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COM MODELOS DE DENÚNCIAS, REQUERIMENTOS E IMPUGNAÇÕES

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COM MODELOS DE DENÚNCIAS,

REQUERIMENTOS E IMPUGNAÇÕES

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Sras. e Srs. Advogados(as), Delegados(as) de Partidos e Fiscais de Seções Eleitorais,

Apesar da Constituição Federal estar se aproximando dos 30 anos de sua promulgação, nossa democracia ainda enfrenta muitos obstáculos para sua consolidação, com ingerências do poder político e econômico e tentativas de ludibriar o cidadão.

O período de Eleições é o momento de prática direta da democracia, a concretização da cidadania. É a ocasião em que o cidadão brasileiro tem a oportunidade de mudar os rumos da nossa política, fazendo valer a sua vontade e soberania, escolhendo os representantes que possam defender seus interesses e anseios ao longo dos próximos quatro anos.

Com tamanha importância para o futuro da nação, o ato de votar deve ser preservado a todo custo. Por isso, a necessidade de que todos os envolvidos estejam atentos e vigilantes para que não haja máculas no direito basilar de cada eleitor exercer sua cidadania, dando o seu voto, de forma livre e consciente.

Assim sendo, este pequeno manual traz balizas para auxiliar na salvaguarda do pleito eleitoral, com regras e orientações para a fiscalização no dia da eleição a serem observadas pelos atores do processo eleitoral.

Você, Advogado(a), Delegado(a) de Partido/Coligação e Fiscal de Seções Eleitorais têm papel relevantíssimo neste momento, com a responsabilidade de preservar a higidez da votação, impedindo a repetição de práticas ilícitas tão antigas quanto condenáveis, dirigidas à compra de voto, perturbação da ordem dos trabalhos de votação, “boca de urna”, transporte ilícito de eleitores, dentre outros. Para tanto, deve-se estar atento e vigilante, conhecendo os direitos e deveres inerentes às suas funções.

Ao final do manual encontram-se, ainda, modelos de requerimentos, denúncias e impugnações para que possa melhor exercer o seu mister, garantindo o direito do cidadão ao voto livre e consciente.

Bom proveito e bom pleito a todos(as)!

GÉORGIA FERREIRA MARTINS NUNES ADVOGADA-SÓCIA DO ESCRITÓRIO GÉORGIA NUNES

ADVOGADOS ASSOCIADOS

(4)

ELEIÇÕES 2016

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO

1. RETA FINAL

Considerações importantes sobre o calendário eleitoral do pleito de 2016 Antes de nos preocuparmos especificamente com a fiscalização no dia pleito, faz-se necessário relembrar algumas datas significativas no calendário eleitoral, que antecedem a votação, para que os partidos, coligações e candidatos possam se preparar para o grande momento.

TERÇA-FEIRA

5 dias antes

QUINTA-FEIRA

3 dias antes

1. Data a partir da qual nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito, ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou por desrespeito a salvo-conduto.

(Código Eleitoral, art. 236, caput)

1. Data a partir da qual o juiz eleitoral ou o presidente da mesa receptora poderá expedir salvo-conduto em favor de eleitor que sofrer violência moral ou física na sua liberdade de votar.

(Código Eleitoral, art. 235, parágrafo único)

29

SETEMBRO

27

SETEMBRO

(5)

2. Último dia para a divulgação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.

(Lei nº 9.504/97, art. 47, caput)

3. Último dia para propaganda política mediante reuniões públicas ou promoção de comícios e utilização de aparelhagem de sonorização fixa, entre as 8 horas e as 24 horas, prorrogáveis por mais 2 horas.

(Código Eleitoral, art. 240, p. único e Lei nº 9.504/97, art. 39, § 4º e § 5º,I)

4. Último dia para a realização de debate no rádio e na televisão, admitida a extensão do debate cuja transmissão se inicie nesta data e se estenda até as 7 horas do dia 30 de setembro de 2016.

5. Último dia para o juiz eleitoral remeter ao presidente da mesa receptora o material destinado à votação.

(Código Eleitoral, art. 133).

6. Último dia para os partidos políticos e coligações indicarem, perante os juízos eleitorais, o nome das pessoas autorizadas a expedir as credenciais dos fiscais e delegados que estarão habilitados a fiscalizar os trabalhos de votação durante o pleito eleitoral.

SEXTA-FEIRA

2 dias antes

1. Último dia para a divulgação paga, na imprensa escrita, de propaganda eleitoral, no espaço máximo, por edição, para cada candidato, partido político ou coligação, de um oitavo de página de jornal padrão e um quarto de página de revista ou tablóide.

(Lei nº 9.504/97, art. 43, caput).

30

SETEMBRO

(6)

2. Data em que o presidente da mesa receptora que não tiver recebido o material destinado à votação deverá diligenciar para o seu recebimento.

(Código Eleitoral, art. 133, § 2º).

1. Último dia para entrega da segunda via do título eleitoral.

(Código Eleitoral, art. 69, parágrafo único).

2. Último dia para a propaganda eleitoral mediante alto-falantes ou amplificadores de som, entre as 8 horas e as 22 horas.

(Lei nº 9.504/97, art. 39, § 3º e § 5º, I).

SÁBADO

1 dia antes

OUTUBRO

3. Último dia, até às 22 horas, para a distribuição de material gráfico e a promoção de caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pela cidade divulgando jingles ou mensagem de candidatos.

(Lei nº 9.504/97, art. 39, § 9º).

4. Data em que a Comissão de Votação Paralela deverá promover, entre as

9 e as 12 horas, em local e horário previamente divulgados, os sorteios das

Seções Eleitorais.

(7)

Nota explicativa

Constituem crime, no dia da eleição, a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos, com ou sem uso de alto- falantes ou amplificadores de som, a promoção de caminhada, carreata, passeata ou carro de som, a distribuição de material de propaganda política, a arregimentação de eleitor e a propaganda de boca de urna.

Aquele que incidir em qualquer dessas condutas estará sujeito à pena de detenção de seis meses a um ano.

DOMINGO

Dia das Eleições

02

OUTUBRO

(Lei nº 9.504, art. 1º, caput)

Às 7 horas

Instalação da seção eleitoral.

(Código Eleitoral, art. 142).

Às 8 horas Início da votação.

(Código Eleitoral, art. 144).

Às 17 horas

Encerramento da votação.

(Código Eleitoral, arts. 144 e 153).

Depois das 17 horas

Emissão do boletim de urna e início da apuração e da totalização dos resultados.

Possibilidade de funcionamento do comércio no dia da eleição, com a

ressalva de que os estabelecimentos que funcionarem nesta data deverão

proporcionar as condições para que seus funcionários possam exercer o

direito/dever do voto.

(8)

É permitida a divulgação, a qualquer momento, de pesquisas realizadas em

data anterior à realização das eleições e, a partir das 17 horas do horário

eleitoral local, a divulgação de pesquisas feitas no dia da eleição.

(9)

FIQUE LIGADO!

É preciso estar atento às permissões e vedações de véspera, no dia do pleito e após o horário de votação,

porque, normalmente, este é o período em que se observa a maior incidência de abusos por parte dos candidatos que se valem de expedientes de toda sorte

para angariar votos a qualquer custo.

2. O DIA DA ELEIÇÃO

As permissões e vedações no momento da votação Resolução do TSE nº 23.457/2015 e a Lei nº 9.504/97

A Resolução do Tribunal Superior Eleitoral nº 23.457/2015 dispõe sobre a propaganda eleitoral utilização e geração do horário gratuito e condutas ilícitas em campanha eleitoral para o pleito de 2016. A norma traz, no bojo do artigo 61, uma série de regras a serem observadas, especificamente, no dia das eleições, com permissões e vedações aplicáveis tanto aos eleitores quanto aos servidores da justiça eleitoral, mesários ou escrutinadores.

Fiquemos atentos a esta norma!

(10)

Res. TSE. art. 61, caput Lei nº 9.504/97, art. 39-A, caput

É permitida, no dia das eleições, a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por

partido político

,

coligação

ou

candidato,

revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos

Res. TSE. art. 61, §1º Lei nº 9.504/97, art. 39-A, §1º

São vedados, no dia do pleito, até o término do

horário de votação

, a aglomeração de pessoas

portando vestuário padronizado e os instrumentos de propaganda referidos no caput, de modo a caracterizar manifestação

coletiva, com ou sem utilização de veículos

Res. TSE. art. 61, § 2º Lei nº 9.504/97, art. 39-A, § 2º

No

recinto

das seções eleitorais e juntas apuradoras, é proibido aos servidores da Justiça

Eleitoral,

aos mesários e aos escrutinadores o uso

de vestuário

ou objeto que contenha qualquer

propaganda

de partido político, de coligação ou de candidato

Res. TSE. art. 61, § 3º Lei nº 9.504/97, art. 39-A, § 3º

Aos

fiscais partidários

, nos trabalhos de votação,

só é permitido

que, de seus

crachás,

constem o nome e a sigla do partido político ou coligação a que sirvam, vedada a padronização do vestuário

Res. TSE. art. 61, § 4º Lei nº 9.504/97, art. 39-A, § 4º

No dia da eleição ,

serão afixadas cópias deste artigo em lugares visíveis

nas partes interna e externa das seções eleitorais

Res. TSE. art. 61, § 5º

A violação dos §§ 1º a 3º deste artigo configurará

divulgação de propaganda

, nos termos do inciso III do § 5º do art. 39 da Lei nº 9.504/97

1

.

(11)

Notas explicativas

1. O eleitor não pode manifestar-se de forma exorbitante, perturbando a ordem dos trabalhos de votação, seja no interior do recinto da seção eleitoral, seja nas dependências do prédio em que estão instalados os locais de votação ou em seus entornos.

Somente a manifestação individual e silenciosa deve ser tolerada;

2. Se a situação do item “1” se concretizar, oriente o eleitor a cessar com a manifestação e peça para ele se retirar do local de votação. Em negativa do eleitor, comunique ao presidente da seção eleitoral e/ou convoque a autoridade policial para conduzir o eleitor para fora do local de votação;

3. É proibida qualquer aglomeração de pessoas portando bandeiras, broches, dísticos, adesivos ou vestuário padronizado, com ou sem uso de veículo, em curso o horário de votação, das 8h às 17h, no dia 02 de outubro de 2016. Caso isso venha a acontecer, a autoridade policial deve ser acionada para dispersar os manifestantes, sob pena de detenção, nos termos do artigo 39,

§5º, III da Lei nº 9.504/97;

4. No recinto das seções eleitorais e juntas apuradoras. É proibido aos servidores da Justiça Eleitoral, aos mesários e aos escrutinadores o uso de vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, de coligação ou de candidato. Caso isso venha a ocorrer, deve ser dado conhecimento ao presidente da seção eleitoral para tomada de providências. Frustrada a reclamação, deve-se pedir para que conste, na ata de ocorrências eleitorais da seção, o fato noticiado para efeito de anulação da votação respectiva. Pode-se, ainda, fazer registrar boletim de ocorrências para ciência do juízo eleitoral da zona;

5. Aos fiscais partidários e delegados partidários, nos

trabalhos de votação, só é permitido que nos seus crachás (com

dimensão de ate 10cm de comprimento por 5cm de largura)

constem o nome e a sigla do partido político ou coligação a que

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sirvam, vedada a padronização do vestuário. Qualquer dístico partidário que exceda essas características não deve ser tolerado, pois pode configurar crime eleitoral sujeito a detenção. Deverão ser provocados o presidente da seção eleitoral ou juiz eleitoral, quando possível, sem prejuízo do registro de boletim de ocorrência policial;

6. É imprescindível que os fiscais partidários, designados para acompanhar os trabalhos, nunca deixem a sala de votação sem se fazer substituir por outro representante do partido ou da coligação. A ausência de representante do partido ajuda em eventuais praticas ilícitas por falta da devida fiscalização;

7. Pede-se aos fiscais e delegados partidários cuidado redobrado na fiscalização de seções que tiverem mesários, escrutinadores e presidentes de seção com suspeita de posicionamento políticos de coligações adversárias. Já houve muitos casos e exemplos, em eleições anteriores, inclusive questionados judicialmente, de tentativa de fraude, tais como:

eleitor votando por outro; componentes da mesa apuradora

votando no lugar de eleitores faltantes ao final da votação, etc.

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Seguindo essas orientações, cada advogado/fiscal/delegado credenciado poderá evitar o favorecimento indevido a determinado candidato, partido ou coligação, através da propaganda irregular ou fraude no dia do pleito.

IMPORTANTE:

O derrame ou a anuência com o derrame de material de propaganda no local de votação ou nas

vias próximas, ainda que realizado na véspera da eleição, configura propaganda irregular,

sujeitando-se o infrato à multa no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) a

R$ 8.000,00 (oito mil reais), prevista no §1 do

o

artigo 37 da Lei 9.504/97, sem prejuízo da apuração do crime previsto no inciso III

do § 5 do art. 39 da Lei n. 9.504/97.

o

(artigo 14, §7 da Resolução TSE n. 23.457/2015)

o

(14)

3. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ATIVIDADE DO FISCAL E DO DELEGADO

É aconselhável o comparecimento dos fiscais nos locais de atuação, para apresentação, no máximo, às 7 horas, pois os componentes da mesa irão verificar se tudo está em ordem e se os mesmos estarão presentes.

O fiscal deverá, ao se apresentar à mesa receptora de votos, antes do início dos trabalhos, entregar um requerimento solicitando uma via do boletim de urna (B.U.) ao final da votação.

Os delegados e os candidatos do partido poderão fiscalizar junto a qualquer mesa receptora no município

(arts. 131 e 132 da Lei nº 4.373/65 – Código Eleitoral).

O fiscal poderá fiscalizar mais de uma seção eleitoral no mesmo local de votação para o qual foi credenciado

(art. 65, § 1º da Lei nº 9.504/97).

Os delegados e fiscais do partido ou coligação poderão ser substituídos por outro no curso dos trabalhos eleitorais

(art. 131 da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

A escolha de fiscal e delegado não poderá recair em quem já faça parte da mesa receptora ou em menores de 18 anos

(art.131, § 2º da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral c/c com art.65, caput, da Lei nº 9.504/97).

ATENÇÃO: A fiscalização perante as mesas receptoras poderá ser exercida pelos candidatos concorrentes ao pleito,

pelos delegados e fiscais credenciados (Art.132 do Código Eleitoral – Lei nº 4.737/65 c/c art. 66 da Lei nº 9.504/97). O

candidato pode exercer seus direito de fiscalização

concomitantemente ao fiscal credenciado da sua coligação.

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Coligação é partido político provisório, logo, os delegados e fiscais de Coligação serão por ela nomeadas, através de seu representante credenciado perante o juiz eleitoral. Portanto, o partido que estiver disputando o pleito através de coligação não pode credenciar fiscal e delegado individualmente.

A nomeação de fiscais e delegados não tem prazo determinado, podendo ser feita inclusive no dia da eleição.

O partido ou coligação poderá nomear dois delegados por município e dois fiscais junto a cada mesa receptora, funcionando um de cada vez.

Quando o município abranger mais de uma Zona Eleitoral, o partido ou coligação poderá nomear dois delegados para cada

uma delas

(art.131 caput e § 1º da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

As credenciais dos fiscais e delegados serão expedidas, exclusivamente, pelos partidos políticos e coligações, via representante autorizado para este fim, sendo desnecessário o visto do juiz eleitoral

(art.76, § 4º da Resolução/TSE nº 22.154, de 02.03.06).

Os partidos e coligações poderão fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração das eleições e o processamento eletrônico da totalização dos resultados (art. 66 da lei nº 9.504/97).

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

Apenas os representantes das coligações e os delegados dos partidos informados previamente ao juízo eleitoral poderão expedir credenciais para fiscais e delegados no

pleito eleitoral.

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Na seção eleitoral, somente poderá ficar um fiscal de cada coligação ou partido político. O segundo fiscal credenciado poderá ficar acompanhando os trabalhos do lado de fora da seção.

Na apuração, será garantido aos fiscais e delegados dos partidos e coligações o direito de observar diretamente, a distância igual ou superior a um metro da mesa, a abertura da urna, a abertura e a contagem das cédulas e o preenchimento do boletim, sob pena de impugnação do resultado da urna, apresentada antes da divulgação do boletim, assim como, punibilidade aos responsáveis denunciados ao juiz eleitoral com detenção de um a três meses, ou prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período e multa, no valor de um mil a cinco mil UFIR.

(art. 87, §§ 1º e 4º da Lei nº 9.504/97).

O fiscal e o delegado somente poderão votar na seção em que forem inscritos como eleitores

(Lei nº 9.504, art. 65, § 1º).

Os fiscais do partido, durante o exercício de suas funções, não poderão ser detidos ou presos, salvo no caso de flagrante delito

(Lei nº 4.737/65, art. 236, § 1º - Código Eleitoral).

Ocorrendo qualquer prisão, o preso será imediatamente conduzido à presença do juiz competente que, se verificar a ilegalidade da detenção, a relaxará e promoverá a responsabilidade do coator

(Lei nº 4.737/65, art. 236, § 2º - Código Eleitoral).

Somente podem permanecer no recinto da mesa receptora os seus membros, os candidatos, um fiscal e um delegado de cada partido ou coligação e, durante o tempo necessário à votação, o eleitor

(Lei nº 4.737/65, art. 140 – Código Eleitoral).

(17)

Na hipótese de falha na urna, em qualquer momento da votação, o presidente da mesa receptora de votos, à vista dos fiscais presentes, deverá desligar e religar a urna, digitando o código de reinício da votação.

Persistindo a falha, o supracitado presidente solicitará a presença da equipe do juiz eleitoral para as providências devidas (poderá usar as urnas de contingência). (art. 56 da Resolução/TSE nº 22.154/06).

3.1. Fiscalização da urna eletrônica

Inicialmente, o fiscal deve observar os lacres nas urnas. Antes de abertas, as urnas devem estar lacradas. Em cada urna eletronica há um jogo de lacres, com mesma numeração para todos os compartimentos. Os lacres, que somente podem ser removidos no momento da abertura das urnas (às 7h do dia da votação), são confeccionados em etiquetas auto adesivas e terão dispositivos de segurança.

ATENÇÃO: Se o lacre estiver rompido ou removido em qualquer compartimento da urna, o fiscal deve requerer o registro da ocorrência em ata e solicitar a

presença do Juiz Eleitoral.

Antes do início dos trabalhos de votação, o fiscal deverá verificar se o

presidente da mesa receptora emitiu a zerésima: um relatório inicial,

impresso pela própria urna eletrônica, que demonstra estar a máquina

zerada, ou seja, que não há nenhum voto computado para qualquer

candidato. A zerésima deverá ser assinada pelo fiscal do partido, pelo 1º

secretário e pelos fiscais que desejarem.

(18)

Caso falte energia elétrica, a urna eletrônica continuará funcionando por determinado tempo, podendo ser abastecida por uma simples bateria de automóvel. No caso de pane, o processo eleitoral não deverá ser interrompido, podendo haver substituição pelas urnas de contingência ou, na ausência delas, continuando pelo modo convencional, com o depósito do voto do eleitor na fenda localizada na parte posterior da máquina, a ser indicada pelo mesário, nos moldes do modelo tradicional de votação.

Os lacres rompidos durante os procedimentos deverão ser repostos e assinados pelo Juiz Eleitoral ou, na sua impossibilidade, pelos componentes da Mesa Receptora de Votos, bem como pelos fiscais dos partidos políticos e das coligações presentes.

Não havendo êxito nos procedimentos de contingência, a votação se DA CONTIGÊNCIA NA VOTAÇÃO

arts. 54 a 60 da Resolução TSE 23.456

Na hipótese de falha na urna, em qualquer momento da votação, o presidente da Mesa Receptora de Votos deverá desligar e religar a urna, digitando o código de reinício da votação. Persistindo a falha, devem ser adotados os seguintes procedimentos para a solução do problema:

I - Reposicionar o cartão de memória de votação;

II - Utilizar uma urna de contingência, remetendo a urna com defeito ao local designado pela Justiça Eleitoral;

III - Utilizar o cartão de memória de contingência na urna de votação,

acondicionando o cartão de memória de votação danificado

em envelope específico e remetendo-o ao local designado

pela Justiça Eleitoral.

(19)

dará por cédulas até seu encerramento, adotando-se as seguintes providencias: Retornar o cartão de memória de votação à urna defeituosa;

lacrar a urna defeituosa, enviando-a, ao final da votação, à Junta Eleitoral, com os demais materiais de votação; lacrar a urna de contingência; colocar cartão de memória de contingência em envelope especifico, que deverá ser lacrado e remetido ao local designado pela Justiça Eleitoral, não podendo ser reutilizado.

Uma vez iniciada a votação por cédulas, não se poderá retornar ao processo eletrônico de votação na mesma seção eleitoral.

Todas essas ocorrências precisam ser consignadas na Ata.

3.2. O que o fiscal deve conferir antes da votação

Antes da votação, o fiscal deve conferir se as listas dos partidos ou coligações e dos candidatos registrados nas eleições estão afixadas em lugar visível, nos recintos das Seções Eleitorais e dentro das cabinas indevassáveis (Lei nº 4.737/65, art. 133, II – Código Eleitoral).

Deve ainda verificar as folhas de votação (cadernos) dos eleitores da seção, com os respectivos comprovantes de comparecimento, e a relação auxiliar correspondente.

O fiscal deve ter a certeza de que a urna eletrônica encontra-se devidamente lacrada e rubricada pelo Juiz Eleitoral.

Não deve deixar de verificar se a cabina de votação é adequada à utilização com a urna eletrônica.

É preciso que o fiscal se certifique de que há envelopes para remessa à junta eleitoral dos documentos relativos à eleição.

Deve ser constatada a presença de cédulas oficiais, no caso de defeito da urna eletrônica e impossibilidade de sua substituição.

Deve haver senhas para serem distribuídas aos eleitores, caso haja fila

para votar às 17h. Os eleitores que ainda aguardam a vez na fila deverão

entregar seus títulos de eleitor ao presidente da seção, recebendo, ato

contínuo, uma senha que os credenciará a votar após o encerramento do

horário normal de votação.

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O fiscal deve se certificar de que há canetas e papéis necessários aos trabalhos, embalagem apropriada para acondicionar o disquete da urna eletrônica, folhas apropriadas para impugnação, folhas para observações dos fiscais de partidos ou coligações, exemplar das Instruções do Tribunal Superior Eleitoral, e quaisquer outros materiais que a Justiça Eleitoral julgue conveniente ao regular funcionamento da mesa.

Por último, não é possível esquecer de verificar a ata da eleição, conforme modelo fornecido pela Justiça Eleitoral, a ser lavrada pela mesa receptora.

Caso falte material essencial para o bom andamento da votação, deve- se providenciar ou consegui-lo por intermédio do Presidente da mesa, Cartório Eleitoral ou com o próprio Juiz Eleitoral.

3.3. O que o fiscal deve fazer durante a votação

Abaixo, caro fiscal, constam algumas condutas que devem ser adotadas para o fiel cumprimento das regras de direito eleitoral. Passemos a elas!

Dentro do recinto de votação, é dever do fiscal:

a) Fiscalizar a votação para a total lisura do pleito (Lei nº 4.737/65, art.

132 – Código Eleitoral).

b) Um fiscal e um delegado de cada partido ou coligação, um por vez, permanecer na mesa receptora para desempenhar suas funções (Lei nº 4.737/65, art. 140 – Código Eleitoral).

c) Fazer cumprir o roteiro do voto para evitar qualquer fraude, pois todos os atos da votação são necessários.

d) Ficar atento para que, em nenhum momento, o

eleitor vá acompanhado à cabina indevassável, seja

auxiliado pelo mesário, seja por outra pessoa, salvo

quando portador de necessidades especiais.

(21)

e) Se necessário, inquirir sobre a identidade do eleitor, ao exame de seu título eleitoral, para evitar que um eleitor vote por outro, perguntando, a seguir, o nome dos pais do eleitor (isso no caso de dúvida quanto a sua identidade).

(Art. 146, III da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

f) Persistindo a dúvida, poderá formalizar a impugnação de forma verbal ou escrita, antes de o eleitor ser admitido a votar (Art.147, § 1º da Lei nº 4.737/65- Código Eleitoral). Se persistir a dúvida ou for mantida a impugnação, o presidente da mesa solicitará a presença do Juiz Eleitoral para decidir.

g) Garantir o sigilo do voto para assegurar liberdade ao eleitor, examinando se a cabina o resguarda no ato de votar secretamente, e verificar se alguém está insinuando, de qualquer maneira, nome de candidato ou de partido aos eleitores.

h) No caso de votação pelo modelo convencional, examinar a cédula de votação para evitar que o eleitor deposite na urna outra cédula que não a recebida da mesa, bastando conferir se a mesma contém o número seqüencial correto e se está devidamente rubricada pelo presidente da mesa

(art.146, XI da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

i) Zelar pela ordem de preferência para votar: os candidatos, os juízes, seus auxiliares e servidores da Justiça Eleitoral, os promotores eleitorais e os policiais militares em serviço e, ainda, os eleitores maiores de sessenta anos, os enfermos, os portadores de necessidades especiais e as mulheres grávidas e lactantes.

(art. 143, § 2º do Código Eleitoral)

Importante! A pessoa que acompanhar o eleitor com necessidades especiais não poderá estar a serviço da Justiça

Eleitoral, de partido político ou de coligação.

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j) Só serão admitidos a votar os eleitores cujos nomes estiverem incluídos no respectivo caderno de votação e no cadastro de eleitores da seção, constante da urna, não se aplicando a ressalva do art. 148, § 1º, do Código Eleitoral

(art.62, caput, da Lei nº 9.504/97)

k) O eleitor só será admitido a votar mediante apresentação de título eleitoral e documento oficial com foto que comprove sua identidade. Não será admitida a certidão de nascimento ou casamento.

l) Não poderá votar o eleitor cujos dados não figurem no cadastro de eleitores da seção, constante da urna, ainda que apresente o título correspondente à seção e documento que comprove sua identidade, devendo, nessa hipótese, a mesa receptora de votos reter o título apresentado e orientar o eleitor a comparecer ao cartório eleitoral a fim de regularizar a sua situação.

m) A fim de garantir o sigilo do voto, o eleitor não poderá fazer uso de telefone celular no recinto da mesa receptora de votos sob nenhuma hipótese, bem como não poderá proceder à votação portando equipamento de radiocomunicação ou outro de qualquer espécie que venha a comprometer o sigilo.

n) Será permitido o uso de instrumentos que auxiliem o eleitor analfabeto a votar, não sendo a Justiça Eleitoral obrigada a fornecê-lo (exemplo da

“colinha”).

o) Para o exercício do voto, ao eleitor portador de necessidade especial

de caráter visual será assegurado (Código Eleitoral, art.150, I a III):

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I – a utilização do alfabeto comum ou do sistema braile para assinar o caderno de votação e assinalar as cédulas;

II – o uso de qualquer instrumento mecânico que portar ou lhe for fornecido pela mesa receptora de votos;

III – o uso do sistema de áudio, quando disponível na urna, sem prejuízo do sigilo do sufrágio;

IV – o uso da marca de identificação da tecla número 5 da urna.

p) A urna exibirá a seguinte ordem para votação: primeiro voto: Vereador, segundo: Prefeito e seu Vice-Prefeito.

q) No encerramento da votação, caso ocorra defeito na urna e falte apenas o voto de um eleitor, dar-se-á por encerrada a votação, entregando-se ao eleitor o comprovante de votação, devendo a ocorrência ser registrada na ata.

Fora do recinto de votação - como apenas um fiscal de cada partido poderá atuar no recinto da mesa receptora - o outro, discretamente, deverá ficar atento fora da seção para, se precisar, dar as devidas providências quanto:

a) as desordens, provocações e tumultos que prejudiquem a eleição (art.296 da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

b) ao impedimento, o embaraço e a perturbação no exercício da votação (art. 297 da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

c) a boca de urna e ao aliciamento do eleitor (art.39, § 5º, II da lei nº 9.504/97).

d) prisão ilegal de eleitor, membro da mesa receptora, fiscal, delegado

de partido ou candidato (art.298 da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

(24)

e) a ameaça, a coação ao eleitor para votar ou não votar, em determinado candidato ou partido (art. 301 da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

f) a oferta de dinheiro ou qualquer vantagem ao eleitor (art.299 da Lei nº 4737/65 – Código Eleitoral c/c art.41 – A da Lei nº 9.504/97).

g) a promoção, no dia da eleição, para impedir, embaraçar ou fraudar o exercício do voto, de concentração de eleitores sob qualquer forma, inclusive o fornecimento gratuito de alimento e transporte coletivo (art.302 da lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

h) o transporte coletivo de eleitor, o fornecimento de refeição a eleitor, sem a autorização legal do Juiz Eleitoral (arts. 302 e 304 da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

3.4. O que o fiscal pode fazer depois da votação

O fiscal poderá assinar, junto com o presidente da mesa receptora, o lacre da urna para dar-lhe maior autenticidade (art.154, I da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

O fiscal deve conferir a ata da seção de votação, para se certificar de que os protestos e impugnações, caso existam, estão nelas consignados (art.154, III da lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

O fiscal poderá, ainda, assinar a ata de votação (art.154, V da lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral).

O fiscal deve checar, na conclusão da contagem de votos, se o presidente da mesa emitiu as cinco vias do Boletim de Urna, e poderá também assiná-los. (art.40, III c/c art.179 da lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral c/c Resolução nº 22.154, de 02.03.06).

O Boletim de Urna deve conter as seguintes informações:

a) o resultado da respectiva seção eleitoral, no qual serão registrados: a

(25)

data da eleição; a identificação do Município, da Zona Eleitoral, da Seção Eleitoral; a data e o horário de encerramento da votação;

b) o código de identificação da urna eletrônica;

c) o número de eleitores aptos;

d) o número de votantes;

e) a votação individual de cada candidato;

f) os votos de cada legenda partidária;

g) os votos nulos e os votos em branco;

h) a soma geral dos votos;

i) urnas biométricas: quantidade de eleitores não reconhecidos e código de barras bidimensional (Codigo QR).

O fiscal deve vigiar e acompanhar o transporte da urna até a entrega à Junta Eleitoral (art.155, § 1º da lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral c/c art.66 da Resolução nº 22.154/06).

Até as 12 horas do dia seguinte à votação, o juiz eleitoral é obrigado, sob pena de responsabilidade e multa, na forma da lei, a comunicar ao Tribunal Regional Eleitoral e aos representantes dos partidos políticos e coligações, o número de eleitores que votaram em cada uma das seções sob sua jurisdição, bem como o total de votantes da zona eleitoral.

Os fiscais dos partidos políticos e coligações serão comunicados

mediante o fornecimento de relatório emitido pelo sistema informatizado em

que constem supracitadas informações, sendo defeso ao juiz eleitoral

recusar ou procrastinar a sua entrega ao requerente. (art.156 do Código

Eleitoral c/c art.67,§ 2º da Resolução/TSE nº 22.154/06).

(26)

4. QUEM NÃO PODE VOTAR

Está impedido de votar o eleitor cujo nome não constar na folha de votação e no cadastro de eleitores da seção, sem ressalvas (art.62, caput da Lei nº 9.504/97).

Da mesma forma, o eleitor cuja folha de votação contiver a anotação de

“nulo” ou expressão semelhante.

Não pode votar o eleitor cujo título contiver, sobre a assinatura do Presidente do T.R.E., a anotação “inutilizado”.

Por fim, não poderá exercer o direito de sufrágio o eleitor em cujo nome,

na folha de votação, constar a anotação “Exigir título assinado por juiz”.

(27)

5. FISCALIZAÇÃO PERANTE AS JUNTAS ELEITORAIS Resolução TSE n. 23.456 (artigos 101 e 102)

Cada partido político ou coligação poderá credenciar até três fiscais que poderão atuar em separado, rezenvando-se na fiscalização dos trabalhos de apuração.

As juntas eleitorais receberão as mídias com os arquivos oriundos das urnas e providenciarão sua transmissão; receberão os documentos da votação, para examinar sua idoneidade e regularidade, inclusive quanto ao funcionamento normal da seção; Encaminharão as vias do boletim de urna:

uma acompanhando a midia de gravaçnao dos arquivos e a outra será afixada no local de funcionamento da Junta Eleitoral; resolverão todas as impugnações e incidentes verificados durante os trabalhos de apuração; e providenciarão a recuperação dos dados constantes da urna, em caso de necessidade.

A recuperação dos dados acontecerá: com a geração de nova mídia a partir da urna utilizada na seção, por meio do sistema recuperador de dados,; com a geração de nova mídia a partir do cartão de memória da urna utilizada na seção, por meio do sistema recuperador de dados, em urna de contingência; com a digitação dos dados constantes do boletim de urna no sistema de apuração.

Os membros da Mesa de apuração que não receberem ou não

registrarem nas atas as impugnações estarão cometendo o crime previsto

no artigo 316, do Codigo Eleitoral. Nesse caso, o fiscal deve preencher o

Termo de Recusa de Recebimento de Impugnação, mediante assinatura de

duas testemunha, e entrega-lo a qualquer delegado ou representante ou

advogado de partido/coligação para formalizar a denúncia.

(28)

Anexos

Modelos de Requerimentos,

Impugnações e Denúncias

(29)

Requerimento de Boletim de Urna – B.U.

Ilustríssimo Sr. Presidente da Mesa Receptora de votos da Seção nº ____ da ____ Zona Eleitoral do Município de _________________ do Estado do Piauí.

COLIGAÇÃO “_____________________________________________” (__________________________________) , através do fiscal abaixo assinado, indicado para os trabalhos de votação nesta Mesa Receptora, vem, respeitosamente, nos termos do que dispões o artigo 42, inciso XII, da Resolução n. 23.456/2015, requerer cópia do Boletim de Urna (BU) desta Seção ao final dos trabalhos de votação.

Cumpre lembrar que V.Exa. é obrigado a entreg ar a cópia do BU quando solicitado até uma hora após a expedição, nos termos do disposto no art. 68, §§1o e 2o da Lei n. 9.504/97.

Requer sejam feitas as devidas anotações e registros que se fizerem necessários.

Termos em que pede e espera deferimento.

_____________, 02 de outubro de 2016.

_______________________________________________________

Assinatura e nome legível do fiscal, delegado ou candidato.

(30)

Termo de recusa de impugnação

COLIGAÇÃO “_____________________________________________” (__________________________________)

A impugnação constante do anverso deste documento deixou de ser recebida pela Mesa Receptora de votos da _______ Seção da _______________ Zona Eleitoral do Município de _______________________________.

__________________,____ de_______________ de 2016.

_______________________________________________

Assinatura e nome legível do fiscal, delegado ou candidato.

Testemunhas: (no mínimo três).

1. Nome: _______________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

2. Nome: _______________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

3. Nome: _______________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

Obs: Juntar a impugnação no anverso.

(31)

Impugnação de votação em seção eleitoral.

Ilustríssimo Sr. Presidente da Mesa Receptora de votos da Seção nº ____ da ____ Zona Eleitoral do Município _________________ do Estado do Piauí.

A COLIGAÇÃO “______________________________________________________________

____________________________________________________), partido político temporário constituído na forma do art.

6º da Lei 9.504/97, devidamente qualificada no Demonstrativo de Registro de Atos Partidários averbado no Cartório Eleitoral dessa Zona Eleitoraldo Estado do Piauí, por seu representante legal junto a_______ Seção da _______Zona Eleitoral, abaixo assinado, nos termos fixados na Lei 4.737, de 15 de julho de 1965 – Código Eleitoral, vem,IMPUGNARa votação da Seção supramencionada, pelas razões a seguir expostas, ratificando assim o Protesto Verbal aduzido: (descrever as razões)____________________________________________

__________________________________________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________________________________________

________________________________.

Diante do exposto, requer seja dado a presente o devido seguimento.

Pede deferimento.

__________________,____ de_______________ de 2016.

_______________________________________________

Assinatura enome legível do fiscal, delegado ou candidato.

(32)

Denúncia sobre impedimento de acompanhar o transporte da urna.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA _________ ZONA ELEITORAL DE __________________________.

A COLIGAÇÃO “___________________________________________________________________”

_______________________________________________________), partido político temporário constituído na forma do art. 6º da Lei 9.504/97, devidamente qualificadanoDemonstrativo de Registro de Atos Partidários averbado no Cartório Eleitoral dessa Zona Eleitoral do Estado do Piauí , nos termos fixados nos arts. 355, 356 e 357 da lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral, vem, perante Vossa Excelência, expor e requerer o seguinte:

1. O (s)funcionário(s)da Justiça Eleitoral (art.283 e in cisos) junto a Seção _________ desta

Zona Eleitoral, impediram que a fiscalização da COLIGAÇÃO

____________________________________________________________________” acompanhasse o transporte da urna correspondente, direito assegura pelos arts. 125 c/c 155, § 1º, c/c § 2º, todos da Lei nº 4.737/65;

2. Ao impedirem o livre exercício de fiscalização a que tem direito os Partido Políticos, infringiram o disposto no art. 345 da Lei nº 4.737/65 –Código Eleitoral.

Ante o exposto, é a presente para requerera Vossa Excelência que, na forma do art. 357 do referido diploma legal, se digne dar seguimento ao devido processo legal.

Pede deferimento.

__________________,____ de_______________ de 2016.

________________________________________________

Assinatura e nome legível do fiscal, delegado ou candidato.

(33)

Denúncia de Boca de Urna

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA _______ ZONA ELEITORAL DE ______________________________.

A COLIGAÇÃO “________________________________________________________________________”

_____________________________________________________), partido político temporário constituído na forma do art. 6º da Lei 9.504/97, devidamente qualificada no Demonstrativo de Registro de Atos Partidários averbado no Cartório Eleit oral dessa Zona Eleitoral do Estado do Piauí , por seu representante abaixo assinado, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, com fundamento no art. 356, da lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral, apresentar a seguinte denúncia:

1. O Sr(a) ________________________________________, em nome do candidato ________________________________, pela Coligação __________________, sob o nº__ _______, aproximadamente às _________ horas do dia ____/____/_____, na presença das testemunhas abaixo arroladas, foi f lagrado promovendo propaganda eleitoral a menos de 100 (cem) metros do local de votação, tumultuando o processo.

2. Tal ocorrência constitui infração penal eleitoral, de acordo com o que estabelece o art. 297, da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral e o art.39, § 5º, II, da Lei nº 9.504/97.

Desta forma, requer seja formalizado o devido processo legal em relação ao denunciado e ao candidato supramencionado.

Pede deferimento.

__________________,____ de_______________ de 2016.

________________________________________________

Assinatura e nome legível do fiscal, delegado ou candidato.

Relacionar as testemunhas com: nome, endereço e título eleitoral.

(34)

Credencial de Fiscal

A COLIGAÇÃO “___________________________________________________________________

_____________________________________________), partido político temporário constituído na forma do art. 6º da Lei 9.504/97, devidamente qualificada no Demonstrativo de Registro de Atos Partidários averbado no Cartório Eleitoral dessa Zona Eleitora l, Município de ________________________ ______, nos termos do art. 65, § 2º da lei nº 9.504/97, nomeia o (a) Sr(a) ______________________________, RG nº _________________, fiscal do partido para atuar na(s) seguintes(s) Seção(ões) Eleitoral(ais) deste muni cípio ____________________________;

competindo-lhe fiscalizar a votação, a apuração, formular protestos e fazer impugnações

__________________,____ de_______________ de 2016.

________________________________________________________

Assinatura e nome legível do Representante da Coligação Autorizado para a emissão de credencial

(35)

Credencial de Delegado.

A COLIGAÇÃO “___________________________________________________________________”

_________________________________________), partido político temporário constituído na forma do art. 6º da Lei 9.504/97, devidamente qualificada no Demonstrativo de Registro de Atos Partidários averbado no Cartório Eleitoral dessa Zona Eleitoral ,Município de __________________________, nos termos do art.65, § 2º , da Lei nº 9.504/97, nomeia o (a) Sr (a)____________________________________ delegado (a) do Partido para atuar em qualquer Seção Eleitoral deste Município, competindo -lhe fiscalizar a votação, a apuração, formular protestos e fazer impugnações.

__________________,____ de_______________ de 2016.

________________________________________________________

Assinatura e nome legível do Representante da Coligação Autorizado para e emissão de credencial

(36)

Comunicação de Crime Eleitoral (TRANSPORTE DE ELEITOR)

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA _________________ZONA ELEITORA L DE _________________________.

_________________________________________________________, brasileiro (a), __________________, portador do título eleitoral nº____________________, da _____________Seção Eleitoral, residente e domiciliado na _____________________________________, vem, respeitosamente, perante Vossa Excelência , comunicar ocorrência criminosa, nos termos do art. 302 da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral e art. 11 , III, da Lei n. 6.091/74 , conforme se descreve a seguir:

(Descrever os fatos)

__________________________________________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________________________________________

______________.

A prova do delito poderá ser extraída do testemunho dos eleitores abaixo relacionados e pelos demais meios admitidos.

Pede deferimento.

__________________,____ de_______________ de 2016.

____________________________________________

Assinatura e nome legível do eleitor, fiscal ou delegado.

Obs: Relacionar as testemunhas com Nome, endereço e nº do título eleitoral.

1. Nome: _______________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

2. Nome: _______________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

3. Nome: _______________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

(37)

Comunicação de Crime Eleitoral – RETENÇÃO DE TÍTULO ELEITORAL.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA _______ ZONA ELEITORAL DE _____________________________.

__________________________________________________________________________, brasileiro, ______________________, portador do título eleitoral nº______________________, da ________ Seção Eleitoral, residente e domiciliado na_______________________________________________________________ _____________________, vem, respeitosamente, perante Vossa Excelência comunicar ocorrência criminosa, nos termos do art. 356, da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral, conforme se descreve a seguir:

_____________________________________________, valendo-se do cargo de _____________________________, está retendo títulos indevidamente para coagir os eleitores a votar em_____________________________.

Os fatos descritos se deram às _______ horas, no seguinte local__________________.

A prova do delito poderá ser extraída do testemunho dos eleitores abaixo relacionados e pelos demais meios admitidos.

Pede deferimento.

__________________,____ de_______________ de 2016.

____________________________________________

Assinatura e nome legível do eleitor, fiscal ou delegado.

Obs: Relacionar as testemunhas com Nome, endereço e nº do título eleitoral.

1. Nome: _______________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

2. Nome: _______________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

3. Nome: _______________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

(38)

Comunicação de Crime Eleitoral – COAÇÃO A ELEITOR

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA _______ ZONA ELEITORAL DE ________________________.

__________________________________________________________________________, brasileiro, (estado civil), portador do título eleitoral nº ________, da _______Seção Eleitoral, residente e domiciliado na _______________, vem, respeitosamente, perante Vossa Excelência, comunicar ocorrência criminosa, nos termos do art. 356 da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral, conforme descreve a seguir.

____________________________________, valendo-se do cargo que exerce de- ______________________________, está coagindo os eleitores a votar no candidato______________________________, sob a ameaça de _____________________________________. Os fatos descritos se deram às _______ horas, no seguinte local_________________________.

A prova do delito poderá ser extraída do testemunho dos eleitores abaixo relacionados e pelos demais meios admitidos.

Pede deferimento.

__________________,____ de_______________ de 2016.

____________________________________________

Assinatura e nome legível do eleitor, fiscal ou delegado.

Testemunhas: (no mínimo três).

1. Nome: ___________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

2. Nome: ___________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

3. Nome: ___________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

(39)

Comunicação de crime eleitoral – FAVORECIMENTO POR SERVIDOR PÚBLICO

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA ________ ZONA ELEITORAL DE _______________________.

_____________________________________, brasileiro, ( estado civil ), portador do título eleitoral nº ___________, da _____ Seção Eleitoral, residente e domiciliado n a __________________, vem, respeitosamente, perante Vossa Excelência, comunicar ocorrência criminosa, nos termos do art.356, da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral, conforme se descreve a seguir:

_________________________, valendo -se do cargo que exerce de ______________________, está favorecendo o candidato _____________________, com os seguintes procedimentos _____________________________.

A prova do delito poderá ser extraída do testemunho dos eleitores abaixo relacionados e pelos demais meios admitidos.

Pede deferimento.

_________________,______de________________de 2016.

____________________________________________

Assinatura e nome legível do eleitor, fiscal ou delegado.

Obs: Relacionar as testemunhas com Nome, Endereço e Nº do título –(mínimo de 3).

Testemunhas: (no mínimo três).

1. Nome: _____________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

2. Nome: _____________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

3. Nome: _____________________________________

Identidade nº __________________________________

Endereço: ____________________________________

(40)

Comunicação de Crime Eleitoral – COMPRA E VENDA DE VOTOS

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA _______ ZONA ELEITORAL DE _________________________.

(Fulano de tal), brasileiro, (casado/solteiro), portador do título eleitoral nº _____, da ______ Seção Eleitoral, residente e domiciliado na __________________, vem, respeitosamente, perante a Vossa Excelência comunicar ocorrência criminosa, nos termos do art.356, da Lei nº 4.737/65 – Código Eleitoral, conforme se descreve a seguir:

(nome do comprador de votos), está oferecendo (dinheiro ou bem material ou emprego ou qualquer outro favorecimento pessoal) aos eleitores (nome dos eleitores), em troca de votos para (nome do candidato).

Os fatos descritos se deram às _______horas, no (a) ___(local)____ .

A prova do delito poderá ser extraída do testemunho dos eleitores abaixo relacionados e pelos demais meios admitidos.

Pede deferimento.

_______________, ____ de __________________ de 2016.

________________________________

Assinatura do eleitor, fiscal ou delegado.

Testemunhas: (no mínimo três).

1 Nome: ____________________________________

Identidade nº ________________________________

Endereço: ___________________________________

2 Nome: ___________________________________

Identidade nº _______________________________

Endereço: __________________________________

3 Nome: ____________________________________

Identidade nº _________________________________

Endereço: ___________________________________

(41)

Produção

Jornalista Responsável: Jádna Luz –DRT 1875-PI

Edição e revisão: Itamara Santiago – DRT 1665/PI

Projeto Gráfico e Diagramação: Glauco Calland

(42)

AV. DOM SEVERINO, 2074 | EDIFÍCIO ZÉ CARVALHO, 1º ANDAR | SALA 105 | BAIRRO JÓQUEI CLUBE FONE/FAX: (86) 3230.1096 | CEP: 64049-370 - Email: [email protected]

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