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07/02

O DIREITO ANTIGO Características gerais :

Tradição Sagrada - Fundamento Religioso

O direito nasce a partir da religião, do culto pelo sagrado. Formalismo - "Forma Dat Esse Reis" a forma dá ser à coisa.

Formalismo é um apego exessivo a algo, exagêro. Dava-se mais valor à forma do que ao conteúdo em função do vínculo sagrado.

Oralidade - Normas Consuetudinárias.

Casuística - sem normas padrões e se baseavam nos casos, no cotidiano, à medida em que iam acontecendo.

Magicismo - Provas divinas (ordálios= provas divinas) como imersão de mão em água fervente para ver se o réu não se queimava.

EGÍPCIOS - breves elementos : - Socidade Piramidal e Teocrática.

- Direito de Base Sagrada : tribunais dirigidos pelo faraó. BABILÔNICOS : breves elementos:

- Sociedade extratificada. - Economia Agrária.

- Sistema Jurídico-Político : base sagrada: Hamurabi (1800 ac) e "Código de Hamurabi" traz o principio de talião que traz um equiíbrio e proporção nas sanções. Mas tb traz outros campos do direito.

HEBREUS: breves elementos:

- Canaã - berço da cultura hebréia. Sofre influência tanto dos egípciox qto dos babilônico.

- A Formação do povo hebreu sua identidade é encontrada no retorno do egito para a terra prometida. Qdo do êxodo se identificam com Moisés. Vão se organizando qdo resolvem se livrar do subjulgo dos faraós egípcios.

- Direito sincrético : preceitos religiosos, morais e jurídicos.

- Alguns preceitos jurídicos : Promogenitura, poligamia, pena de morte, etc.

- Fonte do Direito = Pentateco : Gênese, Euteronomio, levitço, Deuteronomio, Números. - Alguns preceitos Jurídico : Primogenitura, poligamia, pena de morte, etc.

O DIREITO GREGO - ATENAS Grécia : Península balcânica Povos indo-europeus - +/- 2000 aC. Periodização -

1 - Pré-homérico - XX a XII aC – Realeza - Haviam as famílias, não havia propriedade privada. Aula 12 fev 2009

Continuação Direito Grego

2 - Homérico - XII a VIII aC - aristocracia Obra Ilíada

Obra Odisséia

A transição da sociedade patriarcal - clãs - para a pólis (cidade Estado) aristocrática. - Poder Patriarcal

- Propriedade coletiva das terras - Comércio a base de trocas

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isso acarreta :

- Alteração populacional

- Escassez de Terras - latifúndio = declínio da vida comunitária e o surgimento da Polis (aristocrática) A polis surge para proteger o patrimônio e a segurança da aristocracia e prover uma armonia em função do surgimento de uma sociedade complexa.

3 - Arcáico - desenvolvimento da polis - VIII a VI aC. - Colonialismo.

Busca de mercados externos. Os gregos comercializam com povos vizinhos e dá menos importancia ao interno.

- Comércio Exterior e crise econômica interna.

- Consolidação da Oligarquia (governo dos comerciantes poderosos). - Ampla crise social, econômica e política.

Para amenizar a crise, surge o vetor jurídico para resolver os problemas sociais e dai surgem os legisladores. - Legisladores de relevo:

a . dracon - leis severas como escritas com sangue mas não resolveu pois ele excedeu com suas leis. b . solon = fez um governo moderado sem excessos, fez reformas

fem escravidão, limitação de latifúndio, voto censitário (voto para quem tinha renda), etc. c . psístrato - foi um ditador, tirano, confiscou propriedade dos ricos.

d . clístenes = considerado o pai da democracia. Criou :

demos = unidades de votação com poder de decidir os problemas da cidade, O voto universal masculino

Fortificou a eclesia que era uma assembléia do povo. 4 . período Clássico - V a IV aC.

Contexto geral:

- Conflitos externos : gregos X persas = guerras médicas. - Imperialismo : atenas X esparta

- a consolidação democrática.

Péricles : tras a melhoria do regime democrático. Isonomia = igualdade

sobrevalorização da eclésia. - Instituições juridico-política

Bulé = era um conselho ou senado composta de 500 membros e redigia as leis Eclésia = votavam as leis, as guerras, nomeavam juizes

Estratégia = espécie de poder executivo Hélia = poder judiciário

5 . período Helênico - o Helenismo - IV a I aC. - Domínio dos Macedônicos sobre os gregos.

- o império de Alexandre Magno (macedonico) e a difusão da cultura helênica (grega). - Morte de Alexandre (macedônico) e a dominação romana - II aC.

tema do trabalho Direito de Família = grupo 1 em 26/02 12 laudas no máximo com resumo pr o público.

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14 fev 09 ROMA

Localização :Sul da Europa

Origem Mitológica = o homem querendo dar sentido à sua vida usa o mito nas crenças que justificam sua existência, dão sentido à existência.

Enéias fugindo da guerra chega em Roma e tem filhos que brigam e um mata o outro e manda a irmã pr o convento. Esta se apaixona por Marte um deus que não podendo cria-lo joga-o no rio...Rômulo se cria e torna-se rei. direito Quiritário refere-se ao tempo da realeza de Rômulo.

Origem Histórica = surgiu no sec. X aC e se desnvolve muito.

Periodização através no critério político-jurídico: Realeza - 753 a 510 aC - Jus Civile / Direito Arcáico

República - 510 a 27 aC - jus Honorarium / dir. pré Clássico Alto Império - 27 aC a 284 dC - Dir. jurisprudencial / dir. clássico. Baixo Império - 284 a 565 - fase de compilação do direito pós clássico Período Bizantino - 565 a 1453 -

Sociedade:

- Estratificação = dividida em camadas sociais.

Havia o rei, os Patrícios, os Cliente, os Plebeus, os Escravos. Os que tinham direitos eram apenas os Patrícios.

Clientes eram alguns estrangeiros ou patrícios empobrecidos que dependiam dos patrícios. O poder dos patrícios era medido pelo tamanho de sua clientela. Clientes eram agragados que tinham proteção dos patrícios. É o que na atualidade conhecemos como Clientelismo.

Os Plebeus eram numeroso e não tinham direitos e só deveres eram importantes na política pois pelo seu volume decidiam eleiçoes.

- Escravismo - escravos eram pessoas endividadas, prisioneiros de guerra. - Misticismo / religião politeista - cada família tinha seus deuses.

- Patriarcalismo - o poder está na mão do pater que não neceesriamente era o pai mas uma figura masculina que ocupava posição de poder sobre filhos, mulher, escravos , etc. Tinahm um poder real sobre a família. O espaço público era masculino e a mulher ocupava o espaço doméstico.

- Parentesco : Agnação era o parentesco não por sangue mas por religião. - Economia Agrária e Latifundiária

- Tribos = Cúrias = Gens = conjunto de famílias com caráter político e religioso sobo o poder de um PATER. Instituições Jurídico-Políticas.

- Regime Monarquico - Rei - Chefe militar, político e religioso. - Assembléia dos Cidadãos = curial.

- Senado.

O DIREITO ROMANO - Métodos de Estudo - desde o século XII o DR é estudado - Exegético - eram glosas = comentários e análises

- Dogmático = usado como lei

- Histórico = usado na renascencia mas apenas como referência.

- Moderno usado hoje onde o DR serve para que iluminemos o direito moderno com os conhecimentos do passado.

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FONTES JURÍDICAS NA REALEZA - Leis Costumeiras

- Juris - Prudentia

A RELAÇÃO ENTRE RELIGIÃO E DIREITO Jus e Fas

- Jus = Normatização derivada da Civis;

- Fas = Normatização ditada pelo sagrado / religioso. DR 19 fev 09

Jus Civile = direito praticado na era da realeza

Jus honorárium aplicado na república era pratica pelos magistrados honoracamente O Direito na Repóblica - 510 aC a 27 aC.

1 . A transição para o período republicano: 2 . Estrutura Jurídico-Política

a pliítica era dividida pelos consules e magistrados

a . consulado - 2 cônsules. Tinham atribuições administrativas políticas. Os consules se alternavam no poder em função de concentração de poder - ditadura - em épocas de guerra.

B . Magistraturas eram cidadão comprojeção social que faziam sua plataforma de governo não eram remunerados mas enriqueciam pela corrupção.

C . Senados

d - Assembléias - comicios.

- questores - magistrados encarregados de arrecadar os tributos - Censores magistrados que faziam o recenciamento da população.

- Pretores eram magistrados qque tinham por incumbencia resolver os probl. Jurídicos - Edis tinham competencia de fiscalizar o bom andamento administrativo das cidades.

- Governadores de província magistrado era um administrador que ficava na província e tinha função jurídica. O poder ditatorial

3 . A questão Plebéia - revoltas e alterações de ordem jurídica

os plebeus tinham uma série de restrições civis, não tinham nenhuma proteção jurídica. Não tinham acesso às leis.

Eram numerosos e ameaçam romper com Roma e os romanos acordam com os plebeus e fazem as leis das XII táboas.

- Acesso a magistraturas

- Plebiscitos eram reuniões da plebe. - Lei das XII táboas.

Plebeus conseguem dessa forma a isonomia e as regras passam a ser cumpridas pelos patrícios e plebeus. o direito surge então em função das diferenças de classes entre plebeus e patrícios.

4 . Fontes do Direito:

- Costume - usus - opinio - elemento usual, conduta reiterada vira uma conduta necessária. - Lei = era proposta por um senador e o senado ratificava em conjunto.

- Edito dos Magistrados = ex dicere = dizer para fora, amplamente. - Interpretação dos prudentes.= pesquisadores do direito.

- Plebiscito

foi um direito mais justo que trouxe os plebeus para a vida civil. 5 . Crise republicana e transição para o periodo imperial - crise economico e social com inflação.

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- guerras civís - ondas mogratórias - outros elementos

como a sociedade estava ruindo ela tentou se fortificar criando o império. O DIREITO NO ALTO IMPÉRIO - 27 aC a 284 dC

Direito Clássico

1 - Regime Jurídico Político : Diarquia = principe ou imperador + senado.

Príncipe tem poderes amplos "imperium" - judiciário, militar, político-administrativo.

há uma aparente tranquilidade com o controle social pelo regime político onde o senado tem poder tênue. 2 - Fontes Jurídicas:

- Costume, mais brando. - Lei

- Senatusconsultos senado emite editos com força de lei. - Edito dos magistrados

- Constituições Imperiais - "QUOD PRICIPI PLACUIT LEGIS HABET VIGOREM" aquilo que agrada ao príncipe deve vigorar como lei.

- RESPOSTAS DOS PRUDENTES. Direito de responder ao público. 07 mar 09

Queda do Império Romano O Helenismo - Alexandre Magno. O Direito na Idade Média Alta Idade Média IV a IX Idade Média Central X a XIII Baixa Idade Média XIV a XV ALTA IDADE MÉDIA - Reis bárbaros

- Direito Consuetudinário. - Sincretismo Jurídico Direito Romano Vulgar Direito bárbaro

Direito Canônico

- Paulo de Tarso (São Paulo) o direito dos homens descende do direito divino.

- Santo Agostinho - De Civitate Dei - o direito natural de fonte sagrada. O homem ja nasce com o sentimento dos justos.

IDADE MÉDIA CENTRAL

- O Feudalismo (inicia nessa época) Poder Senhorial

Tribunais Feudais.

- Direito Romano Vulgar + Direito Senhorial + Direito Canônico.

- Síntese do Direito Romano Vulgar e normas costumeiras: FUERO JUZGO - bases das ordenações hispano-portugueses

- A codificação do Direito Canônico - Corpus Juris Canonici.

- Surgimento das Universidades e a retomada do direito romano : ESCOLA DOS GLOSADORES DE BOLONHA e o estudo do CORPUS JURIS CIVILIS. (retorno do direito romano clássico em função do surgimento das universidades).

BAIXA IDADE MÉDIA

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- Direito Mercantil e Urbano.

- A formação das monarquias absolutistas Portugal, Espanha, etc. - O pensamento renascentista

- Direito : Primeiras condensações jurídicas. Espanha Lei de las siete partidas

Portugal a. influência da ley de las siete partidas (direito justiniano, direito Canônico e costumes locais) b. As ordenações

IDADE MODERNA

A crise do absolutismo e o trunfo do liberalismo e de democracia Inglaterra :

Revolução Gloriosa e o parlamentarismo 0agna Carta

Bill of Rights França

Revolução Francesa e a democracia. O código civil frances.

O jusracionalismo contratual: Jean Jacques Rousseau. ALEMANHA : o Código Civil alemão (BGB, 1900) BRASIL : A chegada do direito Luzitano

02 ABR 09

DIREITO DAS OBRIGAÇÕES (JUS OBLIGATIONUM) OBRIGAÇÃO.

É o vínculo jurídico que une sujeitos em função de um objeto (bem material, imaterial) Etmologia - Ob-Ligare (ligatio)

Histórico.

Fonte de responsabilidade pessoal (vida, libertas)

A transição para a responsabilidade patrimonial - Lex Poetelia Papiria. OBRIGAÇÃO -

Sentido Genérico.- Instituto do Direito civil sentido Específico - um devedor e um credor. ELEMENTOS ESTRUTURAIS

Sujeitos Ativos (creditor) e passivo (debitor) Objeto

Vínculo Jurídico

CONDIÇÕES DE POSSIBILIDADE

-- Licitude - atende os requisitos legais e morais da sociedade. -- Determinabilidade -

-- Possibilidade Física / Jurídica - -- Economicidade valor econômico. FONTES DAS OBRIGAÇÕES -- Lei

-- Contrato -- Quase Contrato

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-- Quase Delito. CLASSIFICAÇÃO -- Quanto ao Objeto -- Quanto ao Sujeito. 04 abr 09 Modalidades: Quanto ao sujeito

Parciais - sujeito obriga-se apenas à parte que lhe cabe.

Cumulativas - agregado de partes, cada devedor responde com a sua paricipação. Solidárias - "in solidum" - cada um obriga-se pela prestação por inteiro.

Quanto ao Objeto

Genéricas - presta - se sem a personalização.

Alternativas - há mais de um objeto e escolhe-se entre eles. Facultativas - só há um objeto e vai variar aforma.

Divisíveis / Indivisíveis - INEXECUÇÃO.

a . DOLO

b . CULPA ( lex Aquila, 250 a.C responsabilidade Aquiliana - VI de CC) - princípio da responsabilidade civil ou aquiliana.

c . CASO FORTUITO / FORÇA MAIOR EXTINÇÃO

1 . MODOS VOLUNTÁRIOS. Pagamento (solutio)

Perdão ou Renúncia Compensação

Novação - vem de novo, coisa nova. Quando a obrigação transmuta-se em outra obrigação. Termo Extintivo. - futuridade e Certeza.

Condição Resolutiva - Futuridade e Incerteza. 2 . MODOS NECESSÁRIOS

Morte

Capitis Diminutio - alteração de capacidade não necessariamente para menor. As vezes é para maior. Perda do Objeto (sem dolo ou culpa)

Confusão - quando confunde-se credsor e devedor numa só pessoa. Prescrição Liberatória - perda de direito por decurso de prazo

(8)

O CONTRATO

é uma das espécies do gênero Obeigação Etmologia / histórico.

Cum + tratare = com trato = acordo com dois polos. Elementos Essenciais

- Vontade das partes se não estaria viciado. - Objeto.

- Elemento Economico. O Instituto.

- Pacto - Acordo de vontades informal mas não tinha proteção jurídica - Convenção.

- Contrato - pacto (vontade) + formalidade (verba certa pois a forma prevalecia ao conteúdo ) - é fonte de ação , o direito

- com justiniano : prevalência de elemento volitivo (consensus) Direito Antigo - contratos formais

- per aes et libram - verba - stipulatio - litterae

No direito Clássico

- mancipatio era contrato para cooisas res mancipi coisas de valor econômico que só podiam ser alienados com solenidades como escravos, terrenos.

- Traditio

para coisa res nec mancípio sem valor econômico sem formalidades. CONTRATOS REAIS

o elemento marcante é a entrega da coisa. Os contratos consensuais ...

a . MUTUO

meum + teum = o que te dou de meu fica sendo como teu. É um empréstimo de consumo.

- Conceito e elementos. Mutuante e mutuário

- Coisa fungível e se consolida com o elemento real através da tradição. - Contrato Unilateral e gratuito.

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b . COMODATO

- Conceito e elementos Objeto infungível, móvel ou imóvel, gratuidade. comodante e comandatário

- vide artigo 579 CC

é o empréstimo gratuito de coisa infungível, perfaz-se com a tradição do objeto. c . DEPÓSITO

- conceito e elementos depositante e depositário. - modalidades:

Depósito Necessário

é o que acontece quando alguem cuida de uma coisa de alguem sem nenhum acordo. Depósito Irregular é o de bens consumíveis.

Depósito Sequestro. Há um litígio e o juiz sequestra a coisa e a deposita com um depositário fiel. Vide artigo 627 CC

d . PENHOR (pignus datum = dado em penhor)

não confundir penhor com penhora. Bem penhorado é diferente de bens empenhado. O penhor é um contrato de garantia. O objeto é empenhado.

A penhora é um ato processual que o juiz separa bens para garantir a obrigação. - conceito/ elementos.

- objeto : Móvel / Imóvel. - Posse : Credor Pignoratício.

- inadimplemento : venda após intimação do devedor. - Direito Atual bem móvel / execução penhor agrícola. - vide art. 1431 CC

18 abr 09

PENHOR (pignus datum) Conceito / elementos - Objeto Móvel e Imóvel - Posse : Credor Pignoratício.

- Inadimplemento venda, após intimação do devedor. - Hoje : regra: Bem Móvel. Vide art. 1431 CC

FIDÚCIA

Conceito / Elementos : Contrato de natureza resolúvel. Fides = fé.

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- Fiduciante (devedor) - posse direta - Fiduciário (credor) - propriedade. Forma - Roma :

Mancipatio

In jure cessio + pactum fiduciae - Objeto : Móvel ou imóvel

- Credor : Faculdade de venda do objeto em caso de inadimplemento. - Direito atual

- vide art. 521 a 528 (venda com reserva de domínio) Instituto diverso. Venda de coisa móvel.

- Art. 1361 - propriedade fiduciária = bem móvel infungível que o devedor em garantia transfere ao credor. O registro serve para dar publicidade ao fato. Registrar significa publicar.

O DELITO E O O QUASE DELITO COMO FONTE OBRIGACIONAL. A repressão aos delitos - etapas.

a . Vingança privada - desregrada

- regrada - talião - vingança proporcional. b . composição Voluntária = acordos voluntários c . composição Legal (XII táboas) - intervenção estatal. d . justiça estatal

- fundamento na lei das XII táboas, determinando. - Reparação civil

- Reparação criminal.

Contratos consensuais - sociedade, locação, madato, compra e venda prova

direito família, coisas, usocapião, posse e propriedade. 23 abr 09

Cont. Delitos.

Públicos - é quando o bem jurídico atinge a coletividade como o Parricídio, Falso testemunho, etc. Privados - Furto, Rapina, Injúria, um dano surgido contra o direito (Damnum Injuria datum), Delitos Pretorianos.

O delito "damnum injuria datum" - base da responsabilidade jurídica extracontratual ou independente da vontade das partes que é o princípio da responsabilidade civil - ou aquiliana (lex Aquilia, 250 aC). Vide Art. 927 e 186, 187 CC

(11)

Elementos : Dano, Ato/Agente, NEXO CAUSAL.

Delitos Pretorianos - os pretores geram proteção para os que sofrem delitos causados por : Violência, Dolo, Fraude Contra Credores - 158 a 165 CC / Ação de Interdição de Fraude.

-- Restitutuio in Integrum decorre da ação de interdição de fraude onde o devedor adquire o status quo ante que é a posição patrimonial anterior à fraude - Ação Pauliana (161 CC.

O que é importante entender é que os pretores criaram esses institutos par aproteger as pessoas contra esses tipo de delito.

O quase Delito como fonte Obrigacional.

-- Quase Delito - ausência de "animus ofendendi" porém existência de prejuizo (indenizável). -- Espécies (Institutas).

processo mal julgado pelo juiz. Objeto derramdo em via pública Danos causados por prepostos. Contratos: Reais, Consensuais.

o Quase Contrato como fonte Obrigacional. 25 abr 09

QUASE CONTRATO - atos unilaterais.

Não é um contrato pois falta o acordo de vontade - são os atos Unilaterais previstos em lei.

Elementos :

-- ausência de consenso. -- ato / fato previsto em lei. Obrigação (fonte).

São fontes de obrigações para evitar enriquecimento ilíscito. Fonte Obrigacional - repelir o enriquecimento ilícito.

Espécies (Institutas).

1 . Gestão ou administração de Negócios

-- origem - Roma antiga as pessoas precisavam ausentar-se das funções dos seus negócios e esses ficavam à mercê da sorte e amigos administravam para evitar que o negócio quebrassem. Mas o dono voltava e equeria o negócio. Os gestores tem que prestar contas do que ganhou para evitar enriquecimento ilíscito. -- elementos : Utilidade; Probidade; "animus Obligandi.", "Actio" protetora de direitos.

-- Vide art. 861 CC. 2 . Pagamento Indevido.

-- Princípio "Solve et Repete". Pagar o que não deve por exemplo a quem não deve receber. Já que acontece essa atuação em erro, pode-se rever o que pagou.

-- Erro no pagamento (erro excusável). -- Ação de repetição de indébito. -- vide art. 876 CC.

3 . indivisão.

Pessoas se coobrigam em face de um estado de indivisão. Ex. Recebimento de herança e pagamento de débitos.

4 . tutela / Legado.

(12)

Contratos Consensuais - acordos de vontades. espécies: compra e venda, casamento, sociedades. a. Venditio (compra e venda) coisa, preço, consenso.

-- Arras contratuais - é um sinal inicial como promessa de pagamento.

-- Vícios redibitórios. Art. 441 CC - são vícios incidentes no objeto que podem desfazer o contrato, voltando as partes ao estado inicial.

-- Evicção - art. 447.- é uma garantia que o alienante dá para o adquirente com relação a obrigação de terceiros sobre a coisa alienada.

-- O princípio da "excessão do Contrato não cumprido" art. 476. - o comprador se desobriga a pagar o restante em função de não ter recebido a coisa.

Se não apgar não pode receber. b . Sociedade - elementos : -- Affectio Societatis.

-- Participação - modo como os participantes entram na sociedade. -- Responsabilidade.

-- Duração , etc.

c . Mandato - Elementos / Origem.

É uma ordem surgida em função do contrato. -- Responsabilidade :

Mandante Mandatário

-- a instrumentalização do mandato a procuração

-- art. 653 CC - alguém recebe de outrem procuração para exercer poderes em nome de alguém. Mandante e mandatário.

A procuração é instrumento do mandato. d . Locação

Locatio Rei (coisa)

Locatio Operarum (prestação de serviço). Locatio Operis Faciendi (obra certa) vide art. 565 CC.

07 MAI 09

DIREITO SUCESSÓRIO ROMANO Sucessão é quando algo substitiu algo.

CONCEITOS FUNDAMENTAIS / INTRODUTÓRIOS. Sucessões - Modalidades

(13)

- Mortis Causa : substituição quando da morte.

-- A título Universal quando todos sucedem a outra a título geral. -- A título Particular quando alguém sucede o outro.

TERMINOLOGIA

Heres = herdeiro relativo à herança. Hereditas = herança.

De Cujos - "persona de cujos sucessionis agitur" = pessoa de cuja sucessão está a agir. Ab intestato = morrer sem deixar testamento.

ESPÉCIES SUCESSÓRIAS ROMANAS

a . Testamentária = ato de vontade acerca de seu patrimônio. b . legítima = não decorre da vontade mas da legis.

c . contra o testamento.

A SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA.

Fundamento : Dever Moral / Religioso para a manutenção do culto doméstico. quando falecial alguém a primeira coisa a verificar era se tinha deixado testamento. Ato Personalíssimo = absolutamente pessoal e só quem tem a titularida o faz.

Possibilidade de ampla e absoluta disponibilidade de patrimônio = sujeito podia deixar herança para quem quisesse.

Impossibilidade de recusa de herança pelo herdeiro = era proibido recusar hernça por caisa da herança do culto.

A SUCESSÃO LEGÍTIMA surge da lei das XII táboas. Fundamento :

permanece como sendo a manutenção do culto domésticos Co-propriedade familiar.

Culto doméstico.

-- Sistemas ou Regramentos quanto à ordem da vocação sucessória 1 . Heredis sui - herdeiros de si : filhos (as), mulher in manu, neto (as). 2 . agnatos próximos : irmãos e sobrinhos.

3 . gentiles = membros da mesma gens. ESTRUTURA DE PARENTESCO. Bisavô

(14)

Avô --- Tio ---- Primo !

Pai --- irmãos ---- sobrinhos ! + ANTONIO ! Filho ! Neto ! Bisneto

Linha : Reta descendente ou ascendentes / Colateral (mais distantes. grau : Distância entre classes

Classe 14 maio 09

PROCESSO Cont.

OS SISTEMAS PROCESSUAIS ROMANOS 1) As Ações da Lei (Legis Actiones)

eram modos de agir de acordo com alei das XII táboas. Características Gerais.

ORALIDADE, SOLENIDADE

FORMALISMOS - forma dat esse rei - a forma dá ser à coisa. exagerado apego à forma.

LEGALIDADE - Lei das XII táboas. EXISTÊNCIA DE DUPLA FASE. a) in jure (magistrado)

não dava a sentença.

- Chamamento do réu (faz-se uma petição e o réu é citado). - Resposta do réu (defesa do réu para confessar ou contestar)

- Solução da lide ou conflito de pretenções = litiscontestatio = remessa a árbitro. b) apud judicem (particular).

- Comprovação das alegações (instrução) instruir o processo é trazer para os autos as provas. - Sentença do árbitro / juiz.

- Impossibiidade de apelação. - AÇÃO DE EXECUÇÃO.

Algumas espécies de ações da lei: - Ações da lei per sacramentum in rem (direitos reais)

in personae (direito obrigacional).

- Ações da lei per manus injectionem.(tomar pelas mãos = ação de execução) - outras.

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2) O PROCESSO FORMULAR. cARACTERS GERAIS

- sURGIMENTO DE FÓRMULAS PROCESSUAIS ESCRITAS. - REDUÇÃO DO FORMALISMO / SIMBOLOSMO.

- COEXISTÊNCIA DE DUPLA FASE.

16 maio 9

PROCESSO FORMULAR (processo passa a ser escrito numa fórmula). Características gerais:

Formulas Processuais escritas

Redução do formalismo / simbolismo - decresce à medida em que a sociedade evolui)religião e direito perdem força e o direito torna-se mais racional.

Coexistência de dupla fase - não contém possibilidade de recurso. A estrutura do processo formular:

1) Fase in jure (diante do magistrado)

a) Postulação / Citação - chama o réu (pelo autor) - convocação pela própria parte (o Estado ainda não convoca).

b) Resposta do réu - contesta, confessa ou revelia (não comparece).

c) Elaboração de Fórmula e remessa das partes ao árbitro - não havendo um acordo ouve o autor e o réu e elabora a formula e remete às partes ao arbítro que não pode julgar fora da formula.

Estrutura da fórmula (vide CPC, art 282;300,VI paragr. 1ro. Art 297). -- Designar o juiz -- Demonstração de fato. -- Pretenção -- Condenação -- Prescrição. -- Execução. -- Réplica/Tréplica. 2) Fase apud Judicem. -- Ausência de formalismo.

-- Instrução Processual : provas, testemunhas, documentos, etc. -- Jadex/ árbitro sentença.

-- Impossibilidade de recurso. (appellatio). 21 maio 09

O PROCESSO EXTRAORDINÁRIO CARACTERES GERAIS

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- Redução do Simbolismo/ Maior objetividade no desenvolvimento dos atos processuais. - Instituição da justiça estatal, fim da ORDO JUDICIORUM PRIVATORUM.

- Princípio da identidade física do juiz. - Princípio do duplo grau de jurisdição.

- Pedidos escritos (fim da fórmula, feita na fase inalgural do processo no sistema formular) - Etapas do processo:

a) Postulação / Contestação. b) Instrução.

c) Decisão.

- Instituição de Tribunais recursais. SÍNTESE.

SISTEMAS PROCESSUAIS. 1) Ações da lei (legis actiones). 2) Formular.

3) Extraordinário.

Processo Extraordinário (justiça estatal e acaba ajustiça particular) - Princípio identidade física do juiz.

- Princípio duplo grau de jurisdição - apelação. - Unificação das fases.

- Justiça prestada pelo Estado. Etapas do processo.

- Postulação / Defesa. - Instrução.

- Decisão.

Fases do processo 1) Ações da lei Oral.

2) formular pois seguia uma fórmula - há uma maior segurança jurídica pois o juiz ouvia as partes e gerava uma formula. O artigo 282 é o início da petição inicial que é quando se pede as coisas para o judiciário. 3) Processo extra ordinário - vai além do

formular-ORDO JUDICIORUM PRIVATORUM - ALÉM DA ORDEM PRIVAD. ERA superior á ordem privada pois o juiz ouve as duas partes e decide.

Referências

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