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1 -- TTRRAAFFIICCOO IILLÍÍCCIITTOO EE UUSSOO IINNDDEEVVIIDDOO DDEE SSUUBBSSTTÂÂNNCCIIAASS E
ENNTTOORRPPEECCEENNTTEESS ((LLEIEI NNºº 1111..334433//0066))
Se seguirmos a lógica das provas do CESPE, é praticamente certo que teremos ao menos uma questão sobre este tema. Esse assunto, pela importância, vem sendo abordado com certa profundidade, mas a banca, quase sempre, retira as questões dos mesmos artigos.
O MAIS EXIGIDO em prova, sem dúvida, é o artigo 28 que dispõe:
Art. 28. Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:
Este artigo prevê um novo tratamento à conduta de porte de drogas, para consumo pessoal e ATENÇÃO especial deve ser verificada quanto às penalizações:
•
• ADADVVEERRTTÊÊNNCCIIAA SSOOBBRREE OOSS EEFFEEIITTOOSS DDAAS DSDRROOGGAASS;; •
• PRPREESSTTAAÇÇÃÃOO DDEE SSERERVVIIÇÇOOSS ÀÀ CCOOMMUUNNIDIDAADDEE;; •
• MEMEDDIIDDAA EEDDUUCCAATTIIVVAA DDEE CCOOMMPPAARREECCIIMMEENNTTOO AA PPRROOGGRRAAMMAA O
OUU CCUURRSSOO EEDDUUCCAATTIIVVOO..
Ainda neste tópico deve ser dada atenção especial ao descrito do artigo 33 ao 47, em especial:
• Artigo 33 – TRÁFICO DE DROGAS:
Art. 33. Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar.
Vale lembrar que é imprescindível a apreensão da droga para fazer incidir a tipificação do Art. 33. Sempre que se tratar de crime envolvendo drogas é necessário que a substância aprendida seja periciada e confeccionado laudo de constatação preliminar para lavratura do auto de prisão em flagrante.
Prisão por tráfico de drogas decorrente apenas de prova
testemunhal é ILEGAL!
2 • Artigo 35 – ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO:
Art. 35. Associarem-se duas ou mais pessoas para o fim de praticar, reiteradamente ou não, qualquer dos crimes previstos nos arts. 33, caput e § 1o, e 34 desta Lei:
O mais importante aqui é não confundir com o delito de quadrilha ou bando definido no código penal. Vamos relembrar as diferenças:
QUADRILHA OU BANDO – CÓDIGO PENAL
ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO – LEI Nº 11.343/96
PRÁTICA DE UM NÚMERO INDETERMINADO DE CRIMES
NÃO FAZ RESTRIÇÕES, PODENDO SER INCLUSIVE UM ÚNICO DELITO.
PELO MENOS 04 AGENTES BASTAM DOIS AGENTES
• Artigo 40 – Neste artigo que trata das hipóteses de aumento de pena o mais importante é lembrar que na vigência da lei anterior (6.368/76), se o agente, no crime de tráfico, envolvesse ou visasse idosos também incidiria em uma causa de aumento de pena. Porém tal causa deixou de
existir com a lei nova.
Deixando a parte referente aos crimes e seguindo na lei, temos um outro artigo que ocupa lugar no pódio, o artigo 48 § 2o do CPP que leciona:
§ 2o Tratando-se da conduta prevista no art. 28 desta Lei, não se imporá prisão em flagrante, devendo o autor do fato ser imediatamente encaminhado ao juízo competente ou, na falta deste, assumir o compromisso de a ele comparecer, lavrando-se termo circunstanciado e providenciando-se as requisições dos exames e perícias necessários.
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2 -- AABBUUSSOO DDEE AAUUTTOORRIIDDAADDEE ((LLEEII NNºº 44..898988//11996655))
Antes de qualquer coisa, quem quer acertar questões do CESPE referentes a este tema, tem que conhecer bem os artigos 3º e 4º. MAS BEM MESMO!!! Não basta não chamar de “senhor”... Tem que chamar de “você” e ainda dar tapinha nas costas!!! MUITA ATENÇÃO com esse ponto.
Com relação ao processo penal definido na lei, devemos atentar aos seguintes pontos:
1. Recebidos os autos do inquérito ou informações que embasem uma denúncia do MP( o inquérito não é obrigatório), esta será oferecida independentemente de representação da vítima.
2. A Denúncia deverá ser feita em duas vias no prazo de 48 horas da documentação supracitada.
3. Se o crime deixar vestígios NÃO HÁ NECESSIDADE DE PROVA PERICIAL, PODENDO ESTA SER SUPRIDA PELO DEPOIMENTO DE DUAS TESTEMUNHAS.
4. O perito ou as testemunhas elaborarão um relatório que poderão apresentar em juízo verbalmente ou por escrito.
5. Após recebido os autos o Magistrado terá um prazo de 48 horas para receber ou rejeitar a denúncia. Caso receba designará dia e hora para a audiência de instrução e julgamento, que deverá ser realizada, improrrogavelmente. dentro de cinco dias. Além disso o réu será citado. 6. Encerrados os debates o Magistrado proferirá imediatamente a sentença. Finalizando, é importante levar para a prova o conhecimento de que o Supremo Tribunal Federal, através da súmula vinculante nº 11, impôs que o uso de algemas sóó é lé líícciittoo nnoo ccaassoo ddee rreessiissttêênncciiaa e e dede fufunnddaaddoo rreecceeiioo d dee ffuuggaa oouu ddee ppeerriiggoo àà iinntteeggrriiddaaddee ffííssiiccaa pprróópprriiaa oouu aallhheeiiaa,, ppoorr ppaarrttee d doo pprreessoo oouu ddee tteerrcceeiirrooss,, jjuussttiiffiiccaaddaa aa eexxcceeppcciioonnaalliiddaaddeess ppoorr eessccrriittoo,, s soobb pepennaa dede rreessppoonnssaabbiilliiddaaddee didisscciipplliinnaarr cicivviill e e pepennaall dodo aaggeennttee oouu d daa aauuttoorriiddaaddee ee ddee nnuulliiddaaddee ddaa pprriissããoo oouu ddoo aattoo pprroocceessssuuaall aa qquuee ssee r reeffeerree,, sseemm pprreejjuuíízzoo ddaa rreessppoonnssaabbiilliiddaaddee cciivviill ddoo EEssttaaddoo.. 3 3 -- DDEEFFIINNIIÇÇÃÃOO DDOOSS CCRRIIMMEESS DDEE TTOORRTTUURRAA ((LLEEII NNºº 99..454555//19196655)) Concurseiro, na minha opinião, obviamente embasado nas últimas provas do CESPE, este será o assunto exigido com a menor profundidade. Atenção especial com o artigo 1º, I e II e o § 6º:
Art. 1º Constitui crime de tortura:
I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental:
a) com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa;
b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa; c) em razão de discriminação racial ou religiosa;
II - submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.
4 § 6º O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia.
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4--EESSTTAATTUUTTOO DDAA CCRRIIAANNÇÇAA EE DDOO AADDOOLLEESSCCEENNTTEE ((88..006699//11997700)) O ECA é o nosso dispositivo mais longo e precisamos nos ater aos pontos principais, pois guardar tudo é realmente complicado. Devemos nos preocupar inicialmente com os conceitos trazidos no artigo 2º que dispõe:
Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.
Após o conhecimento do supracitado artigo, fundamental para o entendimento da lei, antes de adentrar na parte referente aos crimes, não deixe de ler os seguintes dispositivos, que, após uma análise detalhada das provas do CESPE, verifiquei que estão constantemente aparecendo.
Para facilitar ainda mais este “sprint” final, vou colocá-los em ordem de incidência, ou seja, do que mais aparece em provas em diante:
1. ART. 108; 2. ART. 103; 3. ART.112; 4. ART.124; 5. ART.180; 6. ART.106; 7. ART.187; 8. ART.123; 9. ART.174; 10. ART. 13. Agora adentraremos na parte referente aos crimes com definição do artigo 228 ao 244 do Estatuto. Acho importante uma leitura atenta de todos os delitos, mas alguns, em especial, vêm aparecendo MUITO em prova. Selecionei os “TOP 05” para você dedicar uma atenção especial. São eles:
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CRRIIMMEESS DDOO EECCAA –– OOSS CCIINNCCOO MMAAIISS!!!!!!
01
Art. 230. Privar a criança ou o adolescente de sua liberdade, procedendo à sua apreensão sem estar em flagrante de ato infracional ou inexistindo ordem escrita da autoridade judiciária competente:
Pena - detenção de seis meses a dois anos.
Parágrafo único. Incide na mesma pena aquele que procede à apreensão sem observância das formalidades legais.
02
Art. 231. Deixar a autoridade policial responsável pela apreensão de criança ou adolescente de fazer imediata comunicação à autoridade judiciária competente e à família do apreendido ou à pessoa por ele indicada:
Pena - detenção de seis meses a dois anos. 03
Art. 232. Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento:
Pena - detenção de seis meses a dois anos. 04
Art. 240. Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente:
Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa.
05
Art. 244-B. Corromper ou facilitar a corrupção de menor de 18 (dezoito) anos, com ele praticando infração penal ou induzindo-o a praticá-la: (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)
Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos. (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)
Finalizando, com relação às infrações administrativas, acho conveniente uma leitura dos dispositivos, sendo dada atenção especial para os artigos 245, 253 e 258.
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5--EESSTTAATTUUTTOO DDOO DDEESSAARRMMAAMMEENNTTOO ((LLEEII NNºº 1100..828266//22000033))
Creio que neste ponto também teremos uma atenção especial da banca. É um assunto bem atual e que faz parte do trabalho direto de um Policial Federal. Sendo assim vamos “bizurar” o assunto:
O principal ponto do estatuto, de onde provavelmente sairá a questão da prova, está definido no capítulo IV que trata dos crimes e das penas. A lei define os seguintes crimes:
1. Posse irregular de arma de fogo de uso permitido;
Art. 12. Possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, em desacordo com determinação legal ou regulamentar, no interior de sua residência ou dependência desta, ou, ainda no seu local de trabalho, desde que seja o titular ou o responsável legal do estabelecimento ou empresa
2. Omissão de cautela;
Art. 13. Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de 18 (dezoito) anos ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade 3. Porte ilegal de arma de fogo de uso permitido;
Art. 14. Portar, deter, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob guarda ou ocultar arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar:
4. Disparo de arma de fogo;
Art. 15. Disparar arma de fogo ou acionar munição em lugar habitado ou em suas adjacências, em via pública ou em direção a ela, desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime
5. Posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito;
Art. 16. Possuir, deter, portar, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob sua guarda ou ocultar arma de fogo, acessório ou
6 munição de uso proibido ou restrito, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar
6. Comércio ilegal de arma de fogo;
Art. 17. Adquirir, alugar, receber, transportar, conduzir, ocultar, ter em depósito, desmontar, montar, remontar, adulterar, vender, expor à venda, ou de qualquer forma utilizar, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, arma de fogo, acessório ou munição, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar
7. Tráfico internacional de arma de fogo;
Art. 18. Importar, exportar, favorecer a entrada ou saída do território nacional, a qualquer título, de arma de fogo, acessório ou munição, sem autorização da autoridade competente
Um importantíssimo item a ser relembrado é com relação aos parágrafos únicos dos artigos 14 e 15 do Estatuto que dispõe:
[...]
Parágrafo único. O crime previsto neste artigo é inafiançável.
O STF considerou desarrazoada a vedação à fiança. Segundo o Tribunal tais delitos não poderiam ser equiparados a terrorismo, prática de tortura, tráfico ilícito de entorpecentes ou crimes hediondos (CF, art. 5º, XLIII).
Asseverou-se, ademais, cuidar-se, na verdade, de crimes de mera conduta que, embora impliquem redução no nível de segurança coletiva, não podem ser igualados aos crimes que acarretam lesão ou ameaça de lesão à vida ou à propriedade.
Portanto, de acordo com a decisão do STF foram considerados inconstitucionais os parágrafos únicos dos artigos 14 e 15 da Lei 10.826/2003 e, portanto, sendo possível a fiança.
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6-- CCRRIIMMEESS AAMMBBIIEENNTTAAIISS ((LLEEII 99..660055//9898))
A lei deixa claro desde o início que é aplicável a pessoas físicas e pessoas jurídicas definindo nos artigos 2º e 3º sua abrangência. Importante inovação legal foi a expressa previsão da possibilidade de ser desconsiderada a Pessoa Jurídica sempre que sua personalidade for obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados à qualidade do meio ambiente.
A lei nº 9.605/98 apresenta em seu art. 8º as penas restritivas de direito que são:
1. Prestação de serviços à comunidade; 2. Interdição temporária de direitos;
3. Suspensão parcial ou total de atividades; 4. Prestação pecuniária;
5. Recolhimento domiciliar.
Particularidade importante de ser citada diz respeito ao recolhimento domiciliar. Este se baseia na autodisciplina e senso de responsabilidade do condenado, que deverá, sem vigilância, trabalhar, freqüentar curso ou exercer atividade autorizada, permanecendo recolhido nos dias e horários de folga em residência ou em qualquer local destinado a sua moradia habitual, conforme estabelecido na sentença condenatória.
Seguindo na lei, do artigo 26 ao 28, o legislador trata da ação penal e do processo penal. Neste ponto, para sua prova, o fundamental é que você tenha conhecimento da possibilidade de transação penal prevista no artigo 27. Mas, a transação penal prevista nesta lei é igual a previsão do Código Penal? A resposta é negativa e a diferença é que segundo o CP, a transação penal não depende da prévia composição dos danos. No caso de crimes ambientais, porém, esta é condição prévia para aquela.
MAS E OS CRIMES??? Não são importantes? Claro que são!
A Lei se utiliza dos artigos 29 ao 69 para tratar dos crimes contra o meio ambiente, e divide o assunto em cinco seções:
1. DOS CRIMES CONTRA A FAUNA; 2. DOS CRIMES CONTRA A FLORA;
3. DA POLUIÇÃO E OUTROS CRIMES AMBIENTAIS;
4. DOS CRIMES CONTRA O ORDENAMENTO URBANO E PATRIMÔNIO CULTURAL; E
5. DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO AMBIENTAL.
Acho prudente uma leitura de TODOS os delitos (não se preocupe com as penas!!!), mas principalmente dos que mais aparecem em prova. São eles:
• ARTIGOS: 30 / 31 / 34 / 41 / 42 / 49 / 51 / 58 / 59 / 61 / 65 e 66
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7-- CCRRIIMMEESS HHEEDDIIOONNDDOOSS ((LLEIEI NNºº 88..007722//9900))
A Constituição da República, no seu artigo 5º, XLIII, protegendo os direitos fundamentais dos brasileiros e estrangeiros residentes no País, determinou que alguns delitos, desde logo, fossem denominados hediondos e, assim, fossem inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia.
Dentre eles a tortura, o tráfico de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e outros que fossem classificados pelo legislador.
De acordo com a Lei 8.072, de 25/06/1990 – Lei de Crimes Hediondos – também são considerados crimes desta categoria:
• Homicídio quando praticado em atividade típica de extermínio, ainda que
cometido por um só agente, e homicídio qualificado (art. 121, parágrafo 2º, incisos I,II, III,IV e V);
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• Extorsão qualificada pela morte;
• Extorsão mediante sequestro e na forma qualificada; • Estupro, art.213 caput e §§1º e 2º;
• Estupro de vulnerável (art. 217-A, caput e §§ 1o, 2o, 3o e 4o); • Epidemia com resultado morte;
• Falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a
fins terapeuticos ou medicinais;
• Crime de genocídio previsto nos artigos 1º, 2º e 3º da lei 2889/56.
Os crimes hediondos, a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins e o terrorismo são insuscetíveis de anistia, graça e indulto.
No que tange à possibilidade de progressão de regime para os crimes hediondos, para a sua PROVA, o importante é que você tenha o cabal entendimento de que agora, é legalmente admitida a progressão de regime prisional quando se tratar de condenação por crime hediondo e seus equiparados (tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins e terrorismo), uma vez que o novo §1º, do art. 2º da Lei dos Crimes Hediondos, diz que a pena, por tais crimes será cumprida inicialmente em regime fechado.
8 - LEIS Nº 7.102/83 / 10.357/01 / 6.815/80 / 10.446/02
Para finalizar, trataremos de algumas novidades presentes no edital. São temas com pouca doutrina a respeito e, portanto, é bem provável que a exigência da banca recaia na literalidade das citadas normas. Apresento abaixo uma breve consideração das citadas normas:
A lei nº 10.446/02 é uma norma pequena e que trata a respeito das infrações penais de repercussão interestadual ou internacional que exigem repressão uniforme, para os fins do disposto no inciso I do § 1o do art. 144 da Constituição Federal. Aqui, nesta reta final, cabe unicamente uma leitura atenta de seu art. 1º.
A lei nº 7.102/83, primordialmente, dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros e estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores. Nesta reta final, atenção principalmente aos seguintes dispositivos: art. 1º § 1º, art. 2º, art. 7º, art. 14, art. 16 e art. 23.
A lei nº 10.357/01 que estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou indiretamente possam ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica. Atente,
principalmente, para os seguintes artigos: 3º, 4º, 7º, 8º, 10, 11, 12 e 16.
A lei nº 6.815/80 define a situação jurídica do estrangeiro no Brasil e cria o Conselho Nacional de Imigração. Trata-se de uma norma bem extensa. Assim, nesta reta final, dê atenção especial ao disposto do art. 54 ao 94 (Deportação / Expulsão e Extradição).