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Aula 07 - Dinâmica Climática

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(1)

DINÂMICA CLIMÁTICA

Imagens: Google Imagens

(2)

A ATMOSFERA

Camada gasosa que envolve e acompanha a Terra em

seus movimentos no espaço sideral.

Capa que protege nosso planeta:

• do choque com corpos celestes;

• filtra os raios solares;

• retém parte do calor absorvido pelo planeta.

Fazendo com que as temperaturas na superfície

terrestre sejam favoráveis ao desenvolvimento da vida.

Font

e:

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DINÂMICA CLIMÁTICA

(3)

Como a derrubada de florestas, o lançamento de poluentes

pelas chaminés das indústrias e pelos escapamentos dos

veículos, entre outras.

O processo de formação da atmosfera está relacionado ao

processo de formação do nosso planeta.

Assim como a Terra, também apresentou variações

no decorrer dos séculos.

Causadas por fatores

naturais, como as

alterações na vida vegetal.

Antes do aparecimento

da espécie humana.

Atualmente

Tais variações passaram a ser

influenciadas pelas ações humanas.

Font

e:

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DINÂMICA CLIMÁTICA

(4)

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Imagem: http://professormarcianodantas.blogspot.com.br/

(5)

Acima de cerca de 80 quilômetros de altitude, a ionosfera.

A troposfera vai do solo até aproximadamente 15 ou 16

quilômetros de altitude. É nessa camada, com a qual o ser humano

mantém contato direto, que ocorre a maior parte dos fenômenos

atmosféricos, como o calor, os ventos e as chuvas.

Depois dela vem a estratosfera, que tem uma

espessura de aproximadamente 30 quilômetros.

Em seguida, com mais ou menos 40 quilômetros de

espessura, vem a mesosfera.

Font

e:

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DINÂMICA CLIMÁTICA

(6)

O AR ATMOSFÉRICO

Há alguns anos, vem aumentando

a quantidade de dióxido de carbono

e de gás metano no ar, em razão

da queima de combustíveis fósseis,

como o carvão e o petróleo, e de

florestas.

A atmosfera é constituída pelo ar atmosférico.

É formado por uma

mistura de gases.

Na qual predominam a

nível do mar, o nitrogênio

(78%) e o oxigênio (21%).

Veja a

composição

aproximada

O ar atmosférico também

apresenta, em quantidades

variáveis, vapor-d’água,

cinzas, poeira etc.

(7)

Tempo x Clima

- TEMPO

– Estado momentâneo da atmosfera num determinado lugar,

observando uma série de fatores, tais como: nebulosidade, ventos,

temperatura e umidade.

ex.: nublado, parcialmente nublado e etc.

DINÂMICA CLIMÁTICA

- CLIMA

– Conjunto de características de tempo observados em um

determinado período de tempo.

ex.: Tropical, Equatorial e etc.

Meteorologia e Climatologia

METEOROLOGIA

– Ciência que estuda as condições climáticas

momentâneas de determinado local e é responsável pela previsão do

tempo.

CLIMATOLOGIA

– Ciência que responsável por analisar os estados de

tempo durante longo período e traçar o perfil climático de

determinado local.

(8)

INSOLAÇÃO E ZONAS CLIMÁTICAS

ZONA GLACIAL NORTE

ZONA TEMPERADA NORTE

ZONA INTERTROPICAL

ZONA TEMPERADA SUL

ZONA GLACIAL SUL

(9)

INSOLAÇÃO E ZONAS CLIMÁTICAS

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(10)

COMO SE EXPLICA AS ESTAÇÕES DO ANO?

A inclinação do eixo de rotação da terra em relação ao sol faz com

que estações do ano sejam diferentes nos hemisférios norte e sul.

Solstício:

época em que os hemisférios são desigualmente

iluminados.

Equinócio:

Dias e noites com a mesma duração, 12 horas.

DATA

NORTE

SUL

FENÔMENO

22 dezembro

Inverno

Verão

Solstícios

22 junho

Verão

Inverno

Solstícios

21 março

Primavera

Outono

Equinócio

23 setembro

Outono

Primavera

Equinócio

(11)

DINÂMICA

CLIMÁ

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Imagem: Google Imagens

(12)

O ALBEDO

REFLEXÃO DOS RAIOS SOLARES EM FUNÇÃO DA COR

DA SUPERFÍCIE DE CONTATO.

Ex.: Nas regiões polares, onde o branco predomina a

reflexão gira em torno de 75%. Na região Amazônica,

por ter predomínio do verde reflete cerca de 15%.

QUANTO MENOR O ALBEDO MAIOR A ABSORÇÃO DOS

RAIOS SOLARES, MAIOR O AQUECIMENTO E, POR

CONSEGUINTE, MAIOR A IRRADIAÇÃO SOLAR.

(13)

ELEMENTOS CLIMÁTICOS OU

ATRIBUTOS CLIMÁTICOS:

- Temperatura Atmosférica;

- Umidade Atmosférica;

- Pressão Atmosférica;

- Circulação do Ar Atmosférico.

DINÂMICA CLIMÁTICA

FATORES GEOGRÁFICOS DO

CLIMA:

- Altitude, Latitude e Relevo;

- Maritimidade e

Continentalidade;

Correntes Marítimas;

Massas de Ar;

Precipitações.

(14)

A temperatura varia: ao longo do dia e ao longo do ano, com a altitude e

a latitude.

A latitude determina a quantidade de energia solar que atinge

determinado ponto do globo e, consequentemente, sua temperatura.

Quanto maior a altitude, menor a temperatura. À medida que o relevo se

eleva, a temperatura cai cerca de 6°C a cada mil metros.

Variação diurna da temperatura: a temperatura é mínima um pouco

antes do nascer do sol, aumenta progressivamente até cerca das 14h, que

é quando atinge o seu máximo, passando depois a diminuir até pouco

antes do nascer do sol do dia seguinte.

DINÂMICA CLIMÁTICA

TEMPERATURA

A variação diurna da temperatura resulta do movimento de rotação da

terra, ou do movimento diurno aparente do sol.

A Variação anual da temperatura: a temperatura aumenta de Janeiro a

Julho e diminui de Julho a Janeiro no Hemisfério Norte; no hemisfério Sul

passa-se o inverso.

(15)

A umidade absoluta é a quantidade de vapor d’água existente numa

porção de atmosfera num determinado momento. É medida em

gramas pelo higrômetro.

O ponto de saturação e umidade absoluta dependem da temperatura

atmosférica e, por essa razão, geralmente são maiores nas regiões

quentes e menores nas regiões frias.

A umidade relativa do ar é a relação percentual entre a umidade

absoluta e o ponto de saturação. É obtida em percentagem (%)

através de um aparelho chamado psicrômetro.

Existe também o ponto de saturação, que é a quantidade de vapor

d’água suportável por essa mesma porção de atmosfera.

DINÂMICA CLIMÁTICA

UMIDADE DO AR

(16)

PRESSÃO ATMOSFÉRICA

Força exercida pelo ar sobre uma

superfície. Essa pressão é alterada pela

temperatura e umidade. A massa de ar

úmida tem menor pressão em relação a

massa de ar seca.

DINÂMICA CLIMÁTICA

Imagem: Google Imagens

Em relação à altitude, a

pressão atmosférica é menor

à medida que o relevo

torna-se mais acentuado.

A intensidade da pressão

atmosférica é diretamente

proporcional à latitude.

A diferença de pressão entre

as latitudes é responsável

pela circulação de ar na

atmosfera e,

consequente-mente, pela origem dos

ventos, além de influenciar a

distribuição do calor e da

(17)

CORRENTE CONVECTIVA

Existe diferença de absorção de energia solar nas regiões que

movimentam o ar (ventos).

Quando a atmosfera é aquecida em sua parte mais baixa, pode ocorrer a

convecção (movimento vertical do ar). Ocorre pois as camadas frias são

mais densas e com maior pressão, assim descem, forçando o ar quente a

subir.

DINÂMICA CLIMÁTICA

MOVIMENTO DO AR

Como ocorrem desequilíbrios de temperatura e umidade na terra, o ar

está sempre em movimento.

Os ventos sopram das áreas mais frias (  pressão e densidade)

anti-ciclonais, para as áreas mais quentes ( densidade e pressão)

ciclonais. Essa circulação é responsável pelos ventos globais e locais.

(18)

O vento é o ar em movimento e resulta do deslocamento de

massas de ar, derivado dos efeitos das diferenças de pressão

atmosférica entre duas regiões distintas.

Ao deslocarem-se (das altas para

as baixas pressões), os ventos são

desviados da sua trajetória.

Chama-se a este desvio o Efeito de

Coriólis. Se os ventos se

deslocarem no hemisfério Norte,

sofrem um desvio para a direita.

Se os ventos se deslocarem no

hemisfério Sul, sofrem um desvio

para a esquerda.

CIRCULAÇÃO DO AR ATMOSFÉRICO

(19)

CIRCULAÇÃO DO

AR ATMOSFÉRICO

Os Ventos Globais se deslocam o

ano inteiro e percorrem grandes

distâncias. Essa circulação ocorre

em todas as latitudes do planeta.

Os Ventos Locais são brisas que ocorrem

regularmente e resultam das diferenças

térmicas entre o continente e o oceano.

São mais acentuadas nos trópicos,

principalmente no período de verão,

quando há maior insolação.

Os ventos alísios se deslocam

dos trópicos em direção ao

equador e também são

influen-ciados pelo efeito Coriólis. São

ventos de nordeste para

sudoeste no Hemisfério Norte e

de sudeste para noroeste no

Hemisfério Sul. Os ventos alísios

se deslocam para oeste e

retornam em direção aos

trópicos originando o sistema

dos ventos contra-alísios.

Imagem: fisica.ufpr.br

(20)

Constantes: Alíseos e contra-alíseos

Os ventos alíseos ocorrem durante todo o ano nas regiões tropicais e são o

resultado da ascensão de massas de ar que convergem de zonas de alta

pressão anti-ciclonais, para zonas de baixa pressão ciclonais no Equador,

formando um ciclo. São ventos úmidos, provocando chuvas nos locais onde

convergem. Por essa razão, a zona equatorial é a região mais úmida da Terra.

Os contra-alíseos

são ventos secos e os responsáveis pelas calmarias

tropicais secas que geralmente ocorrem ao longo dos trópicos.

Os maiores desertos da Terra encontram-se junto a essas zonas atravessadas

pelos trópicos.

Os ventos podem ser diferenciados em constantes, como os

alíseos e

os contra-alíseos

, e os periódicos, como as

monções e as brisas

,

também chamadas de ventos diários.

(21)

BRISAS

Como as massas de terra são

aquecidas pelo sol mais

rapidamente do que o oceano,

o ar em cima delas ascende e

cria uma baixa de pressão no

solo que atrai o ar mais fresco

do mar: o que se chama uma

brisa marítima.

Ao cair da noite, há muitas

vezes um período de calma

durante o qual a temperatura

em terra e no mar são iguais.

De noite, como o oceano

arrefece mais lentamente, a

brisa sopra de terra, na direção

oposta, mas é geralmente mais

fraca porque a diferença de

temperaturas é menor.

Imagens: Google Imagens

(22)

As monções são causadas devido à terra se

aquecer e resfriar mais rapidamente que a

água. No verão, o continente está mais quente

que a água do mar, o ar quente que está sobre

a terra tende a subir. Isso cria uma área de

baixa pressão atmosférica, que por sua vez,

produz um vento constante que sopra do mar

para terra. A chuva associada ao fenômeno é

causada pelos ventos úmidos que sopram do

mar, que ao atingir as montanhas, resfria e

provoca sua condensação.

Durante o inverno, a terra se arrefece rapidamente, mas a água do mar

retêm o calor por mais tempo. Ao subir, o ar quente sobre o oceano forma

uma zona de baixa pressão e produz uma brisa que sopra da terra para o

mar.

CIRCULAÇÃO DO AR

ATMOSFÉRICO

(23)

CICLONES E ANTICICLONES

As massas de ar se movimentam

através de sistemas de movimento em

espiral típicos (ciclones e anticiclones)

devido à força de Coriólis.

CICLONE:

Centros de baixa pressão,

onde o ar entra e sobe (convergência),

no sentido horário no Hemisfério Sul e

anti-horário no Hemisfério Norte

ANTICICLONE:

Centros de alta pressão,

onde o ar desce e sai (divergência), no

sentido anti-horário no Hemisfério Sul

e horário no Hemisfério Norte.

DINÂMICA CLIMÁTICA

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(24)

Ciclone:

é o nome genérico para ventos circulares como

tufão, furacão, tornado e willy-willy. Caracteriza-se por uma

tempestade violenta que ocorre em regiões tropicais ou

subtropicais, produzida por grandes massas de ar em alta

velocidade de rotação. Os ventos superam 50 km/h.

Furacão: vento circular forte. Os furacões são os ciclones

que surgem no mar do Caribe (oceano Atlântico) ou nos

EUA. Os ventos precisam ter mais de 119 km/h para uma

tempestade ser considerada um furacão. Giram no

sentido horário (no hemisfério Sul) ou anti-horário (no

hemisfério Norte), e medem de 200 km a 400 km de

diâmetro. Sua curva se assemelha a uma parabólica.

Tufão: é o nome que se dá aos ciclones formados no

sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico,

entre julho e outubro. É o mesmo que furacão, só

que na região equatorial do Oceano Pacífico. Os

tufões surgem no mar da China e atingem o Leste

Asiático.

(25)

Tornado : é o mais forte dos fenômenos

meteorológicos, menor e mais intenso que os

demais tipos de ciclone. Com alto poder de

destruição, atinge até 490 km/h de velocidade no

centro do cone. Produz fortes redemoinhos e eleva

poeira. Forma-se entre 10 e 30 minutos e tem, no

máximo, 10 km de diâmetro. O tornado é menor e

em geral mais breve que o furacão, e ocorre em

zonas temperadas do hemisfério Norte.

Willy-willy : nome que os

ciclones recebem na Austrália

e demais países do sul da

Oceania.

DINÂMICA

CLIMÁTICA

Imagens: Google Imagens

(26)

As células de Hadley, Ferrer e Polar

A Célula de Hadley

corresponde à elevação do ar,

quente e úmido, no Equador

que desce nos Trópicos - a

circulação de ventos dos

centros de baixa pressão

equatoriais para os de alta

pressão tropicais.

A Célula de Ferrer corresponde à

descida de ar nos Trópicos que

avança, junto à superfície, até se

elevar nas latitudes altas - a

circulação de ventos dos centros

de alta pressão tropicais para os

de baixa pressão subpolares.

A Célula Polar corresponde à

elevação do ar nas latitudes

altas que desce nos Polos - a

circulação de ventos dos

centros de baixa pressão

subpolares para as altas

pressões polares.

CIRCULAÇÃO DO

AR ATMOSFÉRICO

(27)

ALTITUDE

A Altitude pode influenciar na temperatura local, visto

que o ar torna-se mais rarefeito conforme a altitude

aumenta, fazendo com que as partículas mantenham

uma maior distância entre si.

Imagens: Google Imagens

(28)

LATITUDE

Diferentes Latitudes podem ter diferentes climas,

tudo isso por causa da diferença na incidência solar

sobre a superfície terrestre (entre outros fatores).

Im ag ens: Go o gle Im ag ens

(29)

RELEVO

O Relevo pode facilitar ou impedir a circulação de massas

de ar, retê-las ou não, alterando assim a temperatura.

Imagem: Google Imagens

(30)

CONTINENTALIDADE E

MARITIMIDADE

• Continentalidade

- Maior variação de temperatura ao longo

de um dia.

• Maritimidade

– Menor variação de temperatura ao longo de

um dia.

• Continentalidade

– Distanciamento das faixas litorâneas ou

superfícies líquidas.

• Maritimidade

– Aproximação das faixas litorâneas ou

superfícies líquidas.

(31)

CORRENTES MARINHAS

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Fonte: G.Corbellini. II Marcopolo. Turim: Marietti, 1998. p. 171 (adaptado).

Font

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CORRENTES MARINHAS

(33)

Outra razão é:

Os elementos necessários à vida marinha estão presentes nas

correntes marinhas.

Pois são ricas em microrganismos, que servem de

base para a alimentação dos peixes.

Correntes quentes

Correntes frias

Regiões quentes

Regiões frias

Influem no clima desses locais.

Font

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CORRENTES MARINHAS

(34)

AS MASSAS DE AR E AS MUDANÇAS

NO ESTADO DO TEMPO

Quando uma abandona a região

onde se formou, leva consigo suas

características climáticas aos

lugares para onde se move.

As massas de ar correspondem a grandes porções da atmosfera

onde as propriedades do ar são homogêneas ou semelhantes.

Existem dois tipos principais de massas de ar: as

continentais e as oceânicas. Elas podem ser frias ou

quentes, dependendo de onde se formam.

As massas de ar estão sempre se

deslocando.

Font

e:

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- Oceânicas – São úmidas;

- Continentais – Tendem a

ser secas;

- Tropicais e Equatoriais –

São quentes;

- Temperadas e polares –

são frias.

(35)

FRENTES

• São áreas de transição entre duas massas de ar. O encontro de

duas massas de ar, uma fria (Seca) e outra quente (úmida)

provoca mudanças significativas no tempo, trazendo nuvens e

chuvas.

Imagem: Google Imagens

AS MASSAS DE AR E AS MUDANÇAS

NO ESTADO DO TEMPO

(36)

Uma frente fria ocorre quando uma massa de ar frio

encontra e empurra uma massa de ar quente,

ocasionando nevoeiro, chuva e queda de temperatura.

AS MASSAS DE AR E AS MUDANÇAS

NO ESTADO DO TEMPO

Imagens: Google Imagens

(37)

A frente quente ocorre quando uma massa de ar quente

encontra uma massa de ar frio que estava estacionada

sobre uma região, provocando aumento da temperatura.

AS MASSAS DE AR E AS MUDANÇAS

NO ESTADO DO TEMPO

Imagens: Google Imagens

(38)

PRECIPITAÇÃO

Pode ocorrer de várias formas, dependendo das condições

atmosféricas. Os tipos são:

- Neve;

- Granizo;

- Orvalho;

- Chuva.

Os tipos de chuva são os seguintes:

- Frontal;

- Orográfica;

- Convectiva.

(39)

TIPOS DE CHUVA

CHUVAS FRONTAIS:

Ocorrem no encontro de massas de ar de características

distintas (ar quente + ar frio). São caracterizadas por, serem contínuas,

apresentarem intensidade baixa a moderada e abrangem grande área.

CHUVAS DE CONVECÇÃO:

Ocorrem devido a ascensão

(subida) do ar contendo muito

vapor d`água, e que, ao ganhar

altitude, entra em contato com as

camadas frias e sofre

condensação e posterior

precipitação. O ar quente e

úmido sobe e desce frio e seco.

CHUVAS OROGRÁFICAS: Ocorrem quando uma massa de ar encontra uma

barreira natural (montanha). Ganha altitude, onde pode ocorrer a queda de

temperatura e a condensação do vapor. Comuns no litoral brasileiro.

Figura: Google Imagens

(40)

FATORES X ELEMENTOS CLIMÁTICOS

1. TEMPERATURA X ALTITUDE

MAIOR ALT. => MENOR TEMP.

MENOR ALT. => MAIOR TEMP.

2. TEMPERATURA X LATITUDE

MAIOR LAT => MENOR TEMP.

(41)

1.

PRESSÃO ATMOSFÉRICA X ALTITUDE

MAIOR ALT. => MENOR P.A.

MENOR ALT. => MAIOR P.A.

2. PRESSÃO ATMOSFÉRICA X LATITUDE

MAIOR LAT => MAIOR P.A.

MENOR LAT => MENOR P.A.

AR QUENTE => BAIXA PRESSÃO

AR FRIO => ALTA PRESSÃO

FATORES X ELEMENTOS CLIMÁTICOS

(42)

1. AMPLITUDE TÉRMICA = Tmáx - Tmín

CONTINENTALIDADE E MARITIMIDADE

Água – demora a aquecer e a perder calor.

Terra – aquece rápido e perde calor rápido.

Próx. mar => baixa amplitude.

No interior => maior amplitude.

(43)

DINÂMICA CLIMÁTICA

Tipos Climáticos

M apa : G IR A R D I, G is ele; R O SA , J us sa ra V az . A tl as G eo gr áf ic o d o e st u d an te. S ão P aul o: F TD , 2 0 11 , p. 1 22

(44)

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

Clima Polar e Subpolar

O

clima polar

tem temperatura média

mensal de 0°C, sendo as temperaturas

antárticas mais rigorosas que as árticas por

influência da continentalidade. No inverno,

as médias térmicas da Antártida são

inferiores a -40°C. os verões árticos são

curtos e frios, apresentam temperatura

média entre 5°C e 7°C, com predomínio de

precipitação de neve e ausência de chuvas.

O

clima subpolar

corresponde à faixa de transição entre o clima polar e o

clima temperado. Esse clima é caracterizado por temperaturas baixas o

ano todo com precipitação, principalmente sob a forma de neve. No

verão, a temperatura média é de 10°C e pode chegar a -20°C, durante o

inverno

(45)

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TEMPERADOS

Os Climas temperados marítimos situam-se entre as latitudes de 45º e 55º.

Estão, normalmente, ao lado dos climas mediterrânicos. No entanto, na

Austrália, encontra-se ao lado do subtropical úmido e a uma latitude mais

baixa. Os verões são frescos e nublados. Os invernos são amenos, ao contrário

de outros climas, a uma latitude semelhante.

Os climas temperados são predominantes nas latitudes superiores a 30°. de

acordo com suas características, são classificados em: temperado marítimo,

temperado continental, temperado frio e temperado mediterrâneo.

Clima Temperado Marítimo

As amplitudes térmicas anuais variam entre 7°C

a 13°C, por causa das estações mais quentes ao

longo do ano. A precipitação de neve é menor

que em outros climas temperados, mas as

precipitações atingem índices altos, superiores a

1200 mm, sendo bem distribuídas durante o ano

(46)

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TEMPERADOS

Este clima é próprio das regiões do interior dos continentes em

latitudes superiores a 45°. Se caracteriza por uma relativa escassez de

chuvas, sobretudo no inverno, devido à distância que as separa das

áreas de influência marítima, e por uma notável amplitude térmica

estacional, com as temperaturas de verão bastante altas que

contrastam fortemente com os invernos muito frios. A temperatura

média anual é inferior a 10°C.

Clima Temperado Continental

As precipitações concentram-se no verão e

seus índices variam entre 500 mm e 700

mm. As regiões situadas em latitudes mais

elevadas tendem a apresentar menores

índices pluviométricos e menores médias

de temperatura.

(47)

Temperado Frio

Tal clima acontece mais perto dos

polos que os climas temperados

marítimos e está limitado ou a

estreitos litorais da parte ocidental

dos continentes, ou a ilhas de tais

litorais, especialmente no

hemisfério Norte.

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TEMPERADOS

Esse clima apresenta temperaturas

médias anuais baixas, cerca de 20°C

no verão e abaixo de zero no

inverno. As precipitações ocorrem

principalmente sob a forma de neve

e o índice anual de chuvas é baixo,

até 750 mm

(48)

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TEMPERADOS

Clima Temperado Mediterrâneo

Este clima situa-se entre as latitudes de 30° e 40°. O clima mediterrânico é o

único onde a estação fria está associada à estação das chuvas. Os invernos são

caracterizados por temperaturas amenas, devido às correntes marítimas quentes.

No inverno é possível observar algum índice de precipitação, sendo que no verão

a precipitação é quase nula. Os verões são quentes e secos, devido aos centros

barométricos de alta pressão. Nas áreas

costeiras os verões são mais frescos

devido às correntes frias do oceano. O

verão tem temperatura média de 23°C e

baixa umidade por influência das massas

de ar originadas em desertos próximos às

regiões de sua predominância. Os

invernos apresentam temperatura média

de 10°C e baixo volume de precipitação,

com médias de 750 mm.

(49)

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

Clima Desértico

Este clima é caracterizado

principalmente por apresentar falta

de chuva que, por sua vez, permite

a existência de desertos quentes e

frios. Os mais conhecidos são os

desertos quentes, distribuídos entre

as latitudes 20° e 30° de ambos os

hemisférios.

Os ventos alísios que chegam a essa região com baixa umidade

atmosférica ocasionam as características áridas desse clima e a

formação de desertos. Os índices pluviométricos são inferiores a 200

mm anuais e as temperaturas sofrem grandes variações diárias.

(50)

Ocorre entre os climas tropicais e temperados. Apresentam chuvas

abundantes, verões quentes e invernos frios. É característico das

médias latitudes.

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

Clima Subtropical

No clima subtropical, os verões

têm temperaturas médias em

torno de 22°C e invernos com

médias entre 10°C e 18°C. No

inverno, a influência das massas de

ar polar resulta em geadas e

eventual precipitação de neve. As

chuvas são distribuídas ao longo do

ano, não havendo estação seca.

(51)

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TROPICAIS

As precipitações apresentam maior intensidade no verão,

quando o alto volume de água geralmente causa

inundações e alagamentos.

O clima tropical é subdividido em: tropical, tropical de

altitude, tropical semiárido, tropical litorâneo e equatorial.

Os climas tropicais apresentam como características

principais a pouca variação térmica, por causa da alta

incidência solar anual, e índices pluviométricos elevados e

regulares.

(52)

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TROPICAIS

Clima tropical

Varia alternadamente em

períodos secos no inverno e

períodos chuvosos no verão.

As temperaturas médias

marcam em torno de 24°C no

verão e acima de 18°C no

inverno.

É considerado como transição entre o clima equatorial e o

desértico. Apresenta temperatura elevada o ano inteiro. Tem

duas estações bem definidas: verão, em que ocorre as chuvas, e

inverno, ameno e seco.

(53)

Tropical de Altitude

Caracteriza-se pela

influência do relevo, que

provoca redução das médias

térmicas. Assim como no

clima tropical, o verão é

marcado por chuvas

intensas. O inverno tem

temperaturas mais baixas e

é comum a ocorrência de

geadas.

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TROPICAIS

(54)

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TROPICAIS

Clima tropical semiárido

Caracterizado por temperaturas

elevadas durante todo o ano,

geralmente com médias superiores

a 25°C. Os índices pluviométricos

são baixos e apresentam

distribuição irregular. Os longos

períodos secos que atingem essas

regiões aumentam as secas

impostas à sociedade. São climas

de transição, encontrados tanto em

regiões tropicais como em zonas

temperadas.

(55)

Tropical Litorâneo

Caracterizado por temperaturas elevadas e chuvas intensas durante

todo o ano. A proximidade do litoral é a principal influência nas

condições climáticas. As massas de ar úmidas avançam em direção à

costa e provocam chuvas mais intensas e constantes nas faixas

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TROPICAIS

costeiras, principalmente quando

sofrem a influência do relevo.

Montanhas e serras acentuam as

chuvas orográficas nessas regiões,

pois barram as massas de ar úmidas.

No litoral nordestino brasileiro, as

chuvas são mais frequentes no

inverno por causa das frentes frias

que atingem a região durante essa

estação.

(56)

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

TROPICAIS

Clima equatorial

Caracterizado por temperaturas

constantemente altas, bem como

elevados índices pluviométricos

(cerca de 2.000 mm). Não há

estações definidas, as médias

térmicas no verão ficam em torno

de 28°C e, no inverno, em torno de

25°C, com pequena amplitude

entre o dia e a noite. As chuvas são

bem distribuídas ao longo do ano,

não existindo estação seca ou

período de estiagem. Ocorre na

zona climática mais quente do

planeta, faixa Equatorial.

(57)

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Figura: Google Imagens

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(58)

Fonte: Revista da Folha. 16 a 22 abr. 1995. p. 14-15/Organização Meteorológica Mundial, ONU, 2000.

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Font

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EL NIÑO

é um fenômeno atmosférico-oceânico caracterizado por um

aquecimento anormal das águas superficiais no oceano Pacífico

Tropical, e que pode afetar o clima regional e global, mudando os

padrões de vento a nível mundial, e afetando assim, os regimes de

chuva em regiões tropicais e de latitudes médias.

(59)

El Niño

Condições Normais:

-

Os

ventos

naturalmente

ocorrem na direção do leste

para o oeste.

- Direção: da costa da América

do Sul, onde estão o Peru e o

Chile, para a Região do outro

extremo do Pacífico, onde fica a

Indonésia.

- São os chamados Ventos

Alíseos.

Figura: Google Imagens

(60)

EL NIÑO

Condições Normais:

Os Ventos Alíseos acabam empurrando para o

oeste uma grande quantidade da camada de

água mais quente localizada na superfície do

Oceano Pacífico.

Essa água mais quente acaba se concentrando

próximo da costa da Indonésia, onde, nessas

condições, a superfície do Pacífico fica cerca

de meio metro mais elevada do que na outra

extremidade do mesmo Oceano, na costa da

América do Sul, onde está o Peru e o Chile.

Esse fenômeno natural também ocasiona uma

subida ou ressurgência das águas mais frias

das profundezas do Pacífico, que acabam

aflorando na extremidade leste deste Oceano,

próximo à costa da América do Sul.

Essas águas mais frias das profundezas

possuem grande quantidade de oxigênio

dissolvido, e também sobem carregadas de

nutrientes e micro-organismos, que servem de

alimento para os peixes daquela região.

Figura: Google Imagens

(61)

EL NIÑO

El Niño ocorre quando os Ventos Alíseos

ficam mais fracos. Essa mudança

interrompe o deslocamento das águas

quentes para o oeste, onde está a

Indonésia.

A superfície do Pacífico fica mais estável

e as águas quentes se distribuem por

toda região ao longo da linha do

Equador.

As águas frias não sobem com

nutri-entes e oxigênio, o que obriga os peixes

a migrarem da costa sul-americana

oeste, muitos deles morrem.

Os ares que descem das regiões

superiores da atmosfera em anos de

ocorrência do El Niño, acabam inibindo

a formação de nuvens, o que explica a

intensa seca registrada na Amazônia, na

Indonésia e no Nordeste Brasileiro em

anos de El Niño.

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(62)

Média das Anomalias de Precipitação (mm) observadas

nos Episódios El Niño Fortes/Moderados e Fracos

Forte

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PRIMAVERA

INVERNO

Forte

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(63)

Fonte: Administração Oceanográfica e Atmosférica dos Estados Unidos, 2000.

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LA NIÑA

representa um fenômeno oceânico-atmosférico que

caracteriza-se por um esfriamento anormal nas águas superficiais do Oceano Pacífico

Tropical. Alguns dos impactos de La Niña tendem a ser opostos aos de El

Niño, mas nem sempre uma região afetada pelo El Niño apresenta

impactos significativos no tempo e clima devido à La Niña

(64)

Principais efeitos no Brasil: durante o verão, há tendência de

diminuir a chuva sobre a Região Sul e de aumentá-la em parte do

Nordeste Brasileiro e no leste da Amazônia.

Como o El Niño, em geral a La Niña começa a se desenvolver no

início de um ano, atinge sua intensidade máxima no final desse ano

e dissipa-se em meados do ano seguinte.

La Niña apresenta maior variabilidade de impactos, enquanto que o

El Niño apresenta um padrão mais consistente.

LA NIÑA

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(65)

LA NIÑA

(66)
(67)

a) Frontal – O contato entre as massas de ar forma uma faixa de instabilidade, onde

ocorrem as chuvas.

b) Orográfica – barreiras no relevo levam as massas de ar a atingir grandes

altitudes.

c) Convectiva – O ar fica mais denso, desce frio e seco para a superfície e inicia

novamente o ciclo convectivo. Após a precipitação, o céu fica claro novamente.

d) De verão ou convectiva – O ar mais próximo da superfície terrestre se aquece e

ascende na atmosfera ao atingir camadas mais frias da troposfera. Geralmente são

chuvas torrenciais de curta duração acompanhadas de raios e trovões.

EXERCÍCIOS

1. (UFAC) De acordo com as condições

atmosféricas, a precipitação pode

ocorrer de várias formas: chuva, neve

e granizo. Nas regiões de clima

tropical ocorrem três tipos de chuvas:

frontal, orográfica e convectiva. A

chuva demonstrada na figura é do

tipo:

(68)

a) Frontal – O contato entre as massas de ar forma uma faixa de instabilidade, onde

ocorrem as chuvas.

b) Orográfica – barreiras no relevo levam as massas de ar a atingir grandes

altitudes.

c) Convectiva – O ar fica mais denso, desce frio e seco para a superfície e inicia

novamente o ciclo convectivo. Após a precipitação, o céu fica claro novamente.

d) De verão ou convectiva – O ar mais próximo da superfície terrestre se aquece e

ascende na atmosfera ao atingir camadas mais frias da troposfera. Geralmente são

chuvas torrenciais de curta duração acompanhadas de raios e trovões.

EXERCÍCIOS

1. (UFAC) De acordo com as condições

atmosféricas, a precipitação pode

ocorrer de várias formas: chuva, neve

e granizo. Nas regiões de clima

tropical ocorrem três tipos de chuvas:

frontal, orográfica e convectiva. A

chuva demonstrada na figura é do

tipo:

(69)

2. (UPE) A fotografia reproduzida

a seguir mostra, com muita

clareza, um importante fenômeno

investigado pela Geografia Física.

Assinale-o.

a) Formação de ciclones tropicais nas Antilhas

b) Gênese de chuvas frontológicas nas áreas de exceção.

c) Formação de precipitações por imposição orográfica.

d) Avanço de ciclones extratropicais.

e) Desenvolvimento de nuvens estratificadas, decorrentes de uma

ação anticiclônica.

EXERCÍCIOS

(70)

2. (UPE) A fotografia reproduzida

a seguir mostra, com muita

clareza, um importante fenômeno

investigado pela Geografia Física.

Assinale-o.

a) Formação de ciclones tropicais nas Antilhas

b) Gênese de chuvas frontológicas nas áreas de exceção.

c) Formação de precipitações por imposição orográfica.

d) Avanço de ciclones extratropicais.

e) Desenvolvimento de nuvens estratificadas, decorrentes de uma

ação anticiclônica.

EXERCÍCIOS

(71)

3. (UFMS) Clima é a sucessão habitual dos estados do tempo meteorológico.

A grande variação climática no planeta é resultante da interação dos fatores

climáticos, que são os responsáveis pela grande heterogeneidade climática

da Terra e estão diretamente relacionados com a geografia de cada porção

da superfície terrestre. Em qual das alternativas a seguir há APENAS fatores

climáticos, isto é, aqueles que contribuem para determinar as condições

climáticas de uma região do globo?

a) Correntes marítimas, temperatura do ar, umidade relativa do ar e grau

geotérmico.

b) Temperatura do ar, pressão altitude, hidrografia e massas de ar.

c) Hidrografia, correntes marítimas, latitude e relevo.

d) Altitude, massas de ar, maritimidade e latitude.

e) Temperatura do ar, umidade relativa do ar, insolação e grau geotérmico.

EXERCÍCIOS

(72)

3. (UFMS) Clima é a sucessão habitual dos estados do tempo meteorológico.

A grande variação climática no planeta é resultante da interação dos fatores

climáticos, que são os responsáveis pela grande heterogeneidade climática

da Terra e estão diretamente relacionados com a geografia de cada porção

da superfície terrestre. Em qual das alternativas a seguir há APENAS fatores

climáticos, isto é, aqueles que contribuem para determinar as condições

climáticas de uma região do globo?

a) Correntes marítimas, temperatura do ar, umidade relativa do ar e grau

geotérmico.

b) Temperatura do ar, pressão altitude, hidrografia e massas de ar.

c) Hidrografia, correntes marítimas, latitude e relevo.

d) Altitude, massas de ar, maritimidade e latitude.

e) Temperatura do ar, umidade relativa do ar, insolação e grau geotérmico.

(73)

4. (UFAL) A imagem de satélite a

seguir mostra a ação de um

importante sistema atmosférico

que age sobre o Brasil e que está

indicado pela seta. Assinale-o.

a) Convergência Intertropical

b) Ciclone Extratropical

c) Massa Equatorial Continental

d) Frente Polar Atlântica

e) Onda de Leste.

EXERCÍCIOS

(74)

4. (UFAL) A imagem de satélite a

seguir mostra a ação de um

importante sistema atmosférico

que age sobre o Brasil e que está

indicado pela seta. Assinale-o.

a) Convergência Intertropical

b) Ciclone Extratropical

c) Massa Equatorial Continental

d) Frente Polar Atlântica

e) Onda de Leste.

(75)

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Lúcia Mariana Alves de & RIGOLIN, Tércio Barbosa. Geografia. Vol. Único. São Paulo:

Ática, 2003.

AZEVEDO, J. C. & VASCONCELOS, S. G. Geografia: Revisão Anual. São Paulo: FTD. Material

didático da FTD Sistema de Ensino – caderno G2 – Os elementos físicos do planeta Terra. 2013.

BRANCO, A. L. & LUCCI E. A. G. Geografia: Homem & Espaço. São Paulo: Saraiva. 2011

LEPSCH, I. F. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2002.

MARTINEZ, Rogério; GARCIA, Wanessa; ALVES, Andressa & BOLIGIAN, Levon. Geografia: Espaço

e Vivência. Vol. 9. São Paulo: Atual, 2009.

MORAES, Paulo Roberto. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Harbra, V. Único, 2010.

PETERSEN, J. F.; SACK, D.; GABLER, R. E. Fundamentos de Geografia Física. São Paulo: Cengage

Learning, 2014.

TERRA, Lygia; GUIMARÃES, Raul Borges; ARAUJO, Regina. Conexões - Estudos de Geografia

Geral e do Brasil: Formação Territorial e Impactos Ambientais. v. 2, São Paulo: Moderna, 2010.

SLIDES diversos, consultados na internet e no arquivo de professores do CMCG.

Referências

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