O Ângulo de Contato e a Tensão Superficial - INTRO
ÂNGULO DE CONTATO
Imagens de gotas de água na superfície dos filmes.
Contact angle measurements on PTFE-modified with a radionuclides conjugate (HA-DTPA) of hyaluronan
The hyaluronan conjugate immobilized onto plasma functionalized PTFE drastically increased the hydrophilicity of the
On the top and middle of picture shown, you can see the difference of untreated and O2 PSII-treated PET samples.
The water drop on the treated sample showed a significantly reduced contact angle, which is an expression of the higher surface energy and better hydrophilicity. At the bottom, the hydrophobic surface of CF4-PSII treated PET was shown.
Aligned TiO2nanorod arrays synthesized by oxidizing titanium with acetone
Detachment of Oil Dropsfrom Solid Surfacesin Surfactant Solutions: Molecular Mechanisms at a
Moving Contact Line
Aim: (i) Examine the effect of temperature, surfactant and salt
concentrations, on the dynamics of drop detachment.
(ii) Develop of a quantitative theoretical model; fitthe experimental data; determine the values of the involved physicochemical parameters.
Drop detachment:
Moving contact line;
Importance for Detergency;
Membrane emulsification;
Other processes with moving
three-phase contact line
Experiment
Procedure:
(1) Oil dropis placed on the dryglass substrate;
(2) Solution of surfactant + NaClis poured in the cuvette; (3) The process of oil drop detachmentis recorded by horizontal microscope and video-camera.
Scheme of the experimental cell: 1 – glass plate; 2 – oil droplet ≈ 1 μl; 3 – glass holders; 4 – surfactant solution; 5 – syringe;6 – cuvette.
Dynamics of Spontaneous Drop Detachment
0 s 27 s 1 min 55 s
9 min 16 s 21 min 49 s 1 h 6 min 46 s
Cauda APOLAR Cabeça POLAR Estearato de sódio
Este método baseia-se na medida da força máxima necessária para destacar um anel da superfície líquida
O anel é suspenso ao mesmo tempo em que se abaixa a mesa contendo o copo com a solução para manter o braço de torsão no nível de referência.
A máxima força exercida pelo braço de torsão ocorre quando o anel é destacado da superfície. Neste instante, o valor da força F é lido na escala diretamente como sendo a tensão superficial, em mN/m ou dinas/cm.
Tensão Superficial – Método do
Destacamento do Anel de du Nouy
Técnica utilizada:
Tensão Superficial – Método
do Destacamento do Anel de du Nouy
Tratamento dos Dados
Observações:1) Tensão superficial ( γ ) (dina.cm-1); 2) Concentração de surfactante (mol.cm-3);
3) Plotou-se um gráfico de tensão superficial ( γ ) contra o logarítimo natural da concentração ( lnC );
4) Determinou-se o coeficiente angular da porção linear antes da descontinuidade (Equação 1) e obteve-se a área transversal efetiva do surfactante na monocamada adsorvida na interface ar/água.
1
Equação
ln C
RT
Γ
−
=
γ
-17 -16 -15 -14 -13 -12 -11 -10 -9 36 40 44 48 52 56 60 64 68 72 lnC= -12,1 cmc =5,6X10-6 mol/cm3 cmc= 5,6 mM Y = A + B * X A -139,94161 B -14,79515γ
(dina. cm -1) ln [SDS, mol.cm3]Resultados
A) cmc obtida experimentalmente: ~ 5,6 mMB) Valor da tensão superficial na cmc: 38,8 dina.cm-1
CONCENTRAÇÃO SUPERFICIAL EM EXCESSO (Γ):
(
1)(
3 1)
6 2 1 3 1 1 3 1 1 1 3 1 1 . 10 0 , 6 10 8 , 14 . 0004036 , 0 10 8 , 14 . 298 . . 314 , 8 1 . 10 8 , 14 . 298 . . 314 , 8 1 . : que se -sabe . 10 8 , 14 . 298 . 314 , 8 1 ln . 1 ln ln ln 1 ln − − − − − − − − − − − − − − − − = − − = Γ − − = Γ − − = Γ = − − = Γ Δ Δ − = Γ = Δ Δ Γ − = Δ Δ Γ − = − = m mol X m X mol m m X mol m m N X K mol mK N m N J m N X K mol JK C RT angular e coeficient C RT C RT C quação C E ΓRT γ γ γ γ γÁREA OCUPADA POR UMA MOLÉCULA NA
INTERFACE (w)
2 1 2 1 2 20 2 20 2 10 1 2 20 2 17 1 23 2 6 23 . 036 , 0 1 . 7 , 27 10 7 , 27 : então 10 1 : logo 10 1 10 7 , 27 10 12 , 36 1 . 6,02X10 . . 10 0 , 6 1 / 6,02X10 . 1 : (w) molécula por ocupada Área − − − − − − − − − − − − = = Γ = = = ⎟ ⎠ ⎞ ⎜ ⎝ ⎛ = = = = = = = Γ = o o o o A molécula w molécula A molécula m X w m A m A molécula m X w moléculas m X w mol moléculas m mol X w mol moléculas N N w40,4 -11,10 15,0 x10-6 40,0 -11,51 10,0 x10-6 38,7 -11,74 8,0 x10-6 37,6 -11,87 7,0 x10-6 38,0 -12,11 5,5 x10-6 37,1 -12,21 5,0 x10-6 36,1 -12,31 4,5 x10-6 36,3 -12,43 4,0 x10-6 36,9 -12,56 3,5 x10-6 36,0 -12,72 3,0 x10-6 36,5 -12,90 2,5 x10-6 37,0 -13,12 2,0 x10-6 48,6 -13,82 1,0x10-6 79,3 0 0 Tensão Superficial (dina.cm-1) ln C Concentração (mol.cm-3) -14,0 -13,5 -13,0 -12,5 -12,0 -11,5 -11,0 34 36 38 40 42 44 46 48 50 x = -12,68 ~ 3,11x10-6mol.cm-3 y = 35,85 dina.cm-1 c.m.c Y = A + B * X A -119,40715 B -12,09529 te n s ão s u pe rf ic ia l, di na .c m -1 ln C (C em mol.cm-3 ) 2 6 . 10 88 , 4 × − − = Γ molm 1 2 1 2 20 Å 04 , 34 10 04 , 34 − − − ⋅ = ⋅ × = molécula w molécula m w 2 -1 2 0,029 Å Å 04 , 34 1 1 = ⋅ ⋅ = = Γ − molécula molécula w
Ismael,Gabriel, Fernando, Ingrid
mM cmc=3,1 78,45 Água a 25°C 42,6 -10,81 20,0 42,5 -11,10 15,0 41,95 -11,51 10,0 40,85 -11,73 8,0 39,9 -11,86 7,0 39,55 -12,02 6,0 38,8 -12,11 5,5 37,25 -12,20 5,0 36,65 -12,31 4,5 35,5 -12,42 4,0 36,10 -12,56 3,5 38,05 -12,71 3,0 39,05 -12,89 2,5 45,00 -13,12 2,0 58,15 -13,81 1,0 Tensão Superficial (dina/cm) ln C C (x10-6 mol/cm3) -14,0 -13,5 -13,0 -12,5 -12,0 -11,5 -11,0 -10,5 35 40 45 50 55 60 A -192,91379 B -18,14286 te n s ão s uperf ic ial (dina/ c m ) ln C (C em mol/cm3 ) lnC= -12,6 cmc =3,4X10-6 mol/cm3 cmc= 3,4 mM 2 6 . 10 32 , 7 × − − = Γ molm 1 2 1 2 20 Å 75 , 24 10 75 , 24 − − − ⋅ = ⋅ × = molécula w molécula m w 2 -Å 040 , 0 1 1= = ⋅ = Γ molécula mM cmc=3,4
41,25 -11,11 15,0 40,75 -10,82 20,0 41,00 -11,51 10,0 39,00 -11,74 8,0 38,50 -11,87 7,0 37,50 -12,02 6,0 38,15 -12,11 5,5 38,00 -12,21 5,0 38,50 -12,31 4,5 36,20 -12,43 4,0 36,10 -12,56 3,5 36,25 -12,72 3,0 35,40 -12,90 2,5 39,50 -13,12 2,0 49,50 -13,81 1,0 70,30 Agua Tensão Superficial (dina/cm) ln C C (x10-6 mol/cm3) 2 6 . 10 15 , 6 × − − = Γ molm 1 2 1 2 20 Å 00 , 27 10 00 , 27 − − − ⋅ = ⋅ × = molécula w molécula m w 2 -1 2 0,037 Å 7,00Å 2 1 1 = ⋅ ⋅ = = Γ − molécula molécula w mM cmc=2,6
Marcelo, Helen, Josiane, Leila
-14,0 -13,5 -13,0 -12,5 -12,0 -11,5 -11,0 -10,5 34 36 38 40 42 44 46 48 50 lnC= -12,9 cmc =2,6X10-6 mol/cm3 cmc= 2,6 mM Y = A + B * X A -161,05992 B -15,25433 γ ( d ina/ cm) ln c (c em mol/ cm3 ) ¾ Abaixo da cmc os monômeros comportam-se como eletrólito forte.
¾ Após a micelização ,
comportam-se como eletrólito fraco.
Comportamento do surfactante em solução aquosa:
Técnica: Condutividade Elétrica
(i) é uma técnica muito simples e usada extensamente
para medir a cmc.
(ii) os perfis exibem algumas características bem
conhecidas que mudam facilmente com as mudanças das condições experimentais.
κ
A estrutura da micela
A estrutura da micela
A condutividade equivalente de soluções de sais anfifílicos usualmente diminuem acima da cmc.
Isto tem sido explicado devido a inclusão na micela de íons de carga oposta (contra-íons) que ficam ligados eletrostaticamente em alguns monômeros.
** As micelas são espécies pouco ionizadas,
** As micelas que se formam são grandes (em
relação aos monômeros) e assim sua mobilidade
iônica é menor que a do monômero.
Por que observamos uma descontinuidade
nos perfis de cond. elétrica na região da cmc ?
Determina
Determina
ç
ç
ão da cmc
ão da cmc
Variação da condutividade específica com a mudança na concentração de uma solução aquosa tem sido usada para determinar a cmc de vários surfactantes iônicos.
Os coeficientes angulares dos plotes de condutividade específica versus [Surfactante] são usados para estimar o grau de ionização das micelas.
Técnica
Faz-se uma titulação adicionando pequenos volumes de uma solução concentrada em uma cela previamente termostatizada contendo um volume inicial conhecido de água ou tampão.
A cada adição, se lê a condutividade específica da solução.
A cada adição, a solução vai ficando mais concentrada e a condutividade específica aumenta.
C
C
á
á
lculo da concentra
lculo da concentra
ç
ç
ão da solu
ão da solu
ç
ç
ão a
ão a
cada adi
cada adi
ç
ç
ão de solu
ão de solu
ç
ç
ão concentrada:
ão concentrada:
Exemplo:
Volume de água ou tampão (na cela): 50 mL Solução concentrada: 80 mM Volume Adicionado: 10 mL Concentração na cela: ? Mi . Vi= Mf.Vf 80 mM . 10 mL = Mf. (50 mL + 10 mL) Mf= 13,3 mM 0 5 10 15 20 25 0 200 400 600 800 1000 S1 68,3 S2 25,0 C o ndu ti v ida de es p e c íf ic a , μ S cm -1 [SDS], mM SDS em água deionizada T=250C Arlindo 22/09/2004 cmc 8,2 mM
Perfil de condutividade especifica para uma solução aquosa de SDS a T= 250C α 37 , 0 68,3 25,0 S S 1 2 = = = α α cmc= 8,2 mM
0 1 2 3 4 5 35 40 45 50 55 60 65 70 75 cmc 8,2mM Y = A + B * X A 73,8 B -2,0 SDS em Água deionizada T=250 C Arlindo 22/09/2004 Con dut ivid ade equ ivale n te , Ω -1 cm 2 mo l -1 [SDS, mM] 0,5
Perfil de condutividade molar para uma solução aquosa de SDS a T= 250C 1 2 1 DS DS Na DS DS Na 9 , 23 1 , 50 0 , 74 -− − ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ = Λ − = Λ Λ − Λ = Λ Λ + Λ = Λ + + mol cm Ω 1 2 1 DS- 21,6 − − ∞ = Λ Ω cm mol Literatura 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 0 100 200 300 400 500 600 700 800 k ( μΩ -1 cm -1) C (mM) CMC = 8,57 x 10-3 mol L-1 0,00 0,02 0,04 0,06 0,08 0,10 0,12 0,14 35 40 45 50 55 60 65 70 75 (C, mol/L)0,5 C o ndut ivi d a de molar ( Ω -1 cm 2 mol -1) 64,50 cmc 8,6 mM
Alessandra, Bethânia, Liliane, Taís
38 , 0 59,5 22,7 S S 1 2 = = = α α cmc= 8,6 mM 1 2 1 DS DS Na DS DS Na 4 , 14 1 , 50 5 , 64 -− − ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ = Λ − = Λ Λ − Λ = Λ Λ + Λ = Λ + + mol cm Ω
Ismael, Gabriel, Fernando, Ingrid 0 5 10 15 20 0 200 400 600 800 c.m.c 6,9 mM c o nduti v idad e es pec íf ic a , µ Ω -1cm -1 [surfactante, m mol L-1] 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 40 45 50 55 60 65 70 75 c.m.c condut ivi dade equi vale nte, µ O -1cm -1 [surfactante, m mol L-1]0,5 49 , 0 61,8 30,5 S S 1 2 = = = α α cmc= 6,9 mM 1 2 1 DS DS Na DS DS Na 5 , 21 1 , 50 6 , 71 -− − ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ ∞ = Λ − = Λ Λ − Λ = Λ Λ + Λ = Λ + + mol cm Ω
CONCLUSÕES
Através de medidas de condutividade específica pode-se determinar:
O grau de dissociação (
α
) das micelas. A cmc de um surfactante iônico;A condutividade molar (Λ) para as soluções nas diferentes concentrações;
A condutividade molar a diluição infinita (Λ∞)