, C.E. Manejo da qualidade da água na aquicultura e no cultivo do camarão marinho. 1979. Tradução: Josemar Rodrigues. 027 p. P.86,98, 99,101.

BOYD, Claude E. Shrimp pond management techniques for maintainingt acceptable bottom soil and water quality. In: Aquicultura Brasil 98, Anais... Recife: v. 1 447., p. 115-126.

KUBITZA, F. Qualidade da água no cultivo de peixes e camarões. Jundiai 2003.1a edição. P. 191.

LORENZEN C. F. Determinacion of chlorophyll in pheopigmentos : spectrophotometric equations. Limnol. Oceanogr. (1967)16: 990-992.

NUNES, J.P. Aeração mecânica na engorda de camarões marinhos. Panorama da Aquicultura, março/abril 2002.

PEDINI, M. Can aquaculture bridge the gap between the demand for food fish and the supply from capture fisheries. In : Book of Abstract, World Aquaculture 99, 26 Apr a 2 de May 1999, Sidney Australia. World Aquaculture Society, Baton Rouge, EUA. 1999, p. 29-30.

ROCHA, I.P. & RODRIGUES, J. — (A Carcinicultura Brasileira em 2002) Revista da ABCC Ano 5, N° 1.

ROSENBERRY, B. World Shrimp Farming. Shrimp News International, San Diego, EUA, 1998. P.328.

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7 ANEXOS .

TABELA 01 - Planilha de monitoramento do cultivo, do viveiro em estudo,

destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo; pH de superfície e fundo; salinidade; e visibilidade, para o mês de maio.

19

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tern fun pH sup pH fundo S% Visibilid

ade

02/05/03 05:00 4,50 4,50 25,5 25,5 6,87 6,85

02/05/03 12:00 8,10 7,40 26,8 26,7 25

02/05/03 17:00 7,50 7,30 127,0 26,9 7,78 7,76

02/05/03 00:00 4,20 4,20 26,4 26,3

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tern fun pH sup pH fundo S %

03/05/03 05:00 4,20 4,10 25,8 25,7 6,88 6,88

03/05/03 12:00

03/05/03 17:00 5,10 5,00 27,7 27,6 7,18

03/05103 17:30 6,70 6,90 27,7 27,6

03/05/03 00:00 4,30 4,20 27,4 27,3

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tern fun pH sup pH fundo S %

04/05/03 05:00 3,50 3,40 26,8 26,6 6,83 6,82

04/05/03 12:00

04/05/03 17:00 7,30 6,60 28,8 28,7

04/05/03 17:30 7,80 7,50 28,7 28,5

04/05/03 00:00 5,10 5,00 27,7 27,5

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tern fun pH sup pH fundo S %

05/05/03 05:00 4,10 4,00 27,2 27,1 6,78 6,78

05/05/03 12:00 4,70 4,50 27,2 27,0 2 25

05/05/03 17.00 5,10 2,60 27,6 27,4 7,40 7,38

(26)

1-A9ELA 01 - (continuaçA6) ianilha de monitoramento do cultivo, do viveiro em estudo, destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo; pH de superfície e fundo; salinidade; e visibilidade, para o mês de maio.

DATA 08/05/03 06/05/03 06/05/03 06/05/03 Hora 05:00 12:00 17:00 00:00 Oxi sup 3,40 5,10 4,60 Oxi fun 3,30 6,10 4,40 Tem sup 26,1 27,4 27,4 Tem fun 26,0 27,3 27,3

pH sup pH fundo S % visibilida de

30

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tern fun pH sup pH fundo S %

07/05/03 05:00 3,50 3,40 26,5 26,3 6,85 6,84

07/05/03 12:00 8,40 8,70 28,8 28,7 20

07/05103 17:00 8,50 8,00 28,8 28,7 8,30 8,29

07/05/03 00:00 4,30 4,20 27,41 27,3

•DATA Hora Oxi sup Om fun rem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

08/05/03 05:00 3,40 3,301 26,6 26,4 6,89 6,88

08/05/03 12'00 7,50 6,00 28,9 28,6 20

08/05/03 17:00 4,60 2,80 28,8 29,0 7,15 7,14

08/05/03 17•30 7,20 6,70 28,6 28,3

08/05/03 00:00 4,40 4,40 27,5 27,4

•DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo %

09/05/03 05:00 3,30 3,1:0 26,7 26,5 6;87 6,86

09/05/03 12:00 8,90 7,80 29,0 29,0 20

09/05/03 17:00 7,20 5,40 28,6 28,0 7,53 7,54

09/05/03 17:30 7,70 7,40 28,9 28;6

09/05/03 00:00 3,70 3,16. 28,2 28,0

DATA Hora OXi sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S 0/0

(27)

TABELA 01 - (continua95o) Planilha de monitoramento do cultivo, do viveiro em estudo, destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo; pH de superfície e fundo; salinidade; e visibilidade, para o mês de

mnin 10/05/03 10/05/03 10/05/03 10/05/03 10/05/03 12:00 14:00 17:00 17:30 00:00 3,10 7,80 4,70 5,60 3,80 2,60 6,40 4,20 5,30 3,70 27,3 28,3 27,2 28,0 27,2 27,2 28,0 26,9 27,9 27,0 7,13 7,12 30

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S% visibilida de 11/05/03 05:00 3,60 3,50 26,5 26,4 6,89 6,87 11/05103 12:00 10,10 9,80 28,7 28,6 11/05/03 17:00 5,60 5,40 28,8 27,9 11/05/03 17;30 8,00 7,40 28,2 28,0 11/05/03 00:00 3,90 4,60 27,4 28,1

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

12/05/03 05:00 4,10 3,90 26,9 26,9

12/05/03 12:00 7,60 5,60 28,5 28,3 2 30

12/05/03 17:00 5,10 4,90 28,5 28,4 7,39 7,38

12/05/03 17:30 7,40 6,50 28,7 28,7

12/05/03 00:00 4,10 3,80 27,4 27,1

DATA Hora Oxi sup OXi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S %

13/05/03 05:00 3,30 3,20 26,4 26,2 6,90 6,89

13/05/03 12:00 6,20 6,00 28,2 28,1 25

13/05/03 17:00 5,60 5,40 28,8 28,7 7,24 7,23

13/05/03 17:30 6,30 5,90 28,3 28,1

13/05/03 00:00 2,70 2,70 27,5 27,4

(28)

TABELA 01 - (continuação) Planilha de monitoramento do cultivo, do viveiro em estudo, destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo; pH de superfície e fundo; salinidade; e visibilidade, para o mês de maio.

14/05/03 05:00 3,20 3,10 26,9 26,8 7,00 6,99

14/05/03 12:00 7,40 7,30 27,9 27,7 25

14/05/03 17,00 6,40 6,40 28,1 28,0 7,76 7,75

14/05/03 00:00 2,90 3,10 27,0 27,3

DATA Hora Oxi sup Om fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S% visibilida de 15/05/03 05:00 4,70 4,70 26,5 26,4 15/05/03 12:00 6,20 6,10 26,9 26,8 20 15/05/03 17:00 5,80 5,30 27,1 27,0 7,20 15105103 17.30 7,50 7,40 26,7 26,6 15/05/03 aerador 7,50 7,30 26,9 26,7 15/05[03 00:00 4,90 5,00 26,0 26,1

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

16/05/03 05:00 5,20 5,30 25,8 25,7 7,03 7,02

16/05/03 12:00 7,00 7,10 25,9 25,9 2

16/05/03 17.00 4,50 4,50 26,2 26,1 7,07

16/05/03 17:30 8,60 8,40 26,4 26,4

16/05/03 00:00 6,40 6,80 25,6 25,4

DATA Hora 0)(i sup OXi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

17/05/03 05:00 4,60 4,60 25,5 25,4

17/05/03 12:00 6,5Q 6,40 26,2 26,0 30

17/05/03 17.00 5,90 5,90 26,6 26,2

17/05/03 1T30 7,30 7,20 27,1 27,0

17/05/03 00.00 5,90 5,20 26,4 26,1

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S%

(29)

TA3ELA 01 - (continuagao) Planilha de monitoramento do cultivo, do viveiro em estudo,

destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo; pH de superfície e fundo; salinidade; e visibilidade, para o mês de maio.

18/05/03 05:00 5,40 5,20 25,9 258 7,10 7,17

18/05/03 12:00 8,50 7,00 27,3 27,3 25

18/05103 17:00 7,30 7,30 27;6 27,7 18/05/03 17:30 9,60 9,30 27,5 27,3 18/05/03. 00:.00 5,50 5,60 26;6 26,5

DATA Hora Oxi sup Oxi fun. Tem sup Tem fun pH sup pH•fundo S% visibilida de 19/05/03 05:00 5,00 4,90 25,8 25,7 7,16 7,15 19/05/03 12:00 6,00 5,90 26,6 26,5 19/05/03 17:00 6,30 4,30 26,6 26,4 7,66 7,65 19/05/03 17:30 7,00 6,70 26,6 26,4 19/05/03 0000 3,20 3,20 26,3 26,1

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

20/05/03 05:00 3;40 3,30 25,4 25,3 7,20 7,2

20/05/03 12:00 6,30 5,80 26,2 25;9 20/05/03 17:00 5,50 5,20 266

20105/03 00:00 6,60 6;50 26,4 26,3

DATA Hora Oxii sup Oxi fun Tem sup Tem fun prisup plifundo S % 23/05/03. 05:00

23/05/03 12:00 7,30 590 23/05/03 17:00

23/05/03 00:00 3,30 2,90 27,2

DATA Hora Oxiisup Oxi fun Tem sup Tern fun. pH sup pH: fundo Si% 24/05/03 05:.00 3,40 3,20 26,8 26,5 24/05/03 12:00 6,30 6,10 27,7 27,5: 28,3 28,2 26,8 26,4 7,40 7,39 30 25 25 30

(30)

TABELA 01 - (continuação) Planilha de monitoramento do c..uttivo, do Neiero em deskaz:ando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo; pH de superfície e fundo; salinidade; e visibilidade, para o mês de maio.

24/05/03 24/05/03 24/05/03 DATA 25/05/03 25/05/03 25/05/03 25/05/03 17:00 17:30 00:00 Nor:: 05:00 12:00 17:00 00:00 6,40 8,50 3,80 Oxi sup 3,30 6,90 4,90 3,50 6,20 8,20 3,80 Oxi fun 3,20 5,40 4,80 3,40 28,6 28,0 27,6 Tem sup 26,8 28,0 27,7 27,5 28,5 27,9 27,6 Tem fun 26,7 27,8 27,6 27,4 7,17 8,30 pH sup 7,05 7,19 7,16 8,29 pH fundo 7,04 7,18 S % visibilida de 30

DATA Hora Oxl sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S%

26/05/03 05:00 3,50 3,30 26,5 26,4 6,99 7,00

26/05/03 12:00 7,20 7,00 280 27,9 20

26/05/03 17:00 7,50 7,30 28,3 28,2 7,67 7,65

26/05/03 00:00 3,10 3,00 27,2 27,1

DATA Hora Oxi sup OA fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

27/05/03 05:00 3,60 3,50 26,9 26,8 7,07 7,07

27/05/03 12:00 6,40 6,30 27,5 27,3 20

27/05/03 17:00 10,20 9,90 28,3 28,2 8,55 8,54

27/05/03 17:30 8,80 8,50 28,0 27,8 8,21 8,20

27/05/03 00:00 3,90 3,50 27,2 26,9

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S%

28/05/03 05:00 3,90 3,90 26,5 26,4 7,10 7,09

28/05/03 12:00 8,50 8,00 27,3 26,9 30

28/05/03 17:00 8,40 8,10 28,2 28,1 8,43 8,42

(31)

TABELA 01 - (continuação) Planilha de monitoraMento do cultivo, do viveiro em estudo, destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo;

temperaturas de superfície e fundo; pH de superfície e fundo; salinidade; e visibilidade, Darn o mês de maio (penúltimo mês do cultivo)

8/05103 DATA 29/05/03 29/05/03 29/05/03 29/05/03 29/05/03 0000 Hora 05:00 12:00 17:00 17:30 0000 3;40 OXi, sup 3,40 9,20 9,30 8,60 350' Oxi fun 3,40 8,60 9,20 8,30 27,4 Tem sup 26,6 26,9 20,1 28,3 27,4 Tern fun 26,5 26,4 27,9 28,3 pH sup 7,02 8,94 pHfundo 7,01 8,93 S Vo viSibilida de 2 25

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo 8 %

30/05/03 05:0D 3,50 3,40, 26,7 26,6 7,05 7,04

30/05103 12:00 7,90 6,40 27,8 27,7 20

30/05/03 17:00 7,10 6,90 28,5 28,4 7;66 7,65

30/05/03 17:30 7,70 7,40 28,1 27,9 25,2174

30/05/03 00:00 3,10 290 27,6 27,5

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S °A

31/05/03 05:00 3,50 3,20 26,9 26,8 6,99 6,99

31/05/03 12:00 6,90 6,20 26,9 26,9

31/05/03 17:00 820 8,00 27,5 27,4 8,18 8;17

(32)

TABELA 02 - informações do monitoramento do cultivo no viveiro em estudo destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo;

DATA Hora Ox d sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

02/06/03 05:00 4,80 4,70 26,0 25,9 7,03 7,02

02/06/03 12:00 9,10 7,00 27,0 26,8 2 30

02/06/03 17:00 7,20 6,80 27,9 27,7 7,40 7,39

02/06/03 00:00 5,20 5,10 26,5 26,4

DATA Hora Oxi sup Oxi fun. Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

03/06/03 05:00 3,90 3,80 26,0 25,8 6,95 6,94

03/06/03 12:00 9,20 6,50 27,0 26,6 30

03/06/03 17:00 7,60 6,90 26,1 28,0 7,85 7,84

03/06/03 00:00 4,10 4,00 27,6 27,5

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tern fun pH sup pH fundo S %

04/06/03 05:00 3,10 2,80 26,7 26,6 6,95 6,94

04/06/03 12:00 9,60 7,30 26,8 26,6 25

04/06/03 17:00 9,00 8,70 26,8 26,4 7,83 7,82

04/06/03 17.30 8,30 8,10 27,3 27,3 8,00 7,99

04/06/03 00:00 3,20 3,10 26,8 26,7

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tern fun pH sup pH fundo S%

05/05/03 05:00 3,60 3,50 26,3 26,2 6,99 6,98.

05/05/03 12:00 5,10 5,00 25,5 25,3

05/05/03 17.00 6,10 6,00 25,4 25,3 7,07 7,06

05/05/03 00:00

(33)

TABELA 02 - ( continuação) Informações do monitoramento do cultivo no viveiro em estudo destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo; 06/05/03 06/05/03 06/05/03 06/05/03 05:00 12:00 17:00 00:00 3,60 9,80 7,50 4,60 3,70 9,40 7,00 4,40 24,5 26,3 26,7 27,4 24,4 26,4 26,6 27,3 7,00 7,53 6,99 7,52 30

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tern fun pH sup p11fundo S %

07/06/03 05:00 3,20 3,20 25,8 25,7 7,04 7,03

07/06103 12:00

07/06/03 17:00 8,60 8,40 27,7 27,6

07/06/03 00:00 3,40 3,10 27,0 26,9

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tern fun pH sup pH fundo S %

08/06/03 05:00 3,10 3,00 25,7 25,6 7,01 7,00

08/06103 12:00

08/06/03 17:00 6,40 6,50 27,5 27,4

08/06/03 00:00 3,40 3,30 27,0 26,9

DATA Nora Oxisup Oxi, fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

09/06/03 05:00 3,70 3,60 26,5 26,4 6,83 6,82

09/06/03 12:00 9,10 8,80 28,2 28,1 30

09/06/03 17:00 11,30 8,60 28,2 28,1

09/06/03 17:30

09/06/03 00:00 3,60 3,60 27,5 27,4

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S %

10/06/03 05:00 3,60 3,30 27,2 27,1 6,92

10/06/03 1200 9,40 8,90 27,3 27,1 25

(34)

TABELA 02 - ( continuação) informações do monitoramento do cultivo no viveiro em estudo destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo.,-temperaturas de superfície e fundo;

10106/03 10/06/03 DATA 17:30 00:00 Hora 8,40 3,50 Oxi sup 7,80 3,00 Oxi kin 27,4 26,7 Tern sup 27,3 26,7

Tern fun pH sup pH fundo S'%

11/06/03 05:00 3,00 2,70 26,5 26,4

11/06/03 12:00 4,20 4,30 26,0 26, 0 2

11/06/03 17:00 5,30 5,30 25,9 25,9 7,52 7,51

11/06/03 00:00 5,70 6,20 25,4 25,4

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S%

12/06/03 05:00 5,70 6,30 25,1 25,0 6,95 6,94

12/06/03 12:0.0 8,20 7,80 27,1 27,0 20

12/06/03 17.. 00 8,30 7,60 27,5 27,4 8,00 7,99

12/06/03 00:00 4,50 4,40 27,0 26,9

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S%

13/06/03 05:00 4,80 4,70 26,4 26,3 7,02 7,01

13/06/03 12:00 6,40 6,20 27,4 27,3 25

13/06/03 17:00 8,20 8,10 27,9 27,9 7,77 7,76

13/06/03 00.00 3,50 3,40 26,6 26,0

DATA Hora Oxi 'sup. Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fuhdo S %

14/06/03 05:00 3,80 3,70 26,2 26,1 7,04 7,03

14/06/03 12:00 10,10 9,80 27,8 27,8 2 15

14/06/03 17:00 8,00 7,80 26,8 26,7

14/06/03 00:00 3,90 3,70 26,9 26,8

DATA Hors Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

15/06/03 05:00 4,20 4,10 26,3 26,2 7,05 7,05

(35)

15/06/03 15/06/03 15/06/03 DATA 12:00 11,10 17:00 9,70 00:00 4,70 Nora Oxi sup

27,4 28,1 27,1 Tem sup 27,3 3 25 28,1 27,1

Tem fun pH sup pH fundo S% visibilid ade 10,30

9,40 4,60 Oxi fun

TABELA 02 - ( continuação) Informações do monitoramento cio cultivo no viveiro em estudo desta cando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo;

tern ne rat t irs de SI InPrfiriP. fz± fundo.

29 4,10 25,8 25,7 7,03 7,02 10,20 27,4 27,3 16/05/03 16/05/03 16/05/03 16/05/03 16/05/03 DATA 17/06/03 17/06/03 17/06/03 17/06/03 DATA 18/06/03 18/06/03 18/06/03 18/06/03 DATA 19/06/03 19/06/03 19/06/03 19/06/03 05:00 4,20 12:00 10,80 17:00 17:30 00:00 4,40 Hora Oxi sup 05:00 3,90 12:00 11,80 17.00 8,40 00:00 4,40 Nora Oxi sup 05:00 3,80 12:00 10,80 17:00 7,70 00:00 3,80 Hora 05:00 3,60 12:00 10,00 17'00 8,40 17:30 4,10 27,1

Oxi fun Tem sup

4,00 26,2

10,60 27,9

8,20 28,0

4,30 27,0 Oxi fun Tem sup

3,70 26,2

10,70 27,3

7,40 28,4

3,40 27,0

Oidfuni • Tem sup

2,50 26,2

9,80 27,6

8,30 27,3

30

26,9

Tem fun pH sup pH fundo S%

26,1 7,04 7,03

27,8 30

28,0 8,27 8,26

26,9

Tom fun pH sup pH fundo S%

26,1 7,01 7,00

27,2 25

28,3 26,7

Tem fun pH sup pH fundo S % 26,1

27,6 30

(36)

TABELA 02 - ( continuação) Informações do monitoramento do cultivo no viveiro em estudo destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo; 19/06/03 DATA 00:00 Hora 3,70 Oxi sup 3,70 Oxi fun 27,0 Tem sup 27,0

Tem fun pH sup pH fundo S visibilid ade 20/06/03 05:00 3,50 3,40 26,1 26,0 6,98 7,0 20/06/03 08:00 6,90 6,60 26,6 26,6 20/06/03 12:00 9,20 8,40 27,2 27,1 3 25 20/06/03 17:00 10,00 9,40 27,9 27,7 7,98 7,97 20/06/03 17:30 9,50 9,30 27,2 27,1 20/06/03 00:00 3,80 3,60 27,1 2,1

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S %

21/06/03 05:00 3,70 3,60 26,2 26,1 7,07 7,06 21/06/03 08:00 6,80 6,70 26,7 26,7 21/06/03 12:00 9,30 8,30 27,5 27,8 25 21/06/03 17:00 6,80 6,70 27,8 27,7 7,84 7,83 21/06/03 17:30 8,10 7,80 27,0 26,9 21/06/03 00:00 3,80 3,80 27,7 27,6

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tem fun pH sup pH fundo S%

22/06/03 05:00 2,80 2,70 26,5 26,4 6,90 6,89 22/06/03 08:00 6,30 5,90 27,0 27,1 22/06/03 12:00 11,80 11,10 27,8 27,7 25 22/06/03 17:00 6,00 5,90 28,1 28,1 7,61 7,60 22/06/03 17:30 7,40 7,40 27,7 27,6 22/06/03 00:00 2,70 2,30 27,4 27,5 23/06/03 05:00 2,40 2,30 26,2 26,2 6,93 6,92 23/06/03 08:00 5,20 5,40 26,4 26,4 30

(37)

TABELA 02 - ( continuação) Informações do monitoramento do cultivo no viveiro em estudo destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo;

23/ • ,

23/06/03 17:00 3,50 3,30 27,4 27,3

23/06/03 17:30 5,30 5,30 27,7 27,6

23/06/03 00:00 2,50 2,10 26,7 26,6

DATA Hora Oxl sup Oxi fun. Tern sup Tern fun pH sup pH fundo S % viSibilici ade 24/06/03 05:00 2,30 2,20 25,8 25,7 6,86 6,85 24/06/03 08- 00 4,60 4,70 26,1 26,0 24/06/03 12:00 8,20 8,00 27,3 27,3 25 24/06/03 17:00 7,10 6,80 27,4 27,3 7,83 7,82 24/06/03 17:30 7,10 6,70 27,3 27,2 24/06/03 00:00 1,80 1,60 26,8 26,7

DATA Hora Ox! sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S% visibilid ade 25/06/03 05:00 2,40 2,30 25,6 25,5 6,89 6,88 25/06/03 08:00 6,00 5,60 26,3 26,2 25/06/03 12:00 8,30 7,80 27,0 27,0 30 25/06/03 17.00 5,70 5,60 27,7 27,6 7,83 7,82 25/06/03 17:30 5,60 5,50 27,0 26,8 25/06/03 00:00 2,40 2,30 26,6 26,5

DATA Hora Om sup Oxi fun Tern sup Tern fun pH sup pH fundo S %

26/06/03 05:00 2,50 2,30 25,5 25,4 6,99 6,98 26106/03 08:00 7,20 7,00 26,1 26,2 26/06/03 12:00 9,30 8,80 26,7 26,8 26/06/03 17.00 6,00 5,90 26,8 26,6 7,03 26/06/03 17:30 8,50 8,40 26,1 26,1 3!

(38)

TABELA 02 - ( continuação) Informações do monitorarnento do cultivo no viveiro em estudo destacando valores para oxigênio dissolvido de superfície e de fundo; temperaturas de superfície e fundo;

26/06/0

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S% visibilid ade 27/06/03 0500 3,80 3,70 24,8 24,7 6,76 27/06/03 08:00 8,50 8,10. 26,2 26,2 27/06/03 12:00 19.40 8,90 26,4 26,3 30 27/06/03 17:00 5,60 5,20 27,5 27,7 6,98 27/06/03 17:30 8,40 8,20 26,9 26,8 27/06/03 00:00 3,00 2,80 25,9 25,8

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tem sup Tern fun pH sup pH fundo S%

28/06/03 05:00 3,70 3,601 24,6 24,7 6,76 28/06/03 08:00 6,10 5,90 25,2 25,1 28/06/03 12:00 7,40 5,60 26,4 26,3 35 28/06/03 17:00 3,20 3,10 27,3 27,4 7,21 28/06/03 17:30 8,20 7,80 26,9 26,8 28/06/03 00:00 2,70 2,60 25,7 25,6

DATA Hora Oxi sup Oxi fun Tern sup Tem fun pH sup pH fundo S %

29/06/03 05:00 3,40 3,30 24,4 24,3 6,75 29/06/03 08:00 5,10 4,80 25,6 25,6 29/06/03 12:00 3,10 3,00 26,6 26,5 30 29/06/03 17:00 4,70 4,60 27,8 27,7 29/06103 17:30 6,00 5,90 26,5 26,4 7,06 29/06/03 00:00 32

(39)

TABELA 03 — Planilha de acompanhamento do viveiro estudado, com uma semana de antecedência à despesca. Estimativa dos parâmetros de desempenho do cultivo.

VE AREA (ha) Data de pov. Data de População Dens. Dias de Semanas Sobr. Peso Peso Ganho no

prep. Inicial (cam/m2) cultivo de cultivo Est. (%) atual (g) anterior período (g)

(g)

VE03-02 1,3 02/12/02 16/11/02 1,335250 102,7 203 29 60,00% 17,5 16,91 0,59

Ganho p/ Ganho p/ Biomassa Ração Ração F.C.A (:1) Tipo de Ração Aeraçao

dia (g) semana (g) estimada (kg) semana (Kg) acumulada ração anterior (Kg) Hp/ha

(Kg)

0.009 0,06 14.020 1.712 39.648 2,83 Guabi 37.936 16,9

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