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Curso Completo Investimento em Ações - Análise Técnica

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Academic year: 2021

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O que é (ou representa) uma ação

O que é (ou representa) uma ação

Suponha que você e seus amigos pretendam fazer um investimento para criar um site na Internet voltado para o mercado financeiro denominado Aplicar.com e, para tal, desejem criar uma empresa. O valor do

investimento a ser efetuado será o capital social da empresa.

Mas, como cada um dos amigos deseja investir valores diferentes resolveu-se dividir o capital por um número determinado de unidades iguais. Assim, cada um dos investidores terá um número determinado de unidades, representativas da proporção do seu investimento.

Supondo que o investimento inicial seja de R$100.000,00 dividido em 100 partes iguais, podemos dizer, então, que cada uma das 100 ações desta empresa vale R$1.000,00, ou que o capital social desta empresa está representado por 100 ações*no valor de R$1.000,00 cada uma. Assim, temos:

Capital social: R$100,00

Uma vez criada a empresa, vamos supor que tenham sido atendidos junto aos órgãos competentes todos os requisitos para que a ela possa, a partir de agora, ter as suas ações negociadas em bolsa.

A partir deste momento, deparamo-nos com o problema que todo e qualquer investidor tem, ou seja, avaliar de algum modo se o preço destas ações, agora cotadas em bolsa, está caro ou barato, se vai permanecer onde está, se vai subir ou se vai cair.

Existem várias maneiras de fazer esta análise, mais duas possuem mais seguidores: a análise técnica e a análise fundamentalista.

Embora ambas tentem resolver o mesmo problema da direção do preço, elas diferem na sua forma de avaliação. A escola fundamentalista estuda as causas do movimento do preço, enquanto a escola técnica estuda os efeitos. O analista técnico argumenta que os efeitos são tudo que ele quer ou necessita saber e que as razões pelas quais os preços se movimentam são desnecessárias. O analista fundamentalista, por outro lado, sempre tem de saber o porquê. A escola fundamentalista trabalha com dados provenientes do estudo econômico-financeiro da empresa dentro do cenário micro e macro econômico, eventualmente, associado ao cenário internacional, enquanto a escola técnica trabalha com dados disponibilizados pela movimentação dos preços e volumes, bem como, indicadores matemático-estatístico a eles relacionados.

*

Maiores esclarecimentos poderão ser obtidos no site do Investshop trilhando o seguinte percurso: página principal/eu quero acessar a área de aprendizado/curso virtual/introdução ao mercado financeiro/em primeiros passos: acessar o ícone do ( $ ) - clicar em 3 – ações. 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

Cada quadrado interno representa 1/100% do capital social, no caso representado por uma ação no valor de R$1.000,00.

O quadrado externo (o todo, a linha mais espessa), ao lado, representa a 100% do capital social da empresa, dividido em 100 partes (ações) no valor de R$1.000,00 cada.

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Introdução

Adepto da análise técnica como instrumento para tomadas de decisões nas operações de compra e venda dos diversos ativos negociados nas bolsas de valores, em 1996 lancei o livro “Análise Técnica: Teorias, Ferramentas e Estratégias”. Minha intenção foi a de preencher uma lacuna no mercado editorial brasileiro e colocar, ao alcance do leitor, uma visão abrangente de algumas das várias, teorias da escola técnica, bem como mostrar sua enorme utilidade.

Ao escrevê-lo, procurei fazer uma obra didática acessível a qualquer pessoa disposta a encará-lo como um livro de estudos, imaginando que, para absorver seu conteúdo, seriam necessárias muitas horas de trabalho combinado de leitura, papel, lápis, régua e borracha e releitura. Em vias de lançar a segunda edição, percebi, ao longo destes anos, graças ao advento da Internet como um meio de comunicação rápida e barata, que meu intento foi praticamente atingido. Um ou outro conceito básico que aos meus olhos parecia fácil de ser assimilados pelo leigo, mostrou-se, na prática, um pouco complexo. Felizmente, como disse, a Internet gerou o elo de comunicação para que, aqueles poucos que ficaram com algumas dúvidas diante do texto, pudessem esclarecê-las.

Há um ano e meio atrás, com a Internet começando a se disseminar pelo Brasil, organizei uma revista eletrônica (arquivo enviado pelo correio eletrônico) integrada com cursos de análise técnica. De fato, pensei na revista como sendo o complemento dinâmico do curso, uma oportunidade de mostrar, num cenário real e quase ao vivo, as aplicações práticas das teorias, ferramentas e estratégias ali apresentadas. Foi uma experiência pioneira que persiste até hoje e que agora, graças à nossa integração com a Investshop, certamente se ampliará, pois, além do curso e da revista, serão promovidos chats complementares para esclarecimento de eventuais dúvidas dos cursos, chats de avaliação do mercado, palestras ao vivo, enfim, tudo o que for necessário e estiver ao nosso alcance para prepará-lo para um confronto vitorioso contra este adversário astuto e enganador: o mercado.

Nossa intenção, nesta experiência inicial, é a de lhe oferecer um curso que começa dos conceitos técnicos elementares e termina com a conquista do conhecimento teórico e prático de uma metodologia operacional. Ainda que, no futuro, possa vir a discordar desta metodologia, garanto que só o fará porque, no decorrer deste curso, terá adquirido conhecimento suficiente para permitir a opção por novos caminhos.

O que é análise técnica?

Análise técnica, de uma maneira simples, é uma abordagem que permite ao seu praticante avaliar qual o melhor momento (timing) para se iniciar e encerrar uma operação de compra ou de venda de um ativo financeiro ou quando ficar fora do mercado. Para tanto, utiliza gráficos e teorias formuladas sobre sua dinâmica e, mais recentemente, estudos matemáticos -estatísticos complementares que conhecerão ao longo deste e de outros cursos que aqui serão ministrados.

As primeiras teorias e métodos operacionais surgiram no início do século XX1. Pesquisando, encontrei que, em 1901, durante a fusão da U.S.Steel, um dos seus diretores James R. Keene utilizava a técnica dos gráficos Ponto-Figura intensamente. Posteriormente, alguns “scalpers” (operadores de pregão) passaram a utilizá-la nas suas operações day-trade (intra dia) e a prática do mercado acabou convertendo-a numa teoria de uso comum, não se sabendo ao certo quem foi o seu criador.

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Cabe registrar, porém, que o método técnico mais antigo que se tem registro para analisar preços data da segunda metade do século XVIII. Trata-se do Candelabro Japonês. Entretanto, esta técnica só se popularizou no ocidente a partir da década de 90.

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Na mesma época, Charles H. Dow, proprietário de um serviço de informações voltado para o mercado financeiro - Dow-Jones Financial News - e a quem é creditada a invenção dos índices no mercado de ações, em artigos escritos para o Wall Street Journal definiu os conceitos básicos do viria a se tornar uma teoria. Após sua morte em 1902, seu sucessor na editoria do jornal, William P. Hamilton, continuou escrevendo nos 27 anos seguintes novos editoriais e dando forma àquilo que hoje é mundialmente conhecido como “A Teoria de Dow”, na minha opinião a essência da análise técnica e por onde começaremos. Mas, antes, será preciso que conheça algumas noções básicas para melhor entendimento de suas regras e conceitos.

Noções básicas

1) A BARRA DE PREÇOS:

Uma barra de preços, simbolizada por uma barra vertical, é o registro pictográfico (o traçado) de um dia de atividade do preço (um pregão) de um ativo financeiro (podem ser índices, ações ou mercadorias agro-pecuárias/financeiras), onde cada preço é um consenso momentâneo de valor de todos os participantes do mercado, expresso em movimento.

Cada barra de preço fornece alguns pedaços de informação sobre o equilíbrio de forças entre compradores e vendedores. Não saber interpretá-la é como tentar ler desconhecendo o alfabeto. Na barra vertical, através de um traço (tique) horizontal à sua esquerda está representado o nível de preço do primeiro negócio do dia, a abertura. O último negócio do dia, o fechamento, é representado por um tique horizontal à sua direita. As extremidades superior e inferior representam respectivamente a máxima e a mínima atingidas neste dia.

O preço de abertura de uma barra reflete a opinião de valor dos leigos. Depois de ler o jornal da manhã e dar alguns telefonemas, ligam para seus assessores passando-lhes ordens para serem executadas na abertura do pregão.

O preço de fechamento de uma barra tende a refletir a atividade dos investidores profissionais. Eles observam o mercado durante o dia, respondem às mudanças e tornam-se bastante ativos especialmente no final do pregão, próximo do fechamento.

A máxima de cada barra representa a força máxima dos compradores naquele dia, isto é, o limite até onde suas compras empurraram o preço para cima até esbarrarem na resistência oferecida pelos vendedores.

A mínima de cada barra representa a força máxima dos vendedores naquele dia, isto é, o limite até onde suas vendas empurraram o preço para baixo até esbarrarem no suporte oferecido pelos compradores.

A distância entre a máxima e a mínima de qualquer barra revela a intensidade do conflito entre compradores e vendedores. Uma barra de tamanho médio define um mercado relativamente tranqüilo. Uma barra que é apenas metade da de tamanho médio revela um mercado sonolento e desinteressado. Uma barra que é o dobro da média mostra um mercado em ebulição, onde compradores e vendedores batalham em todos os momentos.

Para que possa entender melhor ainda o significado de uma barra, de como se processa a luta entre compradores e vendedores ao longo de um dia de pregão, vou dissecá-la, criando um desdobramento hipotético. Imagine, agora, que o pregão fosse dividido em 18 períodos de 15 minutos

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com intervalos de 1 minuto entre eles e que cada barra de 15 minutos fosse construída de maneira idêntica à barra diária, com o valor da abertura, o valor da máxima, o valor da mínima e o valor do fechamento. No final do dia, utilizando dois eixos perpendiculares (o horizontal representando uma escala de tempo e o vertical de valor), é possível verificar, através da movimentação das barras de 15 minutos, como foi o pregão daquele dia.

No exemplo acima, na primeira barra de 15 minutos, a abertura (o primeiro negócio concretizado) foi a R$4,20. Depois, o preço cedeu ligeiramente até R$4,00 (registrando a mínima desta barra), subiu até 9,20 (registrando a máxima desta barra) e cedeu fechando (o último negócio executado desta barra) a 7,40.

Na barra seguinte, o primeiro negócio (abertura) foi feito a 7,40. Em seguida o preço subiu ligeiramente atingindo a máxima de 7,50, de onde começou a declinar até chegar a uma mínima de 4,50 e fechar com uma ligeira melhora a 5,20.

Na terceira barra, o primeiro negócio (abertura) foi fechado a 6,10. Coincidentemente, em função de o primeiro negócio ter sido executado no valor máximo desta barra, o preço da máxima ficou sendo igual ao da abertura. No restante do período, o preço foi cedendo gradualmente até o último negócio realizado a 3,20. Como o valor do último negócio foi feito no preço mais baixo da barra, a mínima e o fechamento ficaram com os mesmos valores.

Com base no que foi visto, proponho um teste de assimilação: Quais são os valores (aproximados) de abertura, máxima, mínima e fechamento das ÚLTIMAS 14 barras? Na próxima página encontrará uma tabela pronta para fazer o exercício.

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B5 B6 B7 B8 B9 B10 B11 B12 B13 B14 B15 B16 B17 B18 Abe Máx Mín Fech

A combinaç ão destas idas e vindas das barras de periodicidade de 15 minutos, que abrangem um dia inteiro de negociações (um pregão), forma uma única barra de periodicidade diária. No diagrama da página anterior está representada pela barra em negrito, a última e a maior de todas. Ela incorpora o preço do primeiro negócio do dia (abertura), a maior máxima e a menor mínima registradas dentro do dia e o último negócio do dia (fechamento). Você será capaz de fornecer os valores desta barra com o que foi exposto até agora?

Abertura ____ Máxima ____ Mínima ____ Fechamento ____

Como pode observar, apesar de não detalhar todas as oscilações do mercado naquele dia, o que vimos através das barras de 15 minutos revela uma boa parte do todo. Neste dia, os compradores venceram a batalha.

Ao longo deste curso e das revistas, freqüentemente você lerá textos com referências a gráficos intradia, diários, semanais e mensais. São assim designados em função da periodicidade (freqüência) da barra.

Num gráfico semanal, uma única barra tem o mesmo padrão de combinação do exemplo que vimos com as barras de 15 minutos formando uma única barra diária. Só que, em vez de reunirmos a abertura, a máxima, a mínima e o fechamento de 18 barras de 15 minutos, combinamos os mesmos valores das barras diárias que se formaram durante a semana (5 barras numa semana sem feriado. Se tivermos um feriado na semana, a barra semanal assume o valor combinado das quatro restantes. Se a semana tiver apenas 1 dia útil, as barras diária e semanal serão iguais).

Num gráfico mensal, uma única barra representa a combinação dos valores de abertura, máxima, mínima e fechamento das barras diárias que se formaram dentro daquele mês. E, assim por diante.

2) SUPORTES E RESISTÊNCIAS

Agora que já sabe como se constrói e o que representa uma barra de preços, vamos examinar dois conceitos básicos na análise dos gráficos: Suporte e Resistência. Antes, porém, é preciso que conheça o significado de ponto de retorno, topo e fundo

Ponto de retorno é todo local onde ocorre uma inversão na direção prévia de uma seqüência de barras de preços, conforme exemplo abaixo:

Topo é o nível de preço mais alto atingido por uma sucessão de duas ou mais barras de preço antes da ocorrência de um ponto de inversão, conforme exemplo da figura 1, acima.

TOPO Fig. 1 PONTO DE RETORNO Fig. 2 FUNDO PONTO DE RETORNO

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Fundo é o nível de preço mais baixo atingido por uma sucessão de duas ou mais barras de preço antes da ocorrência de um ponto de inversão, conforme exemplo da figura 2, da página anterior.

Diante do exposto acima, posso afirmar que:

a) Suportes são níveis de preços onde as compras feitas pelos investidores são fortes o suficiente para interromper durante algum tempo e, possivelmente, reverter um processo de queda, gerando um ponto de retorno;

b) Resistências são níveis de preços onde as vendas feitas pelos investidores são fortes o suficiente para interromper durante algum tempo e, possivelmente, reverter um processo de subida, gerando um ponto de retorno.

Assim, topos são zonas de resistência e fundos são zonas de suporte. Uma vez definida uma região de suporte ou resistência, seus papéis podem-se alternar, isto é, uma região de resistência recente, uma vez rompida para cima pode transformar-se numa área de suporte e um suporte recente, uma vez rompido para baixo, transformar-se numa área de resistência, conforme ilustra o diagrama abaixo:

O que leva à interrupção de uma seqüência de barras ascendentes/descendentes? Existem suporte e resistência porque as pessoas têm memória. Nossa memória nos induz a comprar e a vender a certos níveis. As compras e as vendas, por parte do universo de investidores, criam suporte e resistência. Se os investidores se lembram que recentemente os preços pararam de cair e, a partir daí subiram até um certo nível, provavelmente uma volta a esses níveis os induzirão a comprar novamente. Se os investidores se lembram que uma subida recente reverteu, após atingir um certo topo, tenderão a vender quando os preços voltarem a esse nível novamente. Geralmente, este tipo de comportamento acaba criando regiões onde os preços ficam -se alternando do suporte para a resistência e vice-versa, sem assumir uma direção. Nestes casos, os níveis de suporte e resistência ficam fáceis de serem vistos e a formação recebe o nome de congestão.

3) A FORÇA DOS SUPORTES E RESISTÊNCIAS

A força de cada área de suporte ou resistência está baseada em três fatores: no seu comprimento, na sua altura e no volume negociado durante sua formação. Assim, temos:

1. Quanto mais longa uma área de suporte ou resistência - sua duração no tempo ou o número de vezes que foi atingida - mais forte ela é.

Uma área de congestão de uma ou duas semanas fornece apenas um mínimo de suporte ou resistência. Já uma área de dois meses dá às pessoas tempo de usá-la criando suportes e

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resistências intermediárias, enquanto uma área de congestão de dois anos é aceita como padrão de valor e oferece os principais suportes e resistências.

A força de um suporte ou resistência aumenta cada vez que a área é atingida. Quanto mais vezes uma área de suporte ou resistência é tocada com o preço voltando a subir ou cair respectivamente, mais confiável ela se torna. Quando os investidores vêem que os preços têm revertido a um certo nível, tendem a apostar numa reversão na próxima vez em que o preço atingir aquele nível.

À medida em que os níveis de suporte e resistência vão envelhecendo, gradualmente vão tornando-se mais fracos. Os perdedores tornando-se retiraram do mercado e foram substituídos por outros que não têm o mesmo comprometimento emocional com os velhos níveis de preço. Somente pessoas que perderam dinheiro recentemente lembram-se do que aconteceu com eles. Provavelmente ainda estão no mercado, sentindo dor e arrependimento, tentando buscar seu dinheiro de volta. Pessoas que anos atrás tomaram decisões erradas, provavelmente estão fora do mercado e suas memórias não têm importância para o corrente desenvolvimento do mercado.

2. Quanto maior a amplitude de uma área de congestão, mais forte ela é.

Assim como numa propriedade, quanto mais alto o muro, mais difícil ultrapassar. Isto se deve à energia despendida durante a longa caminhada de um extremo ao outro da congestão. Assim, quando o preço se aproxima de um dos limites, já chega sem gás e sem força para o rompimento. Por esse motivo, o rompimento da congestão ocorre porque o impulso que a provocou é muito forte e não vai parar tão cedo, gerando movimentos prolongados na direção do rompimento.

Lembrete: A lembrança de sucesso ou insucesso de compras e vendas feitas em certos níveis de preço é uma das principais razões para que estes se transformem em suporte ou resistência. Resistência principal Resistência intermediária Suporte principal Suporte intermediário Amplitude da congestão

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3. Quanto maior o volume das operações numa área de suporte/ resistência, mais forte ela é. Até agora ainda não falamos sobre o volume. Nas próximas aulas, ele será tratado detalhadamente, dada a sua importância na análise técnica. Por ora, entenda o volume como a medida que expressa o valor financeiro negociado num dia de pregão (tanto pode ser global – do mercado como um todo, como individual – de apenas um ativo). Também pode ser expresso fisicamente pelo total dos títulos negociados ou individualmente. Nos gráficos de barra ele é registrado (plotado) na parte inferior da janela, através de uma barra vertical, onde se encontra uma escala de valor.

Alto volume numa área de congestão mostra o envolvimento ativo dos investidores - um sinal de forte comprometimento emocional. Baixo volume mostra que os investidores tiveram pouco interesse em transacionar naqueles níveis - sinalizando que os níveis de suporte ou resistência são fracos.

Apesar da simulação, a idéia deste diagrama é mostra-lhe que, nos limites externos da congestão, o volume cresce de maneira sensível, fornecendo uma pista importante de que nesses extremos aumenta consideravelmente a transferência de títulos entre os compradores e vendedores, gerando um suporte ou resistência mais importante do que nos níveis de suporte e resistência intermediários.

Na próxima aula começaremos a ver a Teoria de Dow.

Para que possa fazer uma avaliação da evolução do seu aprendizado estou lhe disponibilizando uma série de exercícios cujas respostas serão fornecidas no Chat do curso e na próxima aula.

Este curso só atingirá seu objetivo se não ficarem dúvidas. Por isto, fique à vontade e não se sinta acanhado em solicitar ajuda. Este curso é para quem ainda não sabe!

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Testes de assimilação do conteúdo da aula1

Testes de assimilação do conteúdo da aula1

1. Supondo que a barra do diagrama represente um dia de pregão de Petrobrás, no ponto III da barra o preço é:

a) 150 b) 152 c) 140 d) 143

2. Supondo que estivesse observando a barra do dia anterior, qual o valor do seu fechamento?

a) 150 b) 152 c) 140 d) 143

3. Numere de acordo com a resposta certa:

Fechamento ___ 1. Reflete a opinião dos leigos

Máxima ___ 2. Reflete a força máxima dos vendedores

Abertura ___ 3. Reflete a força máxima dos compradores

Mínima ___ 4. Reflete a opinião dos profissionais

4. Qual destas barras reflete um mercado em ebulição?

5. Defina com apenas uma palavra o motivo principal para formação de suportes e resistências.

___________________

I

I

a b c

II

III

IV

II

III

IV

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11

6. Observando o diagrama abaixo, responda:

1) Que linhas pontilhadas representam níveis de suporte?

a) A e B b) B e D c) A e D 2) Que linhas pontilhadas representam níveis de resistência?

a) A e B b) B e D c) A e D 3) Que linhas cheias representam nitidamente o rompimento de uma resistência?

a) H e E b) G e F c) G e H d) E e F

7. Selecione a resposta certa:

Num nível de suporte:

a) as compras e vendas estão equilibradas;

b) a pressão das vendas supera a das compras;

c) os preços viram para baixo;

d) a pressão das compras supera a das vendas. 8. Selecione qual a afirmação correta sobre resistência:

a) não pode ser penetrada;

b) a pressão das compras supera a das vendas;

c) é um nível de preço acima do mercado;

d) é um nível de preço abaixo do mercado.

9. Referindo-me ao gráfico acima, como são chamadas as áreas delimitadas pelas linhas pontilhadas (A e B) e (B e D)?

a) resistência;

b) congestão;

c) suporte.

10.Das teorias abaixo, qual é a mais antiga? a) Dow

b) Candelabro Japonês c) Ponto-Figura

11. Em qual destas situações um suporte ou uma resistência podem inverter seu papel? a) Quando o volume fica alto

b) Quando a amplitude de uma congestão é muito grande c) Quando eles são ultrapassados

Na próxima página lanço dois desafios que requerem muita observação e imaginação, visto que exige que vá um pouco além do que vim os nesta aula. Principalmente, requer bom senso. Se não conseguir respondê-los, não se aflija. Tenho certeza que com mais uma aula achará estes desafios exercícios primários. F D E B H G A

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DESAFIO

1. No quadro abaixo, temos, fora de ordem, 4 gráficos de um mesmo ativo em 4 periodicidades diferentes (hora, dia, semana e mês). Apenas contando com a observação você seria capaz de classificá-los nesta ordem?

RESPOSTAS a) B, A, C e D b) B, D, A e C c) C, B, D e A d) C, D, A e B e) D, B, C e A f) D, B, A e C g) A, C, B e D h) A, C, D e B Observação: Se acertar esta questão de modo consciente, pode considerar que está começando a pegar o espírito da coisa.

2. Baseado nas definições de topos e fundos e no diagrama superior da página 6, que mostra níveis de

suporte/resistência principal e intermediário, marque com TP, TI, FP e FI os topos e fundos principais e

intermediários no gráfico abaixo.

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Treinamento com uso de gráficos e ferramentas

Treinamento com uso de gráficos e ferramentas

Em parceria com o Investshop.com, a Apligraf está disponibilizando aos alunos do curso e aos clientes do Investshop.com em geral, um programa de análise técnica, com banco de dados atualizados diariamente, que permite acessar alguns gráficos em periodicidade de 15 minutos e diária, bem como algumas ferramentas para que possa ir se ambientando e acompanhando o curso de análise técnica.

Para usa-lo, siga os seguintes passos:

1) Conectado na Internet acesse: www2.apligraf.com.br/scripts/telaCotacoesp Observação: Note que o primeiro “C” de Cotacoesp é maiúsculo.

2) Ao acessar a página, encontrará um layout parecido com este:

Smartrack WEB Pro

Incluir ativos Remover ativos

ok ok

Tipo de gráfico Indexador Tamanho

Clique aqui para mais gráficos FastGraphic

Clique sobre o nome do ativo para obter o gráfico correspondente

Ativo Data/hora Abertura Máxima Mínima Última Var% Volume F.Anterior IBOVESPA

3) Para plotar um gráfico, clique no botão ( ) da janela “Incluir ativos” que ela se abrirá com uma lista de ativos que poderão ser selecionados um da cada vez, clicando-se sobre o nome do ativo, seguido de um clique no botão ( ok ).

4) Na janela “Remover ativos”, clicando sobre o nome de um ativo seguido por ( ok ) o excluirá da lista selecionada;

5) Em seguida, se quiser selecionar algum estudo, entre na janela “Tipo de gráfico” e faça sua escolha e clique sobre ele para que fique aparecendo na janela;

6) Se quiser indexar o gráfico ao dólar, ou ao CDI, o procedimento é o mesmo na janela correspondente; 7) À medida que for selecionando, notará que a seção “Clique sobre o nome do ativo para obter o gráfico

selecionado” vai crescendo para baixo com os nomes dos gráficos selecionados;

8) Clicando sobre o nome de qualquer um deles, se abrirá uma nova janela onde aparecerá o gráfico escolhido;

9) Se quiser trabalhar com ele, na parte superior encontrará vários botões: Se clicar em Grid, aparecerá um plano de fundo quadriculado. Para remove-lo, clique em Grid novamente. Se quiser ver o gráfico de barras no formato das velas do Candlestick, clique em Candle. Para retornar para barras, clique em cima de Candle novamente. Z+, Z-, 0 e ZH são formas de zoom; O ZH é o zoom histórico que lhe permite ver um longo período de dados. O botão “Cur” é para inserir um cursor de modo a trafegar pelo gráfico; se clicar duas vezes sobre ele, além do ponteiro abrem-se duas linhas perpendiculares, que lhe permite a leitura de uma barra. Para desfazer clique em cima novamente. O botão “Diário converte o gráfico de 15 minutos em diário e vice-versa, se clicar novamente sobre ele. Na janela das ferramentas, poderá traçar retas e apaga-las. Ao clicar em retas, clique com o cursor num ponto selecionado e arraste-o até um outro, que a reta se formará. Magnética é um atributo semelhante a um ímã, atraindo a reta para as mínimas ou máximas, conforme o caso. O “IFR 9/5” (Índice de Força Relativa calculado sobre as últimas 9 barras com uma média móvel das 5 últimas) pode ter suas variáveis alteradas. Para tanto, clique no botão “IFR9/5” e altere a seu gosto. O percentual de retracement é uma medida de quanto o mercado já corrigiu, partindo de um fundo ou de um topo selecionado.

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Respostas dos testes de assimilação da aula1

Respostas dos testes de assimilação da aula1

1. O ponto III é a abertura. Conforme pode notar no diagrama, ela é menor do que a máxima e maior do que o fechamento e a mínima. O fechamento é maior do que a mínima. Portanto, temos:

Ponto III (abertura) = 150 Ponto I (máxima) = 152 Ponto II (fechamento) = 143 Ponto IV (mínima) = 140

2. O fechamento é o ponto II. Ele é menor do que a máxima e a abertura e maior do que a mínima. Portanto, temos:

Fechamento (ponto II) = 143 Abertura (ponto III) = 150 Máxima (ponto I) = 152 Mínima (ponto IV) = 140

3.

Fechamento 1. Reflete a opinião dos leigos

Máxima 2. Reflete a força máxima dos vendedores

Abertura 3. Reflete a força máxima dos compradores

Mínima 4. Reflete a opinião dos profissionais

4. A maior delas: a

5. Memória ou Lembrança

6.1. As linhas pontilhadas que representam níveis de suporte são A e B. A linha D é uma resistência. 6.2. As linhas pontilhadas que representam níveis de resistência são B e D. A linha A é um suporte. 6.3. As linhas cheias que representam nitidamente o rompimento de uma resistência são E e F.

7. A pressão das compras supera a das vendas ( d ).

8. È um nível de preço acima do mercado ( c ).

9. São chamadas de área de congestão ( b ).

10. A teoria mais antiga utilizada na análise técnica moderna é o Candelabro Japonês.

11. Quando eles são ultrapassados ( c ).

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13. A noção de topos e fundos principais e secundários, de uma certa forma, é subjetiva. Eles serão definidos com precisão quando forem classificados de acordo com a sua periodicidade. Por ora, minha intenção era apenas informar que existem topos e fundos mais e menos importantes. No gráfico abaixo, os topos mais importantes (principais) são aqueles cujo ponto de inversão ocorreu após um movimento mais prolongado numa determinada direção e os menos importantes (secundários) são aqueles que inverteram a direção do preço por um curto período de tempo e que na seqüência formam um movimento mais amplo, cuja inversão no extremo cria um topo ou fundo principal.

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Na aula passada você tomou contato com as noções básicas de barra de preços, topos e fundos, ponto de retorno, suporte, resistência e congestão. Para facilitar seu entendimento antes de entrarmos na Teoria de Dow, ficaram faltando dois conceitos, ziguezagues e tendências, que veremos a seguir.

1. ZIGUEZAGUE

O ziguezague é o padrão básico da direção dos preços. Como podem observar no quadro da página anterior, os preços de um ativo negociado nas bolsas, quando se movimentam, geralmente, não o fazem em linha reta, eles serpenteiam.

A observação de uma barra, como vimos, permite que você extraia alguns pedaços de informações sobre o equilíbrio das forças entre compradores e vendedores, mas por si só, ela não é suficiente para nos fornecer a direção do mercado.

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Para que tenhamos uma sinalização da direção de um preço (ou de um mercado) é preciso que ele se movimente até um nível qualquer, formando um extremo (topo ou fundo) e que este movimento seja seguido por dois pontos de retorno, o primeiro na direção oposta e o segundo na direção inicial rompendo (ou penetrando) o extremo do topo ou fundo prévio. O diagrama abaixo ajudará na compreensão do texto:

Sinalização de alta Sinalização de baixa Sinalização indefinida

Representação simbólica de um ziguezague ascendente Representação simbólica de um ziguezague descendente Representação simbólica de um ziguezague lateral

Para efeito didático, daqui em diante, chamarei de zigue à combinação do movimento inicial com primeiro retorno [( ) ou ( )] e de zague a perna da penetração [(

/

) ou ( \ ). No gráfico abaixo, do

T T F F T T F F T T T T F F F F F T F T F F T T T

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T T T T T F F F F F T T T T T T T F T T T T F F F F F F F Bovespa diário assinalei alguns exemplos de ziguezagues reais ocorridos durante seu desdobramento. Com o objetivo de ir treinando sua visão, observe e vá se acostumando com o fato de que a amplitude dos ziguezagues é variável, alternando entre pequenos, médios e grandes, indistintamente.

5. AS TENDÊNCIAS

Vimos no estudo do ziguezague que ele é o padrão básico da direção dos preços, podendo ser ascendente, indefinido e descendente. A permanência de um preço numa determinada direção, durante um período de tempo, nos leva ao conceito de tendência. Assim, temos que:

Tendência de Alta é uma sucessão de topos e fundos ascendentes (uma sucessão de ziguezagues para cima).

Tendência de Baixa é uma sucessão de topos e fundos descendentes (uma sucessão de ziguezagues para baixo).

Tendência Lateral ou em Linha é uma sucessão de topos e fundos horizontalmente irregulares (uma sucessão lateral de ziguezagues irregulares). No diagrama abaixo, os conceitos acima ficarão mais evidentes:

Tendência de Alta Tendência de Baixa Tendência Indefinida e em Linha

Aproveite o gráfico utilizado para exemplificar os ziguezagues e veja quantas tendências de alta, baixa e indefinidas consegue identificar.

Examinados estes conceitos básicos, necessários para melhor compreensão do curso, podemos começar a nossa caminhada pela estrada da análise técnica. Apesar das muitas variantes da escola técnica, neste curso inicial nos concentraremos sobre o desenvolvimento de um método operacional construído através da combinação de algumas das suas principais teorias. Acredito, convictamente, que ao seu término estará capacitado a enfrentar o mercado como nunca esteve antes.

T F F F F F

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A Teoria de Dow é a espinha dorsal da análise gráfica. Acredita-se que Charles Dow foi o primeiro a fazer um verdadeiro esforço para expressar a tendência geral (ou, mais corretamente, o nível) do mercado de ações em termos de uma média de preços de um grupo selecionado de ações representativas. São os seus princípios e conceitos que nos permitem observar um gráfico de preços e avaliar a situação corrente, bem como, fazer projeções futuras sobre sua evolução.

Apesar dos seus princípios e definições terem sido formulados com base no comportamento dos dois índices2que ele havia criado, ela pode ser aplicada em qualquer mercado onde os preços se formem livremente (oferta x procura).

No curso que ministrei na revista Timing, só abordei dois princípios da Teoria porque eram os que mais tinham a ver com o objetivo do curso, o que poderia se repetir aqui. Entretanto, para criar uma cultura, neste curso veremos mais alguns.

Referências básicas

1. Os Índices Descontam Tudo (exceto “Atos de Deus”): porque eles refletem a atividade combinada de milhares de investidores, incluindo aqueles possuidores de melhores previsões e informações sobre tendências e eventos. Os índices, nas suas flutuações do dia-a-dia, descontam tudo que de alguma forma possa afetar a oferta e a procura dos ativos negociados. Mesmo calamidades naturais imprevisíveis, quando ocorrem, são rapidamente avaliadas e, seus possíveis efeitos, descontados.

Comentário: O sentido deste princípio é de que as oscilações diárias dos preços já têm embutidas (descontadas) no seu valor os eventos futuros, desconhecidos pela maioria dos participantes do mercado e, que quando ocorre algum evento desconhecido por todos, tais como uma catástrofe natural (um terremoto numa região industrial, por exemplo), num primeiro momento provoca fortes oscilações no mercado, que são logo seguidas de reajuste até ser encontrada uma nova zona de normalidade.

2. As Três Tendências: O “Mercado”, significando o preço das ações em geral, move-se em tendências das quais as mais importantes são as Primárias. Elas são longos movimentos para cima ou para baixo que duram normalmente um ano ou mais e resultam em grandes valorizações ou desvalorizações dos preços. Os movimentos na direção da tendência Primária são, algumas vezes, interrompidos, em intervalos, por oscilações Secundárias na direção oposta  reações ou “correções” quando o movimento Primário foi além de si mesmo (exagerou) e precisa, então, recuperar forças para prosseguir. Finalmente, as tendências Secundárias são compostas pelas tendências Terciárias que refletem a oscilação do dia-a-dia.

Diante do exposto no parágrafo anterior podemos dizer que uma Tendência Primária de Alta é formada por uma sucessão de subidas e descidas secundárias, onde cada movimento (perna) de alta ultrapassa o topo do movimento (perna) de alta precedente e cada movimento (perna) de baixa volta a subir (reverte) de um nível mais alto que o fundo do movimento (perna) de baixa precedente. Isto é o que definido, pela Teoria de Dow, como Mercado de Alta. Inversamente, Tendência Primária de Baixa é formada por uma sucessão de subidas e descidas secundárias, onde cada movimento (perna) de baixa ultrapassa o fundo do movimento (perna) de baixa precedente e cada movimento

2

Quando Dow estudou as tendências do mercado criou dois índices Dow-Jones. Um era composto por ações de 20 empresas ferroviárias (empresas dominantes naquela época) denominado Índice Dow-Jones Ferroviário e o outro, representado inicialmente por 12 empresas industriais, aumentado para 20 empresas em 1916 e finalmente para 30 em 1928, denominado Índice Dow-Jones Industrial.

(20)

(perna) de alta volta a cair (reverte) de um nível mais baixo que o topo do movimento (perna) de alta precedente. Isto é o que definido, pela Teoria de Dow, como Mercado de Baixa.

De maneira idêntica podemos afirmar que uma Tendência Secundária de Alta é formada por uma sucessão de subidas e descidas terciárias, onde cada movimento (perna) de alta ultrapassa o topo do movimento (perna) de alta precedente e cada movimento (perna) de baixa volta a subir (reverte) de um nível mais alto que o fundo do movimento (perna) de baixa precedente. Inversamente, Tendência Secundária de Baixa é formada por uma sucessão de subidas e descidas terciárias, onde cada movimento (perna) de baixa ultrapassa o fundo do movimento (perna) de baixa precedente e cada movimento (perna) de alta volta a cair (reverte) de um nível mais baixo que o topo do movimento (perna) de alta precedente.

As Tendências Secundárias geralmente duram de três semanas a alguns meses, raramente mais. Costumam retroceder (corrigir) de um terço a dois terços da Tendência Primária precedente.

As Tendências Terciárias seguem o mesmo padrão das duas anteriores, mas formadas por flutuações que em si mesmas são pouco significativas. Estes movimentos são de curta duração, em geral menos de seis dias, raramente mais do que três semanas.

Com o intuito de facilitar o entendimento da classificação das tendências, segue-se um diagrama. Esclareço, entretanto, que no mundo real, os ziguezagues raramente desdobram-se de maneira tão certinha assim. Muitas vezes, terá que lançar mão de recursos complementares para melhor identificá-las. Alguns desses recursos podem ser: traçar linhas de tendência ou marcar o canal, visualizar o gráfico em linha utilizando apenas os preços de fechamento, subir de periodicidade, o uso de indicadores complementares (médias móveis), etc. Tudo isto será visto mais para frente.

Parece um quadro do Volpi, mas não é. É o uso das cores com objetivo didático. A linha preta contínua é o gráfico de preços computados apenas pelos fechamento. Todo o desdobramento incluso

Tendência Primária de Baixa

Tendência Primária de Alta

Tendência Secundária de Alta

Tendência Secundária de Baixa

Tendência Terciária de Baixa

Tendência Terciária de Alta

(21)

na área azul mais escura até o topo mais alto é o que chamamos de uma tendência primária de alta. Todo desdobramento incluso na área cinza a partir do topo mais alto (à sua direita) é o que chamamos de uma tendência primária de baixa.

Reforçando, ambas são formadas por tendências secundárias de alta (área azul claro) e de baixa (área vermelha). Estas, por sua vez, são formadas por tendências terciárias de alta (área verde) e de baixa (área amarela). Com estes esclarecimentos acredito que não fique nenhuma dúvida sobe a classificação das tendências. Mas, se ainda restou alguma, entenda deste modo: As tendências secundárias são subdivisões das Tendências Primárias (um grau abaixo); as Tendências Terciárias são subdivisões das Tendências Secundárias (um grau abaixo). As tendências terciárias são subdivisões da Tendência primária (um grau abaixo da secundária e dois graus abaixo da primária).

Finalmente, resta comentar que, algumas vezes as pernas das tendências secundárias e terciárias se confundem, isto é, devido à velocidade do movimento e à sua extensão, podem ser a mesma. Um exemplo pode ser visto na última secundária de baixa da Tendência primária de baixa, onde as setas vermelha e amarela estão superpostas no mesmo movimento.

Dica: Quando for classificar a Tendência Primária de um ativo qualquer terá seu trabalho facilitado se utilizar o gráfico de periodicidade mensal. De modo idêntico, o gráfico semanal facilitará na percepção da Tendência Secundária e o diário a da Tendência terciária.

Veja a seguir um gráfico mensal do Bovespa onde pode observar sua evolução nos últimos 12 anos. Poderá constatar que em alguns níveis, a seqüência dos topos e fundos ascendentes passam por períodos de difícil identificação, interrompendo o padrão anterior (ficando indefinidos). Aproveitando o exemplo abaixo, marque os topos principais e intermediários e, em seguida, verifique quantas tendências primárias de alta e de baixa consegue identificar:

(22)

3. Deve Ser Assumido Que Uma Tendência Continua Em Andamento Até O Momento Que Uma Reversão Tenha Sido Definitivamente Assinalada: Enquanto uma sucessão de topos e fundos ascendentes (Tendência de Alta) ou topos e fundos descendentes (Tendência de Baixa) mantiverem o padrão, deve ser assumido que a Tendência continua em andamento, até o momento em que uma reversão estiver caracterizada. A reversão de uma Tendência de Alta se caracterizará, quando houver uma falha na tentativa de ultrapassagem do topo precedente (ou anterior), seguida de uma penetração do fundo precedente (ou anterior). A reversão de uma Tendência de Baixa ocorrerá, quando houver uma falha na tentativa de ultrapassar o fundo precedente (ou anterior), seguida de penetração do fundo precedente (ou anterior). Assim, temos:

Falha na Tendência de Alta

Falha na Tendência de Baixa

Freqüentemente, durante a evolução das tendências, o mercado produz uma falha que não é seguida pela penetração do fundo ou do topo anterior, conforme pode ser visto, entre as setas vermelhas, no diagrama acima.

Algumas vezes estes movimentos são rápidos e outras, mais demorados. Para efeito da classificação da tendência em andamento, apesar da falha, não se caracterizou uma reversão. Deste modo, a tendência prévia segue em andamento ( e fica indefinida temporariamente). É como se o mercado tivesse dado uma parada para reagrupar suas forças. Eventualmente, consegue e retoma a tendência prévia; outras, não consegue retomá-la e o mercado acaba revertendo sua direção. Estes momentos, denominados de indefinição, são onde o mercado passa a maior parte do seu tempo. Estatisticamente, dois terços.

Falha na penetração do topo precedente

Penetração do fundo precedente: reversão para tendência de baixa

Falha na penetração do fundo anterior Penetração do topo precedente: reversão para tendência de alta

Ficou faltando: quando expliquei o que eram topos e fundos, como ainda não havia introduzido o conceito de tendência, evitei falar em topos anteriores e fundos anteriores para não complicar. Como notará, ao ler a revista e no andamento do curso, são os termos mais utilizados nas formulações das estratégias operacionais. Por isto, é preciso que fique bem entendido.

T F F1 T1 T F F1 T1 T T1 T2 T3 F F1 F2 F3

(23)

Assim,

Na figura A (tendência de alta):

situando-se em “F”, “T” é o topo anterior;

situando-se em “T1”, “T” é o topo anterior e “F” o fundo anterior; situando-se em “F1”, “F” é o fundo anterior e “T1” o topo anterior.

Na figura B (tendência de baixa):

situando-se em “T”, “F” é o fundo anterior;

situando-se em “F1”, “T” é o topo anterior e “F” o fundo anterior; situando-se em “T1”, “T” é o topo anterior e “F1” o fundo anterior.

Na figura C (tendência indefinida):

situando-se em “F”, “T” é o topo anterior;

situando-se em “T1”, “T” é o topo anterior e “F” o fundo anterior; situando-se em “F1”, “T1” é o topo anterior e “F” o fundo anterior; situando-se em “T2”, “T1” é o topo anterior e “F1” o fundo anterior; situando-se em “F2”, “T2” é o topo anterior e “F1” o fundo anterior; situando-se em “T3”, “T2” é o topo anterior e “F2” o fundo anterior; situando-se em “F3”, “T3” é o topo anterior e “F2” o fundo anterior;

(24)

Testes de assimilação do conteúdo da aula 2

Testes de assimilação do conteúdo da aula 2

1. Contorne no gráfico abaixo 4 (quatro) seqüências de: ziguezagues ascendentes, ziguezagues descendentes e ziguezagues lateralmente irregulares.

2. Identifique no gráfico acima, dois níveis de resistência que uma vez penetrados reverteram seu papel e funcionaram como suporte.

3. Numere de acordo com a definição correta:

Tendência de Alta ____ 1. É uma sucessão de topos e fundos laterais Tendência de Baixa ____ 2. É uma sucessão de topos e fundos ascendentes Tendência Indefinida ____ 3. É uma sucessão de topos e fundos descendentes

4. Observe o GRÁFICO I da próxima página e responda:

De acordo com as definições de tendências, como as classificaria nos seguintes pontos de retorno: T4 _______________ F4 _______________ T5 _______________ F5 _______________ T6 _______________ F6 _______________ T7 _______________ F7 _______________ T8 _______________

(25)

5. Sabendo que os gráficos do quadro acima se referem à RCTB41 (recibo de Telebrás) e que o I está numa periodicidade mensal, o II na semanal, o III na diária e o IV na intradia (hora), defina as tendências primária, secundária, terciária e intradia corrente.

Primária _____________

Secundária _____________

Terciária _____________

Intradia _____________

6. Observe o GRÁFICO II do quadro acima e responda: quais seriam os topos e fundos anteriores se estivesse nos seguintes pontos de retorno:

T1: ___ e ___

F3: ___ e ___

T4: ___ e ___

F6: ___ e ___

F7: ___ e ___

7. Observe o GRÀFICO IV e responda: qual a tendência do preço em F3 e T4?

F3 _____________

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8. Observe o GRÁFICO II e responda: qual a tendência do preço nos pontos de retorno T6, F6 e T7?

T6 _____________

F6 _____________

T7 _____________

9. Quais são os requisitos mínimos para se detectar uma reversão de tendência? _____________ e _____________________________________________

Palavras cruzadas (mesclada) para fixação de conceitos e definições.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 Horizontais

2. A teoria de análise técnica mais antiga que se tem registro; 8. Meio de

transporte; 11. Árvore da família das bignoniáceas que na florada perde as folhas e fica coberta de flores; 13. Informação de mercado; 17. Constante matemática; a 16aletra do alfabeto grego; 19. Nível de preço mais alto atingido por uma sucessão de duas ou mais barras de preço após a ocorrência de um ponto de inversão; 22. América Latina; 23. Haver; 24. Repetição; 27. Local onde os operadores das corretoras se encontram para executar suas ordens de compra e venda; 29. Orelha, em inglês; 30. Primeiro nome do “pai da análise gráfica”; 33. Índice da Bolsa de Valores de São P aulo; 34. Tendência formada por uma sucessão de subidas e descidas Secundárias; 38. Grito, berro; 39. Cantora baiana do movimento tropicália;

41. Jogo de Tabuleiro; 42. Sigla do Estado de Sergipe; 43. Forma átona do

pronome eu, correspondente a: a mim; 44. Ato ou efeito de limar; 47. Designação dada ao gráfico que é atualizado uma vez por dia; 48. A 21a

letra do alfabeto grego; 49. Nome dado ao gráfico cujas barras representam a combinação das barras diárias no decorrer de uma semana; 52. São níveis de preç os onde as compras feitas pelos investidores são fortes o suficiente para interromper durante algum tempo e, possivelmente, reverter um processo de queda, gerando um ponto de retorno; 54. Ocorre quando numa sucessão de ziguezagues descendentes ou ascendentes um fundo ou topo anterior não é ultrapassado; 56. O maior Fundo de Pensão brasileiro; 57. Sobrenome de um famoso escritor norte-americano autor da obra “O corvo e outras poesias”; 58. Nome da Bolsa Eletrônica de Nova Iorque; 61. Despido, sem roupa; 62. Departamento de Aeronáutica Civil; 64. Mitra do Pontífice;

66. Deus supremo da mitologia grega, filho de Cronus e Réia; 68.

Runaround ... , grande sucesso do cantor Dion na década de 60; 70.

163. O índice mais abrangente da Bolsa de Nova Iorque; 165. Carlos Vargas

Rangel; 166. Símbolo do Mercado de Alta; 169. Neste lugar; 172. Eduardo Araújo; 173. Reflete a opinião dos investidores profissionais; 174. Nota musical; 175. Todo local onde ocorre uma inversão na direção prévia; 176. Iniciais do apelido dado a um ex-ministro, senador, escritor, economista, membro da Academia Brasileira de Letras, etc..

Verticais

1. Mulher de físico provocante; 3. Jogo muito praticado nos “Pubs”

londrinos; 4. Nome de famosa cantora de Jazz; 5. Empresa telefônica inglesa (iniciais); 6. Sobrenome do presidente da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro; 7. Esfera, globo, redondeza; 8. Tipo de freio automobilístico;9. Pessoa muito importante; 10. É, em inglês; 12. Código alfabético na Bovespa para Paranapanema; 14. Investidor Profissional; 15. Oposto de cozido; 16. Aerofagia; 17. Alimento feito de massa de farinha de trigo ou outros cereais; 18. Eu, em italiano; 19. Sucessão de topos e fundos ascendentes; 21. Código alfabético na Bovespa para Perdigão; 25. Reuniu e organizou os artigos de Dow dando forma àquilo que hoje é mundialmente conhecido como “A Teoria de Dow” – Nome; 26. Padrão básico de direção dos preços; 28. Sobrenome do presidente do Federal Reserve; 30. Conjunto de condições meteorológicas; 31. Estado Maior das Forças Armadas; 32. Navegar, em inglês; 34. Diz-se quando uma resistência ou suporte é ultrapassada; 35. Nota musical; 36. Dá pé, lugar em que a água é pouco profunda; 37. Associação das Escolas e Professores; 40. Camada gasosa que envolve a terra, atmosfera; 43. Grande extensão de água; 45. Pedra de

(27)

Universidade de Brasília; 72. Exímio jogador de futebol; 73. Direção;74. Deus grego, filho de Hermes, normalmente representado pela figura de um jovem com aparência metade homem, metade carneiro, sempre tocando flauta; 75. Programa de Integração Social; 76. Diz-se quando o preço (ou o mercado) se encontra numa área de congestão; 79. Revólver, em inglês; 80. Feminino de dois; 81. Provedor gratuito da Internet; 82. Código alfabético na Bovespa para Vidraçaria Santa Marina; 83. Abreviação de índice; 84. Chorou, em inglês; 86. Para onde se espera ir depois da morte; 87. Ser de outro planeta; 88. Como veio ao mundo (feminino); 89. Nome do índice da Bolsa de Nova Iorque; 93. Sistema Operacional do Mercado de Ativos; 94. Menor fração do Capital Social de uma S.A.; 95. Foi chefe de gabinete dos governos Geisel e Figueiredo; 96. Código alfabético na Bovespa para Empresa Paulista de Transmissão e Energia; 97. Nós, em inglês; 98. Aparelho utilizado na detecção de objetos em águas profundas utilizando a emissão de pulsos de ultra-sons e a recepção e identificação do eco; 100. Código alfabético na Bovespa para Samitri; 102. Capital da Nicarágua; 106. O “Guga” faz uma média de 15 por partida; 109. Fenômeno acústico que consiste na propagação de ondas sonoras pelo ar; 111. Diz-se das ações de terceira e quarta linhas (pl); 113. Sobrenome do meio de um ex-ditador de Uganda; 114. Empresa de difusão de cotações do mercado concorrente da Broadcast e da Meca; 115. Percorrer com a vista o que está escrito; 118. Principal motivo da criação dos níveis de suporte e resistência nos gráficos;

120 . A parte mais dura da madeira; 122. Denominação dada aos gráficos

com barras de periodicidade inferior a de um dia, em geral de 5 minutos a uma hora; 124. Tendências formadas por flutuações que em si mesmas são pouco significativas. Seus movimentos são de curta duração, em geral menos de seis dias, raramente mais do que três semanas. 127. Compositor e pianista brasileiro da década de 40, intérprete de Choppin; 128. Qualquer elemento que estabelece ligação, contato, comunicação ou transição entre pessoas ou coisas; 129. Pronome pessoal; 130. Dispor ou encaixar peças ou partes de um objeto de determinada maneira; 133. Grêmio Beneficiente de Oficiais do Exército; 134. Média de preços de um grupo selecionado de ações representativas; 136. Relativo a vetor; 139. General Agreement on Tariffs and Trade (Acordo Geral de Tarifas e Comércio); 140. Apelido dado pelo mercado aos analistas ou investidores com muitos seguidores; 141. Imposto sobre Circulação de Mercadorias; 143. Correio Eletrônico;145. No Brasil, um dos mais valorizados é o da série “Olho de Boi”; 146. Nordeste;

147. Símbolo do Mercado de Baixa, de trás para frente; 148. Registro

pictográfico de um dia de atividade do preço de um ativo financeiro; 149. Código alfabético na Bovespa para “Empresa Metropoli tana de Águas e Energia”; 150. Pacientes, indulgentes; 153. Anno Domini; 155. Unidade;

156. Bainha ou faixa que reveste músculos e vários órgãos do corpo; 158.

Símbolo químico do Nióbio; 160. Local onde são negociados diariamente diferentes ativos financeiros, utensílio feminino (pl); 161. Seqüência de topos e fundos numa determinada direção, por algum período de tempo;

moinho; 46. Nome pelo qual a Bolsa de Valores de São Paulo é conhecida no mercado; 49. A tendência que é formada por uma sucessão de subidas e descidas terciárias; 50. Medida Provisória; 51. Animal artrópode, crustáceo,decápode,macruro,da família dos sergestídeos, de porte diminuto (cerca de 3 cm de comprimento) e corpo muito fino (pl). Ocorre sobretudo na foz do rio Tocantins, principalmente nos meses de julho e agosto; 53. São níveis de preços onde as vendas feitas pelos investidores são fortes o suficiente para interromper durante algum tempo e, possivelmente, reverter um processo de subida, gerando um ponto de retorno; 54. É o nível de preço mais baixo atingido por uma sucessão de duas ou mais barras de preço após a ocorrência de um ponto de inversão; 55. Provérbios; diz-se do andamento lento, vagaroso, pausado, entre o largo e o andante; 57. Ferramenta de escavação; 60. Sobrenome do ator principal de “Zorba, o grego”; 63. Do lado de cá; abaixo de; por menos de; 65. Lista; relação; 67. Energia Nuclear;

69. Grito de dor; 71. Banco de fomento às atividades industriais no Brasil; 74. Torta, em inglês; 77. Último sobrenome do pai da análise gráfica; 78.

Porção de metal, muito flexível, de seção circular com diâmetro muito reduzido em relação ao comprimento (pl); 80. Clérigo no segundo grau das ordens maiores, imediatamente inferior ao padre; 82. Proíbe, desaprova; 85. Rod Stewart; 86. Trilha; percurso; rota; 90. Direito; ser merecedor de; 91. Pedido de socorro; 92. Período; 95. Reuniu e organizou os artigos de Dow dando forma àquilo que hoje é mundi almente conhecido como “A Teoria de Dow” – sobrenome; 99. Em análise técnica, o mesmo que penetração;100. Sociedade Anônima; 101. Rede de comunicação mundial; 103. Sabor desagradável; 104. Símbolo químico de gálio; 105. O primeiro negócio do dia; 107. Comunidade Econômica Européia; 109. Incorreção, inexatidão;

110. Símbolo químico do molibdênio; 111. Força máxima dos vendedores

num dia de pregão; 112. Maior fabricante de eletro-eletrônicos japonesa;

116. Imagem, representação, forma; 117. Ave pernalta, da família dos

cultrirrostros; 121. Mudança de direção; 123. Nome do presidente do Federal Reserve; 125. Sigla da Associação Brasileira das Companhias Abertas; 126. Isto é; 128. Coragem (figurado); 131. Porém, todavia, entretanto; 132. Atrás, sem o ás; 135. Aqui; 137. Pronome pessoal feminino da 3apessoa; 138. Líder, em inglês; 140. Grêmio Recreativo de Francana;

142. Símbolo químico do cálcio; 143. Lolita, sem a pedra; 145. Mar, em

inglês; 148. Bolsa de Mercadorias & Futuros; 149. Capital da Irlanda; 151. Lulu Santos; 152. Abreviação de Sudeste; 154. Reitor, nas universidades inglesas e americanas; 155. Nós, em inglês; 157. Comissão de Valores Mobiliários; 159. O primeiro satélite de Júpiter, descoberto por Galileu;

160. Pedro ... , personagem humorístico dos programas do Chico Anísio; 162. Instituto de Resseguros do Brasil; 164. Sigla do Estado de

Pernambuco; 167. Cidade onde nasceu Abraão; 169. Marcha de automóvel;

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Respostas dos testes de assimilação da aula 2

Respostas dos testes de assimilação da aula 2

1. As linhas azuis identificam ziguezagues ascendentes, as vermelhas ziguezagues descendentes es setas cinzas ziguezagues lateralmente irregulares. Note que em alguns ziguezagues laterais podem ser encontrados ziguezagues ascendentes e descendentes que vão fazer parte de um movimento lateral um grau acima.

(30)

3.

Tendência de Alta ____ 2. É uma sucessão de topos e fundos ascendentes Tendência de Baixa ____ 3. É uma sucessão de topos e fundos descendentes Tendência Indefinida ____ 1. É uma sucessão de topos e fundos laterais

4.

T4 ALTA F4 ALTA T5 ALTA F5 INDEFINIDA T6 INDEFINIDA F6 BAIXA T7 BAIXA F7 BAIXA T8 ALTA

5.

Primária ALTA Secundária BAIXA Terciária INDEFINIDA Intradia BAIXA

6.

T1: T e F F3: T2 e F2 T4: T3 e F3 F6: T6 e F5 F7: T7 e F6

7.

F3 BAIXA T4 ALTA

8.

T6 ALTA F6 INDEFINIDA

(31)

T7 ALTA

9. FALHA e PENETRAÇÃO

SOLUÇÃO DAS PALAVRAS CRUZADAS

B C A N D E L A B R O A V I A O I P E D I C A P I T O P O A L T E R B I S W M Z P R E G A O E A R C H A R L E S I B V S P P R I M A R I A U R R O N G A L D A M A S E M E L I M A G E M E B D I A R I O O F I S E M A N A L S U P O R T E O E M F A L H A E P R E V I P O E E N V N A S D A Q N U D A C T I A R A Z E U S S U E C O U B N C R A Q U E R U M O P A N I P I S I N D E F I N I D O G U N D U A S L I G V S M A P A O I N D O C R I E D I Ç C E U E T N U A D O W J O N E S F S O M A A Ç A O H A E P T E E U S S O N A R S R C O S A M I M A N A G U A A C E S S S O M M I C O S A M I N C M A B L E R F G M E M O R I A N O R I N T R A D I A E T E R C I A R I A P E N P O N T E L H E L A R M A R A O G B O E X I N D I C E Y V E T O R I A L G A T T G U R U I C M E M A I L S E L O N N E O S R U B A R R A E M A E A T O L E R A N T E S A D R U M F A S C I A N I B O L S A S T E N D E N C I A S & P C V R T O U R O A I U E A R F E C H A M E N T O R E P O N T O D E R E T O R N O B F

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4. O Princípio da Confirmação - A tendência deve ser confirmada pelo menos por dois índices de composição distintas: Seu significado é que nenhum sinal válido de mudança de tendência pode ser gerado apenas por um índice. Na época em que a teoria de Dow foi desenvolvida, existiam dois índices. O índice das Ferrovias (composto por ações de 20 de empresas Ferroviárias) e o Industrial (composto por ações de 30 indústrias).

Assim, se o índice Dow Jones Industrial tivesse rompido um nível de suporte ou de resistência sinalizando o início de uma nova tendência ou a retomada da tendência prévia, a sinalização só seria válida se o índice ferroviário fizesse um movimento idêntico, confirmando um ao outro.

Para facilitar seu entendimento, segue-se abaixo um diagrama de uma situação hipotética, partindo da base de uma congestão:

Suponha que as figuras “X” e “Y” do quadro acima representem o desdobramento de dois índices da mesma família. Admita que antes da congestão começar a se formar eles vinham subindo em tendência de alta, confirmando um ao outro. Assuma que todo o ponto de retorno designado pelas letras R, A, B, etc. é equivalente em tempo, isto é, a virada ocorreu no mesmo dia, ou com uma pequena defasagem.

De acordo com o que estabelece o princípio da confirmação, somente após a ultrapassagem do topo “R” pelos índices “X” e “Y” a continuação da tendência de alta em andamento estaria confirmada.

No ponto de retorno “B”, o índice “X” não conseguiu superar a resistência proporcionada pelo topo anterior (R). Entretanto, o índice “X” conseguiu suplanta-la, sinalizando continuação da tendência de alta. Se dois investidores estivessem acompanhando apenas cada um deles, o que estivesse acompanhando o índice “X” esperando por um sinal de compra na ultrapassagem do topo “R”, não teria iniciado uma compra, pois ela não ocorreu. Já o que estivesse acompanhando o índice “Y”, em contrapartida, teria iniciado uma compra na ultrapassagem do topo “R”.

Observação: No índice “Y”, devido à penetração não confirmada no ponto “B” pelo índice “X” e o registro de uma nova máxima, o ponto “B” passa a ser o topo a ser ultrapassado para confirmação da alta, quando o índice “X” ultrapassar o topo principal.

Como deve ter notado, é uma boa técnica acompanhar dois índices da mesma família e esperar que ambos ultrapassem o mesmo obstáculo de modo a filtrar, ou diminuir, a probabilidade de operar em cima de um sinal falso e levar um “violino”, ou cair numa armadilha.

No ponto C, os papéis se inverteram. Enquanto o índice “X” rompeu o suporte sinalizando venda, o índice “Y” não confirmou a ruptura e, conseqüentemente, o sinal de venda.

RESISTÊNCIA SUPORTE

A

A

B

B

C

C

D

D

X

Y

R

R

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Observação:No índice “X”, devido à penetração não confirmada no ponto “C” pelo índice ”Y”, o ponto “C” passa a ser o fundo a ser penetrado para confirmação da baixa quando o índice “Y” penetrar o fundo principal.

No ponto D, repete-se o alarme falso novamente. O índice “X” corta a linha de resistência, mas a penetração não foi confirmada, até aquele momento, pelo índice “Y”.

Observação:No índice “X”, devido à penetração não confirmada no ponto “D” pelo índice “Y”, o ponto “D” passa a ser o topo a ser ultrapassado para confirmação da alta quando o índice “Y” ultrapassar o topo principal (topo “B”).

Finalmente, quando o topo “D” do índice “X” e o topo “B” no índice “Y” foram ultrapassados, ficou confirmada a retomada da tendência de alta, com os índices confirmando um ao outro.

Esta técnica pode ser aplicada para confirmações entre ações on e pn da mesma empresa, tipo a Petrobrás on e pn.

Aqui no Brasil, no caso dos índices, pode-se comparar o BOVESPA e o IBX que são da mesma família. Apesar de possuírem um grupo de ações em comum com pesos diferentes, o IBX tem umas 50 ações a mais. Veja abaixo, num exemplo real comparando os gráficos do índice Bovespa semanal dolarizado e do IBX semanal dolarizado, algumas não confirmações.

Apesar de discretamente, o topo A do Bovespa foi ultrapassado, mas o IBX não confirmou a ruptura. No ponto C, o fundo foi penetrado no Bovespa, mas o IBX não confirmou a penetração até o momento em que escrevo estas linhas.

A Teoria de Dow não se encerra aqui. Entretanto, para o desenvolvimento da metodologia operacional que mostrarei ao longo deste curso, isto é tudo o que precisa conhecer sobre a Teoria de Dow para que possa aplicar a metodologia eficientemente. Se quiser ir mais fundo, recomendo a

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leitura dos seguintes livros: “The Stock Market Barometer” por William Peter Hamilton e “The Dow Theory” por Robert Rhea. Ambos podem ser adquiridos no site da Amazon.com.

Dos quatro princípios que abordamos na Teoria de Dow, três deles de alguma forma versam sobre tendências. Dada a sua grande importância dentro da análise técnica, vamos dissecá-las mais um pouco, porque este conceito deve ficar gravado a fogo na sua memória já que, juntamente com os topos e os fundos, desempenharão um papel predominante na formulação das estratégias operacionais.

O que está por trás das tendências - o aspecto psicológico

Tendências de Alta se iniciam quando os compradores são mais fortes que os vendedores e suas compras empurram os preços para cima. Se os vendedores atuam para empurrar os preços para baixo, os compradores retornam com força, interrompendo o declínio e empurrando os preços para novas altas. Tendências de Baixa ocorrem quando os vendedores são mais fortes e suas vendas empurram o preço para baixo. Quando um alvoroço de compras suspende os preços, os vendedores com suas vendas interrompem a subida e empurram os preços para novas baixas.

Quando compradores e vendedores estão equilibrados, os preços permanecem numa Área de Indefinição (congestão – sem tendência definida). E’ como um cabo de guerra com forças equilibradas, vai pra cá vai pra lá e não chega a lugar nenhum. Já uma tendência é como um cabo de guerra onde de um lado estão o Mike Tyson, o Holyfield, o Rocky Marciano, o Muhamed Ali e do outro o Nelson Ned, o Rodolfo, o ET e o Marco Maciel. O grupo mais forte puxa o mais fraco e, de vez em quando, dá uma paradinha para uma cuspidela na mão e volta a puxar.

Tendências e Áreas de Indefinição aparecem nitidamente no passado dos gráficos. Professores mostram esses gráficos nos seminários e nos fazem ver como é fácil identificar as tendências. Só que não é bem assim. O passado está feito e é fácil de analisar. O futuro é fluído e incerto. No momento em que você consegue identificar a Tendência, um bom pedaço dela já ficou para traz. O mercado não apita quando uma Tendência deriva para uma Área de Indefinição. No momento em que reconhecer essa mudança terá perdido algum dinheiro tentando operar como se o mercado ainda estivesse em Tendência.

As periodicidades conflitantes das tendências

A maioria dos investidores ignora o fato de que o mercado está simultaneamente em Tendência e em Área de Indefinição. Olham para uma periodicidade tal como diária ou horária e procuram por operações sobre os gráficos diários. Com sua atenção fixa sobre gráficos diários ou horários, Tendências de outras periodicidades, tais como semanal ou de 15 minutos, passam por ele e destroem seus planos.

Uma Tendência pode parecer de alta num gráfico diário e de baixa num gráfico semanal e vice-versa. Os sinais de um mesmo mercado em diferentes periodicidades, freqüentemente se contradizem um ao outro. Qual deles você seguirá?

Os sinais conflitantes de diferentes periodicidades de um mesmo mercado são um dos grandes quebra-cabeças da análise do mercado. Quando estiver em dúvida, suba sua análise para uma periodicidade mais longa. Dê um passo atrás e examine o gráfico de uma periodicidade mais longa do que a que está tentando operar. Procure olhar a floresta e, não, as árvores mais próximas.

Observe os gráficos mensal, semanal e diário de Petrobrás preferencial da próxima página, todos com a mesma data de fechamento, e defina qual sua tendência na época.

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Alguém que estivesse apenas observando o gráfico diário, diria que é de baixa. Um outro que estivesse observando o gráfico semanal diria que está indefinida e, finalmente, um terceiro que estivesse observando o gráfico mensal diria que é de alta. Qual delas operar? Se pretender operar utilizando o gráfico diário observe a tendência predominante no semanal e opere o diário priorizando a direção da semanal. Se pretender operar um gráfico de hora, opere priorizando a direção do gráfico diário e assim sucessivamente.

Linha de Tendência

Embora muitos investidores possam desprezar a importância das linhas de tendência, elas são umas das ferramentas mais importantes da análise técnica. Na metodologia que estamos desenvolvendo, como disse anteriormente, elas são um dos pilares.

As pessoas marcam as linhas de tendência de

muitos modos diferentes, mas de um modo geral, a

chave para plotar as linhas de forma correta é traça-las conectando dois fundos ou dois topos numa

seqüência. Portanto, a condição inicial para se traçar uma linha de tendência num gráfico de barras é a

existência de no mínimo dois fundos ou dois topos num gráfico de barras qualquer (também vale para o

gráfico de velas – Candelabro, mas no gráfico ponto-figura sua concepção é completamente diferente).

A linha de tendência pode ser de baixa ou de alta: uma linha de tendência de alta é representada graficamente por uma linha reta conectando as correções (os fundos) numa tendência de alta. A linha de tendência de baixa é o inverso; conecta as correções (os topos) numa tendência de baixa. São usadas para identificar a direção das tendências. Quando dois topos ou dois fundos estão horizontalmente nivelados, também é possível conecta-los com linhas horizontais, mas, ao invés de linha de tendência, a linha é denominada respectivamente de linha de resistência ou linha de suporte. O diagrama da próxima página facilitará a compreensão do texto.

Referências

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