ACES do Alto Ave
Agrupamento de Centros de Saúde do Alto Ave
Guimarães/Vizela/Terras de Basto
Loteamento da Tapada, nº21 Arões S. Romão – 4820-FAFE Telefone: 253490110 e 253490119 Fax:· 253490111
E-mail: usfarõ[email protected] Pagina web: www.usf-aroes.com
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ÍNDICE
1 INTRODUÇÃO ... 3
2 CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA E DOS UTENTES INSCRITOS. ... 4
3 PROGRAMAS DA CARTEIRA BÁSICA ... 6
3.1 Vigilância e promoção da saúde nas diversas fases de vida ... 7
3.2 Cuidados em situação de doença aguda ... 32
3.3 Cuidados prolongados em situações de doença crónica e
patologia múltipla. ... 34
3.4 Cuidados no domicílio ... 44
3.5 Prolongamento de Horário ... 49
3.6 Atendimento a utentes esporádicos ... 51
3.7 Interligação e colaboração com outros serviços e
especialidades ... 53
4 PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA. ... 54
4.1 Introdução ... 54
4.2 Objetivos: ... 55
4.3 Metas: ... 55
4.4 Estratégias: ... 56
4.5 Cronograma: ... 56
5 PLANO DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E FORMAÇÃO CONTÍNUA. ... 57
6 PROGRAMAS DA CARTEIRA ADICIONAL ... 59
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1 INTRODUÇÃO
A equipa compromete-se a elaborar um Plano de Ação anual com objetivos definidos a 3 anos e metas para o 1º ano, que explicite os compromissos relativos à prestação de cuidados, quer no que respeita à carteira básica de serviços quer à carteira adicional, ao desenvolvimento profissional e à cooperação interdisciplinar dos profissionais.
O plano de Ação para 2014-2016 é apresentado tendo em conta a avaliação das necessidades de saúde identificadas pela equipa e o Plano de Atividades de 2013, particularmente no que respeita à identificação de programas prioritários.
A USF Arões candidatou-se a prestar assistência a uma população de 9000 utentes, mantendo neste momento ainda abertas as inscrições para a Unidade, e vamos basear o nosso plano de ação para 2014-2016 numa população de cerca de 9100 utentes.
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Plano de Ação 2014-2016
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2 CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA E DOS
UTENTES INSCRITOS.
Uma vez que a extensão de Arões do Centro de Saúde de Fafe foi já concebida para estrategicamente abarcar várias freguesias, a área de influência desta Unidade de Saúde engloba na sua totalidade 4 freguesias do concelho, nomeadamente: Arões S. Romão, Arões Sta. Cristina, Cepães, e Fareja. Tem ainda para além desta população, mais cerca de 2.000 utentes espalhados pelo Concelho.
A U.S.F. propõe-se prestar todos os cuidados à totalidade da população inscrita. Segue-se o mapa do Concelho com a visualização das referidas freguesias, e sinalização da Unidade.
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Plano de Ação 2014-2016
Pagina 5 Os utentes dos médicos da U.S.F., na sua totalidade e quanto ao género, são 4618 do sexo feminino e 4502 do sexo masculino.
O quadro seguinte apresenta uma caracterização sumária dos inscritos atualmente por médico e por grupo etário.
Dados retirados do SINUS a 11/02/2014 Nome do
médico Dr.ª Magda Dr. Campos Dr. Fraga Dr. Filipe
Dr. Rodrigues TOTAL Género M F M F M F M F M F M F Total inscritos 880 958 881 909 902 970 822 833 928 930 4413 4600 0 a 6 anos 57 53 48 48 44 48 40 34 60 40 249 223 7 a 64 anos 730 766 741 739 741 703 654 640 744 714 3610 3562 65 a 74 anos 57 62 56 61 71 79 57 64 63 67 304 333 ≥ 75 anos 34 59 16 51 42 118 49 71 61 93 202 392
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3 PROGRAMAS DA CARTEIRA BÁSICA
1. As áreas de intervenção da Unidade de Saúde Familiar, baseiam-se na
Carteira Básica de Serviços, que se encontra dividida em grandes áreas:
1.1- Vigilância e promoção da saúde nas diversas fases de vida
1.1.1 - Geral;
1.1.2 - Saúde da mulher;
1.1.3 - Saúde do recém-nascido, da criança e do adolescente; 1.1.4 - Saúde do adulto e do idoso.
1.2 - Cuidados em situação de doença aguda.
1.3 - Cuidados prolongados em situações de doença crónica e patologia múltipla.
1.4 - Cuidados no domicílio/habitação permanente.
1.5. - Prolongamento de Horário
1.6 - Interligação e colaboração com outros serviços e especialidade.
2. É de referir também o interesse na candidatura a uma Carteira Adicional de
Serviços que contempla a seguinte área:
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3.1 Vigilância e promoção da saúde nas diversas fases de vida
3.1.1 GERAL
Introdução
A consulta realizada pelo médico e pelo enfermeiro de família destina-se a apoiar e informar os seus utentes para a promoção da saúde, prevenção de doenças, diagnóstico precoce e tratamento de doenças. Visam melhorar a qualidade dos cuidados de saúde primários, cuidando dos indivíduos no contexto das suas famílias, comunidade e cultura, respeitando sempre a autonomia dos seus utentes.
A vacinação é o meio mais eficaz e seguro de proteção contra certas doenças. Constitui uma das maiores vitórias da medicina e sem ela muitos de nós não estaríamos vivos. Manter o PNV atualizado dos utentes da nossa U.S.F. é uma das nossas prioridades.
Por sua vez o tétano é uma doença infeciosa, não contagiosa, com elevada letalidade e de fácil prevenção, por isso é da maior importância ter toda a população com a vacina antitetânica atualizada.
População Alvo
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 8 Objetivos
Ter 95% dos utentes com mais de 25 anos e inscritos na Unidade de Saúde Familiar Arões com a vacina anti tetânica atualizada em 2016.
Ter em 2016, uma taxa de utilização de consultas médicas a 3 anos de 97%
Ter em 2016, uma taxa de utilização de consultas de enfermagem a 3 anos de 80%. Manter os 77% de consultas realizadas pelo enfermeiro de família
Atingir os 80% de inscritos com mais de 14 anos com IMC nos últimos 3 anos.
Indicadores e Metas
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.098.01 Proporção de utentes mais de 25 anos
com vacina anti tetânica atualizada 91.39% 95% 95% 2013.006.01 Taxa de utilização de consultas médicas a
3 anos 93.79% 96% 96%
2013. 099.01 Taxa de utilização de consultas de
enfermagem a 3 anos 77,38% 78% 79%
2013.005.01 Proporção de consultas realizadas pelo
enfermeiro de família 77.38% 75% 76%
2013.033.01 Proporção de utentes com mais de 14
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 9 Estratégias
Promover anualmente uma consulta médica ou de enfermagem a todos os utentes inscritos na USF Arões.
Sensibilizar para a importância da medição do IMC.
Aproveitar todas a oportunidades para fazer consulta de enfermagem ou médica. Convocar os utentes que faltem às consultas marcadas.
Promover e informar da importância do atendimento preferencial pelo médico e enfermeiro de família
Aproveitar todas as oportunidades para vacinar os utentes Convocar os utentes sem a vacina anti tetânica atualizada
Investir na Educação para a Saúde em relação à importância da vacinação
Cronograma de Atividades:
Atividade: Vacinação dos inscritos com mais de 25 anos e convocação dos utentes sem utilização da USF nos últimos 3 anos
Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Vacinação a pedido do utente, vacinação por iniciativa da Equipa, vacinação oportunista + Convocação utentes para consulta
Onde: Sala de Vacinas e consultórios
Quando: Todo o ano
Avaliação: Anual
Duração 10 Minutos para Enfermeiro, 15 minutos para o médico e 3 minutos para Administrativo
Utilização
1 Consulta médica em cada 3 anos; Uma consulta de enfermagem em cada 3 anos. Vacinação de 10 em 10 anos + Educação oportunista médica e de enfermagem
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 10 Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Vacinação - - 820 10 137 820 3 41 Convocatórias vacinas 82 10 14 82 10 14 Consultas a 3 anos 2.700 15 675 2310 10 385 5010 10 250 Total 675 536 305 Serviços Mínimos:
Vacinação a utentes com ferimentos. Atendimento da doença aguda
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 11
3.1.2 SAÚDE DA MULHER
Este programa de Saúde visa promover a melhoria da qualidade dos cuidados prestados à mulher na idade fértil.
PLANEAMENTO FAMILIAR
Introdução
A consulta de Planeamento Familiar destina-se a apoiar e informar as pessoas ou casais, para que estes possam planear uma gravidez no momento mais apropriado, proporcionando-lhes a possibilidade de viverem a sua sexualidade de forma saudável e segura.
População Alvo:
As 2354 mulheres inscritas na USF Arões entre 15 e 49 anos.
Objetivos:
Aumentar para 65.5% a percentagem de mulheres entre os 15 e os 50 anos, com acompanhamento adequado em Planeamento Familiar, em 2016
Ter em 2016, 66.5% de mulheres entre os 15 e 49 anos com pelo menos uma consulta médica e de enfermagem no ano.
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.52.V1 Proporção de mulheres em idade fértil (15 - 50
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 12 2013.09.V1 Taxa de Utilização de Consultas de Enfermagem
de PF 66.17% 66.2% 66.5%
2013.10.V1 Taxa de Utilização de Consultas Médicas de PF 62.3% 65% 66%
Estratégias:
Promover a consulta de P.F. e a utilização de contracetivos Sensibilizar para o autoexame da mama
Orientar as mulheres para o rastreio do cancro do colo do útero e da mama Orientar as mulheres para a consulta em P.F., após revisão do puerpério.
Cronograma de atividades:
Atividade: Realização da consulta e realização colpocitologia de 3/3 anos Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação a pedido do utente, marcação por iniciativa da Equipa, marcação oportunista e realização oportunista
Onde: Sala de Planeamento Familiar
Quando: Todo o ano. Preferencialmente no horário de PF. Permitir flexibilidade. Avaliação: Semestral e anualmente
Duração
15 Minutos para o Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo. Citologia - 20 Minutos para o Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo- 3/3 anos
Utilização Consulta Médica – Uma vez por ano
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 13 Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Consulta 1558 15 389 1558 15 389 1558 3+3 155 Citologia 514 20 366 514 20 366 514 3+3 51 Total 755 755 206 Serviços Mínimos: Contraceção de emergência Disponibilidade de anticoncecionais SAÚDE MATERNA Introdução
A consulta da Saúde Materna visa assegurar que a gravidez culmine no nascimento de uma criança saudável, sem prejuízo para a saúde materna.
População Alvo:
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 14 Objetivos:
Ter 35% das Gravidas com Acompanhamento Adequado em 2016 Efetuar em 2016, revisões do puerpério em 98 % das grávidas
Efetuar em 2016, visitas domiciliarias de enfermagem a 985% das puérperas
Realizar em 2016, 6 ou mais consultas médicas e de enfermagem por gravidez, a 90 % das grávidas
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.51.V1 Proporção de grávidas com acompanhamento
adequado 27,1% 32% 34%
2013.50.V1 Proporção de grávidas com consulta de revisão
de puerpério efetuada 100% 98% 98%
2013.013.V1 Proporção de puérperas com domicílio de
enfermagem 98.1% 98% 98%
2013.012.V1 Proporção de grávidas com 6 ou mais consultas
de vigilância de enfermagem na gravidez 80% 90% 90%
Nota: A contabilização da carga horária para as visitas domiciliárias da puérpera, esta
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 15 Estratégias: Cronograma de atividades:
Atividade: Realização da consulta S. Materna e Revisão do Puerpério Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação a pedido do utente, marcação por iniciativa da Equipa, marcação oportunista e realização oportunista
Onde: Consultórios médicos e Sala de Saúde Materna
Quando: Todo o ano. Preferencialmente no horário de Saúde Materna Avaliação: Anual
Duração: 20 minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização Consulta Médica – Seis consultas por Gravidez + Revisão puerpério Consulta de Enferm.- Seis consultas por Gravidez + Revisão puerpério Listagem e identificação de todas as grávidas;
Sensibilização para as vantagens da precocidade da primeira consulta; Agendar a consulta seguinte no decurso da consulta atual.
Convocar as utentes faltosas
Sensibilização para as vantagens do aleitamento materno.
Agendar a consulta de revisão de puerpério e a visita domiciliária na realização do diagnóstico precoce do R.N.
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 16 Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Cons. S.M 324 20 108 324 20 108 324 3+3 32.4
Puerpério 56 20 19 56 20 19 56 3+3 5.6
Total 127 127 38
Serviços Mínimos:
Efetivação da primeira consulta da gravidez antes das 12 semanas Referenciação para os Cuidados Hospitalares as 36 semanas
3.1.3 SAÚDE DO RN, CRIANÇA E ADOLESCENTE
3.1.3.1. VIGILÂNCIA DA CRIANÇA NO PRIMEIRO ANO DE VIDA
Introdução
A consulta de saúde infantil destina-se a promover a saúde da criança no primeiro ano de vida. É um imperativo para os profissionais de saúde e para os serviços.
População Alvo:
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 17 Objetivos:
Efetuar o diagnóstico precoce a pelo menos 98% dos RN em 2016
Efetuar a primeira consulta de vigilância médica antes dos 28 dias de vida em 98% dos RN em 2016
Efetuar, em 2016, visitas domiciliárias a 95% dos R Nascidos
Realizar em 2016, 6 consultas de vigilância de saúde infantil, dos 0 aos 11 meses, a 92% das crianças que completam 1 ano em 2016
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.057.V1 Proporção RN c/ com TSHPKU realizado até
ao 6ª dia. 96.92% 96% 97%
2013.014.V1 Proporção RN c/ cons. Médica até aos 28
dias de vida 98.41% 96% 97%
2013.015.V1 Proporção RN c/ domicílio de enfermagem
até 15 dias de vida 89,29% 95% 95%
2013.016.V1 Proporção de crianças c/ 6+ cons. Médica
de vigilância no 1º ano. 85,94% 90% 91%
Estratégias:
Agendar a primeira consulta do recém-nascido antes dos 28 dias de vida, no dia em que lhe é efetuado o rastreio metabólico
Agendar a visita domiciliária de enfermagem ao recém-nascido aquando da inscrição na USF;
Verificar a realização do rastreio metabólico aquando da receção da notícia de nascimento, e efetuar e registar a avaliação inicial nas transferências;
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 18 Cronograma de atividades:
Atividade: Realização da consulta Saúde Infantil e Juvenil Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: A pedido do utente ou do Prestador de cuidados, marcação por iniciativa da Equipa, marcação oportunista e realização oportunista Onde: Consultórios médicos e Sala de Saúde Infantil
Quando: Todo o ano. Preferencialmente no horário de Saúde Infantil Avaliação: Anual
Duração: 20 minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização
Consulta Médica – 6 consultas de vigilância por criança
Consulta de Enfermagem – 9 Consultas autónomas/vigilância por criança
Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Cons. S.I. – 1ºA 346 20 115 346 20 115 692 3 35 C.Auton. Enf. 192 20 64 192 3 10 Diag Precoc 64 20 21 64 3 3 Convocação 100 10 16,5 100 10 16,5 Total 115 216.5 64.5 Serviços Mínimos:
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 19 Efetivação da primeira consulta da vida antes dos 28 dias.
Diagnóstico precoce
Nota: A contabilização da carga horária para as visitas domiciliárias do R.N., está
incluída nos restantes cuidados domiciliários
3.1.3.2. VIGILÂNCIA DA CRIANÇA NO SEGUNDO ANO DE VIDA
Introdução
A manutenção e a promoção da Saúde da Criança no segundo ano de vida, é também um imperativo para os profissionais de saúde e para os serviços.
População Alvo:
População inscrita na USF Arões entre os 11 e os 24 meses - 65 utentes
Objetivos:
Realizar em 2016, 3 consultas de vigilância de saúde infantil, dos 11 aos 23 meses, a 95% das crianças
Ter 96% das crianças entre os 11 e os 23 meses, com acompanhamento adequado em 2016
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 20 Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.017.V1 Proporção de crianças c/ 3+ cons.
Médica de vigilância no 2º ano. 92,05% 95% 95% 2013.060.V1 Proporção crianças 2 anos, c/
acompanham. Adequado 93% 95% 95%
2013.027.V1 Proporção de crianças 2 anos, c/ PNV
cumprido até aos 2 Anos 100% 99% 99%
Estratégias:
Agendar a consulta seguinte no decurso da consulta atual Convocar as crianças faltosas
Verificar mensalmente o PNV e convocar as crianças faltosas
Distribuição de folhetos com informação sobre a importância da vacinação
Cronograma de atividades:
Atividade: Realização da consulta Saúde Infantil e Juvenil
Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: A pedido do utente ou do Prestador de cuidados, marcação por iniciativa da Equipa, marcação oportunista e realização oportunista Onde: Consultórios médicos e Sala de Saúde Infantil
Quando: Todo o ano. Preferencialmente no horário de Saúde Infantil
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 21 Duração: 20 minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização Consulta Médica – 3 consultas de vigilância por criança
Consulta de Enferm.- 3 Consultas autónomas/vigilância por criança
Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Cons. S.I. 2ºA 176 20 59 176 20 59 352 3 17.5
Vacinação 880 10 147 880 3 44
Convocação 48 10 8 48 10 8
Total 59 214 69.5
Serviços Mínimos:
Vacinação oportunista
Consulta autónoma de enfermagem
3.1.3.3. VIGILÂNCIA DA CRIANÇA APÓS O 2º ANO DE VIDA
Introdução
A manutenção da Saúde da Criança após o 2º ano de vida, é um imperativo para os profissionais de saúde e para os serviços.
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 22 População Alvo:
População inscrita na USF Arões entre os 2 e os 18 anos 1561 utentes
Objetivos:
Efetuar o exame global e ficha de ligação com a saúde escolar aos 6 anos em 95% das crianças, em 2016
Efetuar o exame global e ficha de ligação com a saúde escolar aos 13 anos em 95%das crianças, em 2016
Ter em 2016, 98% das crianças com 7 anos com PNV atualizado Ter em 2016, 98% os jovens com 14 anos com PNV atualizado
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.028.V1
Proporção de crianças com 7 anos com
PNV cumprido até aos 7 anos. 98.82% 98% 98% Percentagem de crianças dos 2 aos 18
anos com 6 consultas.
Sem
dados 20% 20%
2013.029.V1 Proporção de crianças com 14 anos com
PNV cumprido até aos 14 anos. 96.4% 98% 98% 2013.063.V1 Proporção de crianças com 7 anos, c/
consulta médica de vigilância e PNV. 98.82% 95% 95% 2013.064.V1 Proporção de crianças com 14 anos, c/
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 23 Estratégias:
Convocar as crianças dos 5-6 anos e 13 anos para a consulta médica / enfermagem para a realização do exame global de saúde e ficha de ligação com a saúde escolar; Verificar mensalmente o PNV e convocar as crianças faltosas.
Cronograma de atividades:
Atividade: Realização da consulta Saúde Infantil e Juvenil
Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: A pedido do utente ou do Prestador de cuidados, marcação por iniciativa da Equipa, marcação oportunista e realização oportunista Onde: Consultórios médicos e Sala de Saúde Infantil
Quando: Todo o ano. Preferencialmente no horário de Saúde Infantil
Avaliação: Anual
Duração: 20 minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização
Consulta Médica – 8 consultas de vigilância por criança
Consulta de Enfermagem -- 8 Consultas autónomas/vigilância por criança
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 24 Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Cons 6 e 13 anos 191 20 64 191 20 64 382 3 19 Outras Cons. S.I e J. 156 20 52 156 20 52 312 3 15 Vacinação 497 15 124 497 3 25 Convocação para vacinação 124 5 10 10 Convocação para as consultas 195 5 16 Total 116 250 75 Serviços Mínimos: Vacinação oportunista
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 25
3.1.4 SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO
3.1.4.1. RASTREIO/ VIGILÂNCIA ONCOLÓGICA
As neoplasias constituem uma das principais causas de morte no nosso país. Em muitas situações, o diagnóstico precoce é determinante na morbimortalidade.
PROGRAMA DE VIGILÂNCIA ONCOLÓGICA NA MULHER Introdução
Uma das áreas prioritárias de atuação, já que o interesse da realização sistemática do rastreio/ vigilância dos cancros do colo do útero e mama é inegável.
População Alvo:
2853 Mulheres inscritas na USF Arões entre 25 - 69 anos.
Objetivos:
Efetuar Mamografia de 2/2 anos a 85% das 1046 mulheres dos 50-69 anos em 2016. Efetuar Citologia de 3/3 anos a 80% das 2657 mulheres dos 25 - 60 anos em 2016.
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.044.V1 Proporção mulheres dos 50; 70 A, c/ mamografia
a 2 anos 50,53% 85% 85%
2013.045.V1 Proporção mulheres dos 25; 60 A, com
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 26 Estratégias:
Motivar as utentes para o rastreio oncológico nas consultas de planeamento familiar e do adulto, nos contactos de enfermagem e na sala de espera usando cartazes ou meios audiovisuais
Identificar a população alvo para o rastreio oncológico segundo o programa de vigilância oncológica e proceder ao convite sistemático à sua realização
Promoção do autoexame da mama
Cronograma de atividades:
Atividade: Rastreio do Cancro da Mama e do Colo do Útero
Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação a pedido do utente; por iniciativa da Equipa, marcação oportunista e realização oportunista
Onde: Consultórios médicos (Saúde do adulto) Sala de Planeamento Familiar
Quando: Todo o ano.
Avaliação: Anual
Duração: 15 a 20 minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização: 2 Consultas médicas e 2 consultas de enfermagem de 2 em 2 anos ou de 3 em 3 anos
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 27 Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
R.C. Mama 446 15 112 446 3 22 RCCU – 1ª cons 708 20 236 708 20 236 708 3+3 71 RCCU – 2ª cons 708 15 177 708 15 177 708 3+3 71 Total 525 413 164 Serviços Mínimos:
Atendimento/Referenciação do utente com resultados alterados
PROGRAMA DE RASTREIO DO CANCRO COLO-RECTAL Introdução
O cancro colo rectal tem no nosso país uma elevada incidência e prevalência.
A evolução natural é longa. O diagnóstico em fase pré clínica e/ou cancro precoce permite o tratamento curativo
População alvo:
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 28 Objetivos:
Realizar Rastreio do Cancro Colo-Rectal em 65% da população inscrita dos 50 aos 74 anos, ate 2016
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.046.V1 Percentagem de inscritos entre os 50 e os 74 anos com rastreio de cancro colo-rectal efetuado
42,8% 60% 63%
Estratégias:
Sensibilização dos utentes para o rastreio do cancro colo-rectal
Realização de pesquisa de sangue oculto nas fezes no grupo etário dos 50 aos 74 anos com intervalo de rastreio de 1-2 anos;
Promover a realização de colonoscopia nos indivíduos assintomáticos, a partir dos 50 anos;
Cronograma de atividades:
Atividade: Rastreio do Cancro Colo - Rectal
Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação a pedido do utente, marcação por iniciativa da Equipa, marcação oportunista e realização oportunista
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 29 Quando: Todo o ano.
Avaliação: Anual
Duração: 15 minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização: 2 consultas médicas e 2 consultas de enfermagem de 2 em 2 anos
Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
R.C. C-R 1355 15 338 1355 15 338 1355 3x2 136
Total 338 338 136
Serviços Mínimos:
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 30
PROGRAMA DE INTERVENÇÃO BREVE E SISTEMATICA PARA A CESSAÇÃO TABÁGICA Introdução
Sendo o tabagismo um problema maior de saúde pública, justifica-se a implementação de estratégias de intervenção para a promoção de estilos de vida saudáveis entre a população da USF.
População alvo:
Todos os utentes fumadores inscritos na USF, calculados em 20% da população geral (cerca de 1800)
Objetivos:
Ter em 2016 uma proporção de inscritos de idade igual ou superior a 14 anos, com registo dos hábitos tabágicos de 60%
Ter 25% dos fumadores, c/ consulta relacionada Tabaco 1ª – em 2016
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.047.V1
Proporção de inscritos de idade igual ou superior a 14 anos, com registo dos hábitos tabágicos
36.16% 52% 55%
2013.048.V1 Proporção de fumadores, c/ consulta
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 31 Estratégias:
Identificação sistemática de todos os utilizadores de tabaco
Incentivar todos os utilizadores de tabaco a abandonar o seu consumo
Avaliar o nível de dependência tabágica e motivação para a mudança comportamental
Ajudar o utente na tentativa de cessação tabágica
Cronograma de atividades:
Atividade: Intervenção breve para a cessação tabágica
Quem: Médicos, Enfermeiros
Como: Sistematicamente em todos os contactos
Onde: Consultórios Médicos; Gabinetes de Enfermagem
Quando: Todo o ano.
Avaliação: Anual
Duração. 15 Minutos para Médico e Enfermeiro,
Utilização: Intervenção breve oportunista a todos os fumadores
Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Consulta 270 15 67.5 270 15 67.5 0 0 0
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 32 Serviços Mínimos:
3.2 Cuidados em situação de doença aguda
Introdução
As situações de doença aguda serão atendidas nos períodos de consulta aberta de cada médico, no período de consultas de inter substituição, na ausência de um médico, e no prolongamento de horário aos domingos.
População alvo:
Todos os 9013 utentes inscritos na USF Arões
Objetivos:
Em 2016, 35% das consultas do dia sejam por iniciativa do utente no próprio dia.
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
Percentagem de marcação de consultas por
iniciativa do utente no próprio dia, na USF S/Dados 35% 35% Referenciação do utente com critérios de inclusão na consulta intensiva de cessação tabágica
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 33 Estratégias:
Dar resposta, no próprio dia, sob a forma de consulta formal, agendamento de consulta ou aconselhamento, às solicitações de cuidados médicos e/ou de enfermagem em conformidade com a situação.
Possibilitar, nas situações agudas, a marcação ou obtenção de aconselhamento médico e/ou de enfermagem por telefone, durante o período de abertura da USF.
Cronograma de atividades:
Atividade: Realização Consulta Aberta
Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação a pedido do utente no próprio dia
Onde: Consultórios Médicos; Gabinetes de Enfermagem
Quando: Todo o ano.
Avaliação: Semestral
Duração. 15 Minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização: Metade do tempo de consultas da USF
Serviços Mínimos:
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 34
3.3 Cuidados prolongados em situações de doença crónica e
patologia múltipla.
3.3.1 DIABETES MELLITUS
Introdução
A Diabetes Mellitus é uma doença que exige toda uma vida de comportamentos especiais de auto cuidado, sendo importantíssimo que os profissionais de saúde estejam despertos para a educação do diabético.
A Diabetes atinge mais de 382 milhões de pessoas em todo o mundo, correspondendo a 8,3% da população mundial e continua a aumentar em todos os países. Em 46% destas pessoas, a diabetes não foi ainda diagnosticada, prosseguindo a sua evolução silenciosa.
A prevalência da Diabetes é de cerca de 12,9% da população Portuguesa com idades compreendidas entre os 20 e os 79 anos
População Alvo:
Cerca de 602 utentes diabéticos identificados e inscritos na Unidade de Saúde Familiar Arões.
Objetivos:
Proceder de acordo com as normas da Direção Geral de Saúde e em 2016 ter:
Pelo menos 2 consultas médicas de vigilância da diabetes, nos últimos 12 meses, uma em cada semestre.
Pelo menos um registo de Pressão Arterial em cada semestre, no SAM ou no SAPE. Um registo de IMC por ano
O registo de estatura atualizado após os 20 anos
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 35 enfermagem no último ano.
Pelo menos 2 HgbA1c, uma em cada semestre
75% dos diabéticos com o ultimo registo de HgbA1c ≤ 8 Um registo de Microalbuminúria nos últimos 12 meses
Um resultado de colesterol total, colesterol HDL e triglicéridos nos últimos 24 meses. 90% dos Diabéticos Mellitus tipo 2 com rubrica do ICPC-2 T90 na lista de problemas e no estado ativo.
96% dos diabéticos com um registo de exame aos pés/ano. 96% dos diabéticos a frequentar a consulta de enfermagem
40% do universo dos diabéticos inscritos na USF com acompanhamento adequado.
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.035.V1 Proporção DM com exame pés último ano 81.89% 96% 96%
2013.036.V1 Proporção DM c/ cons. enf. e gestão RT
último ano 85,38% N/A N/A
2013.037.V1 Proporção DM c/ cons. enf. vigil. DM último
ano 86.88% 96% 96%
2013.039.V1 Proporção DM c/ última HgbA1c <= 8,0 % 60,47% 72% 73%
2013.043.V1 Proporção DM c/ acompanham.
Adequado 18,61% 32% 35%
2013.075.V1 Proporção de DM2 com compromisso de
vigilância 72,60% 90% 90%
2013.085.V1 Percentagem amputação major M.Inf,
utentes diabéticos S/Dados 0.1%0 0.1%0
2013.091.V1 Proporção DM c/menos 65A c/ última
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 36 Estratégias:
Promover a consulta multidisciplinar voltada para o despiste de novos casos e complicações da diabetes e para a vigilância/controle dos casos já existentes.
Atuar de acordo com as linhas orientadoras da DGS
Convocar os utentes que não recorram às consultas marcadas
Entregar folhetos informativos aos utentes de acordo com as suas necessidades Envolver os utentes em medidas de autocontrolo (educação para a saúde)
Cronograma de atividades:
Atividade: Consulta Multidisciplinar de Diabetes
Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação pela equipa e ou por iniciativa do utente
Onde: Consultórios Médicos; Gabinete da Diabetes
Quando: Todo o ano.
Avaliação: Bianual, semestres diferentes
Duração. 20 Minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização: Consulta multidisciplinar (médico e Enf.) – 2 consultas/ano/diabético
Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Consulta 1156 20 385 1156 20 385 2312 3 115
Ensino/ Vigil 578 20 192 578 3 29
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 37 Serviços Mínimos:
Atendimento de toda a situação de doença aguda no diabético descompensado.
3.3.2 DOENÇAS CARDIOVASCULARES
Introdução
A hipertensão arterial é uma doença de natureza multifatorial, caracterizada pela elevação da pressão arterial frequentemente associada a alterações metabólicas e hormonais, na qual é necessário intervir o mais adequadamente possível, dado que constitui um dos principais fatores de risco de doença cardiovascular.
População Alvo:
1562 Utentes hipertensos inscritos na Unidade de Saúde Familiar
Objetivos a 2016:
Ter 98% dos Hipertensos com IMC nos últimos 12 meses
Ter 95% dos Hipertensos com uma avaliação de pressão Arterial em cada semestre Ter 77% dos Hipertensos com idade inferior a 65 anos de idade com pressão Arterial inferior a 150/90
Ter 36.5 % dos Hipertensos com idade entre os 20 e os 65 anos com determinação de risco cardiovascular nos últimos 36 meses
Ter 37%dos hipertensos com pelo menos 1 registo de microalbuminuria e 1 registo de Colesterol total, HDL e Triglicerídeos, nos últimos 24 meses.
Ter 92% dos utentes hipertensos inscritos na USF com pelo menos uma consulta médica e outra de enfermagem em semestres diferentes do mesmo ano.
Ter 98% dos Hipertensos com idade superior ou igual a 25 anos com vacina do tétano atualizada
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 38 Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
Ref. Nome 2013 2014 2015
2013.018.V1 Proporção de hipertensos com IMC nos
últimos 12 meses 95.58% 98% 98%
2013.019.V1 Proporção de hipertensos com Pressão
Arterial em cada semestre 90.80% 92% 93%
2013.020.V1 Proporção hipertensos com menos a 65
anos com Pressão Arterial inferior a 150/90 77.02% 77% 77% 2013.,023.V1 Proporção hipertensos com avaliação do
risco cardiovascular nos últimos 3 anos 18% 30% 32% 2013.025.V1 Proporção de hipertensos, com
acompanhamento adequado 3.43% 20% 25%
2013.026.V1 Proporção de hipertensos com mais 25anos
com vacina tétano atualizada 97.12% 98% 98%
Estratégias:
Consulta de enfermagem:
.Promover uma consulta de enfermagem voltada para o despiste de novos casos e vigilância e controle dos casos já existentes.
Aproveitar a oportunidade para atualizar a Vacina antitetânica
Em todas as consultas avaliar e registar a Pressão arterial e na primeira oportunidade do ano monitorizar e registar altura e peso e IMC
Agendar consultas seguintes, para melhorar a vigilância. Consulta médica:
Inserir no programa de vigilância de Hipertensão, e no A do SOAP (K86 e K87). Monitorizar e registar T.A. em todas as consultas e IMC uma vez por ano
Verificar se o hipertenso tem registo de microalbuminuria ou Colesterol total, HDL e Triglicerídeos, nos últimos 24 meses.
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 39 Secretario clinico:
Convocar e agendar os hipertensos que faltem a consultas médicas
Convocar e agendar os hipertensos para atualizarem a vacina antitetânica
Cronograma de atividades:
Atividade: Consulta Médica e de Enfermagem de Hipertensos Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação pela equipa e ou por iniciativa do utente Onde: Consultórios Médicos; Gabinetes de Enfermagem Quando: Todo o ano.
Avaliação: Semestral
Duração. 20 Minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização: Consulta medica e de enfermagem - 2 por ano
Atos de enfermagem mais 2 por ano alternados com as consultas
Carga Horária:
Atividade
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Consulta medica 2876 20 958 2876 3 144 Consulta enfermagem 2876 20 958 2876 3 144 Atos de enfermagem 1200 15 300 1200 3 60 Total 2876 958 4076 1258 2157 348
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 40 Serviços Mínimos:
Atendimento de toda a situação de doença aguda no Hipertenso H.T.A. Descompensada
3.3.3 DOENÇAS RESPIRATÓRIAS – ASMA E DPOC
Introdução
Ao contrário do que acontece com as doenças cardíacas, cujo controlo tem evidenciado melhorias significativas, o futuro aponta para que em Portugal se verifique um incremento das doenças respiratórias.
As causas para essa realidade são conhecidas e devem-se a um conjunto de fatores bem identificados, realçando-se o papel do tabagismo e a sua influência decisiva em doenças como a DPOC.
A Asma constitui um importante problema de saúde pública, uma vez que se trata de uma das doenças crónicas mais frequentes na criança e no jovem.
É uma importante causa de internamento hospitalar tornando se, assim, fundamental melhorar a eficácia e a eficiência da prestação de cuidados de saúde ao doente asmático.
Em Portugal a prevalência média da asma atingirá mais de 11,0% da população no grupo etário dos 6-7 anos,11,8% no dos 13-14 anos, de 5,2% no dos 20-44 anos.
A DPOC é uma das principais causas de morbilidade crónica, de perda de qualidade de vida e de mortalidade, sendo previsível o seu aumento nas próximas décadas. É, ainda, responsável por elevados custos financeiros.
A prevalência em Portugal, nos adultos ativos, estima se em cerca de 5,3% da população, A prevalência da DPOC aumenta com a idade, sendo mais elevada no sexo masculino,
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 41 População Alvo:
Utentes asmáticos inscritos na Unidade de Saúde Familiar Arões (98 utentes já identificados)
Utentes com DPOC inscritos na Unidade de Saúde Familiar Arões (56 utentes já identificados)
Objetivos:
Redução da morbilidade e da mortalidade por asma
Contrariar a tendência evolutiva da DPOC, nos diversos estádios da doença,
Melhoria da qualidade de vida e do bem-estar do doente asmático e dos doentes com DPOC
Aumentar o número de diagnósticos de DPOC para 4,5% e de Asma 3.4% em 2016 Ter 98% dos utentes com estas patologias com VAT atualizada em 2016
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
Ref. Nome 2013 2014 2015
2013.077.V1 Proporção de utentes com diagnóstico de
asma 1,09% 3.4% 3.4%
2013.049.V1 Proporção DPOC, com FeV1 últimos 3 anos S/DADOS 18% 20%
2013.078.V1 Proporção de inscritos com diagnóstica
DPOC 0, 62% 3% 4%
Estratégias:
Promover uma consulta multidisciplinar voltada para o despiste de novos casos de Asma e DPOC e vigilância e controle dos casos já existentes
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 42 Convocar os utentes para vacinação
Elaboração de normas de boas práticas no diagnóstico de DPOC e Asma. Criação e desenvolvimento da consulta antitabágica
Cronograma de atividades:
Atividade: Consulta Multidisciplinar da Asma e DPCO Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação pela equipa e ou por iniciativa do utente Onde: Consultórios Médicos; Gabinetes de Enfermagem Quando: Todo o ano.
Avaliação: Bianual
Duração. 15 Minutos para o Médico e 3 minutos para o Administrativo
Utilização: Consulta medica –1 por ano
Carga Horária para a Asma
Atividade
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Consulta
medica 207 15 52 207 3 10
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 43
Carga Horária- DPOC-
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Consulta
médica 216 15 54 216 3 10
Total 216 54 216 10
Serviços Mínimos:
Atendimento de toda a situação de doença aguda na Asma e na DPOC Asma e DPOC Descompensada
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 44
3.4 Cuidados no domicílio
3.4.1 VIGILÂNCIA A DOENTES DEPENDENTES CRÓNICOS
Introdução:
Existe uma percentagem calculada em 5% da população idosa (5% dos1206 utentes com mais de 65 anos), se calcula em 60 utentes, que poderá constituir uma população de doentes crónicos dependentes. Existe, ainda, um outro grupo de doentes, de menor dimensão e com menos de 65 anos, cuja situação de dependência não decorre da idade. Para todos estes devem ser planeados, cuidados adequados às necessidades
População Alvo:
Utentes dependentes crónicos inscritos na USF Arões – 66 utentes
Caracterização da população alvo
M. Família Dependentes> 65 anos Dep.< 65 Anos D. moderada Dep grave Dep Total
Dra. Magda 1 4 3 4 Dr. A. Campos 5 0 2 3 Dr. F. Fraga 7 4 3 2 Dr. F. Antunes 6 3 2 4 Dr. Rodrigues 4 3 3 3 .TOTAL 23 14 13 16
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 45 Objetivos:
Efetuar 3 visitas domiciliárias médicas por ano a 90% dos dependentes crónicos em 2016
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
Número médio de consultas domiciliárias médicas a utentes dependentes crónicos
3 3 3
Estratégias:
Promover as visitas domiciliárias (médico/enfermeiro) programadas. Contactar os serviços comunitários sempre que necessário
Programar sessões de educação para a saúde aos prestadores de cuidados
Cronograma de atividades:
Atividade: Visitas Domiciliarias
Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos Como: Marcação preferencial pela equipa. Onde: No domicílio do utente
Quando: Todo o ano. Avaliação: Anual
Duração. 45 Minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo Utilização: 3 Consultas médicas e de enfermagem/ano
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 46 Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Visita
Domiciliaria 180 45 135 180 45 135 180 3 9
Total 135 135 9
Serviços Mínimos:
Prestação de todos os cuidados no doente acamado
3.4.2 OUTROS CUIDADOS DOMICILIÁRIOS
Introdução:
Os Cuidados Domiciliários são cuidados globais prestados ao indivíduo e família, na sua residência para promover, manter ou recuperar a saúde, ou maximizar o nível de independência. Devem ser cuidados planeados, coordenados e adequados às necessidades da pessoa individual e da família, global e integralmente
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 47 População Alvo
Utentes com dependência física e funcional, portadores de doenças crónicas ou agudas que afetam de forma acentuada a locomoção e que estejam incapacitam de se descolarem á USF.
Utentes em situação de risco familiar.
Objetivos:
Efetuar 160‰ visitas domiciliarias de enfermagem em 2016 Efetuar 30‰ visitas domiciliarias médicas por em 2016
Indicadores e Metas:
Indicador Histórico Metas
I.D. Nome 2013 2014 2015
2013.03.V1 Taxa Visitas domiciliárias médicas
por mil inscritos 22.9‰ 29.4‰ 30‰
2013.04.V1 Taxa Visitas domiciliárias de
enfermagem por mil inscritos 140,57‰ 158.9‰ 160‰
Estratégias:
Efetuar visitas domiciliárias preventivas sempre que necessários. Contactar os serviços comunitários sempre que necessário Atuar junto ao utente de uma forma holística
Assegurar a continuidade dos cuidados após a alta hospitalar nas situações de dependência.
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 48 Cronograma de atividades:
Atividade: Visitas Domiciliarias
Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação pela equipa e ou por iniciativa do utente/ prestador de cuidados
Onde: No domicílio do utente
Quando: Todo o ano.
Avaliação: Anual
Duração. 45 Minutos para Médico, 40 Minutos para Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo
Utilização: 1430 Consultas domiciliarias de enfermagem no ano 270 Consultas domiciliarias médicas no ano
Carga Horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Visita
Domiciliaria 270 45 203 1430 40 954 1700 3 85
Total 203 954 85
Serviços Mínimos:
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 49
3.5 Prolongamento de Horário
IntroduçãoO prolongamento de horário visa essencialmente aumentar a disponibilidade e acessibilidade dos utentes da USF aos serviços médicos e de enfermagem.
Propomo-nos a uma oferta de cuidados a mais alargada possível, evitando desse modo o recurso aos S.U. Hospitalares
Justificação:
A localização da Unidade é numa zona entre Fafe e Guimarães/ Braga e litoral, tendo na população inscrita, muitos utentes com empregos fora do concelho, e longe da residência. Existem também muitos jovens a estudar fora do Concelho e para os quais o único recurso possível ao Medico de Família, sem prejuízo das suas atividades escolares, será ao fim de semana. Com a abertura da USF aos domingos, possibilitamos prestar cuidados, não só às situações agudas, como também variadas situações programadas.
População alvo:
Toda a população inscrita na Unidade de Saúde familiar – 9013 utentes
Objetivos:
Aumentar a oferta assistencial
Garantir diariamente resposta nos casos de doença aguda Dar continuidade aos tratamentos de enfermagem
Estratégias:
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 50 Cronograma:
Atividade: Consultas médicas e atendimento enfermagem aos Domingos Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação pela equipa e ou por iniciativa do utente Onde: Instalações da USF
Quando: Domingos (exceto ao feriados) Avaliação: Anual
Duração. 15 Minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo Utilização: 4 horas por dia aos Domingos.
Carga horária:
Número de Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Min/ Total Min/ Total Min/ Total
Atividade Cons Cons Cons
Consultas 15 204 15 204 3 204
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014
Plano de Ação 2014-2016
Pagina 51
3.6 Atendimento a utentes esporádicos
Introdução
Todo o cidadão com um problema de saúde inadiável deve ter uma resposta à sua situação, mesmo quando a sua permanência na área de influência USF a que está a recorrer é temporária.
A USF após uma reunião de coordenadores com a Direção do ACES do Alto Ave assumiu solidariamente a responsabilidade na resposta à população esporádica, que ocorre de situações agudas ou inadiáveis.
População alvo:
Todos os utentes esporádicos residentes temporariamente em Arões S. Romão, Arões Santa Cristina, Cepães e Fareja.
Objetivos:
Garantir diariamente resposta nos casos de doença aguda Garantir diariamente resposta nos tratamentos de enfermagem
Estratégias:
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 52 Cronograma:
Atividade: Consultas médicas e atendimento enfermagem. Quem: Médicos, Enfermeiros e Administrativos
Como: Marcação pela equipa e ou por iniciativa do utente Onde: Instalações da USF
Quando: Durante o horário de abertura Avaliação: Anual
Duração. 15 Minutos para Médico e Enfermeiro, 3 minutos para Administrativo Utilização:
Carga horária:
Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
Consulta 120 15 30 120 15 30 120 3 6
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3.7 Interligação e colaboração com outros serviços e
especialidades
Objetivos:
Promover a continuidade dos cuidados aquando do internamento hospitalar dos utentes da USF
Promover a referenciação diligente, aos cuidados hospitalares, das situações clínicas prioritárias
Promover o intercâmbio de informação entre a USF, o Serviço de Saúde Pública e os Serviços Hospitalares.
Estratégias:
Procurar estabelecer protocolos de referenciação agilizada com os serviços hospitalares, para situações clínicas justificadas.
Procurar estabelecer protocolos de informação com os serviços hospitalares sobre os utentes que necessitem de cuidados continuados após a alta
Solicitar aos Serviços de Saúde Pública, o retorno de informação que respeita aos óbitos e notificação de doenças transmissíveis.
Cronograma:
Contactos telefónicos ou pessoais: Pontualmente e quando oportuno. Estudo sobre os protocolos: desde o Início das atividades da USF Implementação dos protocolos ate 2016.
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4 PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA.
4.1 Introdução
A Qualidade Assistencial define-se como a prestação de serviços acessíveis e equitativos, desempenhados por técnicos de saúde de bom nível profissional, dispondo de recursos apropriados, de forma a permitir a adesão e satisfação do utente. A garantia dessa qualidade baseia-se num processo que permite melhorar a qualidade dos cuidados de saúde prestados. Neste sentido, a Garantia de Qualidade introduz soluções para os problemas encontrados e assegura-se que as medidas corretoras os resolvem.
O grande objetivo da Garantia da Qualidade é identificar, avaliar e corrigir situações da prestação de serviços (clínicos e administrativos) que são potencialmente corrigíveis. Este processo está muitas vezes associado à elaboração de protocolos e normas de orientação clínica que orientam os técnicos de saúde.
Deve toda a equipa participar na identificação dos problemas assistenciais, na discussão dos critérios de qualidade, na elaboração de protocolos e Normas de Orientação Clínica e na monitorização da qualidade dos cuidados prestados.
Num ciclo de garantia de qualidade os profissionais reúnem-se para identificar problemas relacionados com a prestação de cuidados de saúde, estabelecem prioridades para a resolução dos mesmos e definem critérios de qualidade com base em conhecimentos científicos atualizados tendo em consideração os recursos disponíveis
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4.2 Objetivos:
Ter em 2016, programas de melhoria contínua em 10 processos chave
4.3 Metas:
Nome 2014 2015 2016
Número de programas de melhoria continua
efetivados 8 8 10 CICLO DE GARANTIA DE QUALIDADE Identificação dos problemas Estabelecimento de prioridades e critérios Recolha de dados e avaliação da Qualidade Introdução de mudanças Reavaliação
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4.4 Estratégias:
Estabelecimento de protocolos de atuação multidisciplinar e Normas de Orientação Clínica
Definição de critérios de Qualidade
Identificação dos problemas e definição de prioridades Definição de estratégias com vista à melhoria da Qualidade.
4.5 Cronograma:
Monitorização semestral da Qualidade dos registos. Monitorização mensal dos resultados dos Indicadores.
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5 PLANO DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E FORMAÇÃO
CONTÍNUA.
O Plano de desenvolvimento profissional e formação contínua da USF Arões tem por referência o plano de ação e os programas da USF, as competências residentes, as necessidades sentidas e as preferências individuais
Áreas de intervenção, prioridades identificadas e metas 2014/2016
Áreas de intervenção Prioridades identificadas Meta
2014/2016
Área organizacional
Trabalho em equipa; qualidade e melhoria contínua; organização de reuniões; construção, avaliação e melhoria de programas de saúde
1 Formação interna / Ano
Sistemas de informação e comunicação
SINUS, SAPE, SAM, MARTA E PEM 1 Formação / Ano Área da orientação de formação de profissionais de saúde Formação de orientadores de formação 1 Orientador de formação na USF, por grupo profissional. Áreas técnico-científicas
específicas de cada grupo profissional
Secretariado e gestão administrativa. Carteira básica: SM, SI, PF, DM, HT. Carteira adicional: PPTT
Outras: DPOC, Asma; HIV/SIDA, tuberculose e outras infeções emergentes; Educação sexual e Saúde do adolescente; Pediatria; Cardiologia; Feridas; Vacinação; Cuidados continuados e Paliativos; Preparação para o parto;
De acordo com as necessidades sentidas : 10 ações de formação / Ano
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Formação interna da USF
Periodicidade Duração Metas
2014/2016
Reuniões de
temática multiprofissional
Mensal 1 horas 12 Reuniões
/Ano
Reuniões de
temática profissional
Periodicidade, duração e conteúdos a decidir por cada grupo profissional, de acordo com as necessidades e prioridades sentidas 1 hora 9 Reuniões/ ano/ grupo profissional Reuniões de serviço
da equipa Mensal 1 hora
12 Reuniões /Ano
Formação externa á USF
De acordo com as necessidades sentidas, as prioridades identificadas, a disponibilidade e acesso a formação externa à USF, e a legislação em vigor.
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6 PROGRAMAS DA CARTEIRA ADICIONAL
6.1 Consulta de cessação tabágica
Introdução:
Sendo o tabagismo um problema maior de saúde pública, justifica-se a implementação de estratégias de intervenção para a promoção de estilos de vida saudáveis entre a população da USF
População alvo:
Utentes da USF identificados com hábitos tabágicos, em fase de preparação e com critérios de inclusão na Consulta Intensiva.
No total cerca de 64 utentes/ ano
Critérios de inclusão:
Todo o fumador que se encontre na fase de preparação (mentalização) – faz tentativas para modificar o seu comportamento a curto prazo (1 mês) e já fez tentativas anteriores para deixar de fumar no último ano (mais de 24H sem fumar).
Objetivos:
Marcar mais de 90% das 1ªs consultas de Cessação Tabágica num prazo inferior a 30 dias, em 2016.
Edição 2 Revisão 0 Data 27/8/2014 Plano de Ação 2014-2016 Pagina 60 Indicadores e Metas: Indicador Metas Nome 2014 2015 2016 Tempo de espera 1ª consulta (Nº1ª consultas efetuadas em <30 dias /Nº total de 1ª consultas) X 100
Consulta
Inexistente 90% 90%
Estratégias:
Aquisição de formação específica em Intervenção Breve a todos os profissionais Intervenção Breve Sistemática médica e de enfermagem
Criação de uma consulta intensiva multidisciplinar: médica/enfermagem
Apoio multidisciplinar a articular com a psicóloga e nutricionista do Centro de Saúde de Fafe Profissionais envolvidos: 2 enfermeiros 2 Médicos 1 Administrativo Cronograma:
Atividade: Consulta intensiva médica e de enfermagem Quem: 2 Médico, 2 Enfermeiros, em esquema rotativo Como: Consulta marcada pela Equipa
Onde: Instalações da USF Quando: Todo o ano Avaliação: Anual
Duração. 45-60 Minutos para -1ªconsulta, 15-30 minutos – 2ª consulta. Utilização: 8 Consultas médicas e de enfermagem por utente
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Número Horas para 2014
Médico Enfermeiro Administrativo
Atividade Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total Nº Cons Min/ Total
Cons Cons Cons
1ª Consulta 64 45 48 64 45 48 64 3 3,1
2ª Consulta 448 30 224 448 30 224 448 3 22,4
Total 145 145 25,5
Instalações: