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Mesa gravitacional e qualidade de sementes de ervilhaca comum (Vicia sativa L.)

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Academic year: 2021

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(1)MESA GRAVITACIONAL E QUALIDADE DE SEMENTES DE ERVILHACA COMUM (Vicia sativa L.). ANTONIO DOMEVAL ALEXANDRE Engenheiro Agrônomo. Orientador: Pref. Dr. WALTER RODRIGUES DA SILVA. Dissertaç~o. apresentada. à. Escola. Superior de Agricultura "Luiz Queiroz",. da Universidade de. de S~o. Paulo, para obtenção do título de de Mestre em Agronomia. concentração: Fitotecnia.. P I R A C I C A B A Estado de. S~o. Paulo - Brasil. Junho - 1994. Área de.

(2) Divis�o de Biblioteca e Documenta��º - PCLQ/USP. A38irn. Mesa gravitacional e quali□ade de sementes de ____ __ , ervilhaia comum (Vicia sativa L.) r..1.r dL..1..Lc:;.Ud., :: 1-9-7 4 .. 6::'ip. ilus. ,--_ .. .. D i ss .. ( r�1e�- tr-e}. 1. �rviihaça - �emente Luiz de. _ ___ ___ _. ....... t.:tLtt: ..t.. r w,;;., ,. :::_ ; ,, -•. ; L.:::,; ,_... GLtalidade. Seff:erite.

(3) ii. MESA GRAVITACIONAL E QUALIDADE DE SEMENTES DE ERVILHACA COMUM (Vicia satú'a L.). ANTONIO DOMEVAL ALEXANDRE. Aprovado em. I. 30.06.94. Comissão julgadora:. Prof. Dr. Walter Rodrigues da Silva. ESALQ/USP. Prof. Dr. João Nakagawa. FCA/UNESP. Dr. Luiz Fernandes Rasara. IAC. \J~\\I. Pref. Dr. Waltar Rod. 'lva.

(4) iii. À Deus. Aos meus pais Cecília e Antonio (in memoriam) e irmãos. À minha esposa Ofália.. Aos meus filhos Marcelo e Maurício.. DEDICO.

(5) iv. AGRADECIMENTOS. Ao Professor Dr. Walter Rodrigues. da. Silva,. pela. orientação constante. Aos. professores. especialmente aos do Departamento de. Setor. e. funcionários de. Tecnologia. da de. ESALQ/USP, Sementes. do. pelo convivio sadio.. Agricultura~. Aos colegas do curso pela solidariedade. Aos. Engenheiros. Agrónomos. Ana. Dionisia. Luz. C.. Novembre, Helena M. C. Pescarin Chamma e Maria Heloisa Duarte de Moraes, pelo apoio na condução do trabalho. Aos. colegas. de. trabalho,. Engenheiros. Angelo Massignan, Leandro Wildner, José. Hennigen. Agrónomos e. Zenório. Piana, pelo apoio e incetivo. Aos funcionários da biblioteca central da ESALQ. Ã Empresa de Pesquisa. Agropecuária. e. Difusão. de. Tecnologia de Santa Catarina S.A. - EPAGRI, pela oportunidade concedida. Ã EMBRAPA pelo suporte financeiro.. Ã ESALQ/USP pelo curso oferecido.. A todos trabalho.. que. contribuiram. para. a. realização. do.

(6) v. SUMÁRIO. LISTA DE FIGURAS •••.••••••••••••••••.••••.•••••••••• LISTA DE TABELAS •••.•••••.••••••••••••.••••.••••••••• SUMMAR'f ..•••••••.•••.•••••• _ • • • • • • • . • • • • • • • . • • • • • • • • .. vi xii xiii xv. 1. INTRODUÇÃO......................................... 01. 2. REVISÃO DE LITERATURA ..•••••.•••.•..••••....••••••. 03 03. RESUMO. ......................................................... .. 2.1. Adubação e adubos verdes ••••••••••••••••••••• 2.2. Ervilhaca (Vicia sativa L.) •••••••••••••••••• ..,.. Caracteristicas qualitativas de lotes de semenL._"I. tes processados em mesa gravitacional ••••••••. 05. '"). 3. MATERIAL E MeTODOS ••••.•••••••••••••.•••..••.••••• a) b) c) d) e). Pureza fisica (X) •••••••••••••••••••••••••••••• Peso de mil sementes (g) ••••••••••••••••••••••• Peso hectolitrico (kg/hl) •••••••••••••••••••••• 9 Densidade de sementes (g/cm ) • • • • • • • • • • • • • • • • • • Grau de umidade (X) ••••••••••••••••••••••••••••. f). Germinaç~o. 06. 13 17 17 17 17 18. ........................................... 18. g) Primeira contagem de germinaç~o (X) •••••••••••• h) Envelhecimento acelerado (X) ••••••••••••••••••• i) Frio com solo (X) •••••••••••••••••••••••••••••• j ) Crescimento das plântulas (mm) ••••••••••••••••• k) Peso da matéria seca das plântulas (mg) •••••••• 1) Emergência de plântulas no campo ('l.) • • • • • • • • • • •. 18 19 19 19 20 20. m) Sanidade (%). (f.). ......................................... 21. 3.1. Delineamento experimental e procedimento estati stico .............................................. 22. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO .••••••••••••••.••••••••••••. 23. 4.1. Testes de laboratório - qualidade fisica ••••• 4.2. Testes de laboratório e de campo - qualidade fisiológica •••••••••••••••••••••••••••••••••• 4.3. Testes de laboratório - sanidade •••••••••••••. 23. CONCLUSOES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 52. BIBLIOGRÁFICAS •••••••••••••••••••••••••••. 53. 5.. REFER~NCIAS. 30 46.

(7) vi. LISTA DE FIGURAS. Página. Figura. 1.. Esquema utilizado na divisão da descarga da mesa gravitacional para a obtenção de diferentes tratamen tos. 2.. ................................................................... Fluxo esquemático do beneficiamento empregado na obtenção dos tratamentos (B~C~D,E".F,G,H,I,J,K,L,M, N,O,P,Q,R). 3.. 4.. 5.. 6.. 15. .•...•...•..•.•••.•.••.•...••......••... 15. Médias (X) do teste de pureza fisica das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5,15,11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (57. de probabilidade) •••••••••••••••••••••••••.•••••••••. 24. Médias (g) do teste de peso de 1000 sementes das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (8, 18, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5i. de probabilidade) ••••..•••••••. 26. Médias (kg/hl) do teste de peso hectolitrico das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (8, 18, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5i. de probabilidade) •••.•••••••••. 26. Médias (g/cm s ) do teste de densidade de sementes das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (8, 18, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (57. de probabilidade) •••••••••••••. 27.

(8) vii. 7.. 8.. 9.. ~poca 1. Médias (1.) do grau de umidade de sementes das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (S, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (51. de probabilidade) .••••••••••••. 29. 2. Médias (i.) do grau de umidade de sementes das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5~ 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (57. de probabilidade) ••••..•••••.•. 29. ~poca 1. Médias da avaliação de sementes duras(i.) das frações coletadas na alimentação(A) e nas descargas (S, IS, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5i. de probabilidade) •••••••••.•••••••••. 32. ~poca. 10.. ~poca 2. Médias da avaliação de sementes duras(l.) das frações coletadas na alimentação(A) e nas descargas (S, 1S, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (51. de probabilidade) .••••••••••••.•••••. 11.. ~poca. 12.. 1. Médias (I.) do teste de germinação das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (S, IS, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5i. de probabilidade) •••••••••••••. 33. 2. Médias (1.) do teste de germinaç~o das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (S, IS, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5i. de probabilidade) •••••••••••••. 33. ~poca.

(9) viii. 13.. ~poca 1. Médias (%) do teste de p~imei~a contagem de germinação das frações eoletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, n~o diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) ••••.••••••.••••••••..•.•••.••.••.•. 37. ~poca 2. Médias (1.) do teste de primeira contagem de germinação das frações eoletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5X de probabilidade) .••.•..•••••••..•••••.•....••••••... 37. 1. Médias (X) do teste de envelhecimento acelerado das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, IS, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, n~o diferem entre si pelo teste de Tukey (5X de probabilidade) .•••••..••••••••••••••••••••••••••.. 38. lô. Época 2. Médias (X) do teste de envelhecimento acelerado das frações eoletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, n~o diferem entre si pelo teste de Tukey (5X de probabilidade) •••••••.•••••••••••••••••••••••••••. 38. 17. Época 1. Médias (X) do teste de frio das frações eoletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5X de probabilidade) •••••••••••••••••••••••.••••. 39. 18. Época 2. Médias (1.) do teste de frio das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, n~o diferem entre si pelo teste de Tukey (5X de probabilidade) ••••••••••••••••••••••••••••. 39. 14.. 15.. ~poca.

(10) ix. 19. Época 1. Médias (mm) do teste de comprimento das plântulas das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) •••.••.••.•••..•..••.•..•.••••.••••. 40. 20. Época 2. Médias (mm) do teste de comprimento das plântulas das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) ••.••••••.•••••.••.•....••.•••.•••.. 40. 21. Época 1. Médias (mm) do teste de comprimento das raizes primárias das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, I5, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade). ........•.......................•... 41. 22. Época 2. Médias (mm) do teste de comprimento das raizes primárias das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) •••••••••.•.•••.•.•••••••••••.•••••. 41. 23. Época 1. Médias (mm) do teste de comprimento dos epic6tilos das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) ••.••••••.•••••••••••••••.••••.••••. 42. 24. Época 2. Médias (mm) do teste de comprimento dos epic6tilos das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) •••••••••••..••.•••••••••.•••••••••. 42.

(11) x. 25.. 26.. 27.. 28.. 29.. 30.. ~poca 1. Médias (mg/plântula) do teste do peso de matéria seca das plântulas das frações coletadas na alimentação(A) e nas descargas (S~ IS, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) •••••••.••••.••.•.•..•.••.•••••.•••. 43. ~poca. 2. Médias (mg/plântula) do teste do peso de matéria seca das plântulas das frações coletadas na alimentação(A} e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (51. de probabilidade) ••.••.••••.•.•....••.•.•••••.•.••.•. 43. 1. Médias ('lo) do teste de emergência no campo das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (51. de probabilidade) .••••••••••••••••••••••••••••••••••. 44. ~poca. ~poca. 2. Médias ('lo) do teste de emergência no campo das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, II, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) ••••.•••••••••.•••••••••••••••.••••. 44. 1. Médias (I.) do teste de sanidade, para a taxa de sementes contaminadas com Fusarium spp das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 18, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) •••••••••••••. 48. ~poca. ~poca. 2. Médias (X) do teste de sanidade, para a taxa de sementes contaminadas com Fusarium spp das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade) •••••••••••••. 48.

(12) xi 31. Época 1. Médias (%) do teste de sanidade, para a taxa de sementes contaminadas com Alternaria tenuis das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (57. de probabilidade) ..••.••.•.•.•. 49. 32. Época 2. Médias ('la) do teste de sanidade, para a taxa de sementes contaminadas com Alternaria tenuis das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5'la de probabilidade) ••••.••..••••. 49. 33. Época 1. Médias ('la) do teste de sanidade, para a taxa de sementes contaminadas com Aspergillus spp das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (57. de probabilidade) •••••••••••••. 50. 34. Época 2. Médias (%) do teste de sanidade, para a taxa de sementes contaminadas com Aspergillus spp das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (57. de probabilidade) •••..•...•.••. 50. 35. Época 1. Médias ('la) do teste de sanidade, para a taxa de sementes contaminadas com Penicilliu. spp, das fraç~es coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (57. de probabilidade) •••••••••••••. 51. 36. Época 2. Médias (%) do teste de sanidade, para a taxa de sementes contaminadas com Penicilliu. spp, das fraç~es coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (57. de probabilidade) .••.•••••••••. 51.

(13) xii. LISTA DE TABELAS. Página. Tabela 1. Peso (kg) das frações, originadoras dos tratamentos obtidos em quatro passagens pela mesa gravitacional 2. Distribuição dos. (1.). tratamentos~. 16. relativa das frações, originadoras obtidos em quatro passagens das se-. mentes pela mesa gravitacional ..••••••••••.••••••• 3. Esquema da análise de variância empregado. para. 16. a. análise dos dados . . • . • . • . . • . . . • . . . . . . . . . . . . • • . . . . •. 22.

(14) MESA GRAVITACIONAL E QUALIDADE DE SEMENTES DE ERVILHACA (Vicia sativa L.). Autor: ANTONIO DOMEVAL ALEXANDRE Orientador: Prof. Dr. WALTER RODRIGUES DA SILVA. RESUMO. Os objetivos do presente trabalho foram os verificar a possibilidade da mesa. gravitacional. realizar. fracionamento de lotes de sementes de ervilhaca comum sativa L.) segundo características fisicas. estudar as Após a. alteraç~es. de. desempenho. o. (Vicia. paralelamente,. e~. fraç~es. das. de. limpeza, um lote de sementes foi submetido à. obtidas. aç~o. da. mesa gravitacional, com descarga dividida em quatro. fraç~es:. descarga. superior. (8),. (IS). inferior. ( I I) ,. inferior. e. extremidade inferior,. a. intermediárias Foi. ( 1) •. situada. superior. no. admitida~. ponto. mais. descarga quando considerada a inclinação lateral da como superior, a oposta.. As. fraç~es. 8,. 18. e. 11. e. como. baixo. da. mesa. e,. novamente. submetidas à ação da mesa gravitacional, permitiram completar.

(15) xiv. a obtenção dos tratamentos.. A avaliação do trabalho da. gravitacional, executada através de testes de de. campo,. foi. conduzida. em. duas. mesa. laboratório. épocas. com. e. intervalo. trimestral. A análise e a. interpretação dos resultados. do. presente trabalho possibilitaram concluir que: mesa. A. separação das sementes de. gravitacional ervilhaca. eficiente. é. comum. segundo. o. na peso. volumétrico e a densidade.. A. separação. alteraçaes favoráveis. ao. das. sementes. desempenho. fisiológico. fraçaes com sementes mais densas e de maior peso apresentam. desempenho. o gravitacional~. superior resultado. ao do. proporciona. das. lote, depende, aparentemente, do pat6geno. lote;. volumétrico demais.. trabalho. no aprimoramento da qualidade. do. da. sanitária. envolvido~. mesa do.

(16) xv. GRAVITY TABLE AND SEEDS QUALITY OF COMMON VETCH (Vicia sativa L.). Author: ANTONIO DOMEVAL ALEXANDRE Advisor: Prof. Dr. WALTER RODRIGUES DA SILVA. SUMMARY. The objectives of this work were to verify the possibility of using the gravity table to. fractionate. lots of common vetch (Vicia sativa L.) according to characteristics and, parallely, to study the. seeds. physical. alterations. the performance resulted from the fractions obtained. the cleaning procedure a seed. lot. was. passed. in. After. through. the. gravity table with the discharge separated in four fractions: upper. discharge. (8),. upper. intermediate (11) and lower (I). discharge the one located from until. the. beginning. of. (IS),. intermediate. lower. It was assumed as the lower the. 15,. unloading. considering. inclination of the gravity table and as the edge the one in the opposite side.. lowest the. upper. Each fraction 8,. point lateral. discharge 18. and.

(17) };vi. II~. were which, submited again to the action of. table~. allowed to complete the treatments.. two. dates. with. an. gravity. The evaluation of. the gravity table work, through laboratory and was carried out in. the. field. interval. tests, three. of. months. The analysis and. the. interpretation. of. the. results allowed the following conclusions: -. The gravity table is efficient. to. separate. the seeds of common vetch according to the volumetric. weight. and the seed density. - The separation of seeds. providas. favorable. alterations in the physiological performance of the seed loti fractions with more dense seeds and. with. weight. compared. show. superior. performance. higher to. volumetric the. other. fractions. The results of the gravity table work in the improvement. of. the. seed. lot. sanitary. apparently on the pathogen involved.. quality. depends.

(18) 1. 1. INTRODUÇÃO. Dentre as espécies. utilizadas. verde e cobertura do solo, a ervilhaca. para. comum. adubação. (Vicia. sativa. L.) destaca-se como uma das mais cultivadas na região sul. do. Pais, principalmente, nas pequenas propriedades agricolas. ~. uma leguminosa que vegeta, preferencialmente,. em clima temperado e proporciona adequada cobertura protetora e. aprimoradora. das. caracteristicas. fisicas,. e. quimicas. biológicas do solo. A qualidade. fator. determinante. no. sobre. Conhecimentos,. da. semente. resultado. as. é. reconhecida. de. uma. decorrências. tendo. em. vista. a. lavoura.. qualitativas. processos, utilizados na produção de sementes são necessários,. como. de. de. ervilhaca,. crescente. utilização. desta leguminosa na entressafra de inverno. Não. foram. encontrados,. na. trabalhos realizados visando. determinar. especifico das. de. ervilhaca. comum. algumas. espécies,. tais. sementes. o. literatura,. efeito. do. sobre. peso o. seu. desempenho. Para. milho, arroz e soja, entre outras, há. como. evidências. feijão, de. que. a.

(19) 2. eliminação da fração,. com sementes de menor peso. especifico~. resulta no aprimoramento da qualidade do lote de sementes.. A. separação por peso especifico, no beneficiamento de sementes, tem. sido. feita,. rotineiramente,. empregando. a. mesa. gravitacional. Os objetivos do presente trabalho foram os verificar a possibilidade da mesa. gravitacional. realizar. de o. fracionamento de lotes de sementes de ervilhaca (Vicia sativa L.) segundo o peso especifico e,. paralelamente,. alterações de desempenho das frações obtidas.. estudar. as.

(20) 3. 2. REVISÃO DE LITERATURA. 2.1. Adubação e adubos verdes. A adubação verde é. conceituada. como. prática. agricola, através da qual determinadas espécies vegetais cultivadas. para. ao. incorporação enriquecimento. objetivando. o. nutrientes,. principalmente. Constitui-se em prática. o. ainda. solo,. em. matéria. nitrogênio. simples. e. são. verdes,. orgânica. (DERPSCH,. acessivel,. de. e. 1984) . adubação. orgânica, uma vez que o produto, a ser adicionado ao solo,. é. obtido no próprio local de utilização. As leguminosas. são. preferidas,. verde, por apresentarem alta produção de radicular. profundo. contribuindo. para. na. adubação. fitomassa, a. mobilização de nutrientes e ampla capacidade. sistema. reciclagem de. fixação. e. de. nitrogênio atmosférico mediante o processo de simbiose com as bactérias do gênero Rhizobium (MUZILLI, 1986). A milenar,. adubação. praticada. antes. verde da. Era. é. uma. técnica. Cristã,. conhecidos pelos antigos povos chineses,. com. romanos,. agricola beneficios gregos. e.

(21) 4. egipcios. deste. No Brasil, a sua prática, foi. século,. implementada. preconizada. através. de. no. inicio. trabalhos. difusão e de pesquisa realizados entre 1930 e 1960. de. (MUZILLI,. 1986). Com o advento da adubação mineral, uso intensivo do solo e à. elevação. do. custo. aliado. da. ao. terra,. a. adubação verde tendeu a ser pouco praticada (MUZILLI, 1986). A implementação da adubação verde,. em. dias, deve-se a diversos fatores, dentre os quais a dos preços dos insumos. nossos elevação. básicos, sobretudo fertilizantes, e a. queda da produtividade decorrente do uso inadequado do solo. MUZILLI et al.(1980), referindo-se aos efeitos do. adubo. verde. fisicas do solo,. sobre. as. características. relacionaram. vantagens. na. e. propriedades estrutura,. capacidade de retenção de água, na densidade, na. na. porosidade,. na aeração, na condutividade hidráulica e na infiltração. Têm sido detectados acréscimos de cultivos. comerciais. realizados. com. a. no. rendimento. adubação. verde.. Assim, adubações com tremoço, ervilhaca, siratro, galactia. e. mucuna preta trouxeram vantagens à cultura do milho (DERPSCH, 1984; SCHERER & BALDISSERA, 1988); da mesma nabo forrageiro e. aveia. preta. beneficiaram. forma, a. leucena,. cultura. do. feijão (CHAGAS et aI., 1984; DERPSCH, 1984), enquanto colza e aveia preta foram vantajosas. à. cultura. da. soja. (DERPSCH,. 1984). Portanto,. s~o. detectáveis. os. beneficios,.

(22) 5. resultantes da. adubação. quimicas e biológicas do. verde~. solo,. nas com. propriedades reflexos. fisicas,. positivos. no. rendimento agrícola.. 2.2. Ervilhaca (Vicia. sativa. L.). A ervilhaca (Vicia sativa L.) é a. leguminosa,. utilizada para adubação verde, mais difundida e condiçaes de clima temperado do Sul do Brasil. gênero, que contém outras cento e cinquenta. adaptada. às. Pertence a um. espécies,. capaz. de produzir, por hectare, 20 a 50 toneladas de massa verde. e. 2 a 5 toneladas de matéria seca.. A produção. de. sementes. é. estimada entre 500 e 700 quilogramas por hectare. (DERPSCH. &. (1991),. o. CALEGARI, 1985). De acordo com. WILDNER. cultivo da ervilhaca pode contribuir nitrogênio pelas raizes,. via. fixação. &. DADALTO. para. suprimento. simbiótica,. promover a reciclagem de outros nutrientes e solo contra a erosão.. o. a. de. além. de. proteção. do. Considerando estes aspectos, pesquisas. com culturas de cebola (AMADO et aI., 1991) e de milho. (AlTA. et aI., 1991), empregando a ervilhaca comum como adubo verde, constataram incrementos de rendimento em relação aos sistemas que excluiram a prática da adubação verde..

(23) 6. 2.3. Características qualitativas. lotes. de. de. sementes. beneficiadas em mesa gravitacional. A. qualidade. da. semente. o. é. atributos genéticos, fisicos, fisiológicos e. somatório sanitários. de que. afetam as capacidades de estabelecimento e de desenvolvimento As características. da planta. entre. e. dentro. dos. de. lotes,. qualidade. em. virtude. qualitativas presentes nas sementes. das sementes. são. resultantes. das. podem. variar,. diferenças. de. Variações na. qualidade. circuntâncias. ocorridas. entre a sua formação e o momento de semeadura (SOUZA, 1979). Os. lotes. geralmente, não dispõem armazenamento,. a. sementes. de dos. requisitos. comercialização. recém. colhidos,. adequados,. para. por. semeadura,. a. e. apresentarem materiais indesejáveis, em quantidade. o. variável,. que devem ser removidos. O beneficiamento de sementes visa aprimorar as caracteristicas. do. lote,. & ANDREOLI. NASCIMENTO. constituindo,. (1990),. um. de. acordo. segmento. essencial. produção de sementes de alta qualidade a partir desenvolvido qualidade. pelo. final. melhorista. do. lote. de. relacionada com a escolha das operações. envolvidas. no. Nestas. do. na. material. circunstâncias,. sementes máquinas. com. está e. beneficiamento. a. a. diretamente sequência. (VAUGHAN. et. das aI.,. 1976). As. máquinas. de. beneficiamento. de. sementes.

(24) 7. realizam as operações baseadas em. diferenças. especifico, densidade, tamanho, forma, cor,. fisicas etc) ,. (peso. entre. os. componentes do lote, de maneira que a remoção de frações pode exigir a passagem dos lotes por. equipamentos. especializados. (WELCH, 1974; VAUGHAN et aI., 1976). Atualmente, encontra-se. o. beneficiamento. suficientemente. de. sementes. permitindo. desenvolvido. que. sementes, de várias espécies, sejam, com relativa facilidade, separadas por suas densidade. caracteristicas. por. que,. ocasião. da. de. peso. especifico são. colheita,. ou. amplamente. variáveis dentro do lote. Para é. utilizado. a. tanto, mesa. equipamento. o. gravitacional. frequentemente. cujo. princi pio. de. funcionamento se baseia, conforme GREGG & FAGUNDES (1975), na separação das sementes pela ajustes. da. alimentação,. diferença das. de. peso. inclinaçe5es. especifico; lateral. longitudinal, do fluxo de ar, do movimento oscilatório fracionamento da descarga, propiciam a referida. e. e. do. separação.. A densidade e o peso especifico de 1 de acordo com Zink , citado por SILVA (1978), são. um. corpo,. definidas,. respectivamente, como "o número de unidades de peso contidas em uma unidade de volume" e. lia razão entre a peso de um dado. volume e a peso de um mesmo volume assim, se apresentados no mesmo 1 ZINK , F.J. seeds.. de. água. sistema. Specific gravity and air. de. space. pura. a. 4°C";. unidades, of. grains. Agricultural Engineering, 16(11):439-40,. peso and. 1935..

(25) 8. especifico e densidade são numericamente iguais. podendo. ser. considerados como sinônimos. De. acordo. com. SOUZA. (1979),. diferem individualmente em viabilidade e vigor; razoável presumir que,. entre. si,. as. sementes. as. portanto,. é. difiram. em. sementes. propriedades fisicas relacionadas à viabilidade e. ao. vigor.. Assim, se uma propriedade fisica estiver correlacionada, viabilidade e vigor, poderá ser. utilizada. para. com. separar. as. sementes deterioradas e aprimorar a qualidade do lote. No beneficiamento, tamanho rotineiramente, usados na separação vigor.. de. Segundo POLOCK & ROSS (1972),. e. densidade. sementes as. pela utilização da tem-se. mostrado. mesa. gravitacional.. eficiente. trabalhando. padronizadas quanto ao tamanho. (SILVA,. quanto. sementes. vigor podem ser isoladas, por peso especifico. ou. Este. são,. de. ao alto. densidade, equipamento. com. sementes. 1978;. SOUZA,. não 1979;. LOLLATO & SILVA, 1984). Sementes de trigo, diferindo em tamanho, com o mesmo peso especifico, comportaram-se de maneira similar testes de. germinação. e. vigor. (LINHARES,. acrescenta haver correlação positiva. entre. 1977); a. o. nos autor. densidade. da. semente, a porcentagem de germinação e o vigor das plântulas. Referindo-se ao beneficiamento de um sementes, POPINIGIS (1977) afirma que permite remover as com isso, afetar a. fraç~es. a. mesa. lote. gravitacional. de sementes de menor densidade. germinação. e. o. vigor.. de. e,.

(26) 9. As sementes. com. maior. fi>:ado. densidade~. o. lote, segundo HARRINGTON (1972), apresentam maior longevidade durante o armazenamento.. Por outro lado, sementes com. densidade, geralmente, apresentam vigor e. poder. menor. germinativo. inferiores (POPINIGIS, 1977). Estudos, sobre os efeitos do das. sementes. de. eucalipto. na. peso. qualidade. especifico fisiol6gica,. demonstraram haver relação entre a densidade e a de. germinação. (DONI. FILHO,. 1974;. LAGO. porcentagem. & MAEDA,. Estudos semelhantes, com sementes de arroz (SUNG & 1962; OEKE et aI., 1969; KAMIL, 1974;. FERRAZ,. DELOUCHE,. 1974;. 1975; C!CERO, 1976; AMARAL, 1979; VIEIRA et aI., 1993) milho (SILVA, 1978; BAUDET & MISRA, 1991),. sugeriram. que. as. 1975) .. ROCHA, e. de. 1989;. BAUDET. & MISRA,. com. maior. densidade. sementes. apresentam germinação e vigor superiores. Trabalhos,. realizados. por. GRESSLER. (1976),. SOUZA (1979) e FELDMANN & TOLEDO (1979), demonstraram que fraç~es. de sementes mais. pesadas. de. soja. eram. quanto aos atributos fisiológicos; concluiram que do peso da semente correspondeu às. elevaç~es. as. superiores o. aumento. na germinação. e. no vigor. A mesa gravitacional, empregada por densidade em sementes de trigo, evidenciou. na o. separação desempenho. superior da fração de maior peso especifico (LINHARES,. 1977;. SCHINZEL, 1983). A separação por diferença de. peso. especifico.

(27) 10. tem. sido. vista,. também~. como. favorável. fisiológica das sementes de. feijão~. das frações mais. em. pesadas,. mostrando. relação. às. qualidade. à. superioridade. mais. leves,. & SILVA,. germinação e no vigor (CUNHA; 1977; LOLLATO. na. 1984;. BORGES et aI., 1991; BUITRAGO et aI., 1991). Considerando a influência do das sementes de algodão. sobre. os. seus. peso. diversos. fisiológicos, especialmente sobre a. germinação. JOHNSON (1970) e PIZZINATO. (1991). efetivamente,. as. sementes. et. aI.. de. maior. qualidade fisiológica superior.. fisiológica,. (1977). SENA. e. FILHO. ALVIN et. (1975),. aI.. e. peso. Da mesma. atributos o. forma, de. procurando. sorgo. com. sementes. a. CLEGG. &. verificaram. germinação e o vigor eram superiores nas. que,. apresentaram. MARANVILLE. (1991). vigor,. concluiram. correlacionar o peso especifico da semente qualidade. especifico. que de. a. maior. peso especifico. Da mesma forma, SWITZER (1959) trabalhando com pinus, VAUGHAN & DELOUCHE (1968) com trevo, (1979) com cornichão,. AMARAL. et. aI.. INFANTINI et. (1984). AMARAL et aI.. (1991) e NOBREGA et aI.. C!CERO et aI.. (1983) com seringueira, NASCIMENTO. (1987) com cenoura, ALVES et aI. SOUZA. et. aI.. genericamente,. (1993) respostas. com. (1993). com. (1987) com calopogónio. positivas,. com. com. aI.. ervilha, amendoim,. & ANDREOLI. azevém. anual. e. encontraram, referência. à. qualidade fisiológica, nas sementes de maior peso especifico. A sanidade de sementes, por sua vez, tem. sido.

(28) 11 caracteristica progressivamente relevada como interferente no desempenho das sementes.. &. TANAKA. Assim~. CORReA. (1981). relataram que os patógenos Aspergillus spp e Penicilliu. spp, associados às. sementes. de. provocaram. feijão~. redução. da. capacidade germinativa e do vigor. MENTEN feijão,. concluiu. (1991),. que. as. em. estudos. sementes,. realizados. quando. associadas. patógeno Alternaria spp e Fusarium spp, tiveram germinação vigor. Conclusão. diminuidos.. (1991). PATRiCIO. et. aI.. sementes. de. algodão,. ao. similar. foi. desenvolverem. trigo,. ao e. relatada. por. trabalhos. com. feijão. arroz,. com. amendoim. e. associadas a diversos patógenos. As relações entre a a redução do peso perda. de. especifico. qualidade. em. incidência de patógenos e sementes,. fisiológica,. é. com. tema. confirmado. pesquisadores como POPINIGIS (1977), MENTEN (1988), TOLEDO & MARCOS FILHO (1977) e. decorrente. (1991),. CARVALHO. por. MACHADO. & NAKAGAWA. (1983). LOLLATO &. SILVA. (1984). e. BUITRAGO. et. aI.. (1991), processando sementes de feijão em mesa gravitacional, verificaram tendência de. maior. concentração. das. sementes,. portadoras de Alternaria spp, Hacropho.ina sp e Fusariu. spp, nas descargas inferiores da máquina.. Verificaram, ainda, que. as sementes infectadas apresentavam, além de baixa densidade, reduções obtiveram. na. germinação. sementes. de. e. no. melhor. vigor.. Nestas. qualidade. nas. condições, posições.

(29) 12 intermediária. e. aprimoramento. da. de. superior qualidade. comportamento foi observado. descarga,. consequente. lotes.. dos por. com. AMARAL. mesmo. Esse. et. aI.. em. (1984). sementes de ervilha.. (Vicia sativa. No que se. refere. L.),. foram. não. às. sementes. encontrados,. disponivel, trabalhos considerando a especifico das sementes e a Observando mencionados,. pode. ser. de. ervilhaca. na. relação. literatura. entre. o. peso. qualidade. os. resultados. verificada. gravitacional em separar as sementes. a. dos. trabalhos. efetividade de. diversas. da. mesa. espécies,. segundo classes de peso especifico, com reflexos positivos no desempenho dos lotes. de. informaçBes. sobre. Assim sendo, considerando o. beneficiamento. ervilhaca comum e, paralelamente, a como matéria prima para a prática da. das. importância adubação. necessidade de se estudar as consequências. do. gravitacional no beneficiamento dessas sementes.. a. escassez. sementes. de. da. espécie. verde,. há. uso. da. a. mesa.

(30) 13. 3. MATERIAL E M~TODOS. o processamento das Beneficiamento. trabalho. de. pesquisa,. sementes~. foi. realizado. de. Sementes. Agropecuária e Difusão de. da. na na. Empresa. Tecnologia. de. de. Santa. fase. de. Unidade. de. Pesquisa Catarina. EPAGRI/Campos Novos, SC, em janeiro de 1993. Foram. utilizadas. ervilhaca comum (Vicia sativa. sementes. L.),. de. básicas,. provenientes. de. campo,. instalado no Centro de Tecnologia Agrícola - C.T.A. de Campos Novos, SC, colhido na segunda quinzena de dezembro de 1992. O beneficiamento iniciou-se com a lote. original,. em. máquina.. de. ventilador. limpeza e. do. peneiras,. aproveitando a fração da lote que, atravessando a peneira com crivas de 12 x 3/4 de polegada, ficou retida pela peneira com crivas de 6 x 3/4 de polegada (Fração B). Em seguida, esta. fração. (B),. total de 455 kg, foi submetida à ação da mesa regulada segundo as orientações gerais de. perfazendo. um. gravitacional,. GREGG. & FAGUNDES. (1975), com descarga dividida, conforme a Figura 1, em quatro frações: descargas superior (S), intermediárias superior (IS).

(31) 14 e. inferior. (l. I),. e. extremidade inferior,. inferior a. situada. (I ) .. Foi. no. ponto. admitida, baixo. da. descarga, quando considerada a inclinação lateral da mesa. e,. como superior, a extremidade oposta. obtidas as frações C, D, E e. (B, C, D e E) foram gravitacional,. F.. novamente. mais. como. Dessa. maneira,. As quatro primeiras submetidas. complementando. a. ação. à. obtenção. dos. foram frações. da. mesa. tratamentos. (Figura 2). As sementes, por. intermédio. estabilização. de no. de cada fração,. amostragens trabalho. da. foram coletadas. realizadas, mesa. a. partir. gravitacional,. da. com. o. emprego de recipientes capazes de garantir atuação em toda. a. extensão dos pontos de coleta. Em simultaneamente,. intervalos. regulares. amostras. Posteriormente, essas amostras compostas. que,. adequadamente. eram. simples. dos. foram. reunidas. homegeneizadas. coletadas, tratamentos. em e. amostras divididas,. originaram as amostras médias dos tratamentos. Os pesos (kg). e. as. suas. distribuições. ('la). relativas nas frações, referentes aos diferentes tratamentos, acham-se indicados nas Tabelas 1 e 2..

(32) 15. 1,0_. 25 CIIIt. 25 CIIIt. DESCAllGA SUPElUOR. DESCARGAS lNTEIlMJIDlÁlUA SUPElUOR JN1i'1tR.IOR (IS). (S). Figura 1 da. mesa. 25 CID. 2S CID. DESCARGA. INftIUOR (I). (11). Esquema utilizado na divisão da descarga. gravitacional. para. a. obtenção. de. diferentes. tratamentos. LOTE. ORlGJNAL. I~~I ~. c·· ...·.... ·.. .......... ~----..,........... . .......... _.................. ,...... .......... ........ ", ........................, ............. , ..... ,. . ...... .........-.......... ..-.... _-1' D. o P Q R K L M N I J Fluxo eSQuemâtico dO beneficiamento Figura 2 empregado na obtenção dos tratamentos (B,C,D~E~F,G,H,I,J,K,L, G. H. M~N~O,lP~QlIR).

(33) 16. Tabela 1 -. Peso. (kg). das. fraçôes. obtidas. nas. passagens. pela mesa gravitacional.. Peso da fração (Tratamentos). Passagem pela mesa gravitacional. 1. 455(B). 114(C). 257(D). 66(E). 18(F). 2. 114(C). 24(6). 68(H). 17( 1). 5(J). 3. 257(D). 61.(K). 147(L). 41{M). 8(N). 4. 66(E). 16(0). 33(P). 13(Q). 4(R). frações. obtidas. Tabela 2 -. Distribuição. (%). relativa. das. nas passagens pela mesa gravitacional.. Passagem pela mesa gravitacional. Distribuição (%) relativa das frações (Tratamentos). 1. 100(B). 25,1(C). 56,5(D). 14,5(E). 3,9(F). 2. 100(C). 21,1(6). 59,6(H). 14,9(1). 4,4(J). 3. 100(0). 23,9(K). 57,1(L). 15,9(M). 3,1(N). 4. 100(E). 24,7(0). 49,2(P). 20,0(Q). 6,1(R).

(34) 17. As. experimentais. determinações. procedidas em 4 repetições e em. duas. épocas.. Na. foram primeira,. realizada imediatamente após o término do beneficiamento,. em. fevereiro de 1993, utilizaram-se os seguintes testes:. a) Pureza física (X) Efetuado considerando os fração "sementes puras", seguiu. as. dados. referentes. prescrições. para Análise de Sementes (BRASIL, 1992).. Foi. das. à. Regras. realizada. uma. determinação por repetição.. b). Peso de mil sementes (g). Executado, através da pesagem de mil. sementes. por repetição, conforme as prescrições de BRASIL (1992).. c) Peso hectolítrico (kg/hl) Realizado capacidade de 250 em. 3. ,. em. balança. apropriada,. com. teve considerada a média aritmética de. duas determinações por. repetição,. resguardada. máxima de 0,5 kg/hl entre as mesmas,. segundo. a a. diferença metodologia. citada em BRASIL (1992).. 3. d) Densidade de sementes (g/cm ) Efetuado em uma. determinação. constou da medição do volume ocupado peso conhecido.. o. volume,. por. tomado em bureta. por. 100 de. repetição,. sementes 25. ml,. com foi.

(35) 18 avaliado pela alteração volumétrica provocada na imersão sementes em 10 cm. 3. o. de xylol.. das. cálculo constou da divisão do. 3. peso (g) pelo volume (cm ), conforme descrição de. LOLLATO. SILVA (1984).. e) Grau de umidade (7.). ±. Determinado em estufa a 105°C horas,. com. duas. subamostras. metodologia descrita nas. Regras. 3°C. por. 24. por. repetição,. conforme. para. Análise. Sementes. de. ( BRAS I L , 1992).. f)Germinação (7.) Conduzido utilizado papel toalha. sob. temperatura. como. substrato,. em. determinaçaes com 50 sementes por repetição. ao. teste. de. germinação. foi. freqüência de sementes duras. (1.). procedida e. os. 20°C,. de. a. demais. rolo,. foi. em. oito. Conjuntamente avaliação. da. procedimentos. relatados nas Regras de Análises de Sementes (BRASIL, 1992).. g) Primeira contagem de germinação (7.) Executado conjuntamente com o teste padrão. de. germinação, consistiu no registro da porcentagem de plântulas normais presentes no quinto dia após a instalação Baseou-se na descrição de MARCOS FILHO et aI.. do. (1987).. teste..

(36) 19 h) Envelhecimento acelerado (%) Realizado. de. acordo. com. a. metodologia. do. o. gerbox modificado, aplicando condiçôes de 42 C de temperatura e de 90-1007. U.R. durante 48 horas, relatado por MARCOS FILHO et. aI.. (1987),. em. uma. avaliação. com. 50. sementes. por. repetição,. foi. repetição.. i) Frio com solo (%) Conduzido com 50 sementes por instalado em caixas plásticas (60 x. x. 30. em). 10. contendo. mistura, de 2/3 de areia com 1/3 de solo, umedecida com. água. até que fosse atingida a capacidade de campo. Após a semeadura, em profundidade de 2 em, sementes permaneceram, durante 7. dias,. Posteriormente,. 7. foram. ambiente não controlado. mantidas de. em. dias. laboratório;. câmara em. FILHO et aI.. à. condiçôes. plântulas. foram contadas de acordo com a metodologia citada. as. em. de. emersas MARCOS. (1987).. j). Crescimento das plântulas (mm). A. metodologia. instruçaes de MARCOS FILHO realizada sobre. duas. constou da distribuição. et. folhas. do. teste. (1987).. aI. de. foi. papel-toalha. equidistante. de. 10. baseada A. nas. semeadura,. superpostas, sementes,. repetição, sobre uma linha traçada no sentido longitudinal localizada no terço superior do substrato pré-umedecido.. por e.

(37) 20. Logo embalados em sacos. foram. apÓs,. plásticos~. preparados. foram levados. rolos. para. que,. germinador. regulado à. temperatura constante de 20 °C~ em ausência de luz,. durante 7. dias.. No. final. do. periodo,. foi. crescimento, das plântulas normais, através de. avaliado medições. o dos. comprimentos da plântula, do epicótilo e da raiz primária.. k). Peso da matéria seca das plântulas (mg). Foi. executado para. com. descrita. plântulas.. Após a permanência das. do. substrato. e. mesma. teste. instalação. durante 7 dias à 20°C,. a. o. de. metodologia crescimento. sementes. em. removidos. os. retiradas. cotilédones,. plântulas foram acondicionadas em sacos de papel e estufa (80°C) durante. 24. Após. horas.. das. germinador,. as plântulas normais foram. contadas;. de. este. as. levadas. periodo,. à. as. amostras foram retiradas da estufa, esfriadas em dessecador e pesadas, em balança. com. precisão. de. 1. X. 10. -4. g,. para. a. determinação do peso da matéria seca.. 1). Emergência de plântulas no campo (1.). Foi realizado com 50 sementes. por. repetição.. Para tanto, foram abertos sulcos (2 m de comprimento x de profundidade) para a colocação equidistante de cada repetição; a seguir, os sulcos foram. das. 2. cm. sementes. recobertos. com. solo e mantidos úmidos, através de irrigações suplementares à chuva, até o término do teste.. As contagens foram. efetuadas.

(38) 21 aos 21 dias após a semeadura e consideraram-se que. apresentavam. os. cotilédones. emersos. as. para. plântulas efeito. do. cálculo da porcentagem.. m) Sanidade (X). Realizado através do método do papel de filtro com congelamento, descrito por MENTEN (1988),. foi. conduzido. com 50 sementes, por repetição instaladas em placas de plásticas, sobre três folhas de papel com água destilada. incubação,. à. de. As placas foram. filtro. ±. temperatura. umedecidas. 24. mantidas. Petri. horas. sob. condições. sequenciais de 12 horas de luz (comprimento de. onda. ao do ultra-violeta) e 12 horas. Seguiu-se. periodo de 24 horas à. de. escuro.. de. identificação. a. por. periodo. determinação. de das. microrganismos Fusariu. spp, Alternaria spp. e. Penicilliu.. um. o. incubação e. próximo. temperatura de -18 C, correspondendo ao. periodo de congelamento, para posterior retorno às iniciais. em. spp,. presentes. cinco. condições dias.. A. frequências. dos. tenuis~. nas. Aspergi llus. sementes,. foram. feitas utilizando microscópios composto e estereoscópico.. Na. segunda. armazenamento das sementes. época, por. 3. conduzida meses. em. controladas de laboratório, empregaram-se os. após. o. condições. não. mesmos. testes,. utilizados na primeira época, exceto os de pureza, de peso de mil sementes, de peso hectolitrico e de densidade..

(39) 22. 3.1. Delineamento experimental e procedimento estatístico. o. delineamento experimental. inteiramente casualizado, com quatro indicado no esquema de análise de Tabela 3.. Os dados obtidos. transformados em Y x + 1. .. comparadas. de. pelo. teste. nos. utilizado. repetições~. variância testes. Tukey,. ao. o. conforme. o. apresentado. de. As médias dos. foi. na. sanidade. foram. tratamentos. foram. nivel. de. de. 51.. probabilidade. A. análise. dos. dados. foi. efetuada,. separadamente para cada teste, empregando o sistema SANEST de análise estatistica para. microcomputadores. (ZONTA. et. aI.,. empregado. para. 1984) •. Tabela 3. Esquema da análise. de. variância. a análise dos dados. CAUSAS DA VARIAÇÃO. GRAUS DE LIBERDADE. Tratamentos. 16. Residuo. 51. Total. 67.

(40) 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO. A. metodologia~. empregada no processamento. das. sementes de ervilhaca, originou diversos tratamentos que, por sua. possibilitaram. vez,. comparações. entre. as. frações. utilizadas na alimentação e as coletadas na descarga da gravitacional.. mesa. Por insuficiência, na quantidade de sementes,. não foi possivel obter. fraç~es. do tratamento F.. As figuras 3. a 36, da primeira e segunda épocas, apresentam os. resultados. obtidos para a realização das comparações.. 4.1. Testes de laboratório - Qualidade física. Os resultados de pureza na figura 3, indicam que a. operação. fisica, da. mesa. apresentados gravitacional. proporcionou, genericamente, o deslocamento de impurezas para a. descarga. inferior. (I ) .. Contudo,. a. utilização. alimentação, de tratamentos com pureza próxima a E),. não. resultou. em. diferenças. significativas. 100%. na (D. entre. e. as. descargas, concordando com os resultados obtidos com sementes de feijão por LOLLATO & SILVA (1984).. Os valores. de. pureza.

(41) 24 dos. fisica,. C. tratamentos. respectivamente. foram. G,. e. (B. inferiores aos das suas alimentaçôes. por. C). e. haverem. concentrado impurezas representadas por torrões de solo.. 100. ::::= c B. 91. r--. .,...... c....l!:. 88. I - ""-. I I .... ~ 1S ""S. ~,. .. ~ do _. ao. b.....: L.-.. L.-.. f--a_,I---. I---b_L.. t-. b_Lb..,.. L.-. b. c. E. ~. t-. b_. ~~. -. c r--. t-- a _,-. P_L..... ...,... ~. 4 _ L.-.. 4_L... "". t-. r-. a_,-. A' Figura. ~o. 1f-. D. 94. -===1:=:=1 R Q_. "}iH. I. S.. "". r=r:=,. 7~. ~. 97. ~ ,. 4_1ã_L.. Õ1. ~. ~. "". Médias (%) do teste de pureza fisica das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, IS, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade).. adicionalmente,. Percebe-se, processamento,. realizado. na. máquina. de. que. ventiladores. peneiras, proporcionou porcentagem de pureza próxima (tratamento B).. Entretanto,. mesa gravitac~onal,. com a. o. utilização. de. posterior. e. 98% da. foi possível a obtenção de várias frações.

(42) 25. com valores. superiores.. gravitacional. Este. complementa a. fato,. mostra. que. a. mesa. limpeza realizada na máquina. de. ventiladores e peneiras. De forma especifica, as fraçBes de sementes de ervilhaca que apresentam 97%, de taxa de pureza fisica, podem ser. comercializadas. no. Estado. de. Santa. Catarina,. atenderem ao padrão minimo estipulado (COMISSÃO. por. ESTADUAL. DE. Na observação dos dados das figuras 4, 5 e. 6,. SEMENTES E MUDAS DE SANTA CATARINA, 1991).. respectivamente, são notadas. duas. tendências. distintas:. primeira referente aos resultados do peso de mil sementes. a. e,. a segunda, referente aos do peso hectolitrico e da densidade. Em relação. aos. resultados. do. peso. de. mil. sementes, constata-se que as fraçBes de maior peso tenderam a se concentrar nas descargas intermediárias inferior. apresentaram. mesa. da. (lI). valores. gravitacional;. superiores. aos. utilizados na alimentação da máquina. que. as. fraçBes,. com. superior. sementes. de. OS). fraçBes. estas. tratamentos. dos. Verifica-se, menor. e. peso. ainda,. unitário,. posicionaram-se na descarga inferior da mesa gravitacional. Com isso, houve resposta ao trabalho gravitacional, em relação ao. peso. de. mil. sementes,. embora, segundo POPINIGIS (1977), as sementes de unitário devessem se concentrar. nas. fraçBes. descarga, fato não constatado nesta pesquisa.. da. mesa muito. maior. superiores. peso da.

(43) 26. 35. ,,'} ~-'. .:. l.=t-. I II. IS. b. I. 3. I. b. IC r. \--" l--. a b b. b. \I. b. A. Médias (g) da teste de pesa de 1000 sementes das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pela teste de Tukey (5% de probabilidade).. Figura 4.. Q. I S~---. a. !. c. r-=b i. a. b. r-. a. i. b. I. C. a ::J. A. c:. ~.. .. Médias (kg/hl) do teste de peso hectolitrico das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minuscula, em cada agrupamento de colunas. não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade)..

(44) 27. 1. B. tab. Ib. I. i -ab. r-. l--.ab I. a. '"'. Figura 6.. I. ao. ..:J. .n... a. a. I. a. a. a. a. 3. Médias (g/cm ) do teste de densidade de sementes das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (S, IS~ 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minuscula~ em cada agrupamento de colunas. não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade). Com. densidade, apresentat-am comparadas a. relação. que. constatou-se com. frações. ao. peso as. hectolitrico descargas. e. à. inferiores. valores. quando. alimentação e as demalS seções. de. descarga. da. mesa gravitacional.. De volumétrico. como. maneira par-a. geral.. para. tanto. densldade.. houve. separação. dos tratamentos submetidos a. tendência. alimentação,. fr-ações com redução de valor no sentido da descarga para a. peso. o. de. segundo superior-. inferlor da mesa gravitacional: os resultados estão de. acordo com as observações de CUNHA (1977),. (1984) e BUITRAGO et 211. as de SILVA. (1978~. e. LOLLATO. &. SILVA. (1991) em sementes de feijão. BAUDET & MISRA. (1991). em. sementes. com de.

(45) 28. milho.. Entretanto~. as. tendências. separação~. de. relação ao peso volumétrico quanto à. densidade~. expressivas quando os tratamentos, submetidos à apresentaram maiores variações no peso. tanto foram. em mais. alimentação,. especifico. entre. as. suas fraçôes. Na. análise. dos. testes. efetuados. nas. duas. épocas (figuras 7 e 8), observa-se tendência de deslocamento, para as descargas inferiores, das fraçôes em que as apresentaram maior teor de pesos especifico. e. água. e,. volumétrico.. sementes. paralelamente, TOLEDO. menores. & MARCOS. FILHO. (1977), fazendo referência às sementes não palhentas, como. é. o caso da ervilhaca, afirmaram que a elevação do teor de água conduz à redução do peso volumétrico. Comparando os dados do teor de água, das épocas, são verificadas umidades superiores na segunda na maioria dos tratamentos.. o. duas época. fato reflete. o. resultado. do. equilibrio higroscópico entre as sementes e. a. atmosfera. do. ambiente de armazenamento que, no presente caso,. não. contou. com controles de temperatura e de umidade relativa. Os resultados obtidos demonstram a da mesa gravitacional em deslocar. as. sementes. eficiência mais. para as descargas inferiores, como conseqüência do seu peso especifico em relação às sementes mais secas.. úmidas menor.

(46) 29. Q. B. I II. I3. \ -_ _ b. ~poca. 1. Médias (%) do grau de umidade de sementes das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5~ 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade).. Figura 7.. , 4. n. Pk.,. i". :;:=-.,. I l'. ". 10 a. a. .......... I~. c. S. A. I a--:C-. lU>-:- ....... b -.,. L-. I. b_,b. =.. b. ~-c'-. - b"--. Oh;:::: = p. ~ ~'-. !!. o. ~FC. ~~[. -"-. =-R. L. ~. r--. rs-. '--. """ ". ;:;:;= B. -I. ~b. I. .J...... ao _ I -. 11"'''''13 '". N. r=. .L. I. o;=.... Jl. I. B. -_I-. b _ .... b. LbLI. bL-. 1---'_1-. I I. ... b_L-. 11. ~. "". .......... Época Médias (%) do grau de umidade de sementes das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, IS. 11, I' da mesa gravitacional. Médias sequidas da mesma letra minuscula, em cada agrupamento de colunas. não diferem entre s~ pelo teste de Tukey (5% de probabilidade)..

(47) 30 Os resultados da avaliação. da. freqüência. sementes duras apresentados nas figuras 9 e 10 para épocas~. permitiram observar tendência de. de. as. duas. deslocamento,. para. as descargas superiores, das frações com maior porcentagem de sementes duras e, hidricas. com. o. portanto, ambiente. incapazes devido. de. realizar. trocas. impermeabilidade. à. do. tegumento à água. Comparando os resultados do duas épocas, observa-se redução. da. teste,. quantidade. duras em todos os tratamentos na segunda com a afirmação de MARCOS FILHO et aI.. de. as. sementes. concordando. época,. (1987) segundo a qual,. após um periodo de armazenamento, a taxa de diminuir.. entre. dureza. tende. a. Uma das consequências fisiológicas, decorrentes da. dureza do tegumento, é a ausência de germinação ainda que. os. fatores exógenos não sejam limitantes ao processo.. Com isso,. no presente trabalho, os testes. qualidade. fisiológica, fornecer. realizados. resultados. na. de. avaliação. primeira. inferiores. aos. época, da. da. tenderam. segunda. a. época,. concordando com os resultados obtidos por SOUZA et aI.. (1993). com calapogônio.. 4.2.. Testes. de. laboratório. e. de. campo. qualidade. fisiológica. Os. resultados. do. teste. de. germinação,. primeira e segunda épocas, estão expressos nas figuras. 11. da e.

(48) 31 12.. De maneira geral, a germinação. sentido. das. descargas. tendeu. superiores. excetuando-se os casos. da. a. para. alimentaçBes. decrescer. as C. no. inferiores,. e. D,. nas. duas. épocas. A concentração das fraçBes, menores. pesos. especifico. inferiores da mesa. e. volumétrico. gravitacional,. podem. porcentagem de germinação das mesmas. peso. especifico,. ou. mais. com. densas,. sementes. nas. a. menor. As sementes com. maior. mostrado. germinação superior à das menos densas conforme KAMIL. (1974), CíCERO (1976) e VIEIRA et aI.. descargas. explicar. têm-se. de POPINIGIS (1977) e os trabalhos de. de. a. com. afirmação. (1974) ,. FERRAZ. (1993) com arroz, SOUZA. (1979) com soja, SILVA (1978) e BAUDET. &. MISRA. (1991). com. milho, CUNHA (1977), LOLLATO & SILVA (1984) e BUITRAGO et aI. (1991) com feijão. volumétrico,. Da. INFANTINI. mesma et. forma,. em. relação. (1992). aI.. ao. peso. encontraram,. em. cornichão, associação direta com germinação. As fraçBes de. sementes. apresentando germinação superior diferiram. estatisticamente. intermediárias.. das. à. mais. das fraçBes. densas,. menos com. embora. densas,. não. densidades.

(49) ~'"'. --'-. 30 Gi. 20 Cl. K. 10 o. o ---CI. ........---". II. IS. ____ 6. S A. Figura 9.. ~poca 1. Médias da avaliação de sementes duras (7.) das fraçBes coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (57. de probabilidade).. 40. 30 20 10. ,~____ ~ O. o. :-. ........ I........... II.......... IS. -. C. _...;;;;;;;. " _ '-. " _ '-. _,,~ '7"7__ ~"D-_~_i.'_. ,'~ __ " _..1--1. __. ae-. _~-I. L. _I:. ___ ". ar-. K. _ _-""""';:"""". _ _ -\-----'~'........ _ _ ____=.. ,', _ _ _--:o ....... ........... _. C' _ _ _. -...:>... ,. S A........~==~.~~====~.~========~~========~==========~. Figura 10. Época 2. Médias da avaliação de sementes duras (7.) das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (51. de probabilidade)..

(50) 85. 70 J c:, c:,. ---.. 10 I. ~. rr. 25. :::,. """ Ir'". S""" A~. [i=L. IG c. a_Lab. i--. ",. d. 'ã!-. I-tE_La. ~. f-- -. f-cc _'-. ãbL.. x. 1 =.. I-aI-. Figura 11.. H. B f--. I-. I8 "'-. ti. DI. i. 40. ~. :!::=.. I. ;::::;. O = ~p. ~. ;::. = IR lti. E. ~. c. r-- b'-. ~. -b"-. f---"-L-. I. a.."...; L-. '-b'-. o~. r-. bc. '" '". 1. Médias ('la) do teste de germinação das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5~ 15, 11, I) da mesa gravitacional. Médias seguidas da mesma letra minúscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey (5% de probabilidade).. ~poca. 85. H ........_ _ G C. I D. c. A. __ a a. ~. a. aabC. '-:>...-_ _ a ~~. c bc. ab. -c. b. ~a I. b. Figura 12. ~poca _. Médias (X) do teste de germinação das frações coletadas na alimentação (A) e nas descargas (5, 15, 11. I) da mesa gravitac1onal. Méd1as seguidas da mesma letra minuscula, em cada agrupamento de colunas, não diferem entre si pelo teste de lukey (5% de probabilidade)..

(51) 34. Os dados dos testes de primeira e segunda épocas,. vigor~. realizados. constam das figuras 13 a 28.. Os resultados dos testes de primeira de germinação (figuras 13 e. 14). permitem. contagem. observar. que. os. D. na. tratamentos obtidos na alimentação, com exceção de C e primeira época,. tenderam. a. fornecer. resultados nas descargas inferiores Este. fato. sugere. que,. fraçBes. da. da mesa gravitacional, há a sementes. mesa. paralelamente. sementes com menor peso especifico nas. fraçBes com. de. na. observa-se que os tratamentos. C. gravitacional.. descargas de. vigor.. D,. e. menores. concentração. à. possibilidade menor. com. inferiores. separação. Por da. de. outro. primeira. utilizados na alimentação, apresentaram tendências. de. lado, época,. distintas. das observadas nos demais casos; similarmente ao ocorrido teste de germinação, os tratamentos vigor crescente. no. sentido. da. forneceram. descarga. no. fraçBes. superior. com. para. a. inferior; o fato, aparentemente não guardando relaçBes com as tendências observadas nas. determinaçBes. causa identificada, concordando com. fisicas,. resultados. não. obtidos. teve por. LINHARES (1977) com trigo. Os. resultados. do. teste. de. envelhecimento. acelerado, expressos nas figuras 15 e 16, permitiram observar que. os. tratamentos. utilizados. na. alimentação,. épocas, originaram fraçBes com vigor decrescente da. descarga. superior. para. a. tratamento C na primeira época.. inferior,. com. nas no. duas. sentido. exceção. do. Nestas circunstâncias, de um.

(52) 35. modo. as. geral,. densidade. frações. apresentaram. com. menores. menor. peso. vigor,. volumétrico. concordando. resultados obtidos por LOLLATO & SILVA (1984) e aI.. (1991). e. com. os. BUITRAGO. com feijão, SOUZA (1979) com soja e AMARAL et. et aI.. (1984) com ervilha.. do. teste. de. tratamentos. Na observação dos resultados obtidos,. através. frio. que. (Fig.. utilizados. 17. na. e. verifica-se. 18),. alimentação,. que. os. originaram. descargas distintas quanto à densidade e aos pesos especifico e. volumétrico. variáveis. das. quanto. foram. sementes, ao. vigor.. igualmente. ao. verificado. acelerado,. as. frações. De no. com. separados um. teste menores. volumétrico corresponderam às de. em. modo. generalizado,. de. envelhecimento. densidade. menor. frações. vigor,. e. com. peso exceção. feita às descargas do tratamento C, na primeira época. Com relação. aos. testes. de. comprimento. plântulas (Fig. 19 e 20), da raiz primária (Fig. 21 e do epicótilo (Fig. 23 e 24), obtidos, de forma tendências.. geral,. Verifica-se,. observa-se. são para. que. semelhantes estes. os. 22). às. suas. a. mesa. que. gravitacional deslocou, para a descarga inferior, as mesma. forma. de menor vigor que,. da. testes fisiológicos,. correspondiam às. observada sementes. e. resultados. quanto. testes,. das. nos com. frações demais menores. densidade e peso volumétrico. Nestes testes, o. tratamento. apresentou tendências similares às das. alimentações,. demais. contrariamente à situação de exceção que guardou. nos. C. testes.

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