1 – Submeter o CB PM RG 62.208 PAULO JORGE ANDRADE DO NASCIMENTO, do 24º BPM e o SD PM RG 72.577 WESLEY SILVÉRIO DA CONCEIÇÃO, do BPVE, à Comis-são de ReviComis-são Disciplinar, com fulcro no art. 7º, inciso I, alínea b, Portaria PMERJ nº 0168, de 06Jan95, face ao APF nº 015-00296/2006, de 02Fev06, a título de receptação do veículo, marca Ford, modelo Focus, cor cinza, ano 2003, placa LOU 0122/RJ, relacionado ao primeiro revisio-nado, quando este estava na direção do referido veículo, estacionado em frente ao Hospital Mi-guel Couto, por volta de 0005 h do dia 02Fev06, sendo notado por um policial civil que o mes-mo estava armado, e após consulta da placa do veículo, foi constatado que este era produto de roubo, ato contínuo, o policial civil comunicando o fato a policiais militares do 23º BPM, que o seguiram e abordaram-no na entrada do túnel Rebouças, sentido Zona Norte, autuando-o em fla-grante. Diante às investigações, houve indícios de envolvimento do segundo revisionado, decor-rente de acusação formal realizada pelo primeiro revisionado contra este, onde o primeiro revi-sionado alega ter recebido o veículo do segundo revirevi-sionado, com proposta de venda a ser acor-dada posteriormente, havendo contradições relevantes por parte do segundo revisionado, tendo o mesmo faltado à verdade em depoimento, reduzido a termo neste PA, quanto ao contato tele-fônico havido entre as partes na data de 01Fev06. Providencie a CIntPM/SJD quanto à nomea-ção do Colegiado, nos seguintes termos: Presidente – Subcomandante do 24º BPM; 1º Membro – Oficial P/1 do BPVE; 2º Membro – 01 (um) Oficial Comandante de Subunidade do 24º BPM. Providencie a CIntPM/SJD a remessa dos autos ao Presidente da Comissão de Revisão Discipli-nar, para servir de peça exordial, assim que nomeado;
2 – determinar aos Comandantes do 24º BPM e do BPVE a apresentação dos revisio-nados à DGP para o acautelamento de suas carteiras de identidade funcionais/PMERJ, conforme determinação constante em BOL PM nº 234, de 09 Dez 96, bem como para a emissão das res-pectivas cédulas de identidade temporárias, onde conste a referida revogação;
3 – deixar de apreciar o aspecto disciplinar dos revisionados para que este seja anali-sado oportunamente quando da solução da CRD, onde os membros que o presidirem posicionar-se-ão neste certame;
4 – revogar, com fulcro no art. 6º, § 1º, da Lei nº 10.826/2003, c/c os art.24 e 33, §§ 1º e 2º, do De-creto Federal nº 5.123/2004, as autorizações concedidas ao CB PM RG 62.208 PAULO JORGE ANDRADE DO NASCIMENTO, do 24º BPM e ao SD PM RG 72.577 WESLEY SILVÉRIO DA CONCEIÇÃO, do BPVE, para o porte da(s) arma(s) registrada(s) em seus nomes;
5 – remeter cópias do parecer e desta solução à 15ª DP, CGU e IGP, para conhecimento; 6 – arquivar cópias do parecer e desta solução na CIntPM/SJD; e
7 – arquivar cópias dos autos na 3ª DPJM.
(Nota nº 4018 11 ago 06 – CIntPM/RUP)
4. SOLUÇÕES REFERENTES AOS PROCEDIMENTOS E PROCESSOS ADMINISTRA-TIVOS DISCIPLINARES NA PMERJ – PADRONIZAÇÃO – DETERMINAÇÃO DE SEGUIMENTO PELAS OPM
Ref: CIntPM nº 15.248/2006.
O Comandante-Geral, considerando os procedimentos e processos administrativos disciplinares em trâmite na Corporação, faz publicar as disposições seguintes com relação a padronização mínima das soluções daqueles na PMERJ:
1 – Inquérito Policial Militar:
- o primeiro parágrafo deverá conter a síntese do fato, notadamente o que consta no Registro de Ocorrência, nanotitia criminis formulada, na delação feita pelo ofendido/vítima ou similar, notícias de jornal, etc;
- o segundo parágrafo deverá conter as declarações do ofendido, do condutor da ocorrência, das testemunhas, etc;
- o quarto parágrafo deverá ser destinado ao cotejo das declarações com os elementos materiais presentes no IPM e, dentro desta idéia, a conclusão de haver ou não infração penal militar;
- o quinto parágrafo é a decisão do Comandante-Geral (Comandante, Chefe, Diretor de OPM), no-tadamente:
a) se há indícios de infração penal militar, sem que seja ditocrime de competência, posto que o art. 22 do CPPM se refere a indício de crime, e não as considerações anteriormente faladas, apontando a autoria e materialidade;
b) se há elementos indicativos de instauração de Inquérito Policial, devendo haver referência a e-ventual IP instaurado pela Autoridade de Polícia Judiciária, Registro de Ocorrência e, caso não haja nem um, nem outro, não se olvidar da publicação contida no art. 9º, §§1º e 2º, das Instruções Reguladoras Relacionadas à Resolução GPGJ nº 971, de 31 de janeiro de 2001, da Procuradoria-Geral de Justiça, presentes no tópico nº 11 da quarta parte do Boletim da PM nº 083, de 07 de maio de 2001;
c) se há infração disciplinar grave, indicativa de submissão a Conselho de Justificação, Conselho de Disciplina, Comissão de Revisão Disciplinar, Conselho Escolar de Disciplina, lembrando que a submissão a CJ é de competência do Secretário de Estado de Segurança Pública, bem como a revogação do porte de arma dos Oficiais e emissão de carteira de identidade temporária só após a indicação do Secretário, e que, para as praças, o porte de arma deve ser revogado (ou sugerido ao Comandante-Geral que o revogue, em caso de indicação pelo Comandante/Chefe/Diretor de OPM na solução de procedimentos/PAD de sua atribuição), bem como deve ser acautelada a cédula de identidade PMERJ do submetido e apresentado este a DGP para emissão de cédula de i-dentidade temporária;
d) se deve ser extraído o Documento de Razões de Defesa para algum policial militar e qual o mo-tivo ensejador;
e) remessa de cópias dos autos, junto com a portaria instauradora do PAD, aos Presidentes dos Co-legiados (CD, CRD, CED), lembrando que o CJ só após a submissão pelo Secretário de Estado de Segurança Pública;
f) remessa de cópia de solução a CGU, IGP, DP, etc;
g) remessa dos autos a 1ª ou 2ª Promotorias de Justiça junto a AJMERJ; e h) arquivamento do relatório e solução na CintPM/SJD(arquivo da OPM).
2) Sindicâncias e Averiguações:
- o primeiro parágrafo deverá conter a síntese do fato, notadamente o que consta no Registro de Ocorrência, nanotitia criminisformulada, na delação feita pelo ofendido ou similar, etc;
- o segundo parágrafo deverá conter as declarações do ofendido, do condutor da ocorrência, das testemunhas, etc;
- o terceiro parágrafo deverá conter os elementos materiais de constatação, tais como laudos perici-aislato sensu. Tais elementos não são imperativos, mas se Sindicante/Averiguador observar que há possibilida-de na sua obtenção, possibilida-deve ele se engajar em suas anexações ao procedimento/processo e, ao Comandante, Chefe e Diretor, retornar para diligências;
- o quarto parágrafo deverá ser destinado ao cotejo das declarações com os elementos materiais presentes, no que deve ser verificado se o caso é ensejador de instauração de IPM ou se já é possível sua remes-sa a 1ª ou 2ª Promotorias de Justiça junto a AJMERJ, lembrando do art. 28 do CPPM e do art. 2º, §2º, das Ins-truções Reguladoras Relacionadas à Resolução GPGJ nº 971, de 31 de janeiro de 2001, da Procuradoria-Geral de Justiça, presentes no tópico nº 11 da quarta parte do Boletim da PM nº 083, de 07 de maio de 2001;
- o quinto parágrafo é a decisão do Comandante-Geral (Comandante, Chefe, Diretor de OPM), no-tadamente:
a) se deve ser instaurado Inquérito Policial Militar para investigação de autoria e materialidade; b) se há indícios de infração penal militar, sem que seja ditocrime de competência, posto que o art. 22 do CPPM se refere a indício de crime, e não as considerações anteriormente faladas, apontando a autoria e materialidade;
c) se há elementos indicativos de instauração de Inquérito Policial, devendo haver referência a e-ventual IP instaurado pela Autoridade de Polícia Judiciária, Registro de Ocorrência e, caso não haja nem um, nem outro, não se olvidar da publicação no art. 9º, §§1º e 2º, das Instruções Reguladoras Relacionadas à Reso-lução GPGJ nº 971, de 31 de janeiro de 2001, da Procuradoria-Geral de Justiça, presentes no tópico nº 11 da quarta parte do Boletim da PM nº 083, de 07 de maio de 2001;
CJ é de competência do Secretário de Estado de Segurança Pública, e a revogação do porte de arma só deve ser feita após esta indicação, e que, para as praças, o porte de arma deve ser revogado pelo Comandante-Geral (ou sugerido ao Comandante-Geral que o revogue, nos casos de indicação pelo Comandante/Chefe/Diretor de OPM), bem como deve ser acautelada a cédula de identidade PMERJ do submetido e apresentado este a DGP para emissão de cédula de identidade temporária;
e) se deve ser extraído o Documento de Razões de Defesa e qual o motivo ensejador;
f) remessa de cópia dos autos, junto com portaria instauradora, aos Presidentes dos Colegiados (CD, CRD, CED), lembrando que o CJ só após a submissão pelo Secretário de Estado de Segurança Pública;
g) remessa de cópia de solução a CGU, IGP, DP, etc;
h) remessa dos autos a 1ª ou 2ª Promotorias de Justiça junto a AJMERJ; e i) arquivamento do relatório e solução na CIntPM/SJD(arquivo da OPM).
3) Conselho de Disciplina, Comissão de Revisão Disciplinar e Conselho Escolar de Disciplina: Antes das considerações, deve-se ter em conta que nestes processos o militar não responsável pelo fato poderá perder sua graduação ou o militar responsável pelo fato e, por via de conseqüência, indigno de per-manecer na Corporação, pode nela ficar.
- o primeiro parágrafo deverá conter o resumo do fato, notadamente o que consta da Portaria ins-tauradora e no libelo;
- o segundo parágrafo deverá conter as oitivas, em resumo, do(s) acusador(es), testemunha(s) e a-cusado(s);
- o terceiro parágrafo deverá conter os elementos materiais de convicção, tais como laudos periciais lato sensu;
- o quarto parágrafo deverá conter o cotejo das oitivas presentes, entre si e com os elementos mate-riais, além das alegações preliminares e finais feitas pelo(s) acusado(s)/revisionado(s);
- o quinto parágrafo é o atinente a decisão do Comandante-Geral (Comandante, Chefe e Diretor da OPM), notadamente:
a) se o(s) acusado(s) deve(m) ser excluído(s)/licenciado(s);
b) em caso de exclusão/licenciamento, recolher a cédula de identidade temporária, bem como não se olvidar da indisponibilidade do cartão FUSPOM dos eventuais beneficiários;
c) se não houver exclusão/licenciamento, se deve haver punição disciplinar, sem extração de DRD; d) apresentação ao DGP para reaquisição da cédula de identidade; e
e) matrícula, pela DEI, no Programa de Trabalho para Policial Militar/Reciclagem, a ser feito na OPM apropriada;
3.1) Observações importantes:
- verificar se o libelo acusatório é genérico (ou seja, não explicita a acusação feita). Se for genérico, o Comandante deverá proceder a anulação do Processo por si instaurado e, em caso de instauração pelo Coman-dante-Geral, deverá em seu parecer atentar para a hipótese;
- verificar se a inspeção de saúde foi realizada e se ata de realização do exame é pré-datada ou de mesma data do interrogatório do acusado. Se isto não ocorrer, suscitará dúvida se o acusado estará hígido psi-quiatricamente para o ato, e o PAD poderá ser anulado;
- se o acusado for inapto para o PAD, os autos deverão ser arquivados;
- se houver impropriedades, como falta de oitiva de alguma testemunha, não adição de depoimen-tos prestados em outro processo, falta de elemendepoimen-tos materiais que deveriam estar presentes, os audepoimen-tos deverão ser baixados para diligências complementares; e
- se múltiplos policiais constarem do evento, em tese, grave, todos deverão restar como acusados no mesmo processo.
- não está afastada a hipótese de submissão de outros policiais militares a outro PAD, em caso de falta grave, ou se de extração de DRD, motivando; e
- também não está afastada a possibilidade de instauração de IPM, ou mesmo remessa de cópia des-te a 1ª ou 2ª Promotorias de Justiça junto a AJMERJ, bem como a presença de elementos indicadores de instau-ração de IP.
- o primeiro parágrafo deverá conter o resumo sobre o que pleiteia o recorrente;
- o segundo parágrafo deverá conter as observações atinentes aos requisitos de admissibilidade do recurso ( tempestividade; legitimação; interesse de agir e possibilidade jurídica e no caso dos Comandantes, Chefes e Diretores de OPM, não encaminhar a CintPM os recursos indevidamente interpostos);
- o terceiro parágrafo, após superados os requisitos de admissibilidade, fazer breve resumo do fato originador da sanção e, conforme o caso e o devido cotejo com os fatos e as alegações, que deverão conter fatos novos, deve-se deferir ou indeferir o pedido, motivando;
- o quarto parágrafo deverá conter a justificativa de o recorrente ter, ou não, razão no que pleiteia; e
- o quinto parágrafo deverá conter a decisão do Comandante-Geral (Comandante, Chefe e Direto-res de OPM).
4.1) Observações:
- nos casos de recursos atinentes ao RDPMERJ, é imprescindível que o recorrente aduza aos autos a cópia do Boletim da OPM relativo ao início e término do corretivo. Se não constar a peça, o requerimento não deve ser encaminhado;
- os requisitos do art. 62 do RDPMERJ devem ser observados, e os elogios, que comprovam os bons serviços prestados, devem ser obtidos após a sanção que se quer cancelar;
- o secretário-relator deve fazer a pesquisa para observar se o recorrente interpôs outros recursos com iguais fundamentações; e
- nos casos de recursos inominados, onde o recorrente pleiteia a reintegração aos quadros da PMERJ, deve ser observado se o recurso se dirige ao Comandante-Geral ou ao Secretário de Estado de Segu-rança Pública. Em seguimento, se houve pretérita interposição de recurso, ao mesmo argumento. Por fim, ob-servar se há razão, notadamente nos quesitos admissibilidade e mérito, no que pleiteia diante do PAD a que fora submetido;
- deverão ser observados os casos de atribuição do Comandante-Geral, Corregedor e Comandante, Chefe e Diretores de OPM;
- não está afastada a hipótese de submissão de policiais militares a PAD, em caso de falta grave ve-rificada durante a análise do recurso, ou mesmo de extração de outro DRD, tudo motivado; e
- também não está afastada a possibilidade de instauração de IPM, ou mesmo remessa de cópia do recurso a 1ª ou 2ª Promotorias de Justiça junto a AJMERJ, bem como a presença de elementos indicadores de instauração de IP.
5) Documentos de Razões de Defesa:
- o primeiro parágrafo deverá retratar o motivo ensejador da emissão do DRD;
- o segundo parágrafo deverá expor as defesas do defendente, notadamente as razões pelas quais tenta explicar/justificar o fato. Deve ser exposto, também, se o defendente não quis responder ao DRD, bem como se requereu diligências consideradas impróprias;
- o terceiro parágrafo deverá conter a motivação da decisão, notadamente se as razões são, ou não, cabíveis; e
- o quarto parágrafo deverá conter a decisão do Comandante-Geral, Corregedor, Comandante, Chefe ou Diretor de OPM.
5.1) Observações:
- não está afastada a hipótese de submissão de policiais militares a PAD, em caso de falta grave ve-rificada durante a análise do DRD, ou mesmo de extração de outro DRD, tudo motivado; e
- também não está afastada a possibilidade de instauração de IPM, ou mesmo remessa de cópia do DRD a 1ª ou 2ª Promotorias de Justiça junto a AJMERJ, bem como a presença de elementos indicadores de ins-tauração de IP.
6) Informações em Ações Ordinárias, Mandados de Segurança,Habeas CorpuseHabeas Da-ta:
- no segundo parágrafo deverá o secretário-relator/Comandante, Chefe e Diretor de OPM falar das preliminares, mormente se o Comandante-Geral, Corregedor, Comandante/Chefe/Diretor de OPM são as autori-dades coatoras; se o autor/impetrante é legitimado para a questão; se há interesse de agir; se o pedido é possível; - o terceiro parágrafo o deverá o secretário-relator da CIntPM/Comandante, Chefe e Diretor de OPM deverá atacar o mérito, fazendo resumo do fato ensejador do PAD e o porquê do autor/impetrante ter sido excluído/licenciado;
- o quarto parágrafo deverá conter o porquê de o autor/impetrante não ter razão no que pleiteia (o relator deve dominar o PAD, para que presta a informação de modo categórico); e
- o quinto parágrafo deverá conter a finalização, dizendo que o autor/impetrante não tem razão no que pretende, requerendo o indeferimento do pedido.
6.1) Observações:
- se a AO/MS/HC/HD vierem da Seção Jurídica do Gabinete do Comando-Geral, as informações deverão ser encaminhadas para esta Seção, junto com cópia parcial dos autos; e
- se a AO/MS/HC/HD vierem diretamente do juízo, as informações devem ser remetidas, por meio de ofício, ao juízo em referência, com cópia parcial dos autos, bem como a PGE as mesmas informações, tam-bém por ofício.
Com efeito, as críticas e sugestões referentes a esta publicação ser enviadas a CIntPM para análise e republicação, se for o caso.
(Nota nº 4008 – 11Ago06 – CIntPM/RUP)
5. DOCUMENTO DE RAZÕES DE DEFESA – DECISÃO – ARQUIVAMENTO REPUBLICAÇÃO
Ref: CIntPM nº 12.052/2006 e 17.644/2006 - DRD nº 0110/06.
DEFENDENTE: CB PM RG 63.194 RICARDO DE OLIVEIRA FILHO, do 23º BPM. ORIGEM: Averiguação de Portaria nº 0164/2559/2004 - CIntPM nº 31.123/2004.
O Documento de Razões de Defesa em questão foi extraído em virtude de o defendente ter, no dia 10SET04, no Município de Bom Jesus de Itabapoana, ameaçado o 3º SGT PM RG 46.488 CARLOS JOSÉ MUSQUIM CERQUEIRA, no interior da sede da 2ª CIA do 29º BPM e na presença de outros policiais milita-res, bem como ter feito uso de bebidas alcoólicas, vindo a embriagar-se e assim se comportar sem compostura em lugar público, provocando superior hierárquico e pares.
Como defesa, o defendente apresentou a retratação no Processo nº 2004.846.001266-5, onde consta que a vítima se subtraiu do direito de representação, manifestando o interesse em não dar prosseguimento ao processo.
Ocorre que o defendente já foi punido pelo Comandante do 23º BPM pela mesma hipótese, visto o Boletim Interno nº 041, de 07 de março de 2005, bem como a cópia do Livro de Partes Diária do Oficial-de-Dia do 23º BPM registrando o início do corretivo
Desta forma, o Corregedor decide arquivar os autos na CIntPM/SJD
(Nota republicada por haver saído com incorreção no tópico nº 06 da quarta parte do Boletim da PM nº 104, de 07 de junho de 2006)
(Nota nº 2947 – 07 jun 06 – CIntPM/RUP)
6. SOLICITAÇÃO DE PRORROGAÇÃO DE PRAZO – DECISÃO – CONCESSÃO – ARQUIVAMENTO
Ref: CIntPM nº 18.113/2006 – Portaria nº 0609/2538/04
SOLICITANTE: MAJ PM RG 52.811 RICARDO BAKR DE SOUZA FARIA, do GEPCPB.
No requerimento onde o Maj PM Faria roga a concessão de prorrogação de prazo, por 15 (quinze) dias, visando a obtenção da ata de inspeção de saúde do acusado, tudo atinente ao Processo Administrativo Dis-ciplinar que preside, o Corregedor dá o seguinte despacho: Concedo pelo prazo rogado, a contar de 25 de julho de 2006.