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DIÁRIO DE NATAL 03.08.1947

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(1)

do Rio

— n* 1.253

Xnieramerícana de Defesa; Ce-'c3-XycHQr':;assi5téiaté: especial de Norznan Armour; coronel

Go-dwyn Ordway Jtinior, do Es-tado Maior do Departamento da Guerra; tenente-generíü Matthew Ridgeway, presidente da Junta Xnteraxnericana de Beíésa; William Sanders,

che-í che-í WASKIBGTOl^ 2 t t l P j —• c a ©

Dutra em

o ter

sos qpe }-á vis

m & progresso de SSo Faaio eos 0 de Ctileago* qiíe é & se-K10, 2

T

P d e r

v 2 ULP-) ^ O Departamento de Estado a-nuncíou que ò secretario Mar-shall chefiará a delegação ofi-cial do& Estados Unidos à Con-ferência do Hio de Janeiro. A

que, com os seus conselhos contará com 33 ros* deverá partir de

avião, a 9 de agosto. Marshall fie adjunto da divisão de orga-terã a categoria de delegado I nizaçáo internacional do De-pleaípoíencíario e presidente | parlamento de Estado;

major-da delegação. O sr, Wüiíam HÀ general Otto Weyland, delega-Fawley, embaixador no Bra-1 do americano à Junta Inler-slb foi nomeado embaixador ei americana de Beiesa.

delegado- Os ootros membros j O generalde brigada Mars-da delegação norte-amexica- 1 bali Carter acompanhará o se-na serão O sese-nador Arthur f cretario de Estado, Marshall, Yandenberg. republicano de 1 coroo assistente especial

gunda maior cidade dos Estados 1 e prudente da Co- 1 Warren Kelchznar, presiden-XJnidos, O secretário manifes* 1 m í s s â a Relações do Senado, f te da divisão de conferências tou que Dutra e os demais § e ° Tom Connalíy, ae | internacionais, será o secreta -funcionários lhe fizeram "ma- I rocfr2ía d e Tenessee e

desta-r&vílfeosa recepção" o que foi I C 3r° m e m b r° ^ C*-a LímC*-a convidC*-ado pelo em-1 o representC*-ante Sol

• Bloom, democrata de Nova York, d^stacad-o membro t^a

minoria da Comissão da Câ- I baixada em Buenos Aires, mara; e Warren Austin, repre* I Serviço de Imprensa —1

scníante dos Estados Unidos na I chaei McBermott, assistente UN, 1 especial de Marstfc&U, e o as*

O Departamento de Esteio I sistente Bavid Penn? do De-mo forneceu nenhuma expli- I partamento de Estado,

cação para a comissão do re-1 Warden Allen foi nomeado preseotanie Eaton, republica-1 secertario técnico, Weslej A da-no de Kew Jersey, e preslden- I oficial de documentos, e te da Comissão de Keiaçôes I Henry E- Alies, da secretaria Exteriores da Câmara dos Re- I administrativa. Todos são fun-presentantes. Co&naliy e BIo- 1 dosarles do Departamento de

vm deverão parür para o Rio f Estado. Os secretarias são Ho de Janeiro, asnanb^ viajando 1 ^'ard ^ ~

norte-americano, sr. Cooper, de quem é amigo pes-soal. Finalmente, Snyder díss não saber se Truman visitará o Rio de Janeiro,

no

Francis R. Pringle, do Depar-tamento de Estado, e Philip Williams, 2.® secretario de

em-Faleceu - o

uruguaio

ao KÍ0-y 0 gera o ]

se

g^ve^TiO está cogitando de | em cada ministério

w setor ge encarregue de os trabalhos do Fssler JUegísIatíva no que dis-ser respeito assuntos liga-dos á respectiva Secretaria do

ii&do. A iniciativa ví^a uma cooperação eficiente do Execu-tivo m legislativo,

A Camara e o Senado terão, em eonseqyencla, com a rnási*

y 2 (XIFJ | Same^to de Estado. 'ação americana a

Con-ferência do Rio de Janeiro se-rá assessorada pelas seguintes

«

1 1 3

RIO, 2 (Meridional) Bu-pio assasinato verificou-se^

es-ta madrugaHaf ern Niterói, O

u .ai) Tomou posse^ na n^a-nhã de hoje no

'Cajnp-os Ellseosr% o novo che-fe da Casa Civil <io governa*

dor Ademar de Berros 4

&&

M l i

RIO, 2 (Meridional) — O gwemo confirmou a visita do presidente Trurnan ao Brasil. O Palacio dm Lsranjeiras, destinado á sua hospedagem, sofrerá rapida reforma, dada

o tempo para trabalho maior.

Serão, por exemplo, construi-tro banheiros, um para empregados,

em 340 mil cruzeiros. Também far-se-á uma passagem • de serviço de Moâo a isolar os salões, evi-tando í&ter-comunle&ções, que não correspondem á imponên-cia do

Pal&cío-Segundo informa um vesper-íbras estão ajustadas tm ^Mo da verba votada pa--tú[^custear a; r^epção do

Pre-*r importando em poãco dois milbões de

cru-serão

Consultores políticos — l man Aimour, assistente do

se-cretario de Sstado; Wiliiam Dawson -representante ameri-cano junto â Mesa Diretora da União Panamericans; Wal-ter Bonnelly, embaixador em Costa Bica.

Consultores — Joân Dreler, _ cbefe da divisão de negocios Rangel* F7- |

lho, encontrando-se em com-1 Êra-simirsnte Marshall Cr^r,

panhia a^ Cícero Monteiroa | delegado americano ã Junta l^êrate-coronei Clodoaido Maia, mnao do cantor de radio Ci-j saosruuiça-o ac ^r. Aíi>eij ro Monteiro, pediu ao proprie- jpor Alírcáo EangeL

tarío do Bar Central, onde se das armas= resultou a m o r ^ H O ¥ ° " W B L À H SÂ SE* encontrava, uma garrafa deite instái>tanea " de Alfredo]^^^^BlA DE EDUCAÇÃO

"Parati'^ sendo-lhe "negadoJEaagei l- a Se Cícero Montei- 1 PAULO. 2 (Meridio-Enraívecido, Rangel começou | ro; quando dava eitrada n a ^1^ — T o m a r á posse, hoje na a depredar'os moveis do bar | Assistência Medica

Acorrendo ao 2ocals os guar- j Monteiro ia ser investi

das fcnimicipaís Edson Movida policia fluiranenj^ t e n d e ^ s u b s t i t u i ç ã o ao profes-réira e Dias Magno de Melo I recentemente obtido o Wkael- |s"Gr Seman4o Azevedo,

sacaram de suas armas, sendo Jrc íugar no concurso a Que " — eníao? recebidos a" cadeiradas | submetera,

vi

. ? ^erecari^ da i^iucacao, o sr. ado-^ I Francisco Brasilense, nonaea*

RIO, 2 (MJ — Segundo £n-1 pcrüoo que a te&de&da 1 A proposito da recusa do forma um vespertino, o emb&i-1 sentido de p^xmiür^ ^i^as 1 ^r, Ciaudioaor áz Andrade ein xador Jacob Suritz, que se pre- S P^^en^ de^otee^ador^ de j aceitar o convite do soveraa-pára para retornar ao Brasil J p B l s e s n a o ^ ^

não será admitido como obser- ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ I resses territoriais na America, |

dos ! ccnno a

(2)

••tive-: 'SEG ç FUSIÍÃÂÍO Ã v e Gerenie; AS viNATCXâS: S25 | . c f i um

Não viveria sem

jSBaOS,.. . :mâÔ5 •:•:' sei tíva: (Pará os (D- A,} n k ^ paral^íiarmbnià|Óò; Atrssaé-» - - ^ * • # quando mãos não " país'

i-se '••aíSs rclia^wÈ^.^Üm

de- I movimento bem elementar da | recebe-lo, para que o pensa-- I — serviço

&.« 8

vida. em função,

e

dòs^péSi-mãos* estrétante, seguem'-; ésL"' «nanamos • atos'-', triviais^

11 ae" que : se '"compõe 11 razão de existir "::è'''a';: 1! vemos • v

| ! aumento.-..-;.:'/•:;;, - 11 cértõ ':qüe

aac Psuk*. — [ i desmunidas'" de •' usns áaoes-1 se movimento, cadonciando-o, —as4»* Kl^ âe f í ^ o das alias msésT' e -vevesL:' I regulanéc-o e até o

ajudando,-í I zias so um acidente •; soi: oro- I p^la força propulsora que im-jvuzir essa áEKjÉmslMsáe» | primem ao corpo, quando os f quanto em raridadesingem- f dois braços em ritmo? dando ! revelada até no braça- em f fs

flf&il^ f® ainda &íinão qiie Sê presta s à

* . . .

I a taras tristes-,

FABMÍ

| outras

I çóes da obra de pesf^

I n^lyreza. For isto mess^o. a

e è distração ao por-íe. sem. que a marcha do ho-mem seria talvez um arras-lar de focas,

também que as

mentò escorra do bico de lima pena eJM:* gráfe iib papel, ou

para'pqué;v^ p^indo ^ f cerè-brò/prociiré agilmenteas

ex-na| o f macaco pessoa quase de íe èlé quatro^ O ^ Oliveira^ > os quadruped^^le^ qua- m a r á f j ^ e g ^

lentidão educada de nós ou-• : , • . • ^ IQuecer u m ^ c o m ç g i e M ^ ^ tremidades dos dedos e dai, |trosf estendendo os dedos, 1 nòdádò que acabava de mor^ transmitindo força a um

te-clado^ apareça Impresso no pequeno cilindro, provido de foiha em brancoT da maquina de

escrever-Bem fastidioso seria con-tar os atos da vida humana _ „ - , - r^ ! íiaiureza reageMc^eie - s { - . -r íirsJ^ ££ ^

4 ImSos rematam a açao da

pro-B^ra^x Exbeira — ^ansacsa ' ê '

V.

^QjihQ — a rua Vj? — Áleerimr

se ue pela. fslta

de-pría p^iavxa, Não hiá conver-sa sem mímica. A mímica è7

_ -r | c_r moáe precísor a presença ? . _ Síii^Bte tias mãos pondo em c ? iaBtoT a viver ^ I© I

, I evidepc^ g^

v ^ i feaíies,. desejando em bai-l ITQ- gestos ssis^s ebai-lem^- |

xa & cada mna o traço mais

cariciando o objeto; e é nesse ato que $e condesam siias a-nalogas com o homem, Ti-vesse o cachorro mãos e o su-plantaria, porque possuí so-bre ele a superioridade da

a-rer — e que - fora a as pessoais

de bravura- Ambos foram fe-ridos em combate. Queria o general João Pereira, que é

um espirito bem formado, feição e do olhar. O olhar do | queria "referir-se ao coronel macaco parece advertir que, ^ Estavam de Áviia Lins £ pes-em que responderam as mãos, | á e n i r Q d a q u e l a carcaça apa'|s o a q u e muito conheci E que

A'= 15 3® ü i a clartósáe da^ a^é | ^oe os- íeclsa á paz e ao

re-os bons e re-os maus atre-os- E pa ra que se veja como ela é

dominante, basta considerar | que o macaco é o animal de maiores semelhanças com o homem, tão grandes, tão

evi-dentes que hã quem o con-sidere a origem da nossa es-vtvo menos forte que lhe f pecie. Ele nada tem da

no-rentemente humana, nada s e apresentava como o mais existe alem" dos

instin-tos animais; e só mãos, na realidade» só as mãos iludem,

tipo clássico do paraibano: caladão e desconfiado, gostan-<io mais de agir do que faiar

-1 ninquesB- entre esses £

míelizesr vire sens | 13 Boras — O 1 que, p n v a ^ da^ o

ai^-e I putssto oa dai^-eiai^-eít^^y sai^-e sai^-er- ser-iii^e ^l^ei ds Pis^oJa" c&m | ve de aíls^í-ss mão^. a ÍBCB^

te i / b

Steele-J?r£ e^s: CrS 2J l i » e

^ O hs&er de üsn e^ação^r com iísisger Hog^rs e 5 HO é 0 ©rgàj® crime, que certas-gs 0 ia ck>s iBe-^ ^^Iregesiío de ATHAYDE (Fsrs os (D. Ar)

4m CbsB- se a Conferenciu do® Cbaac®-nesls csdsds vsi res-1 leres aqui, qu&ndo dentro de

apenas alguns meses h&vera a asembleia de rotina na ca* ^ r-pitai da Colômbia*

Parece que se um rect» parte das Chancelaria,

dontrados com a ideia de que produzam em

do CO&ii-

po-As mãos do homem, sendo- ] observando e ouvindo, He e-Ihe |tão úteis, dao-lse, po- ír a o oposto, isto é, estrover-rem, algumas vezes a impres- I a ^ enérgico e desembaraço-são de que sobram.,. Pare- l^o, papas ua üngua#

co-cem embaraça-lo nos instan-jmo costumamos dizer. Ia íni-tes em que o homem é alvo I pacientemente ao encontro dó dos olhares de outros homens, anta^onista. Hão tinha

Assimj os atores e oradores I severança de esperar o

são tanto mais perfeitos quan \ ^ í q r^ pontaria. Assim era to menos demonstram que |na vida social como na-"milzr as mãos os atrapalham. C o - I ^ ^

locar as mãos ..nos lugares a- ! Comoventes as confissoes .• de dequados5 eis um capítulo de í João Pereira sobre o valoro-educação dos príncipes, digno soldado e cidadão que lan-de Maquiavel.^ to sabia ajudar os

contèrra-Duas maos? neste rnomen" 1 uecesítados. Ou

to, as do general Dutra, cri-1 cidos da fortuna. Muitos: se

w feresr^ a um a-t-^-í i-reço: CrS | a críísie; é se^pr^ mãos crae a policia

iuza, JB^-^ga^to- a® 1S-2® Favcóta eis tecnicc-PAGÂMEHTO HO Feis-da i3 ÜSTADIÍÂL O • *È ** SX-vrH^a-feira de mto | movimentos | de q^e m mêm têm a inicia-MÉÉWPMW4 06 superiores m^ere^-^es dc^ m^ere^-^esp^rto^r não vacilo

em c^segnar o meu pr^es--a. c^m "ísrçss 0 recursos F^rs ® gsr&utm do direito o* ou lifeerdsd^ » ^ * é um svê^ço na éo^trin^ •Io* CO-S: *

A America precisa saber com qu^m conta para a hipó-tese de um& íerceka guerra

mundial, alardeada tio insis-- 1 tçntenrente p^Jo mimáo

afo^-rst

Debates ^cadcmicos sobre conceitos filosoficos do psn^ americanismo não parece qu© jusiifiqvem ^ Conferenci^ do Rio,

O que se esperava erssn

cisões firmes, mediante ms quais pudéssemos, xmidos ©

a-un& nos' ouirosf oih&r

entam os áesiiiios do Brasil. § encontraram por ai já iit

Que ele as estenda a todos § 32 profissões ~ civis :• .•• o nós• em lugar de*- abarcá-las jjfeitos oficiais do S^erciCo: í: M no interesse dos maus conse- | todos 'se íorisarám^a^^^l^^®^ Iheiros, e não haverá mais no | bra protetora mms áe - áinigo pais a sombra de^ qualquer | porque de pai afetuoso.

inquietação. i&ir os

destinos de quantos

o-procu-ravam — e não os largava no •

meio da esira

até o fim quando sm

12s condições de enfrentar ^

RIO^ 2 (Meridional) — Se* f^ura esístencia de nossos

rá exibido, hoje. especialmen-te, para o general Dutra um '

íilme sobre a vis;ta do Presí- I a c - coronel

dente do Chile ao Em se- | jazer falta á Parai I o

V3i Ei-gizida, o filme será enviado ao t?evam que todos respeitavam,

sr. Gonzalez Videla, como pre- 1 . — . A „ sente especial do governo ora- | "

síleiro. I ma a principio cogU^va, não . o futuro cora maior cozúi&n*

reunir-* çm.

sempre tive chando-o

vam por quem * a-»

ja-e

Deus, ^

mais abandonando a terra nos ••,.; seus anseios, um dia pondo--'' *— |se á frente dos seus soldados não sacrifiauem ainda j do Terceiro Eegim^nto de In- •

e vôlei, vemos uni desmenbramento dos terrenos íca? que pelo seu patri- onde está o Aéro Clube do [; e sua "tradição se cons- | Elo Grande do Norte, regis-riit

seáe s^elal. á nia ré. 4ÍPI

e de meu Hiíue gafantia á continuida-[ áe, Se em menores propor-lima utilidade. |çÕ€s materiais que o

'Ameri-ceniro f ca vemos o ABC Fut no

. se | náuticos y temos um "Cvntxo" x I e um "Eqporte'' ^ . _ íeniSy | iguais motivos esperaxi-etc, — Tal espansio que çm perenes; para o

atietis-surpreende o® forasteiros; é | vao o tênis e a aviação temos |o Aéro Ciu&e. Dificilmente .uar que a 1 além dessas,

tra associação

^ *

talvez ate

mais os desportos nstaiensss I fantana, em. outubro ae 1 que luta contra todos cs i r'a.0 Guanabara e

^ ^ ' -X ^ ^ / Lores para a sua aican^ors- 4 fora do governo da" Hemíbüca | aquele que sc> cuidava de

o-ür o berço nat^Iicio: o . so tMo áo Nos

cia sobrevivência, Se o G-o^l - . I vem o, a quem cat>e o aev™ 1

ae IntensiSc^r

:.>v 5 to o meu protesto que talvez j desportos, não pode fínascei- j

inocuot representa a paiavra I ranxente cumpri-lo, permita | 1 K rfá" grande familia desportiva

proteger ^ I nosso pequeno e íúii raiba no instante

ao menos que se aão [ Pesta vez Esteiam " ' ao nosso Estado "de quem sou |o ideal dos clubes que toms* | „„

Se para os esportes ; mandatario por exercer a iram a si a responsabiuda^e | ^áulis^a fei^câi^"'

' presidência do órgão máximo da educação física de n ^ ^ ^ ^ de que porcos desportos em nossa serra, jmcc idade. repente chegou em nossa

ca-Kão é concebivel que esa- I Sstou certo de que o exmo, f _ gsa. em sr. so verr

OU-lense para o

íamente agora, quando o

ao com o seu pnmó'^ Chateaubriaad & dis-cutiram por tal" forma o

ser a preocupação

-tenJj^:, é- pelos dssport^

igr^ir^ • gênese; n a ^ á » / ^

-desconhecendo os piimordioá nosso Aéro Clube se propõe 1 da pretensa mutilação aos ter. a preparar nos terrenos que 1 renos do Aéro Ciube^ aveca-ocupa? pistas para aviação e|rá o processo á sua aprecia-para atletismo; piscina; cara* | ^aò e» com boa'vontade, en-po de futebol e quadras dè 1 cohtrarã solução justa para

liutilissimoj c^nciliár^lífòs^m

| parque Infantil, * venha a so-1 mundo desportivo " norte-nc^

métíitS v _ _

justas asph»$Ses'âe seu pro-lram aoConseliio ^ pa^râm ^ v f ^ g Jtlvo do'-'Sslado <a se. Ji^mfes- ^

àgp^ir r^Itar.mbm:®

zèm®'j^sta.'e.no-Í-5V-S

(3)

.'V

Há 21 anos íjue Ann Müicrj é bailarina profissional. Então, i

ccmcliíírá o leitor, a linda

bai-larina é rmiitò í m ^ eònserv a-pois ssâo aparenta ser

mui-ta ttssIs velha qtKí isso

Cou-cltisão ertsãs, jjzíz que Ann

isn resinai?* v^íe e quatro C2*$> ae klack- que com-pletos há poucas semanas. Es-tavs esireiaikk» c-rse

muse-eaíãssísBO "Bomancc no Kio"

7

iTi*e Tbriil oi Brasil) que vs-mes v*r agars, e o pessoal do

-:$iuã& ás Cohnnbla cferéeeu eBc^t^uora íeslinhâ ^ deliciosa "t3p dance" no prõ-prk? em que estavam

tra-Anis Mill^r e^trelea como

ò&sssius Cfcpheuro Thetre,

de Los. Aageíes. quando tirina

spesias três unos de idade

tíh-teve lego um graade êxito e

r^ oilkre-5 Ibe profetizaram

ferlllía^te- futuro Estava

cpe eles não si

engana-ram Mrsv Míííer, a concelho

de aíiíps e porque

Asm era de tompíeíçáo multo

frafiL fé-Ia contini&zar

estudsn-«fs? As^im. de míâ só

'e&jãgiseJs. msíavs dois coelhos: a is se aperfes^oaiido e sa- ^sesmo £empo fazendo urn

exereldío- físico,

Ife A&n foi se

de^en-' T O Ê de tal forrna que, eis completos doze

s ísmOI® transferiu-se

psi^a ©fsde

certa-i^^te eSnems l&e afereeia

xn&fcres oportunidades Mas0 bSo foi Isto o que aconteceu. Os '"executivos'* dos estudos achavam que Ann MiUer era ainda muito menina e seria úÜí fícB arranjar bons argumentos para ela. Mas o Bal Tábatíâ de- San Francisco a contratoa

e lá se foi a pequena para ^music halia".

Quando Ann tinha quinze anos, o famoso Benny Eübísfr a viu dançando e ficou esto* siasmsáo com o seu novo

Io de sapatcado». Tez com qüé 2 JíkO s contratasse e Ihé

àzs-m

um importante "role

etti

1

"Hav Faces"df 1537". Depois éla &íada apareceu em mais si-;

n,- filmes daquela produtora

e :-m "Do Mundo Nada Se

Xé-\s

?r

» a inesquecível comédia àó

Ersnde Frank

CapraHCfêxit^.-eníáo Ann Milièr obteve

í<>í tão grande qúe Gèoí^e

White levou-a para a

Br^Si-*vay

:

para estrelar o seu fámo

:

m musical ^Escandaíos^; KSvo

e;<ito c ainda rsalor que os

àrt-tz-viorc-s E Ann Milier» agora

«ma mulher belirsima,

perma-n^ceu ^rn Nova York até 1340,

nuando o^ "íalentoscouts

5

' da

Coíuiribía conseguiram

"aniâr-rá-ía" com um contrato de

íon-so termo.

Depois da sua vinda pars

Hollywooà, Ann nunca mal?

vottou a Hova York, com

gran-de gran-desespero dos empresários

dâ Erosdway Mas o dinâmico

Billy Rose tanto fez que

aca-*

- x V

| S S

m

0 segredo deu

O Que « s » psée b-' de Asife:'^^fcailiám'

é ^ e 0 e^ema brasíiei- ^ Ma e&mpai&hia -íáf^ci

aíirar^a uma ée 'Jtzzmls. emm cjiíe ííc&u èm*[

Je r pehi&lm iH^íteíras.Cc^i

rs^is fee^eíxeisá-os o éos

ÍB-taj^irtttFi- orKfc começmx ^

Mil-Um Cmneím* Msrr "Pitucs"

: r Alberto F e r e s ,

iUke • Artíaaljsiheasí# a pe-q-ue-íiàbeí B^nm* etc. Isto . iüflÍ0 veni a pn^sftc áa

áo eln^ma

bra&üei-Jyli^ Pis^, E^êa artista

a estréa jkf cinema

^ em Ô

^sb a

Gil-JMI^Iis vau & teatro

Sua «irníâ

I m í em

R í l l i : . : : - -

1

. ^ - á e M^eliâá©

^ ^ i ^ i r i i ^ o ; » . * o s í«

^ • ^

m u A

ci

rareie mmim ^I A pcüt agoois^. de "OEforé^ flma tómberr/ çrjtn

com 0 k k Famej- flíme

aíSíáa. para trnSè

íeito agora

r

O Mai^rfro e •'a.':

Grssuíiíia'^ prociuzMo p- ú r Cí®uém huiz e

Em "O Maisnàrív e a

que a Bra^ii VIta Fümé

vai apresentar. Juiia Dia^ f ô o papel de uma

fr^íioa-p^ri-teirs de uma outra

íÍB.a — La^r^ S g ^ e

a-pelo bom ea^

Juiia u-m ot-^sião- ^^ ^^

&ar íieste eeiuloide bra^ileirg

eiíiio Btgumetiia ê de Henti

que P<Mg£ÍÍÍ} VfeíT £SS VêStMoS.

eatía yrn mais banito áo que o Oiiir©, ceií-st itü mão

verda-áèir^ ÉI^ i-iio-da eapas

ai>s Aílüan, e

' CÍátóHI A ^rs^liaa

M^kfemlm e a Grantim?*^

ccdc^me W s

Mas que sé pc.á^d; ^ r ÜVMI^

GÀiiiib^^íiâSã^^

aüseneís :'àtf"^^láaôíáèí&ÊE^ eis

dirigido p&r VICZOK FLEMING» # âiret^r âe

64

...E o veiss^

IevôttM- — TBOMAS MITCHEUU 50AN BLONBELi. e UHÂ SOMAY, a vivaz cansara de Ctigat, eslã^ «l^scs.

bou conseguindo que Ann

aparecesse em Janeiro de 1945

numa curta temporada em seu

teatro. "Uma temporada — ãiz

Bíibr — da qual jamais me

sz-quecereí: sé de casas eheJas e

aplausos jreneticGf/\

I^ogo depois voltou Am: para

Hollywood, que ^ "o^cüü*

ves" ua Cvíúííihia a

vâiíí. Apareceu díTíà iilmes mujicais coího '

Idi-IIo Sincopado", com ÍCay

Ky-^r e sua orquestra: "Ela

erc-uma Dama", (Nadie ^vas :í

La-dy) com William Wrighí e Jtí.

Donnell e -Eva em Apuros"

<Eve Knew hor Appl'-s>.

Ago-ra Ann MíIIer aí vem no mnh

ínuiortante dos seus íilme< —

^Romance do Rio

w

'The ThnU

of BrasU). eiieioso romancí

musical cuja sção 'transcorre

no Pão de Janeiro. Ura ilí^ir

cheio de ritmos quentes e mu

lheres bonitas e onde ao lade

de Ann MilIer veremos a

lin-da Evelyn Eeyeír. Keer^ar,

Wynn, um simpático novato, o

^ r l d ô l l e f e o ^ e

" A l e í r i a * *

R O Y A L

F^S® 1S5S

Ail>:. Jc-LI^.

írti o ísíTí-oío Tíío

iíUã-o,: ííg^c.^^ patncio-i oí;

Aáí^Iii cr J^iv de OÜV^iu

e p ur

í c

Jinn Mlller i.^tore^sa-^e

Vido qu^aic- -ír^sp^ir^

: i «T í V í V 0-i.1»

Teve rGe^ia a^ia prop-o^ia

ten-.u*

4 *

S -

az um

:o:

2. o vr O i i i >ó ^

>-/Cí!-<Í p-trin^ii^O ci

vil:-Qua

â l t O S

1 S O S

V

tilUiO

Sugestivo como é o

p?üduç5o de Samuel Gel-dvcyn} "Or Melhores btios da

nosss. vkUi" deu iUíta ^r^íid^

idéia pubHeiMías de Ho>

íywodi: pro-curar qu^-s

os "meihoies aiiO^"

7

do^

i^er-pr&tes do iiirr^^

üv Kiitv L.itV?

va oc^apncaçoeí

) j-.:

-

^ dptrr.aí o ^ol

ao verão e a ueve no

e nada rn-àis dn que vomiLV-ãornnr e 'ozsse? a cav^ía. ào^mir e passe-ar a cavalo.

A-irí-sces: comQ ÍO ali po^iia encontrar Quanro 30 d.iü^iro

coni-Iderava-m^ com ÜÜ.

quarto de dólar.

WO&SE BE CAHLO e EOD CAMEBON em «A ÍRRESISTI WM^ BMá^M^^ /m^m^mt^ moder^isaéa e meifefírEéa

da-j. ^xjí \ s ir ^ rio CGtnproiJíi^- uClTi D Vi

-R Á D I O S

rfii&àlttiiãi^ Ondiis:irAéãfiÍij^ c o l o r i d a s F a ç a m n o i a d e t n o t i s t r a ^ f o e m .sua p r ó p r i a c a s a • R a d i í í S " P â y e ^ s p r e s e H t â m d o i s e s t i l o s , s e n d o u s n | d e c o r r e n t e a l t e r n a d a e o y t r o p a r a b n t e r i a ^ ^ Sfe DAi^A ãNDRRV/S.. esse cci de eujii Ooiíwyn vangloria, r^s-P-O-HU^rÜ * «

— "Não ÍÍÍÍ bem se foram uã ai^iliores xssss com certeza íor^íi es jia^púantes- Eu

büvL-i fugido do emprego. queria tonar-nie ator,.^Cadii piü-Qü^no papei vivia da-VÃ--is^e ^ impressão -áev/a^ar

liTã v^á^- áá^^S^M vida is&tí di^fo. eu estava

(4)

Vsz swlkri.^j há dias? msmiá^ talvez* que a irmã fc^s evideu, Kx^ficíada 1*0 negocia E qu&^r ^iviám^fásstó'V;défc; £ è í i f U B ^ ^

c^-ci ííís ; muihérési' ; Tar-zai^ naás e ao

ic-e sic-e sixmic-ea^avam

cas se "cruá de ©velhas Melhor ãs coisas pela repor-que B£O sé te- file: Bè » e C®ÍÍÍ o p^rscmsgÊm ísmoso do Uita se-* o caso no» que na a aten-são ai 2f aetàcena, ape-sar de rude. Calara com natu-ralidade e desembaraço, di-zeíuTo qpè tinha o direito de ser livre. Maria que apresen-tava sizaais dè ter sido ^agre^ didâ pela irmã recentemente, concordava com ela por

timi-dez. Nas rumas do casebre virâm, r£ma uma ba-cia com sangue de ovelha.

is de algumas horas re-ssstenc!3, foram metidas qua-se 2 força' num caminhão e evadas para" o hospital Vi-dai y Fuente?T na cidade de

ai do departa-mento de Lsvallejas. Tudo as assutavat especialmente a luz

eletrica. Gozem de perfeita saúde e são estraonfinaria-mente ferres — declarou o

que as examinou, enérgica, 3íac£ace-na quer voltar para a sua propriedade e para a sua vida ao relentOr para a carne crua, o sangue quente de ovelha e ^ q j em estado selvagem I garfo chefe CarabaJaL As completa nudez,

ae^i É^L-a dfâs^ mnguem ae a-Iíhcres foram eiecütradss em| A policia — proclama — que existem^

e do" f a z de

• e&ii'^bar — como se Botioou tsss&s auas

vvivido durante l& a

mi iraidando-a e submetendo* •: •: ^seuáf caps^^

fk^ram sem roupas p, saram á viver h t t ^ ííaciar ccna teceu uma saiat ç i e éó

ac 3 qusndo aparecia o cam-p. nê$ para trazer e levsff as ovelhas que|3siavani na suas iínas,. Alem da saia* usava

t^nbem, para cobrir'ò bustoy ác^sas ocasiões uma pele de

Impresi ouaâo por ul~ ,uno com o estado ~de verda-deira selvagería em que já

es-.a^m vivendo as àtds mu-iiiresr o camponês ®e enten-deu,. a respeito^ com seus vi-zinhos e estes resolveram

le-var o falo ao conhecimento da poliria. Mas no Uruguai a

polícia não pode tocar em ninguém sem ordem do juiz. Üáie permitiu que elas íos-zim trazidas para um hospu

'Difícil foi o trabalho da w-^ravana

completa nudez e sè* negavam não pode obrigar-me aviver a vestir-se e acompanhar as de ouira maneira*

£ esse ê o problema que a-gora se apresenta á justiça do Uruguai, por não haver nos códigos nenhum disposi-tivo expresso que obrigue as duas irmãs ou pelo menos á u m a delas a abandonar sua propriedade ou a viver rielà vestida donSindó numa câma, num quarto como os dé toda a gente e comendo comidas cozidas, fritas ou assadas.^ A

Ley de Vagancia Mendici-dadP Estados "Afines y Medi* das de Seglâidad" não pode ser aplicada^contra èlas^ como um meio de força-las a mu-dar de existencia, porque não se dedicam á mendicancia nem perturbam ós

demais-E também não ^candali* zam o proxITno com sua nu-dez- "

Só por um lado poderão talvez ser submetidas: medi* '4 • , , ante um processo por

apro-priação indébita de animais aUieios pois matavam e

co-. íiiiiliríilil^

iiilSitólSIil

N» ctttsnio. hs nn problnna que jfe devia ser bem nhecido. Quem fax • nfiélfiar es BKlkor, é • ftifri»

io. Se o comercie ajuda, certo qoe os programa a «MOmar. Caso cOTtevio, ie^anes ^deBd^ tal tpooqoíssiiaas firmas vêm manteado patrociaáo de Iob-Co tem|K>. K d * ^ colim» Já temo» tido ocasião de

frizar. Mas, en^nanto firmas c«mo M. Martins & Cia^ •; SEFAN,?SA3STÕSfSfiiClSliam^

l l l l

'«waiewrri^o^iiAtt s » prodo^w». £a*er nada mais, cm meteria de radio « i r e nós. f t t f i e

testar apresentar grandes programas, trazendo artistas do i l i i é "tmracé": kkm se texido 2 ctHypcnção ampla do

comer-cia E temes pleoa emvieçâo de tmtíta. estt pes-sando como nés neste ponto^ de vista* porçoe na verdate, e

comercio, ainda c e ^ n » a ser o bter F ^ m i b l «ésn matéria de programação em radio —

Z1G-O QUE SE PASSA NAS ANTENAS...

— Quinta-feira ultima, ás 17,59, tivemos oportunidade de ouvir uma despedida do locu-tor Genar Vanderlei, ao mi-crofone da B-5. E enquanto

fa-m.

ilava o simpático M Locutor-miam ovelhas que nao eram c ^ e ^ ^ A^ociada potiguar, delas, i nós, que ouvíamos a emissora, pére^^se. As duas mulheres

Ba verdade^ uas

rui-A prineipale preo^epaçâo da vaise tor-mais e ousa a* ® ü i « s i B l s f e - ' ' ^:w ííCNV

O que está fazendo Moscou ?

o que m o de G^ar. Sssstia-Eaòs vesKio o e dedi caçí n e s s e s c i n c o a n o s de o seu li n t o

aitás. que a ser

de-Waltcr Lippma&n

Copyright dos "Diários Associados it

ItÀVO YORK,, via radio — teocís- depois que o Exercido Pois sabem que d operação Vermelho se retirar^ Porque * militar de suas aluiüüs

esla-tirar uma üg^çao m&is segu-ra, qu^nio ao que se

por trás das s^uiüas

jHÍüieirQ zokj»' .ro ütaiin ao secretario de v mas co-fgs^do j&arefesIL O ^ e

Stó-y apesar de n£o ter

a A k

-__ 1

enquanto o Exercito Verme-lho estiver pres^r.te, com

vos nâo está fomentando a-mízade ^pela União Sovieti-grande força, em qualquer ca, não é boa propaganda du paisy poderá o Ki*emlin eo- eomunismor nem é salutar mandar o governo ue?se pai?, -para o moral de suas próprias O carater do governo nao é f tropas,

de impor:anexa 'lunüamentalj j tòtau segurando uma fera uma ves que qualquer go- 'pela cauda, Se ficarem muito verao terá ae receber ordens

do comandante soviético.

se o Exercito Vermelho pár-tir, deverá o KrcnUín fazer outras combinaçoes^ se qui-ser continuar controlando a vida política e econômica do país onde tenha cassado a o*

^WlISíf'

Deve o Exercito Vermelho deixar no pais de onde se

re-uni "govemo amigo1'5 é, tuna ditadura exerci -úu pelos comunistas iocais7 que podem inspirar 1 certeza de que receberão ordens de Moscou- Uma ditadura assim ^ *

ser instalada na nv;Iugds~ e n« Bu-Houve noticia de qu£

tempo* a resistencía e a hos-tilidade irão crescendo, <até que se tornarão incontroJa-veis. Se se retirarem, pode-mos te rquase certeza de que as ditaduras comunistas que deixarão no pais intensifica^ rao a oposição, tentando es-maga-la.

Ademais as probahíiidadees são de que uma diteudra co-muhistay digamos, como a da Hungria, seja sucedida não por aquilo a que chamaria* mos um governo democrático, mas por urna mad ai idade a-pós-guerra de governo fascis-ta? inimigo confesso da União Soviética, As possibilidades

de que tal aconteça são tão reais, e os rusos devem te-me-lo a tal ponto, que antes

vido, na Europa; os países da orbita soviética, exceto a Checoslovaquia e a Poionia ocidetai^ nâo só industriai

como agticoiaxnente^ coi^ti-tuem unfâ area atrasada,;hão desenvolvida- Por

antes da guerra, um

tor "holandês produzia o triplo por alqueire, do que produzia um camponês iugoslavo^ 2 mantinha

o quadrupío do nu

-mero de cabeças ^

gado-Ás ditaduras orientais, q^e

Moscou deixará poj pàists

de onde se retorar o Exercita

Vermelho, não serão capazes

de -alterarem, com rapidez

es-sa disparidade. Portanto, ss

perspectivas de

"resurgime^-to 11 a HoitJpa ocidental é o

contraste aumenta as

diís-culdades dos regiões

satéli-tes dos Sovietí^ NS<í e

de.ad--mir-ar.que Moscou f^ca o.que:

que a^

COS posu

puder, para

Europa ocidental

l l l l l l

|toüa combinação semelhante | de partirem, tentaruo esma« Áustria, antes de a$sina~? gar hão apenas os que pode-é. í • 4.

m

na A- ^rèm um tratado de paz, Ve* que precau

têcessâ* MM

riam apoia-lo, K 5sto o que tem em mente, muito dizem que estão combatendo as

for-locratic&s" m e em

Se este diagnostico está

certo

?

pareie-me iiaro

1

que; a-:

quilo qüe ^pédémiòs Élâãis^r 2

oi reíiva ijáèf

- ~ao européia estaria ao fraes^, se a--s a--suga--s^íão d

Hoover de uma em com a Alemanha

oci-rtuz&to..*^ aqui vm: • * • * ' "íir,*-« • caso se 0 o ^^y^iProw^ WKm^^ã^iKKÊÊÊ^íÊmÊK^Ã

táítfrmíwfà^lmt'"'•jfr '(^aa ••• TtiKliif * TUilii^iiiiil^^rm Vn> •*1

-vvlv-a . . ; ; .

(5)

a poeia qpe co->t quero só tratar do imagínarío/ O qaaste está no novo livro de a palavra "azai": E «t

E tento

mais ou

SE LÚCIDA CQ1ÍSISTK EM VER NO MUNDO

E NAS ALMAS, SOMENTE O QUE APAVORA,

— NURTA A LUZ O A B & E DOCE DUMA AUBOBA, MAS A TBEVA DE LODO NAUSEABUNDO! —

SE Ar FACE NOS ATIRA, A CADA HORA,

A PEHFTDIA, A TORPEZA, O FEL IMUNDO,

— NUNCA O BAXSAMO, A FLOR DO BEM FECUNDO, MAS A DENTADA VIVA DUMA ESPORA; —

AH! SE ESCANCARA OS ALÇAPÕES DA VIDA,

SE FAZ 9E GADA SONHO W FERIDA, E D ECADA ILUSÃO UMA AMARGURA,

EU NAO SEI! EU NAÒ ÍTOSSOr EU NÃO RESISTO! SE E" ISTO A LUCIDEZ, APENAS ISTO,

MEU DEUS! ABBE-ME AS PORTAS DA LOUCUHAÍ LISBOA, 1947

am até os ombros e ainda

a comigo; que me p£2£53T G QU€ pCQ' vez: — 3 £31*

e

zitmi o mesmo * m *

a

ta

a

mi-mam tSr Sinto que sol

carta de

e la- estrofe

que fecha o posaa

(Cootliroa a» ^ p«9 )

POEMA

OsvaSdifiG MASQUES (fera .os "D. A,1*) A Teita Não u A racwii es psms a m cesto de sabedoria; a horizonte apetecido a praia de mirem;

eme&tiéa. modo retorno ás sombras, visões, Jft são «ais impreciitâlvets.

í

Ura obüho de paisagem Já baito pva » olhes, A feírta n ^ m a ensina lnunOte aceitações

E a noitecompaeta acaba por persuadir.

Sim? alguém sangra em patx&ea inco&selavels

i

E lá lábias pore^sdo ãe desejo

Alegrias iaaifufrâ Irrigam corpos em crescimento, AJgsem arrosta cárceres por m a idéia generosa, A vés Qtie ensaiais vao, digo-vos que é ttm milagre, Nio vos retardeis por mim'— desafiai o& e i » !

Er dever do capitão m s o b m com o navio*

das âncoras da gola azul Conheci-o assim. E assim

eu o conheço pois a-sea sorriso de maca-co nunca lhe abandonou os lábios nem tão pouco a soa paixão por Ralmbaud dei-xou de lhe valsar o cora-ção- Aos onze arfos de idade Lêdo Ivo já era uma

im-que, naquelle tempo, se ei-amtrava m Bmfap^t po-derá confirmar essa virtu-de. Quilos de poemas que

contavam a doçura de pfta Adriana eram distribuídos pelo correSoque ia bater á porta de um Mario de An-drade, de um Roger Basü-de, de nm Jorge de Limy

E como recompensa, Lêdo Ivo colecionava cartas de toda essa gente, cartas

re-cebidas com ansedade. En-tão a violência de Lêdo Ivo pareceu ser a violência de

um cavalo de campo. O me-nino de lábios grossos, de

fronte alçada* e "mestiço xalentoTo", parecia

acor-dar para literatura, vestir-se para a literatura, viver para a literatura, E até mesmo na hora sagrada de se alimentar, Lêdo Ivo dei-xava a solta os seus

ínstín-tis* Se se alimentava de fe, clasificava-o de

Mansfieid, bem como o no-me Edgard Alan Poe só « a pronunciado ante ma copo de cachaça, ante t&n bara* Mio, ante uma fúnebre foto-um corvo. E ao

iazz^band cuü-o pcuü-oeta marcava cuü-o coiqmo de sua vida» de vida semelhante a de um pa^úo de azas enor-mes. Mas por voar alto de-mais Lêdo Ivo rebolou de

lá de cima. E foi se afuis dar na frouxa lama de um estagnado poço. Até boje. Aurélio Buarque de Holan-da quando recorHolan-da aquela indecencía, estampa em seu

rosto nas marcas de sm itó Jfl- Ledo Ivo acalmado por nm verme resolveu cometer sincopes e fdetercmnaãos poemas de alguns poetas. E depois de cometê-las,

en-frfôoa-as, irmanou um ver-so a um outro verver-so. E pu-bHcou essa falsa poesia na Gazeta de Alagoas, como se o seu poeta tosse o Au-rélio. O Aurélio condosou I«io Ivo há cinco anos de prisão. Durante todos esses mil oitocentos e vinte e cin-co dias o AureUo foi um severo carcereiro. Para Lê-do Ivo. nada. Nem mesmo um pedaço de pãc, nen o seu fim. ro E a o cárcere-as grades. estou

bife à Rimbaud. Um vata-pá, sugeria-lhe Dostoiewski. uma salada

ando a dar as pontas dos vez

se apela em

para enguür o sai

A' MARGEM DOS LIVROS

o ti»

Um romance e uma romancista

nao saiba «justeis® pont©s

E íeem Com este ^ u nov^ livro, "CHAMA E CINZAS" C), a sra~

Américo de Oliveira COSTA greto, uma rumba de um A sua presença

as-sim, o romance.

Parece-nos, aliás, que não pode existir 'mais be-lo destino para uma cria-tura de ficção - E na litera-tura brasileira há poucas mulheres com a sua graça, o seu encanto^ a sua

suges-íãoy a sita "força".

Recor-da-nos, não atinamos beo por que secreta afinidade, qualquer cousa da Irene, da Galsworihy, Talvez par uma Igual posição centra-lizadora da heroina áo ro* rnanchia inglêsa em

deter-minada fase da saga dos Forsyte,

As cenas da

Fernandinfao^ ou as ultimas no romance» da morte

Habelo, sâo deSniiiv inesquecíveis de emoção,

de táto e de v mana.

tímas notas mais pes-soais, em

'coneh^sâo-Em outubro^ovemhro a sra.

Nabuco pronuncio^ em Recife» duas confes^icias sobre Joaquim A-: -\VA\\v • ••-v-v..." liiíilliS

MBth

pela utilização de processos particulares de analise psi-cológica ou por efeitos es-peciais" de técííica üteraria.

Dir • se - á que são os i, em todos os cli-e latitudcli-es, o vcli-elho

snsmàt humano e seus

pro-e spro-eus complpro-exos; torna-se evidente a

que amea-ça tais tentativas, por mo* tivo des^a configuração de

espaços e tipos sem corres-pcndencia a uma certa cor

a um certo estado cult&ral a um certo senti-* mento especifico, a uma certa idade historicaf a uma

certa manif^t^ao da rea-Kesultan~ afinaL em « •

simples experiências ou aventuras literarias

incon-Êen "CHAMA B

CIN-srf Álvaro Lins a respeito

de " A Sucessora",

Nenhuma improvisação, nenhuma noção de préssa. Sente-se que a narrativa e a marcha do? seres que

ne-la se integram vão se pro-cessando com uma "norma-lidade", com um ritmo na-tural* E tudo acontece por assim dizer a seu tempo;

tanto em decorrências pre-vistas ou calculadascomo s nos fatos e situações

intei-rameftte inesperados.

líesse tudo — vale defi-nir — estão o "amorr o seu

nho? a ambição, as

decep-ções* a morte, — o rumoro-so e diverrumoro-so cortejo dos

sentimentos, paixões e vai-dades proprios á espécie. Num crescendo de

intensi-dade. sem saltos ou inter-venções forçadas e conven-cionais, até o dramatico e perfeito "climax" final.

Nica destaca-se no con-junto dos personagens:

Ha-uma raz^^lra; tai^g são um piano, mas

qi^ o seu

poesia é o mais

m&sgs o poeta psitsüoou vida q^e

há a pre Se <> poeta

CA

a pre5€2iça do romance.

nem tão ikh^o

cã da desgraça de Jassáira erever esies rsus solsça-íSos ÍHH® sepísllssrâ h h v ^ ^ ^ 5 ^ IJ 1 I lá PU ír.-â ^ f m H

(6)

- - fc k. ÍO 03©

zíssla

Cysxav - Carçâa alinha-rr na m- r^enso. tis fila. áos inalares ^critores brasile*-ros-..vive . - . Esse-: logar: - &

E ^aíce e HierK

coEsegura e$e a •jjoa penesa jor-aTíCs. Seu* á&i5 rt^s escr.- « é agora, bas-*rirfu par zi ió-r para elevar

a i í t c i s-oi* sonora-de "A sonora- descober-ta. é& ^ ~Trés ai-i.uelres t: vaca" fixa* í-sisl o posit^ de' partíd

ujns viagem literaría

hrilhas£es ~e dss ma^s profundas. eirT que os iri-uníos presentes já podem

r-dir e consolidar os su-futures.

Em Três alqueires utnsa vaca*", Cwgio se faz credor de um mérito* o maior, fca$vexf feitre

tan-L5, £ é cjue. como parcei-ro

T F rn&re sés. o mais fiel

in-terprete e discípulo- de jj*r*ne&tos9 asilei de

Orto-e áOrto-e oitOrto-enta livros s^ais. Gílbert Keí*à

Cbes-circulo ha nonxem xnoaerao: o e a criÊl De um os qixe crêem no no e «s que se afesram á

afír-do n a d a , P i r a os o Mistério ê o roteiro de Deus» a

curiosi-dade, á -'sBSaL'.-'ò

uma açâe para ss ras - Encarna-o a a da cruz. O erário, é o ao cos- na-da do cansaço* na-da anemia J . ADELINO

(Psara o DIÁRIO DE HATAL)

r\rcuio é a imagem viva do

maiesrlàüsmQ.

Deaujte do ^ o b l e m do Mister: a, há os que afir-m a ^ os que duvidaafir-m e os que negam. Traços pro-fundos delimitam uns e outros. Duvidar não é

x*e-um alto sintoma 3è .. £ luta supõe ansias e sinceridade de "buscar urna

verdade. For isso, aos que

duvidam abre-se ainda uzna longa estrada. Esíão no inicio de uma jornada. Se não estão de posse da V e r v dade, aebam-se, entretanto,

em contaeto com ela. Por í^o que

lêem e

Coisa muito diferente se dé com os cflie negam,

A negação é uma tirania,

que um horroroso ponto final. O maíerialismo se

confun-de com esse ponto final*

E* a formula petrificada do numero u m "nú, cru, ímovél e absoluto^ ; O m ^ terialísta é o homem descobriu a certezá "hão''; íy;;; Ò^ çj^tó dü^

dizem que h ã o l é ^

c^te-za seDeus éSsíé^3^.. " afirmação de ponto è ívis^

gula y Os que negam;^ afir-mam categóricas: **Deui não existéw. Ponto;

acabou-se. Esse "nao", nos lábios do materialista, é um cir-culo de ferro^ imóvel como o rochedo marpêsio virgi-liano* um zero negro e si-nistro. Tenha a ~ palavra Chestertun: **EIe (o cris-íão) coloca a semente do dogma numa escuridão central; mas os ramos bro-tam e crescem em todas as da üiigTcsa e. de fecrer^ a r% imutável e rireufe é cspsz de tar o se

ALFÂNDEGA DE NATAL

C O X r E C C A O OF UNIFORMES COÍOTTE AOS INTERESSADOS

A Alf^níega de Natal está convitfendo as firmas ou pro-nleriç^dos na confecção de untormes ao pessoal da Gssrds-Moria e da Mesa de Rendas Aifandegadas de Ar*

reis jfeancs s apresentarem propostas a respeito.

Vs poderão ser prestados durante o ex-slé o cfós 5 de

direções cosa a natural pu-jança da saúde. Como já tomámos o circulo para n símbolo da razão e da lou-ciír&r tomamos agora a cruz para o símbolo do mis-tério e da saúde**. Pois o drculoy sendofembora per-feito e infínito em soa

na-tureza* está fixado para sempre no seu famasibo; nunca poderá ser maior ou

I l i l

menor ^ a cruz.

ape-Chegou a vêz d o povo

sar de ter em seu "c«itro uma colisão e uma contra*-díção, pode estender sem' pre os seus quatro braças sem que a forma se alte-re. Porque tem um para-doxo em seu coração, pode crescer sem mudar. O cir-culo gira sobre si mesmo e está atado. A cruz a;)re os braços aos" quatro ven-tos como um indicador de caminhos para os viajan-tes livres".

Quem poderia dize-lo

e®em*Tüu ttst

parceiro,

v

to-para eler Apeiogetíca

e fixo e

e

te-de i^ii^^kís eler-'

. na ozt^u sem tréguas com

forças seu

pro-PEGA FOGO NA

FORMOSA SYRIA

3 MILHÕES DE CRUZEIROS ÊM TECIDOS DE TODOS OS TIPOS

DURANTE ESTE MÊS

SÊDAS, LINHOS, LÃS E TECIDOS P OPULARES

A PREÇOS NUNCA VISTOS NESTA CIDADE

31 DIAS DE VERDADEIRO QUEIMA E DE GRANDES VENDAS,

Só na FORMOSA SYRIA

VISITEM AS NOSSAS DESLUMBRANTES

EXPOSIÇÕES

Tilde abaixo do custo

real

MATRIZ: RUA DR. BARATA, 177

FILIAL: AVENJDA RIO BRANCO, 580

Os iivros de Córção são,

t

assim, portadores dessa / mensagem de íôgo

chester-toniana, de Que tantos pre* cisam5 nesta fáse de

ago-nia mental. Eles coasti-tuerny sem duvida, não

uma simples carta "" ca a uma minoria

mas uma" rnensa-cõnium? pois todos

vcem marcad-os o se-lo da .-autenti

sas suas próprias

completam o retrato da suas obras. i^a v

Corção escreveu *

urna mensagein comum. Per Isso. eJe deve ser

smo

íio iítM*destino, cs nomes de h&m&Tú® Mc&s fNc Tempo cte Lampeáo. Oficina Intí.

Liúz da Camarat Cascudo iO

né-e Cantadorné-es" né-ed. Globo, Pôrí© Al^re. e Pereira ds Costa (Rev. fnst. Hist.

Arq. e G^g: Penías^^o, 15Ô-162 v, XXXIV),

Áprc^Jíta s-qui. um material inédito, colhido Na

Osw^tdo I.AMAETIXE

Desculpa de amarelo é iii<tge ou derrni no pe do

po-é píó que esseavpo-é assanhada^ é preguiçoso

 de£fr&$& do horoe é e^morecê; deixa a muJe, ir múrm tm es^ínã e fica osiviodo recado dos vizinho-.

so os

O pedsco que um h-ome grande passa do outro. e

taldca é traiçoeiro ide pichaítn vermelho) e JisEsenio nào se- elogss

quí ^ d4 cm cabra ruim- so íe perde é t$?t& a até as cinza,

^••'«^g.-de eomê iíto alqueire se .botá seus 6íos den-B® trêr csá^ perdida no a a t ò : chuva no má, agua

e luz em c%m de cégo.

^ ímpurra ó doso prá

di-te

Carreira de velho é chôta

Cavalo amarrado também come Cavalo corredô- — cabresto curto Cavalo velho. — capim mnre.

Cabrito na terra slhêia pisa no chão devagá. - Côco velho é que dá azeite,

Caju maduro em beira de cerca, ou é azedo cu tem maribondo.

Por onde passa boi. passa vaqueiro-Desgraça de boi é gordura.

Cavalo e rnulé. — pela raç^

O home se pega fiela palavra e o boi pelos emire. Agente vê carrapaío com tosse...

Do leilão da igreja os santo só vé os grito.

Praga de urubu magro não mata cavalo gordo, Quem gosta de cara é bexiga.

Não namora cum sapo porque não sabe qnsl e o macho.

Quem espera por tempo ruim ê sertanejo. Quem tem pé é quem dá colce.

Onde vai a corda vai a caçamba.

Quem com porcos mistura, farelo vem a comer. 'Nas pelejas tf cs nccsss CANTOS^ ha isesgotâveU citações de apelidos adagios e comparações po^ulsr^s. Terminando vejamos apertas

por zodos. Pelos que crê-erzL pelos que duvidam e também pel&s que negam. Sni seus livros tode^ en-contrarão uma carta escla-recedora de seus enigmas. Por íodos. eaíizc, que for-cej an i herolcam ente por afastar cs obstáculos que entulham não '"'os caminhos do chão. mas" os caminhos do

espirito"-Os livros de Corçao sâo uma measagem viva às

novas gerações intelectuais

do Brasil. Lelam-rsos. prin-cipalmente os moços e neles aprender; cruz é, de rato. io Ia ? 3 que o hoje e Cl a? 05 itó^a^i v Wfis da verdadeira über-Com ele, iiâo

vencer de oue cat

De João Martins de Ataíde. -— Valente não teme luta.

(7)

i s B f c ^ i P ^ m à

imi

r\

Ciência de A

Bepcásdossncs triste da gíierrg/dospenQSos anos de renasce a

parad a moca, com

sto pelascoisas

be-ç ® o' câtusí^oo crês-e 'acuado dcrês-e Paris,

registro rápido, ma-s com certoma-s

s^ trába-âe ioalbeiros^

Ssta-dizer que a arcas

vez xetuSui l e

>

05

áSsáamss que cí rs giram a de damas do século passada São suntuoso. A ' i s ® áestesr outros vemos

correntes «juro, correntes

trança-num en-novo e que,, co-são os mo-colores que a pari-etra^ ixK^no durante 0 âli^ em recepções^-Os

altos, que se não Xe-csm Iiwa®;- são pura

C í i ^ s modernos. muito por aí,

como aoomo a tgssáÊsgiísr vestido singelo,

èste é branco, co-sssenta bem um cinto peika dourada! Quando

o vestido, como é

o cinto do qual pen-dor lados, dois gran-feo&og bordadas 3 d&ss bolsas, fome quei

-verde è uma da-3 córes * para agasalhos,

? imaginemos um

ca-saco, que vá á fimbria do vestido, ajustado por um cinto de fivela forrada e

com punbose gola de

as-tracan. -. E para esporte, pensamos numa ultima mo-da, em "tweed", de gran-des quadros vermelhos, verdes e amarelos sôbre fundo azul marinho. Mui-to talhado, com grandes la-jotas, grandes bolsos, lar-gas manlar-gas, esse casaco a-botoa com dupla fila de bo-tões dourados. Mas, lembnwfe outro dos modelos re-cem-vindos, e que lembra aqueles amplos casacos uso-dos lá por Í3I0; Em "twe-ed^ também, de listas com tom "beije", trespassa foi-eadsmente. Muito interes-sante com uma boina» da qual penda um véu, "echar-•per\-- Healmente o

"twe-oá7* é um pano eleito, para

qualquer tipo de abrigo, prático e elegante. Com uma saia negre, estreita, vimos um "três-quarto" daquele genero. de quadros regularei negro e branco, cintado atrás, trespassado, solto, com duas ordens de botó^s. e gola e íapelas ne^

gra^ Negra. também, a boi-, De *-tweed**3 um tom

g m degradé, e branco, fica lindo para um casaco as-sim, "três-quarto"*. - Os botões dourados estão mes-mo brilhando na indumen-tária feminina. Um

exem-plo: Conjunto de ^iweed*7

de listas marrons e fundo branco, de saía estreita,

ca-saco comprido, quase alca-çando a saia. As mangas têm as listas em sentido in-verso ás do casaco e sais, direitas; os botões

doura-dosaboíoain um jafeco azul *

-"Um amor de vestido"— £ ' a frase feita què V. lei-tora, teria nos; lábios quan-viu Beana Burbin em fü-me recente —• vestida de fcaüe., Eealmesiíe? Era s a tule r ò ^ pálido» rodado bastante é corpeíe de lamé. O decoíe; arredondado, des-cia peiosombros, com a-graça antiga com que se decolavam a Condesa de Montijo, a duquesa de Al-ta, a Pompodoor^ Embele-zava o decote, e mais clás-sico o tornava, um belo

"rache" de tule, em redor-Jíàs mangas, na saia, foi realizado o bordado com fios de prata e lantejoulas. Era assim o vestido de bai-le de Beana

Durbin-Srncdí rir

— "Bayadera1'. é o nome

que a moda deu z esse

te-cidos de listas largas, xmú-licores - -.

— "Chateíaíne57, ê terno

francês, que empregamos também, que agora usamos — uma corrente fina, de

ouro ou áe prata penden-te da iapela* no "taiHeur*%

ou do cinto, ou de um

bol-so. . .

— - - A histo-ria diz que se denominam

"pepios* as compridas ca-pas das matronas romanas, todas de rico tecido, de co-ras v?vas, ornadas de ouro

e figuras de heróis.. > Mas aqui, nestas bandas ameri-cana^ pepíos são essas ti-ras largas, duplas e trípli-ces, colocaddas dos lados de jaquetas que acompa-nham saia estreita,..

1 ^ inuiher braiü^ira do Sé-^ I guia XIX vivia em ambiente

a^mpi^la tranquâidade. do íar, era essencial-^ 25 • m essencial-^ m essencial-^ m s reaiizessencial-^essencial-^ | « e feminina. Mas quando

* preeíâo saDiâ aeniviistrar

qua-üdad^íL excepcionais de ener-I g^a e itenodo que dificilmente

esmerariam paralelo nas

mas-^uiimsRd^ feministas de hoje,

| Assim era D. Ludovma dí^ Al-f baqu^rqi^; Porto Carero^ iígu-^ rs> que fisicamente

apresenta-a peáléo ás Msnubapresenta-a fe G^er-1 vapresenta-a apresenta-a frágil feminilidapresenta-ade dapresenta-as dapresenta-a-

da-^ da-^ I mm daquela época,

ra Brit^r^ka^ ^ ^ expener.- s 1864, em plena guerra elo

SK? irsíscíír^-a «^a guerra pcf eix e geífe e^lislxír^lores

ar

c©briu cp^í o D^^gen^o- te^n aiíer. uma. vez que se

re p^rt^

a-Fsraguay o tenente coronel ifermenegildo Porto Carrero» ê^u mâr^áo, comandava o For-te de Coimbra guarnscidc com

I apenas vinte soldados

Ms que na maâmgma dè 20

da dez^ubro;; avistaram ^fun^;

nas visínfeãnías,

íiiumá;-vmcja de Mato Grosso. Ao cla-rear úo dia oí> ininugoa que üiapunkam de quatro íuil

üo-romperam o uroteio. Uo íorie de Coimora. í^aias certeiras slòüarauí conira qís auveriorioá i>uma aucude

hei^orto caxero lücentiva -vu ^emaadadus ri^quelu íuís uesiguaL

A espasa do comandante, tiaoora jovem de trinta ana-s, nao se acovardou s "inlei^era-ta assistia e aconselhava a pe-leja". Horss depois de ardao

combate minguavam jã as pro-Vilões do paxoi do Farte.

Foi ent^o que D„ Lud^vina, numa atitude que a hombreia

coíu as heroinas naciona^ reuniu as lauihsxes qu^ lã ^

encaníravsm, cerca de setenta

e se lhes estivesse

eoi-nando afazeres domesticas di-;rigiu-as na co^fecçã^ de sauai*

'çao.-:de guerra^ Fars íssg

uü-.lisaj^m-ss de tudo Q^e

e sáo tive-rasai pejo quamla se v^raxn obrác^^s ® se des-pojar de qua^i todas ss ^sas

ms^r de -suLí.-t©. eal um teínc^si* ^ V. chega esn câsa enchar-c^òo, os pes ür.ofc^ãosT

o monuci-iio si^ * nhsr um tesmzc.^; .. £ tsracém c ir.c^^tc á^ apiícar 5 gõc^^ tC-í iO muco^as w n" c. c » N/T HlClI^Mf ^-i A ^ 41 '•VsV.'

mm

(8)

IN.Vvs.>

4 ir..^s e o

em

TT W[com asas tíe morcego^ - -. E abro o pequeno ceu bei-^ e^íi Irente^ esta Falando a um espelho:

• t ò ,

ei.

telhoT sub-repticío

es-inèu

cJsscrevc. ^tk?. numa

proeís-• a carregado:

fXessa: Senhora a

cami-£nbar'com os P^s do

Com o szulr o girasoL o

a lua- cs pés^ a rua, éí- ürcu^iris, o rosto o íutu-_ o espelho é uni õos mais •iSífeisteintès •: e ...•• persistentes

da atuai poe-- de Cassiaiku E ess salpoe--

sal-. "Sido da sua "Viagem kü? o- espelho" esta imagem

é todo urri em siíaba^ apegas:

f roo*«,* *

Sczinhoy seu uma

pergun-em meu réüexd, uma res~ 2ía citada "Canção do uilo Exiüo^sob otr irei a Portu-J gsl : assim por coisas que nao

:a a ser

policiai d^itro ide um

^-Insistindo na preocupação atávica ^ta estrofe inidal de "Arvore Gsn eálogica^:

"Minia arvore geaealcgica onde cantam sab.ãs

caiu sobre o oceano Atlan-(tico: a fronte íícou no Brssilr a raiz em

Portugal**.-Uma da^ mais belas inia-que o verso tem lixa-do ("O Boi e o Arco-íris"):

"O bt?iy compacto*

iras-quilo como se fosse o mo-mumento animai ào sllen-ck? —!~

E esi^s eBfíleira-da» a& ©caso:

mm

8llt§lÍl|tl

ACABA DE

SABOROSA

A MAIS FINA E MAIS

DO BRASIL

O L H O

V

DEPOSITO :

Martins & Com

Rua Frei Miguelhtiso, 29

aij

I esperança, ens

-O aad é apegas um si-^r»

' * ' !

vN^vfo.

-.r JUvre_

soi ; 'ésst carne viv^ e

• — • < » • « » • « • • »• * ~ » * » • » ~

'A rua' uma de ar livre- —

a

& viagem do meia rosto na jasseia do tesipo"^:

avião celeste:

_ Tu lembres uma cruz voando ^crizositatoente. Tu é®T enfim* a Imagem

ífo meu própria idealismo

o ynico pés&aro cfflwerva a áberia

Clássico

Michielon

traz m-ÉSgura: "A certo c^^^se

A CHAMPAGNE QUE DEVE ESTAR PRESENTE

EM SEUS MOMENTOS DE DISTINÇÃO

E ALEGRIA

o Jardim Publico mais Encáerna

ja é uma cie crucificarão

coti-DEPOSITO

Martin

R u a F r e i M s g u e ü n h o , 2 9 em canxsra

[lenta não senti

na-Então, inventei ns pala-Evras. E as palavras pousaram Êgorjeiando sobre o rosto

cios objetos, A realidade, assim, íicou

[com tantos rostos quantas sao as pslavrasTV.

qualquer maneira, verda-deira per^onaiidade íemiiú-na. tão rica de motivos- ue

nsrplração. de emoção cria-dora^, — e^sa persQnalidz' áv que constitue o

encari-o e a atraçãencari-o cia sra. Ca-rolina Nabuco, como

suce-de. ki^nticamc^ite, com ^ sra. Lúcia Miguel Pereira

sra, Caroling Nu-buco?\ — acentuava o cri-irar a ínteligesci^ ^ cultura, a nobreza éc^ N ^ u -cos — herança" que êles

itíf 'iascin^nce eipirito •QCOS E tantos 2 31 a. ^ tos. signiucB' s uni ccn ns'5 ^írs-s^ m^ímifíeos de áua £ urna nonra e

fulho para. a ínteii

e a literatura brasil a permar.encía dess^ do. oc-Ib .eiras Csr, ^íy?- §1 M

Referências

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