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Allan n Ka K r a de d c e

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(1)

Allan Kardec

Allan Kardec

Allan Kardec

Allan Kardec

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Allan Kardec e o

Allan Kardec e o

Livro dos Esp

Livro dos Esp

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ritos

ritos

Capa da primeira edição francesa

Publicado em 18 de Abril de 1857

Capa da edição

(3)

Como surgiu o Espiritismo?

Como surgiu o Espiritismo?

A essência intima do Espiritismo é tão antiga

quanto o mundo. Para o nosso progresso

espiritual, o Criador vem enviando ao planeta

os seus instrutores que nos comunicam as

Leis Divinas, os ensinamentos que nos

devem encaminhar ao bem e à felicidade. A

comunicação com os espíritos tem sido

praticada pelos homens desde épocas

remotas da história, demonstrando através de

fatos a imortalidade do espírito. Coube ao

Espiritismo dar explicações de acordo com a

razão, desvendando os chamados

(4)

O Consolador Prometido

O Consolador Prometido

"Se me amais, guardai os meus

mandamentos; e eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará um outro

Consolador, a fim de que fique

eternamente convosco: - O Espírito de Verdade, que o mundo não pode

receber, porque o não vê e

absolutamente o não conhece. Mas, quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. -Porém, o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos

tenho dito.“

(5)

Espiritismo

Espiritismo

A Terceira Revela

A Terceira Revela

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ão

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(6)
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A faculdade medi

A faculdade medi

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nica

nica

A faculdade mediúnica, tanto natural como de

prova acompanha a vida humana, pois desde

que o homem existe, os Espíritos estão prontos

a se comunicar com ele. Um estudo da

mediunidade através dos tempos exige uma

ampla pesquisa no sentido de RESGATAR as

contribuições dadas pelo homem da caverna,

pelas pitonisas, pelas bruxas e pelos médiuns

em cada etapa do desenvolvimento da

sociedade. A Bíblia está repleta de

manifestações mediúnicas, tanto no Velho

quanto no Novo Testamento.

(8)

A transfigura

A transfigura

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ão no Tabor

ão no Tabor

Jesus chamou três de seus

discípulos e subiu ao Monte Tabor, e ali, tendo por médiuns Pedro, Tiago e João, começou a orar e as suas células se

transformaram em miríades de estrelas. A seguir se

materializaram, diante dos

discípulos espantados, Moisés e Elias. Os dois conversaram longamente com Jesus, porém, do que trataram ninguém sabe, mas com certeza conversaram a respeito dos destinos da

humanidade.

(9)

Pentecostes

Pentecostes

F

oi justamente no Dia de

Pentecoste que houve a

grande explosão

profética (xenoglossia);

em conjunto aqueles

homens simples falaram

todas as línguas em

vigor naquela época.

Esse dia foi marcado

pela outorga de

faculdades mediúnicas

aos apóstolos e

discípulos.

(10)

Joana D

Joana D

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Nasceu em Domrémy, França em

6 de janeiro de 1412, filha de camponeses, distinguiu-se, desde pequena, por sua índole piedosa e devota. Movida por intensa fé e patriotismo

contribuiu de forma decisiva para mudar o rumo da Guerra dos 100 Anos, entre a França e a Inglaterra. Aos 13 anos,

através de sua mediunidade, passou a receber orientações de seus Guias Espirituais que a exortavam às virtudes

cristãs. Foi queimada em

Rouen, na Normandia, em 30 de maio de 1431.

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(12)

Os fenômenos de Hydesville

Os fenômenos de Hydesville

As Irmãs Fox

Kate Fox – 11 anos

Margareth Fox – 14 anos Leah Fox – profª de piano Os Fenômenos ocorridos com os

membros da família Fox em 1848 na

pequena Aldeia de Hydesville, Estado de New York, EUA contribuíram de forma decisiva para o surgimento de novos

conceitos espiritualistas na sociedade da época.

Através das comunicações do espírito Charles B. Rosma com os Fox iniciou-se um grande movimento, que em princípio caracterizava-se como divertimento, mas com o passar do tempo, tornou-se a fonte de pesquisa que desvendaria os mistérios do mundo dos mortos.

A mediunidade das duas meninas, Kate e Margareth Fox, foram o ponto de partida para uma onda de fenômenos que

aconteceu no país americano com repercussão no mundo inteiro.

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O Nascimento

O Nascimento



Hippolyte Léon Denizard Rivail



Nasceu na Rua Sale nº 76,

Lyon – França, às 19 horas do

dia 3 de Outubro de 1804,



Seus pais: Jean-Baptiste

Antoine Rivail e Jeanne Louise

Duhamel.



Sabia espontaneamente

distribuir confiança e

serenidade com o olhar,

palavras e atitudes.

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Lyon

Lyon

(16)

Forma

Forma

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ão Escolar

ão Escolar

 O jovem Rivail começou seus estudos

em sua cidade natal, mas em 1814, aos 10 anos de idade, foi transferido para a cidade de Yverdon - Suíça no castelo do famoso professor Johann Heinrich

Pestalozzi.

 Foi assim que sua formação secundária

teve início, e onde nasceram as idéias que mais tarde colocariam Rivail na

classe dos homens progressistas e dos livres pensadores. Seus estudos

completaram-se entre 1820 e 1821, quando voltou para a França.

 Teve uma educação primorosa, dono de

uma cultura respeitável, emérito poliglota, pedagogo admirado.

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Yverdon

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Castelo de Yverdon

Castelo de Yverdon

(19)

Johann Heinrich Pestalozzi

Johann Heinrich Pestalozzi

 12/01/1746 – 17/02/1827

 O mais sábio , respeitado e célebre

professor daquele tempo, precursor da moderna educação, da chamada “escola ativa” e fundador da primeira escola

profissional do mundo, em Yverdon, na Suíça.

 Pestalozzi foi influenciado grandemente

pelos princípios de liberdade exaltados por “Rousseau”, fortalecendo seu coração e dando-lhe ensejo de ser útil ao próximo

 Doutor em direito e professor de história

na Universidade de Zurique.

 Transmitia aos seus alunos os exemplos

de beneficência e amor ao próximo, que mais tarde serviriam a Rivail para se

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Estatua de Pestalozzi em Yverdon

(21)

Que id

Que id

é

é

ias Pestalozzi defendia?

ias Pestalozzi defendia?

 Rousseau, considerado o pai da

democracia moderna, foi o grande renovador do sistema político e social de sua época.

 Ele tratou a educação de uma nova

maneira: “O homem natural” deve ser preservado. Negando o pecado

original.

 “A educação do homem começa no

nascimento; antes de falar, ou antes, de ouvir, ele já se instrui.”

 “O homem nasce livre. – Rejeitava

Rousseau toda a autoridade apoiada sobre os privilégios naturais ou sobre o direito do mais forte“.

 Os princípios de liberdade, exaltados

por Rousseau e apresentados sob uma forma de ideal, fortaleceram em

Pestalozzi o desejo de encontrar um campo de ação mais vasto, onde pudesse ser útil ao povo.”

Jean-Jacques Rousseau 28/06/1712 – 02/07/1778

(22)

Influências na forma

Influências na forma

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ão de Rivail

ão de Rivail



“A linguagem deve estar

ligada à intuição.”



“A época de ensinar não é a

de julgar e criticar.”



“A individualidade do aluno

deve ser sagrada para o

educador.”



“As relações entre mestre e

aluno, sobretudo no que

concerne à disciplina,

devem ser fundadas no

amor e por ele governadas.”



“Aí nasceram as idéias que

mais tarde colocariam Rivail

na classe dos homens

progressistas e dos livres

pensadores.”

(23)

O dia

O dia

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a

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dia no Instituto Pestalozzi

dia no Instituto Pestalozzi

 “Os alunos gozavam de grande

liberdade, as portas do castelo permaneciam abertas o dia todo e sem porteiros.”

 “Não havia castigos nem

recompensas. Pestalozzi não queria a emulação nem o

medo. Só admitia a disciplina do dever, ou melhor, a da afeição, a do amor.

 Jornada escolar: Inicio –

06h00min - Fim – 20h00min

 Matérias estudadas:

 Noções Gerais de Mineralogia,

Noções Gerais de Botânica, Noções de Zoologia, Anatomia Comparada, Historia Natural, Elementos de

Fisiologia, Elementos de Psicologia, Física Experimental, Química

Experimental, Matemática, Aritmética Superior, Álgebra, Geografia Geral, Geometria, Trigonometria, Mecânica,

Astronomia, Geografia Matemática, Belas Artes, Desenho, Musica,

Geografia Política, Instrução

Religiosa, Geografia Civil, Historia Civil, Instrução Moral.

 Línguas: Latim, Italiano, Espanhol,

Alemão, Grego, Francês, Holandês e Inglês.

 Rivail falava corretamente: Italiano,

Espanhol, Alemão, Francês, Holandês e Inglês.

(24)

 Rivail como aluno e discípulo de

Pestalozzi, dotado de avidez de saber e de agudo espírito

observador, adquiriu desde cedo o habito da observação.

 Seu interesse pela Botânica

levava-o às vezes, a passar o dia inteiro nas montanhas próximas a procura de espécies para o seu herbário.

 Possuía uma irresistível

inclinação para o estudo dos complexos problemas do ensino.

 Pautado no estudo e na

educação recebida, aliado aos exemplos de beneficência e amor ao próximo, vividos por “Pai

Pestalozzi”, Hypolite teve sua formação e preparação para a tarefa que lhe foi destinada.

O Disc

(25)

Obras de Educa

Obras de Educa

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ão

ão

 Hippolyte era membro da Real

Academia de Ciências de Arrás, autor de livros adotados pela Universidade de França. Com

grande cabedal curricular, resolveu dedicar-se a pesquisas,

desenvolvendo e aprimorando métodos de ensino.

 Seu primeiro livro foi “Curso

Teórico e Prático de Aritmética”, publicado em 1824 com 624

páginas tendo como objetivo o Exercício de cálculo mental.

 Escreveu ainda diversos livros,

tornando sua Obra pré-espiritismo muito profícua.

(26)

Outras Obras Pedag

Outras Obras Pedag

ó

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gicas elaboradas e

gicas elaboradas e

editadas por Hyppolyte L

editadas por Hyppolyte L

é

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on D. Rivail

on D. Rivail

1850 1849 1848 1847 1847 1846 1845 1831 1830 1828 1825

Ano

Ditados da Primeira e da Segunda Idade Ditado Normais dos Exames

Catecismo Gramatical da Língua Francesa Tratado de Aritmética

Programa de Cursos Usuais de Física,Química,Astron. e Fisiologia. Manual de Exames para Certificados de Capacidade

Curso Completo Teórico e Prático de Aritmética

Gramática Francesa Clássica de Acordo com um Novo Plano Os Três primeiros Livros de Telêmaco

Plano Proposto para melhoria da Educação Pública Escola de Primeiro Grau

(27)

 Cultivar o espírito natural de

observação das crianças, dirigindo-lhes a atenção para os objetos que as cercam.

 Cultivar a inteligência, observando

um comportamento que habilite a descobrir por si mesmo as regras.

 Proceder sempre do conhecido

para o desconhecido, do simples para o composto.

 Evitar toda atitude mecânica,

levando o aluno a conhecer o fim e a razão de tudo o que faz.

 Conduzi-lo a apalpar com os dedos

e com os olhos todas as verdades.

 Só confiar à memória aquilo que já

tenha sido aprendido pela inteligência.

Princ

(28)

“A Educação é a obra de minha

vida, e todos os meus instantes

são empregados em meditar

sobre esta matéria, feliz quando

encontro algum meio novo ou

quando descubro novas

verdades (...)”

“A Educação é a arte de formar

homens, isto é, a arte de fazer

eclodir neles os germes da

virtude e abafar os do vicio, de

desenvolver sua inteligência e

de lhes dar instrução própria às

suas necessidades, enfim, de

formar o corpo e de lhe dar

força e saúde”.

Rivail

Pensamentos

(29)

Diplomas

Diplomas

1. Membro da Sociedade Promotora da Indústria Nacional; 2. Membro Titular da Sociedade Francesa de Estatística

Universal;

3. Membro Titular da Academia da Indústria Agrícola, Manufatureira e Comercial;

4. Membro Titular do Instituto Histórico; 5. Membro da Academia de Arrás;

6. Membro residente da Sociedade Gramatical;

7. Membro da Sociedade para Instrução Elementar; 8. Membro fundador da Sociedade de Previdência dos

Diretores de Instituições e Pensões de Paris; 9. Membro da Sociedade de Educação Nacional; 10. Membro do Instituto de Línguas;

11. Membro da Sociedade de Ciências Naturais de France; 12. Membro correspondente da Sociedade Real de

Emulação, de Agricultura, Ciências, Letras e Artes do Deptº do Ain;

(30)

Rivail desenvolveu a Arte de Educar

Rivail desenvolveu a Arte de Educar

“A arte do professor consiste na

maneira de apresentar estas idéias, no talento segundo o qual se sabe gradua-las, classifica-las

e apropriá-las à natureza da inteligência.”

“A inteligência se desenvolve na proporção das idéias adquiridas, e quanto mais idéias se têm, mais

apto se é a adquirirem novas.” “A instrução de uma criança não

consiste apenas na aquisição desta ou daquela ciência, mas no

desenvolvimento geral da inteligência.

(31)

O Casamento

O Casamento



Amélie-Gabrielle de Lacombe

Boudet – Madame Rivail



23/11/1795 – 21/01/1883



Professora de Letras e Belas

Artes. Publicou três obras:

Contos Primaveris – 1825,

Noções de Desenho – 1826 e

O Essencial em Belas Artes –

1828.



Conheceu Kardec no Instituto

Educacional Técnico.



O casamento ocorreu em

06/02/1832.



Caracterizava-se pela nobreza

(32)

O trabalho do dia

O trabalho do dia

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a

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dia de Rivail

dia de Rivail

 Em sua residência a Rua Sèvres, ajudado por Amélie, traduzia livros e preparava todos os cursos de

Levy-Alvarès, a famosa Escola do Fauborug Saint-Germain.

 Escrevia à noite livros para estudos pedagógicos

superiores.

 Cuidava da contabilidade de três empresas.

 Entre 1835 e 1840 Rivail dava cursos gratuitos para alunos pobres: Química, Física,

Astronomia e Anatomia comparada.

(33)

Franz Anton Mesmer

Franz Anton Mesmer

 1733 – 1815

 Mesmer, médico austríaco, pai do

magnetismo, afirmava que todo ser vivo seria dotado de um fluido magnético

capaz de se transmitir a outros

indivíduos, estabelecendo-se, assim, influências psicossomáticas recíprocas, inclusive com fins terapêuticos.

 Criador da teoria do magnetismo animal

conhecido pelo nome de mesmerismo. Provido de recursos, dedicou-se a longos estudos científicos, chegando a dominar os conhecimentos de seu tempo, época de acentuado orgulho intelectual e

ceticismo. Era um trabalhador incansável, calmo, paciente e ainda um exímio

músico.

 No ano de 1823 Kardec passa a

freqüentar os trabalhos da Sociedade de Magnetismo de Paris, vindo a ser, ele próprio um magnetizador.

(34)

As mesas girantes

As mesas girantes

 Após o episódio das Irmãs Fox, de Hydesville, a 31/03/1848, em

muitas outras casas também começaram a ocorrer os fenômenos das batidelas.

 A partir daí, iniciaram-se as tentativas de comunicação com os

agentes invisíveis, passando-se mais tarde ao emprego das mesas girantes.

 A novidade espalhou-se da América do Norte para a Europa  Em 1854, aos 50 anos de idade, Rivail a convite do Sr. Partier,

junto com o Sr. Fortier participou de uma reunião na casa da Sra. Plainemaison e observa:

“Foi aí que presenciei o fenômeno da mesas que giravam, saltavam e corriam em condições que não deixavam

qualquer dúvida”.

“Assisti então a alguns ensaios, muito imperfeitos de escrita mediúnica numa ardósia, com o auxilio de uma cesta”. “Minhas idéias estavam longe de precisar-se, mas havia ali um

(35)

As mesas girantes

As mesas girantes

“Eu entrevia, naquelas aparentes futilidades, no

passatempo que faziam daqueles fenômenos,

qualquer coisa de sério, como que a revelação de

uma nova lei, que tomei a mim estudar a fundo”.

(36)

Experiências com as “mesas girantes” na

Alemanha em 1853

(37)

Paris

Paris

à

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é

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poca dos fatos ...

poca dos fatos ...

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(39)

A Missão

A Missão

Allan Kardec foi escolhido por Jesus como o responsável

pela organização das informações reveladas pelos

Espíritos que deu forma ao Espiritismo. Coube-lhe a tarefa

de verificar, entender, separar e conceituar as diversas

questões levantadas em centenas de reuniões espirituais.

Sua formação acadêmica em diversas áreas do

conhecimento humano foi fundamental na aplicação de

métodos que simplificaram temas complexos sobre a

alma, criando com isso, condições de entendimento as

pessoas mais simples. O Espiritismo tornou-se uma

ciência de multidões com o objetivo de reformar a

humanidade, desenvolvendo-lhes a fé ativa dos ensinos

de Cristo.

(40)

As Pesquisas

As Pesquisas

Inicialmente Kardec começou os estudos dos

fenômenos espirituais tendo centenas de anotações

que foram feitas nas reuniões na casa da Sra.

Planeimaison. Em seguida, fez observações

profundas sobre a origem inteligente de tais fatos.

Analisou profundamente cada resposta dada as

questões trazidas nas reuniões. Conclui que algo de

grande e reformador estava por trás daqueles

fenômenos. Kardec utilizou vários médiuns que

puderam, em muitas ocasiões sem saber, dar origem

(41)

Metodologia

Metodologia

O Método de Kardec transformou-se no método da própria

doutrina, e tem, na sua própria simplicidade, a

garantia da sua eficiência. Podemos resumi-lo assim:

1) Escolha de colaboradores mediúnicos insuspeitos, tanto do ponto

de vista moral, quanto da pureza das faculdades e da assistência espiritual:

2) Análise rigorosa das comunicações, do ponto de vista lógico, bem como do seu confronto com as verdades científicas demonstradas, pondo-se de lado tudo aquilo que não possa ser logicamente

justificado;

3) Controle dos Espíritos comunicantes, através da coerência de suas comunicações e do teor de sua linguagem;

4) Consenso universal, ou seja, concordância de várias

comunicações, dadas por médiuns diferentes, ao mesmo tempo e em vários lugares, sobre o mesmo assunto.

Armado desses princípios, escudado rigorosamente nesse critério, Kardec pôde realizar a difícil tarefa de reunir a série de

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O M

O M

é

é

todo experimental

todo experimental

“Levava para cada sessão uma serie de questões preparadas e metodicamente dispostas.”

Sobre a natureza do mundo? Psicologia? Filosofia?

“Todas as questões eram sempre respondidas com precisão, profundeza e lógica.”

“Nunca elaborei teorias preconcebidas;”

“Observava cuidadosamente, comparava, deduzia conseqüências;” “Dos efeitos procurava remontar as causas, por dedução e pelo

encadeamento lógico dos fatos, não admitindo por valida uma explicação, senão quando resolvia todas as dificuldades da

questão.”

“Compreendi, antes de tudo, a gravidade da exploração que ia

empreender. Percebi naqueles fenômenos, a chave do problema tão obscuro e tão controvertido do Passado e do Futuro da

Humanidade.”

“Da comparação e da fusão de todas as respostas, coordenadas, classificadas e muitas vezes retocadas no silêncio da meditação, foi que elaborei a primeira edição de O Livro dos

(43)

Esp

Esp

í

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rito da Verdade

rito da Verdade



Foi à Rua dês Martyrs nº. 8,

na casa do Sr. Baudin,

assistido pela médium Srta.

Baudin, que Kardec teve o

primeiro contato com aquele

que seria seu orientador nos

trabalhos de preparação

daquela que seria a primeira

obra do Codificador – O Livro

dos Espíritos.



“Para ti, chamar-me-ei A

Verdade e todos os meses,

aqui, durante um quarto de

hora, estarei à tua

(44)
(45)





O Livro dos Esp

O Livro dos Esp

í

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ritos

ritos

 Publicado em 18 de abril de 1857

 Foi organizado em sua primeira edição com 501 perguntas e respostas, em 913 itens.

 Em 18/03/1860 foi publicada a

segunda edição, revista e ampliada com 1019 perguntas e respostas em 1193 itens.

 O Livro dos Espíritos contém os

Princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida

presente, a vida futura e o porvir da humanidade (segundo o

ensinamento dos Espíritos

superiores, através de diversos

médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec.

(46)

O Livro dos Esp

O Livro dos Esp

í

í

ritos

ritos

“Coloca no início do livro a cepa de vinha que te

desenhamos, como emblema do trabalho do Criador; todos

os princípios materiais que podem melhor representar o

corpo e o Espírito estão nela reunidos: o corpo é a cepa; o

Espírito é o licor; a alma ou o Espírito unido à matéria é o

bago da uva. O homem purifica o Espírito pelo trabalho e tu

sabes que é somente pelo trabalho do corpo que o Espírito

adquire conhecimento”.

A cepa (ramo de parreira) é a reprodução fiel da que foi

desenhada pelos Espíritos.

(47)

Introdução

Prolegômenos

Livro I

Das Causas Primárias

Livro II

Do Mundo Espírita

Livro III

Das Leis Morais

Livro IV

Das Esperanças e Consol

.

Conclusão

Quem

Sou?

De onde

vim?

Para

onde vou?

Por que ser

Espírita?

Que

Sinto?

Por que

sofro?

Como ser

Espírita?

Decorre

O Céu e

o Inferno

O Evangelho Segundo O Espiritismo

Livro dos

Médiuns

A Gênese

O Livro dos Espíritos

O principiante Espírita

O que é Espiritismo?

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Livro I - Das causas primárias – aborda a noção de divindade, Criação e elementos fundamentais do Universo.

Livro II - Do mundo espírita – analisa a noção de Espírito e toda a série de imperativos que se ligam a esse conceito, a finalidade de sua

existência, seu potencial de auto-aperfeiçoamento, sua pré e sua pós-existência e ainda as relações que estabelece com a matéria.

Livro III - Das leis morais – trabalhando com o conceito de Leis de ordem Moral a que estaria submetida toda a Criação, quais sejam as leis: divina ou natural, adoração, trabalho, reprodução, conservação, destruição, sociedade, progresso, igualdade, liberdade e justiça, amor e caridade.

Livro IV - Das esperanças e consolações – concluindo com

ponderações acerca do futuro do homem, seu estado após a morte, as alegrias e obstáculos que encontra no além-túmulo.

O Livro dos Espíritos

Divisão

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Lan

Lan

ç

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amento do Livro dos Esp

amento do Livro dos Esp

í

í

ritos

ritos

A primeira edição francesa de “O Livro dos Espíritos” foi lançada na

loja nº 13 (Livraria Dentu) desta Galeria em 18/04/1857 pelo livreiro Edouar Henri Justin Dentu,

com tiragem inicial de 1200 exemplares.

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O Livro dos Esp

O Livro dos Esp

í

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ritos pelo mundo...

ritos pelo mundo...

(51)

Alemão

Italiano

Esperanto

O Livro dos Esp

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O Livro dos M

O Livro dos M

é

é

diuns

diuns



Publicado em Janeiro de 1861



Tem sua fonte na segunda parte

de O Livro dos Espíritos.



Trata da parte experimental da

doutrina, do gênero de todas as

manifestações, da educação da

mediunidade e das dificuldades

e tropeços que ocorrem na

(53)





O Evangelho Segundo o Espiritismo

O Evangelho Segundo o Espiritismo



Publicado em Abril de 1864



Tem sua fonte na terceira parte

de O Livro dos Espíritos.



Seu conteúdo sintetiza as

explicações das máximas

morais do Cristo em

concordância com o Espiritismo

e suas aplicações às diversas

circunstâncias da vida.

(54)





O C

O C

é

é

u e o Inferno

u e o Inferno



Publicado em Agosto de 1865



Tem sua fonte na quarta parte

de O Livro dos Espíritos.



Contém o exame comparado

das doutrinas sobre a passagem

da vida corporal para a vida

espiritual; as penas e

recompensas futuras; os anjos e

os demônios; as penas eternas,

etc, seguido de numerosos

exemplos sobre a situação real

da alma durante e após a morte.

(55)





A Gênese

A Gênese



Publicado em Janeiro de 1868



Trata dos problemas genésicos

e da evolução física da Terra.

Abrange as questões da

formação e desenvolvimento

do globo terreno e as

referentes a passagens

evangélicas e escrituristicas.

Explica, à luz da razão, os

milagres do Evangelho.

(56)
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Revista Esp

Revista Esp

í

í

rita

rita



Fundada por Allan Kardec,

que lança em Janeiro de 1858

seu primeiro número.



Contém o relato das

manifestações materiais ou

inteligentes dos Espíritos,

aparições, evocações, etc,

assim como todas as notícias

relativas ao Espiritismo.

(58)





O que

O que

é

é

o Espiritismo

o Espiritismo



Publicado em 1859



Introdução ao conhecimento do

mundo invisível pelas

manifestações dos Espíritos,

contendo o resumo dos

princípios da doutrina espírita e

respostas às principais

(59)





Viagem Esp

Viagem Esp

í

í

rita em 1862

rita em 1862



Publicado em 1862



Contém as observações sobre

o estado do Espiritismo.



As instruções dadas por

Kardec nos diferentes grupos.



As instruções sobre a

formação dos grupos e das

sociedades, e um modelo de

regulamento para o uso deles

e delas.

(60)





Obras P

Obras P

ó

ó

stumas

stumas



Publicado em Janeiro de1890



Este livro reúne importantes

textos de Kardec, quer de

caráter teórico, sobre diversos

assuntos, quer sobre fatos

relativos às atividades espíritas

do mestre.

(61)





A Obsessão

A Obsessão



Aborda o problema da obsessão,

que tanto pode atingir o profano

quanto o espírita propriamente dito,

e este até com maior facilidade.



Essa doença moral existiu desde

todos os tempos, mas o Espiritismo

bem compreendido e bem

praticado pode dela preservar a

criatura e, se atingida, curá-la mais

uma vez que ele revela a

verdadeira causa do mal, bem

como a forma de nos livrarmos

dele, apresentando uma imensa

variedade de particularidades,

conforme a cada caso.

(62)

O Auto de F

O Auto de F

é

é

 Em 9 de outubro de 1861 Kardec envia

para Barcelona, 300 volumes sendo a maioria de O Livro dos Espíritos, para

serem expostos e vendidos pelo livreiro Sr. Maurice Lachâtre.

 Os livros são confiscados e queimados por

ordem do Bispo de Barcelona em nome do Santo - Oficio como perniciosos à fé

católica.

 Kardec responde:

 “Podem queimar livros, mas não se

queimam idéias, as chamas das fogueiras as superexcitam, em vez de extingui-las. Ademais, as idéias estão no ar, e não há Pirineus bastante elevados para detê-las, e quando é grande e generosa uma idéia, encontra milhares de corações dispostos a almejá-la”.

(63)

Em 17/09/1865 – Salvador, Bahia é instalado o “Grupo Familiar do Espiritismo”, o primeiro Centro Espírita do Brasil.

Em 02/08/1873, funda-se por inspiração do Espírito Ismael, a “Sociedade de Estudos Espíritas – Grupo Confúcio”, que pelo seu regulamento

deveria seguir os princípios e as formalidades expostas em O Livro dos Espíritos e em O Livro dos Médiuns. Joaquim Carlos Travassos, que fazia parte desse grupo inicial, é quem faz a primeira tradução do Livro dos

Espíritos para o português e passa-o a Adolfo Bezerra de Menezes, que lendo-o pela primeira vez, pareceu-lhe que já lhe era familiar o seu

conteúdo.

Desde o lançamento do Livro dos Espíritos aos dias de hoje, muitas outras casas espíritas, associações, federações foram fundadas em nosso país, passando ao longo desse tempo, verdadeiros missionários que muito contribuíram com a propagação do Espiritismo e do Evangelho do Cristo, tornando-o no terceiro maior grupo religioso do Brasil.

Estamos mundialmente entrelaçados: o que acontece num país, o outro fica logo sabendo. Muitas vezes descobre-se algo num país, mas é em outro que vemos o seu desenvolvimento. O Espiritismo é um exemplo prático. Nascido em França, teve o seu florescimento em nossa pátria. Hoje, são muitos os adeptos brasileiros desta doutrina esclarecedora do mundo invisível.

Primeiros passos do Espiritismo no Brasil

Primeiros passos do Espiritismo no Brasil

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Desencarna

Desencarna

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ão de Allan Kardec

ão de Allan Kardec



Em 31 de março de 1869,

desencarna subitamente

vitimado por um aneurisma.



O corpo foi sepultado ao

meio-dia de 02 de abril, no cemitério

de Montmartre.



Muitas homenagens são

prestadas, como o importante

discurso de Camille

Flammarion.



Em 31 de março de 1870

inaugura-se o famoso

monumento druida do

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Trechos do discurso pronunciado junto ao

Trechos do discurso pronunciado junto ao

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mulo de Allan Kardec por Camille Flammarion

mulo de Allan Kardec por Camille Flammarion

“Tomba o corpo, a alma permanece e

retorna ao espaço.

Encontrar-nos-emos num mundo bem melhor e no céu imenso onde usaremos

das nossas mais preciosas faculdades, onde continuaremos os estudos para cujo desenvolvimento a Terra é o teatro

por demais acanhado.

É nos mais grato saber desta verdade, do que acreditar que jazes todo inteiro neste cadáver e que tua alma se haja

aniquilada com a cessação do funcionamento de um órgão.

A imortalidade é a luz da vida, como este refulgente sol é a luz da natureza.”

Camille Flammarion

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Inscri

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ão no Monumento Dolmênico

ão no Monumento Dolmênico

“NAÍTRE, MOURIR, RENAÍTRE, ENCORE ET

PROGRESSER SANS CESSE TELLE EST LA LOI”

“NASCER, MORRER, RENASCER AINDA E

PROGREDIR CONTINUAMENTE, TAL É A LEI”

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Homenagem a Kardec

Homenagem a Kardec

Amaral Ornellas “Trouxeste, Allan Kardec, à longa noite humana,

O Cristo em nova luz – revivescida aurora! E onde estejas serás, eternidade afora,

A verdade sublime, em que o mundo se irmana. Em teu verbo solar, a justiça se ufana

De aclarar, consolando, o coração que chora, A fé brilha, o bem salva, a estrada se aprimora E a vida, além da morte, esplende soberana!... Escuta a gratidão da Terra... Em toda parte, A alma do povo freme e canta ao relembrar-te A presença estelar e a serena vitória.

Gênio, serviste! Herói, exterminaste as trevas!... Recebe com Jesus, na glória a que te elevas, Nosso preito de amor nos tributos da História.

Soneto recebido pelo médium Francisco C. Xavier “O Franco Atirador” – Outubro de 2000

Referências

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