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Direito à Educação no Brasil: Aspectos Históricos

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Academic year: 2021

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(1)Direito à Educação no Brasil: Aspectos Históricos Cinthya Nunes Vieira da Silva* Professora do Centro Universitário Anhanguera - UNIFIAN. Narcelo Adelqui Felca** Professor do Centro Universitário Anhanguera - UNIFIAN. O presente artigo versa sobre a evolução do direito à educação no sistema legal brasileiro, desde de sua primeira previsão, até os dias atuais. A partir da análise da natureza e da importância de tal direito, elevado à categoria de direito fundamental, traça-se um breve panorama histórico da educação no sistema constitucional brasileiro, a fim de que, sob tal ótica, se possa vislumbrar os estágios históricos pelos quais o direito à educação passou. A análise, que se inicia no Brasil Colônia e encontra seu atual término na Constituição Federal de 1.988, também tem como fim trazer à discussão pontos relevantes no estudo do direito à educação, contextualizando-o, permitindo a sua interpretação histórica. Palavras-chave: Direito, Educação, Constituição, Brasil. Abstract. Revista de Direito. Resumo. This article turns about the evolution of the right to the education in Brazilian legal system, since its first prevision, till the present. From the analysis of the nature and of the importance of such right, elevated to a fundamental rigth order, it traces a breaf historical view of the education in the constitutional Brazilian system, in order to, under such view, be possible to guess the historical stages, by such them the right to the education passed. The analysis, that begins in Brazil Colonial and find out its present end in Federal Constitution of 1988, also has as objective to bring for the discussion, important points in study of the right to the education, getting it in the context, permitting its historical interpretation. Key-words: Right, Education, Constitution, Brazil. *Coordenadora do Núcleo de Prática Jurídica, Coordenadora do Curso de Direito e da Pós-Graduação em Direito Processual Civil do Centro Universitário Anhanguera - Câmpus Leme, e-mail: [email protected] **Supervisor da Prática de Direito Processual Penal do Centro Universitário Anhanguera - Câmpus Leme, e-mail: [email protected]. 45.

(2) Cinthya Nunes Vieira da Silva, Narcelo Adelqui Felca. Revista de Direito. Considerações Preliminares Sem dúvida alguma, o a educação se constitui em um dos principais e mais importantes direitos do ser humano, eis que dela decorre a aptidão para o exercício da quase totalidade dos direitos e garantias fundamentais. Desta forma, apenas se é possível vislumbrar uma sociedade organizada, livre e evoluída, se o direito à educação for assegurado em sua Lei Maior, com a previsão de mecanismos que permitam sua efetivação. Considerando a importância do tema, desta feita, o presente artigo tem finalidade, a partir de uma abordagem história do direito à educação no Brasil, oferecer subsídios para que se tenha uma visão mais completa, e não segmentada, da atual situação da educação brasileira, essencialmente na atualidade, em que está em pauta proposta para reforma universitária. Assim, na tentativa de contribuir para que se pudesse obter um horizonte melhor definido sobre a necessidade da reforma, optou-se por não se abordar os erros ou acertos da medida governamental, mas sim, oferecer um panorama a respeito do histórico da educação no Brasil, que se inicia no Brasil Colônia e encontra seu atual término na Constituição Federal de 1.988. Quiçá uma vez verificados os erros e os acertos do passado, possa-se entender e avaliar a situação presente e, muito mais do que isso, melhor trabalhar pelo futuro. A Educação no Brasil colônia. 46. A educação na época do Brasil colônia, em face da submissão a Portugal, servia como instrumento de contenção e de disseminação de ideologias que se prestavam a manter o sistema funcionando como se encontrava, sem a ocorrência de revoltas. Isto pois, buscava-se que as colônias da América fossem simples produtoras e fornecedoras de gêneros úteis ao comércio metropolitano e que se pudessem vender. com lucro nos mercados europeus.1 Este enfoque se fez presente na Companhia de Jesus, fundada em 1534, por Inácio de Loyola, movimento de reação da Igreja Católica contra a Reforma protestante.2 Assim, esta veio para o Brasil, juntamente com o primeiro governador-geral, Tomé de Sousa, com a finalidade de catequizar os índios, não para salvar suas almas de pessoas pagãs, mas sim, para lhes incutir o pensamento de que os portugueses tomavam suas terra em nome de Deus, visto que eram abençoados pela Igreja, ficando bem mais fácil a submissão, evitando-se a guerra. A atuação da Companhia de Jesus foi um marco importante para a colonização do Brasil, visto que de 1549 a 1759 eles proporcionaram a disseminação do conhecimento, muito embora ideologicamente estruturado, a uma grande parte da população indígena da época. Tanto que no ano da expulsão dos Jesuítas do Brasil, 1759, existiam 36 missões, “escolas de ler e escrever em quase todas as povoações e aldeias por onde se espalhavam suas 25 residências, além de dezoito estabelecimentos de ensino secundário, nos pontos mais importantes do Brasil”.3 A educação na fase do Império A fase do império teve como ponto deflagrador a vinda da família real para o Brasil, fugindo da fúria do General francês, Napoleão Bonaparte, que trouxe consigo a necessidade da instalação, em terras brasileiras, de escolas. Fato que contribuiu sobremaneira para a rápida instalação daquelas foi a ocorrência da independência do Brasil, visto que, mais do que nunca, necessárias se demonstravam para a devida formação das elites dirigentes do país, pois não mais podiam depender da Europa, especificamente de Portugal, visto a presença de Napoleão na Europa, o que os obstava de poderem usufruir da educação das.

(3) escolas da Corte. A mudança drástica da Europa para o Brasil trouxe problemas para a família real, mas alguns avanços para a Colônia. Insta ressaltar que preocupação com a educação foi demonstrada na Carta Magna de 18244, mas, no entanto, o ensino primário ficou a encargo das províncias e estas, “sem recursos e como os escravos eram proibidos de freqüentar as escolas, nada ou pouco fizeram para a implantar, ainda mais que não se fazia necessário para se adentrar no ensino secundário ou superior, do ensino primário.5 O ensino secundário e superior, como estavam a encargo do Império, vieram a ter uma outra conotação, tanto que em 1828, em 1o de março e, em 15 de maio6, foram instituídas as duas primeiras Faculdades de Direito no Brasil, em São Paulo no Convento de São Francisco e no Mosteiro de São Bento em Olinda, respectivamente. Em fase posterior, ao Poder central, concorrentemente com as províncias, foi deferido o ensino primário e secundário, instituído no Município da Capital, sendo que “as províncias ficaram também com a possibilidade de os desenvolver, mas quando o realizavam, o desenvolviam de maneira muito precária”. 7 Assim verifica-se já de antemão, que aos fidalgos que se deslocavam para a Capital para estudar, era garantido um ensino de qualidade, enquanto que aos provincianos, era dado um ensino precário ou nem isso, ficando, já naquele tempo, demonstrado a ocorrência de descaso e privilégio aos mais abastados. Ao término desta fase, sem que poucos ou quase ninguém daqueles que pertenciam a grande massa notassem, adentrou-se na fase da República e, novamente, a existência de choque com a educação se verificou. A Educação na Primeira República Nesta nova realidade do Brasil,. verificou-se um verdadeiro choque entre os ideais republicanos e a realidade da educação, pois essa tinha toda a sua estrutura herdada do Império, que privilegiava, como antes disposto, a educação da elite e menosprezava, sobremaneira, a educação popular. Este quadro de discrepância entre os ideais e a realidade vigente no Brasil, mais os problemas externos dentre eles: o crack da Bolsa de Nova York, levou em 1930 a ocorrência da Revolução que veio a ser apoiada pela classe média. No entanto, a grande massa novamente se frustrou, pois os seus sonhos de democracia e ideais modernizadores, foram logo sufocados pelo grupo revolucionário que ascendeu ao poder e nele permaneceu. Promulgou-se a Constituição de 1.934 e, em 1.937, outorgou-se uma outra Constituição, onde se instituindo o Estado Novo, com Getúlio Vargas à sua frente, e com a implantação da Ditadura, que trouxe com ela o silêncio e a submissão ao Poder. Importante destacar que entre 1.930 e 1.937, muito foi feito para se modernizar a educação; vários reformadores educacionais passaram a ocupar cargos na administração e a implantar as mudanças, dentre eles se pode citar a criação de uma política nacional de educação.8 A Constituição de 1.934 foi pioneira e veio a incluir um capítulo próprio para a educação, e dentre as propostas ali dispostas estavam a de que: a educação era um direito de todos 9, como também, da imperiosa necessidade que a “educação primária fosse integral e gratuita e a devida assistência aos estudantes necessitados, extensiva aos adultos”.10 No entanto, o Estado Novo e a Constituição de 1.937 que veio a ser outorgada, conhecida no meio jurídico como “Polaca”, em face da grande influência autoritária advinda da Europa, veio a retirar a previsão de que a educação era um direito. Esta somente veio a ocupar o seu lugar de merecido destaque, voltando a pertencer ao panorama constitucional, com a edição da. Revista de Direito. Direito à Educação no Brasil: Aspectos Históricos. 47.

(4) Cinthya Nunes Vieira da Silva, Narcelo Adelqui Felca. Constituição Federal em 1.946, que veio a ser promulgada.. Revista de Direito. Educação no Período de 1946 a 1964 Este vem a ser o período de maior produtividade para a educação, pois se deu uma evidente integração e uma enorme participação popular, sendo que o ensino técnico-profissional veio a obter a sua equiparação com o secundário, e ocorreu a promulgação da Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional em 1.961, após 13 anos de discussões no Congresso. O Poder Executivo se empenhou sobremaneira, visando à ampliação da escola pública e gratuita, além de se buscar a alfabetização de adultos, segundo o método Paulo Freire. A Lei 4.024/61 que se denominava Lei de Diretrizes de Bases da Educação Nacional, veio a estabelecer realmente as diretrizes e as bases para todos os níveis de ensino, desde o primário até o superior. Alguns educadores trouxeram também a sua contribuição para o desenvolvimento do ensino, mas com ênfase na alfabetização do adulto e não apenas da criança. Paulo Freire foi seu expoente, mas, em 1º de abril de 1.964, os “anos de chumbo” começaram e todas as mudanças e pensamentos educacionais foram apartados da realidade e seus idealizadores tidos como subversivos e cassados. Sob este enfoque de restrição e limitação da informação é se desenvolverá o tópico seguinte onde a ditadura teve uma importante influência e que perdurou por nada menos de 20 anos. A Educação a partir dos “anos de chumbo”. 48. A partir de 1.964, a educação brasileira, da mesma forma que os outros setores da vida nacional, passou a ser vítima do autoritarismo que se instalou no. país. Reformas foram efetuadas em todos os níveis de ensino, impostas de cima para baixo, sem a participação dos maiores interessados - alunos, professores e outros setores da sociedade. Os resultados são os que vemos em quase todas as nossas escolas: elevados índices de repetência e evasão escolar, escolas com deficiência de recursos materiais e humanos, professores pessimamente remunerados e sem motivação para trabalhar, elevadas taxas de analfabetismo.11. Em face desta abalizada manifestação já se denota que o menor interesse do sistema era a manutenção ou o oferecimento de uma educação de qualidade para a população. Sob esta visão de deterioração do ensino e de seus educadores, empresas multinacionais prosperavam a olhos vistos, sendo que estas se apoderavam dos vários setores da economia nacional, As inúmeras intervenções dos governos, seja em qual âmbito for, na educação, apenas contribuíram para sucatear e acabar com as perspectivas dos jovens, haja vista que os ensinos primário, hoje fundamental, secundário, hoje médio, não são capazes de formar um cidadão a contento, quanto mais ser garantia de acesso a uma Universidade Pública. E esta, antes tão decantada e admirada por todos, não comporta mais o seu “glamour”, pois não mais vem a ser, isoladamente, garantia de um bom emprego e de um futuro promissor. Com base nesta realidade de descaso e menosprezo pela educação, nos seus mais diferentes níveis, é que se vivencia, na atualidade, problemas das mais variadas espécies. O distanciamento do governo da população e o desinteresse desta pela coisa pública, geram as ocorrências de destruição do patrimônio alheio e público, o desrespeito pelos direitos de outrem e a preocupação unicamente focada em sua pessoa..

(5) A Educação na Constituição Federal de 1.988 A devida conformação de um Estado nos moldes propostos no art. 1 o13 da Constituição Federal, sem sombra de dúvidas, vai requerer um programa educacional que traga em seu bojo não apenas os conhecimentos para o exercício de uma profissão, mas este depende, antes de mais nada, da efetiva integração Estado e sociedade, mais especificamente, Estado e família. Desse modo, é possível identificar que para aquele fica o encargo/dever de garantir uma educação de qualidade e, a esta, o direito de exigir uma educação a contento, mas com a obrigação de dar os primeiros ensinamentos sobre a necessidade de uma convivência pacífica entre todos como também as premissas de bons modos e costumes. O reconhecimento pelo legislador pátrio da importância da educação, fez com que este a erigisse ao âmbito constitucional, reservando-lhe um capítulo para tanto, no art. 205 e ss, onde de imediato consigna ser a educação um direito de todos e um dever do Estado e da família.14 Em face do uso desta conjunção aditiva “e” fica evidenciado que o legislador não reservou somente para o Estado a função de educar, eis que existe e se requer uma íntima ligação com a família/ sociedade, pois esta é a destinatária final de tal direito. Visualiza-se, desta feita, que a educação não advém somente dos bancos escolares e não é só obrigação do Estado, mas antes de mais, vem a ser uma relação de parceria, uma verdadeira simbiose. Esta interação simbiótica se verifica na medida em que, num primeiro momento, o Estado vem a oferecer o devido serviço para a população que dele se favorece; num segundo momento, o Estado é que vem a se favorecer do serviço prestado anteriormente, pois irá captar no mercado as pessoas que lhes serão indispensáveis para a manutenção de sua organização e de sua perpetuação.. Trata-se, portanto, de um verdadeiro ciclo de relações onde um coloca a disposição do outro os seus serviços e conhecimentos com o fito de ora educar, ora se beneficiar pelo serviço prestado. Urge ressaltar que a educação, sob esta ótica de ciclo, ou de sistema de in put e out put, sendo sempre realimentado, depende, para sua devida manutenção e evolução, de pessoas com um vasto cabedal de conhecimentos, os quais são adquiridos, parte, mediante interesse pessoal, mas acima de tudo, de uma séria, competente e completa educação, obtida nos bancos escolares. Em não sendo assim, em pouco tempo os destinatários da educação não serão mais capazes de realimentar o sistema, fato que geraria o caos, produzindo pessoas sem aptidões para o trabalho qualificado, inaptas para contribuírem para formação de uma nação desenvolvida, politizada e capaz de bem escolher seus dirigentes. Deste pensamento é que adveio a preocupação do legislador em garantir uma educação a contento; no entanto, tal norma constitucional não faz frente aos interesses dos dirigentes, na medida em que não se tem uma punição direta àquele que venha desrespeitar tal imposição. Sabendo desta omissão é que os governantes pouco se interessam por resolver o problema da educação. Quando muito, tomam medidas paliativas ou demagógicas no sentido de agradar alguns e comprometer todo um sistema organizado e coeso.. Revista de Direito. Direito à Educação no Brasil: Aspectos Históricos. Considerações Finais Não se pode olvidar, ainda, que a educação, direito fundamental do homem, se constitui em pressuposto elementar para a evolução de um país. Quanto maior o investimento em recursos e políticas públicas voltadas à educação, maior se denotará a importância dada ao tema, pelos governantes, conseqüentemente, sua preocupação em contribuir para formação de pessoas esclarecidas de seus deveres, mas,. 49.

(6) Cinthya Nunes Vieira da Silva, Narcelo Adelqui Felca. Revista de Direito. sobretudo, de seus direitos. Diante de breve histórico do direito à educação no sistema constitucional brasileiro, pretendeu-se demonstrar, de igual modo, o zelo e empenho que foi dedicado à efetivação do mesmo. Como já se ressaltou neste artigo, não basta apenas a garantia constitucionalmente estabelecida, mas é necessário que muito do que boas intenções e atitudes paternalistas ou paliativas, para que a educação, realmente, seja um direito exercitável por todo brasileiro. Por fim, cabe colacionar, para reflexão, os dizeres de Salvador de Maio, em 1959 (!) referido por Rosilene Maria Sólon Fernandes de Martins:. 50. A instrução é cúpula e a educação é a base. E na estrutura do edifício da personalidade, de cuja solidez depende indubitavelmente o equilíbrio social, imperdoável será que persistamos no erro milenar das edificações sem base, de cujos desmoronamentos não nos damos conta, não obstante o número cada vez maior dos que se asfixiam em seus escombros.15 Referências Bibliográficas ARAUJO, Luiz Alberto David. NUNES JÚNIOR, Vidal Serrano. Curso de Direito Constitucional; São Paulo: Saraiva, 1998. ARRUDA ARANHA, Maria Lúcia de. História da Educação. 2 ed. São Paulo: Editora Moderna. 1.996. BARROSO, Luís Roberto. Constituição da República Federativa do Brasil ANOTADA e legislação complementar. São Paulo: Saraiva, 1998. __________________. O Direito Constitucional e a Efetividade de suas Normas. 4 ed. São Paulo: Renovar, 2000. COELHO, Fábio Ulhoa. Direito e poder. São Paulo: Saraiva, 1.992. DINIZ, Maria Helena. Norma Constitucional e seus efeitos. 4 ed. São Paulo: Saraiva, 1998. ESPÍNDOLA, Ruy Samuel. Conceito de Princípios Constitucionais. São Paulo: RT, 1999. FILHO, Willis Santiago Guerra. Processo Constitucional e Direitos Fundamentais. São Paulo: Editora Celso Bastos .1999.. FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. 25. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001. GILES, Thomas Ranson. História da Educação. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária. 1.987. JOSÉ, Antonio. ROSA, Miguel Feu. Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1998. MARTINS FILHO, Ives Gandra. Manual esquemático de História da Filosofia. 2 ed. São Paulo: Editora LTR, 2.000. MARTINS, Rosilene Maria Sólon Fernandes. Direito à Educação. Aspectos legais e constitucionais. Rio de Janeiro: Letra Legal, 2004. MORAES. Direitos Humanos Fundamentais. São Paulo: Atlas, Coleção Temas Jurídicos; vol 3, 1997. PILETTI, Claudino e PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. 15 ed. São Paulo: Editora Ática. 2.001. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 21 ed. São Paulo: Cortez, 2.000. SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 12 ed. São Paulo: Malheiros, 1997. _________________Ordenação Constitucional da Cultura. São Paulo: Malheiros, 2001. Notas PILETTI, Claudino e PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. São Paulo: Editora Ática, 15 ed. 2.001. p. 164. 2 Idem, p. 165. 3 PILETTI, Claudino e PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. São Paulo: Editora Ática, 15 ed. 2.001. p. 166. 4 CF/1824. Art. 179, inc. XXXII - “A instrução primária é gratuita a todos os cidadãos”. 5 PILETTI, Claudino e PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. São Paulo: Editora Ática, 15 ed. 2.001. p. 178. 6 Idem, p. 180. 7 Ibidem. 8 PILETTI, Claudino e PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. São Paulo: Editora Ática, 15 ed. 2.001. p. 190 9 CF/1934 - Art. 149. 10 CF/1934 - Art. 150. 11 PILETTI, Claudino e PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. São Paulo: Editora Ática, 15 ed. 2.001. p.231. 12 PILETTI, Claudino e PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. São Paulo: Editora Ática, 15 ed. 2.001. p.232. 13 Art. 1 - A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I 1.

(7) Direito à Educação no Brasil: Aspectos Históricos. Revista de Direito. - a soberania; II - a cidadania; III - a dignidade da pessoa humana; IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;V - o pluralismo político. Parágrafo único - Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. 14 CF/88 - Art. 205 - A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. 15 MARTINS, Rosilene Maria Sólon Fernandes. Direito à Educação. Aspectos legais e constitucionais. Rio de Janeiro: Letra Legal, 2004. p. 126.. 51.

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