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Mobilidade Europeia. Os seus direitos de segurança social na Finlândia. Comissão Europeia

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Mobilidade Europeia

Os seus direitos de segurança social

na Finlândia

http://ec.europa.eu/social

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As

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da Direcção-Geral do Emprego, Assuntos Sociais

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-S

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Mobilidade Europeia

(na União Europeia, no Espaço Económico Europeu e na Suíça)

Os seus direitos de segurança social na

Finlândia

Situação em 13 de Março de 2006

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Europe Direct é um serviço que o/a ajuda a encontrar respostas às suas perguntas sobre

a União Europeia

Número verde único (*):

00 800 6 7 8 9 10 11

(*) Alguns operadores de telecomunicações móveis não autorizam o acesso a números 00 800 ou podem sujeitar estas chamadas telefónicas a pagamento

© Comunidades Europeias, 2009

Reprodução autorizada mediante indicação da fonte. Uma ficha bibliográfica figura no fim desta publicação.

Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, 2009 ISBN 92-79-03951-2

Encontram-se disponíveis numerosas outras informações sobre a União Europeia na rede Internet, via servidor Europa (http://europa.eu).

Nem a Comissão Europeia nem qualquer pessoa que actue em seu nome são responsáveis pelo uso que possa ser feito com as informações contidas nesta publicação.

Advertência:

A presente brochura foi elaborada com base nas informações comunicadas pela Finlândia em 13 de Março de 2006. É importante assegurar-se de que não houve, entretanto, modificações na legislação nacional e que as presentes informações se mantêm válidas. Para este efeito, queira consultar os organismos e instituições competentes, cujas coordenadas figuram na “Secção 3. Informações de contacto das instituições e endereços úteis na Internet”.

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Índice

1. Introdução

. . . 5

2. Os ramos da segurança social

. . . 7

2.1. Prestações por doença, maternidade e paternidade equiparadas . . . 7

2.1.1. Reabilitação e readaptação. . . 8

2.1.2. Subsídio de reabilitação . . . 9

2.1.3. Prestações parentais. . . 9

2.2 Prestações por acidentes de trabalho e doenças profissionais . . . 10

2.3. Subsídio por morte. . . 11

2.4. Prestações por invalidez. . . 11

2.4.1. Regime de pensões de reforma . . . 11

2.4.2. Regime geral de pensões. . . 12

2.5. Prestações por velhice e sobrevivência . . . 12

2.5.1. Pensões por velhice. . . 12

2.5.2. Pensão de sobrevivência. . . 13

2.6. Prestações por desemprego. . . 14

2.6.1. Subsídio de desemprego . . . 14

2.7. Prestações por pré-reforma . . . 14

2.8. Prestações familiares. . . 15

2.8.1. Subsídio familiar a crianças e jovens . . . 15

2.8.2. Subsídio por assistência a menores. . . 15

2.8.3. Subsídio por maternidade . . . 15

2.9. Prestações especiais de carácter não contributivo. . . 15

2.9.1. Sistema de apoio ao mercado de trabalho . . . 15

2.9.2. Subsídio por assistência a pessoas com deficiência . . . 15

2.9.3. Subsídio de cuidados a criança deficiente . . . 16

2.9.4. Subsídio de habitação para pensionistas . . . 16

2.9.5. Subsídio especial para imigrantes . . . 16

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1

O regime de segurança social finlandês prevê prestações que dependem da residência e da actividade profissional. Os residentes na Finlândia estão cobertos pela pensão por velhice (pensão nacional), prestações dos serviços de saúde pública e de seguro de saúde, subsídios de mater-nidade e prestações familiares. O pagamento de certas prestações que dependem da residência está, por vezes, sujeito a determinados critérios suplementares, nomea-damente de duração. O regime de reforma dos trabalha-dores e o seguro de acidentes de trabalho e de doenças profissionais são componentes da segurança social que dependem exclusivamente da actividade profissional. O sistema obrigatório de pensões da Finlândia consiste numa pensão contributiva e numa pensão nacional. As pensões de invalidez, desemprego, sobrevivência e velhi-ce integram estes dois regimes.

O objectivo das pensões contributivas consiste em man-ter o nível de vida que uma pessoa, assalariada ou inde-pendente, possuía antes de se reformar. O sistema de pensão de reforma baseia-se em diversas leis. A principal é a lei que regulamenta a reforma dos assalariados (TyEL), aplicável aos assalariados do sector privado, ou seja a 60% da totalidade dos trabalhadores. As pensões dos trabalhadores independentes, dos marítimos e dos funcionários são regidas por leis específicas.

O critério para a concessão da pensão nacional é a resi-dência na Finlândia. Esta pensão visa garantir um rendi-mento de subsistência mínimo aos pensionistas que não beneficiem de nenhuma outra pensão, ou que tenham uma pensão muito reduzida. O montante da pensão nacional reduz-se à medida que aumenta a pensão con-tributiva e, no caso de esta superar um determinado montante, não é paga a pensão nacional (em 2007, este limite era de entre 915,21 e 1074,63 euros por mês, con-soante o distrito de residência e o Estado civil).

Existem relativamente poucos regimes complementares de reforma não obrigatórios na Finlândia, dado que todos os trabalhadores assalariados e independentes estão abrangidos pelo regime de pensões contributivas. Não existe limite para os rendimentos a ter em conta para o cálculo da reforma profissional, pelo que o montante da pensão a pagar não está sujeito a limite máximo.

Neste regime, não existe nenhum limite máximo de ren-dimentos a considerar para efeitos de cálculo da pensão de reforma profissional e o montante da mesma não está limitado.

O Estado financia as prestações familiares e as presta-ções de desemprego. O subsídio de desemprego é finan-ciado em 50% pelo Estado e em 50% pela administração local. O subsídio de desemprego, que depende dos ren-dimentos, é financiado através das contribuições das empresas e das quotizações dos trabalhadores para fun-dos de desemprego e de funfun-dos públicos. As autorida-des locais financiam os serviços de cuidados de saúde através dos impostos locais e dos pagamentos efectua-dos pelos utentes. Além disso, o Estado paga à autorida-de local a sua parte do financiamento dos serviços sociais e de cuidados de saúde. As pensões são financia-das através financia-das contribuições financia-das empresas e dos lhadores, bem como do Estado. Os assalariados, os traba-lhadores independentes, as empresas, os segurados e o Estado contribuem para o financiamento do seguro de doença. O seguro contra acidentes baseia-se nas contri-buições dos empregadores.

O Ministério da Saúde e Assuntos Sociais é responsável pela regulamentação da segurança social e pelo desen-volvimento geral do sistema de protecção social. O siste-ma é gerido por várias organizações e caracteriza-se pelo facto de confiar a companhias de seguros privadas a gestão de uma parte da protecção social.

O sistema de segurança social baseado na residência é gerido pelo Instituto de Seguro Social (Kansaneläkelai-tos, ou Kela), que é um organismo autónomo de direito público. Administrativamente, este organismo depende directamente do Parlamento finlandês. As autoridades locais são responsáveis pelos serviços de saúde.

Os organismos de seguros de reforma, as caixas de sões e os fundos de pensões gerem os regimes de pen-sões dos trabalhadores do sector privado. O Centro Nacional das Pensões (Eläketurvakeskus, ou ETK) é a enti-dade coordenadora dos regimes de reforma dos traba-lhadores, e é também responsável pelas questões dos seguros e pensões internacionais. O serviço de controlo da segurança social supervisiona os organismos de segu-ro e de reforma.

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A Fazenda pública gere o regime de reforma dos agentes do Estado, enquanto os trabalhadores das autarquias dependem do regime de reforma da administração local. As companhias de seguros de acidentes asseguram a cobertura dos riscos de acidentes de trabalho e doenças profissionais dos empregados do sector privado. Em con-trapartida, é o Ministério das Finanças quem gere o segu-ro de acidentes de trabalho dos funcionários do Estado. A Associação dos Organismos de Seguros de Acidentes é a organização pública responsável pelas questões de segu-ro de acidentes. Entre as suas funções inclui-se a de

insti-tuição do local de residência e de estada, de acordo com as obrigações internacionais da Finlândia.

A KELA é responsável pelas prestações de desemprego de base. Os fundos de desemprego, em colaboração com as organizações sindicais, gerem as prestações de desem-prego concedidas em função dos rendimentos. A inscri-ção nestes fundos é facultativa.

As decisões relativas à segurança social podem ser alvo de recurso. O procedimento e as entidades de recurso são descritos nas secções seguintes do presente documento.

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2.1. Prestações por doença,

maternidade e paternidade

equiparadas

Serviços de saúde

Todas as pessoas residentes na Finlândia têm direito a cuidados de saúde primários e a assistência hospitalar. As autoridades locais são responsáveis pelos serviços de saúde. A legislação estabelece os serviços que as autori-dades locais são obrigadas a prestar. Uma autoridade local pode organizar ela própria os serviços, em conjunto com outras autoridades locais ou adquirindo-os junto de outra autoridade local ou de outros prestadores de servi-ços públicos ou privados. Os serviservi-ços organizados pela autarquia incluem a educação para a saúde e as consul-tas médicas, cuidados médicos, reabilitação (desde que não abrangida por outro sistema), saúde mental, trans-porte de doentes, cuidados dentários, serviços de orien-tação, medicina nas escolas, universidades e empresas, bem como os exames sistemáticos e o rastreio.

No âmbito do Estado, os cuidados são dispensados prin-cipalmente pelos centros de saúde e pelos hospitais. Estes serviços de saúde são, sobretudo, destinados às pessoas domiciliadas no município em questão. Nos cen-tros de saúde, os cuidados são prestados por médicos de clínica geral. Sempre que necessário, os médicos dos referidos centros ou os médicos que exercem a sua acti-vidade a título privado enviam os doentes a um especia-lista no hospital. Em caso de urgência, o doente pode dirigir-se directamente a um hospital sem passar previa-mente por um clínico geral. A possibilidade de um doen-te poder escolher o seu médico varia segundo a autar-quia e o centro de saúde. Geralmente, os doentes recor-rem ao hospital mais próximo.

Os cuidados de emergência são prestados ao doente de forma imediata. Quanto aos tratamentos não urgentes, os prazos de execução são fixados pela lei. Os centros de saúde devem estar directamente contactáveis durante o seu horário de abertura. O tratamento de que o doente necessita pode ser, muitas vezes, avaliado a partir da entrevista telefónica, que pode ser efectuada por um profissional da saúde que não seja médico. Se a avaliação

dos cuidados necessários exigir uma deslocação ao cen-tro de saúde, esta deve ter lugar nos três dias seguintes à entrevista telefónica. Os cuidados dispensados no centro de saúde têm início, geralmente, a partir da primeira visi-ta do doente. Se visi-tal não for possível, o travisi-tamento deve ser proposto, o mais tardar, num prazo de três meses. No hospital, a avaliação dos cuidados necessários deve ter início nas três semanas seguintes à recepção do pedido de acolhimento do doente. Se os exames indicarem que este necessita de cuidados hospitalares, esses exames devem iniciar-se, o mais tardar, nos seis meses seguintes à avaliação. Os tratamentos de crianças e jovens do âmbi-to da saúde mental que forem considerados necessários devem ser prestados num prazo de três meses. Qualquer tratamento considerado necessário do ponto de vista odontológico deve ser dispensado num prazo razoável, o mais tardar num período de seis meses.

Na Finlândia, os centros de saúde exigem, em geral, o pagamento de um determinado montante. Este mon-tante, que varia consoante os municípios, é de 11 a 22 euros. Nos hospitais, os doentes externos pagam 22 euros por consulta, sendo a tarifa diária para interna-mento de 26 euros por dia. Os cuidados de cirurgia ambulatória estão fixados em 72 euros por dia. No caso de doença prolongada, as tarifas cobradas aos doentes são fixadas com base no rendimento.

Os serviços para os quais o doente tiver pago 590 (dados de 2007) durante 12 meses são gratuitos a partir desse montante. Porém, pode ser exigido o pagamento de 12 euros por dia para a assistência de curta duração (menos de 3 meses) num estabelecimento de saúde.

É possível apresentar um pedido de rectificação de uma factura de cuidados médicos à comissão municipal de saúde ou ao organismo responsável que determinou a prestação de cuidados de saúde especializados. O pedido deve ser efectuado por escrito, num prazo de catorze dias a contar da data da notificação da factura ao interessado. O doente pode apresentar queixa ao director do centro de saúde ou do hospital visado relativamente a outros assun-tos inerentes aos cuidados de saúde e hospitalares ou ao tratamento associado. O doente também pode apresentar uma queixa às autoridades responsáveis pela supervisão dos estabelecimentos médicos e hospitalares.

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Seguro de doença

O regime de seguro de doença abrange todas as pessoas residentes na Finlândia a título permanente. Os assalaria-dos e os trabalhadores independentes estão igualmente seguros, sob determinadas condições, ainda que não residam na Finlândia a título permanente. O seguro médico cobre sobretudo o reembolso dos custos da assistência médica do sector privado, os medicamentos receitados em regime ambulatório e as despesas de des-locação devido a doença, bem como as prestações pecu-niárias por doença, maternidade e paternidade.

O seguro de doença reembolsa igualmente uma parte dos honorários da medicina privada e as despesas de tratamentos médicos e hospitalares, bem como de fisio-terapia, incluindo ainda exames realizados por psicólo-gos e por laboratórios de análises e a hemodiálise em regime ambulatório.

O reembolso dos honorários médicos, dos exames e dos tratamentos efectua-se segundo as tarifas convencio-nais. Estas tarifas definem o montante dos honorários utilizados como base de reembolso pelo Instituto de Seguro Social. São reembolsados 60% da tarifa oficial no caso dos honorários médicos e até 75% da tarifa oficial no que respeita a exames e tratamentos que ultrapas-sem a taxa moderadora a cargo do utente relativa a cada receita (em 2007: 13,46 euros).

Todas as pessoas seguradas na Finlândia têm direito ao reembolso dos cuidados dentários. O reembolso dos honorários dos dentistas e dos exames e medicamentos por eles prescritos, bem como as despesas de desloca-ção, é efectuado de acordo com os mesmos princípios aplicáveis a qualquer outro tipo de tratamento prescrito por um médico de clínica geral.

O regime de seguro de doença reembolsa, parcial ou integralmente, todos os medicamentos prescritos por um médico para o tratamento de uma doença. Os reem-bolsos de medicamentos efectuam-se segundo três categorias de comparticipação. O reembolso é calculado por produto, em percentagem das despesas farmacêuti-cas. O doente paga a taxa moderadora de cada medica-mento para os produtos da categoria de reembolso especial superior. Não há taxa moderadora por medica-mento para os produtos da categoria de reembolso de base, nem para a categoria de reembolso especial infe-rior.

Além disso, são reembolsados os preparados dietéticos ou produtos similares utilizados no tratamento de deter-minadas doenças graves, bem como as pomadas desti-nadas ao tratamento de doenças da pele prolongadas. O reembolso de base dos medicamentos vendidos com receita médica ascende a 42% do custo dos medicamen-tos. Em relação a determinadas doenças graves e prolon-gadas, o reembolso pode ascender a 72% ou 100% do total, deduzida a taxa moderadora de 3 euros a cargo do

doente. Existe um limite máximo anual para as despesas com medicamentos a pagar pelo utente (em 2007: 627,47 euros). Acima deste limite, os medicamentos são reembolsados a 100%, após a dedução da taxa modera-dora de 1,50 euros por medicamento.

As despesas de transporte são reembolsadas, deduzido o montante da taxa moderadora fixa (9,25 euros), em relação a todo o trajecto efectuado de um ponto ao outro: a deslocação pode incluir uma visita para receber cuidados ou a visita de médicos especialistas ao doente. Se, durante o ano civil, as despesas de deslocação ultra-passarem a chamada franquia anual (157,25 euros), o excedente é reembolsado integralmente.

Os trabalhadores assalariados ou não assalariados com idades compreendidas entre 16 e 67 anos têm direito a um subsídio diário de doença. O direito ao subsídio adquire-se ao fim de nove dias úteis de doença (excluin-do o dia em que o trabalha(excluin-dor fica (excluin-doente). Este subsídio de doença é concedido por um período máximo de 300 dias úteis.

O subsídio é normalmente determinado em função do rendimento do trabalho declarado e posteriormente submetido a comprovação, ou com base no rendimento do interessado durante um período de 6 meses. O mon-tante do subsídio aumenta em função do rendimento do trabalho. O subsídio está sujeito ao imposto sobre o ren-dimento. Na ausência de rendimentos do trabalho, o segurado pode receber um subsídio em função dos seus recursos económicos (em 2007: 15,20 euros por dia), após 55 dias de incapacidade para o trabalho. A análise dos recursos económicos inclui qualquer outro rendi-mento que o segurado e o seu cônjuge recebam. Os pedidos deste subsídio devem ser apresentados aos serviços locais do Instituto de Seguro Social ou à caixa profissional. Os pedidos de reembolso das despesas de saúde devem ser apresentados num prazo de dois meses após o pagamento dos honorários ou tratamentos. Existe sempre a possibilidade de recorrer de uma decisão em matéria de seguro de doença. Os recursos devem ser apresentados aos serviços locais do Instituto de Seguro Social ou caixa profissional responsável pela decisão contestada, que irá analisar a possibilidade de revisão da decisão.

Caso essa entidade não possa rever a decisão, compete à comissão de recurso da Segurança Social apreciar a reclamação. Também existe a possibilidade de recorrer da decisão desta comissão para o Tribunal da Segurança Social.

2.1.1. Reabilitação e readaptação

Os serviços de reabilitação organizados pelo Instituto de Seguro Social compreendem a reabilitação médica das pessoas com deficiência grave, a readaptação profissio-nal das pessoas com deficiência ligeira e outras formas

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de reabilitação a título opcional. Compete ao Instituto de Seguro Social organizar outros serviços de reabilitação médica destinados a pessoas gravemente deficientes, para além dos cuidados previstos, caso eles sejam neces-sários para garantir ou melhorar a capacidade de traba-lho ou a capacidade funcional dessas pessoas. A reabili-tação pode ser organizada sob forma de terapia e de reabilitação em instituição especializada. As despesas de reabilitação são integralmente reembolsadas, bem como a parte das despesas de deslocação que excedam a fran-quia.

As pessoas com deficiência ligeira têm direito a benefi-ciar de serviços de reabilitação profissional adequados, para não ficarem incapacitadas para o trabalho ou para melhorarem a sua capacidade para o trabalho ou a sub-sistência, caso estejam em risco de incapacidade para o trabalho, nos próximos anos, causada por doença, ou se a sua capacidade de trabalhar já estiver efectivamente reduzida. A reabilitação é organizada principalmente sob a forma de análise das necessidades de reabilitação, exa-mes de reabilitação, formação e actividades de prepara-ção para o trabalho, realizadas em instituições especiali-zadas, com vista a preservar e melhorar a capacidade para o trabalho.

O Parlamento fixa anualmente o orçamento que o Insti-tuto de Seguro Social pode afectar a outras actividades para além das actividades de reabilitação médica e pro-fissional previstas na lei. O objectivo é apoiar quer a capacidade funcional dos trabalhadores através da rea-bilitação médica, quer a sua capacidade de trabalhar através da reabilitação profissional. A reabilitação pode ser organizada a título facultativo, para pessoas que, por lei, não têm direito aos serviços de reabilitação organiza-dos pelo Instituto de Seguro Social. Os serviços mais frequentemente organizados são as actividades de rea-bilitação profissional em instituição especializada, que favorecem a capacidade de trabalho, os cursos de reabi-litação médica e as psicoterapias. Estas últimas são as únicas terapias de reabilitação médica pagas; o doente que segue uma terapia deste tipo deve pagar uma taxa moderadora, ao contrário do que acontece com os outros tipos de reabilitação facultativa.

2.1.2. Subsídio de reabilitação

Durante o período de reabilitação, a pessoa em causa recebe o subsídio pertinente, desde que o objectivo dessa reabilitação consista no prosseguimento ou reco-meço de uma actividade profissional ou no acesso à vida activa. Regra geral, o montante do subsídio de reabilita-ção é determinado da mesma forma que o subsídio pago pelo seguro de doença.

Os pedidos de reabilitação e do subsídio de reabilitação devem ser apresentados aos serviços locais do Instituto de Seguro Social. É possível recorrer da decisão do insti-tuto para a Comissão de Recurso e recorrer da decisão desta para o Tribunal da Segurança Social.

2.1.3. Prestações parentais

A mãe tem direito aos subsídios de maternidade e de licença parental, e o pai aos subsídios de paternidade e de licença parental, caso tenham estado abrangidos pela segurança social da Finlândia, no mínimo, durante os 180 dias anteriores à data prevista do parto. Para determinar o eventual direito dos interessados a estas prestações, são igualmente tidos em conta os períodos cumpridos noutros Estados-Membros são. O subsídio por materni-dade e o subsídio parental são pagos, no total, durante 263 dias úteis. Este período é prolongado em 60 dias úteis no caso de nascimentos múltiplos.

O subsídio por maternidade é pago à mãe durante os primeiros 105 dias. O direito ao subsídio por maternida-de tem início entre 30 e 50 dias úteis antes da data pre-vista para o parto. O subsídio parental é pago durante os 158 dias úteis seguintes, à mãe ou ao pai, caso um deles opte por ocupar-se do filho. O subsídio parental não pode ser pago simultaneamente ao pai e à mãe. Os pais adoptivos também podem receber o subsídio parental se a criança for adoptado antes de completar sete anos. A mãe tem direito a uma prestação especial de materni-dade durante a gravidez nos casos em que uma substân-cia química, radiação ou doença contagiosa relacionadas com o seu trabalho ou o seu local de trabalho possam pôr em perigo o desenvolvimento do feto ou da gravidez e desde que não seja possível transferi-la para outras funções.

Após o parto, o pai pode requerer um subsídio e uma licença de paternidade com a duração máxima de 18 dias úteis, que gozará em quatro vezes ao longo do perí-odo de pagamento do subsídio por maternidade e do subsídio parental. O direito ao subsídio por paternidade é prolongado por 1 a 12 dias úteis se o pai tiver benefi-ciado de um subsídio parental, no mínimo, nos últimos 12 dias úteis do período de concessão do subsídio paren-tal.

O montante dos subsídios de maternidade e parental é idêntico ao do subsídio de doença. Os pais de um menor de 16 anos que receba tratamento ou reabilitação num hospital ou, em determinados casos, no domicílio, podem receber um subsídio especial. Este subsídio é pago durante um período máximo de 60 dias úteis por filho e ano civil. O montante deste subsídio é idêntico ao do subsídio de doença.

As prestações parentais estão sujeitas ao imposto sobre o rendimento.

Os pedidos destes subsídios devem ser apresentados aos serviços locais do Instituto de Seguro Social ou à caixa profissional. O subsídio por maternidade deve ser reque-rido com dois meses de antecedência em relação à data prevista do parto, e o subsídio por paternidade deve ser requerido dois meses antes da data pretendida para o início da prestação. As prestações parentais devem ser

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requeridas um mês antes da data pretendida para o iní-cio do seu pagamento.

Existe sempre a possibilidade de recorrer de uma decisão em matéria de prestações parentais. Os recursos devem ser apresentados aos serviços locais do Instituto de Seguro Social ou caixa profissional responsável pela decisão contestada, que irá analisar a possibilidade de revisão da decisão. Caso essa entidade não possa rever a decisão, compete à comissão de recurso da Segurança Social apreciar a reclamação. Também existe a possibili-dade de recorrer da decisão desta comissão para o Tribu-nal da Segurança Social.

2.2 Prestações por acidentes de

trabalho e doenças profissionais

No âmbito da cobertura obrigatória do seguro de doen-ça e do regime de pensões na Finlândia, o seguro obriga-tório de acidentes constitui o principal regime de indem-nização por doenças profissionais e acidentes de traba-lho. O seguro de acidentes confere ao trabalhador o direito a receber uma indemnização pela perda financei-ra provocada por um acidente no tfinancei-rabalho ou por uma doença profissional. A lei finlandesa determina que a gestão do seguro obrigatório de acidentes seja assegu-rada por companhias de seguro privadas. Uma compa-nhia de seguros não pode recusar-se a efectuar ou man-ter um seguro que lhe seja solicitado em conformidade com a lei.

O seguro de acidentes para agricultores que trabalham por conta própria encontra-se sob a alçada do Instituto de Protecção Social dos Agricultores. O Ministério das Finanças é responsável pelas indemnizações por aciden-tes aos funcionários e demais trabalhadores por conta do Estado.

Os empregadores são obrigados a segurar os seus traba-lhadores que prestem mais de 12 dias de trabalho num ano civil. Se a entidade empregadora não cumprir esta obrigação legal, ou caso não esteja sujeito à mesma, o trabalhador acidentado continuará a ter, não obstante, direito às prestações previstas pela Lei relativa ao seguro de acidentes. A federação dos Institutos de Seguros de Acidentes é a entidade responsável nestes casos, pagan-do também as prestações.

Nos termos da Lei relativa ao seguro de acidentes, o direito às prestações adquire-se em função da existência de um vínculo contratual no sector privado ou no sector público. O seguro cobre os acidentes de trabalho e as doenças profissionais. Entende-se por acidente de lho um acidente de que o trabalhador é vítima no traba-lho ou em circunstâncias decorrentes deste, no trajecto entre o domicílio e o local de trabalho, ou durante a rea-lização de tarefas confiadas pela entidade empregadora. Considera-se doença profissional qualquer doença cuja

causa principal possa ser atribuída, segundo todos os indícios, a um agente físico, biológico ou químico rela-cionado com o trabalho.

O seguro de acidentes cobre os trabalhadores com vín-culo contratual nos sectores público ou privado, excluin-do os familiares excluin-dos empregaexcluin-dores e os quadros superio-res das empsuperio-resas que, de forma individual ou conjunta-mente com familiares, possuam mais de 50% do capital social da empresa. Em geral, os estudantes que efectuem um estágio prático também estão seguros. Estão normal-mente cobertos pelo seguro de acidentes também os trabalhadores enviados em missão ao estrangeiro. Apesar de os empresários e os membros das suas famí-lias e os quadros dirigentes não serem abrangidos pelo seguro obrigatório de acidentes, podem, nos termos da Lei relativa ao seguro de acidentes, subscrever um segu-ro individual facultativo que lhes garante prestações idênticas às do seguro obrigatório.

O seguro de acidentes obrigatório garante a indemniza-ção relativa aos cuidados de saúde necessários e à perda de rendimentos. Durante uma incapacidade para o tra-balho temporária, é paga uma indemnização diária por um período máximo de um ano. Durante as quatro pri-meiras semanas a seguir ao acidente, o montante equi-vale ao do subsídio de doença. Posteriormente, a indem-nização diária do trabalhador acidentado é igual a 1/360 da sua remuneração anual. Normalmente, o rendimento anual é calculado com base no nível de rendimento no momento do acidente.

Se a incapacidade para o trabalho persistir por um perío-do superior a um ano após o acidente, o trabalhaperío-dor recebe uma pensão por acidente de trabalho, cujo mon-tante, nos casos de invalidez absoluta, ascende a 85% da sua remuneração anual até à idade de 65 anos, baixando em seguida para 70% da referida remuneração.

Em caso de incapacidade parcial para o trabalho, tam-bém podem ser pagos um subsídio parcial e uma pensão parcial de acidentes de trabalho. Estes subsídios e esta pensão constituem rendimentos tributáveis. Os reem-bolsos dos cuidados médicos não são passíveis de imposto.

Os trabalhadores acidentados também recebem uma indemnização por incapacidade permanente resultante de acidente ou doença. A indemnização por incapacida-de não é tributável. Em caso incapacida-de óbito, o/a viúvo/a e filhos menores de 18 anos (ou de 25, caso estejam a estudar) recebem um subsídio para despesas de funeral e uma pensão de sobrevivência. A pensão de sobrevivência não é tributável.

As despesas de reabilitação médica e profissional tam-bém estão cobertas pelo seguro de acidentes. A reabili-tação tem como objectivo principal facilitar o acesso do trabalhador incapacitado a um emprego remunerado adequado e facilitar a sua autonomia na vida quotidiana.

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O reembolso individual das despesas legítimas de reabi-litação ou readaptação, bem como da perda de rendi-mentos está previsto, geralmente, sob forma de pensão por acidente de trabalho.

O trabalhador vítima de um acidente deve informar ime-diatamente a entidade empregadora, que lhe entregará um certificado de seguro. Contra apresentação desse certificado, o trabalhador receberá a assistência médica necessária e os medicamentos prescritos pelo médico, sendo os custos suportados pela entidade seguradora de acidentes. A entidade empregadora deve enviar à entidade seguradora uma declaração de acidente, para que seja accionado o procedimento de indemnização. Se o beneficiário da indemnização não estiver satisfeito com a decisão da entidade seguradora, pode apresentar um recurso à Comissão de Indemnização de Acidentes de Trabalho. A própria entidade seguradora tem o direito de alterar a sua decisão. Existe ainda a possibilidade de recorrer da decisão da Comissão de Indemnização de Acidentes de Trabalho para o Tribunal da Segurança Social. Em determinados casos, pode recorrer-se da deci-são do Tribunal da Segurança Social para o Supremo Tri-bunal.

2.3. Subsídio por morte

O subsídio por morte não é atribuído no âmbito do regi-me obrigatório, excepto se for uma prestação ao abrigo da lei sobre as reformas dos marítimos.

O subsídio por morte é unicamente uma prestação com-plementar declarada ao abrigo da lei sobre as reformas dos trabalhadores assalariados e da lei sobre as reformas dos trabalhadores independentes.

O subsídio por morte sob a forma de prestação comple-mentar declarada apenas podia ser previsto para grupos de pessoas, por exemplo todo o pessoal de uma empre-sa, e não para determinados indivíduos. Esta prestação complementar deixou de poder ser declarada a partir de 1 de Janeiro de 2001 e já não abrange novos segurados. Os novos trabalhadores não podem, por isso, beneficiar de qualquer subsídio por morte em nenhum regime de prestações complementares.

2.4. Prestações por invalidez

2.4.1. Regime de pensões de reforma

Existem vários tipos de pensões de invalidez para cobrir a perda de rendimento resultante de incapacidade pro-longada para o trabalho: a pensão por invalidez por inteiro, que pode ter uma duração determinada (subsí-dio de reabilitação) ou ilimitada, e a pensão por invalidez parcial ou subsídio de reabilitação parcial.

A pensão por invalidez por inteiro e o subsídio de reabi-litação começam geralmente quando finaliza o paga-mento do subsídio diário de doença. A pensão por inva-lidez pode ser atribuída sem período prévio de conces-são de prestações de doença.

É paga uma pensão por invalidez ao trabalhador por conta de outrem ou por conta própria, com menos de 63 anos, cuja capacidade de trabalho tenha sofrido uma redução por motivo de doença, deficiência ou lesão. Se a capacidade de trabalho sofrer uma redução de pelo menos três quintos, é concedida uma pensão por inteiro. Em caso de redução da capacidade de trabalho de pelos menos dois quintos, é concedida uma pensão por invali-dez parcial.

O grau de invalidez é determinado com base num relató-rio sobre o estado de saúde do trabalhador que requer a pensão por invalidez. Na avaliação da incapacidade para trabalhar, são tidos em conta, para além do relatório médico, o nível de formação da pessoa, a experiência profissional, idade e oportunidades de emprego. É pago um subsídio de reabilitação aos trabalhadores quando se afigura provável a cura do seu estado de inva-lidez devido a deficiência ou doença, através de terapias ou de reabilitação.

A concessão deste subsídio é condicionada a um progra-ma de tratamentos e de reabilitação. O subsídio pode ser retirado se se produz uma alteração na capacidade de trabalho ou se o beneficiário rejeita a reabilitação sem um motivo válido.

De igual modo, a pensão por invalidez por inteiro e o subsídio de reabilitação completo podem transformar-se em pensão por invalidez parcial e subsídio de reabilita-ção parcial caso a capacidade para o trabalho e os rendi-mentos se alterem. Os beneficiários de uma pensão por invalidez por inteiro podem receber rendimentos, no máximo, equivalentes a 40% do seu rendimento fixo anterior, sendo esta percentagem de 60% no caso dos beneficiários de uma pensão por invalidez parcial. O cálculo da pensão por invalidez tem em conta, em determinadas condições, o período futuro (entre a ocor-rência do risco e a idade de reforma). A remuneração do período futuro é geralmente definida com base nos ren-dimentos profissionais obtidos durante os cinco anos anteriores ao ano da ocorrência do risco (período de referência). No período de referência, apenas se conside-ram os rendimentos do trabalho segurados nos termos da lei finlandesa relativa às reformas.

Compete às instituições de reforma profissional organi-zar cuidados de reabilitação profissional destinados a trabalhadores assalariados e independentes que exer-çam uma actividade profissional de forma permanente. Respeitar-se-ão as seguintes condições: a pessoa em causa deve estar incapacitada para o trabalho e o seu regresso à actividade pode ser favorecido por uma

(14)

reabi-12

litação, ou a pessoa em causa corre o risco, na ausência de cuidados de reabilitação, de ficar incapacitada para o trabalho num futuro próximo, podendo essa incapacida-de ser evitada graças à reabilitação.

O organismo das pensões do regime contributivo paga ao segurado um subsídio de reabilitação durante os meses em que este não puder trabalhar devido a essa reabilitação. Um reformado em reabilitação recebe uma pensão majorada durante o período correspondente.

2.4.2. Regime geral de pensões

A pensão por invalidez pode ser concedida a todas as pessoas com idades entre 16 e 64 anos que residam na Finlândia ou noutro Estado-Membro e sejam inaptas para o trabalho. A concessão e o montante desta pensão não dependem da actividade profissional ou da carreira contributiva, mas da residência na Finlândia.

A pensão por invalidez pode assumir a forma de uma pensão por invalidez permanente, de um subsídio de reabilitação de duração determinada ou de uma pré-reforma individual.

A pensão parcial não existe. Os cidadãos finlandeses ou dos países da União Europeia têm direito à pensão por invalidez caso tenham residido na Finlândia durante, pelo menos, três anos, consecutivos ou interpolados, desde a idade de 16 anos. Os cidadãos de outros países têm direito à pensão se tiverem residido na Finlândia durante os cinco anos que precedem a aquisição do direito à pensão. Os menores de 21 anos que tenham sido afectados por invalidez enquanto residiam na Fin-lândia recebem esta pensão sem que tenham necessida-de necessida-de cumprir o período necessida-de residência.

O interessado beneficia de uma pensão por invalidez se, devido a doença, deficiência ou lesão, for incapaz de exercer a sua actividade habitual ou outra tarefa compa-rável. São sempre considerados inválidos os invisuais, os deficientes motores e as pessoas que necessitem de recorrer permanentemente à assistência de terceiros na sua vida diária.

Regra geral, a pensão por invalidez é concedida se a pes-soa em causa tiver recebido o subsídio diário de doença durante 300 dias.

2.5. Prestações por velhice e

sobrevivência

No regime geral, as pensões de velhice, invalidez, reabili-tação e reforma antecipada individual só são pagas se o beneficiário não receber nenhuma outra pensão ou se o montante da pensão que receber for reduzido. O mon-tante da pensão do regime geral depende igualmente

do tempo de residência na Finlândia. Uma pensão por invalidez por inteiro é paga a uma pessoa que tenha vivido na Finlândia 80% do tempo entre os 16 anos e o início do direito à pensão. Uma pessoa menor de 21 anos que tenha ficado incapacitada para trabalhar enquanto residia na Finlândia terá sempre direito a uma pensão por inteiro, independentemente do período de residên-cia. Na pensão também podem ser incluídos subsídios para cuidados de saúde e para alojamento, bem como um suplemento por filho a cargo.

2.5.1. Pensões por velhice

No regime de reforma complementar, é possível a refor-ma entre os 63 e os 68 anos. Aos 63 anos, a pensão por invalidez transforma-se em pensão por velhice.

A partir dos 62 anos de idade completos, o interessado pode requerer a pensão de reforma antecipada individu-al, a qual sofrerá, neste caso, uma redução.

Os residentes na Finlândia ou noutro Estado-Membro que tenham completado 65 anos têm direito à pensão por velhice, no âmbito do regime geral.

A partir da idade de 62 anos completos, o interessado pode, se o desejar, requerer a pensão de reforma anteci-pada individual. Neste caso, o montante da pensão é reduzido, definitivamente, em 0,4% por cada mês entre a passagem efectiva à reforma e a idade legal de passa-gem à reforma. A reforma também pode ser diferida para depois da idade normal de reforma, o que implica uma majoração da pensão. A pensão por velhice é concedida aos cidadãos finlandeses e de outros Estados-Membros que tenham residido na Finlândia pelo menos três anos desde a idade de 16 anos.

No regime de pensão de reforma, os períodos que dão direito à pensão por velhice são, a contar de 1 de Janeiro de 2005, os anos de serviço cumpridos entre os 18 anos (antes 23) e os 68 anos (antes 65):

As pensões são calculadas com base na remuneração anual, ou nos rendimentos anuais consolidados para os trabalhadores independentes. O direito à pensão aumen-ta de acordo com as percenaumen-tagens seguintes, em função da idade:

1,5% dos 18 aos 52 anos

1,9% dos 53 aos 62 anos

4,5% dos 63 aos 67 anos.

Um trabalhador assalariado ou independente activo e já beneficiário de uma pensão aumenta em 1,5% o seu direito a pensão, independentemente do país onde esta é paga. O direito a pensão aumenta igualmente em fun-ção das remunerações resultantes das prestações de segurança social contributivas (por exemplo a prestação por doença).

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A partir do início de 2005, os estudos comprovados por um diploma e os períodos de guarda de crianças com idade inferior a 3 anos dão lugar a uma majoração do direito à pensão de reforma, a qual é financiada pelo Estado.

No âmbito do regime geral da pensão nacional, as pen-sões de velhice, invalidez, reabilitação e reforma anteci-pada individual só são pagas se o beneficiário não rece-ber qualquer outra pensão ou se o montante da pensão que receber for reduzido. Para efeitos de pensão nacio-nal, as pensões pagas pela Finlândia e outros países e pensões equivalentes são consideradas rendimento. Nos termos do Regulamento (CEE) n.º 1408/71, as pensões que outros Estados-Membros deverão pagar, a título do seguro do mesmo indivíduo, não são tidas em considera-ção. A pensão também pode incluir subsídios de cuida-dos, de alojamento e por filho a cargo.

O montante da pensão nacional depende igualmente do tempo de residência na Finlândia entre os 16 e os 65 anos. Para receber uma pensão por velhice por inteiro, é necessário ter vivido na Finlândia pelo menos 40 anos.

2.5.2. Pensão de sobrevivência

Acumulação de pensões de reforma

O direito à pensão de sobrevivência pressupõe que o cônjuge sobrevivo tenha menos de 65 anos na data do casamento. O cônjuge anterior também tem direito a uma pensão de viuvez, caso o segurado falecido estives-se sujeito a pagar-lhe uma pensão de alimentos. A situa-ção de união de facto é assimilada a um casamento. As pessoas que vivam em concubinato não têm direito a pensão de viuvez.

O cônjuge sobrevivo tem sempre direito à pensão de sobrevivência se o casal tem ou teve um filho. Se o casal não tiver tido filhos, é necessário preencher as seguintes condições:

o cônjuge sobrevivo ter, pelo menos, 50 anos à data

da morte do cônjuge;

o cônjuge sobrevivo receber uma pensão por

invali-•

dez há, pelo menos, três anos.

Além disso, o casamento deve ter ocorrido antes de o cônjuge sobrevivo atingir a idade de 50 anos, e esta união deve ter durado, pelo menos, cinco anos. O cônju-ge sobrevivo, sem filhos, nascido antes de 1 de Julho de 1950, pode beneficiar de uma pensão de viuvez em con-dições menos estritas.

A pensão cessa se a/o viúva/o casar novamente antes de completar 50 anos. Neste caso, recebe um montante único correspondente a três anos de pensão.

Regime de pensão nacional (pensão de

sobrevivência comum)

A pensão de viuvez é concedida após a morte do cônju-ge nas seguintes condições:

o falecido tinha menos de 65 anos quando ocorreu o

casamento;

o cônjuge sobrevivo tem menos de 65 anos e não

recebe uma pensão do regime geral;

o/a falecido/a cumpriu, a partir da idade de 16 anos,

o tempo de residência requerido na Finlândia: três anos para os cidadãos finlandeses e dos restantes Estados-Membros e os cinco anos anteriores ao fale-cimento, para os cidadãos de outros países;

o cônjuge sobrevivo reside na Finlândia ou noutro

Estado-Membro;

o/a viúvo/a teve um filho em comum com a/o

falecida/o. Se não existirem filhos do casamento, a pensão só é concedida se o cônjuge sobrevivo tiver, pelo menos, 50 anos à data da morte do cônjuge, o casamento tiver ocorrido antes de o cônjuge sobrevi-vo ter completado 50 anos e o casamento tiver dura-do, pelo menos, cinco anos.

Todos estes critérios têm de ser respeitados.

A pensão de viuvez é concedida sob a forma de uma pensão inicial por um período de seis meses e, posterior-mente, de uma pensão provisória. A pensão provisória cessa quando o cônjuge sobrevivo atingir 65 anos ou começar a receber a sua pensão por velhice do regime geral. A pensão cessa igualmente se a/o viúva/o casar novamente antes de completar 50 anos. Neste caso, recebe um montante único correspondente a três anos de pensão.

De acordo com a legislação relativa às pensões contribu-tivas, o menor de 18 anos tem direito à pensão de orfan-dade. Esta é paga ao filho biológico ou adoptivo e ao filho do cônjuge sobrevivo no caso de este pertencer ao agregado familiar. Os filhos nascidos fora do casamento e perfilhados são equiparados a filhos do casamento. Crianças colocadas numa família de acolhimento não têm direito a esta pensão.

No âmbito do regime geral, é concedida uma pensão de orfandade ao órfão de pai e/ou de mãe menor de 18 anos que resida na Finlândia ou noutro Estado-Membro. Se o beneficiário da pensão prosseguir os estudos, pode-rá a mesma ser mantida até à idade de 21 anos. O órfão de pai e mãe recebe duas pensões distintas, uma pela mãe e outra pelo pai.

A pensão de sobrevivência é calculada em função da pensão recebida pelo falecido ou da que receberia se tivesse sido declarado inválido à data da sua morte. A pensão de viuvez e a pensão de orfandade reunidas não podem ultrapassar o montante da pensão do falecido. A

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14

pensão de reforma e o rendimento do cônjuge sobrevivo são tidos em conta no cálculo da pensão de viuvez. Porém, não irão afectar o montante da pensão de sobre-vivência se a/o viúva/o tiver filhos menores de 18 anos. A pensão de viuvez é sempre paga por inteiro durante os primeiros seis meses (“pensão inicial”) se o/a viúvo/a tiver menos de 65 anos.

A pensão de viuvez é composta por um montante de base e por um complemento de pensão. A pensão inicial inclui sempre o montante de base e um complemento fixo. A elegibilidade para um complemento que supere o complemento fixo depende do rendimento do/a viúvo/a, dos seus bens e das circunstâncias familiares. A pensão prolongada só inclui o montante de base se o/a viúvo/a tiver um filho menor de 18 anos a cargo.

O suplemento da pensão prolongada depende do rendi-mento do/a viúvo/a. Os montantes da pensão inicial e da pensão prolongada também dependem do período de residência na Finlândia do cônjuge falecido. Também pode ser incluído na pensão de viuvez um subsídio de alojamento.

A pensão de orfandade compreende sempre um mon-tante de base, podendo também ser atribuído um com-plemento de pensão. O montante deste comcom-plemento depende das outras pensões de sobrevivência recebidas pelos filhos. Caso o órfão tenha entre 18 e 20 anos, só tem direito ao montante de base.

2.6. Prestações por desemprego

2.6.1. Subsídio de desemprego

O subsídio de desemprego assume a forma de um subsí-dio diário de base pago pelo Instituto de Seguro Social (em 2007: 23,91 euros) ou de prestações de um fundo de desemprego calculadas em função da remuneração habitual do trabalhador durante os dez meses que pre-cederam o desemprego. A inscrição num fundo de desemprego é facultativa.

O subsídio de desemprego é concedido às pessoas desempregadas à procura de emprego com idades entre 17 e 64 anos, que tenham trabalhado pelo menos 43 semanas durante os 28 meses que precederam o desem-prego. Os trabalhadores por conta própria podem candi-datar-se se tiverem exercido uma actividade por conta própria durante 24 meses nos 48 meses que precedem o desemprego e se a actividade desenvolvida tiver tido uma amplitude substancial.

Os subsídios calculados em função da remuneração são concedidos aos trabalhadores inscritos num fundo de desemprego durante, pelo menos, dez meses à data da ocorrência da situação de desemprego e que, durante esse período de inscrição, tenham cumprido as condi-ções relativas ao período de emprego. Os trabalhadores

independentes necessitam de ter estado inscritos num fundo de desemprego de trabalhadores independentes durante 24 meses.

O subsídio de desemprego constitui um rendimento tri-butável.

O subsídio de desemprego é pago aos trabalhadores desempregados que tenham estado inscritos nos servi-ços de emprego durante sete dias úteis. O subsídio é pago cinco dias por semana durante um período máxi-mo de 500 dias úteis.

Quando o desempregado que procura emprego e reúne as condições em matéria de período de emprego atinge 57 anos antes de ter esgotado os 500 dias de subsídio de desemprego, conserva o direito ao subsídio até aos 60 anos.

O pedido de subsídio de base e de subsídio do sistema de apoio ao mercado de trabalho deve ser apresentado aos serviços locais do Instituto de Seguro Social e o pedi-do de subsídio calculapedi-do em função da remuneração ao fundo de desemprego em que o requerente estiver ins-crito. Os serviços de emprego transmitem ao Instituto de Seguro Social e ao fundo de desemprego um parecer vinculativo relativo às condições a que a prestação está sujeita no âmbito da política de emprego.

Os candidatos a emprego de outros países da União Europeia que exerçam o direito de procurar emprego na Finlândia devem inscrever-se nos serviços de emprego e requerer o subsídio de desemprego nos serviços locais do Instituto de Seguro Social.

Os recursos de decisões relativas a prestações de desem-prego tomadas pelo Instituto de Seguro Social ou pelo fundo de desemprego poderão ser apresentados ao ser-viço ou fundo responsável pela decisão, que irá analisar a possibilidade de a rever. Caso essa entidade não possa rever a decisão, compete à Comissão do Seguro de Desemprego apreciar a reclamação. Também existe a possibilidade de recorrer da decisão destas entidades para o Tribunal da Segurança Social.

2.7. Prestações por pré-reforma

O regime contributivo das pensões de reforma prevê também uma reforma a tempo parcial. Pode ser concedi-da aos segurados com iconcedi-dades compreendiconcedi-das entre os 58 e os 67 anos e que mantêm uma actividade profissio-nal a tempo parcial, desde que não beneficiem de outra pensão do regime geral. O beneficiário de uma pensão de sobrevivência também poderá ser elegível para uma reforma a tempo parcial. Os trabalhadores nascidos antes de 1946 podem beneficiar de uma pré-reforma entre os 56 e os 64 anos. O montante da pensão é de 50% da diferença entre os rendimentos do trabalho a tempo inteiro e a tempo parcial.

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2.8. Prestações familiares

2.8.1. Subsídio familiar a crianças e jovens

O abono de família é pago pelos filhos menores de 17 anos residentes na Finlândia.

Em 2007, o montante mensal de prestação é de 100 euros para o primeiro filho, 110,50 euros para o segundo, 131 euros para o terceiro, 151,50 euros para o quarto e 172 para cada filho a partir do quinto. O abono de família não é tributável.

O pedido de abono de família deverá ser apresentado aos serviços locais do Instituto de Seguro Social. Pode recorrer-se das decisões deste organismo para a comis-são de recurso da Segurança Social. É possível contestar a decisão desta comissão de recurso junto do Tribunal da Segurança Social.

2.8.2. Subsídio por assistência a menores

A título de alternativa às estruturas de acolhimento municipais, qualquer família pode optar por um subsídio por assistência a menores, se contar com um filho de idade inferior a três anos. Neste caso, o direito ao subsí-dio é pago igualmente por cada uma das outras crianças da família em idade pré-escolar.

O subsídio por assistência a menores inclui um montante de base pago separadamente por cada criança que justi-fique o subsídio. O subsídio complementar de guarda, em contrapartida, só é atribuído ao primeiro filho. Este complemento é atribuído na sua integralidade se os ren-dimentos mensais da família não excederem um deter-minado limite, em função da dimensão do agregado familiar.

A família pode optar pelo subsídio de guarda privada se os filhos em idade pré-escolar estiverem ao cuidado de um prestador de serviços de guarda privada aprovado pelo município. Esse prestador pode ser uma creche pri-vada, uma ama de crianças ou uma assistente materna empregada pela família. O subsídio de guarda privada é directamente pago ao prestador dos serviços.

2.8.3. Subsídio por maternidade

Cada mulher residente na Finlândia que esteja grávida de pelo menos 154 dias e que tenha efectuado um exame médico durante os primeiros 4 meses de gravidez tem direito a um subsídio pré-natal. Os pais adoptivos de uma criança com menos de um ano também têm direito a este subsídio.

O subsídio pré-natal pode ser atribuído (à escolha da futura mãe) em dinheiro ou sob a forma de um enxoval de bebé. Em 2007, o subsídio em espécie era de 140 euros por filho. O enxoval de bebé inclui vários produtos indispensáveis para o bebé e roupas. O subsídio pré-natal não é tributável.

O pedido de subsídio pré-natal deve ser apresentado aos serviços locais do Instituto de Seguro Social o mais tardar dois meses antes da data prevista para o parto. Em caso de adopção, o pedido deverá ser apresentado antes de a criança cumprir um ano de idade.

O pedido de subsídio pré-natal pode ser apresentado em simultâneo com os pedidos de subsídio por materni-dade , de paternimaterni-dade e parental, e com o pedido de abono de família. Em matéria de subsídio pré-natal, a primeira instância de recurso é a comissão de recurso da Segurança Social e, em nível superior, o Tribunal da Segurança Social.

2.9. Prestações especiais de carácter

não contributivo

2.9.1. Sistema de apoio ao mercado de trabalho

Os desempregados com idade compreendida entre 17 e 64 anos residentes na Finlândia têm direito a um subsí-dio de apoio ao mercado de trabalho no caso de terem esgotado o direito ao subsídio de desemprego ou de não preencherem as condições relativas ao período de emprego exigidas para beneficiar das prestações. Quem entra pela primeira vez no mercado de trabalho tem de cumprir um período de estágio de três meses. Este período não é aplicável a quem tenha recebido for-mação num centro de forfor-mação profissional.

O subsídio de apoio ao mercado de trabalho é uma pres-tação idêntica ao subsídio de desemprego de base, con-dicionada aos recursos. A verificação dos recursos tem em conta a totalidade dos rendimentos da pessoa em causa, bem como os do cônjuge que excedam um deter-minado limite. O subsídio de apoio ao mercado de traba-lho não está limitado em termos de duração.

Este subsídio é pago sem o condicionamento dos recur-sos durante os 180 dias que se seguem ao período máxi-mo de 500 dias de pagamento do subsídio de desempre-go.

Os desempregados que integrem os agregados familia-res dos pais e não preencham as condições relativas ao período de emprego recebem 50% do subsídio de apoio ao mercado de trabalho, condicionado aos recursos.

2.9.2. Subsídio por assistência a pessoas com

deficiência

O subsídio de ajuda às pessoas com deficiência, entre os 16 e os 64 anos de idade, destina-se a ajudá-las financei-ramente na sua vida quotidiana, bem como na sua acti-vidade profissional e nos seus estudos. Este subsídio pode ser atribuído a pessoas que ainda não recebam outra pensão, e o seu montante é escalonado em cate-gorias.

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16

2.9.3. Subsídio de cuidados a criança deficiente1

É pago um subsídio de assistência para a criança quando ela, em consequência de uma doença, de deficiência ou de uma lesão, necessita, durante pelo menos seis meses, de cuidados e de reabilitação que constituem um encar-go especial, financeiro ou outro. Esta ajuda compreende três níveis de intervenção.

2.9.4. Subsídio de habitação para pensionistas

Esta prestação é atribuída às pessoas com 65 anos com-pletos que vivam na sua casa, ou às pessoas entre os 16 e os 64 anos titulares de uma pensão.

O subsídio de habitação é atribuído para suportar as despesas de alojamento razoáveis que excedam 85% da franquia fixada. O governo fixa anualmente os limites,

1 O acórdão do Tribunal de Justiça de 18 de Outubro de 2007 (Proc.

C-299/05) rejeitou a qualificação de prestação especial pecuniária de carácter não contributivo a este subsídio. O subsídio deve considerar-se como uma prestação pecuniária por doença e deve considerar-seguir as regras correspondentes.

tendo em conta o custo da habitação em função do município onde ela se situa e da dimensão da família. O montante do subsídio depende, além disso, dos laços familiares e da importância dos rendimentos e bens do interessado.

2.9.5. Subsídio especial para imigrantes

O subsídio especial para imigrantes destina-se a garantir meios de subsistência aos imigrantes idosos e inaptos para o trabalho. As pessoas com 65 anos completos ou as pessoas de 21 a 64 anos inaptas para o trabalho podem requerer esta prestação. Os requerentes devem ainda residir há pelo menos cinco anos na Finlândia. O mon-tante do subsídio especial é igual ao da pensão nacional por inteiro. O suplemento de pensão varia em função do nível de rendimentos do pensionista e do seu cônjuge.

(19)

3

Kansaneläkelaitos

(Instituto de Seguro Social)

Informações a título individual:

Serviço local do Instituto de Seguro Social (no local de residência ou de estada)

Outras informações: Nordenskiöldinkatu 12 PL 450, 00101 Helsinki Tél. 020 434 11 Fax 020 434 5058 International.affairs@kela.fi www.kela.fi Eläketurvakeskus

(Centro Nacional de Pensões)

00065 Eläketurvakeskus Tél. 010 7511

www.etk.fi

Tapaturmavakuutuslaitosten liitto

(Associação dos Organismos de Seguros de Acidentes) Bulevardi 28 00120 Helsinki Tél. (09) 680 401 tvl@vakes.fi www.tvl.fi

Instituições de reforma profissional

➛ Eläke-Fennia 00041 Eläke-Fennia Tél. 010 5031 Tapiola PL 9, 02010 Tapiola Tél. (09) 4531 Varma PL 1, 00098 Varma Tél. 010 51513 Ilmarinen 00018 Ilmarinen Tél. (09) 1841 Pensions-Alandia PB 121, 22101 Mariehamn Tél. (018) 29 000 Veritas PL 133, 20101 Turku Tél. 010 55 010

As caixas de reforma e os fundos de pensão são da competência das empresas,

sendo o seu endereço o da entidade empregadora em causa.

Etera

PL 20, 00241 Helsinki Tél. 010 553 300

Maatalousyrittäjien eläkelaitos

(Instituto de Protecção Social dos Agricultores)

PL 16, 02101 Espoo Tél. (09) 43 511 Merimieseläkekassa

(Caixa de Reforma dos Marítimos)

PL 327, 00121 Helsinki Tél. 010 633 990

Kirkon keskusrahasto (Kirkkohallitus)

[Fundo Nacional da Igreja (Conselho Nacional da Igreja)]

PL 185, 00161 Helsinki Tél. (09) 18 021

Kuntien eläkevakuutus

(Seguro de Pensão da Administração Local)

PL 425, 00101 Helsinki Tél. 010 3141 Valtiokonttori (Fazenda Pública) PL 30, 00054 Valtiokonttori Tél. (09) 77 251 Vakuutusvalvontavirasto

(Serviço de controlo dos seguros)

PL 449, 00101 Helsinki Tél. (09) 415 5950

Informações de contacto das instituições

e endereços úteis na Internet

(20)

Comissão Europeia

Mobilidade Europeia (na União Europeia, no Espaço Económico Europeu e na Suíça) Os seus direitos de segurança social na Finlândia – Situação em 13 de Março de 2006

Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias 2009 – 17 p. – 21 x 29,7cm

(21)

Como obter publicações comunitárias?

As publicações para venda produzidas pelo Serviço da Publicações estão disponíveis na EU Bookshop (http://bookshop.europa.eu/), podendo encomendá-las através do agente de vendas da sua preferência.

Também pode solicitar uma lista da nossa rede mundial de agentes de vendas através do fax (352) 2929-42758.

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Comissão Europeia 4 3 2 1 9 10 11 12 5 6 7 8

Mobilidade Europeia

Os seus direitos de segurança social

na Finlândia

http://ec.europa.eu/social

http://ec.europa.eu/employment_social/social_security_schemes/publications_en.htm

As

publicações

da Direcção-Geral do Emprego, Assuntos Sociais

e Igualdade de Oportunidades interessam-lhe?

Pode descarregá-las em:

http://ec.europa.eu/employment_social/emplweb/publications/index_en.cfm

ou assiná-las gratuitamente pela Internet:

http://ec.europa.eu/employment_social/sagapLink/dspSubscribe.do?lang=en

ESmail

é a carta de informação electrónica

da Direcção-Geral do Emprego,

Assuntos Sociais e Igualdade de Oportunidades.

Pode assiná-la pela Internet em:

http://ec.europa.eu/employment_social/emplweb/news/esmail_en.cfm

KE-76-06-610-PT

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