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Academic year: 2021

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CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: Enfermagem SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO(ÕES): UNIVERSIDADE DE FRANCA - UNIFRAN INSTITUIÇÃO(ÕES):

AUTOR(ES): CAROLINE LINDICY DA SILVA, ANA PAULA DUARTE RODRIGUES DA SILVA AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): JULIANA MACHADO CAMPOS FLECK ORIENTADOR(ES):

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Resumo

O objetivo deste estudo foi conhecer os cuidados de enfermagem à pessoa com diagnóstico de acidente vascular encefálico. Trata-se de uma revisão narrativa de literatura à qual foi conduzida através de levantamento bibliográfico em livros disponibilizados na biblioteca da Universidade de Franca (UNIFRAN) artigos científicos indexados em sítios na rede mundial de computadores das bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Os critérios de inclusão das referências do texto foram: disponível em língua portuguesa, na íntegra, publicados entre 2011 e 2017. Foram excluídos aqueles artigos que não atendiam o objetivo do estudo. O período de busca de materiais foi de 25 de março até 27 de outubro de 2017. Para tanto utilizamos para elaboração do estudo 21 referências, sendo: 3 livros, 1 documento oficial, 15 artigos de revisão, 1 dissertação de mestrado e 1 trabalho de conclusão de curso. A revisão da literatura apontou que os cuidados de enfermagem a pessoa com o acidente vascular encefálico é complexo e exige habilidade e competência, assim como conhecimento quanto aos protocolos atuais. Conclui-se que diante das referências levantadas para a condução do estudo que os cuidados de enfermagem à pessoa com diagnóstico de acidente vascular encefálico são de grande importância para saúde do mesmo, evitando assim novos episódios e maiores complicações dessa patologia.

Palavras-chave: Acidente vascular encefálico; Cuidados de enfermagem; Diagnóstico.

Introdução

O acidente vascular encefálico (AVE) é um agravo súbito provocado pela incapacidade de suprimento sanguíneo para uma estipulada área do encéfalo, impedindo assim o seu fluxo para as células cerebrais, gerando uma isquemia, ou uma ruptura dos vasos, acontecendo uma hemorragia. Sendo classificados em: acidente vascular encefálico isquêmico (AVEI), ataque isquêmico transitório (AIT) e acidente vascular encefálico hemorrágico (AVEH) (1).

No Brasil, a doença tornou-se uma das maiores causas de fatalidade e sequelas, atingindo 179 mil internações em 2011, o que gerou um grande impacto na saúde pública, tornando-se assim uma das mais importantes complicações na atualidade (1,2).

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Das doenças do aparelho circulatório o AVE é uma das perturbações neurológicas mais prevalentes nos idosos; cerca de 20% dos indivíduos que sofrem com essa patologia, falecem em um mês após o acometimento. Aproximadamente 50% dos sobreviventes possuem incapacidades permanentes e significantes que necessitam de assistência e supervisão, 30% apresentam déficit neurológico, mas estão aptos a viver de forma independentes (3).

Esta patologia acomete 5% dos indivíduos com idade inferior a 45 anos, sendo a prevalência maior em homens e a incidência predominante na população de raça negra (4).

Os fatores de risco dividem-se em: não modificáveis, que são (idade, sexo, raça e história familiar) e modificáveis (hipertensão arterial, colesterol e triglicerídeos, tabagismo, sedentarismo, obesidade, diabete mellitus e doenças cardiovasculares) (3).

As manifestações neurológicas são de acordo com a extensão e a localização do acidente vascular encefálico, mas não ajudam a distinguir o tipo do mesmo (5).

O impacto que o AVE causa na vida dos pacientes é imenso, pois existe uma variedade de sequelas, entre elas: motoras, cognitivas, sensitivas, comportamentais, emocionais, visuais, entre outras (6).

As incapacidades manifestadas englobam o comprometimento motor de um lado do corpo, dificuldade na comunicação devido á afasia, deficiência visual e auditiva, dificuldade de deambulação, trofismo, dor nas articulações ou musculares, déficit de coordenação, dificultando a habilidade para realizar atividades de forma independente no trabalho, na comunidade e principalmente em casa podendo levar à depressão (1,6).

Ao indivíduo que se depara diante dessas situações são exigidas mudanças em seus hábitos cotidianos como um todo, o que contribui para a obtenção de sentimentos como temor, angústia, incertezas, sendo observados comportamentos agressivos, dependência e isolamento, o que é frequente nesses casos. Essa nova circunstância, acarreta um abalo negativo em contexto ocupacional, especialmente no modo de lidar nos relacionamentos social e familiar (7).

Contudo, surgem dúvidas quanto às causas, consequências e duração da patologia, principalmente como se comportar e agir diante dessa nova realidade, o que leva a um impacto significativo, sendo necessário um trabalho de reabilitação por períodos longos e cuidados intensivos (1,7).

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O cuidado integrado à saúde do paciente com AVE requer um tratamento multidisciplinar, dessa maneira a família receberá orientações da equipe de enfermagem envolvida na reabilitação, o que facilitará o tratamento. O apoio emocional é fundamental para favorecer comportamentos que motivem e aumentem o envolvimento da família e da sociedade (8).

Frente a isso, surgiu o desejo de aprofundarmos nossos conhecimentos acerca deste tipo de patologia, entendendo a importância do cuidado de enfermagem à pessoa diagnosticada com AVE.

OBJETIVOS

Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi conhecer os cuidados de enfermagem à pessoa com diagnóstico de acidente vascular encefálico.

METODOLOGIA

Este estudo trata-se de uma revisão narrativa da literatura, à qual foi conduzida através de levantamento bibliográfico em livros disponibilizados no acervo da Biblioteca da Universidade de Franca (UNIFRAN), artigos científicos indexados em sítios das bases da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Os Descritores da Ciência da Saúde (DeCS) utilizados para o levantamento dos referenciais foram: Acidente vascular encefálico; Cuidados de enfermagem; Diagnóstico.

Os critérios de inclusão das referências do texto foram: disponível em língua portuguesa, na íntegra, publicados entre 2011 e 2017. Foram excluídos aqueles artigos que não atendiam o objetivo do estudo. O período de busca de materiais foi de 25 de março até 27 de outubro de 2017. Para tanto foram utilizadas para elaboração do estudo 21 referências, sendo: 3 livros, 1 documento oficial, 15 artigos de revisão, 1 dissertação de mestrado e 1 trabalho de conclusão de curso.

DESENVOLVIMENTO

O acidente vascular encefálico é identificado com uma rápida perda da funcionalidade cerebral através da suspensão do fluxo sanguíneo para uma adequada área encefálica, dividindo-se em: acidente vascular encefálico isquêmico (AVEI) de maior prevalência, levando a 85% das ocorrências e o acidente vascular encefálico

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hemorrágico (AVEH) com 15% (9).

Nos últimos 50 anos, a ocorrência do AVE e a mortalidade têm sido reduzidas nos países desenvolvidos, devido principalmente a melhoria na abordagem da isquemia cerebral aguda e realização de estratégias para controle dos fatores de risco, como diabete mellitus (DM) e hipertensão arterial sistêmica (HAS), mesmo assim o AVE simboliza um grande problema na saúde pública, pois é a terceira causa de morte no mundo e a principal causa de incapacidade permanente (10).

No AVEI ocorre a redução do fornecimento sanguíneo, juntamente com a menor oferta de oxigênio e glicose, desse modo, a causa da isquemia cerebral pode ser: trombótica, embólica ou por hipoperfusão. Temos também o ataque isquêmico transitório, que é determinado por um curto episódio de distúrbio neurológico formado por uma disfunção focal do cérebro ou da retina, com sinais e sintomas que se encerram em alguns minutos ou até 24 horas (9).

O AVEH acontece devido a uma ruptura súbita de um vaso sanguíneo no cérebro, liberando assim sangue para os tecidos circunvizinhos, podendo ser 10% intraparenquimatoso e 5% subaracnóideo (11).

As causas que retardam a circulação encefálica são: Incapacidade cardíaca, dificuldade ao escoamento venoso, congestão e edema, sua duração é capaz de definir sequelas irreversíveis. Espasmos vasculares, queda da pressão sanguínea, diminuição da velocidade de circulação no encéfalo são com maior frequência as razões desencadeantes para o derramamento sanguíneo cerebral (12).

O exame físico e a história do paciente são fundamentais para o diagnóstico diferencial do AVE. Para descartar uma hemorragia são realizados exames de imagens como ressonância magnética do encéfalo e tomografia computadorizada do crânio, utilizando também a Escala Internacional de Acidente Vascular Encefálico (NIHSS) para mensurar o grau do déficit neurológico, e distinguir a provável localização da oclusão do vaso, permitindo assim um diagnóstico precoce, evitando possíveis complicações (11).

Consideram-se os aspectos do grupo vascular acometido, podendo ser: anterior, posterior, e extensão da lesão, desse modo cada região encefálica afetada causa uma série de modificações específicas, tais como: na comunicação, comprometimento funcional, emocional, entre outros (13).

O AVE, seja isquêmico ou hemorrágico, pode ocasionar impactos transitórios ou permanentes, levando a paresias e plegias (prejuízo da função motora), parestesia

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(sensitiva) ou coma (estado de consciência) (1).

A afasia é uma deficiência de comunicação, que atinge a utilização e o entendimento da linguagem, acometendo 38% dos pacientes que tiveram o AVE, podendo assim influenciar negativamente as ações cotidianas na qual a comunicação é essencial (14).

As sequelas motoras se apresentam em três fases: a fase espástica que é marcada pela modificação da flacidez para uma condição de hiperreflexão muscular e de tendões, fase flácida onde acontece a ausência ou diminuição de força e movimentos musculares, a fase de recuperação, ocorrida através da reconstituição de neuro-mecanismo que realizam as funções cerebrais acometidas pelo AVE (15).

Diante desses fatores pode representar para o indivíduo ter uma vida diferente, que o faz sentir impotente, ampliando seus medos e inseguranças (16).

Nas últimas décadas, um crescente conhecimento tem alterado o entendimento habitual do AVE, as manifestações apontam para uma doença tratável, cujo os cuidados na fase aguda precisam ser efetivos para impossibilitar uma lesão cerebral. Nesse sentido deve ser disponibilizado ao paciente um conjunto de tecnologias apropriadas aos cuidados, entre elas, o uso de trombolíticos e o suporte de unidades especializadas (17).

Em 2001 foi aprovado pelo ministério da saúde o uso do trombolítico ativador do plasminogênio tissular recombinante (rtPA), cujo nome genérico é Alteplase que diminui a morbidade em 30% dos pacientes acometidos pelo AVEI (18).

A utilização do rt-PA beneficia a recuperação funcional dos pacientes, apesar dessa efetividade esse tratamento apresenta inúmeras dificuldades na sua realização, poucos são os indivíduos que se favorecem, outro ponto é o tempo e a pontualidade com que o paciente é medicado sendo um dos principais fatores que dificultam este procedimento (18).

Existe uma “janela terapêutica” o momento adequado para interferir no processo patológico provocado pela isquemia cerebral na perspectiva de reduzir os danos ao sistema nervoso central, essa janela terapêutica tem uma duração de poucas horas o que estabelece a necessidade de rapidez no atendimento às pessoas que apresentam um AVE agudo (19).

A Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares sugere uma avaliação médica em 10 minutos, tomografia computadorizada em 25 minutos, leitura de exames em 45 minutos e aplicação do rt-PA em uma hora, dentro da janela

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terapêutica de quatros horas e meia do início dos sinais e sintomas do AVE, em vista disso o tempo de atendimento ao indivíduo acometido por essa patologia é importante para minimizar as sequelas neurológicas (20).

As medidas de inclusão para o tratamento trombolítico são: diagnóstico de AVEI com déficit neurológico mensurável, facilidade para aplicação do rt-PA dentro de quatro horas e meia do início dos sinais e dos sintomas, idade acima de 18 anos (9).

Gravidez, infarto no miocárdio recente, suspeita de hemorragia subaracnóidea, Pressão Arterial Sistólica (PAS) >185mmHg ou Pressão Arterial Diastólica (PAD) >110mmHg no início do tratamento, déficits neurológicos leves, são alguns critérios de exclusão (18).

Já no tratamento clínico do AVEH deve-se ter um controle da PAS mantendo igual ou a níveis inferiores a 180mmHg ou a Pressão Arterial Media (PAM) igual ou inferior a 130mmHg, evitando assim um aumento do hematoma. O tratamento cirúrgico consiste na drenagem de hematomas de grande volume. A definição do tratamento dependerá da extensão da área lesionada, da sua localização e da clínica do paciente (11).

É importante que a equipe de enfermagem seja rápida no reconhecimento de mudanças do quadro clínico das pacientes vítimas do AVE para que sejam executadas antecipadamente as intervenções adequadas (11).

Entende-se que uma intervenção é um cuidado, baseado na concepção clínica e no conhecimento, praticado pelo enfermeiro para favorecer os resultados adquiridos pelo paciente (20).

Inicialmente deve-se avaliar o paciente com uma entrevista para obtenção de dados de identificação, histórico de doenças anteriores e um exame físico com qualidade para averiguar o nível de consciência, força muscular, capacidade do movimento, tipo de marcha, entre outros (21).

Para a aplicação do rt-PA, é necessário que o paciente seja transferido para unidade de terapia intensiva (UTI), deve ser administrado na dosagem de 0,9mg/kg por via endovenosa, 10% da dose total em bolus no primeiro minuto e o restante em 60 minutos. São necessários dois acessos venosos periféricos e evitar punção venosa central ou punção arterial antes da trombólise (18).

O enfermeiro como membro da equipe multidisciplinar, precisa de preparo técnico, conhecimento, responsabilidade e ética para a aplicação do tratamento com agente trombolítico. Então, a exemplo dos demais medicamentos é necessário que

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esse profissional possua entendimento relacionado à farmacologia da droga como mecanismo de ação, atuação nos sistemas orgânicos, até o conhecimento de semiologia e semiotécnica, para avaliação clínica do estado de saúde do paciente (18).

Os cuidados primordiais da equipe de enfermagem para a aplicação do Alteplase são: monitorização não invasiva da PA que deve ser realizada a cada 15 minutos nas primeiras 2 horas, 30 minutos nas próximas 6 horas, a cada uma hora até completar 24 horas, manter a PAS < 180mmhg e a PAD < 105mmhg com anti-hipertensivos, não introduzir sonda nasogástrica nas primeiras 24 horas, realizar avaliação neurológica pela escala do NIHSS a cada seis horas e sempre que necessário (9).

A cabeceira da cama necessita estar a 30 graus, o oxigênio nasal deve ser aplicado se o controle da saturação de O² permanecer inferior a 90%, se houver comprometimento respiratório e escala de coma de Glasgow menor que 8, o indivíduo deve ser intubado e colocado em ventilação mecânica (9).

Dentre outros cuidados de enfermagem, deve-se disponibilizar suporte nutricional e medicamentos via oral por meio de catéteres nasoentéricos para os pacientes com dificuldade de deglutição, executar mudanças de decúbitos nos indivíduos com mobilidade física para impedir lesões na pele, pacientes com sondas, tubos, catéteres e drenos necessitam de cuidados específicos (11).

A equipe de enfermagem atua junto ao paciente na maior parte do tempo, com a necessidade de executar seus procedimentos de trabalho, percebem as dificuldades na aplicação dos cuidados em pacientes com afasia e o diálogo inexpressível. Entretanto determinar medidas eficazes na comunicação com esses pacientes leva a efeitos positivos na assistência (14).

Nota-se que as expressões corporais, gestos, comunicação verbal o uso de papel e caneta são essenciais para o procedimento da comunicação, o profissional deve adquirir conhecimento desses métodos para favorecer a relação entre quem cuida e quem está sob cuidado (14).

A recuperação neurológica para enfermagem é um procedimento eficaz, incluindo orientações para saúde que ajudam os indivíduos acometidos pelo AVE com inabilidades terem uma melhor reabilitação em todos os sentidos como: mental, físico, social, e espiritual. Assim, possibilitando uma adequada qualidade de vida (15).

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conclui-se que diante das referências levantadas para a condução do estudo que os cuidados de enfermagem à pessoa com diagnostico de acidente vascular encefálico são de grande importância para a saúde do mesmo, evitando assim novos episódios e maiores complicações dessa patologia. O enfermeiro como membro da equipe multidisciplinar, deve estar junto ao paciente a todo momento, atendendo suas necessidades, oferecendo um cuidado humanitário e efetivo, precisa-se de uma rápida avaliação e habilidades para o manejo da doença, estando atento as alterações de nível de consciência e de sinais vitais para evitar uma mudança de seu quadro clínico.

O profissional deve ter entendimento acerca da importância dos cuidados a serem realizados para se obter uma eficácia no tratamento permitindo que o paciente permaneça no âmbito hospitalar por um curto período. Percebe-se que o relacionamento entre o enfermeiro e o paciente é de um potencial terapêutico significativo, gerando assim uma maior confiança para um resultado visível e positivo. FONTES CONSULTADAS

(1) Pavan LS, Casarin FS, Pagliarin KC, Fonseca RP. Avaliação neuropsicológica no Acidente Vascular Cerebral: um estudo de caso. Distúrbios da Comunicação. 2015;27(4):831-39.

(2) Goulart BNGD, Almeida CPBD, Silva MWD, Oenning NSX, Lagni VB. Caracterização de acidente vascular cerebral com enfoque em distúrbios da comunicação oral em pacientes de um hospital regional. Audiology-Communication Research. 2016;21:e1603-e1612.

(3) Santos CVS, Passos DP, Torres GV, Reis LA, Meira CH. Fatores de risco para o acidente vascular encefálico em usuários do hospital geral prado valadares. Saúde. Com. 2011;7(1):3-13.

(4) Tavares TM, Prudente COM. Acidente vascular encefálico em adultos jovens-revisão da literatura [trabalho de conclusão de curso]. Pontifícia universidade católica de Goiás, 2016.

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(5) Souza ABG, Chaves LD, Silva MCM. Enfermagem em clinica médica e cirúrgica: teoria e prática. São Paulo: Martinari; 2015. 269-270 p.

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(8) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Acidente Vascular Cerebral. Brasília, 2013.

(9) Cheregatti AL, Amorin CP. Enfermagem em unidade de terapia intensiva. 2ª ed. São Paulo: Martinari; 2011. 153-160 p.

(10) Pedroso VSP, Souza LCD, Teixeira AL. Síndromes neuropsiquiátricas associadas a acidentes vasculares encefálicos: revisão de literatura. Jornal Brasileiro de Psiquiatria. 2014;63(2):165-76.

(11) Dias CA, Bauer L, Vasconcelos CP, Nascimento RRBB, Satori MRA, Fonseca AS. Manual prático de terapia intensiva. São Paulo: Martinari; 2017. 465-467.

(12) Araujo LPG, Souza GS, Dias PDLR, Nepomuceno RM, Cola CDSD. Principais fatores de risco para o acidente vascular encefálico e suas consequências: uma revisão de literatura. Revista Interdisciplinar Pensamento Científico. 2017;3(1):283-296.

(13) Chaves DBR, Costa AGS, de Oliveira ARS, da Silva VM, de Araujo TL, de Oliveira Lopes MV. Comunicação verbal prejudicada-investigação no período pós-acidente vascular encefálico. Revista da Rede de Enfermagem do Nordeste.

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2013;14(5):877-885.

(14) Souza RCS, Arcuri EAM. Estratégias de comunicação da Equipe de Enfermagem na afasia decorrente de acidente vascular encefálico. Revista da Escola de Enfermagem da USP. 2014;48(2):292-8.

(15) Lessmann JC, De Conto F, Ramos G, Borenstein, MS, Meirelles BHS. Atuação da enfermagem no autocuidado e reabilitação de pacientes que sofreram Acidente Vascular Encefálico. Revista Brasileira de Enfermagem. 2011;64(1):198-202.

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(17) Maniva SJCF, Freitas CHA, Jorge MSB, Carvalho ZMF, Moreira TMM. Vivendo o acidente vascular encefálico agudo: significados da doença para pessoas hospitalizadas. Revista da Escola de Enfermagem da USP. 2013;47(2):357-63. (18) Maniva SJCF, Freitas CHA. Uso de alteplase no tratamento do acidente vascular encefálico isquêmico agudo: o que sabem os enfermeiros? Revista Brasileira de Enfermagem. 2012;65(2):474-81.

(19) Sociedade Brasileira De Doenças Cerebrovasculares. Primeiro consenso brasileiro para trombólise no acidente vascular cerebral isquêmico agudo. Arquivo de neuropsiquiatria. 2015;60(3A):675-680.

(20) Bianchini SM, Galvão CM, Arcuti EAM. Cuidado de enfermagem ao paciente com acidente vascular encefálico: revisão integrativa [Dissertação de mestrado]. Faculdade de Guarulhos, 2011.

(21) Cavalcante TF, Moreira RP, Guedes NG, Araujo TL, Lopes MVL, Damasceno MMC, et al. Intervenções de enfermagem aos pacientes com acidente vascular encefálico: uma revisão integrativa de literatura. Revista da Escola de Enfermagem da USP. 2011;45(6).1495-1500.

Referências

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