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UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIA EM EAD

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Academic year: 2019

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INTRODUÇÃO

“Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes”.

(FREIRE, 2000, p. 17)

Olá! Meu nome é Charles Turuda e convido-o(a) a participar ativamente desse módulo de estudo. Nele, você poderá aprender sobre as ferramentas tecnológicas com uso na Educação a Distância (EaD) e pensar em como transformar suas ideias em práticas.

Educar sempre é um grande desafio. Educar à distância, nem se fala. Primeiro porque, em geral, não se tem o contato “olho no olho”. É esse contato que nos dá uma intuição do nível de compreensão de nosso interlocutor a respeito das coisas que estamos discutindo. Segundo, porque a diversidade de público na EaD costuma ser maior do que nas turmas presenciais. Conversar com um público mais diverso é mais difícil do que fazer isso com um público homogêneo.

Para o trabalho educativo, tão importante quanto o professor conhecer quem é seu aluno é o aluno conhecer profundamente a si mesmo. Por que você está fazendo esse curso? Quais são as suas motivações mais profundas? Salário mais elevado? Aumento de respeito dentro da comunidade em que vive? Autorrealização pessoal e/ou profissional? Quais são as suas ansiedades e suas expectativas? Penso que você e eu sejamos excelentes pontos de partida para nosso curso.

Eu inicio perguntando-lhe: você gosta de filosofia? Sim? Não? Mesmo que não goste, tudo o que você faz está impregnado com a sua filosofia. Nossas ações sempre são direcionadas por determinadas ideias que temos sobre as coisas, embora, às vezes, não tenhamos consciência disso. A eficiência de nossa ação no mundo é tanto maior, quanto mais clara a nossa filosofia estiver para nós mesmos.

Por exemplo, estamos filosofando se nos perguntamos ‘por que educar?’. Educa-se para tornar o mundo melhor? Educa-se para criar cidadãos? Educa-se para transformar pessoas em profissionais competentes? Educa-se para melhorar nossas condições financeiras e as dos estudantes? Por que você educa?

Vou responder à pergunta que eu mesmo fiz. Assim, você poderá entender o direcionamento que dou ao curso e isso pode aumentar sua interação comigo. Veja se você consegue ir encontrando minha filosofia e minha visão de mundo embutidas na resposta ou nas respostas que darei. Para mim, a educação serve para duas coisas totalmente opostas: manutenção e mudança. A educação é Figura 1 - Paulo Freire (1921-1997), pernambucano, Patrono da Educação Brasileira.

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responsável pela perpetuação da cultura de nossos ancestrais, das tradições e dos conhecimentos construídos historicamente. Com a educação, pode-se tentar transmitir valores de uma geração para outra. Para mim, é através da educação que as elites mantêm seu status quo. Ou você já ouviu alguém da elite econômica desse país dizer ao seu filho: “filho, já somos bastante ricos, você não precisa ir à escola e não precisa estudar”? Acho que isso dificilmente existirá porque, para mim, a educação de elite mantém as pessoas na elite.

Por outro lado, vejo que é através da educação que uma grande mudança começa. Contraditoriamente, a educação que auxilia a manter tudo como está é a mesma ferramenta capaz de provocar modificações profundas nas pessoas e nas sociedades. Quando um novo governante deseja conquistar um povo, a sua primeira ação é mudar a educação. Por exemplo, quando os nazistas subiram ao poder na Alemanha, precisaram primeiro manipular a educação dos jovens para que esses se sintonizassem com as ideias dos futuros governantes. Cuba mantém a educação sob controle do governo, porque, assim, a revolução cubana se mantém viva graças a uma perpetuação de ideais realizada pela educação e através dela. Mas a educação foi necessária para que a revolução ocorresse. A educação mantém e muda.

Para mim, a educação deve ser libertadora, ser criativa e auxiliar as pessoas a atingirem seus melhores patamares de excelência. No meio do processo, o aluno deve descobrir seus potenciais e como desenvolvê-los. E quem ensina deve aprender também. Sempre. Porque aprender pode e deve ser prazeroso para quem trabalha com a atividade de ensino. Isso é uma grande utopia. Mas é uma utopia ‘freireana’ ou ‘paulofreireana’: a ‘utopia possível’ (FELIPE, 1984) ou o ‘viável inédito’ (CORTELLA, 2010).

Eu educo porque sinto um prazer enorme em ensinar. Porque ensinar implica aprender constantemente e só quem está vivo aprende. Educo para me sentir vivo, para sentir a vida dentro das pessoas e dentro das coisas que são objetos do meu conhecimento. E educo e estudo para entender tudo o que nos cerca e tudo o que interfere em nossas vidas.

Não acredito que o conhecimento seja ‘transmitido’. Conhecimento não é um tipo de gripe. Não basta estar presente a uma palestra para dizer que aprendeu o que o palestrante sabia. Não basta ver o professor fazer para aprender a fazer. É impossível aprender a nadar apenas vendo o professor de educação física nadando de um lado para outro na piscina. O conhecimento deve ser ‘construído’ ou ‘reconstruído’ nas mentes dos discípulos. Deve-se pensar, analisar, sintetizar, refletir e interpretar.

Minha mente se comunica com sua através das linguagens e dos códigos. Por isso, é extremamente importante nosso esforço para entender o que dizemos um para o outro. Interpretação é essencial para uma boa aprendizagem. Não basta apenas ler palavras. A leitura imagética também é necessária. A leitura de gráficos e de tabelas também. A alfabetização última é aprender a ler as pessoas, o mundo e a realidade. Quanto mais você aprender a ler, melhor será a sua aprendizagem em todos os campos do saber. Leia muito. Leia tudo.

O que vamos estudar irá nos conduzir a mundos já visitados, mas que encararemos com outros olhos. Nossos próprios olhos, modificados. Podemos aprender muito e levar conosco muito. Ou podemos apenas apreciar a vista e dizer a nós mesmos: outro dia passo por aqui com mais tempo e curto melhor. O ideal será, pelo menos, saber que esse lugar existe. Vamos embarcar em uma viagem sem volta; caminharemos a passos lentos, porém contínuos; e chegaremos onde talvez já tenhamos estado, mas modificados pela pessoa em que nos transformaremos. Teremos outros olhos.

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comportamento em fóruns de discussão de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs). A seção seguinte traz um pequeno resumo explicativo sobre as webquests e as flexquests. Segue-se o tópico que aborda o Hot Potatoes e os objetos de aprendizagem. Pelo crescente uso e pelo sucesso alcançado no Brasil, fala-se um pouco sobre os podcasts. Encerramos abordando as mídias interativas e as redes digitais. No final desse material escrito você encontra um glossário que desenvolvi para esclarecer alguns termos que podem atrapalhar a sua compreensão do texto. Ao longo do texto, há uma série de perguntas de reflexão para ajudar na construção do conhecimento e para auxiliar na sua autoavaliação sobre o que está aprendendo. São as seções ‘entendendo, pensando e refletindo’.

E aí? Vamos ao trabalho? Na verdade, já o começamos há muito tempo… Desejo que se divirta. =D

ENTENDENDO, PENSANDO E REFLETINDO

1. Por que você está fazendo esse curso?

2. Suas motivações facilitam ou dificultam sua aprendizagem?

3. Que expectativas você têm em relação ao curso? Até o momento, elas foram contempladas? Se não foram, por que não?

4. Para você, qual é o papel da educação? 5. Qual é a sua filosofia?

UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIA EM EAD

A EaD é mais antiga do que muita gente pensa ou se lembra. Existem registros históricos de um anúncio em classificados de jornal sobre um curso de datilografia por correspondência no Brasil da década de 1900! (ALVES, 2011). Há alguns anos, os antigos cursos por correspondência – através de cartas – eram a única forma de EaD. Depois, foram os programas de rádio e de televisão. O Telecurso da Fundação Roberto Marinho continua a fazer parte da realidade brasileira. Inicialmente considerada com preconceito, a EaD era tida como uma educação voltada para pessoas de classes sociais e econômicas mais baixas (MUGNOL, 2009). Aos poucos, com o advento da Internet, a EaD mudou de status. Nos Estados Unidos e na Europa, vários cursos EaD desenvolveram-se profundamente nos últimos dez anos. Universidades mundialmente renomadas mantêm cursos de EaD. Por exemplo, a Universidade de Yale, EUA, oferece um curso gratuito e online de Introdução à Psicologia e a Universidade de Harvard, EUA, um curso sobre os Heróis Gregos (RODRIGUES, 2013).

O uso de tecnologia em EaD oferece os mesmos perigos que sua aplicação na educação presencial. Um desses perigos é o que chamo de ‘deslumbramento tecnológico’. Uma das suas consequências é acreditar que a tecnologia, por ela mesma, pode motivar permanentemente os aprendentes a estudar. A motivação inicial de se utilizar uma nova tecnologia logo desaparece quando outra mais avançada surge. Aqueles que creem que a tecnologia tem o papel crucial de motivar os alunos, precisam se preocupar em estar o tempo inteiro antenados nas novas tecnologias e se renovando intensamente. Isso gera uma angústia permanente e o medo constante de ficar desatualizado.

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O que proponho é que nos preocupemos com a aprendizagem dos estudantes. Motivação em estudar é parte importante para promover a aprendizagem, mas não é o principal papel do professor. Quando o professor se preocupa demais em manter seus alunos motivados, esquece-se de que a motivação é um movimento de dentro para fora, e, não, o contrário.

Você deve ter notado que eu o(a) questionei na introdução desse texto sobre a sua motivação para fazer o nosso curso – Se não leu, vale a pena voltar para ler. Também vale a pena reler. – Nada do que eu faça poderá lhe dar motivação para estudar, se você não quiser estudar. Nada do que eu faça poderá lhe tirar essa vontade, se sua motivação é grande. Eu posso estimulá-lo(a) a estudar – de fora para dentro –, mas não posso motivá-lo(a) – de dentro para fora. Do mesmo modo, as tecnologias são estímulos que dependem de algo maior para funcionar, que é interno ao estudante: a sua motivação.

As motivações têm origens diversas. E as mais importantes e eficazes não estão relacionadas a dinheiro ou à tecnologia. De acordo com uma reportagem da Revista Galileu (TONON, 2011), as nossas melhores fontes de motivação são: independência, conhecimento e engajamento.

Independência

O que é: fazer as coisas com liberdade de administrá-las no seu próprio tempo. Ter a possibilidade de direcionar suas ações no seu ritmo, sem ficar sendo cobrado a toda hora. A cobrança mina a motivação.

Como usar: quando você precisa que uma pessoa contribua com ideias e resoluções, o autodirecionamento funciona melhor. Quanto mais autonomia alguém tem, mais envolvida naquilo ela tende a se sentir (TONON, 2011, p. 36).

Conhecimento

O que é: quanto mais domínio ela tem sobre uma tarefa ou uma atividade, mais envolvida e desafiada ela se sente a se aprimorar. E o desafio para nós, humanos, é combustível para a motivação.

Como usar: como o conhecimento não é algo fácil de se obter, o esforço faz com que a pessoa queira sempre melhorar e melhorar. A oportunidade de sempre aprender indica que cada dia você vai estar melhor e mais experiente do que ontem. E uma pessoa que domina uma atividade e divide isso com outras, se sente muito mais útil e valorizada (TONON, 2011, p. 39).

Engajamento

O que é: saber que o que você está fazendo tem um sentido maior e é indispensável para que algo possa ser realizado. Pode ser na ONG que quer salvar seu animal silvestre preferido ou em uma montadora que faz carros de que você gosta.

Como usar: entender onde o seu trabalho ou sua atividade se encaixa dentro da organização. Ao [sic] ter consciência que sua performance impacta no resultado geral faz com que você queira exercer sua tarefa ainda melhor (TONON, 2011, p. 40).

ENTENDENDO, PENSANDO E REFLETINDO

6. De acordo com o texto, por que não devemos nos preocupar excessivamente com a motivação dos alunos em estudar? Você concorda ou discorda? Por quê?

7. Quais são as fontes de motivação mais eficazes de acordo com a reportagem da Revista Galileu? 8. Como você pode usar as fontes de motivação mais eficientes para educar?

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MOODLE

O Moodle – acrônimo de Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment – é um sistema de gestão de cursos (COLE, FOSTER, 2008). De acordo com seus desenvolvedores, o Moodle foi concebido dentro de uma pedagogia sócio-construcionista relacionada a quatro conceitos principais: ‘construtivismo’, ‘construcionismo’, ‘construcionismo social’ e ‘ligado e separado’ (MOODLE, 2013).

O Moodle permite inserir diferentes tecnologias: texto, chat, fórum, glossário, tarefa, questionário, wiki, quiz e outras. Iremos utilizar uma boa parte delas em nosso próprio curso e você poderá observar na prática como funcionam e como podem ser utilizadas. Nas seções seguintes, algumas dessas e mais outras tecnologias não presentes no Moodle serão estudadas.

BLOGS, FÓRUNS, CHATS E MESSENGER

Os blogs podem ser considerados como diários eletrônicos. Portanto, eles são perfeitos para se utilizar como ‘diário de bordo’, ‘caderno de registro de pesquisas’, ‘portfólio’ ou ‘processofólio’ digitais. Os blogs têm a capacidade de registrar historicamente os processos de ensino e de aprendizagem por poderem ser estruturados numa ordem cronológica.

Fóruns são lugares para discussão. Muita discussão. E com muitas pessoas ao mesmo tempo. A plataforma precisa permitir um bom gerenciamento das conversas. Uma boa modularização das discussões é essencial, porque as discussões podem ir ganhando uma dimensão difícil de administrar.

E o que é a modularização dos fóruns de discussão? Nada mais é do que separar bem os assuntos discutidos. A modularização evita que a discussão principal se perca em ramificações secundárias. Por exemplo, no fórum de discussão sobre o impacto da economia da China no comércio interno brasileiro, alguém pode começar a discutir em excesso a superpopulação chinesa. Uma modularização exige que essa discussão seja conduzida a outro fórum.

Nota-se que a presença constante de moderadores é extremamente saudável para os fóruns de discussão. O papel dos moderadores é de administrar as falas para que um interlocutor não monopolize todo o tempo de discussão ou para que não trate outro participante de modo agressivo ou desrespeitoso. O moderador deve ter bom domínio diplomático para interceder, quando necessário.

Nesse caso, é importante associar um comunicador pessoal – messenger – ao fórum de discussão de um AVA. Se houver algum problema de comportamento de algum participante, vale a pena o moderador conversar com ele em particular, em vez de fazer isso em público.

Os chats, ou salas de bate-papo, funcionam exatamente como os fóruns de discussão com a diferença de serem síncronos. Ser síncrono significa que a pessoa está conectada e pode receber mensagens e as responder no mesmo intervalo de tempo, isso também é chamado de tecnologia ‘em

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tempo real’. Assíncrono significa que pode haver uma diferença temporal muito grande entre a postagem e a leitura.

 Síncrono: a interação ocorre no mesmo instante. A postagem e a leitura são simultâneas.

 Assíncrono: pode haver uma grande diferença entre os instantes de postagem e de leitura.

Messengers ou comunicadores pessoais têm a mesma função dos chats, porém, inicialmente, atendiam apenas a dois indivíduos de cada vez. O mais conhecido de todos, por muito tempo, foi o MSN Messenger. Ele foi substituído pelo Windows Live Messenger quando a Microsoft comprou o MSN Messenger. Atualmente, os messengers admitem a adição de mais de duas pessoas na conversa, o que torna mínima a diferença entre eles e os chats.

O uso de messengers dedicados está em desuso. Várias redes sociais, tais como o Facebook, têm messengers embutidos, fazendo com que seja desnecessário o uso de aplicativos que apenas servem como messengers, sem nenhuma outra função.

ENTENDENDO, PENSANDO E REFLETINDO

11.O que é a modularização dos fóruns de discussão?

12.Quais os papéis de um moderador de fórum de discussão? Que características ele deve ter? 13.Qual a diferença entre uma tecnologia síncrona e uma assíncrona? O e-mail é síncrono ou

assíncrono? E o messenger?

14.Descreva possíveis usos pedagógicos para os blogs.

15.Descreva possíveis usos pedagógicos para os fóruns de discussão.

FÓRUNS EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

Esse tópico é tão importante que precisa ser discutido à parte. Do mesmo modo que não é adequado usar apenas sungas em determinados ambientes religiosos, certas coisas não são adequadas em fóruns de AVAs. Note que a palavra é ‘adequado’ e, não, ‘proibido’ ou ‘errado’. Em fóruns de discussão, em nome da democracia da ferramenta, é necessário respeito. É o respeito que determina o que é adequado ou não. Portanto, algo pode até ser ‘certo’, mas pode não ser ‘adequado’ e ‘respeitoso’.

O papel do moderador é de extrema valia mais uma vez. Ele é mais do que um mero observador e muito mais do que um juiz. Em que sentido eu digo isso? Porque o moderador, além de combater os preconceitos dos participantes, deve combater seus próprios preconceitos. Ao mediar um embate caloroso entre dois participantes, não deve assumir nenhuma posição se os argumentos são as ‘armas’ nessa luta. Os filósofos chamam a falta de argumentos e o uso de ataques pessoais em substituição a estes de falácia (WIKIPÉDIA, 2013). Quando isso ocorre, deve-se intervir. Porém, se

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a discussão é no campo das ideias, deve-se deixar que a discussão flua e incentivar as pessoas a opinarem e a tomarem partido. Entretanto, toda discussão deve ter um desfecho. Após a análise e a antítese, é necessário elaborar uma síntese, como diz a dialética.

Há um texto – desses que a gente lê na Internet e nunca sabe direito quem escreveu – que fala sobre as três peneiras ou os três filtros pela qual a fala deve passar antes de ser expressa. Acho que os filtros cabem muito bem nos nossos escritos em fóruns de discussão.

 Primeiro filtro: verdade. Só devemos escrever o que for verdadeiro. Se há dúvida sobre a veracidade, talvez devamos nos informar melhor antes de nos pronunciarmos.

 Segundo filtro: necessidade. Antes de falar, devemos nos perguntar se o que queremos falar é necessário. Algumas coisas, apesar de serem verdadeiras, não devem ser ditas, pois não são necessárias.

 Terceiro filtro: bondade. Depois de passar pelos filtros da verdade e da necessidade, falta um último: será que o queremos dizer é bom? Dizer algo pode ser verdadeiro e necessário, mas pode não ser bondoso de nossa parte expressá-lo.

Tudo o que for dito em fóruns de discussão deve passar antecipadamente pelos três filtros: verdade, necessidade e bondade.

ENTENDENDO, PENSANDO E REFLETINDO

16.Cite uma coisa certa de se fazer em um fórum de discussão, mas que não é adequada, ou seja, que não seja respeitosa.

17.Cite um exemplo de uso de falácia em fóruns de discussão. 18.Para você, o que significa ser respeitoso?

19.Quem determina o que é adequado ou inadequado em fóruns de discussão?

20.Que tipo de punição ou reprimenda deve sofrer alguém que desrespeitou outro em um fórum de discussão que tenha finalidade educativa?

WEBQUESTS E FLEXQUESTS

Webquest é uma atividade proposta a um estudante ou a um grupo de estudantes e que deve ser respondida através de pesquisas realizadas, em geral, através da Internet. Bernie Dodge, o criador dessa metodologia, classifica as webquests em duas categorias: curtas e longas. Elas são compostas por sete seções:

 Introdução: estabelece a atividade.

 Tarefa: informa o software e o produto a serem utilizados.

 Processo: define a forma na qual a informação deverá ser organizada (livro, vídeos etc.).

 Fonte de informação: sugere os recursos, tais como endereços de sites, páginas da Web.

 Avaliação: esclarece como o aluno será avaliado.

 Conclusão: apresenta o resumo os assuntos explorados na Webquest e os objetivos supostamente atingidos.

 Créditos: onde se informam as fontes de onde foram retiradas as informações para montar a webquest. Também é onde se faz agradecimento às pessoas ou instituições que tenham colaborado na elaboração.

Há exemplos de webquests nos seguintes endereços eletrônicos:

 Portal educacional das WebQuests em Língua Portuguesa: <http://www.portalwebquest.net/>.

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As flexquests derivam das webquests e são definidas como webquests baseadas na Teoria da Flexibilidade Cognitiva.

HOT POTATOES E OBJETOS DE APRENDIZAGEM

O Hot Potatoes é um software canadense para criação de exercícios de cinco tipos: JQuiz, JMix, JCross, Jmatch e JCloze. Esses tipos de exercícios são descritos abaixo:

 JQuiz: questões de múltipla escolha. Deve-se escolher uma dentre várias alternativas.

 JMix: sopa de palavras. As palavras de uma frase dada são misturadas.

 JCross: palavras cruzadas.

 JMatch: associação entre elementos de duas colunas.

 JCloze: preenchimento de lacunas em textos.

Vale a pena conferir exemplos de exercícios de Física criados através do Hot Potatoes no site: <http://fisicaemrede.com/mod/hotpot/index.php?id=15>.

Pode-se definir objeto de aprendizagem como “um recurso (ou ferramenta cognitiva) autoconsistente do processo ensino aprendizagem, isto é, não depende de outros objetos para fazer sentido” (TAVARES et al., 2007). Há alguns portais que nos fornecem banco de objetos de aprendizagem. Alguns são mantidos pelo Ministério da Educação. O portal do professor é um deles. Seguem os endereços eletrônicos de alguns desses bancos:

 Portal do professor: <http://portaldoprofessor.mec.gov.br/index.html>.

 Banco internacional de objetos educacionais: <http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/>.

 Biblioteca digital de ciência da Unicamp: <http://www.lte.ib.unicamp.br/bdc/index.php>.

 Repositório de recursos para a educação em ciências da USP: <http://www.cienciamao.usp.br/>.

ENTENDENDO, PENSANDO E REFLETINDO

21.O que é a ‘Teoria da Flexibilidade Cognitiva’? 22.Acesse alguma webquest ou flexquest e a estude. 23.O que é um objeto de aprendizagem? Cite um exemplo.

24.Acesse alguma atividade elaborada com Hot Potatoes e a estude. 25.Acesse algum repositório de objetos de aprendizagem e o estude.

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PODCASTS

Podcasts “são programas de áudio periódicos que podem ser baixados em computadores, tablets ou smartphones. Na prática, é um programa de rádio na internet, que você ouve quando quiser” (DUARTE, 2013, p. 47). Alguns programas podcast chegam a ter cerca de 350 mil downloads por episódio. Os programas versam sobre diversos temas: música, religião, comportamento, atualidades etc (DUARTE, 2013). Duarte (2013, p. 49), criou uma lista de dicas para a criação de um podcast:

 Tenha um hearset, que reúne fone e microfone em um só equipamento. É a opção mais barata e com melhor qualidade de som.

 Se houver mais de um locutor, use Skype ou Google Hangout para gravar. Assim, não é preciso se reunir fisicamente toda vez que fizer um programa.

 Para editar, baixe o Audacity, que é fácil de usar, leve e de graça.

 Cuidado com direitos autorais.Use sites como Jamendo e Freeplay, que oferecem músicas livres, para usar em trilhas.

 O podcast precisa de um servidor. Você pode publicar em um blog, mas o mais profissional é registrar um domínio e escolher uma empresa de hospedagem.

 Crie um design próprio. Mas se preferir um pronto, use algum tema gratuito de serviços de blogs como Wordpress.

 Faça um feed, como o Feedburner, do Google.Assim, quem assinar seu podcast será notificado automaticamente quando houver um novo programa.

 Instale o podpress, o player mais usado entre os podcasters.

 Agora é divulgar nas redes sociais.

ENTENDENDO, PENSANDO E REFLETINDO

26.O que é um podcast?

27.Que limitações um postcast apresenta em termos de recursos didáticos? 28.Um podcast é mais adequado a que tipo de abordagem pedagógica? 29.Quais são as vantagens de um podcast em termos de recursos? 30.Desenvolva um uso de podcast para ensinar algo.

MÍDIAS INTERATIVAS E REDES ELETRÔNICAS

YouTube. Facebook. Atualmente é difícil existir alguém que nunca ouviu falar desses termos pelo menos uma vez. O YouTube tem levado muitas locadoras de vídeos à falência. Há filmes completos, com boa qualidade de imagem e gratuitos postados nele. O Facebook faz parte do cotidiano dos brasileiros. Uma percentagem enorme de brasileiros tem perfil nessa rede social eletrônica e a acessa todos os dias. É possível utilizar esses dois instrumentos para educar.

Em determinada perspectiva, professores têm pedido atividades que envolvem a produção e a postagem de vídeos realizados por seus pupilos, abordando diversos temas. Os professores exigem roteiro, edição de imagem e de som, adequação a alguma situação específica, animações etc.

Figura 5 - Logomarca do Youtube.

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O Youtube está repleto de vídeos educativos. É possível encontrar desde aqueles que ensinam a cozinhar determinado prato, passando pelos que ensinam a desmontar impressoras para manutenção e chegando a cursos completos. Dentre esses vídeos e, na possibilidade de aprender com eles, inaugurou-se a Khan Academy. Há até um site com algumas coisas postadas em português: <http://www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/>. Vale a pena conferir. Ainda sobre o YouTube, pessoalmente, gosto muito dos vídeos do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) no canal daquela conceituada instituição: <http://www.youtube.com/user/MIT/videos>.

Em junho de 2013, os dados estatísticos do Facebook apontavam haver mais de 76 milhões de usuários brasileiros ativos utilizando essa rede (FOLHA, 2013). E o Brasil é o segundo país em acesso diário a ela, perdendo apenas para os Estados Unidos. Em número de usuários, nosso país fica na terceira colocação, logo atrás da Índia (G1, 2013). Embora a Índia tenha mais usuários, os brasileiros são mais assíduos.

Há alguns anos, vi uma situação que considerei estranha do ponto de vista de um imigrante digital, como eu. Quando eu tinha uma questão, ia ao Google, o site de pesquisas na Internet. Minha irmã mais nova fazia algo bem diferente. Ela usava o antecessor do Facebook, o Orkut, para conseguir respostas a algumas perguntas. Nas comunidades em que ela estava associada, ela sempre encontrava alguém conectado e disponível para responder questionamentos sobre praticamente qualquer área do saber. O desafio dela era discernir a respeito da veracidade ou não das informações dadas.

Para que esse tipo de sistema funcione, uma classificação de fidelidade e de confiabilidade a respeito da informação é necessária. Isso ocorre até com os antivírus atuais. Alguns desses programas de proteção consultam a rede para saber se um programa é mais ou é menos confiável. Se vários usuários autorizaram a instalação de determinado programa de computador, o software o considera seguro para instalação no seu computador. Se, ao contrário, o programa que você deseja instalar tem poucos usuários, o antivírus dá, pelo menos, um alerta de risco de vírus na instalação.

O Yahoo Respostas Brasil funciona assim. Você pergunta algo e deixa lá. Várias pessoas voluntariamente respondem à sua pergunta. Algumas delas já responderam a outras questões anteriormente e recebem pontuação de confiabilidade por isso. Desse modo, é possível classificar um respondente em termos de confiabilidade de informação. No final, cabe a quem fez a pergunta escolher a resposta que achou mais adequada. O autor da resposta escolhida ganha mais pontos de confiabilidade (PRADO, VAN DEURSEN, 2013).

Figura 7 - Logomarca do Yahoo Respostas Brasil. Fonte: <br.answers.yahoo.com/ >.

Figura 6 - Logomarca do Facebook.

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ENTENDENDO, PENSANDO E REFLETINDO

31.Crie uma atividade pedagógica que utilize os recursos do YouTube. Poste sua ideia no fórum de discussão adequado desse módulo.

32.Elabore uma pergunta e poste no Yahoo Respostas Brasil <http://br.answers.yahoo.com/>. Se houver mais de uma resposta, escolha a melhor. A resposta foi satisfatória? Demorou muito para obter uma resposta?

33.Para você, o que significa ser respeitoso?

34.Em uma rede eletrônica, que métodos você usaria para melhorar a qualidade das informações? 35.Em que tipo(s) de abordagem educacional as mídias interativas se encaixam melhor?

FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS E A PRÁTICA METODOLÓGICA DA PESQUISA

Para a maioria de nós, qual é o sinônimo de pesquisa na Internet? Fácil. É o Google. Houve uma época em que foi o Altavista. Para uma pesquisa científica, entretanto, podemos fazer outras escolhas. Uma delas, fornecida pelo próprio Google, é o Google Acadêmico: <http://scholar.google.com.br/>. No Brasil, um portal extremamente importante para pesquisas acadêmicas é o portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes): <www.periodicos.capes.gov.br/>. Vale a pena consultar também a Scientific Eletronic Library Online (Biblioteca Eletrônica Científica Online): <www.scielo.org/ >.

A facilidade do ‘copie e cole’, – o famoso Ctr+V, Ctr+C – é acompanhado da facilidade de detecção de fraudes e de plágio. Também há softwares especializados nessa detecção. A pesquisa pela Internet passa pelo perigo do plágio. Plágio é crime no Brasil. Mas, mais do que crime, traz um enorme prejuízo ao pesquisador que o comete. Alguns tiveram que devolver prêmios recebidos. Alguns perderam completamente o prestígio e ficaram impedidos de seguir adiante em suas carreiras. Alguns perderam empregos por isso. E uma parte cometeu plágio sem má intenção. Portanto, seja cuidadoso(a) ao utilizar informações de outrem. Abuse das citações, mas não abuse de copiar sem citar. Recomendo enfaticamente a leitura do material disponibilizado em <http://www.dqf.ufpe.br/images/documentos/cartilha-plagio-academico.pdf>, a cartilha sobre plágio elaborada pela Comissão de Avaliação de Casos de Autoria do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense.

Outras situações indesejáveis para a pesquisa também podem ser detectadas através da tecnologia. Cito três particularmente preocupantes: a autocitação, a insularidade científica (scientific insularity) e a ‘citação combinada’.

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A qualidade de um periódico é medida por determinados parâmetros. Um deles é o ‘fator de impacto’, um índice atribuído pela Thomson Reuters. Quanto maior o número de citações de um artigo, maior o fator de impacto. Acredita-se que um artigo tem mais qualidade científica quando recebe um maior número de citações pelos pares. O que acontece é que alguns, às vezes, para aumentar o fator de impacto, citam a si mesmos. Quando isso é feito por parte do próprio pesquisador, chama-se ‘autocitação’.

A insularidade científica é um tipo de autocitação em nível de país. Isso significa que as citações que um artigo recebe são realizadas apenas por cientistas do próprio país, ou seja, esses artigos científicos não têm relevância e impacto na ciência internacional. Não chega a ser uma fraude, mas representa um isolamento científico diante do mundo ao redor.

Recente e infelizmente, quatro periódicos brasileiros tiveram seu fator de impacto suspenso por um ano por apresentarem a denominada ‘citação combinada’. Eles foram acusados de participar de um esquema onde uma revista citava a outra, para aumentar o fator de impacto dos periódicos participantes do esquema (PESQUISA, 2013).

ENTENDENDO, PENSANDO E REFLETINDO

36.O que significa ‘plagiar’?

37.Em que momento usar informações de outras pessoas passa a ser plágio? Como usar informações de outras pessoas sem incorrer em plágio?

38.O que é autocitação?

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39.Veja a sequência de fotografias e leia as notas explicativas no site <http://educacao.uol.com.br/album/2013/11/18/colas-e-trapacas.htm> sobre ‘os 15 casos mais famosos sobre cola e plágio acadêmico’’.

40.Faça uma rápida pesquisa na Internet sobre casos de plágio descobertos e punidos. Há algum caso em Pernambuco? Na região Nordeste? No Brasil?

REFERÊNCIAS

ALVES, Lucineia. Educação a distância: conceitos e história no Brasil e no mundo. Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância, v. 10, 2011. ABED: São Paulo, 2011.

COLE, Jason; FOSTER, Helen. Using Moodle: teaching with the popular open source course management system. 2. ed. O’Reilly Media, Inc.: Sebastopol (EUA), 2008.

CORTELLA, Mário Sérgio. Paulo Freire: utopias e esperanças. Debates em Educação, v. 2, n. 3, jan./jun. 2010. ISSN: 2175-6600. UFAL: Maceió, 2010.

DUARTE, Pedro. Postcast Brasil. Superinteressante, n. 323, set. 2013. Abril: São Paulo, 2013.

FELIPE, Sônia Teresinha. O conceito de utopia na proposta paulofreireana. Revista de Ciências Humanas, v. 3, n. 6, 1984. Também disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/ revistacfh/article/view/23744>. Acesso em: 15 nov. 2013.

FOLHA de São Paulo. Brasil chega a 76 milhões de usuários no Facebook; mais da metade acessa do celular. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/08/1326267-brasil-chega-a-76-milhoes-de-usuarios-no-facebook-mais-da-metade-acessa-do-celular.shtml>. Acesso em: 15 nov. 2013.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. UNESP: São Paulo, 2000.

G1. Brasil é o 2o país com mais usuários que entram diariamente no Facebook. Disponível em: <http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/09/brasil-e-o-2-pais-com-mais-usuarios-que-entram-diariamente-no-facebook.html>. Acesso em: 15 nov. 2013.

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MUGNOL, Marcio. A educação a distância no Brasil. Revista Diálogo Educacional, v. 9, n. 27, p. 335-49, maio/ago. 2009.

PESQUISA. Punição para citações combinadas. ed. 273, p. 9, nov. 2013. Também disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2013/11/009_Book_2141.pdf>. Acesso em: 20 nov. 2013. FAPESP: São Paulo, 2013.

PRADO, Ana; VAN DEURSEN, FELIPE. Pq vcs gostam tanto do Yahoo Respostas? Galileu, ed. 318, p. 80-3, maio 2013. Abril: São Paulo, 2013.

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TAVARES, Romero et. al. Objetos de aprendizagem: uma proposta de avaliação da aprendizagem significativa. In: PRATA, Carmem Lúcia; NASCIMENTO, Anna Christina Aun de Azevedo (Org.). Objetos de aprendizagem: uma proposta de recurso pedagógico. Brasília: MEC, SEED, 2007. Também disponível em: <http://www.fisica.ufpb.br/~romero/objetosaprendizagem/Rived/ Artigos/2007CapituloOARivedSeedMec.pdf>. Acesso em: 20 nov. 2013.

TONON, Rafael. O que te motiva? Galileu. n. 239, jun. 2011, p. 34-43. Globo: São Paulo, 2011.

WIKIPÉDIA. Falácia. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A1cia>. Acesso em: 15 nov. 2013.

GLOSSÁRIO

Atenção! Deixei completamente de lado a definição formal dos verbetes. A intenção aqui é explicar o sentido dos termos no contexto em que foram usados por mim. Não me preocupei nem um pouco com a fidelidade com o significado nos dicionários. Para entender ainda melhor cada vocábulo, é interessante e recomendável consultá-los.

Ambiente virtual de aprendizagem (AVA)

Pode ser considerado como um software onde são inseridos e funcionam outros para montagem de cursos.

AVA

Veja ‘Ambiente virtual de aprendizagem’

Assíduo

Presente, frequente.

Caderno de registro de pesquisa

Praticamente o mesmo que ‘diário de bordo’.

Cola

Cópia, ‘fila’.

Dialética

Pode ser considerado um método de pensamento que consiste em confrontar ideias para produzir novas.

Diário de bordo

Registro de atividades realizadas ao longo de uma pesquisa.

Imagética

Referente a imagens. Leitura imagética significa ‘leitura de imagens’.

Modularização

Processo de separar bem as partes, deixando-as independentes umas das outras.

Portfólio

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Plataforma

No sentido do texto, é a infraestrutura necessária para o funcionamento de softwares.

Processofólio

Imagem

Figura 1 - Paulo Freire (1921-1997), pernambucano, Patrono da Educação Brasileira.
Figura 7 - Logomarca do Yahoo Respostas Brasil.
Figura 8 - Logomarca do Google.
Figura 9 - Esquema da citação combinada que levou à suspensão do fator de impacto de quatro periódicos brasileiros

Referências

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