Gestão da Qualidade
Produtividade, Qualidade e Competitividade: Princípios
Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
Material do Curso.
Disponível em: www.marco.eng.br/qualidade
Bibliografia
GESTÃO DA QUALIDADE: CONCEITOS E TECNICAS Autor: Luiz Cesar Ribeiro Carpinetti
Editora:Atlas
GESTÃO DA QUALIDADE
Autor:Edson Pacheco Paladini, Marly Monteiro de Carvalho Editora:Campus
GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE: PRINCÍPOIS, MÉTODOS E PROCESSOS
Autor:Edson Pacheco Paladini Editora:Atlas
“ O fonógrafo não tem nenhum valor comercial”
“É uma invenção maravilhosa, mas não passa de um brinquedo”
Previsões ...
Thomas Edison, inventor do toca–disco, em 1880
Gardiner Hubbard sogro de Alexander Graham Bell
(inventor do telefone em 1896)
“ Não existe nenhuma razão que justifique uma pessoa ter um
computador em casa”
Previsões ...
Ken Olson, fundador da Digital, em 1977
“Em seis meses a televisão some do mercado. As pessoas vão se cansar
de ficar sentadas diante de uma caixa de madeira”
Darryl F. Zanuck, presidente da 20th Century Fox, em 1946)
Previsões ...
“Tudo que podia ser inventado já foi
inventado”
(Charles H. Duell, Gerente do escritório de Patentes dos Estados Unidos, em 1899)
Única Certeza → MUDANÇA
MUDANÇA
MUDANÇA
MUDANÇA
QUALIDADE?
QUALIDADE?
PRODUTIVIDADE?
PRODUTIVIDADE?
COMPETITIVIDADE?
COMPETITIVIDADE?
PRODUÇÃO ARTESANAL
1897: P&L (Panhart e Levassor) em Paris “fabricam” o primeiro carro com motor a goslina
Início da década de 1890: P&L (Paris) fabricava algumas centenas de automóveis por ano.
Processo artesanal com artesãos habilidosos que montavam a mão um pequeno número de carros.
Peças vinham de oficinas artesanais por toda Paris.
O contato com clientes era feito pelos próprios donos.
Não se “fabricavam” 2 carros iguais
1930: Complexo Rouge(Integração Vertical Total)
Fundição Fábrica de vidros
Minas de ferro em Minnessota Navios pra transporte de minério Ferrovias interligando suas instalações
PRODUÇÃO EM MASSA
1940: GM: Alfred Sloan
Descentralizou a administração.
Revolucionou o Marketing da indústria automotiva:
- modificando a aparência externa dos carros anualmente.
- incluindo acessórios: ar condicionado, transmissão automática e rádios.
Produção Artesanal x Produção em Massa
Minutos necessários para montar:
Produção Artesanal (Outono 1913)
Produção em Massa (Primavera 1914)
% Redução do Esforço
Motor 594 226 62%
Gerador 20 5 75%
Eixo 150 26,5 83%
Componentes principais 750 93 88%
FONTE: Womack, J. P.; Jones, D. T.; Roos, D. A Máquina que Mudou o Mundo.
Pós Guerra (1945-1946)
Motivação da Toyota: Alcançar os Estados Unidos em 3 anos
A produtividade dos trabalhadores na fábricas americanas era cerca de 10x superior a produtividade japonesa.
1946-1949 - Início de um processo sistemático de perseguição às perdas.
1949: Kiichiro Toyoda renuncia, terminando assim uma longa greve iniciada após a demissão de grande parte da força de trabalho.
1950: Eiji Toyoda passa 3 meses estudando a fábrica Rouge da Ford em Detroit.
1950: Toyota fabricou 2.685 automóveis no ano (contra 7.000 fabricados por Rouge num único dia.)
Década de 50: Ohno aperfeiçoa a técnica da troca rápida de ferramentas sem especialistas (tempo cai de 1 dia para 3 minutos)
PRODUÇÃO ENXUTA
Produção em Massa x Produção Enxuta
GM (Framingham) Toyota (Takaoka)
Horas de montagem por carros 40,7 18
Defeitos de montagem por 100
carros 130 45
Espaço de montagem por carro
(m2) 0,75 0,45
Estoques de peças (média) 2 semana 2 horas
Dados de 1986:
FONTE: Womack, J. P.; Jones, D. T.; Roos, D. A Máquina que Mudou o Mundo.
PRINCIPAIS CARACTERISTICAS
Trabalhadores muito qualificados
Ferramentas simples e flexíveis
Um item por vez conforme desejo do cliente
Artesanal
Trabalhadores com baixa qualificação.
Máquinas complexas e dispendiosas.
Alto volume de produção de cada item.
Necessita suprimentos,
trabalhadores e espaço extra para garantir a continuidade da produção.
Massa
Mistura dos dois métodos anteriores.
Evita o alto custo do processo artesanal.
Evita a rigidez do processo de produção em massa.
Utiliza trabalhadores multiqualificados nos diversos níveis da Organização.
Máquinas mais flexíveis e automatizadas
Enxuta
Exemplos Empresas Produção Artesanal
Produção Massa Produção Enxuta
Pit Stop 1
Empresas Classe Mundial
Balanced
ScoreCard Lean
Manufacturing 6-Sigma
ESTRATÉGIA PRODUTIVIDADE QUALIDADE
Produtividade X Competitividade
O que é QUALIDADE?
O que é Gestão da Qualidade?
Qual a diferença entre Gestão da Qualidade E Engenharia da
Qualidade?
Pit Stop 2
O Que é Qualidade?
David Garvin, da Harvard Business School, propõe que a maioria das definições de qualidade são:
Transcendententais ou
baseadas no produto ou
baseada no consumidor ou
baseada na produção ou
baseada no valor.
Definições Qualidade
Transcendente - Qualidade é aquilo que é entendido por intuição, mas que é difícil de ser comunicado, como beleza e amor.
Baseado no produto - Qualidade é baseada nos atributos ou componentes do produto.
Baseado no consumidor- Qualidade é baseada na
satisfação do consumidor. Se ele esta satisfeito, então o produto tem qualidade
Baseado na produção - Se o produto está dentro das normas e especificações da produção, então o produto tem qualidade.
Baseado no valor - Se o produto é percebido como bom para o preço, então tem boa qualidade
O que é Qualidade?
“Um produto ou serviço de
“qualidade” é aquele que atende
perfeitamente, de forma confiável, de forma acessível, de modo seguro e no tempo certo às necessidades dos clientes .” (Falconi)
Fonte: CAMPOS, V. F. TQC - Controle da Gestão da Qualidade (no estilo japonês), FCO/ UFMG (1992).
Histórico da Evolução da Qualidade
1ª Fase – Inspeção– Tarefa isolada.
Separação dos produtos bons dos maus;
2ª Fase – Controle– Movimento dos anos 30.
Controle de Qualidade através de técnicas estatísticas 3ª Fase – Garantia– Movimento dos Anos 50
Um sentido mais amplo relacionado com a adequação ao uso, envolvendo os membros da organização e
não somente a qualidade do produto.
4ª Fase - Gestão– Envolvimento da alta administração no elaboração de programas para o controle e melhoria da qualidade relacionados com o Planejamento Estratégico da organização
1900 1910 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 TAYLOR
MC GREGOR HERZBERG DEMING
JURAN FEIGENBAUM
CROSBY
ISHIKAWACCQ
TQC
Cidadania Novo Consumidor
SHEWHART
ISO 9000 ISO 14000
6-Sigma BSC Consciência
ecológica FATOR
TÉCNICO 2ª GUERRA
MUNDIAL GUERRA
COMERCIAL
FATOR HUMANO
História do Movimento da QUALIDADE
Responsabilidade social das empresas TQM
Qualidade em Serviços
QFD
EVOLUÇÃO DOS CONCEITOS DE QUALIDADE
SIX-SIGMA
GESTÃO DA QUALIDADE GARANTIA DA QUALIDADE
CONTROLE DA QUALIDADE INSPEÇÃO
processo prevenção
pessoas
resultados
Controle da Qualidade
Monitorar a capacidade e a estabilidade do processo
Medir o desempenho do processo
Reduzir a variabilidade do processo
Desenvolver e manter cartas de controle
Garantia da Qualidade
Refere-se as atividades associadas com a garantia de performance de
um produto ou serviço.
Os problemas de qualidade são
detectados após a ocorrência dos mesmos.
Gestão da Qualidade Qualidade é
RESPONSABILIDADE de todos, não só da Diretoria, Gerentes ou Supervisores da qualidade.
Gestão da Qualidade
Tópicos da Gestão da Qualidade:
• Planejar a melhoria da qualidade,
• Criar uma cultura de qualidade continua,
• Oferecer liderança e apoio,
• Oferecer treinamento e desenvolvimento para os funcionários,
• Desenhar um sistema organizacional que reforce os ideais de qualidade,
• Reconhecer e elogiar funcionários,
• Facilitar a comunicação em toda a organização.
WALTER A. SHEWHART
• Pai do Controle Estatístico da Qualidade(1926)
• Inspeção por Planos de Amostragem
• Cartas de Controle
W. EDWARDS DEMING
• Responsável pela “Revolução da Qualidade”
• Conceito simples, mas revolucionário: “os níveis de variação da qualidade podem ser reduzidos se geridos através do controle estatístico”.
• Prêmio Deming da Qualidade (1951)
• Método Deming de Administração: Os quatorze princípios
Principais Autores de Qualidade
JOSEPH M. JURAN
• CQ como ferramenta de gerência - “Administrar para a Qualidade”
• Envolvimento da alta administração (responsável pela transformação da gerência japonesa de alto e médio níveis – inicio em 1954)
• Princípio de Pareto
• Treinamento generalizado
A. V. FEIGENBAUM
• Controle da Qualidade Total – TQC (1956)
• Qualidade é um trabalho de todos da organização
• Propõe a criação do sistema da qualidade, onde a alta gerência é a responsável
• Os 40 Princípios do TQM (Total Quality Management)
Principais Autores de Qualidade
KAORU ISHIKAWA
• Responsável pela Círculos de Controle da Qualidade no Japão nos anos 60
• Fundamento: “educar todas as pessoas que trabalhavam nas fábricas japonesas em técnicas estatísticas – as 7 ferramentas da qualidade”
• Diagrama de causa-e-efeito (“Espinha de Peixe”) PHILIP B. CROSBY
• Foco: "fazer bem da primeira vez" e a filosofia de "zero defeitos"
• Frase de efeito: "A qualidade é grátis."
• Qualidade = Conformidade com especificações
• Custos da não conformidade
Principais Autores de Qualidade
Mais alguns autores
• Akao– QFD
• Parasuraman – Qualidade em Serviços
• Zeithmal- SERVQUAL DAVID GARVIN
• Professor em Harvard desde 1979
• Foco: “As Dimensões da Qualidade”
• Várias Publicações : Qualidade, Administração Geral, mudança estratégica e aprendizagem organizacional.
Principais Autores de Qualidade
Suas Principais Obras
TQC – Controle da Qualidade Total (no estilo japonês) Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia
Gerenciamento pelas Diretrizes – Hoshin Kanri VICENTE FALCONI
• “Papa”da Qualidade no Brasil
• Graduação – Mestrado – Doutorado: Eng. Metalúrgico
• Vida Profissional: Professor Titular da UFMG + 4 anos na Mannesmann + 6 anos na ACESITA
• Atualmente - Consultor da Fundação de Desenvolvimento Gerencial - FDG, atuando na implantação do “TQC Japonês” em várias empresas brasileiras.
• Foco do seu trabalho: Dar forma prática ao conhecimento científico. Em função disto, ele é um apaixonado pela qualidade total. .
Principais Autores de Qualidade
Qual a diferença entre Gestão da Qualidade E
Qualidade da Gestão?
Pit Stop 3
Perspectivas da Gestão da Qualidade
OPERACIONAL
Melhoria Pontual da Linha de Produção
Redução de Defeitos, Redução de Custos, Redução de Retrabalho, ..
TÁTICA Desenvolvimento Pessoas
Projetos Especiais Melhoria Radical Linha de Produção
ESTRATÉGICA Sobrevivência Diferencial Competitivo
Continuo Crescimento
Modelo proposto por
Falconi
Perspectivas da Gestão da
Qualidade
Dimensões da
Visão Estratégica da Qualidade
Espacial
Organização + Ambiente Temporal
Variáveis que se alteram ao longo do tempo.
DIAGNÓSTICO
Áreas Estratégicas de Negócio Análise do
Ambiente Externo
Análise do Ambiente Interno
Tecnologia
Hábitos de Consumidores Comportamentos da Sociedade
• CLIENTE CADA VEZ MAIS EXIGENTE
• CONCORRÊNCIA CADA VEZ MAIS ACIRRADA
• MUDANÇAS CONSTANTES
• VALORIZAÇÃO DO SER HUMANO
• COMPROMETIMENTO COM A SOCIEDADE
Por que VISÃO ESTRATÉGICA?
qualidade intrínseca
Satisfação dos Stakeholders Satisfação dos Stakeholders
custo entrega moral segurança
Sobrevivência da Organização Sobrevivência da Organização
GESTÃO DA QUALIDADEGESTÃO DA QUALIDADE
Adaptado de CAMPOS, V. F. TQC - Controle da Qualidade Total (no estilo japonês)
Visão Estratégica da Qualidade
Cite um exemplo real (prático) de uma aplicação da
Gestão da Qualidade no nível:
A) Estratégico B) Tático C) Operacional
Pit Stop 4
Melhoria Contínua Liderança e Comprometimento
Foco no cliente
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
Gestão da Qualidade
Por que estes 3 princípios?
O que eles representam?
Foco no cliente
Melhoria contínua
Liderança e Comprometimento
Pit Stop 5
Input Process Output
Cliente
Interno Cliente
Externo
O trabalhador do processo de
operação
Quem recebe o produto em um processo de produção
Quem são os clientes principais de cada processo?
PRINCÍPIO 1 Foco no Cliente
CLIENTES: São organizações/pessoas, internas/externas à empresa que são impactadas pelos produtos/serviços.
Clientes externos
Não pertencem à organização. Inclui quem compra (público e organizações) e os órgãos regulamentadores.
Clientes internos
Os que recebem, dentro da empresa, produtos e serviços de outros departamentos e de pessoas da própria empresa.
PRINCÍPIO 1 Foco no Cliente
O cliente é quem avalia a qualidade do produto (ou serviço).
A organização que está próxima do cliente sabe o que o cliente quer.
Os clientes internos são tão importantes quanto os clientes externos.
A comunidade também é cliente.
PRINCÍPIO 1 Foco no Cliente
O que são Clientes?
... são todos as pessoas que são afetadas pelos processos ou produtos de uma instituição.
Quais os tipos de Clientes?
Cliente Externosão todas as pessoas que não pertencem a instituição, mas são afetadas pelos seus produtos
Cliente Internosão todas as pessoas ou organizações que fazem parte da instituição.
Clientes x Stakeholders
Clientes
são todos as pessoas que são afetadas pelos processos ou produtos de uma instituição (Juran)
Stakeholders
são quaisquer grupos identificáveis ou pessoas individuais que possam afetar ou serem afetados pelo alcance dos objetivos empresariais de uma organização, tais como grupos de interesse público, grupos de protesto, agências governamentais, associações comerciais, concorrentes, sindicatos, empregados, clientes, acionistas, etc.
Pit Stop 6
1 – Quem são os principais clientes da Universidade?
2 – Quem são os principais stakeholders da Universidade?
Exemplo: Universidade
Alunos matriculados Estudantes potenciais
Ex-alunos Corpo docente
Pais de alunos Administração e funcionários Conselho universitário Fornecedores
Concorrentes Órgãos governamentais
comunidade empresarial Órgãos fiscalizadores
Fundações Comunidade local
Mídia de massa Público em geral.
Exemplo: Universidade
Externos
Primário Empregado (educadores)
Secundário Estudantes
(como parceiros educacionais)
Primário Estudante
Secundário Governo Indústria Familiares
Internos
CLIENTES
Fonte: Kanji, G. K e Tambi, M. B. A (1999), Total quality management in UK higher education institution. Total Quality Management, No 10, Vol. 1, pp. 129-153.
Exemplo: Universidade
Empregadores Alunos
Corpo Docente Gerencia da
Universidade
Governo
Órgãos Governamentais
Fonte: Hewitt, F. e Clayton, M. (1999), Quality and complexity – lessons from English higher education. International Journal of Quality & Reliability Management, No 16, Vol. 9, pp 838-
APRENDIZAGEM ENSINO
Universidade: O Cliente Principal
Externo Interno
PESQUISA
Aluno
Professor Aluno
Empregador
Professor Sociedade
PRINCÍPIO 2
MELHORIA CONTÍNUA
PRINCÍPIO 2 Melhoria Continua
ABORDAGEM CIENTIFICA ABORDAGEM
CIENTIFICA VISÃO SISTEMICA DE PROCESSOS VISÃO SISTEMICA
DE PROCESSOS
INPUT Recursos a serem
transformados Materiais Informações Consumidores
Instalações Pessoal
INPUT Recursos de
INPUT
Ambiente
Ambiente
OUTPUT Produto Bens + serviços Objetivos
estratégicos da produção Estratégia
de produção
Planejamento e controle
Papel e posição competitiva da
produção Produção de
Bens / Serviços Projeto Melhoria
PRINCÍPIO 2 Melhoria Continua
Produção de Bens / Serviços
Engenharia/
suporte técnico
Marketing
Compras Contabilidade
e finanças Recursos
humanos Desenvolvimento
produto
PRINCÍPIO 2 Melhoria Continua
Melhoria do valor para o cliente através de novos e melhores produtos e serviços.
Redução de erros, defeitos e perdas.
Melhoria da produtividade e eficácia no uso de todos os recursos.
Melhoria no tempo de resposta ao cliente e no tempo de ciclo.
PRINCÍPIO 2 Melhoria Continua
Fonte: CAMPOS, V. F. TQC - Controle da Qualidade Total (no estilo japonês), FCO/UFMG (1992).
PRINCÍPIO 2 Melhoria Continua
Exemplo: Produtividade
Telefonema: São Paulo – New York
1976 – U$ 8,00 / minuto
1995 – U$ 0,36 / minuto
2000 – U$ 0,20 / minuto
2011 – U$ 0,00 / minuto
Como isto foi possível?
Na CRIAÇÃO da Organizaçãopara planejar a Organização com qualidade desde o início .
Num Processo de REESTRUTURAÇÃO
para orientar a mudança .
Nas Fases de MARASMO para preparar a Organização para a competição .
Na CRISE para ajudar a Organização a superar as ameaças e aproveitar as oportunidades .
No SUCESSOpara a assegurar a posição de liderança
Melhoria Continua
Como melhorar a Produtividade?
Atuar corretivamente/
aperfeiçoar.
Definir
metasas Definir os métodos que permitirão atingir as metas propostas Verificar os
resultados da tarefa executada
Melhoria Continua
Melhoria Continua
MASP - Método de Avaliação e Solução de Problemas PDCA FLUXO-
GRAMA Fase Objetivo
P
1 Identificação do problema Definir claramente o problema e reconhecer sua implementação.
2 Observação Investigar as características específicas do problema com uma visão ampla e sob vários pontos de vista.
3 Análise Descobrir as causas fundamentais.
4 Plano de ação Conceber um plano para bloquear as causas fundamentais
D 5 Ação Bloquear as causas fundamentais
C 6
Verificação Verificar se o bloqueio foi efetivo
? (Bloqueio foi efetivo?)
A
7 Padronização Prevenir contra o reaparecimento do problema
8 Conclusão Recapitular todo o processo de solução do problema para trabalho futuro
HARDWARE
HUMANWARE SOFTWARE
ENTRADA SAÍDA
PRINCÍPIO 2 Melhoria Continua
PRINCÍPIO 3
Liderança e Comprometimento
SOFTWARE
HARDWARE
HUMANWARE
ENTRADA SAÍDA
Gestão da Qualidade é uma “FILOSOFIA”
ESSENCIALMENTE PARTICIPATIVA
PRINCÍPIO 3
Liderança e Comprometimento
PRINCÍPIO 3
Liderança e Comprometimento Líderes, são antes de tudo, AGENTES DE MUDANÇAS.
PAPEL DA LIDERANÇA
Exemplo
Define Caminhos
Estabelece objetivos
Determina prioridades
Viabiliza ações
“Não são máquinas, equipamentos ou materiais
que fazem a Qualidade, e sim Homens.”
Abraham Kasinski (ex-COFAP)
PRINCÍPIO 3
Liderança e Comprometimento
Melhoria Contínua Liderança e Comprometimento
Foco no cliente
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
Gestão da Qualidade
Qual dos 3 princípios possui maior dificuldade na prática?
Por que?
Foco no cliente
Melhoria contínua
Liderança e Comprometimento
Pit Stop 7
ESTUDO DE CASO - VOLKS
Principais Prêmios da Qualidade da Gestão
Japan Quality Award Prêmio Europeu
da Qualidade Prêmio
Malcolm Baldrige
Prêmio Nacional
da Qualidade - PNQ Australia Quality Award South Africa
Quality Award
PRÓXIMA AULA
Malcom Baldrige Award
Deming Prize: Modelo Conceitual
The EFQM Model of Excellence
PNQ – Critérios de Excelência
1. Liderança
2. Estratégias e Planos
3. Clientes
4. Sociedade
5. Informações e Conhecimento
6. Pessoas
7. Processos
8. Resultados