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Linux: Comandos Básicos (Parte 2)

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Academic year: 2021

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(1)

Linux: Comandos Básicos (Parte 2)

Disciplina: Laboratório de Sistemas Operacionais

Prof.ª Daniella Dias [email protected]

(2)

Permissões

Todo arquivo em um sistema do Linux tem permissões de acesso.

Isso permite ou impede os usuários de vê- lo, modificá-lo ou executá-lo.

O super usuário "root" tem a habilidade de acessar qualquer arquivo no sistema.

Cada arquivo contém restrições de

acesso, restrições de usuário e tem uma

associação de dono/grupo.

(3)

Permissões

Todo arquivo é protegido pelos seguintes grupos de permissão, em ordem de

importância:

usuário – aplica-se para o usuário que é o dono do arquivo.

grupo – aplica-se ao grupo que está associado ao arquivo.

outros – aplica-se a todos os outros usuários.

(4)

Permissões

Estas permissões se comportam de maneiras distintas para arquivos e diretórios:

leitura

arquivos podem ser exibidos/abertos

conteúdo de diretórios podem ser exibidos

escrita

arquivos podem ser editados ou apagados

conteúdo de diretórios podem ser modificados

execução

arquivos executáveis podem ser executados como um programa

diretórios podem ser acessados

(5)

Permissões

As permissões de acesso podem ser vistas através do comando “ls –l”

Tipo do arquivo e permissões

Número de ligações diretas (hard links)

Dono Grupo Tamanho

Data e hora da última modificação

Nome do arquivo ou

diretório Diretório

(6)

Permissões

“d” – diretório

“-” – arquivo

“l” – link

dono grupo outros

r – permissão de leitura w – permissão de escrita x – permissão de execução

“-” – ausência da permissão

Importante!

As permissões dos arquivos dependem das permissões do diretório. Por

exemplo, mesmo que um arquivo tenha permissões “-rwxrwxrwx”, outros usuários só poderão acessá-lo se tiverem permissão de busca (x) neste diretório.

(7)

Alterando permissões

Comando chmod (Change Mode)

chmod {a,u,g,o}{+,-,=}{r,w,x} <nome do arq ou diretório>

a – all; u – user; g – group; o – other Exemplos:

chmod a+r carta chmod +r carta chmod o=rx carta chmod u+rwx carta

(8)

Metacaracteres

Permitem a expansão de nomes de arquivos e diretórios.

* – refere-se a um conjunto qualquer de caracteres.

? – expande somente um caracter.

Exemplos:

ls *o ls o*

ls cart*

ls cart?

ls ?ar*

(9)

find

Procura um arquivo dentro de uma hierarquia de

diretórios, imprimindo o caminho a partir do diretório atual.

find <caminho> -name <nome do arquivo>

Se não for especificado o caminho, a busca será realizada no diretório atual.

No caso do uso de metacarcteres, o nome do

arquivo deve ficar entre aspas.

(10)

locate

Procura em seu banco de dados todos os diretórios e/ou arquivos que contenham a expressão

fornecida.

locate <expressão>

Enquanto o banco de dados utilizado pelo comando não estiver totalmente atualizado, arquivos recentes podem não ser encontrados.

Exemplo:

locate “*.c”

(11)

grep

Filtra um determinado texto da entrada, enviando para a saída apenas as linhas que contenha a sequencia de caracteres.

grep [opções] <string> <arquivo>

(12)

ps

Fornece informações sobre os processos que estão executados na máquina.

ps [opções]

(13)

ps

(14)

ps –au - Exercício

1.

Abra outro terminal.

Execute o comando sudo su para mudar seu usuário para root.

Abra o editor de textos nano e deixe-o aberto.

No terminal anterior execute novamente

o comando ps au

(15)

kill

É utilizado para mandar um sinal a um determinado processo, normalmente terminando-o.

kill [-<numero do sinal>] <PID>

(16)

Kill - Exercício

1. Execute o comando ps.

2. Execute o comando cat > casa e digite algo.

3. Mantenha o comando executando e abra outro terminal.

4. Execute novamente o comando ps au.

5. Verifique o número do processo do comando cat e execute kill -9 [processo].

6. Observe o terminal que estava executando o cat.

7. Verifique se o arquivo casa foi gerado, se sim,

verifique seu conteúdo.

(17)

tar

Guarda uma série de arquivos dentro de apenas um arquivo.

tar [opções] <lista de arquivos>

(18)

tar – Exercício

1. Crie um arquivo (.tar) contendo todos os arquivos de seu diretório.

2. Repita o procedimento anterior no modo verboso.

3. Verifique o tamanho do arquivo gerado.

4. Repita incluindo a opção z.

5. Verifique o novo tamanho.

6. Crie um diretório e copie o arquivo gerado para o mesmo.

7. Descompacte o arquivo (opção -xf)

(19)

gzip

No geral, remove o(s) arquivo(s) de entrada e

escreve um arquivo de saída compactado com o mesmo nome, acrescentado da extensão .gz.

gzip [opções] <nome do arquivo>

(20)

gzip - Exercício

1. Compacte o arquivo criado anteriormente (comando tar).

2. Use a opção -l

3. Descompacte o arquivo.

(21)

Entradas e saídas

A entrada de um programa consiste nos dados que lhe são passados inicialmente e necessários para execução do mesmo.

Pode vir do teclado (padrão) ou de um arquivo, por exemplo.

A saída é constituída pelas informações

geradas pelo programa, ou seja, resultado de sua execução.

Pode ser mostrada na tela (padrão) ou em um

arquivo de registro.

(22)

Entrada e Saída

Comando cat

cat arquivo.txt

cat

Comando sort (lê dados da entrada padrão e os ordena)

sort arquivo.txt

sort

(23)

Redirecionando saídas

> (redirecionamento destrutivo)

>> (redirecionamento não-destrutivo) Exemplos:

ls -l / > arquivos.txt

ls -la /var >> arquivos.txt cat > saida.txt

sort > saida_sort.txt cat >> saida.txt

sort >> saida_sort.txt

(24)

Redirecionando entrada

| (pipe) Exemplos:

ps -aux | grep nano

cat saida.txt | sort > saida_sort.txt

Referências

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