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Relatorio Pratica I -Almizael do Nascimento de Souza

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Academic year: 2021

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CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE TEFÉ – CEST

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

ALMIZAEL DO NASCIMENTO DE SOUZA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO PRÁTICA DE ENSINO DE

MATEMÁTICA I

TEFÉ / AM 2016

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RELATÓRIO DE ESTÁGIO PRÁTICA DE ENSINO DE

MATEMÁTICA I

Relatório de Estágio Supervisionado apresentado no Curso de Licenciatura em Matemática, do Centro de Estudos Superiores de Tefé - CEST, da Universidade do Estado do Amazonas – UEA, como requisito da Disciplina Prática de Ensino de Matemática I sob a orientação do Prof. Me. Fernando Soares Coutinho.

TEFÉ / AM 2016

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INTRODUÇÃO ... 4

2. DESENVOLVIMENTO ... 5

2.1 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 5

2.2 DIAGNÓSTICO DA ESCOLA ... 5

2.3 ASPECTOS FÍSICOS DA ESCOLA ... 6

2.4 REFLEXÕES TEORIA-PRÁTICA ... 7

2.4.1 AVALIAÇÃO ... 7

2.4.2 PROFESSOR-PESQUISADOR ... 8

2.4.3 É POSSÍVEL 100% DE APRENDIZAGEM? ... 9

2.4.4 PORQUE ESTUDAR MATEMÁTICA? ... 9

2.5 ATIVIDADES DE COPARTICIPAÇÃO E REGÊNCIA... 10

2.5.1 ESTÁGIO NO 6º ANO 02 DO ENSINO FUNDAMENTAL ... 11

2.5.2 REGÊNCIA NO 6º ANO 02... 13

2.5.3 ESTÁGIO NO 7º ANO 01 DO ENSINO FUNDAMENTAL ... 14

2.5.4 REGÊNCIA NO 7º ANO 01... 17

2.5.5 ESTÁGIO NO 8º ANO 02 DO ENSINO FUNDAMENTAL ... 18

2.5.6 REGÊNCIA NO 8º ANO 02... 18

2.5.7 ESTÁGIO NO 9º ANO 01 DO ENSINO FUNDAMENTAL ... 20

2.5.8 REGÊNCIA NO 9º ANO 01... 22

2.6 INTRODUÇÃO AO PRÉ-PROJETO DE PESQUISA ... 23

3. CONCLUSÃO / CONSIDERAÇÕES FINAIS ... 25

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 28

ANEXOS ... 28

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INTRODUÇÃO

O estágio mostra-se relevante para a formação docente, pois o estagiário tem a oportunidade de criar, apontar caminhos e de despertar consciência crítica sobre o papel do professor.

A experiência do estágio vem carregada de reflexões, tentativas, ensaios e erros, podendo assim propiciar a oportunidade de criar metodologias de ensino, decidir quanto ao melhor momento de se usar essa ou aquela técnica, avaliar quando e o quanto se pode avançar em um determinado conteúdo.

Assim, por exemplo, ao trabalhar com jogo percebeu-se que é preciso ter cautela na hora de escolher o jogo que se irá utilizar e verificar se o mesmo trará algum benefício aos alunos. Ao aplicar o Bingo Matemático durante o estágio verificou-se que foi bem proveitoso, pois os alunos após terem visto o conteúdo puderam praticar o assunto estudado através do jogo.

Este relatório retrata as atividades de coparticipação e realização da regência, desenvolvidas no período do estágio supervisionado.

Iniciou-se as atividades do estágio na Escola Estadual Corintho Borges Façanha no dia 07/03/2016, nas turmas 6º ano “02” e 9º ano “01” que tem como professor de Matemática João Seabra da Silva e nas turmas 7º ano “01” e 8º ano “02” que tem como professor de Matemática Raimundo de Pinho ambos com licenciatura em Matemática. As atividades do estágio na Escola Estadual Corintho Borges Façanha ocorreram no turno vespertino.

Os dados relativos à escola serão apresentados seguindo a estrutura: Os objetivos do estágio; Diagnóstico da escola; Aspectos físicos da Escola; Fundamentação Teórica; Atividades de coparticipação e realização das regências totalizando 40 h/a sendo que 32 h/a de coparticipação e 08 h/a da aplicação das regências; Resumo do Pré-projeto de pesquisa; Conclusão/Considerações Finais e Anexos, fichas do estágio e Apêndices.

Com relação à experiência na II semana de álgebra do CEST, esta foi muito boa e importante, pois deu a oportunidade dos acadêmicos que estão chegando bem como os professores da rede estadual de ensino a observarem novas metodologias e assim ter novas ideias metodológicas na prática docente.

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2. DESENVOLVIMENTO

2.1 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Matemática, página 45: o estágio supervisionado, de natureza obrigatória, regido pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, e institucionalmente pela Resolução nº 053/2015-CONSUNIV/UEA, visa, entre outros aspectos, familiarizar o licenciando com a vivência do cotidiano na sala de aula. É o espaço adequado para pôr em prática seus conhecimentos específicos e pedagógicos, com a finalidade de conduzir o seu aprendizado de maneira competente.

Ainda segundo a Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de 2008: Art. 1º Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. § 1º O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando. § 2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.

2.2 DIAGNÓSTICO DA ESCOLA

Nome completo da escola Escola Estadual Corintho Borges

Façanha

Decreto de Fundação da Escola/ Data

A Escola de 1º Grau Corintho Borges Façanha foi criada pelo Decreto Estadual nº 8.846 de 23 de agosto de 1985

Endereço completo com CEP, cidade e estado.

Estrada do Aeroporto, nº 1.329, bairro de São Francisco, CEP:69552--105 Tefé-Amazonas

Data de inauguração da escola Inaugurada no ano de 1993

Nome completo do atual Gestor/ desde quando?

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Quantas turmas por série no turno matutino?

10 Turmas no turno matutino sendo, três de 9º ano, duas de 8º ano, três de 7º ano e duas de 6º ano.

Quantas turmas por série no turno vespertino?

10 Turmas no turno vespertino sendo, duas de 9º ano, duas de 8º ano, uma de 7º ano, três de 6º ano e duas de 5º ano.

Quantas turmas por série no turno

noturno? 10 Turmas da EJA no turno noturno.

Quantos alunos matriculados? 1.078 alunos do Ensino Fundamental e

Ensino Médio (EJA).

Quais projetos a escola desenvolve?

Projeto espaço livre, Civismo na Escola, valorizando nossas raízes, Projeto de Leitura, Projeto Páscoa e PIBID.

2.3 ASPECTO FÍSICO DA ESCOLA

Pontos positivos da estrutura física: A escola mostra uma boa estrutura, onde os

alunos podem aproveitar bem o espaço para a aprendizagem, além de uma quadra poliesportiva coberta, onde os alunos podem realizar suas atividades físicas. Com relação espaço de aprendizagem, as cadeiras estão em bom estado, utiliza-se pincéis, data show, são pontos positivos que contribuem para uma metodologia mais elaborada dos docentes.

Pontos negativos da estrutura física: A escola possui salas pequenas onde o a lotação

das salas pode ser um grande fator para a má concentração dos alunos com relação aos conteúdos escolares. Além de se ter um estacionamento que precisaria ser melhorado para melhor recepção dos educandos, pois é apenas barro e quando chove, fica com muita lama, assim deixando a escola em condições ruins.

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2.4 REFLEXÕES TEORIA-PRÁTICA

Nos próximos 4 tópicos far-se-á uma reflexão sobre os temas avaliação, professor pesquisador, 100% de aprendizagem e porque estudar matemática com base na prática do estágio supervisionado e nos textos estudos em sala.

2.4.1 AVALIAÇÃO

Atualmente temos a avaliação como garantia do sucesso em concursos e vestibulares funcionando assim como um processo seletivo exterior a escola. Porém esse processo seletivo está sendo levado para a sala de aula. Tendo em vista que a avaliação deveria funcionar como um processo diagnóstico onde se analisaria se a metodologia utilizada é ou não satisfatório o que acontece atualmente é de certa forma errônea, por atribuir a culpa de um possível resultado negativo apenas ao educando.

Levando em consideração que a avaliação é um instrumento parceiro do docente, pois é uma importante ferramenta para verificar se o trabalho está tendo o resultado esperado deve-se repensar a forma como está sendo utilizada. Pode-se observar que na maioria das vezes é utilizada como um mecanismo apenas para atribuir nota ao aluno conforme o rendimento e não como uma possibilidade de se repensar a prática com o intuito de alcançar o sucesso que é 100% de aprendizagem.

A avaliação além de ser esse instrumento de diagnóstico para avaliar os alunos, ela serve também para avaliar o trabalho do professor, pois se o professor aplicou uma avaliação para identificar determinadas características e o resultado obtido foi um resultado não esperado, ou seja, as notas obtidas foram negativas o professor deveria repensar sua metodologia para a explanação de um determinado conteúdo, intervindo com novas metodologias, sendo que uma possibilidade é a inclusão tecnologia.

Dessa forma o professor deve ocupar o cargo de gestor, onde o mesmo verifica e analisa a sua posição com relação a atitudes de acordo com os resultados obtidos, considerando a avaliação como uma pesquisa científica. Enfim, a avaliação é um instrumento de auxílio para o professor, onde o principal objetivo de aplica-la é aprimorar sua prática buscando a cada dia melhorar a aprendizagem.

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2.4.2 PROFESSOR-PESQUISADOR

Sabe-se que no decorrer dos anos, muitos conceitos matemáticos foram construídos,

a partir de pesquisas realizadas no campo, observações, análises e experimentos. Tudo isto para comprovar certas ideias que já tinham sido mostradas e estudadas. Ideias que nasceram de problematizações para se discutir, pensar, observar e analisar. Porém atualmente em sala de aula esta atitude de pesquisar está de certa forma adormecida. A impressão é que professores e alunos já estão acomodados com o que já foi feito e sendo assim não se buscam novas ideias.

Atualmente temos uma porção muito pequena de professores que buscam conhecer o porquê de alguns erros, ou modos diferentes de resoluções de alguns alunos, muitos se acomodam com o que já se foi criado, dessa forma não se preocupam ou não percebem que alguns alunos podem trazer novas contribuições tanto para a matemática quanto para a sociedade.

O problema está em fazer a inserção do conceito de pesquisa aos alunos da educação básica para que os mesmos venham se familiarizando com o tema que dificilmente é trabalhado e quando é vem de forma diferenciada do conceito que deveria ser já que atualmente, as grandes maiorias dos acadêmicos só tiveram esse conceito já na universidade.

O professor- pesquisador deve ter uma visão ampla do que venha a ser pesquisa, pois irá trabalhar em cima de uma problematização e essa pesquisa problematizada trará benefícios para a aprendizagem dos alunos.

Dessa forma, o professor deve aprender a ser observador, saber ouvir, pois a maioria está preocupada apenas se o aluno está reproduzindo o que foi ensinado pelo mesmo. É preciso que o professor saiba analisar ponto a ponto a ideia do aluno, pois os alunos estão começando a construir seus conhecimentos, e dessa forma podem criar novas formas para resoluções de determinados problemas, bem como novos algoritmos.

O professor analisando as resoluções dos temas tratados em sala de aula, bem como a forma que foi feito, pode-se chegar em resultados significativos.

Enfim ser um professor pesquisador é além de um estudo constante, saber ouvir os alunos, o porquê de se resolver de outra forma, quais as suas concepções sobre determinados algoritmos. Então se deve saber observar, analisar, ouvir, nada descartar dos alunos, pois em uma ideia de um aluno que o professor possa achar boba, pode ter um grande significado.

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2.4.3 É POSSÍVEL 100% DE APRENDIZAGEM?

Quando se fala em aprendizagem, tem-se alguns instrumentos para se chegar em resultados significativos, bem como, a metodologia utilizada e a avaliação. Os recursos metodológicos são de grande importância, pois é com esses recursos que o docente mediará um determinado conteúdo com o intuito de conseguir o resultado esperado.

Para se ter um resultado satisfatório o docente precisa ser crítico no que mediar e no cobrar, acredita-se que o grande índice de desaprovação vem dessa forma, onde por exemplo o docente media um determinado assunto e de uma forma inexplicável, na avaliação, põe algo muito mais complexo.

Se o docente explana um conteúdo de uma forma simples, é preciso que o mesmo cobre também algo simples, se estiver com o pensamento de cobrar algo mais complexo na avaliação é preciso que ensine também com a mesma complexidade. Não adianta o professor explanar um conteúdo de forma simples e na avaliação cobrar algo muito mais complexo do que ensinou, mesmo com suas desculpas de que é um diagnóstico para verificar se os mesmo podem resolver problemas muito mais complexos. Então, é preciso que o docente seja crítico com relação a essa questão.

Além disso, o professor deve ter muita cautela quando se falar em avaliar, pois quando mal utilizada servirá apenas como diagnóstico para dar uma nota a cada aluno. Este instrumento deve ser visto como uma ferramenta onde é possível também analisar o trabalho do professor, para que posso perceber em que aspectos a metodologia deve ser alterada para conseguir alcançar os objetivos.

Enfim trabalhar com uma avaliação crítica do ensino-aprendizagem pode ser uma das maneiras para se chegar a 100% de aprendizagem. Hoje em dia quando se fala em conseguir a aprovação completa em uma turma, tem-se como pouco provável que isso ocorra.

2.4.4 PORQUE ESTUDAR MATEMÁTICA?

Tem- se de início várias indagações com respeito à Matemática: “Porque a matemática existe?”; “Para que serve?”; “Porque eu preciso estudar matemática?”. São perguntas frequentes feitas pelas pessoas que insistem em saber, enfim, a finalidade da matemática. Como podemos ver, a matemática está presente cada vez mais no nosso dia a dia, aparece no nosso cotidiano de uma forma extraordinária e cada vez mais rápida e renovadora. O que seria de nós sem ela? Se pararmos para observar, a matemática é tão fundamental nas

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nossas vidas como o português, assim como precisamos da linguística para falar nosso idioma, necessitamos dos números e seus derivados. Se ficarmos atentos a tudo que acontece ao nosso redor, iremos ver que a matemática não se trata apenas de uma simples diversão ou de uma simples aula chata na escola, mas sim, de um conteúdo bastante importante que faz parte de nossas vidas e que carregaremos pelo resto da vida.

Durante várias décadas, o ensino da matemática e a matemática como ciência foram vistos como imutáveis, prontos, acabados. O ensino resumia-se em transmissão do conhecimento previamente adquirido pelo professor, detentor de toda sabedoria, e memorização por parte dos aprendizes daquilo que lhes era passado e que, posteriormente, seria cobrado numa avaliação metódica e de caráter quantitativo, visando verificar a capacidade de reproduzir tudo o que lhe fora transmitido, fazendo uso dos algoritmos e fórmulas que memorizaram sem poder questionar a verdadeira utilização das mesmas.

Com o avanço das novas tecnologias, a informação acessível em qualquer lugar e, principalmente, a necessidade de se repensar o papel da matemática nos dias atuais, essa visão de uma ciência imutável começa a mudar. O medo e o desgosto, por parte dos alunos, em relação à matemática ficam nítidos.

Esse aspecto precisava ser mudado. De qual forma? Com o educador fazendo com que a matemática seja uma ciência viva, dinâmica e, principalmente, significativa. É preciso despertar nos alunos o seu lado questionador, crítico, investigativo, assim como todo cientista age. Em seguida mostrar que a matemática está presente em nossas vidas desde o momento em que acordamos e que suas experiências anteriores, mesmo fora de sala, são de fundamental importância para o desenvolvimento da matemática como ciência. Enfim a grande importância de se estudar matemática, ciente que ela precisa ser vista como uma ciência viva, útil à sociedade, significativa e prazerosa.

2.5 ATIVIDADES DE COPARTICIPAÇÃO E REGÊNCIA

O Estágio Supervisionado na Escola Estadual Corintho Borges Façanha, iniciou-se no dia sete de março (07/03) e foi finalizado no dia vinte e oito de abril do ano de 2016 (28/04/2016), ocorreu mais precisamente nos dias 08/03, 09/03, 10/03, 15/03, 16/03,17/03, 29/03, 30/03, 31/03, 01/04, 06/04, 07/04, 08/04, 12/04, 13/04, 14/04, 28/04. O mesmo foi realizado nas turmas do 6º ano “02”, 7º ano “01”, 8º ano “02” e 9º ano “01” do Ensino Fundamental, turno vespertino, onde foram realizadas atividades de coparticipação e regência.

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2.5.1 ESTÁGIO 6º ANO 02 ENSINO FUNDAMENTAL

A turma tinha como professor titular João Seabra da Silva e possuía em média 40 alunos na faixa etária de 10 a 11 anos de idade.

As atividades de coparticipação nesta turma ocorreram nas seguintes datas: 09/03, 30/03,01/04, 06/04, 08/04 do ano de 2016 e a regência ocorreu na seguinte data 13/04/2016, totalizando assim 10 horas aulas.

Durante o período de coparticipação notamos que o professor abordava os conteúdos somente no livro didático e também não falava o objetivo das aulas apesar disto suas explicações eram simples e claras de uma forma que os alunos compreendiam e assim davam prosseguimento no conteúdo.

O professor relacionava com frequência situações problema que envolvia os conteúdos matemáticos em situações do cotidiano dos alunos, mostrando assim que os conteúdos tinham aplicações e eram importantes para sua formação integral.

Nota-se que metodologia utilizada pelo professor na realização de suas aulas consistia em aulas expositivas e dialogadas, onde o mesmo empregava como recursos o livro didático e o quadro branco, juntamente com a iteração dos educandos caracterizando como uma metodologia construtivista.

O docente possibilitava intervenções dos alunos durante as aulas, porém poucos alunos interagiam, deixando a impressão que estavam entendendo o conteúdo. No entanto, na realização da correção dos exercícios poucos mostravam ter compreendido os conteúdos ministrados. O docente possibilitava a participação dos alunos, incentivando que fossem ao quadro para resolver as questões propostas, assim os alunos participavam das atividades.

Verificou-se que o professor era bastante comprometido com a aprendizagem dos alunos, deste modo, ficava evidente sua dedicação em fazer com que os alunos compreendessem os conteúdos ensinados, mesmo assim determinados alunos demonstravam desinteresse com relação à aula do docente.

Entende-se que uma forma de despertar o interesse dos educandos seria trabalhar com outras metodologias envolvendo-os cada vez mais no processo ensino aprendizagem fazendo com que os discentes construíssem o seu próprio conhecimento, dessa forma, se tiraria os alunos da condição de meros receptores de informações, despertando a curiosidade e o interesse dos mesmos.

Quanto à questão de fazer revisões dos conteúdos abordados ao final das aulas, nota-se que o professor não tinha esnota-se hábito, o que não influenciava de alguma forma na

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aprendizagem dos educandos, apesar disto entende-se que se o professor realizar um breve resumo do que foi visto durante a aula o educando assim verificaria os conteúdos abordados em determinada aula.

Entende-se que algumas possibilidades para minimizar tais dificuldades e facilitar a compreensão dos conceitos matemáticos seriam o uso da contextualização com situações do cotidiano do aluno e também a utilização de materiais concretos, tais como jogos, materiais manipuláveis, ou seja, materiais que auxiliassem a compreensão dos conceitos.

Ainda quanto às dificuldades de aprendizagem dos alunos também percebemos que possuíam deficiência na matemática básica, poucos nessa turma tinham total domínio dos conteúdos.

Devido às aulas do professor, conforme descrevemos anteriormente, consistirem exclusivamente no uso livro didático o mesmo ministrava bem suas aulas, porém os alunos sentiam-se inseguros na resolução de exercícios, e perdiam muito tempo em anotações em vez de prestarem atenção na explicação do professor.

Durante a coparticipação nessa turma o professor aplicou uma avaliação aos alunos. (Anexo 2)

Quanto ao uso de tendências da Educação Matemática, verifica-se que o professor não as emprega em suas aulas, isto implicava em aulas apenas dialogadas, tornando a aprendizagem dos alunos distante de um contexto concreto, no qual poderia ter aulas que despertasse o interesse e curiosidade dos alunos.

Dessa maneira a ausência das tendências no ensino e aprendizagem de matemática é um fator negativo, pois as tendências além de proporcionar um nivelamento cognitivo para o aluno proporcionam uma aproximação da realidade no ensino de matemática na sala de aula.

Com relação às avaliações empregadas pelo professor verifica-se que a mesma a todo o momento é empregada, pois a utiliza na participação, frequência e interesse durante as aulas assim sendo utilizada a avaliação contínua que é quando os alunos estão sendo avaliados a todo o momento.

Acredita-se que há um grande problema na estrutura da escola pois suas salas de aulas são pequenas e a lotação das mesmas fica evidente, podendo ser uma grande responsável por resultados negativos no ensino-aprendizagem.

Sobre o perfil do professor, nota-se que era bem autoritário, respeitava seus alunos e a maioria o respeitava, no entanto, havia grande preocupação por parte do professor em identificar os alunos que possuíam dificuldades.

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Em complemento de nossas atividades de coparticipação, ocorreram auxílios ao professor durante a realização de atividades tirando dúvidas dos alunos na resolução de alguns exercícios, aonde íamos de carteira em carteira e dialogávamos com os alunos buscando saber suas dúvidas e, na medida do possível, aproveitávamos para esclarecê-las a fim de que tivessem melhor entendimento e aproveitamento do conteúdo.

Figura 1: Sala de aula do 6º ano

Fonte: Seabra, 2016

Figura 2: Professor estagiário

mediando tabuada com as mãos Fonte: Seabra, 2016

2.5.2 REGÊNCIA NO 6º ANO 02

A atividade de regência nesta turma aconteceu no dia 13 de abril de 2016, no turno vespertino, 2º e 3º horário. Participaram da atividade de regência realizada 39 alunos.

O conteúdo abordado foi “Multiplicação de números naturais”, Conteúdo que se deve atenção ao ser estudado.

Para ministrar este conteúdo, já havíamos observado o trabalho da docente no ensino do conteúdo “Introdução a Multiplicação”, onde percebemos que os alunos já haviam compreendido as ideias da operação.

Para se trabalhar com esse conteúdo utilizamos algumas aplicações da operação multiplicação para os educandos verificarem a importância do mesmo.

Iniciamos a regência falando o objetivo a ser alcançado com a aula no qual consistia em ampliar o conhecimento sobre multiplicação.

Após falarmos sobre o objetivo da aula, demos continuidade questionando o conhecimento prévio que os educandos já tinham em relação a multiplicação.

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A partir destes iniciamos a regência com uma aula expositiva e dialogada onde mostramos como se trabalhar a tabuada nas mãos. Retratamos ainda alguns casos onde se pode ser aplicada a multiplicação, sempre acompanhado de exemplos para melhor compreensão da ideia.

Durante a explanação do conteúdo também observamos que os alunos quando tinham dúvidas faziam perguntas a fim de que as esclarecêssemos, foi um ponto positivo que observamos na turma.

Consideramos que nossa intervenção foi relevante ao momento que questionávamos os alunos no intuito de saber se os mesmos estavam compreendendo, ou se tinham dúvidas.

Em relação aos exercícios e problemas aplicados, observamos que durante a resolução os alunos opinavam dando sua opinião de tal resultado.

Ao final da regência aplicamos um teste avaliativo, para verificar se o objetivo da aula foi alcançado. Consideramos que foi importante fazer a avaliação, para verificarmos se a metodologia utilizada foi eficaz.

A avaliação consistiu em um teste com 5 questões, sendo que elas envolveram exercícios e problema.

O resultado da avaliação foi boa, 37 alunos conseguiram assimilar o que havíamos abordado. Isso mostra que o trabalho realizado teve resultados e não foi em vão.

Observamos que os mesmos seguiram as orientações que lhes foram dadas e assim obtiveram um bom resultado.

Apesar de alguns discentes terem feito um bom teste, alguns não foram tão bem, acredita-se que o ambiente com temperatura alta e o loteamento da sal não auxiliou o educando na hora de se concentrar na explicação. Isso influencia bastante nos resultados, pois é um fator negativo ao aluno e também ao docente que deseja mediar um determinado conteúdo.

Dessa forma analisando a prática docente, obtivemos grandes resultados que ressaltaram nossos objetivos. Verificamos através da avaliação que alcançamos nosso principal objetivo que era ampliar o conhecimento de multiplicação.

2.5.3 ESTÁGIO NO 7º ANO 01 DO ENSINO FUNDAMENTAL

A turma com aproximadamente 35 alunos e uma faixa etária entre 11 a 12 anos tinha como professor titular: Raimundo de Pinho.

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As atividades de coparticipação ocorreram nos seguintes dias: 16/03, 17/03, 24/03, 30/03, 01/04, 08/04 e a regência na seguinte data 13/04/2016, fazendo um total de 10 horas aulas.

Observou-se que o professor não tinha o costume de falar o objetivo das aulas, dessa forma ficava desconhecido qual objetivo o educador planejava alcançar, que é um ponto negativo, pois os alunos sabendo qual a finalidade daquele assunto que estão vendo juntamente com o professor despertaria além do interesse a atenção.

O docente não revisava os conteúdos no final da aula, porém, não tinha nenhuma influência negativa com relação à aprendizagem. Ministrava uma boa aula, utilizando metodologias diversificadas saindo daquela aula tradicional, com apenas o pincel e livro didático. Utilizava vídeos, slides, imagens, juntamente com explicações claras adequadas ao nível escolar dos alunos que pouco perguntavam, mas percebia-se que tinham aprendido através das resoluções dos problemas e exercícios.

Ainda em relação à metodologia utilizada pelo docente, o mesmo buscava dar exemplos práticos em sala de aula e levava algumas situações problema do cotidiano e até mesmo interdisciplinaridade, mostrando assim que, o assunto ensinado tinha aplicação e importância para a formação integral dos alunos. O que é um ponto positivo, pois eram motivados a conhecer cada vez mais, melhorando a aprendizagem e o trabalho docente.

Com relação ao interesse e comportamento dos alunos dessa turma, eram bastante agitados, poderia ser devido à grande lotação da sala

Dessa maneira percebemos que era uma turma que possuía um bom comportamento enquanto o professor estivesse explicando um determinado conteúdo, buscavam interagir, perguntando, comentando e de alguma forma contribuindo com a aula para que todos compreendessem da maneira mais simples, sem restarem dúvidas.

A maioria dos alunos nesta turma não tinham muitas dificuldades em entender os conceitos matemáticos, apenas alguns mostravam ter dificuldades, mas o docente intervia tirando as dúvidas restantes e assim realizando um bom trabalho e mostrando que estavam aprendendo de acordo com o que era ensinado. As atividades desenvolvidas tinham bom aproveitamento, pois a maioria participava.

A metodologia era construtivista, pois ao mediar a aprendizagem criava-se assim um ambiente diferente onde os educandos saíram de meros receptores e passaram a ser parte instigante do processo de construção do conhecimento. Com relação às atividades e exercícios aplicados, sua correção ocorria primeiramente individualmente e depois no coletivo, o professor por meio do diálogo e intervenções da turma chegavam à resolução.

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Em se tratando das avaliações, buscava-se diversas maneiras de avaliar, não só apenas por meio de provas, mas também mediante trabalhos em grupos, individuais, frequência diária nas aulas, comportamento. Características da avaliação contínua onde os alunos são avaliados constantemente. O que se torna um ponto positivo devido ao educando perceber que está sendo avaliado com frequência estimulando a participação, a frequência e também o comportamento nas aulas.

Com relação às tendências do ensino, embora o mesmo abordasse problemas matemáticos não utilizava a tendência resolução de problemas, pois quando resolviam os problemas em sala de aula não eram perceptíveis às etapas para a resolução, que são critérios básicos para ser considerada a tendência resolução de problemas.

As nossas coparticipações nessa turma se deram através de auxílios ao professor na correção de exercícios propostos e observações.

Participamos também durante a realização de atividades, tais como tirar dúvidas dos alunos na resolução de alguns exercícios, aonde íamos de carteira em carteira e dialogávamos com eles buscando saber suas dúvidas e na medida do possível tirá-las para o mesmo ter um melhor entendimento e aproveitamento do conteúdo e da disciplina.

Em nossas atividades coparticipação foi possível diagnosticar que os alunos estavam tendo bom aproveitamento, tanto nos trabalhos desenvolvidos em sala de aula quanto nas avaliações aplicadas pelo professor.

Figura 3: Professor ministrando as

propriedades das potências. Fonte: Souza, 2016

Figura 4: Alunos do 7º ano 01

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2.5.4 REGÊNCIA NO 7º ANO 01

A atividade de regência nesta turma aconteceu no dia 12 de abril de 2015, no turno vespertino, 2º e 3º horário. Participaram da atividade de regência realizada 32 alunos. O conteúdo abordado foi “radiciação”, um pouco complexo de se mediar e é um dos se tem mais dificuldades.

Já havíamos observado o trabalho da docente no ensino do conteúdo “potenciação”, onde percebemos que os alunos já haviam compreendido as ideias de potência. Iniciamos a regência com uma mensagem motivacional para os educandos, analisando o lado humano de cada jovem, pois foi observado durante as coparticipações nas aulas que o professor deixava isso um pouco de lado e que é de grande importância para os mesmos.

Demos continuidade na regência questionando sobre o conhecimento prévio dos educandos sobre a radiciação e em seguida sobre o conceito de raiz quadrada. Após alguns comentarem as ideias que tinham sobre o conteúdo, demos continuidade mostrando o conceito juntamente com a ideia dos mesmos.

Mostramos a radiciação ressaltando algumas aplicações e importância. Ressaltar a importância de um determinado conteúdo para o educando é importante para que o mesmo possa observar a importância deste para a sua vida escolar e cotidiana.

Após a compreensão desses conceitos, trouxemos uma situação problema que os exprimia com o objetivo de mostrarmos uma aplicação envolvendo a raiz quadrada. Após a análise do problema, no quadro branco demos continuidade à explanação ao assunto e a nomenclatura de algumas radiciações.

Observamos que os alunos quando tinham dúvidas faziam perguntas a fim de que as esclarecêssemos, foi um ponto positivo que observamos na turma.

Quanto aos exercícios e problemas aplicados, observamos que durante a resolução, os alunos questionavam sobre alguns passos que os mesmos não compreendiam e intervíamos tirando a dúvida pra uma melhor compreensão.

Foi importante resolver os exemplos passo a passo devido a ser a primeira vez que estavam vendo o conteúdo e dessa forma proporciona melhor entendimento para que não restassem dúvidas.

Ao final da regência aplicamos um jogo educativo, bingo matemático onde foi possível trabalhar alguns conceitos trabalhados durante a regência.

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Conclui-se que trabalhar com jogos é importante para estimular e treinar o educando quanto aos temas trabalhados, além de estimular a atenção, e o cognitivo dos mesmos na agilidade de resolução de problemas.

2.5.5 ESTÁGIO NO 8º ANO 02 DO ENSINO FUNDAMENTAL

A turma tinha como professor titular Raimundo de Pinho e possuía em média 38 alunos com uma faixa etária de 13 a 14 anos de idade. As atividades de coparticipação nesta turma ocorreram nas seguintes datas: 08/03, 15/03, 29/03, 07/04 e a regência ocorreu no dia 12/04/2016, totalizando 10 horas aulas.

Durante o período de coparticipação notamos que o mesmo não tinha o costume de falar o objetivo das aulas, abordava os conteúdos somente no livro didático. Dessa forma não realizando o enfoque da aula que no caso são os objetivos que se deseja alcançar com uma determinada aula, o educando veria o que o docente quer alcançar.

Utilizava vários métodos não só apenas o livro didático para ministrar suas aulas, o docente utiliza mídias digitais e problemas para um melhor desenvolvimento cognitivo do educando. Assim como o observado nas aulas eram expositivas e dialogadas, com intervenções dos alunos caracterizando-se assim como uma metodologia construtivista.

O docente abordava conteúdos através de situações do cotidiano, preocupava-se com os alunos, buscava envolver os conteúdos matemáticos com situações problema mostrando assim que os assuntos abordados tinham aplicações e eram importantes para sua formação.

Na resolução dos exercícios primeiramente, esperava a resolução dos alunos e em seguida, coletivamente, os resolvia com a turma, possibilitando a participação de todos nas atividades. Empregando a abordagem construtivista verificamos que o docente era bastante comprometido com a aprendizagem, deste modo, ficava evidente sua dedicação em fazer com que os alunos compreendessem os conteúdos abordados. Foi perceptível que poucos tinham dificuldades, pois eram bastantes participativos o que resultava em poucas dúvidas.

Em relação às avaliações feitas pelo professor, utilizava-se várias maneiras de avaliar características da avaliação contínua.

Quanto ao uso de tendências da Educação Matemática, verificamos que o professor não as empregava em suas aulas, apesar de o mesmo utilizar problemas matemáticos não utilizava a resolução de problemas, pois são determinadas etapas para que se se tenha a resolução de problemas e não foi perceptível.

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Apesar do docente não utilizar tendências da educação matemática foi perceptível o uso da interdisciplinaridade, assim como uma aula ocorrida no dia 07/04/2016, para introduzir o conteúdo de álgebra.

Utilizou-se o tema de I.M.C, apresentado na disciplina de Educação Física que despertou o interesse dos discentes pois trouxe um tema que serviu para a verificação do índice de massa corporal, o que despertou o entusiasmo dos mesmos.

Sobre o perfil do professor, notamos que respeitava seus alunos e os alunos o respeitavam.

A coparticipação se deu através de auxílios ao professor durante a realização de exercícios tirando dúvidas dos alunos na resolução de alguns exercícios, aonde íamos de carteira em carteira e dialogávamos com os alunos buscando saber suas dúvidas.

Figura 5: Explanação do professor

Fonte: Souza, 2016

Figura 6: Coparticipação do estagiário

Fonte: Castro, 2016

2.5.6 REGÊNCIA NO 8º ANO 02

A atividade de regência nesta turma aconteceu no dia 12 de abril de 2015, no turno vespertino, 2º e 3º horário. Participaram da atividade de regência realizada 32 alunos.

O conteúdo abordado foi “radiciação”, um pouco complexo de se mediar com os alunos e é um dos que se tem mais dificuldades. Já havíamos observado o trabalho da docente no ensino do conteúdo “potenciação”, onde percebemos que os alunos já haviam compreendido as ideias de potência.

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Iniciamos a regência com algumas mensagens motivacionais para os educandos, analisando o lado humano de cada jovem, pois foi observado durante as coparticipações nas aulas que o professor deixava esse lado um pouco de lado e que é de grande importância para os mesmos.

Demos continuidade na regência questionando sobre o conhecimento prévio dos educandos sobre a radiciação e em seguida sobre o conceito de raiz quadrada. Após alguns alunos comentarem suas ideias, demos continuidade mostrando o conceito juntamente com a ideia dos mesmos.

Mostramos a radiciação ressaltando algumas aplicações e importância, ressaltar a importância de um determinado tema para o educando é importante para que o mesmo possa observar a importância para a sua vida escolar e cotidiana. Trouxemos em seguida uma situação problema que os exprimia com o objetivo de mostrarmos uma aplicação envolvendo a raiz quadrada. Após a análise do problema, no quadro branco demos continuidade a explanação do conteúdo mostrando a nomenclatura de algumas radiciações.

Observamos que os alunos quando tinham dúvidas faziam perguntas a fim de que as esclarecêssemos, foi um ponto positivo que observamos na turma.

Quanto aos exercícios e problemas aplicado, observamos que durante a resolução, os alunos questionavam sobre alguns passos que os mesmos não compreendiam e intervíamos tirando a dúvida para uma melhor compreensão sobre o conteúdo abordado. Foi importante resolver os exemplos passo a passo devido a ser a primeira vez que os educandos estavam vendo o assunto e dessa forma proporcionar melhor entendimento para que não restassem dúvidas.

Ao final da regência aplicamos um jogo educativo, bingo matemático onde foi possível trabalhar alguns conceitos trabalhados durante a regência.

Conclui-se que trabalhar com jogos é importante para estimular e treinar o educando quanto aos temas trabalhados, além de estimular a atenção, e o cognitivo dos mesmos na agilidade de resolução de problemas.

2.5.7 ESTÁGIO 9º ANO 01 ENSINO FUNDAMENTAL

A turma tinha como professor titular João Seabra da Silva, uma turma que possuía uma faixa etária de 13 a 14 anos e aproximadamente 40 alunos. As atividades de

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coparticipações ocorreram nas seguintes datas 09/03, 10/03, 31/03, 07/04 e 08/04, já a regência ocorreu na seguinte data 28/04 de 2015.

Durante o período de coparticipação notamos que o mesmo não falava o objetivo das aulas e abordava os conteúdos somente no livro didático. Sendo que utilizando apenas esse recurso pode torna-se irrelevante alcançar resultados significativos.

Assim como o observado a metodologia utilizada pelo professor na realização de suas aulas consistia em aulas expositivas e dialogadas, onde o mesmo empregava como recursos didáticos apenas o livro didático e o quadro branco, com intervenções dos alunos caracterizavam-se como uma metodologia construtivista, pois os alunos interviam juntamente ao professor.

Notamos que o docente preocupava-se com os alunos, buscava envolver os conteúdos matemáticos com situações problema. Além disso, possibilitava intervenções dos alunos durante as aulas, buscava dialogar com os mesmos, a fim de entender como estavam compreendendo. Esclarecendo assim as dúvidas encontradas.

Na resolução dos exercícios primeiramente, esperava a resolução dos alunos e em seguida, coletivamente, os resolvia com a turma. Possibilitando a participação dos alunos, nas atividades.

Empregando a abordagem construtivista verificamos que o professor era bastante comprometido com a aprendizagem dos alunos, deste modo, ficava evidente sua dedicação em fazer com que os alunos compreendessem os conteúdos ensinados.

Com relação às dificuldades de aprendizagem dos alunos, foi perceptível que poucos tinham dificuldades, pois eram bastantes participativos o que resultava em poucas dúvidas, além de existir poucas dificuldades acreditamos que a lotação do espaço de aprendizagem seja um ponto a ser melhorado para uma melhor concentração para estudos na turma.

Em relação às avaliações feitas pelo professor, utilizava várias maneiras de avaliar sendo considerado como método formativo. Os alunos não são apenas avaliados somente por meio de provas, mas também por meio da participação, comportamento, presença o que se torna um ponto positivo.

Quanto ao uso de tendências da Educação Matemática, verificamos que o professor não as empregava em suas aulas. Entendemos que a utilização de tendências poderia facilitar tanto o trabalho do professor em ensinar quanto os alunos em aprender.

Sobre o perfil do professor, notamos que o mesmo é bem autoritário respeitando seus alunos e os alunos o respeitavam. O professor identificava os alunos que possuíam

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dificuldades, assim o mesmo era sempre cobrado no esforço, realização dos trabalhos para ter um bom aproveitamento na disciplina.

Continuando nossa coparticipação nesta turma através de auxílios ao professor durante a realização de exercício, correção de avaliação, buscando auxiliar o docente e os alunos tirando dúvidas na resolução de alguns exercícios, onde íamos de carteira em carteira e dialogávamos com os alunos buscando saber suas dúvidas.

Figura 7: Professor estagiário na

regência.

Fonte: Dias, 2016

Figura 8: Participação de um aluno na

regência.

Fonte: Dias, 2016

2.5.8 REGÊNCIA NO 9º ANO 01

A atividade de regência nesta turma aconteceu no dia 28 de abril de 2015, no turno vespertino, 2º e 3º horário. Participaram da atividade de regência realizada 38 alunos. O conteúdo abordado foi “Operações com radiciação: adição e subtração”.

Este assunto foi escolhido devido ao professor já haver introduzido as operações com radicais com os educandos e para dar um pouco mais de habilidade à eles resolveu-se trabalhar com as operações adição e subtração com radicais.

Para darmos início a regência, iniciamos mostrando um vídeo sobre a beleza da matemática, onde se retratou através da aritmética belas imagens e mensagem de superação e motivação para os educandos. Demos continuidade mostrando algumas regras e na resolução de exercícios e problemas para a melhor compreensão.

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Após este momento, foi proposto um jogo para a turma onde foi possível observar o entusiasmo e atitude da turma com relação a participação na atividade. Acredita-se que ao trabalhar com jogos além do divertimento, temos grandes benefícios, pois os alunos participam constantemente das atividades além de estar exercitando o conteúdo abordado na regência.

Para avaliar se os objetivos naquela aula foram alcançados, foi aplicado um teste avaliativo contendo questões envolvendo exercícios e problemas, onde foi possível verificar através dos resultados que os educandos tiveram bom aproveitamento.

Figura 9: Turma em grupo para o jogo.

Fonte: Dias,2016

Figura 10:Turma em grupo para o jogo.

Fonte: Dias,2016

2.6 INTRODUÇÃO AO PRÉ-PROJETO

Neste semestre foi desenvolvido um pré-projeto cujo tema é: fotografia como elemento didático-pedagógico no ensino de Geometria em Tefé/AM.

O presente projeto justifica-se pela importância de pesquisas para o ensino de geometria no ensino fundamental e pela dificuldade de compreensão por parte dos educandos nos conceitos geométricos, além do crescimento de pesquisas em Geometria nos últimos anos. Segundo índices de Educação, existe grandes dificuldades quando se trata do conhecimento dos educandos especificamente em Geometria espacial, onde os mesmos deveriam conhecer uma diversidade de formas espaciais bem como suas respectivas formas planas, porém, questões que se deve mostrar como uma certa forma espacial é na sua forma planificada se torna um grande desafio.

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Isto é um problema que se tem como solução, metodologias diferentes, onde o aluno possa ter contato diretamente e que esteja ciente que está inserido em formas espaciais diversas no seu cotidiano, facilitando a compreensão de distinguir as formas espaciais e com os registros capitados pela memória do mesmo facilitaria ainda mais a compreensão com o assunto. Além do mais, o que se observa ainda hoje é que existe grandes lacunas a ser preenchidas nesse campo matemático.

Decorrentes dificuldades relacionadas à compreensão das formas e suas respectivas planificação que se buscou mediar os registros fotográficos da cidade de Tefé, como proposta didática pedagógica.

O tema foi escolhido pelo fato de o investigador participar de um projeto de extensão PIBID1 onde o mesmo buscou esclarecer algumas dúvidas em relação aos conceitos e componentes de figuras espaciais geométricas: cubo, paralelepípedo, etc. A ausência de material concreto para a exemplificação em questão levou o pesquisador a observar o meio em que os educandos estavam inseridos, onde através da imagem prototípica buscou esclarecer as dúvidas decorrentes do conteúdo mediado.

Esta experiência despertou um olhar voltado para a pesquisa no ensino aprendizagem de matemática, especificamente para os registros fotográficos: Possiblidades e desafios para o ensino de Geometria. Tendo como público alvo os alunos do Ensino Fundamental.

Dessa forma esta pesquisa torna-se relevante, pois abordará uma proposta didático-pedagógica, para a modalidade de ensino fundamental. O que nos motiva a dar continuidade no projeto é a contribuição que a pesquisa irá trazer para benefício do ensino-aprendizagem em geometria e também a contribuição que irá nos trazer na educação.

Grandes resultados são esperados quanto a pesquisa:

Saber observar o espaço que está inserido e verificar que está incluso em infinitas

formas geométricas.

Mostrar a contribuição de Registros fotográficos para o ensino e aprendizagem de

Matemática.

Ver que alguns registros da cidade de Tefé podem auxiliar na compreensão dos

conceitos de espaço tridimensional.

Assim são esperados resultados que tragam contribuições para o ensino-aprendizagem, com o auxílio da fotografia.

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3 CONCLUSÃO/ CONSIDERAÇÕES FINAIS

Estágio é o momento de reflexão onde o acadêmico busca soluções para dificuldades, problemas observados e enfrentados durante sua inclusão na escola e consequente em sala de aula, articulando o saber teórico com o saber prático.

O estágio de maneira geral é muito importante para o acadêmico que busca excelência na profissão, pois através das atividades na escola pode-se analisar e verificar a realidade da profissão.

Foi destinado um período grande de tempo para decorrer das atividades, onde concluímos o estágio no prazo estimado. Com a inclusão na escola, buscamos compreender as dificuldades dos alunos na disciplina de Matemática para realizarmos uma intervenção através de uma regência.

Em relação às dificuldades encontradas tivemos alguns feriados, ausências de professores, que dificultaram na realização do estágio, a ausência de um plano de ação da escola também dificultou quanto a realização do relatório.

Apesar de todas as dificuldades, o estágio tem grandes significados para vida acadêmica e profissional do estagiário é a preparação do mesmo a partir do contato com os educandos e também com a análises das metodologias dos professores supervisores com intuito de facilitar a aprendizagem.

Grandes vantagens o estagiário possui durante o processo de coparticipação pois nesse processo está incluso a observação e participação, bem como a regência em uma escola à inserção do estagiário no contexto escolar é de extrema importância para a educação e para o estagiando, pois o mesmo poderá observar a realidade em que ele como futuro professor será inserido e o que enfrentará.

O acadêmico se depara com uma nova geração ligada às tendências tecnológicas atuais, bem como internet, novos aparelhos, situações que não fomos preparados, porém aprendemos contato a contato com a vida escolar dos alunos.

Dessa forma estamos ingressos em um novo contexto onde os alunos fazem parte de um mundo globalizado e o acadêmico sempre buscando essas atualizações para que acompanhe o desenvolvimento de acordo a esses alunos.

Portanto a inserção do estagiário na escola não é apenas uma complementação de carga horária para o estagiário, não é apenas uma exigência do curso de licenciatura, é mais que isso, é um momento de se observar e pensar em maneiras, a inserção de novas

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metodologias, para que facilitem a aprendizagem do discente. Essa observação e colaboração terão grandes resultados para o contexto escolar.

E esses resultados que virão são ainda mais importantes quando se tem consciência de que a maior beneficiada será a sociedade e, em especial, a comunidade a que se destinam os profissionais egressos da universidade.

Além do mais foi muito importante à colaboração do professor orientador, incentivando e orientando o estagiário, pois com um incentivo e uma boa orientação a realização de um bom trabalho é ainda maior.

O estágio supervisionado é de suma importância para todo acadêmico que busca desenvolver-se ao longo de sua profissão, pois esse é o período em que toda teoria é posta em prática.

Buscando ter-se um grande aproveitamento também para o estagiário devido ao compartilhamento do conhecimento teórico com a prática, juntamente com o professor supervisor. Havendo assim essa troca de experiências.

Contudo o estágio nos proporciona momentos de observações e reflexão a que estamos sendo preparados para atuar, dificuldades, problemas através de profissionais que hoje atuam, temos ciência de fatores em que a universidade não nos ensina, problemas voltados a relação professor aluno por exemplo.

Observando a autonomia de alguns professores experientes aprendemos como lidar em determinadas situações ligada a relação professor aluno. Diante disto o estágio nos mostra a realidade e o quão devemos estar preparados para a atuação em uma nova sociedade. Dessa maneira é necessário que todo acadêmico que se preze, tenha ciência que o estágio pode-lhes proporcionar momentos de grandes conhecimentos que não é perceptível na teoria.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

SOUZA, Joamir. Vontade de saber Matemática 9º ano. São Paulo: FTD, 2012. SOUZA, Joamir. Vontade de saber Matemática 8º ano. São Paulo: FTD, 2012. SOUZA, Joamir. Vontade de saber Matemática 7º ano. São Paulo: FTD, 2012. SOUZA, Joamir. Vontade de saber Matemática 6º ano. São Paulo: FTD, 2012.

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Figura 11: Frente da escola.

Fonte: Souza,2016

Figura 12: Entrada da Escola.

Fonte: Souza,2016

Figura 13: Quadra poliesportiva da escola.

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Figura 14: Imagem do pátio da escola.

Fonte: Souza,2016

Figura 15: Imagem da cozinha da escola.

Fonte: Souza,2016

Figura 19: Imagem do refeitório da escola.

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Figura 20: Imagem do estagiário ensinando a tabuada nas mãos no 6º ano 02.

Fonte: Souza, 2016

Figura 21: Estagiário ensinando a radiciação no 7º ano 01.

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Figura 22: Estagiário mostrando aplicação da raiz quadradas no 8º ano 02.

Fonte: Souza, 2016

Figura 23: Estagiário mostrando radicais semelhantes no 9º ano 01.

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