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Relatório de Gestão Novembro 2015

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Cenário Macroeconômico

Em novembro, a economia americana continuou a

esboçar sinais de dicotomia entre o desempenho do

setor industrial e do setor de serviços. Enquanto o

primeiro segue sofrendo os impactos residuais de um

dólar mais forte, o colapso do preço do petróleo e de

um mercado de trabalho mais apertado, o segundo

continua evidenciar certa robustez. A taxa de

poupança das famílias ainda não parece reagir a um

mercado de trabalho sólido, na medida em que a

confiança do consumidor segue contida, mas ainda

acreditamos em uma retomada mais contundente do

consumo no curto-prazo. Ressaltamos ainda que o

clima, diferentemente dos últimos anos, deve

impactar de maneira favorável o PIB do primeiro

trimestre de 2016, transformando-se em vetor

adicional de impulso ao crescimento. O último dado

do mercado de trabalho surpreendeu não apenas na

geração de empregos (271 mil), que trouxe a média

móvel trimestral de volta para a marca dos 200 mil,

como também pelo recuo da taxa de desemprego

(5,0%), agora quase na mediana das projeções dos

membros do FOMC (4,9%), e pela forte aceleração

dos ganhos de rendimentos. O dado fornece ainda

mais confiança ao Fed (Federal Reserve) para iniciar

o processo de alta de juros em dezembro, mensagem

que tem sido constantemente reafirmada nos últimos

discursos de seus membros, considerando-se a

ausência de novos choques e picos de volatilidade do

mercado. Em contraponto, a iminente alta de juros

tem sido amenizada pela defesa de que este

processo se dará de maneira bastante gradual, tendo

em vista que a taxa de juros neutra tem rodado

abaixo do patamar pré-crise. Em outras palavras, a

normalização da política monetária deve ocorrer de

maneira menos intensa do que nos ciclos anteriores.

Na Europa, destaque para a tão aguardada reunião

do Banco Central Europeu, que acabou por

decepcionar o mercado ao realizar um afrouxamento

mais contido da sua política monetária do que o

antecipado pelo mercado. Desde a sua última

reunião, o ECB vinha telegrafando que novas

medidas de afrouxamento seriam implementadas em

dezembro, o que foi reforçado pelo vazamento de

notícias de uma postura ainda mais agressiva. O

corte da taxa de depósito em apenas 10 pontos-base

(para -0,30%), bem como a extensão do programa de

compra de títulos (Quantitative Easing) por apenas

seis meses, decisão esta não acompanhada pelo

aumento do volume das compras mensais, resultou

em uma forte realização da moeda e das taxas dos

títulos da região, revertendo a queda que as mesmas

vinham apresentando ao longo das últimas semanas.

Conforme revelam os dados, o crescimento da região

segue robusto, mas a inflação continua a decepcionar

– o Core CPI de novembro voltou a recuar, passando

de 1,1% para 0,9% YoY. O ECB mantém a retórica

de que o programa é flexível, e de que o banco

central ainda tem à sua disposição todos os

instrumentos de política monetária, caso seja

necessário utilizá-los.

Na China, destaque para a decisão do FMI de incluir

o renminbi em sua cesta de moedas internacionais de

reserva, atribuindo um peso de 11% à moeda. A

decisão, de caráter simbólico, reconhece as reformas

promovidas pelo governo chinês no esforço de atingir

a liberalização de sua economia, e deve resultar em

uma postura menos intervencionista por parte do

PBOC neste mercado. Ademais, os dados de

atividade continuam a sugerir uma estabilização do

crescimento em patamar mais baixo.

Por fim, destaque no mês para a forte retração das

commodities, com especial destaque para o petróleo

(-10%) e metais, como níquel e cobre (ambos

recuando -12%). Acreditamos que esta dinâmica,

aliada ao início do processo de alta de juros pelo Fed,

deverá estender para 2016 o cenário atualmente

desafiador enfrentado pelos mercados emergentes.

No cenário doméstico, o ensaio de uma relativa

estabilização do ambiente político, com aprovação de

alguns itens de interesse do governo, foi por água

abaixo com os novos desdobramentos da operação

Lava-Jato. Desta maneira, voltamos ao cenário de

baixa visibilidade e elevada incerteza política, na

margem intensificada pela iniciação do processo de

impeachment aceito pelo presidente da câmara.

Os indicadores de atividade econômica no país

conseguiram novamente decepcionar as expectativas

já negativas, com queda de 1,7% QoQ no PIB do 3T.

Além disso, a forte revisão nos trimestres anteriores

levou as projeções de queda em 2015 para próximo

de 4,0%, deixando um carrego estatístico também

muito adverso para 2016. Além disso, salvo algumas

evidências de estabilização nos indicadores de

confiança, embora em patamares extremamente

Relatório de Gestão

(2)

deprimidos, os demais sinais sugerem que a

atividade ainda não encontrou seu piso.

Em relação à inflação, o recente choque nos

alimentos in natura voltou a pressionar fortemente a

inflação de curto prazo. Além disso, nos próximos

meses devemos ter também impacto altista da

elevação da Cide, trazendo uma sequência de alguns

meses de IPCA próximo a 1,0%.

Em meio à elevação nas projeções de inflação dos

próximos anos, e a piora inflacionária de curto prazo,

o BCB adotou um tom mais hawkish. Após abandonar

a menção a juros estáveis por tempo suficientemente

prolongado, a ata da reunião de dezembro deixou

claro que o atual plano de voo da autoridade

monetária é iniciar um processo de aperto monetário

já na reunião de janeiro.

Enquanto o tamanho do déficit deste ano ainda

permanece indefinido, dependendo da decisão do

TCU a respeito do montante a ser “despedalado” em

2015, o déficit recorrente do governo roda acima de

1,0% do PIB. Para 2016, apesar da perspectiva de

mais receitas extraordinárias, o cenário permanece

bem adverso, com atividade em queda impactando as

receitas já combalidas. Mais downgrades de outras

agências de classificação de risco fazem parte do

cenário base.

Estratégia Multimercado - MACRO

No mercado de câmbio, novembro se mostrou um

mês novamente marcado por forte volatilidade da

moeda local, a despeito desta encerrar o período

estacionada

contra

o

dólar,

exibindo

forte

overperformance em relação aos seus pares.

Carregamos ao longo do período uma posição

comprada em dólar contra real, o que gerou resultado

negativo para o fundo. Continuamos a observar forte

deterioração

dos

fundamentos

econômicos

e

políticos, enquanto ajustes e reformas necessários à

retomada do crescimento permanecem em segundo

plano. A incerteza acentuou-se em face à abertura do

processo de impeachment da presidente, cujo trâmite

será longo e ameaça acelerar a decisão de

downgrade da nota soberana do país por parte das

agências

internacionais

de

risco.

Esperamos

manutenção da volatilidade do mercado local, na

medida em que aumenta a dificuldade de se traçar

cenários no curto-prazo. Em função da conjuntura

local adversa, ainda enxergamos forte assimetria da

moeda local, e por esta razão mantemos nossa

posição comprada em dólar.

No mercado de renda fixa, montamos inicialmente

uma pequena posição tomada na parte curta da curva

de juros, em razão da deterioração da inflação

corrente e das expectativas de mercado. A postura

mais hawkish do banco central, sinalizando a

retomada do ciclo de alta de juros possivelmente já

na próxima reunião, levou o mercado a precificar este

cenário e nos levou a alongar esta posição.

Acreditamos que a sequência de decepções trazidas

pelos resultados fiscais mais negativos, juntamente

com revisões baixistas das projeções para o

crescimento neste e no próximo ano, resultarão em

uma trajetória da dívida pública mais preocupante, o

que corrobora a nossa decisão de manter nossa

posição tomada na parte longa da curva.

No mercado externo e de renda variável, não

adotamos posições relevantes no mês.

Estratégia Long Short

ARX Long Short FIC FIM

Em novembro, o fundo rendeu 0,94% com uma

volatilidade anualizada de 3,79% em 12 meses.

Mantivemos uma exposição bruta (compras +

vendas) ao redor de 108% e apresentamos exposição

financeira próxima de 4,4%.

As principais contribuições positivas vieram das

posições compradas em Suzano e Equatorial e da

posição vendida em Vale. Os impactos negativos

mais relevantes foram causados pelas posições

compradas em Qualicorp e Cielo.

O mês de novembro marcou alguns avanços

importantes na potencial venda da distribuidora Celg,

que pertence ao estado de Goiás e à Eletrobrás.

Enquanto o governo de Goiás declarou a intenção de

vender seu stake, a Eletrobrás fixou um preço mínimo

de venda. Acreditamos que, dado seu excelente track

record de alocação de capital, a Equatorial

dificilmente efetuará a compra se o retorno esperado

for inadequado. Dessa forma, esse potencial deal

configura mais uma opcionalidade positiva para o

case.

Além disso, a empresa divulgou o primeiro resultado

trimestral pós-revisão tarifária da Celpa. Acreditamos

que, a partir de agora, a companhia conseguirá

(3)

3

acelerar o processo de redução de perdas nessa

distribuidora, de modo a melhorar sensivelmente seus

resultados operacionais.

O cenário permanece incerto, mas continuamos

confiantes nas nossas posições e acreditamos que

seguiremos gerando retornos consistentes para o

fundo.

Estratégias Ações

ARX Income FIA

A rentabilidade do fundo foi de 1,20% no mês.

Apresentaram contribuições positivas para o fundo as

altas de Suzano Papel e Celulose (+15,53%), Fibria

(+8,72%) e Embraer (+7,50%).

As principais contribuições negativas foram Copel

(-11,69%), Marfrig (-7,69%) e Ultrapar (-6,37%).

As maiores posições do fundo são em Itaúsa, Suzano

Papel e Celulose, Bradesco, Copel e Fibria.

O Ibovespa teve queda de -1,63% no mês de

novembro. As ações da Suzano Papel e Celulose

foram um dos destaques do mês após a empresa

anunciar aumento de preços de alguns tipos de papel

e a interrupção da produção de duas usinas de

celulose concorrentes por questões ambientais. Essa

diminuição de oferta de celulose também influenciou

positivamente as ações da Fibria. As ações da

Embraer foram beneficiadas pela perspectiva positiva

do mercado de aviação. No lado negativo, as ações

da Copel sofreram principalmente após a divulgação

dos resultados do terceiro trimestre, com resultado

bastante negativo na parte de distribuição. No caso

da Marfrig, as ações sofreram em linha com o setor.

ARX FIA

No mês de novembro, a rentabilidade do fundo foi de

0,32% contra -1,63% do Ibovespa.

As principais contribuições positivas, em termos de

alfa, vieram de Suzano e Equatorial, enquanto as

principais perdas, de Cielo e Qualicorp.

Possuímos investimento na Cielo há alguns anos e já

discorremos diversas vezes sobre todos os pontos do

case que nos atraem, mas, nessa carta, gostaríamos

de ressaltar três deles. Em primeiro lugar, a natureza

competitiva do business e as vantagens competitivas

da Cielo possibilitam aumentos de preços nas taxas

de antecipação e nos alugueis das máquinas, o que é

fundamental num ambiente em que o crescimento de

volumes tende a desacelerar. Em segundo lugar, o

atual ambiente de crédito escasso contribui para o

crescimento da linha de antecipação de recebíveis,

pois as empresas recorrem a esse serviço da Cielo

para aliviar a pressão sobre o caixa. Finalmente,

ainda vemos oportunidades para melhor controle de

custos e renegociações com fornecedores que

podem contribuir para o desempenho da margem

operacional da companhia. Essa combinação de

fatores faz com que a Cielo seja uma das poucas

companhias da bolsa capazes de manter crescimento

de lucro superior a dois dígitos pelos próximos dois

anos, o que, aliado ao atual valuation pouco

demandante, configura uma excelente oportunidade

de investimento.

Sabemos que 2016 será um ano de travessia volátil,

mas, olhando para um prazo mais longo, acreditamos

que há uma gama de ativos que, aos preços atuais,

apresentam uma assimetria favorável de risco vs.

retorno. Desse modo, buscamos investir em ativos

com valuation descontado ou com premissas pouco

agressivas.

O Fundo tem suas maiores posições setoriais em

bancos, energia elétrica e serviços financeiros.

Individualmente, temos Equatorial, Cielo e Itau como

maiores alocações.

ARX Extra FIC FIM

ARX Long Term FIA

ARX Long Term Institucional FIA

Devido à estratégia de longo prazo, este Relatório de

Gestão trará apenas semestralmente (junho e

dezembro) um texto detalhado sobre a performance

destes fundos.

(4)

Rentabilidade (%)

Estratégias/Fundos

Nov-15 Out-15 Set-15

Ano

2

12

meses

Desde o início

Data de

início

PL médio

12 meses

3

DI

BNY Mellon ARX Cash CP

1,01

1,06

1,07

11,41

12,43

395,35

13/06/02

160.891

% do CDI 96,19 96,11 96,17 95,66 95,60 91,53

BNY Mellon ARX FI Referenciado DI LP

1,01

1,06

1,07

11,42

12,43

211,55

03/02/05

274.960

% do CDI 96,01 96,05 96,18 95,71 95,64 91,53

BNY Mellon ARX INR-281

1,01

1,06

1,07

11,42

12,43

160,40

14/03/06

631.347

% do CDI 95,89 96,12 96,21 95,71 95,64 92,27

Multimercado

ARX Target FIM

1

0,98

0,97

1,20

10,96

11,84

264,90

05/07/04

94.960

% do CDI 92,78 87,52 108,37 91,86 91,07 100,86

ARX Hedge FIM

0,91

0,98

1,06

10,08

11,01

1.311,55

28/05/98

42.137

% do CDI 86,16 88,54 95,87 84,47 84,69 125,12

ARX Hedge Plus FIM

0,82

1,09

1,41

10,19

11,09

201,73

31/03/06

108.932

% do CDI 77,59 98,41 127,53 85,42 85,29 117,49

ARX Especial FIC FIM

0,78

1,28

1,91

10,42

11,41

85,34

15/12/09

87.646

% do CDI 74,30 115,92 172,32 87,35 87,81 108,61

Equity Hedge

ARX Extra FIC FIM

0,96

0,58

0,98

8,21

8,71

507,06

29/12/03

977.580

% do CDI 91,03 51,97 88,34 68,79 67,02 174,11

Long Short

ARX Long Short FIC FIM

0,94

1,45

0,01

4,99

5,53

351,66

16/03/05

376.711

% do CDI 89,44 131,23 0,99 41,85 42,53 156,18

ARX Long Short 30 FIC FIM

0,94

1,46

0,02

5,01

5,55

64,88

24/05/11

370.061

% do CDI 89,23 131,75 1,63 42,00 42,67 116,98

Ações

ARX Income FIA

1,20

-1,75

0,88

-3,13

-9,26

2.427,61

17/06/99

159.342

vs. Ibovespa (em p.p.) 2,83 -3,54 4,24 6,65 8,29 2.141,67

ARX FIA

0,32

0,52

-4,63

-12,40

-19,23

904,36

18/07/01

223.417

vs. Ibovespa (em p.p.) 1,95 -1,27 -1,27 -2,62 -1,68 681,78

ARX Long Term FIA

1,13

2,17

-1,92

-4,27

-9,78

295,11

05/09/08

127,188

vs. IGPM+6 (em p.p.) -0,88 -0,17 -3,33 -20,17 -27,02 164,06

ARX Long Term Institucional

FI

A

0,82

2,26

-1,72

-4,86

-10,63

3,60

28/01/13

34.349

Previdência

ARX Income Previdência FIM

1,32

0,47

-0,25

0,56

-3,50

512,77

25/09/00

17.254

Indexadores

CDI

1,06

1,11

1,11

11,93

13,00

Ibovespa

-1,63

1,80

-3,36

-9,77

-17,55

Small Cap

-1,98

5,45

-2,71

-18,03

-24,06

IGPM + 6%

2,01

2,34

1,41

15,90

17,24

Notas: 1 - O fundo iniciou em 02/09/1999, mudou sua estratégia para Multimercado com Renda Variável em 05/07/2004 e em 17/03/2014 incorporou o fundo ARX Target Plus FIM; 2 - Ano Corrente; 3 - Unidade: Milhares de Reais.

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5

Informações Importantes

BNY Mellon ARX Cash: O fundo tem por objetivo acompanhar a variação do CDI no curto prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,5%a.a. Não há taxa máxima de administração. Não há taxa de performance. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Curto Prazo. Aplicação Inicial Mínima: não há. Saldo de permanência no fundo: não há. Movimentação Mínima: não há.  BNY Mellon ARX Fi Referenciado DI LP: O fundo busca obter remuneração diária próxima ao CDI. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,5%a.a. Não há taxa máxima de administração. Não há taxa de performance. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Referenciado DI. Aplicação Inicial Mínima: não há. Saldo de permanência no fundo: não há. Movimentação Mínima: não há.  BNY Mellon ARX INR-281: O fundo busca obter remuneração diária próxima ao CDI. Destinado aos investidores não residentes. Taxa de administração de 0,5%a.a. Não há taxa máxima de administração. Não há taxa de performance. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Referenciado DI. Aplicação Inicial Mínima: não há. Saldo de permanência no fundo: não há. Movimentação Mínima: não há.  ARX Target: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,9%a.a. Taxa de administração máxima de 1,35%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D0. Resgates liquidam em D+1. Classificação ANBIMA: Multimercados Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O fundo ARX Target FIM incorporou o ARX Hedge FIM e parte do ARX Institucional FIM a partir de 30/04/2008 e em 17/03/2014 incorporou o fundo ARX Target Plus FIM.  ARX Hedge FIM: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administ ração de 1,5%a.a. Taxa de administração máxima de 2,5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D0. Resgates liquidam em D+1. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Multimercados Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O fundo ARX Hedge FIM incorporou o fundo ARX Plus FIM a partir de 30/04/2008.  ARX Hedge Plus: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 3%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações cotizam em D0 respectivamente. Resgates cotizam em D+4. Resgates liquidam em D+1 (dia útil) após a cotização do resgate. Classificação ANBIMA: Multimercados Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Especial: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima d e 3%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações cotizam em D0 respectivamente. Resgates cotizam em D+10 ou D+0 (com taxa de saída de 5%). Resgates liquidam em D+1 (dia útil) após a cotização do resgate. Taxa de saída: 5% sobre o valor do resgate, revertendo ao fundo para cotização em D0 e pagamento em D+1 . Classificação ANBIMA: Multimercado Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Extra FIC FIM: O objetivo do fundo é aproveitar as melhores oportunidades de investimento através de uma administração ativa agressiva na alocação de seus recursos, visando superar o CDI ao longo prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2,5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Cotização em D0 com taxa de saída de 5% (cinco por cento) sobre o valor do montante resgatado e pagamento em D+1. Com isenção de taxa de saída: D+30, para conversão no próximo dia útil. Classificação ANBIMA: Multimercado Estratégia Específica. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Long Short FIC FIM: O objetivo do fundo é aproveitar as melhores oportunidades de investimento através de uma combinação em lastro de títulos públicos federais com uma administração ativa em ações, utilizando instrumentos disponíveis tanto no mercado à vista quanto em derivativos. O fundo visa superar o CDI no longo prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2.5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D+1 e D+4 respectivamente. Resgates liquidam em D+5. Classificação ANBIMA: Multimercado Estratégia Específica. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O Fundo ARX Long Short FIM incorporou os fundos ARX Long Short 30 FIC FIM e ARX Long Short 30 PF FIC FIM a partir de 19/02/2009.  ARX Long Short 30 FIC FIM: O objetivo do fundo é aproveitar as melhores oportunidades de investimento através de uma combinação em lastro de títulos públicos federais com uma administração ativa em ações, utilizando instrumentos disponíveis tanto no mercado à vista quanto em derivativos. O fundo visa superar o CDI no longo prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2.5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações cotizam em D+1 e resgates em D+30 (corridos) com isenção da taxa de saída e D+4 (úteis) com taxa de saída de 5% sobre o valor resgatado. Resgates liquidam em D+1 após a cotização. Classificação ANBIMA: Long and Short Neutro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Income FIA: O objetivo do fundo é auferir rendimentos superiores à taxa de juros no longo prazo, por meio de investimento em ações. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 3%a.a. Taxa de administração máxima de 4%a.a. Não há taxa d e performance. Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+1. Resgates liquidam em D+4. Classificação ANBIMA: Ações Dividendos. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O fundo ARX Income FIA incorporou o Mellon Income 10 FIA a partir de 10/04/2007. O Ibovespa é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo.  ARX FIA: O fundo busca, através de uma escolha seletiva de ativos, maximizar o retorno de seus investimentos em ações, visando superar o Ibovespa. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 4%a.a. Taxa de administração máxima de 4.5%a.a. Não há taxa de performance. Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+1. Resgates liquidam em D+4. Classificação ANBIMA: Ações Ibovespa Ativo. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Long Term FIA: O Fundo busca obter retornos absolutos não correlacionados a quaisquer índices. Destinado a investidores qualificados que estejam dispostos a aceitar os riscos inerentes ao mercado de renda variável. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administraçã o máxima de 2.5%a.a. Taxa de performance de 20% do que exceder o IGPM + 6; Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+60. Resgates liquidam em D+3 (Dias Úteis) após a cotização. Classificação ANBIMA: Ações Livres. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5 .000. O Ibovespa é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo.  ARX Long Term Institucional FIA: O Fundo busca obter retornos absolutos não correlacionados a quaisquer índices. Destinado a investidores como Entidades Fechadas de Previdência Complementar (“EFPC”), Regimes Próprios de Previdência Social (“RPPS”) e fundos de investimento que tenham seus regulamentos adaptados a receber aplicações de cotistas classificados como EFPC e RPPS. Taxa de administração de 3%a.a. Taxa de administração máxima de 3.5%a.a. O fundo não cobra Taxa de performance; Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+60. Resgates liquidam em D+3 (Dias Úteis) após a cotização. Classificação ANBIMA: Ações Livres. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. ARX Income Previdência FIM: O fundo busca proporcionar liquidez, proteção e rendimento aos planos de previdência atrelados a ele, atr avés de investimentos em carteira diversificada de ativos financeiros. O fundo é destinado, exclusivamente, a receber recursos referentes às reservas técnicas de planos estruturados na modalidade de contribuição variável, cuja remuneração esteja calcada na rentabilidade de carteiras de investimentos PGBL e VGBL da ICATU HARTFORD SEGUROS S/A. Taxa de administração de 1,9%a.a. Não há taxa de administração máxima. Não há taxa de performance. Classificação ANBIMA: Previdência multimercados com renda variável. Não há Aplicação Inicial Mínima, Saldo de permanência no fundo ou Movimentação Mínima. O CDI é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo.  Horário para aplicações e resgates: das 10:00h às 14:00h.  Fundos de investimento não contam com a garantia do administrador, do gestor, de qualquer mecanismo de seguro ou, do fundo garantidor de créditos – FGC. A Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A Rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxa. Leia o prospecto e o regulamento antes de investir. Em atendimento à Instrução CVM nº 465, desde 02/05/2008, os fundos de renda variável deixaram de apurar sua rentabilidade com base na cotação média das ações e passou a fazê-lo com base na cotação de fechamento. Assim comparações de rentabilidade devem utilizar, para períodos anteriores a 02/05/2008, a cotação média dos índices de ações e, para períodos posteriores a esta data, a cotação de fechamento.

Os fundos ARX Hedge FIM, ARX Hedge Plus FIM, ARX Extra FIC FIM, ARX Long Short FIC FIM, ARX Long Short 30 FIC FIM e ARX Long Term FIA estão autorizados a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior. Não há garantia de que os fundos multimercados e de renda fixa terão o tratamento tributário para fundos de longo prazo. Alguns fundos geridos pela ARX Investimentos utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas. As taxas de administração máximas previstas compreendem a taxa de administração mínima e o percentual máximo que a pol ítica do fundo admite despender em razão das taxas de administração dos fundos de investimento investidos. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas. Os fundos de ações e multimercados com renda variável podem estar expostos a significativa concentração em ativos de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes. O indicador CDI é mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance para os fundos de Previdência e Ações. O indicador Ibovespa é mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance para os fundos DI, Multimercados, Equity Hedge, Long Short, Previdência, Arx Long Term Fia e Arx Long Term Institucional Fia. Os indicadores IGPM+6% e Small Cap são meras referências econômicas, e não meta ou parâmetro de performance para os Fundos DI, Multimercados, Equity Hedge, Long Short, Previdência, ARX Income FIA, ARX FIA e Arx Long Term Institucional Fia. Os fundos de crédito privado estão sujeitos a risco de perda substancial de seu patrimônio líquido em caso de eventos que acarretem o não pagamento dos ativos integrantes de sua carteira, inclusive por força de intervenção, liquidação, regime de administração temporária, falência, recuperação judicial ou extrajudicial dos emissores responsáveis pelos ativos do fundo.  Administrador/Distribuidor: BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A. (CNPJ: 02.201.501/0001-61). Av. Presidente Wilson, 231, 11º andar - Rio de Janeiro, RJ, CEP 20030-905 - www.bnymellon.com.br/sf.  Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC): [email protected] ou (21) 3219–2600 ou 0800 725 3219.  Ouvidoria: [email protected] ou 0800 725 3219.

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