RELATÓRIO FINAL
MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA
EDUARDO ALEXANDRE SANTANA
PINELA FERNANDES
6º ANO | 2014198
ORIENTADORA: Dr.ª TERESA LIBÓRIO
REGENTE: PROFESSOR DOUTOR RUI MAIO
NOVA MEDICAL SCHOOL
INTRODUÇÃO ... 3
DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES ... 4
Medicina Geral e Familiar ... 4
Pediatria ... 4
Ginecologia e Obstetrícia ... 5
Saúde Mental ... 5
Medicina Interna ... 6
Cirurgia Geral ... 7
UC “Preparação para o Exame de Seriação para Ingresso nas Especialidades Médicas” ... 7
OUTRAS ATIVIDADES ... 7
REFLEXÃO CRÍTICA ... 8
ANEXOS ... 11
ANEXO 1: Cronograma do Ano Letivo 2019/2020 ... 12
ANEXO 2: Trabalhos realizados no âmbito do Estágio Profissionalizante ... 12
ANEXO 3: Casuística ... 13
ANEXO 4: Certificados relativos a Outras Atividades ... 18
A educação médica pré-graduada pretende providenciar aos alunos conhecimentos, habilidades e atitudes profissionais basilares, de forma a preparar médicos com um núcleo de competências que lhes permita exercer a profissão da melhor forma, ao mesmo tempo que mantêm a capacidade de continuar a
aprender autonomamente1.É tendo isso em mente que, no último ano do Mestrado Integrado em Medicina
(MIM), se ergue o Estágio Profissionalizante, um elo de ligação entre a formação e o exercício da profissão, que permite ao aluno um papel menos observador e mais interveniente no sentido de consolidar e aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos.
Como objetivos gerais, baseando-me nas metas educacionais da NOVA Medical School (NMS) e fichas das Unidades Curriculares (UC) do 6º Ano, procurei aperfeiçoar e corresponder aos seguintes: 1) adquirir conhecimentos teóricos respeitantes à patologia e epidemiologia nas diversas especialidades; 2) desenvolver competências na realização de anamnese e exame objetivo, formulação de hipóteses diagnósticas, pedido e interpretação de exames complementares de diagnóstico e proposta terapêutica; 3) aperfeiçoar atitudes e comportamentos éticos e profissionais essenciais à prática clínica; 4) elaborar planos de gestão adequados, nunca colocando em risco a relação médico doente; 5) valorar a abordagem multidisciplinar, a integração no trabalho em equipa e procurar aperfeiçoar aptidões interpessoais de comunicação. Paralelamente a estes, eu próprio determinei alguns objetivos pessoais, entre eles: 1) colmatar lacunas de conhecimento teórico; 2) trabalhar a minha capacidade de comunicação e exposição dos problemas; 3) ter sempre presente a noção das minhas capacidades e dos meus limites, sabendo quando pedir ajuda; 4) desenvolver segurança e confiança relativamente às minhas competências e decisões.
Pela sua relevância na nossa formação, o Estágio Profissionalizante é objeto de um Relatório Final que pretende ser uma compilação das atividades realizadas e, em simultâneo, uma reflexão sobre as metas atingidas que digam respeito ao nosso crescimento enquanto médicos e pessoas. Tratando-se de uma UC integradora está organizada em 6 estágios clínicos parcelares, em sistema de rotação, detalhadamente: Medicina Geral e Familiar, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Saúde Mental, Medicina Interna e Cirurgia Geral (Anexos 1 e 2). Por sua vez, este relatório encontra-se dividido em quatro secções: a Descrição de Atividades, por ordem cronológica; Outras Atividades e Reflexão Crítica. Em Anexo constam o cronograma do ano letivo, os trabalhos realizados e casuística relativas a cada estágio parcelar e os certificados das atividades realizadas no âmbito curricular e extracurricular.
1Victorino RM, et al.; O Licenciado Médico em Portugal - Core Graduates Learning Outcomes Project; Coordenação Faculdade de
INTRODUÇÃO
MEDICINA GERAL E FAMILIAR
Unidade de Saúde Familiar (USF) Alfa Beja | Dr. Luís Coentro – 09/09/2019 a 04/10/2019O meu estágio profissionalizante teve início com a rotação de Medicina Geral e Familiar. Durante o 5º Ano estagiei na USF Jardim dos Plátanos (Linda-a-Velha) pelo que desta vez procurei conhecer outro tipo de realidade, na periferia, naquela que considero a linha da frente no acesso aos cuidados de saúde.
Entrei nesta USF com expectativa, em parte por ser uma das áreas pela qual nutro mais interesse, e com os seguintes objetivos: compreender o papel do Médico de Família na comunidade em que se encontra inserido; procurar e apreender eventuais diferenças no modo de atuação de um Médico de Família em contexto rural; aprimorar a minha capacidade de identificar e atuar sobre fatores de risco numa população; adquirir competências que me permitam uma correta abordagem das patologias mais frequentes.
Acompanhei o Dr. Luís Coentro nas suas atividades diárias, nomeadamente várias tipologias de consultas, não só na USF como também ao domicílio, sessões clínicas e reuniões de serviço. Tive ainda a oportunidade de treinar alguns procedimentos comuns nesta área como a otoscopia, remoção de pontos de sutura e, embora menos frequentemente, o exame ginecológico e citologias. Além disso, assisti à colocação e remoção de vários dispositivos anticoncecionais intradérmicos. A maioria das consultas foram de saúde de adultos, com predomínio da faixa etária entre os 60-79 anos e foco na patologia cardiovascular e endocrinológica, fruto de uma população envelhecida nesta região (Anexo 3).
Neste estágio tenho a realçar a responsabilidade que me foi concedida desde cedo, de forma crescente, bem como o caráter enriquecedor que isso teve na minha formação. Ainda que inicialmente me tenha deparado com vários desafios, com o auxílio do meu tutor e revisão da literatura, no fim, dei por mim a ir além dos objetivos inicialmente delineados. Fui capaz de conduzir consultas e propor planos de diagnóstico, terapêutica e gestão dos utentes, sempre com supervisão, pelo que posso dizer que saí da USF Alfa Beja com uma sensação de maior segurança e preparação para lidar com os desafios clínicos que se avizinham.
PEDIATRIA
Hospital Dona Estefânia (HDE) | Dr.ª Paula Kjöllerström – 07/10/2019 a 01/11/2019O segundo estágio parcelar decorreu no serviço de Hematologia Pediátrica do HDE. Nesteestabeleci
como objetivos: contactar com a abordagem diagnóstica e princípios gerais de atuação das patologias mais frequentes na criança e adolescente; aprimorar a comunicação com a criança, adolescente e família; reconhecer critérios de gravidade específicos desta faixa etária.
A maior fatia deste período foi passada no internamento. Fui integrado na equipa e realizei colheita de anamnese, exame objetivo e discussão de propostas terapêuticas relativas a variadas patologias: algumas em apresentação inicial, como a trombocitopenia imune; agudizações de patologia de base, como a drepanocitose e casos mais severos, como a aplasia medular.
Também a consulta e o serviço de urgência (SU) foram imprescindíveis para alcançar os meus objetivos, muito pela considerável quantidade de crianças observadas (Anexo 3). Na consulta pude aprofundar conhecimentos relativos a patologia hematológica pediátrica (não oncológica) e refletir sobre o impacto que doenças crónicas como talassémia, hemofilia e drepanocitose podem ter na vida das famílias. Ainda que a maior ênfase tenha sido dada à Hematologia, tive também hipótese de me envolver nas diversas valências da Pediatria Médica ao assistir à consulta externa das áreas de Imunoalergologia, Estomatologia, Medicina Física e Reabilitação e Viajante. Já no SU contactei com diversas entidades clínicas, a maioria de etiologia infeciosa, tendo neste contexto elaborado uma história clínica sobre pielonefrite aguda. Foi também neste último que passei alguns dos momentos mais proveitosos do estágio, onde percebi que na população pediátrica, por vezes, a gestão do stress pode ser tão importante como a gestão da doença associada.
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Hospital de Vila Franca de Xira (HVFX) | Dr.ª Paula Tapadinhas e Dr.ª Lucinda Mata – 04/11/19 a 29/11/19Para o terceiro estágio parcelar propus-me a: desenvolver capacidades de diagnóstico diferencial das patologias mais frequentes da área da saúde reprodutiva e da mulher; reconhecer e saber abordar o trabalho de parto; compreender a vigilância da gravidez de baixo risco, identificar fatores de risco e saber agir perante eles; treinar o exame ginecológico e mamário; praticar a interpretação da ecografia ginecológica e obstétrica. Procurei dar igual ênfase a ambas as áreas e considero ter cumprido a grande maioria dos objetivos, estando presente em diversas valências: a consulta de gravidez de alto risco permitiu-me adquirir conhecimentos relativos aos princípios gerais de atuação perante esta entidade, principalmente casos de diabetes gestacional, perturbações hipertensivas na gravidez e patologia da tiroide. Assisti também a outras consultas como as de patologia do colo do útero, ginecologia geral, planeamento familiar e interrupção voluntária da gravidez (IVG). No internamento auxiliei a equipa médica e de enfermagem na avaliação do puerpério, percebendo quais os principais riscos no pós-parto e o tipo de aconselhamento que deve ser feito. Pude ainda observar a realização de meios complementares de diagnóstico (MCDT) inerentes a esta especialidade, nomeadamente a ecografia e a histeroscopia. No bloco de partos assisti a partos eutócicos e distócicos e participei em várias cesarianas, desempenhando pequenas tarefas cirúrgicas.
Destaco a experiência de SU onde vi sobretudo infeções génito-urinárias e hemorragias uterinas anómalas, mas também diagnósticos menos frequentes e tal-qualmente interessantes como a mola hidatiforme (Anexo 3). Aponto a carga horária como um fator diferenciador positivo deste polo de ensino, dado tratar-se do local onde surge patologia mais variada e nos é solicitada uma presença mais prática.
SAÚDE MENTAL
Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL) | Dr.ª Marina Martins – 02/12/19 a 10/01/20Chega agora o estágio de Saúde Mental, área que sempre me despertou especial interesse e tendo sido até com ela em vista que ingressei no MIM. A nível pessoal, os meus objetivos passaram por: vivenciar a
prática de um serviço de Psiquiatria, adquirindo competências que me permitam uma correta gestão de doentes com doença mental; consolidar aptidões relativas à colheita da história clínica em Psiquiatria; contactar com as principais síndromes psiquiátricas. O balanço foi positivo, na medida em que acredito ter alcançado estes objetivos ao mesmo tempo que desmistificava alguns conceitos preconcebidos sobre a patologia psiquiátrica.
Estagiei na Clínica 1 do Hospital Júlio de Matos, um serviço de transição entre a idade pediátrica e a idade adulta, albergando jovens entre os 15 e os 25 anos de idade. Este cruzamento entre a psiquiatria de adultos e a pedopsiquiatria foi muito vantajoso na medida em que pude lidar com particularidades de ambas as especialidades e rever múltiplos tipos de patologia psiquiátrica, como as perturbações de humor, esquizofrenia e outras psicoses e situações de abuso de substâncias. Na consulta apercebi-me da dimensão de uma adequada reabilitação e seguimento do doente psiquiátrico, pelos desafios que estes enfrentam no seu quotidiano, ao mesmo tempo que desenvolvi um raciocínio apropriado para a sua abordagem e gestão do ponto de vista terapêutico. Em contexto de SU lidei tanto com doentes com descompensação de doença psiquiátrica de base, como com primeiros episódios patológicos (Anexo 3).
Embora tenha sido benéfico debruçar-me sobre as singularidades da saúde mental no jovem, penso que também teria sido proveitoso passar pelo internamento de Psiquiatria geral de forma a obter uma visão mais universal desta especialidade. Como sugestão proponho a possibilidade de existir uma maior rotatividade entre as valências, através, por exemplo, de uma distribuição prévia dos alunos pelas múltiplas áreas de especialização em dias específicos, consoante a disponibilidade dos serviços.
Este estágio foi maioritariamente observacional, tendo sido complementado pela realização de uma história clínica, em contexto de internamento, sobre doença bipolar.
MEDICINA INTERNA
Hospital de Santo António dos Capuchos (HSAC) | Dr.ª Catarina Espírito Santo – 20/01/20 a 09/03/20Aquele que seria o meu último estágio clínico parcelar teve lugar no serviço 2.5 do HSAC, onde acompanhei diariamente a dinâmica de trabalho inerente ao internamento, serviço de urgência, consulta externa, sessões clínicas e visitas médicas (Anexo 3). Como principais objetivos defini: consolidar conhecimentos adquiridos em anos anteriores; desenvolver a minha capacidade de transmissão de informação a doentes, familiares e profissionais de saúde; aperfeiçoar competências clínicas e técnicas.
Desde o início que me senti parte integrante da equipa e a minha atividade foi evoluindo gradualmente. Eram-me atribuídos 2 a 3 doentes por dia a quem deveria realizar anamnese, exame objetivo, requisitar e interpretar MCDT e redigir os diários clínicos e notas de alta correspondentes, efetuando eventuais alterações na terapêutica ou plano (após discussão com a tutora). Fui também incentivado a debater diversos casos clínicos com médicos de outras especialidades, sempre que a situação o exigia, bem como assistir e participar em momentos de conversa com familiares, fortalecendo capacidades fundamentais de
comunicação. Executei ainda procedimentos práticos, como punções arteriais e venosas, e assisti a várias técnicas realizadas na enfermaria e unidade de cuidados intermédios, tais como o mielograma com biópsia óssea, a colocação de cateteres venosos centrais e linhas arteriais e a realização de paracenteses e toracocenteses. Foi a repetição diária desta rotina que me proporcionou as ferramentas para arquitetar a minha própria metodologia e, com ela, cumprir os objetivos delineados naquele que considero o estágio mais completo do 6º Ano.
Também a passagem pelo SU foi vantajosa na medida em que consegui exercitar a aplicação célere dos meus conhecimentos, apesar de alguma precariedade na organização do espaço físico que, por vezes, perturba o seu bom funcionamento. Esta valência colocou-me perante uma grande variedade de situações clínicas agudas e crónicas agudizadas, que exigiram um raciocínio mais hierarquizado e conciso.
CIRURGIA GERAL
Hospital Beatriz Ângelo | Dr. Gonçalo Luz – 06/2020O estágio de Cirurgia Geral estaria previsto realizar-se entre 16/3/2020 e 15/5/2020. Para este havia definido alguns objetivos: contactar com o diagnóstico e tratamento das patologias cirúrgicas mais frequentes; sistematizar a abordagem do doente cirúrgico em contextos de consulta e urgência; participar em cirurgias; familiarizar-me com os diversos instrumentos cirúrgicos.
Infelizmente, perante a situação de saúde pública atual, não me foi possível concretizar a componente prática nem, consequentemente, cumprir a maioria dos objetivos delineados. Participei em sessões de discussão de casos clínicos elaborados pelo tutor que me foi atribuído, Dr. Gonçalo Luz, que tentou tanto quanto possível substituir a vivência clínica e dar-me a conhecer os alicerces da patologia mais frequente.
UC “PREPARAÇÃO PARA O EXAME DE SERIAÇÃO PARA INGRESSO NAS ESPECIALIDADES MÉDICAS” (PESIEM)
UC Opcional | Regente: Professor Doutor Roberto Palma dos Reis
Pela impossibilidade atual de frequentar aulas práticas com doentes, houve necessidade de substituir a UC Estágio Opcional no curriculum do MIM. Foi assim criada a UC PESIEM, lecionada à distância, que consistiu em analisar as perguntas do último exame de ingresso. As questões foram abordadas por Especialistas da área correspondente, podendo os alunos também participar na discussão.
Ao longo do meu trajeto no curso, dando aqui especial ênfase ao último ano, procurei assistir a formações e envolver-me em projetos que não só complementassem a minha formação profissional como o meu crescimento pessoal (Anexo 4).
Destaco o projeto que mais me marcou, o “Saúde Porta a Porta”, no qual participei entre 2018 e 2019, não me tendo sido possível dar-lhe seguimento este ano letivo pela situação de saúde pública. Foi uma
colaboração que acredito ter complementado a minha formação em Medicina e, mais ainda, enaltecê-la. Consistiu em visitas semanais a idosos carenciados de forma a acompanhar o seu estado de saúde, mas também numa tentativa de combater o isolamento e a solidão.
Como suplementos aos estágios realizados este ano letivo e por interesse pessoal, assisti a diversas
formações.No âmbito da Saúde Mental destaco “Questões LGBT em Pedopsiquiatria”, que me ajudou a sentir
mais preparado para lidar com estas situações e, espero, fazer a diferença pela positiva através do estabelecimento de um ambiente tolerante e uma boa relação médico-doente com pessoas que se enquadram nestas realidades. Assisti também a “Menos estigma, mais Saúde Mental” e “Abuso sexual infantil” e,durante o período de confinamento, à palestra online “Conviver com familiares com demência”. No âmbito da Medicina Geral e Familiar participei nas “II Jornadas de MGF”, no Hospital CUF Descobertas, e na “8ª Reunião da Gripe em Portugal”, no Instituto Ricardo Jorge. Participei também no “VI Congresso Nacional de Estudantes de Medicina”, que abordou temáticas relativas a várias especialidades.
Gostaria de destacar também a minha experiência enquanto monitor voluntário da UC de Fisiologia, ainda que tenha ocorrido em 2015-2016. Acredito ter sido uma oportunidade especialmente marcante para mim durante o MIM, sobretudo por corresponder à minha primeira tentativa na área do ensino, inerente à profissão médica, mas também por me ter permitido sedimentar conhecimentos nesta ciência básica.
Findo o Estágio Profissionalizante resta-me fazer uma reflexão. Confesso que antes de iniciar este ano letivo já conjeturara algumas ideias sobre o tipo de especialidade que pretendia seguir, muito focado nas áreas médicas. Ainda assim desafiei-me a manter uma postura e mente abertas em todos os serviços por onde passei, estando envolvido nas suas atividades sem fechar a porta a eventuais surpresas.
Olhando para os objetivos gerais do ensino pré-graduado, afirmo convictamente que foram globalmente cumpridos – muito graças a um ensino que desde cedo privilegiou a componente prática da Medicina sem nunca menosprezar a teoria. Relativamente às metas a que me propus este ano acredito também terem sido ultrapassadas na maioria das especialidades, com a grande exceção da última – a Cirurgia Geral. Por isso, e também porque o estudo da Medicina não tem propriamente um fim, procurarei sempre aprofundar ainda mais estes objetivos e manter uma atitude proativa de aprendizagem contínua.
Analisando os estágios parcelares de forma cronológica, começo pelo de Medicina Geral e Familiar. Este destacou-se pela autonomia, sempre supervisionada, que rapidamente me levou a perceber o quão desafiante, mas também gratificante, pode ser esta especialidade. Pela vastidão de conhecimentos necessários em todas as áreas da Medicina, sim, mas também pelo impacto mais marcado que a relação médico-doente tem aqui, no acompanhamento prolongado dos utentes. Acredito ter ido além dos objetivos
delineados, muito graças à volumosa componente prática que despertou em mim uma noção de responsabilidade crescente e vontade de aprender – ideal esse que se prolongou pelos meses seguintes.
Seguiu-se Pediatria, um estágio mais pautado pela componente observacional. Ainda assim, a integração dos alunos nos diferentes serviços e subespecialidades foi motivadora e contribuiu para uma experiência clínica dinâmica e enriquecedora – convivi com partes específicas da Pediatria sem, no entanto, perder a noção do que esta engloba na sua totalidade. Pelo incansável acompanhamento que tive por parte da minha tutora, sempre preocupada para que eu visse os casos mais insólitos, tive oportunidade de aprender não só sobre as patologias mais frequentes como também outras mais raras, com mecanismos de doença particulares e de grande interesse teórico. Desta forma uma mensagem que retiro deste estágio é a importância de estar sempre alerta, independentemente da baixa prevalência de uma patologia, pelas graves comorbilidades que dela podem advir.
Na Ginecologia e Obstetrícia, dada a polivalência desta especialidade, o incentivo para que passássemos pelas suas várias vertentes foi um fator fundamental para obter uma perspetiva ampla da mesma. No entanto, admito não ter conseguido dar tanto ênfase à parte prática quanto gostaria. Sendo esta uma área que aborda uma parte tão íntima do corpo da mulher, foram muitas as vezes em que não me foi possível assistir ou participar em diversos procedimentos. Ainda assim consegui treinar o exame ginecológico, realizar algumas colheitas de citologia cervical e colposcopia, auxiliar a equipa médica e de enfermagem na avaliação do puerpério e desempenhar pequenas tarefas cirúrgicas no bloco operatório; pelo que considero os objetivos, na sua maioria, cumpridos. Destaco a oportunidade que me foi dada de acompanhar a Dr.ª Paula Tapadinhas na consulta de IVG, uma consulta de caráter mais sensível e peculiar – este momento foi fundamental para realmente compreender as suas particularidades a nível físico, emocional e psicológico.
Entrei na especialidade de Saúde Mental com grandes expectativas e saí satisfeito. A experiência deste ano foi complementar à do anterior, permitindo-me um entendimento mais abrangente da área numa faixa etária distinta. Uma das competências mais importantes de que este estágio me muniu foi relativa a como proceder perante alterações no exame de estado mental de um doente, de forma a distinguir a sua origem como sendo psiquiátrica ou somática e a diferenciá-la do funcionamento psicológico considerado normal. Percebi o caráter especial da história clínica psiquiátrica, mais focada na história pessoal e acontecimentos de vida, bem como a importância de estabelecer uma relação de confiança e parceria com os doentes, tão importante para a sua estabilidade. Mesmo num contexto de urgência nunca foi negligenciada uma conversa privada, zelosa e tranquila. Pelo interesse particular que tenho nesta especialidade gostaria de ter conseguido acompanhar também a componente não farmacológica do tratamento, nomeadamente na área do treino de competências sociais e atividades de vida diária (AVD). Tentarei, no entanto, colmatar esta lacuna durante o Internato de Formação Geral (IFG).
Termino a componente prática deste ano em Medicina Interna de forma semelhante a como comecei, na medida em que a autonomia supervisionada volta a ganhar destaque. Encarei estes 2 meses com grande motivação e sentido de responsabilidade, inerentes a quem está cada vez mais próximo de se tornar um jovem médico – o assumir posições, tomar decisões e compreender as consequências associadas. Neste sentido considero primordial salientar o papel imprescindível que a Dr.ª Catarina Espírito Santo e equipa desempenharam, com uma capacidade louvável de me tornar cada vez mais confiante e seguro no meu trabalho, ao mesmo tempo que estavam sempre disponíveis para me ajudar. Desenvolvi um raciocínio clínico mais disciplinado e adquiri conhecimentos e atitudes também a nível relacional que, dentro das particularidades desta especialidade, acabam por ser transversais a todas as áreas da Medicina. Um ponto que destaco é poder ter vivenciado a abordagem de inúmeros doentes em fim de vida, componente particularmente difícil, mas que é inevitável e deve, por isso, ser progressivamente treinada. Esta é uma área na qual reconheço não me sentir ainda totalmente confortável, mas cuja complexidade agora compreendo melhor graças a este estágio com o qual tanto cresci a nível pessoal e humano.
Termino este ano de forma algo agridoce, na medida em que o estágio de Cirurgia Geral foi inviabilizado por questões de saúde pública. Não tive contacto com o bloco operatório, a consulta pré e pós-operatória e a pequena cirurgia, áreas em que pretendia cimentar conceitos neste último ano. Ainda assim, considero as sessões lecionadas pelo meu tutor de grande relevância para a minha formação por me terem permitido compreender como agir perante algumas das mais frequentes patologias cirúrgicas. Esforçar-me-ei para que durante o IFG consiga colmatar algumas destas falhas, aproveitando as oportunidades que me surjam para avaliar doentes cirúrgicos e praticar procedimentos importantes.
Acerca da UC Estágio Opcional, pretendia concretizá-la na especialidade de Ginecologia e Obstetrícia no sentido de completar os objetivos que não atingi de forma tão satisfatória quanto desejava. Tal não foi possível, mas a UC PESIEM que surge em sua substituição, mesmo sem componente prática, será certamente vantajosa na minha atividade clínica futura pela sistematização da gestão do doente nas diversas especialidades.
Por tudo isto, o Estágio Profissionalizante constituiu um pilar indispensável na minha prática clínica futura. Acredito ter atingido o desempenho esperado enquanto aluno do 6º ano e sedimentado conhecimento teórico, prático e também ético, todos eles indissociáveis para uma boa prática clínica, sentindo-me agora devidamente preparado para exercer Medicina. Termino agradecendo a todos aqueles que, de alguma maneira, me acompanharam nesta jornada, incentivaram a continuar e contribuíram para o meu crescimento nestes seis longos anos – graças aos meus amigos e família, a verdade é que não foram assim tão longos. Agradeço também aos Professores, Médicos e Doentes, por tudo o que aprendi.
ANEXO 1 – Cronograma do Ano Letivo 2019/2020
ANEXO 2 – Trabalhos realizados no âmbito do Estágio Profissionalizante ANEXO 3 – Casuística
a) Medicina Geral e Familiar b) Pediatria
c) Ginecologia e Obstetrícia d) Saúde Mental
e) Medicina Interna
ANEXO 4 – Certificados relativos a Outras Atividades
a) Voluntariado “Saúde Porta a Porta” b) “Questões LGBT em pedopsiquiatria” c) “Menos estigma, Mais Saúde Mental” d) “Abuso sexual infantil”
e) “Conviver com familiares com Demência” f) “II Jornadas de Medicina Geral e Familiar” g) “8ª Reunião da Gripe em Portugal”
h) “VI Congresso Nacional de Estudantes de Medicina” i) Colaboração na UC Fisiologia enquanto monitor voluntário
ANEXO 1:
Cronograma do Ano Letivo 2019/2020
ESPECIALIDADE PERÍODO LOCAL TUTOR/A
Medicina Geral e
Familiar 09/09/19 a 04/10/19 Unidade de Saúde Familiar Alfa Beja Dr. Luís Coentro Pediatria 07/10/19 a 31/10/19 Hospital Dona Estefânia – Unidade de Hematologia Pediátrica Dr.ª Paula Kjöllerström
Ginecologia e
Obstetrícia 04/11/19 a 29/11/19
Hospital Vila Franca de Xira – Serviço de Ginecologia e Obstetrícia
Dr.ª Paula Tapadinhas Dr.ª Lucinda Mata
Saúde Mental 02/12/19 a 10/01/20 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa – Clínica 1 Dr.ª Marina Martins
Medicina Interna 20/01/20 a 09/03/20 Hospital de Santo António dos Capuchos – Serviço de Medicina 2.5 Dr.ª Catarina Espírito Santo
Cirurgia Geral * Hospital Beatriz Ângelo – Departamento de Cirurgia Dr. Gonçalo Luz *Componente clínica não realizada, por suspensão da atividade prática.
ANEXO 2:
Trabalhos realizados no âmbito do Estágio Profissionalizante
ESPECIALIDADE TEMA GRUPO OBSERVAÇÃO
Medicina Geral e Familiar
Norma 004/2019 da Direção-Geral de Saúde: “Prevenção e Tratamento da
Deficiência de Vitamina D” Eduardo Fernandes
Exposição teórica sobre as principais fontes de vitamina D e doenças que podem advir do seu défice. Abordaram-se os valores de referência e explicitaram-se as situações em que se deve dosear
e realizar suplementação. Folheto informativo:
“Rastreio do cancro do colo do útero”
Eduardo Fernandes, José Cristóvão, Pedro
Pedrosa
Levantamento de informação sobre o rastreio do colo do útero, elaboração de um panfleto e
divulgação à comunidade.
Pediatria “Guidelines ESC 2019 Tromboembolismo
pulmonar: Perspetiva de um caso clínico”
Eduardo Fernandes, José Cristóvão, Pedro Pedrosa, Rui Escaleira
Revisão das guidelines da Sociedade Europeia de Cardiologia relativas a Tromboembolismo Pulmonar, enfatizando a abordagem diagnóstica e terapêutica.
Foi apresentado um caso clínico diretamente relacionado, de forma interligada, sobre uma criança
com Síndrome do Anticorpo Antifosfolípido.
Ginecologia e
Obstetrícia “Sexualidade na Gravidez”
Eduardo Fernandes, José Cristóvão, Margarida Guerreiro
Revisão das alterações que caracterizam cada trimestre da gravidez e a forma de abordar e orientar alguma da sintomatologia associada à sexualidade, tentando desmistificar preocupações e
medos.
Medicina
Interna “Infeções Associadas aos Cuidados de Saúde” Eduardo Fernandes, Júlio Brissos
Exposição teórica com base nos atuais consensos relativos à abordagem das infeções associadas aos
cuidados de saúde mais frequentes.
Cirurgia Geral “Abordagem à Hemorragia Digestiva
Alta”
Diogo Fortunato, Eduardo Fernandes, José Cristóvão, Mariana
Marques
Revisão sobre a abordagem da hemorragia digestiva alta com base num caso clínico sobre úlcera péptica
ANEXO 3:
Casuística
a) Medicina Geral e Familiar
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 Hipert ensã o arte rial Diabe tes me llitus Exce sso de peso Medic ina pr even tiva/m anute nção da… Obes idade Proce dimen to ad minis trativ o Resu ltado s de a nálise s/pro cedim entos Doen ça va scular perif érica Doen ça do reflu xo ga stroe sofág ico Cistit e Depr essão Ansie dade gene raliza da Contra ceçã o oral Osteo artro se Cefal eia de tens ão Amigd alite Anem ia Síndro me ve rtigin oso Hipoti roidis mo Lomb algia agud a Enxa quec a Disme norre ia Artrite reuma tóide Psorías e Bursi te/ten dinite Neop lasia benig na da mam a Hérn ia dis cal lo mbar Acne Síndro me de Sjög ren Dermi te da frald a Eritem a infe ccios o Nú m er o de d oe nt es
Patologia/Situação
0 10 20 30 40 50 60 70 80 0-9 10-19 20-39 40-59 60-79 ≥80 Nú m er o de d oe nt esIdade
b) Pediatria
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 An em ia fe rr op én ic a Ga st ro en te rit e ag ud a Tr om bo ci to pé ni a im un e In fe çã o r es pi ra tó ria a lta Ta la ss ém ia In fe çã o d en tá ria As m a Br on qu io lit e ag ud a Am ig da lit e vi ra l Am ig da lit e ba ct er ia na Ot ite m éd ia a gu da Si bi lâ nc ia re co rr en te Ri no si nu sit e Tr au m at ism o da fa ce De fe ito n a he mo st as e… Cro m os so m op at ia s Fl ei m ão p er ia gm id al in o Tr au m a oc ul ar Mi rin gi te b ol ho sa Me ni ng ite Go no rr ei a Se ps is p re co ce As m a He rp an gi na Re flu xo g as tr oe so fá gi co Im pa ct aç ão fe ca l Ot ite se ro sa Va ric el a Tr au m at ism o cr ân io -… Pn eu m on ia Ad en of le im ão Dr ep an oc ito se Ap la sia m ed ul ar Le uc in os e De fe ito n a he mo st as e… An om al ia s d a m em br an a… Ti ro id ite c ró ni ca Fe nd a lá bi o-pa la tin a An gi oe de m a De rmi te a tó pi ca Al er gi a al im en ta r Te nd in ite Ag en es ia m us cu la r Ar tr ite id io pá tic a ju ve ni l Qu ei m ad ur a Es co lio se Nú m er o de d oe nt esPatologia/Situação
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 281m 1m - 1A 1A - 3A 4-5A 6-9A 10-18A
Nú m er o de d oe nt es
Idade
c) Ginecologia e Obstetrícia
0 2 4 6 8 10 12 14 Infeç ões d o trat o urin ário Puerp ério Diabe tes ge stacio nal Dor a bdomi nal in espe cífica Interr upçã o volu ntária da gr avide z Hemo rragia uteri na an ómala Lesão pa viment osa i ntrae piteli al Parto distó cico Hipert ensã o arte rial c rónic a Abor to Parto eutóc ico Disme norre ia pr imária Vulvo vagin ites e ISTs Polip ose e ndom etrial Neop lasia do co lo ute rino Pré ec lâmps ia Hipoti roidis mo Doen ça in flama tória pélvi ca Leiom iomato se Grav idez e ctópic a Hipert iroidi smo Obes idade Mola hidati forme Hister ectomi a Nú m er o de d oe nt esPatologia/Situação
0 10 20 30 40 50 60 70 80 0-19 20-39 40-59 60-79 >80 Nú m er o de d oe nt esIdade
d) Saúde Mental
0 2 4 6 8 10 12 14 0-19 20-39 40-64 65-79 ≥80 Nú m er o de d oe nt esIdade
0 2 4 6 8 10 12 14 16 Depr essão Psico se nã o esp ecific ada Doen ça bi polar Ansie dade Pertu rbação esqu izoafe tiva Esqu izofre nia Comp ortam ento auto lesivo Pertu rbação de dé fice i ntelec tual Pertu rbação de st ress p ós trau mátic o Nú m er o de d oe nt esPatologia/Situação
e) Medicina Interna
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 Hipert ensã o arte rial Fibrilh ação auric ular Demê ncia Pneu monia adqu irida n a com unida de Insufi ciênc ia res pirató ria Dislip idémi a Doen ça pu lmon ar ob strut iva cr ónica Diabe tes me llitus Anem ia Insufi ciênc ia card íaca Doen ça re nal c rónic a Neop lasia Apne ia do sono Doen ça de reflu xo ga stroe sofág ico Traqu eobr onqu ite Lesão r enal a guda Acide nte va scular cereb ral Artit e séti ca a MR SA Card iopati a isqué mica Doen ça de Parki nson Doen ça he pátic a cró nica Hepa tite c rónic a vira l Pneu moco niose Pneu monia noso comi al Piotór ax co m fís tula e sofág ica Gripe Reati vaçã o de h epati te cró nica v iral Pielon efrite agud a Choq ue ca rdiog énico Cetoa cidos e diab ética Cólic a rena l Nú m er o de d oe nt esPatologia/Situação
0 5 10 15 20 25 30 35 40 0-39 40-59 60-79 >80 Nú m er o de d oe nt esIdade
ANEXO 4:
Certificados relativos a Outras Atividades
Madalena Pestana
Vice-Presidente Interna da Direção da AEFCM
A Associação de Estudantes da NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas (AEFCM) certifica que Eduardo Fernandes, CC nº 15158139, fez voluntariado contínuo no âmbito do projeto Saúde Porta-a-Porta entre Outubro de 2018 e Julho de 2019.
Lisboa, 16 de Setembro de 2019
Bernardo Lisboa Resende Presidente da Direção da AEFCM
Questões LGBT em pedopsiquiatria
— Certificado de Participação
EMITIDO POR:
AEFCM - Associação de Estudantes da NOVA Medical School Campo Mártires da Pátria, 130
1169-056 Lisboa NOME Eduardo Fernandes DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO 15158139 CÓDIGO DE CERTIFICADO C-5db9f9db31ca7 Evento Questões LGBT em pedopsiquiatria 06-11-2019 17:00 ® 06-11-2019 18:30 - Duração: - 1:30 horas
No exercício da tua actividade profissional, de certo irás enfrentar diferentes realidades e pessoas e é importante que estejas preparado para responder da melhor forma para estabelecer uma relação de mútua confiança.
No dia 6 de novembro, junta-te a nós e vem discutir de que forma diferentes identidades de género ou de orientação sexual podem moldar o desenvolvimento da criança e do adolescente.
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Comprovativo de Emissão de Certificado Electrónico
Menos estigma, Mais Saúde Mental
— Certificado de Participação
EMITIDO POR:
AEFCM - Associação de Estudantes da NOVA Medical School Campo Mártires da Pátria, 130
1169-056 Lisboa NOME Eduardo Fernandes DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO 15158139 CÓDIGO DE CERTIFICADO C-5d9bd3141a5f1 Evento
Menos estigma, Mais Saúde Mental
10-10-2019 18:00 ® 10-10-2019 19:30 - Duração: 1 horas
No dia 10 de outubro celebra-se o Dia da Saúde Mental. Portugal é o quinto país da União Europeia com maior prevalência de problemas de saúde mental, sendo que quase um quinto da população portuguesa sofre de doenças do foro psiquiátrico e psicológico. Contudo, o estigma associado ainda é bastante elevado, o que tem dificultado o atempado acesso ao tratamento por parte daqueles que sofrem de doença mental. Por isso, para celebrar o Dia da Saúde Mental, vamos ter várias atividades que culminam numa palestra inde vamos contar com a presença de 2 ex-alunos: Dra. Inês Figueiredo e do Dr. Miguel Carneiro, que nos apresentam o tema “Menos Estigma, Mais Saúde Mental”. Junta-te a nós pelas 18h, na Sala S2.08, para saber mais sobre este tema e conhecer quais são os desafios para futuros médicos! Contamos contigo.
aefcm.up.events
Comprovativo de Emissão de Certificado Electrónico
Certificado “Menos estigma, Mais Saúde Mental”
Abuso sexual infantil
— Certificado de Participação
EMITIDO POR:
AEFCM - Associação de Estudantes da NOVA Medical School Campo Mártires da Pátria, 130
1169-056 Lisboa NOME Eduardo Fernandes DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO 15158139 CÓDIGO DE CERTIFICADO C-5db049a8262b5 Evento
Abuso sexual infantil
28-10-2019 17:30 ® 28-10-2019 19:00 - Duração: - 1:30 horas
"O abuso sexual infantil é claramente um problema de saúde, tendo em conta a sua extensão e impacto" - Paulo Pelixo
Dia 28 de outubro contamos com a presença do psicólogo Paulo Pelixo da Associação para o Planeamento da Família (APF) onde se abordará o contexto do abuso sexual infantil em Portugal. Evento aberto a todos os estudantes da NMS | FCM.
aefcm.up.events
Comprovativo de Emissão de Certificado Electrónico
EDUARDO ALEXANDRE SANTANA PINELA FERNANDES | 2014198 22
Conviver com familiares com Demência
— Certificado de Participação
EMITIDO POR:
AEFCM - Associação de Estudantes da NOVA Medical School Campo Mártires da Pátria, 130
1169-056 Lisboa NOME Eduardo Fernandes DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO 15158139 CÓDIGO DE CERTIFICADO C-5e84b7512d98d Evento
Conviver com familiares com Demência
03-04-2020 18:00 ® 03-04-2020 19:00 - Duração: 1 horas
Este tempo inesperado motivou inúmeras mudanças, nomeadamente aquelas com as quais ainda não sabemos lidar.
Muitos de nós, que passávamos os dias entre a faculdade e os amigos, estamos agora dentro de quatro paredes com a nossa família, nomeadamente com familiares dementes, sem nunca termos sido obrigados a confrontar esta doença durante tanto tempo.
Esta sexta-feira, dia 3 de Abril, entre as 18h e as 19h, a Dra. Luísa Alves - neurologista no Centro Hospitalar Lisboa Ocidental e especialista em Doenças da Cognição, vai-nos falar de como conviver com um familiar com demência.
Vai ser uma conversa útil para quem convive com a doença diariamente, mas também para todos os futuros médicos que se venham a cruzar com esta doença. As inscrições abrem no UpEvents quarta-feira, pelas 14h. Sexta-feira, irão receber o link da palestra, que se realizará na plataforma Zoom!
Até sexta!
Participação em Eventos Científicos
Certificado
Certifica-se que Eduardo Fernandes, titular do Cartão de Cidadão com o nº de identificação 15158139, frequentou o seguinte evento científico:
II Jornadas de Medicina Geral e Familiar
que decorreu a 29 de Outubro de 2019, com a duração de 9 horas, no seguinte local: Hospital CUF Descobertas
Carnaxide, 29 de Outubro de 2019
Cláudia Silveira
Código de Certificado: C-5d9c6be4103f2
Av. do Forte, nº3 – Edifício Suécia III, Piso 2 - Carnaxide
academiacuf.up.events
Comprovativo de Emissão de Certificado Electrónico
Decreto-Lei n.º 290-D/99 e 62/2003 — European Union Directive 1999/93/CE
INSA_IM39_07
participou na 8ª Reunião sobre vigilância epidemiológica da gripe e de outros vírus respiratórios em Portugal, organizada pelo Laboratório Nacional de Referência para o Virus da Gripe e Outros Virus Respiratórios do Departamento de Doenças Infeciosas e pelo Departamento de Epidemiologia do INSA, IP., que decorreu no auditório deste Instituto no dia 11 de outubro de 2019, com uma duração de 4 horas.
O Presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
(INSA,IP)
Dr. Fernando de Almeida [Assinatura/Selo Branco]
Declaração
Jornadas de Doenças Infeciosas 2019
8ª Reunião da Gripe em Portugal
Declara-se que Eduardo Alexandre Santana Pinela Fernandes,
VI Congresso Nacional de Estudantes de
Medicina (CNEM)
— Certificado de Participação
EMITIDO POR:
ANEM - Associação Nacional de Estudantes de Medicina
Alameda Professor Hernâni Monteiro Hospital de São João 4200-319 Porto | Portugal 4200-319 Porto NOME Eduardo Fernandes DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO 15158139 CÓDIGO DE CERTIFICADO C-5da4e067e7bb3 Evento
VI Congresso Nacional de Estudantes de Medicina (CNEM)
16-11-2019 09:00 ® 17-11-2019 18:00
O CNEM é um congresso generalista e adaptado a?s necessidades dos estudantes de Medicina que atrave?s de uma abordagem transversal, multidisciplinar e
inovadora, pretende ser um complemento a? sua formac?a?o em diferentes a?reas.
Porque Medicina é mais que Ciência.
anem.up.events
Comprovativo de Emissão de Certificado Electrónico