A Fraude
Coment
Operações com Derivativos
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Instrumento
Instrumento
financeiro
financeiro
cujo
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pre
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ç
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o
o
deriva
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de um
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conjunto
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de
de
vari
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á
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veis
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como
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tempo
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taxa
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de
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juros
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pre
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o
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do
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ativo
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subjacente
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outros
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Opera
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ões
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desintermediadas
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, fora do balan
, fora do balan
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o
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-
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os
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bancos operam contas de clientes externos, com
bancos operam contas de clientes externos, com
riscos e ganhos assumidos pelo cliente.
riscos e ganhos assumidos pelo cliente.
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Exemplos: op
Exemplos: op
ç
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ões de compra futura de ativos e
ões de compra futura de ativos e
moedas,
moedas,
í
í
ndices e pre
ndices e pre
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os de mercados e troca de
os de mercados e troca de
pap
Derivativos, Risco e Regulação
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• A intensificaA intensificaçção do uso dos derivativos pelas instituião do uso dos derivativos pelas instituiçções ões financeiras aumentou a preocupa
financeiras aumentou a preocupaçção dos ão dos óórgãos rgãos
reguladores com o risco potencial que elas estariam
reguladores com o risco potencial que elas estariam
correndo. Isto porque a complexidade destes
correndo. Isto porque a complexidade destes
instrumentos reduz a transparência das posi
instrumentos reduz a transparência das posiçções ões dificultando qualquer tipo de supervisão.
dificultando qualquer tipo de supervisão.
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• AlAléém disso, ao aumentar o poder de m disso, ao aumentar o poder de alavancagemalavancagem das das posi
posiçções, estes instrumentos podem ocasionar a falência ões, estes instrumentos podem ocasionar a falência de institui
de instituiçções aparentemente saudões aparentemente saudááveis quando veis quando ocorrem movimentos adversos nos mercados.
ocorrem movimentos adversos nos mercados.
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• Os derivativos, tambOs derivativos, tambéém, expõem as carteiras a riscos m, expõem as carteiras a riscos antes inexistentes. Por exemplo, o pre
antes inexistentes. Por exemplo, o preçço de uma opo de uma opçção ão depende da volatilidade do ativo objeto.
depende da volatilidade do ativo objeto.
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• Estas preocupaEstas preocupaçções iniciaram um intenso debate sobre ões iniciaram um intenso debate sobre como controlar o risco das institui
Desastres Financeiros
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• No comeNo começço do anos 90, vo do anos 90, váários desastres financeiros rios desastres financeiros
tornaram ainda mais evidente a necessidade do controle
tornaram ainda mais evidente a necessidade do controle
de risco. Citando os casos:
de risco. Citando os casos:
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• MetallgesellchaftMetallgesellchaft:: uma subsidiuma subsidiáária americana da MG ria americana da MG montou um grande posi
montou um grande posiçção em futuros de petrão em futuros de petróóleo numa leo numa tentativa de
tentativa de hedgearhedgear alguns contratos alguns contratos fowardfoward de gasolina de gasolina de longa matura
de longa maturaçção que havia vendido. A queda nos ão que havia vendido. A queda nos pre
preçços do petros do petróóleo em 1993 levou a pesadas perdas e a leo em 1993 levou a pesadas perdas e a matriz alemã teve que intervir para liquidar a posi
matriz alemã teve que intervir para liquidar a posiçção. ão. Perda final de US$1.3 bilhões.
Perda final de US$1.3 bilhões.
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• OrangeOrange CountyCounty:: o tesoureiro do o tesoureiro do CountyCounty, Bob , Bob CitronCitron, , investiu os recursos do
investiu os recursos do CountysCountys InvestmentInvestment Pool em Pool em
instrumentos de derivativos altamente
instrumentos de derivativos altamente alavancadosalavancados que que significavam uma aposta na queda da taxa de juros. O
significavam uma aposta na queda da taxa de juros. O
aumento nas taxas de juros em 1994 provocaram perdas
aumento nas taxas de juros em 1994 provocaram perdas
de US$ 1.7 bilhões.
Desastres Financeiros
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Daiwa
Daiwa
Bank
Bank
:
:
um
um
ú
ú
nico operador,
nico operador,
Toshihide
Toshihide
Iguchi
Iguchi
,
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escondeu num per
escondeu num per
í
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odo de 11 anos perdas em
odo de 11 anos perdas em
T
T
í
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tulos do Tesouro que acumulavam US$ 1.1
tulos do Tesouro que acumulavam US$ 1.1
bilhões. As perdas vieram a tona quando
bilhões. As perdas vieram a tona quando
Iguchi
Iguchi
confessou ao seu superior em 1995.
confessou ao seu superior em 1995.
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Sumitomo
Sumitomo
Corporation
Corporation
:
:
em junho de 1996,
em junho de 1996,
Sumitomo
Sumitomo
anunciou uma perda de US$ 1.8 bilhões.
anunciou uma perda de US$ 1.8 bilhões.
Estas perdas foram acumuladas durante um per
Estas perdas foram acumuladas durante um per
í
í
odo
odo
de 10 anos em opera
de 10 anos em opera
ç
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ões não autorizadas
ões não autorizadas
realizadas pelo operador chefe,
Nick Leeson & Barings
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Barings
Barings
Bank
Bank
:
:
mais tradicional banco
mais tradicional banco
comercial da Inglaterra, com 200 anos mais de
comercial da Inglaterra, com 200 anos mais de
opera
opera
ç
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ão, sobreviveu
ão, sobreviveu
à
à
s guerras napoleônicas,
s guerras napoleônicas,
duas guerras mundiais e in
duas guerras mundiais e in
ú
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meras crises
meras crises
financeiras. De perfil conservador, era o banco
financeiras. De perfil conservador, era o banco
da fam
da fam
í
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lia real inglesa.
lia real inglesa.
•
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Nick
Nick
Leeson
Leeson
, um operador de 28 anos da filial
, um operador de 28 anos da filial
de Singapura do
de Singapura do
Barings
Barings
montou uma grande
montou uma grande
posi
posi
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ão não autorizada em futuros e op
ão não autorizada em futuros e op
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ões do
ões do
í
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ndice
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Nikkey
Nikkey
em opera
em opera
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ões de arbitragem
ões de arbitragem
entre dois mercados, o de Osaka, no Japão, e
entre dois mercados, o de Osaka, no Japão, e
o de Singapura, de forma a obter lucros
o de Singapura, de forma a obter lucros
derivados de pequenas discrepâncias de
derivados de pequenas discrepâncias de
pre
Nick Leeson & Barings Bank
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• LeesonLeeson fez diversas transafez diversas transaçções no mercado japonês, ões no mercado japonês, apostando fortemente nas op
apostando fortemente nas opçções e futuros, o que o ões e futuros, o que o colocava numa posi
colocava numa posiçção demasiado dependente da ão demasiado dependente da evolu
evoluçção do ão do ííndice ndice NikkeiNikkei 225. 225. •
• As suas operaAs suas operaçções geravam ões geravam ““aparentementeaparentemente”” lucros lucros porque ele era respons
porque ele era responsáável pelo gabinete de vel pelo gabinete de contabilidade das transa
contabilidade das transaçções ões –– dupla fundupla funçção chefe da ão chefe da mesa de opera
mesa de operaçções e chefe do escritões e chefe do escritóório.rio. •
• O montante envolvido na operaO montante envolvido na operaçção excedia o capital ão excedia o capital do banco e com o movimento adverso da bolsa
do banco e com o movimento adverso da bolsa
japonesa provocado pelo terremoto em
japonesa provocado pelo terremoto em KobeKobe, o , o Barings
Barings foi levado a falência com perdas ao redor de foi levado a falência com perdas ao redor de ££ 800
Evolução do Índice Nikkei 225
Desastres com Derivativos
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• Estes casos apresentam alguns pontos em comum. Estes casos apresentam alguns pontos em comum. •
• Em todos eles um Em todos eles um úúnico indivnico indivííduo, por ausência de um sistema duo, por ausência de um sistema de controle rigoroso e de um departamento de risco
de controle rigoroso e de um departamento de risco
independente, foi capaz de assumir posi
independente, foi capaz de assumir posiçções não imaginadas ões não imaginadas pelos seus superiores e esconder perdas enormes.
pelos seus superiores e esconder perdas enormes.
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• Este relaxamento na supervisão do risco que os operadores Este relaxamento na supervisão do risco que os operadores estão incorrendo cria uma situa
estão incorrendo cria uma situaçção conhecida em economia ão conhecida em economia como
como Moral Moral HazardHazard (risco moral)(risco moral): : Quando sofrem a primeira Quando sofrem a primeira perda, a reputa
perda, a reputaçção e o emprego do operador jão e o emprego do operador jáá estão estão seriamente amea
seriamente ameaççados. Assim, como não tem mais nada a ados. Assim, como não tem mais nada a perder, ele tem todo incentivo para aumentar a aposta e
perder, ele tem todo incentivo para aumentar a aposta e
tentar recuperar a perda, atitude essa que pode levar a perdas
tentar recuperar a perda, atitude essa que pode levar a perdas
bem maiores e a eventual falência da institui
bem maiores e a eventual falência da instituiçção. ão. •
• Se a instituiSe a instituiçção contasse com um controle de risco ão contasse com um controle de risco independente, os administradores seniores estariam
independente, os administradores seniores estariam
conscientes de todo risco das posi
conscientes de todo risco das posiçções de seus subordinados e, ões de seus subordinados e, numa situa
numa situaçção como esta, poderiam intervir evitando estragos ão como esta, poderiam intervir evitando estragos maiores.