223
Henrique de Bem Lignani*O T M D TMD P TMD B I Q N TMD T T T P TMD T M D L T I I M T D TMD P F I TMD B T I TMD B T I I TMD T T T
* Mestrando no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense (PPGH-UFF). Bolsista
CNPq. A N
224
F I B B TMD M T D L T A N N O O 1 O R M M S D M I R M M V B T S T D T M D TMD N1 MARINI, Ruy Mauro. Dialética do desenvolvimento capitalista no Brasil. In: MARINI, Ruy Mauro; SADER, Emir
(org.). Dialética da dependência. Uma antologia da obra de Ruy Mauro Marini. Petrópolis: Vozes; Buenos Aires: CLACSO, 2000, p. 72-73.
225
TMD A TMD L T A A P P P P C B PCB T N C T M D A L 2 S A L B K M L 3 P2 LUCE, Mathias Seibel. Teoria Marxista da Dependência: problemas e categorias uma visão histórica. São Paulo:
Expressão Popular, 2018, p. 9.
226
U TMD E T S 4 A I M 5 A TMD M L M P I 6 A L 74 DOS SANTOS, Theotonio. 1978 apud, LUCE, Mathias Seibel. op. cit., p. 210. 5 LUCE, Mathias Seibel. op. cit., p. 210.
6 Ibidem. p. 224-227.
7 Ibidem. p. 229-230. Não consiste no objetivo deste artigo aprofundar a análise das mencionadas leis tendenciais
227
N TMD I V B O M A L 8 P TMD 9 E T D A T P 10 E S G M S T S8 BAMBIRRA, Vania. Teoria de la Dependência: uma anticrítica. [1978], [s.p.]. Tradução minha. 9 LUCE, Mathias Seibel. op. cit., p. 200.
10 DOS SANTOS, Theotonio. A Teoria da Dependência: balanços e perspectivas. [1998]. Artigo publicado
originalmente em espanhol em SEGRERAS, Francisco Lopez. El reto de la globalización. Ensayos em homenaje a Theotonio dos Santos. Caracas: CRESALC-UNESCO, 1998.
228
11 A TMD B D A A 12 I C E A L CEPAL PCB E TMD A A B A 13 E B P O11 DOS SANTOS, Theotonio. op. cit., [s.p.].
12 OLIVEIRA, Francisco de. A economia brasileira: crítica à razão dualista. In: Seleções CEBRAP. São Paulo:
Brasiliense, 1977, nº 1, p. 7-8.
229
14 C PCB S D PCB B N P N C 15 D D T V C PCB 16 U T B A14 MARINI, Ruy Mauro. op. cit., p. 73-74.
15 COMITÊ Central do Partido Comunista do Brasil. Declaração sobre a política do PCB, março de 1958. Para uma
análise do documento, conferir SEGATTO, José Antônio. Reforma e revolução: as vicissitudes políticas do PCB (1954-1964). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995, p. 79-82.
230
17 D E I 18 T O 19 C PCB T M D C R M M A C T I C 2017 5º CONGRESSO do PC do Brasil. Teses e resoluções políticas 1960. São Paulo: Fundação Maurício Grabois;
Editora Anita Garibaldi, 2018, p. 91.
18 Ibidem. p. 92. 19 Ibidem. p. 92.
231
É TMD P B R M M D B N B A I S G M M M 21 A M E N E E A A P 22 A21 MARINI, Ruy Mauro. op. cit., p. 77-79. 22 Ibidem, p. 80-82.
232
M 23 A G V J Q J G P D 24 E M A O 25 C M F S 26 A R M M D B N23 MARINI, Ruy Mauro. op. cit., p. 14. 24 Ibidem. p. 25-29.
25 Ibidem. p. 46-47. 26 Ibidem. p. 46; 90.
233
27 É 28 O M TMD T PCB B C O A M B 29 C L T27 MARINI, Ruy Mauro. op. cit., p. 91-92. 28 Ibidem. p. 99-100.
234
O B A R T 30 T L E T 31 I S XIX M 32 D P N A R R T R S N30 TROTSKY, Leon. Balanço e perspectivas. In: TROTSKY, Leon. A teoria da revolução permanente. São Paulo: Editora
Instituto José Luís e Rosa Sundermann, 2010, p. 39.
31 Ibidem. p. 40. 32 Ibidem., p. 54.
235
A 33 E I P L T A S D S R 34 A T É XX R XVII A T R N B T R XIX33 TROTSKY, Leon. Peculiaridades do desenvolvimento da Rússia. In: TROTSKY, Leon. A história da Revolução Russa.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977, p. 25 (grifo no original).
236
A 35 N T F A Á R N R F P I O P 36 A E R 37 A T 38 C N R T D R XX35 TROTSKY, Leon. op. cit., 2010, p. 55. 36 Idem. op. cit., 1977, p. 60-63. 37 Ibidem. p. 68.
237
39 P R R T A T A L XX 40 U A T I R O O 41 A T A T T E A39 TROTSKY, Leon. op. cit., 1977, p. 77.
40 Não me deterei nestes pontos da obra de Trotsky, uma vez que o aspecto que interessa fundamentalmente a
este trabalho é a sua caracterização da revolução nos países capitalistas periféricos.
238
N R 42 P A T A A 43 A N R R XX I C IC P C 44 T O E R42 TROTSKY, Leon. op. cit., 2007, p. 60-61. 43 Ibidem. p. 106.
44 A principal expressão disso pode ser observada entre 1935 e a dissolução da Internacional Comunista, em 1943,
período em que vigorou no seio da Internacional a perspectiva de aliança entre o proletariado e a burguesia T -se de uma guinada política definida no VII Congresso da IC, a partir do que foi abandonada a tese ultra- da
239
C IC N PC C K O PC A IC K C 45 A B R C M L T C R T 46 É P T TMD C TMD I T45 TROTSKY, Leon. op. cit., 2007, p. 71-73.
240
P A D T TMD L O T N S A R M M A T A D G M A E P B N241
E A G F C P J R M M O M T IV I T 47 T TMD E T F D P T 48 A D I 49 P TMD R M M V B T S O R M P O POLOP A47 MANTEGA, Guido. A Economia Política Brasileira. São Paulo/Petrópolis: Editora Polis/Vozes, 1984, p. 281. 48 DEMIER, Felipe. Do movimento operário à universidade: Leon Trotsky e os estudos sobre o populismo brasileiro.
2008. 183 f. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em História. Universidade Federal Fluminense. Niterói, 2008, p. 42.
242
POLOP T D TMD T 50 N R C T A L 51 D C A 52 O R M M 53 T S 54 M M G J T L T R M M H R R D D M I T50 DEMIER, Felipe. op. cit., p. 81-82. Ressalto, entretanto, que a discussão acerca das posições políticas
desenvolvidas no interior da POLOP não consiste no objetivo deste artigo.
51 CHILCOTE, Ronald. Influências trotskistas sobre a teoria do desenvolvimento da América Latina. In: Revista de
Ciências Sociais, nº 40, v. 1, 2009, p. 73-98.
52 Ibidem. p. 90. 53 Ibidem. p. 82 54 Ibidem. p. 92.
243
55 O M T G J L 56 A TMD E C M L P TMD 57 J M L T D 58 O T P V B A L M E L R H N B R L M T P B 59 N T P55 GUIMARÃES JR, Mário; LOPES, Tiago. O desenvolvimento desigual e combinado: paralelos entre as obras
H R R T D R M M I REBELA, v. 6, nº 2, mai/ago 2016, p. 402.
56 GUIMARÃES JR, Mário; LOPES, Tiago. op. cit., p. 405. 57 LUCE, Mathias. op. cit., 2018, p. 11.
58 LÖWY, Michael, op. cit., 1998, p. 80. 59 BAMBIRRA, Vania. op. cit., [1978].
244
A T TMD IV I I R M M V B L R C S M R C P N B M E 60 E M E M C C L C T 61 A M T P T S R M M G M 62 B TMD60 MARINI, Ruy Mauro. Prologo. In: BAMBIRRA, Vania. La Revolución Cubana: una reinterpretación. Ciudad de
México: Editorial Nuetro Tiempo, 1974, p. 12. Tradução minha.
61 Ibidem, p. 12. Tradução minha.
245
A TMD T D T P A R M M PCB 63 T L T B R TMD E M P L X B246
O E 64 65 T E B A L C L C LC66 N P X B U P O P X P O 67 N64 Organização que remonta ao final da década de 1920. Inicialmente surgida no seio do Partido Comunista da
União Soviética (PCUS), a partir da batalha travada por Leon Trotsky contra o crescente controle exercido por Josef Stalin no interior do partido e do Estado soviético, o combate à burocratização ganhou contornos mais amplos, alcançando o movimento comunista em nível mundial e formando-se, assim, a Oposição Internacional de Esquerda.
65 KAREPOVS, D.; LÖWY, M.; MARQUES NETO, J. C.; Trotsky e o Brasil. In MORAES, J. Q. de (Org.). História do
marxismo no Brasil: os influxos teóricos. Campinas, Ed. da Unicamp, 1995. v. 2, p. 242.
66 Organ E
vinculada à Oposição Internacional de Esquerda e atuando enquanto fração do PCB. A LC surgiu a partir dos acúmulos do Grupo Comunista Lenin (GCL) e a ela se seguiu a fundação da Liga Comunista Internacionalista (LCI), que marcou o rompimento definitivo com o PCB e a IC.
67 CAMBOA, M. [Mário Pedrosa]; LYON, L. [Lívio Xavier]. Esboço de uma análise da situação econômica e social no
Brasil. In: KAREPOVS, Dainis; ABRAMO, Fúlvio. Na contracorrente da história: documentos da Liga Comunista Internacionalista, 1930-1933. São Paulo: Brasiliense, 1987. Disponível em: <https://marxismo21.org/wp-content/uploads/2013/05/MP-LX-3.pdf> (acesso em 18/12/2018).
247
68 A B É P S R PSR IV I 69 O S A O S PCB E PSR P L C P A C N P B O S O S I P N PCB O F R F 70 T O S PCB D68 CAMBOA, M. [Mário Pedrosa]; LYON, L. [Lívio Xavier]. op. cit.
69 O PSR foi fundado em 1939, a partir da fusão do Partido Operário Leninista (POL) (prosseguimento da LCI) e da
cisão paulista de 1937/8 do PCB. Estava organicamente vinculado à IV Internacional, fundada em 1938 pelos correligionários de Leon Trotsky a partir da constatação da falência da IC stalinizada, dando continuidade à luta travada no âmbito da Oposição Internacional de Esquerda.
70 PRESTES e o problema agrário: contradições, confusões e falsificações do líder do PCB como manifestações
248
71 B A P 72 A PCB D PSR R 73 U O S A N S PCB N B 74 A I N PCB71 MUNHOZ, Segismundo. União nacional ou frente única proletária? Orientação Socialista, São Paulo,
03/fev/1947, nº 6, p. 4 (grifos meus). Percebe- posteriormente mobilizado pelo arsenal teórico-conceitual da TMD.
72 Ibidem. 73 Ibidem.
74 SIQUEIRA A - Orientação Socialista,
249
75 P PCB A E C B A B S M O I B E S ISEB CEPAL A E250
76 S ISEB PCB A 77 N S M A 78 É S M 79 O M A A N 8076 MENDONÇA, Sonia Regina de. Estado e economia no Brasil: opções de desenvolvimento. Rio de Janeiro: Graal,
1986, p. 59-62.
77 Em alguns momentos, diferenças podem ser encontradas entre as concepções pecebistas e isebianas no que diz
respeito a qual das duas classes encabeçaria a aliança proposta.
78 MENDONÇA, Sonia Regina de. op. cit., 1986, p. 64.
79 Ibidem. Em direção semelhante, Francisco Oliveira afirmava acerca da mesma perspectiva teórica que se tratava
OLIVEIRA F
251
É B E PCB D B E TMD R COMITÊ C P C B D PCB CC D M UNESP CEDEM UNESP A C
D M O M P CEMAP
O S S P L E
252
O S S P L E CONGRESSO PC B T S P F M G E A G BAMBIRRA V T D D A CAMBOA M M P LYON L L X E B I KAREPOVS D ABRAMO F N L C I S P B D MP LX CHILCOTE R I A L I R C S DEMIER F D L T D M P P G H U F F N DOS SANTOS T A T D D T C B S A C AA B C A A GUIMARÃES JR M LOPES T O H R R T D R M M I REBELAKAREPOVS D LÖWY M MARQUES NETO J C T B I MORAES J Q O
H B C E U LÖWY M A I O LUCE M S T M D S P E P MANTEGA G A E P B P E V MARINI R M P I BAMBIRRA V L R C C M E N T