AULA 03
AULA 03
Salve, salve!!! Salve, salve!!!
Meu/minha nobre, como hoje as palavras bonitinhas me faltam, Meu/minha nobre, como hoje as palavras bonitinhas me faltam, darei voz a alguns dos homens mais sábios da humanidade:
darei voz a alguns dos homens mais sábios da humanidade: “Transportai um
“Transportai um punhado de punhado de terra todos terra todos os dias os dias e fareis e fareis uma montanhauma montanha "#onf$cio%
"#onf$cio% “&ossa
“&ossa maior fra'ueza está maior fra'ueza está em em desistir desistir ( ( caminho caminho mais mais certo certo de de vencervencer ) tentar mais uma vez "Thomas *dison%
) tentar mais uma vez "Thomas *dison% “( g+nio,
“( g+nio, esse poder esse poder 'ue deslumbra os 'ue deslumbra os olhos humanos, no olhos humanos, no ) outra ) outra coisacoisa seno a perseveran-a bem disfar-ada ".ohann oethe%
seno a perseveran-a bem disfar-ada ".ohann oethe% 0 isso a1, persevere
0 isso a1, persevere, 'ue a vaga será sua!, 'ue a vaga será sua!
ESAF – MI-CENAD – ANALISTA DE SIST. DE INF. E REDES – 2012 ESAF – MI-CENAD – ANALISTA DE SIST. DE INF. E REDES – 2012 Importante
Importante: 2tendendo a pedidos, a partir desta aula, destacarei no: 2tendendo a pedidos, a partir desta aula, destacarei no
te3to termos e e3press4es apontadas nas alternativas
te3to termos e e3press4es apontadas nas alternativas
#onsidere o te3to abai3o para responder 5s 'uest4es 6 e 7 #onsidere o te3to abai3o para responder 5s 'uest4es 6 e 7
Sabe8se muito pouco dos rumos 'ue as grandes cidades tomaro nas Sabe8se muito pouco dos rumos 'ue as grandes cidades tomaro nas pr93imas
pr93imas d)cadasd)cadas Muitas vezes nem se prev+ a dinmica metropolitana Muitas vezes nem se prev+ a dinmica metropolitana do pr93imo
do pr93imo 'uin'u+nio'uin'u+nio Mesmo com a capacita-o e o preparo dos Mesmo com a capacita-o e o preparo dos t)cnicos dos 9rgos envolvidos com a 'uesto urbana, há variáveis t)cnicos dos 9rgos envolvidos com a 'uesto urbana, há variáveis independentes 'ue interferem nos planos e projetos elaborados pelos independentes 'ue interferem nos planos e projetos elaborados pelos legislativos e encaminhados ao *3ecutivo
legislativos e encaminhados ao *3ecutivo ;ogicamente;ogicamente no se prev+ o no se prev+ o malfadado caos urbano, mas ele pode ensejar 'ue o pa1s se adiante aos malfadado caos urbano, mas ele pode ensejar 'ue o pa1s se adiante aos eventos e tome medidas preventivas ao desarranjo econ<mico, 'ue teria eventos e tome medidas preventivas ao desarranjo econ<mico, 'ue teria conse'u+ncias nefastas =ara antecipar8se, o >rasil tem condi-4es conse'u+ncias nefastas =ara antecipar8se, o >rasil tem condi-4es prop1cias para criar
prop1cias para criar think tanksthink tanks ou, em tradu-o livre, usinas de ideias ou ou, em tradu-o livre, usinas de ideias ou
institutos de pol1ticas p$blicas *ssas institui-4es podem antecipar8se ao institutos de pol1ticas p$blicas *ssas institui-4es podem antecipar8se ao 'ue poderá surgir no horizonte *m outras palavras, deseja8se o retorno 'ue poderá surgir no horizonte *m outras palavras, deseja8se o retorno ao planejamento urbano e regional visando o bem8estar da sociedade ao planejamento urbano e regional visando o bem8estar da sociedade Medidas nessa dire-o podem "
Medidas nessa dire-o podem "e deveme devem% estar em consonncia com a% estar em consonncia com a proje-o de tend+ncias e mesmo com a anteviso de demandas dos proje-o de tend+ncias e mesmo com a anteviso de demandas dos destinatários da gesto
destinatários da gesto urbanaurbana ? os cidados, urbanos ou no ? os cidados, urbanos ou no
"2daptado de 2ldo =aviani, Metr9ples em e3panso e o futuro #orreio >raziliense, @ de "2daptado de 2ldo =aviani, Metr9ples em e3panso e o futuro #orreio >raziliense, @ de dezembro, 7A66%
68 Bnfere8se da argumenta-o do te3to 'ue 68 Bnfere8se da argumenta-o do te3to 'ue
a% os t)cnicos dos 9rgos envolvidos com a 'uesto urbana deveriam ser a% os t)cnicos dos 9rgos envolvidos com a 'uesto urbana deveriam ser mais capacitados para realizar os projetos encaminhados ao *3ecutivo mais capacitados para realizar os projetos encaminhados ao *3ecutivo b% a dinmica metropolitana altera8se a cada 'uin'u+nio, seguindo b% a dinmica metropolitana altera8se a cada 'uin'u+nio, seguindo variáveis 'ue devem constar dos planos e projetos de cada per1odo variáveis 'ue devem constar dos planos e projetos de cada per1odo legislativo
legislativo
c% institutos de pol1ticas p$blicas teriam como tarefa o planejamento c% institutos de pol1ticas p$blicas teriam como tarefa o planejamento urbano e regional, antecipando8se a um poss1vel desarranjo econ<mico urbano e regional, antecipando8se a um poss1vel desarranjo econ<mico d% o caos urbano 'ue poderá afetar as grandes cidades nos pr93imos d% o caos urbano 'ue poderá afetar as grandes cidades nos pr93imos anos terá o desarranjo econ<mico como uma de suas piores anos terá o desarranjo econ<mico como uma de suas piores conse'u+ncias
conse'u+ncias
e% as demandas crescentes dos habitantes das grandes cidades e% as demandas crescentes dos habitantes das grandes cidades contrastam com a bai3a demanda dos cidados no urbanos
contrastam com a bai3a demanda dos cidados no urbanos
78 =rovoca8se erro gramatical e incoer+ncia te3tual ao fazer a seguinte 78 =rovoca8se erro gramatical e incoer+ncia te3tual ao fazer a seguinte altera-o nos sinais de pontua-o do te3to:
altera-o nos sinais de pontua-o do te3to:
a% substituir o ponto depois de “'uin'u+nio "CD%, por v1rgula a% substituir o ponto depois de “'uin'u+nio "CD%, por v1rgula b% substituir o ponto depois de “d)cadas "C7%
b% substituir o ponto depois de “d)cadas "C7% pelo sinal de dois pontospelo sinal de dois pontos c% inserir uma v1rgula depois de “;ogicamente "CE%
c% inserir uma v1rgula depois de “;ogicamente "CE% d% retirar os par+nteses 'ue destacam “e
d% retirar os par+nteses 'ue destacam “e devem "C6F%devem "C6F%
e% substituir o travesso depois de “urbana "C6E% por v1rgula e% substituir o travesso depois de “urbana "C6E% por v1rgula #onsidere o te3to abai3o para responder 5s 'uest4es D, F e G #onsidere o te3to abai3o para responder 5s 'uest4es D, F e G
2 vida em um pa1s n9rdico, como a Hinlndia, nos faz reIetir mais 2 vida em um pa1s n9rdico, como a Hinlndia, nos faz reIetir mais profundamente sobre a rela-o entre
profundamente sobre a rela-o entre liberdade, igualdade, autonomia eliberdade, igualdade, autonomia e
formatos sociais
formatos sociais 'ue 'ue podempodem propiciar vidas mais plenas e felizes aos seus propiciar vidas mais plenas e felizes aos seus cidados =ara algu)m habituado a desigualdades, uma
cidados =ara algu)m habituado a desigualdades, uma sociedadesociedade
igualitária
igualitária, com amplo respeito pela vida humana, e3celentes 1ndices de, com amplo respeito pela vida humana, e3celentes 1ndices de educa-o, burocracia inteligente e servi-os p$blicos voltados "de fato% educa-o, burocracia inteligente e servi-os p$blicos voltados "de fato% para melhorar a vida do cidado,
para melhorar a vida do cidado, soasoa como um caminho para a produ-o como um caminho para a produ-o de seres humanos mais plenos e
de seres humanos mais plenos e sociedades mais inspiradorassociedades mais inspiradoras Talvez noTalvez no
seja assim
seja assim Juando nos referimos 5 igualdade, no tratamos de mera Juando nos referimos 5 igualdade, no tratamos de mera distribui-o e'uitativa da renda 2 igualdade e a dignidade humana 'ue distribui-o e'uitativa da renda 2 igualdade e a dignidade humana 'ue uma sociedade pode produzir
uma sociedade pode produzir referem8sereferem8se 5 possibilidade de 5 possibilidade de o cidadoo cidado ter ter condi-4es materiais e subjetivas 5
condi-4es materiais e subjetivas 5 suasua disposi-o, para 'ue, atendidas disposi-o, para 'ue, atendidas suas
suas necessidades básicas e diárias de bem8estar, necessidades básicas e diárias de bem8estar, eleele sese ocupe com ocupe com 'uest4es outras 'ue a sobreviv+ncia *ssas necessidades básicas de bem8 'uest4es outras 'ue a sobreviv+ncia *ssas necessidades básicas de bem8 estar incluem uma ilimitada oferta de bens p$blicos: de e3celentes estar incluem uma ilimitada oferta de bens p$blicos: de e3celentes creches, escolas, universidades, sistema de sa$de e previd+ncia a todos, creches, escolas, universidades, sistema de sa$de e previd+ncia a todos, piscinas p$blicas, par'ues, transporte confortável e e3celente, seguro8 piscinas p$blicas, par'ues, transporte confortável e e3celente, seguro8 desemprego por tempo indeKnido, licen-a maternidade de 6A meses, desemprego por tempo indeKnido, licen-a maternidade de 6A meses, muitas bibliotecas p$blicasL &o entanto, a Hinlndia tornou8se uma muitas bibliotecas p$blicasL &o entanto, a Hinlndia tornou8se uma sociedade to igualitária
sociedade to igualitária 'uanto apática =ouco criativa, 'uanto apática =ouco criativa, reproduz oreproduz o
mundo com e3trema facilidade
transformadora 2 maioria de seus educados cidados so seres pou'u1ssimo cr1ticos: 'uestionam pouco a vida 'ue levam e so Ksicamente contidos * isso no parece ter forte rela-o com o frio 0 um acomodamento social, um respeito 'uase ine3orável pelas regras *sse resultado no foi causado, ) evidente, pelo formato social igualitário *m outros termos, no foi a igualdade 'ue dei3ou o pa1s apático 2demais, sociedades desiguais podem ser to ou mais acr1ticas e reprodutoras ( ponto 'ue nos intriga ) 'ue a igualdade, o respeito e a dignidade dados a todos no levaram 5 autonomia, ao pensamento criativo e cr1tico, e a processos transformadores
"2daptado de Bsabela &ogueira, o bem8estar ao pensamento cr1tico: um olhar sobre o norte,outubro D, 7AAN por #oletivo #r1tica *con<mica http://criticaeconomicaOordpresscom/7AAN/6A/AD/ 8 acesso em 67/67/7A66%
D8 2ssinale a interpreta-o da ora-o “Talvez no seja assim "C@ e N% 'ue respeita as rela-4es semnticas entre as ideias do te3to e mant)m a coer+ncia entre os argumentos
a% 2 rela-o entre formatos sociais e os e3celentes 1ndices de educa-o ) 'uestionável
b% 2 vida em um pa1s n9rdico nem sempre faz reIetir sobre a rela-o entre igualdade e liberdade
c% &o ) comum 'ue servi-os p$blicos voltados para melhorar a vida do cidado caracterizem pa1ses n9rdicos
d% &em sempre uma sociedade igualitária tem como conse'u+ncia a forma-o de seres humanos plenos e sociedades transformadoras
e% ( hábito da desigualdade pode impedir uma reIe3o mais profunda sobre os valores de uma sociedade igualitária
F8 2ssinale a op-o correta a respeito das rela-4es de concordncia no te3to
a% 2 Ie3o de singular em “soa "CP% justiKca8se pela concordncia com “uma sociedade igualitária "C F e G%
b% &as linhas 7 e D, a enumera-o de vários elementos, “liberdade, igualdade, autonomia e formatos sociais justiKca a Ie3o de plural em “podem
c% evido ao uso do pronome “se, o plural em “referem8se "C66% ) opcional: estaria igualmente correto empregar o singular: refere-se
d% =or se referir a “sociedades desiguais "C7@%, o inKnito em “podem ser "C7@% admitiria tamb)m a Ie3o de plural, serem
e% &a linha DA, o plural no pronome “todos justiKca a Ie3o de plural em “levaram
a% ( pronome “todos "CDA% retoma e sintetiza os termos da enumera-o “a igualdade, o respeito e a dignidade "C7N%
b% a e3presso “tem limitada capacidade transformadora "C76 e 77% retoma, com outras palavras, a ideia de “reproduz o mundo com e3trema facilidade "C7A e 76%
c% o substantivo “seres "C77% e o pronome “'ue "C7D% retomam a e3presso “seus educados cidados "C77%
d% a e3presso “*sse resultado "C7G e 7E% retoma a ideia de “sociedade to igualitária "C7A%, já sintetizada em “isso "C7F%
e% os pronomes “sua "C67%, “suas "C6D%, “ele "C6D% e “se "C6D% referem8se a “o cidado "C66%
E8 2ssinale a op-o em 'ue ocorre erro na transcri-o e adapta-o do te3to ( real valor das coisas, de ;1via ;isboa, publicado em Qida simples, dezembro 7A66, edi-o 66D, pFF
Juanto custa a'uilo 'ue voc+ compra no supermercadoR #om certeza, bem al)m do "2% pre-o 'ue está marcado na eti'ueta! aj =atel, autor do livro ( valor de nada, investigou a distor-o 'ue e3iste 'uando ignoramos os custos escondidos al)m do bin<mino oferta8procura “2 eterna busca por ">% crescimento econ<mico transformou a humanidade em um agente da e3tin-o, por meio da cont1nua desvaloriza-o dos servi-os ecossist+micos 'ue mant)m "#% nossa Terra viva, diz =atel “Muitas vezes no nos damos conta de 'ue "% nossa escolha por uma ou outra marca, em busca da melhor pechincha, determina o grau de estrago no meio ambiente Juem paga essa diferen-aR 2ssocia-4es e organiza-4es do mundo todo esto tentando rastrear as pegadas 'ue dei3amos ao longo do processo: desde a produ-o de cada item, e seu transporte, at) chegar 5s "*% g<ndolas, passando pela forma como o usamos, at) seu descarte a% 2 b% > c% # d% e% *
P8 ( te3to randes cidades nem sempre so as mais poluentes diz estudo, da Hrance =ress, publicado em http://OOO6folhauolcombr/ambiente/@EE77@ "com acesso em 7N/67/7A66% foi adaptado para compor os fragmentos abai3o &umere8os, de acordo com a ordem em 'ue devem ser dispostos para formar um te3to coeso e coerente
" % &esse estudo, en'uanto cidades do mundo todo foram apontadas como culpadas por cerca de P6 das emiss4es causadoras do efeito estufa, cidados urbanos 'ue substitu1ram os carros por transporte p$blico ajudaram a diminuir as emiss4es per capita em algumas cidades
" % =es'uisadores e3aminaram dados de cem cidades em DD pa1ses, em busca de pistas sobre 'uais metr9poles seriam as maiores poluidoras e por 'ue, de acordo com estudo publicado na revista especializada “*nvironment and Urbanization
" % “Bsso reIete a grande depend+ncia de combust1veis f9sseis para a produ-o de eletricidade, uma base industrial signiKcante em muitas cidades e uma popula-o rural relativamente grande e pobre, informa o estudo
" % =or Km, 'uando os pes'uisadores olharam as cidades asiáticas, latino8americanas e africanas, descobriram emiss4es menores por pessoa 2 maior parte das cidades na Vfrica, Vsia e 2m)rica ;atina tem emiss4es inferiores por pessoa ( desaKo para elas ) manter essas emiss4es bai3as, apesar do crescimento de suas economias
" % ( estudo tamb)m aponta outras tend+ncias, como as cidades de climas frios terem emiss4es maiores, e pa1ses pobres e de renda m)dia terem emiss4es per capita inferiores aos pa1ses desenvolvidos
2 se'u+ncia correta ) a% "6% "7% "G% "F% "D% b% "7% "6% "D% "G% "F% c% "7% "G% "6% "D% "F% d% "F% "6% "7% "G% "D% e% "F% "7% "6% "D% "G%
@8 2ssinale a op-o 'ue, na se'u+ncia, preenche corretamente as lacunas do te3to, de modo a manter o correto uso dos modos e tempos verbais e a coer+ncia entre as ideias
2ssim 'ue o governo divulgou o crescimento zero do produto interno bruto brasileiro no terceiro semestre, no faltaram progn9sticos negativos a respeito da economia do pa1s e houve at) 'uem WWWWW"6%WWWWW em risco de recesso no futuro pr93imo >asta um olhar mais atento aos n$meros de 7A66 para WWWWWWW"7%WWWWWWW 'ue o pessimismo no se justiKca *ntre os empresários no so poucas as vozes
'ueWWWWWW"D%WWWWWWdos alarmistas &o faltam motivos para supor 'ue, em 7A66, os n$meros da economia brasileiraWWWWW"F%WWWWWWvir ainda mais fortes 2l)m dos juros menores, conforme WWWWWW"G%WWWWWW a maioria dos economistas, do cr)dito em e3panso, e dos incentivos Kscais, está previsto para janeiro um reajuste no salário m1nimo, o 'ue WWWWW"E%WWWWW impactos signiKcativos 5 renda dos trabalhadores e
aposentados &esse ciclo, o mercado interno seguirá a'uecido
"Mariana Jueiroz >arbosa, ( pa1s no vai parar Bsto 0, 6F/67/7A66%
a% fale / percebermos / discordassem / possam / prevera / trará
b% falasse / perceberem / discordassem / pudessem / prev+ / trou3era c% falasse / perceber / discordam / possam / prev+ / trará
d% falou / percebermos / discordaram / podem / prevera / traria
e% falou / perceberem / discordaram / podem / previssem / trou3era #onsidere o te3to abai3o para responder 5s 'uest4es N e 6A
2 teoria econ<mica evoluiu muito desde 6PPE, 'uando 2dam Smith, em c)lebre obra investigou as causas das ri'uezas das na-4es 2 teoria mostrou como funcionam os mercados, o papel da produtividade, as formas de aumentá8la e a fun-o das institui-4es #ontribuiu, assim, para a formula-o das pol1ticas 'ue trou3eram mais desenvolvimento e bem8 estar &o >rasil, os economistas tamb)m contribuem para o desenvolvimento 2contece 'ue, se defenderem reformas em favor das maiorias, 'ue causam perdas a minorias, os economistas sero rotulados de socialmente insens1veis Juando um m)dico prescreve um tratamento, o objetivo ) o bem8estar do paciente &ingu)m dirá 'ue ele planeja o sofrimento Mas, se os economistas sugerem medidas de austeridade para resolver dese'uil1brios e restabelecer o crescimento sustentável, diz8 se 'ue eles propugnam a-4es para promover a recesso, o desemprego e a destrui-o de con'uistas sociais ( receituário do m)dico incorpora esperan-a e simpatia, pois se sabe 'ue o objetivo dele ) a cura da doen-a Sua a-o ) mais percebida por todos 2 e3pectativa maior ) de +3ito ( diagn9stico ) mais preciso, especialmente com os avan-os da tecnologia ( economista no tem essas vantagens &o tratamento de crises, lida com incertezas, comple3idades e situa-4es in)ditas (s economistas tendem a errar mais 'ue os m)dicos, mas seu foco jamais será a recesso pela recesso ou a austeridade sem prop9sito
"2daptado de Ma1lson da &9brega, 2 recesso ) uma pol1tica ou o efeitoR Qeja, 6F de dezembro, 7A66%
N8 =reserva8se a coer+ncia entre os argumentos do te3to, bem como sua corre-o gramatical, ao
a% empregar um conectivo de valor condicional, como Se, em lugar de
“Juando "CN%
b% substituir a conjun-o condicional “se "CP% pelo conectivo aso
c% e3plicitar o valor e3plicativo da ora-o, inserindo a conjun-o po!s
para ligar a ora-o iniciada por “Sua a-o "C6E% com a anterior, mudando para min$scula a letra inicial de “Sua
d% ligar as ora-4es iniciadas por “( economista "C6@% e “&o tratamento "C6@%, em um mesmo per1odo sintático, retirando o ponto Knal e mudando para min$scula a letra inicial mai$scula de “&o
e% inserir a conjun-o Em"ora no in1cio do $ltimo per1odo sintático do
te3to, mudando para min$scula a letra inicial de “(s "C6N%
6A8 e acordo com a organiza-o dos argumentos no te3to, provoca8se erro ao
a% empregar o verbo pro#oar antes de “o desemprego "C6D%
b% e3plicitar o termo $s na%&es depois de “bem8estar "CG e E%
c% usar o artigo antes de “minorias "C@%, escrevendo $s m!nor!as
d% inserir o termo 'o pa(s depois de “sustentável "C67%
e% repetir o termo omo f)n!onam antes de cada um dos termos da
enumera-o: “o papel da produtividade "CD%, “as formas de aumentá8la "CD e F% e “a fun-o das institui-4es "CF%
668 2ssinale a op-o 'ue, ao preencher a lacuna do te3to, provoca erro gramatical
*m compara-4es internacionais, os pa1ses latino8americanos em geral, e mais particularmente o >rasil, WWWWW"a%WWWWW pela elevada desigualdade da distribui-o da renda 2 e3plica-o dessa desigualdade WWWWWW"b%WWWWWWW na forma-o e evolu-o econ<mico8social dessas
antigas col<nias de =ortugal e *spanha Um aspecto fundamental foi, sem d$vida, a elevada concentra-o da posse da terra, especialmente 'uando a economia desses pa1ses tinha como n$cleo a produ-o e e3porta-o de produtos primários &o livro intitulado Um projeto para o >rasil, publicado em 6NE@, #elso Hurtado discute como a elevada desigualdade da distribui-o da renda no pa1s condiciona um perKl da demanda global 'ue inibe o crescimento econ<mico *le mostra como a tend+ncia estrutural WWWWW"c%WWWWW da renda favorece o subemprego caracter1stico das economias subdesenvolvidas 2ssinala 'ue a concentra-o da renda causa uma grande diversiKca-o das formas de consumo de grupos privilegiados Bsso WWWWW"d%WWWWW ind$strias produtoras de bens de consumo duráveis, mas as dimens4es reduzidas do mercado de cada produto impedem o aproveitamento das economias de escala, fazendo WWWWW"e%WWWWWestas ind$strias operem com custos relativamente altos
"2daptado de odolfo Xoffmann, istribui-o de renda e crescimento econ<mico http://OOOscielobr/scielophp 8 acesso em 66/67/7A66%
a% destacam8se
b% teria de ser procurada c% 5 concentra-o
d% beneKcia 5s e% com 'ue
678 2ssinale o trecho em 'ue a transcri-o do te3to adaptado de odolfo Xoffmann, istribui-o de renda e crescimento econ<mico "http://OOOscielobr/scielophp% desrespeita as regras gramaticais no uso das estruturas lingu1sticas
a% *mbora haja consenso "pelo menos aparente% sobre a necessidade de diminuir a desigualdade, toda medida espec1Kca gera pol+mica Muitas pes'uisas mostram uma associa-o da desigualdade da distribui-o da renda no >rasil com o n1vel e a distribui-o da escolaridade ( aumento
acelerado da escolaridade ) uma estrat)gia 'ue levaria ao crescimento econ<mico com menor desigualdade
b% 0 provável 'ue a importncia da educa-o como determinante do rendimento das pessoas e da sua desigualdade está superestimada nas análises econom)tricas, simplesmente por'ue no se disp4em de boas medidas para vários outros determinantes da renda, 'ue esto positivamente correlacionados com a escolaridade
c% Muitas dessas pes'uisas se baseiam na teoria do capital humano 0 desnecessário dizer 'ue a pr9pria e3presso “capital humano ) contradit9ria com o conceito mar3ista de capital Mas, a ideia de 'ue a remunera-o de um trabalhador deva crescer com a sua escolaridade ) perfeitamente compat1vel com essa corrente de pensamento
d% Mas, o aumento da escolaridade tamb)m ) um objetivo em si, considerando8se 'ue ela favorece a participa-o mais plena do cidado na economia e na sociedade modernas 2ssim, apesar das diverg+ncias te9ricas, há um consenso sobre a necessidade de aumentar rapidamente a escolaridade Um movimento no sentido de diminuir a desigualdade da distribui-o da renda no pa1s certamente no pode se basear apenas em determinada pol1tica econ<mica
e% &a realidade, praticamente toda pol1tica econ<mica tem um impacto, maior ou menor, sobre a distribui-o da renda: pol1tica Kscal, previd+ncia social, pol1tica de cr)dito, pol1tica educacional, reforma agrária etc 2ltera-4es na legisla-o tamb)m podem ter impacto importante 2 diKculdade na análise de cada medida ) levar em considera-o seus diversos efeitos diretos e indiretos, como Kca claro na discusso sobre o aumento do salário m1nimo
( te3to abai3o ) base para as 'uest4es 6D e 6F
arantir a plena mobilidade de pessoas, bens e servi-os será crucial para o desenvolvimento econ<mico e social de 'ual'uer cidade no mundo ( planejamento urbano no pode ser separado da pol1tica habitacional ou de mobilidade *m $ltima instncia, uma importante deciso pol1tica deve ser tomada em rela-o ao modelo de cidade em 'ue 'ueremos viver e ao destino dos investimentos p$blicos em mobilidade #onstruir mais infraestrutura viária s9 consegue aliviar congestionamentos temporariamente &enhuma cidade do mundo conseguiu resolver os desaKos da mobilidade construindo mais ou maiores avenidas *3iste consenso entre especialistas de 'ue aumentar a densidade habitacional ao redor dos grandes ei3os de transporte p$blico, bem como ampliar os investimentos no modelo 'ue realmente pode chegar a todos os cantos da cidade 8 os corredores de <nibus 8, será a chave do sucesso para 'ual'uer cidade 'ue almeja ser l1der global
"adaptado de 2dalberto Maluf Hilho, 2 eKci+ncia operacional pela superf1cie ) chave para o futurohttp://OOOnossasaopauloorgbr/portal/node/6EFPA 8 acesso em 7N/67/7A66%
6D8 #onstitui uma continuidade gramaticalmente correta e coerente com a argumenta-o do te3to o seguinte parágrafo:
a% 2ssim, buscar uma gesto democrática do espa-o viário urbano pela superf1cie, com a escolha do modelo correto para cada realidade Knanceira, será primordial para a competitividade das cidades e para manter uma vida de 'ualidade
b% =or essa razo, uma análise detalhada do estudo internacional (bservat9rio de Mobilidade Urbana "#2H 7AAN% nos permite concluir signiKcativamente entre uma alta densidade habitacional e um alto uso do transporte privado
c% 2ssim, correla-4es signiKcativas entre bai3a densidade habitacional e alto uso do transporte privado, como em >uenos 2ires, por e3emplo, l1der em bai3a densidade e grandes congestionamentos
d% =ortanto, várias cidades se destacam por estarem fora da tend+ncia, uma vez 'ue, apesar da bai3a densidade habitacional, conseguiram manter altos 1ndices de transporte p$blico com infraestrutura viária
e% =or essa razo, so e3plicados pela prioridade dos investimentos nos corredores e3clusivos de <nibus a alta movimenta-o de pessoas em cidades mais densamente povoadas com bom Iu3o de transportes p$blicos
6F8 2ssinale a op-o 'ue interpreta de maneira incorreta o uso das estruturas lingu1sticas no te3to
a% #onsiderando 'ue o uso do presente do indicativo tamb)m preservaria a corre-o gramatical do te3to, a op-o pelo futuro do presente em “será "C6% indica 'ue a argumenta-o focaliza situa-4es futuras
b% 2 rela-o semntica entre as ideias do te3to mostra 'ue o termo “em 'ue "CG% corresponde a on'e
c% ( emprego da preposi-o a antes de “o destino "CE% indica 'ue esse
termo complementa a e3presso “em rela-o "CG%, assim como “o modelo "CG% tamb)m a complementa
d% 2 presen-a do travesso depois de “<nibus "C6D% torna desnecessário o uso da v1rgulaY por isso, sua omisso manteria a corre-o gramatical do te3to
e% ( valor semntico 'ue o ger$ndio assume em “construindo "CN% corresponde ao valor da e3presso por*)e onstr)!)
6G8 #onsiderando os e3emplos Kct1cios abai3o, assinale a op-o correta a respeito da formata-o dos documentos oKciais indicados
a% eda-o de *M*&T2:
*M*&T2: #rit)rios para preenchimento temporário de cargos #onIitos na legisla-o =reponderncia da ;ei Z[\
b% Qocativo de (H]#B(:
=rezado Senhor >eltrano da Silva Tal, iretor de ecursos Xumanos
c% =arágrafo conclusivo de =2*#*:
2nte o e3posto, recomenda8se pela suspenso do funcionário na forma da ;ei Z[\
0 o parecer ^2sssinatura_
>ras1lia, D6 de mar-o de 7A67 d% Trecho de 2T2:
^_
Terminada a leitura dos documentos norteadores, o =residente da 2ssembl)ia submeteu 5 discusso dos presentes a reda-o de uma minuta de #arta8#onvite, 'ue, ap9s algumas altera-4es foi aprovada como segue abai3o
*m seguida, foi dada a palavra ao Sr Hulano de Tal, para 'ue relatasse o posicionamento do #onselho eliberativo a respeito do =lano de #onten-o de
despesas a ser implantado a partir do dia DA "trinta% do pr93imo m+s
^_
e% Hecho de M*M(2&(:
>ras1lia, D6 de mar-o de 7A67 2tenciosamente,
^2ssinatura_ iretor 2djunto
+A,ARIT CMENTAD
#onsidere o te3to abai3o para responder 5s 'uest4es 6 e 7
Sabe8se muito pouco dos rumos 'ue as grandes cidades tomaro nas pr93imas d)cadas Muitas vezes nem se prev+ a dinmica metropolitana do pr93imo 'uin'u+nio Mesmo com a capacita-o e o preparo dos t)cnicos dos 9rgos envolvidos com a 'uesto urbana, há variáveis independentes 'ue interferem nos planos e projetos elaborados pelos legislativos e encaminhados ao *3ecutivo ;ogicamente no se prev+ o malfadado caos urbano, mas ele pode ensejar 'ue o pa1s se adiante aos eventos e tome medidas preventivas ao desarranjo econ<mico, 'ue teria conse'u+ncias nefastas =ara antecipar8se, o >rasil tem condi-4es prop1cias para criar think tanks ou, em tradu-o livre, usinas de ideias ou
institutos de pol1ticas p$blicas *ssas institui-4es podem antecipar8se ao 'ue poderá surgir no horizonte *m outras palavras, deseja8se o retorno ao planejamento urbano e regional visando o bem8estar da sociedade Medidas nessa dire-o podem "e devem% estar em consonncia com a proje-o de tend+ncias e mesmo com a anteviso de demandas dos destinatários da gesto urbana ? os cidados, urbanos ou no
"2daptado de 2ldo =aviani, Metr9ples em e3panso e o futuro #orreio >raziliense, @ de dezembro, 7A66%
68 Bnfere8se da argumenta-o do te3to 'ue
a% os t)cnicos dos 9rgos envolvidos com a 'uesto urbana deveriam ser mais capacitados para realizar os projetos encaminhados ao *3ecutivo b% a dinmica metropolitana altera8se a cada 'uin'u+nio, seguindo variáveis 'ue devem constar dos planos e projetos de cada per1odo legislativo
c% institutos de pol1ticas p$blicas teriam como tarefa o planejamento urbano e regional, antecipando8se a um poss1vel desarranjo econ<mico d% o caos urbano 'ue poderá afetar as grandes cidades nos pr93imos anos terá o desarranjo econ<mico como uma de suas piores conse'u+ncias
e% as demandas crescentes dos habitantes das grandes cidades contrastam com a bai3a demanda dos cidados no urbanos
#(M*&TVB(:
Juesto de interpreta-o
;embre8se: “inferir ) deduzir, tirar conclus4es de Sempre bus'ue pistas dentro do pr9prio te3to
&ote 'ue todas as op-4es e3trapolam o 'ue está escrito no te3to ou no encontram respaldo nele 2 $nica 'ue apresenta rela-o coerente com as ideias do te3to ) a op-o 'ue afirma: “institutos de pol1ticas p$blicas teriam como tarefa o planejamento urbano e regional, antecipando8se a um poss1vel desarranjo econ<mico Bsso pode ser confirmado por esta passagem do te3to: “;ogicamente no se prev+ o malfadado caos urbano, mas ele pode ensejar 'ue o pa1s se adiante aos eventos e tome medidas preventivas ao desarranjo econ<mico, 'ue teria conse'u+ncias nefastas =ara antecipar8se, o >rasil tem condi-4es prop1cias para criar think tanks
ou, em tradu-o livre, usinas de ideias ou institutos de pol1ticas p$blicas *ssas institui-4es podem antecipar8se ao 'ue poderá surgir no horizonte *m outras palavras, deseja8se o retorno ao planejamento urbano e regional visando o bem8estar da sociedade
2>2BT(: #
78 =rovoca8se erro gramatical e incoer+ncia te3tual ao fazer a seguinte altera-o nos sinais de pontua-o do te3to:
a% substituir o ponto depois de “'uin'u+nio "CD%, por v1rgula
b% substituir o ponto depois de “d)cadas "C7% pelo sinal de dois pontos c% inserir uma v1rgula depois de “;ogicamente "CE%
d% retirar os par+nteses 'ue destacam “e devem "C6F%
e% substituir o travesso depois de “urbana "C6E% por v1rgula #(M*&TVB(:
Juesto de pontua-o
a% 2 substitui-o de ponto por v1rgula provocará erro gramatical, pois no se usa letra mai$scula ap9s v1rgula, a no ser 'ue se trate de um substantivo pr9prio, o 'ue no ) o caso Qeja: “Muitas vezes nem se prev+ a dinmica metropolitana do pr93imo 'uin'u+nio, Mesmo com a capacita-o
2s demais altera-4es esto corretas
b% ( uso de dois8pontos está correto por'ue tal sinal de pontua-o pode separar ora-4es coordenadas Qeja: “Sabe8se muito pouco dos rumos 'ue as grandes cidades tomaro nas pr93imas d)cadas: muitas vezes nem se prev+ a dinmica metropolitana do pr93imo 'uin'u+nio
c% “;ogicamente ) um adjunto adverbial deslocado de curta e3tenso, logo a v1rgula ap9s ele ) facultativa
d% &o haverá erro gramatical com a retirada dos par+nteses, pois a conjun-o “e ligará ora-4es coordenadas 2 $nica diferen-a ) a +nfase, 'ue mudará
e% Tanto o travesso 'uanto a v1rgula podem separar apostos e3plicativos, por isso (`!
2>2BT(: 2
#onsidere o te3to abai3o para responder 5s 'uest4es D, F e G
2 vida em um pa1s n9rdico, como a Hinlndia, nos faz reIetir mais profundamente sobre a rela-o entre liberdade, igualdade, autonomia e formatos sociais 'ue podem propiciar vidas mais plenas e felizes aos seus cidados =ara algu)m habituado a desigualdades, uma sociedade igualitária, com amplo respeito pela vida humana, e3celentes 1ndices de educa-o, burocracia inteligente e servi-os p$blicos voltados "de fato% para melhorar a vida do cidado, soa como um caminho para a produ-o de seres humanos mais plenos e sociedades mais inspiradoras Talvez no seja assim Juando nos referimos 5 igualdade, no tratamos de mera distribui-o e'uitativa da renda 2 igualdade e a dignidade humana 'ue uma sociedade pode produzir referem8se 5 possibilidade de o cidado ter condi-4es materiais e subjetivas 5 sua disposi-o, para 'ue, atendidas suas necessidades básicas e diárias de bem8estar, ele se ocupe com 'uest4es outras 'ue a sobreviv+ncia *ssas necessidades básicas de bem8 estar incluem uma ilimitada oferta de bens p$blicos: de e3celentes creches, escolas, universidades, sistema de sa$de e previd+ncia a todos, piscinas p$blicas, par'ues, transporte confortável e e3celente, seguro8 desemprego por tempo indeKnido, licen-a maternidade de 6A meses, muitas bibliotecas p$blicasL &o entanto, a Hinlndia tornou8se uma sociedade to igualitária 'uanto apática =ouco criativa, reproduz o mundo com e3trema facilidade, mas tem limitada capacidade transformadora 2 maioria de seus educados cidados so seres pou'u1ssimo cr1ticos: 'uestionam pouco a vida 'ue levam e so Ksicamente contidos * isso no parece ter forte rela-o com o frio 0 um acomodamento social, um respeito 'uase ine3orável pelas regras *sse resultado no foi causado, ) evidente, pelo formato social igualitário *m outros termos, no foi a igualdade 'ue dei3ou o pa1s apático 2demais, sociedades desiguais podem ser to ou mais acr1ticas e reprodutoras ( ponto 'ue nos intriga ) 'ue a igualdade, o respeito e a dignidade dados a todos no levaram 5 autonomia, ao pensamento criativo e cr1tico, e a processos transformadores
"2daptado de Bsabela &ogueira, o bem8estar ao pensamento cr1tico: um olhar sobre o norte,outubro D, 7AAN por #oletivo #r1tica *con<mica http://criticaeconomicaOordpresscom/7AAN/6A/AD/ 8 acesso em 67/67/7A66%
D8 2ssinale a interpreta-o da ora-o “Talvez no seja assim "C@ e N% 'ue respeita as rela-4es semnticas entre as ideias do te3to e mant)m a coer+ncia entre os argumentos
a% 2 rela-o entre formatos sociais e os e3celentes 1ndices de educa-o ) 'uestionável
b% 2 vida em um pa1s n9rdico nem sempre faz reIetir sobre a rela-o entre igualdade e liberdade
c% &o ) comum 'ue servi-os p$blicos voltados para melhorar a vida do cidado caracterizem pa1ses n9rdicos
d% &em sempre uma sociedade igualitária tem como conse'u+ncia a forma-o de seres humanos plenos e sociedades transformadoras
e% ( hábito da desigualdade pode impedir uma reIe3o mais profunda sobre os valores de uma sociedade igualitária
#(M*&TVB(:
Juesto de interpreta-o
Tanto na *S2H 'uanto nas demais bancas, precisamos procurar pistas no te3to 'ue corroboram o gabarito, por isso a afirma-o “&em sempre uma sociedade igualitária tem como conse'u+ncia a forma-o de seres humanos plenos e sociedades transformadoras está correta, uma vez 'ue esta passagem no te3to a ratifica: “a Hinlndia tornou8se uma sociedade to igualitária 'uanto apática =ouco criativa, reproduz o mundo com e3trema facilidade, mas tem limitada capacidade transformadora 2 maioria de seus educados cidados so seres pou'u1ssimo cr1ticos: 'uestionam pouco a vida 'ue levam e so Ksicamente contidos * isso no parece ter forte rela-o com o frio 0 um acomodamento social, um respeito 'uase ine3orável pelas regras *sse resultado no foi causado, ) evidente, pelo formato social igualitário
2>2BT(:
F8 2ssinale a op-o correta a respeito das rela-4es de concordncia no te3to
a% 2 Ie3o de singular em “soa "CP% justiKca8se pela concordncia com “uma sociedade igualitária "C F e G%
b% &as linhas 7 e D, a enumera-o de vários elementos, “liberdade, igualdade, autonomia e formatos sociais justiKca a Ie3o de plural em “podem
c% evido ao uso do pronome “se, o plural em “referem8se "C66% ) opcional: estaria igualmente correto empregar o singular: refere-se
d% =or se referir a “sociedades desiguais "C7@%, o inKnito em “podem ser "C7@% admitiria tamb)m a Ie3o de plural, serem
e% &a linha DA, o plural no pronome “todos justiKca a Ie3o de plural em “levaram
#(M*&TVB(:
2ntes de comentar a 'uesto, saiba 'ue a *S2H adora criar 'uest4es de concordncia em cima de certas regras e constru-4es *sta 'uesto ilustra bem isso
a% 2 afirma-o da banca está correta Qeja: “=ara algu)m habituado a desigualdades, )ma so!e'a'e !)a/!tr!a "sujeito na D pessoa do
singular%, com amplo respeito pela vida humana, e3celentes 1ndices de educa-o, burocracia inteligente e servi-os p$blicos voltados "de fato% para melhorar a vida do cidado, soa "verbo na D pessoa do singular%
como um caminho para a produ-o de seres humanos mais plenos e sociedades mais inspiradoras ^clássico: verbo bem separado do sujeito_ b% ( verbo “poder no concorda com os termos da enumera-o, mas sim com as palavras “rela-o e “formatos, antecedentes do pronome relativo “'ue
c% “2 igualdade e a dignidade humana ) o sujeito composto de “referem8 se, logo o verbo deve ficar no plural!
d% ( verbo principal da locu-o verbal nunca varia, logo jamais o verbo “ser poderia ficar no plural "podem seremRRRR%
e% ( sujeito de “levaram ) “a igualdade, o respeito e a dignidade, por isso o verbo está no plural &ote tamb)m 'ue “todos está antecedido de preposi-o “a, logo, segundo a tradi-o gramatical, como no e3iste sujeito preposicionado, nunca o verbo poderia concordar com “todos, nesse conte3to
2>2BT(: 2
G8 &a organiza-o das rela-4es de coeso e coer+ncia do te3to,
a% ( pronome “todos "CDA% retoma e sintetiza os termos da enumera-o “a igualdade, o respeito e a dignidade "C7N%
b% a e3presso “tem limitada capacidade transformadora "C76 e 77% retoma, com outras palavras, a ideia de “reproduz o mundo com e3trema facilidade "C7A e 76%
c% o substantivo “seres "C77% e o pronome “'ue "C7D% retomam a e3presso “seus educados cidados "C77%
d% a e3presso “*sse resultado "C7G e 7E% retoma a ideia de “sociedade to igualitária "C7A%, já sintetizada em “isso "C7F%
e% os pronomes “sua "C67%, “suas "C6D%, “ele "C6D% e “se "C6D% referem8se a “o cidado "C66%
(bserve 'ue esse tipo de 'uesto, al)m de ser t1pica, trabalha com o conceito de retomada de termos ou ideias Qejamos op-o por op-o:
a% ( pronome “todos se refere aos cidados finlandeses
b% 2 e3presso “tem limitada capacidade transformadora no retoma nada, ) apenas o predicado do sujeito “a Hinlndia
c% ( erro ) 'ue o pronome relativo “'ue retoma o antecedente “vida &ote 'ue dá at) para trocar o “'ue por “a 'ual, concordando com “vida: “ vida a 'ual "eles% levam
d% ( pronome “isso retoma este fato: “&o entanto, a Hinlndia tornou8se uma sociedade to igualitária 'uanto apática =ouco criativa, reproduz o mundo com e3trema facilidade, mas tem limitada capacidade transformadora 2 maioria de seus educados cidados so seres pou'u1ssimo cr1ticos: 'uestionam pouco a vida 'ue levam e so Ksicamente contidos, logo “*sse resultado no pode retomar a ideia de “sociedade to igualitária
e% =erfeita a afirma-o! #onfirme: “2 igualdade e a dignidade humana 'ue uma sociedade pode produzir referem8se 5 possibilidade de o !'a'o ter condi-4es materiais e subjetivas 5 s)a disposi-o "ou seja, 5
disposi-o do cidado%, para 'ue, atendidas s)as necessidades básicas e
diárias de bem8estar "ou seja, necessidades básicas e diárias de bem8 estar do cidado%, e/e "o cidado% se "a si mesmo, ao cidado% ocupe
com 'uest4es outras 'ue a sobreviv+ncia 2>2BT(: *
E8 2ssinale a op-o em 'ue ocorre erro na transcri-o e adapta-o do te3to ( real valor das coisas, de ;1via ;isboa, publicado em Qida simples, dezembro 7A66, edi-o 66D, pFF
Juanto custa a'uilo 'ue voc+ compra no supermercadoR #om certeza, bem al)m do "2% pre-o 'ue está marcado na eti'ueta! aj =atel, autor do livro ( valor de nada, investigou a distor-o 'ue e3iste 'uando ignoramos os custos escondidos al)m do bin<mino oferta8procura “2 eterna busca por ">% crescimento econ<mico transformou a humanidade em um agente da e3tin-o, por meio da cont1nua desvaloriza-o dos servi-os ecossist+micos 'ue mant)m "#% nossa Terra viva, diz =atel “Muitas vezes no nos damos conta de 'ue "% nossa escolha por uma ou outra marca, em busca da melhor pechincha, determina o grau de estrago no meio ambiente Juem paga essa diferen-aR 2ssocia-4es e organiza-4es do mundo todo esto tentando rastrear as pegadas 'ue dei3amos ao longo do processo: desde a produ-o de cada item, e seu transporte, at)
chegar 5s "*% g<ndolas, passando pela forma como o usamos, at) seu descarte a% 2 b% > c% # d% e% * #(M*&TVB(:
Juesto h1brida, 'ue testa seus conhecimentos sobre a% contra-o de preposi-o com artigo e concordncia, b% reg+ncia, c% concordncia e ortografia, d% reg+ncia, e% reg+ncia e crase
a% 2 locu-o prepositiva “al)m do, contra1da com o artigo definido está correta e concorda com “pre-o, em g+nero e n$mero
b% ( nome “busca "substantivo abstrato% e3ige um complemento iniciado pela preposi-o “por
c% ( verbo “manter, derivado do verbo ter, deveria estar escrito “mantm, pois concorda com o antecedente do pronome relativo “'ue ?
“servi-os ecossist+micos
d% Juem se dá conta se dá conta de alguma coisa
e% ( verbo “chegar e3ige a preposi-o “a, 'ue se contrai com o artigo definido “as, gerando a crase “5s: “chegar 5s g<ndolas
2>2BT(: #
P8 ( te3to randes cidades nem sempre so as mais poluentes diz estudo, da Hrance =ress, publicado em http://OOO6folhauolcombr/ambiente/@EE77@ "com acesso em 7N/67/7A66% foi adaptado para compor os fragmentos abai3o &umere8os, de acordo com a ordem em 'ue devem ser dispostos para formar um te3to coeso e coerente
" % &esse estudo, en'uanto cidades do mundo todo foram apontadas como culpadas por cerca de P6 das emiss4es causadoras do efeito estufa, cidados urbanos 'ue substitu1ram os carros por transporte p$blico ajudaram a diminuir as emiss4es per capita em algumas cidades " % =es'uisadores e3aminaram dados de cem cidades em DD pa1ses, em busca de pistas sobre 'uais metr9poles seriam as maiores poluidoras e por 'ue, de acordo com estudo publicado na revista especializada “*nvironment and Urbanization
" % “Bsso reIete a grande depend+ncia de combust1veis f9sseis para a produ-o de eletricidade, uma base industrial signiKcante em muitas cidades e uma popula-o rural relativamente grande e pobre, informa o estudo
" % =or Km, 'uando os pes'uisadores olharam as cidades asiáticas, latino8americanas e africanas, descobriram emiss4es menores por pessoa 2 maior parte das cidades na Vfrica, Vsia e 2m)rica ;atina tem emiss4es inferiores por pessoa ( desaKo para elas ) manter essas emiss4es bai3as, apesar do crescimento de suas economias
" % ( estudo tamb)m aponta outras tend+ncias, como as cidades de climas frios terem emiss4es maiores, e pa1ses pobres e de renda m)dia terem emiss4es per capita inferiores aos pa1ses desenvolvidos
2 se'u+ncia correta ) a% "6% "7% "G% "F% "D% b% "7% "6% "D% "G% "F% c% "7% "G% "6% "D% "F% d% "F% "6% "7% "G% "D% e% "F% "7% "6% "D% "G% #(M*&TVB(:
Juesto de ordena-o te3tual
*ste tipo de 'uesto ) um dos mais fáceis, na minha opinio Qou justificar: ) preciso apenas procurar, no in1cio de cada frase, termos ou
e3press4es 'ue remetam a algo anteriorY se houver, sero frases de desenvolvimento ou conclusoY se no houver, será a introdu-o
Qeja, já na ordem:
"6% =es'uisadores e3aminaram dados de cem cidades em DD pa1ses, em busca de pistas sobre 'uais metr9poles seriam as maiores poluidoras e por 'ue, de acordo com estudo publicado na revista especializada “*nvironment and Urbanization "7% &esse estudo, en'uanto cidades do mundo todo foram apontadas como culpadas por cerca de P6 das emiss4es causadoras do efeito estufa, cidados urbanos 'ue substitu1ram os carros por transporte p$blico ajudaram a diminuir as emiss4es per capita em algumas cidades "D% “Bsso reIete a grande depend+ncia de combust1veis f9sseis para a produ-o de eletricidade, uma base industrial signiKcante em muitas cidades e uma popula-o rural relativamente grande e pobre, informa o estudo "F% ( estudo tamb)m aponta outras tend+ncias, como as cidades de climas frios terem emiss4es maiores, e pa1ses pobres e de renda m)dia terem emiss4es per capita inferiores aos pa1ses desenvolvidos "G% =or Km, 'uando os pes'uisadores olharam as cidades asiáticas, latino8americanas e africanas, descobriram emiss4es menores por pessoa 2 maior parte das cidades na Vfrica, Vsia e 2m)rica
;atina tem emiss4es inferiores por pessoa ( desaKo para elas ) manter essas emiss4es bai3as, apesar do crescimento de suas economias
&ote 'ue todos os termos e e3press4es sublinhados remetem a algo anterior *, na boa, o “=or fim denunciou 'ue a frase iniciada por ele era a concluso, certoR Moleza!
2>2BT(: >
@8 2ssinale a op-o 'ue, na se'u+ncia, preenche corretamente as lacunas do te3to, de modo a manter o correto uso dos modos e tempos verbais e a coer+ncia entre as ideias
2ssim 'ue o governo divulgou o crescimento zero do produto interno bruto brasileiro no terceiro semestre, no faltaram progn9sticos negativos a respeito da economia do pa1s e houve at) 'uem WWWWW"6%WWWWW em risco de recesso no futuro pr93imo >asta um olhar mais atento aos n$meros de 7A66 para WWWWWWW"7%WWWWWWW 'ue o pessimismo no se justiKca *ntre os empresários no so poucas as vozes
'ueWWWWWW"D%WWWWWWdos alarmistas &o faltam motivos para supor 'ue, em 7A66, os n$meros da economia brasileiraWWWWW"F%WWWWWWvir ainda mais fortes 2l)m dos juros menores, conforme WWWWWW"G%WWWWWW a maioria dos economistas, do cr)dito em e3panso, e dos incentivos Kscais, está previsto para janeiro um reajuste no salário m1nimo, o 'ue WWWWW"E%WWWWW impactos signiKcativos 5 renda dos trabalhadores e
aposentados &esse ciclo, o mercado interno seguirá a'uecido
"Mariana Jueiroz >arbosa, ( pa1s no vai parar Bsto 0, 6F/67/7A66%
a% fale / percebermos / discordassem / possam / prevera / trará
b% falasse / perceberem / discordassem / pudessem / prev+ / trou3era c% falasse / perceber / discordam / possam / prev+ / trará
d% falou / percebermos / discordaram / podem / prevera / traria
e% falou / perceberem / discordaram / podem / previssem / trou3era #(M*&TVB(:
Juesto de correla-o verbal
2 $nica op-o 'ue apresenta correla-o verbal perfeita ) a #, pois há harmonia de sentido entre a jun-o das formas verbais "6% houve "pret)rito perfeito do indicativo% falasse "pret)rito imperfeito do subjuntivo%Y "7% depois de preposi-o, usa8se infinitivo "perceber%Y "D% discordam "presente do indicativo, para manter a rela-o de certeza com o verbo anterior "so%%Y "F% possam "presente do subjuntivo, para manter a rela-o de hip9tese com o verbo anterior "supor%%Y "G% prev+ "presente do indicativo, pois indica certeza%Y "E% trará "futuro do presente do
indicativoY todo o conte3to do per1odo em 'ue se encontra tal forma verbal dá ideia de futuro certo%
#á entre n9s, no dei3e de ver isto "agora!%:
http://OOOeuvoupassarcombr/RgoartigosatJuHste=tMj>ZpWUrHu 6bFjr;Dcn3iTD'WJb`F
2>2BT(: #
#onsidere o te3to abai3o para responder 5s 'uest4es N e 6A
2 teoria econ<mica evoluiu muito desde 6PPE, 'uando 2dam Smith, em c)lebre obra investigou as causas das ri'uezas das na-4es 2 teoria mostrou como funcionam os mercados, o papel da produtividade, as formas de aumentá8la e a fun-o das institui-4es #ontribuiu, assim, para a formula-o das pol1ticas 'ue trou3eram mais desenvolvimento e bem8 estar &o >rasil, os economistas tamb)m contribuem para o desenvolvimento 2contece 'ue, se defenderem reformas em favor das maiorias, 'ue causam perdas a minorias, os economistas sero rotulados de socialmente insens1veis Juando um m)dico prescreve um tratamento, o objetivo ) o bem8estar do paciente &ingu)m dirá 'ue ele planeja o sofrimento Mas, se os economistas sugerem medidas de austeridade para resolver dese'uil1brios e restabelecer o crescimento sustentável, diz8 se 'ue eles propugnam a-4es para promover a recesso, o desemprego e a destrui-o de con'uistas sociais ( receituário do m)dico incorpora esperan-a e simpatia, pois se sabe 'ue o objetivo dele ) a cura da doen-a Sua a-o ) mais percebida por todos 2 e3pectativa maior ) de +3ito ( diagn9stico ) mais preciso, especialmente com os avan-os da tecnologia ( economista no tem essas vantagens &o tratamento de crises, lida com incertezas, comple3idades e situa-4es in)ditas (s economistas tendem a errar mais 'ue os m)dicos, mas seu foco jamais será a recesso pela recesso ou a austeridade sem prop9sito
"2daptado de Ma1lson da &9brega, 2 recesso ) uma pol1tica ou o efeitoR Qeja, 6F de dezembro, 7A66%
N8 =reserva8se a coer+ncia entre os argumentos do te3to, bem como sua corre-o gramatical, ao
a% empregar um conectivo de valor condicional, como Se, em lugar de
“Juando "CN%
b% substituir a conjun-o condicional “se "CP% pelo conectivo aso
c% e3plicitar o valor e3plicativo da ora-o, inserindo a conjun-o po!s
para ligar a ora-o iniciada por “Sua a-o "C6E% com a anterior, mudando para min$scula a letra inicial de “Sua
d% ligar as ora-4es iniciadas por “( economista "C6@% e “&o tratamento "C6@%, em um mesmo per1odo sintático, retirando o ponto Knal e mudando para min$scula a letra inicial mai$scula de “&o
e% inserir a conjun-o Em"ora no in1cio do $ltimo per1odo sintático do
te3to, mudando para min$scula a letra inicial de “(s "C6N% #(M*&TVB(:
Juesto de coeso "e3igia conhecimento de conjun-o%
a% 2lguns gramáticos, como Maria X de Moura &eves e alguns dicionários, como 2ulete e Xouaiss, dizem 'ue o S* pode ter valor temporal, logo a substitui-o de “Juando por “Se mant)m a coer+ncia do te3to
b% S9 poder1amos substituir “se por “caso desde 'ue o verbo em seguida fosse colocado no subjuntivo " caso defendam%
c% 2 rela-o ) de concluso, por isso o uso de “pois estaria e'uivocado
( se sabe que o objetivo dele é a cura da doença, LOGO sua ação é mais percebida por todos).
d% ( sentido original vai mudar, alterando a coer+nciaY veja: “( economista no tem essas vantagens no tratamento de crises ( adjunto adverbial “no tratamento de crises, originalmente, modifica o verbo “lidar, e no o verbo “ter #uidado com as rela-4es sintáticas entre os termos da ora-o, pois a sua mudan-a pode gerar incoer+ncia! e% .á há uma ideia de oposi-o no $ltimo per1odo marcada pela conjun-o “masY no se pode usar “embora e “mas no mesmo conte3to
2>2BT(: 2
6A8 e acordo com a organiza-o dos argumentos no te3to, provoca8se erro ao
a% empregar o verbo pro#oar antes de “o desemprego "C6D%
b% e3plicitar o termo $s na%&es depois de “bem8estar "CG e E%
c% usar o artigo antes de “minorias "C@%, escrevendo $s m!nor!as
d% inserir o termo 'o pa(s depois de “sustentável "C67%
e% repetir o termo omo f)n!onam antes de cada um dos termos da
enumera-o: “o papel da produtividade "CD%, “as formas de aumentá8la "CD e F% e “a fun-o das institui-4es "CF%
#(M*&TVB(:
b% (bserve 'ue o conte3to aponta para “na-4es, como o centro da discusso, logo ) poss1vel reescrever o trecho assim, sem preju1zo gramatical ou semntico: “2 teoria econ<mica evoluiu muito desde 6PPE, 'uando 2dam Smith, em c)lebre obra investigou as causas das ri'uezas das na-4es 2 teoria mostrou como funcionam os mercados, o papel da produtividade, as formas de aumentá8la e a fun-o das institui-4es #ontribuiu, assim, para a formula-o das pol1ticas 'ue trou3eram mais desenvolvimento e bem8estar 5s na-4es &ote tamb)m 'ue “5s na-4es recebe acento indicativo de crase por causa da reg+ncia do verbo “trazer: “trou3eram "QTB% mais desenvolvimento e bem8estar "(% 5s
na-4es "(B%
c% =or causa da reg+ncia do verbo “causar "QTB%, a preposi-o “a ) e3igida #om o acr)scimo do artigo definido “as, antes de “minorias, ter1amos ade'uadamente a crase: “causam perdas 5s minorias
d% evido ao conte3to, o acr)scimo de “do pa1s s9 torna o trecho ainda mais claro e coerente =ortanto, a afirma-o procede
e% #om a reescritura, haverá erro de concordncia Qeja: “2 teoria mostrou como funcionam "verbo no plural% os mercados "sujeito no plural%, como funcionam "verbo no plural% o papel da produtividade "sujeito no singular%, como funcionam "verbo no plural% as formas de aumentá8la "sujeito no plural% e como funcionam "verbo no plural% a fun-o das institui-4es "sujeito no singular%
2>2BT(: *
668 2ssinale a op-o 'ue, ao preencher a lacuna do te3to, provoca erro gramatical
*m compara-4es internacionais, os pa1ses latino8americanos em geral, e mais particularmente o >rasil, WWWWW"a%WWWWW pela elevada desigualdade da distribui-o da renda 2 e3plica-o dessa desigualdade WWWWWW"b%WWWWWWW na forma-o e evolu-o econ<mico8social dessas
antigas col<nias de =ortugal e *spanha Um aspecto fundamental foi, sem d$vida, a elevada concentra-o da posse da terra, especialmente 'uando a economia desses pa1ses tinha como n$cleo a produ-o e e3porta-o de produtos primários &o livro intitulado Um projeto para o >rasil, publicado em 6NE@, #elso Hurtado discute como a elevada desigualdade da distribui-o da renda no pa1s condiciona um perKl da demanda global 'ue inibe o crescimento econ<mico *le mostra como a tend+ncia estrutural WWWWW"c%WWWWW da renda favorece o subemprego caracter1stico das economias subdesenvolvidas 2ssinala 'ue a concentra-o da renda causa uma grande diversiKca-o das formas de consumo de grupos privilegiados Bsso WWWWW"d%WWWWW ind$strias produtoras de bens de consumo duráveis, mas as dimens4es reduzidas do mercado de cada
produto impedem o aproveitamento das economias de escala, fazendo WWWWW"e%WWWWWestas ind$strias operem com custos relativamente altos
"2daptado de odolfo Xoffmann, istribui-o de renda e crescimento econ<mico http://OOOscielobr/scielophp 8 acesso em 66/67/7A66%
a% destacam8se
b% teria de ser procurada c% 5 concentra-o
d% beneKcia 5s e% com 'ue #(M*&TVB(:
Juesto h1brida, em 'ue se trabalha a% concordncia, b% concordncia, c% reg+ncia e crase, d% reg+ncia e crase, e% reg+ncia
a% ( verbo no plural "destacam8se% concorda com o n$cleo do sujeito no plural "pa1ses%
b% ( verbo no singular e o partic1pio no feminino "teria de ser procurada% concordam com o n$cleo do sujeito no singular "e3plica-o%
c% ( substantivo “tend+ncia e3ige um complemento iniciado pela preposi-o “a, 'ue se funde com “a concentra-o, gerando a crase: “tend+ncia 5 concentra-o
d% ( verbo “beneficiar ) transitivo direto, logo no e3ige complemento preposicionado pela preposi-o “a ou por 'ual'uer preposi-o, portanto no há razo para haver crase em “as ind$strias
e% ( verbo “fazer " acarretar% pode ou no ser seguido da preposi-o “com, pois ela ) e3pletiva, logo esto certas as constru-4es “fazendo
'ue ou “fazendo com 'ue 2>2BT(:
678 2ssinale o trecho em 'ue a transcri-o do te3to adaptado de odolfo Xoffmann, istribui-o de renda e crescimento econ<mico "http://OOOscielobr/scielophp% desrespeita as regras gramaticais no uso das estruturas lingu1sticas
a% *mbora haja consenso "pelo menos aparente% sobre a necessidade de diminuir a desigualdade, toda medida espec1Kca gera pol+mica Muitas pes'uisas mostram uma associa-o da desigualdade da distribui-o da renda no >rasil com o n1vel e a distribui-o da escolaridade ( aumento acelerado da escolaridade ) uma estrat)gia 'ue levaria ao crescimento econ<mico com menor desigualdade
b% 0 provável 'ue a importncia da educa-o como determinante do rendimento das pessoas e da sua desigualdade está superestimada nas análises econom)tricas, simplesmente por'ue no se disp4em de boas medidas para vários outros determinantes da renda, 'ue esto positivamente correlacionados com a escolaridade
c% Muitas dessas pes'uisas se baseiam na teoria do capital humano 0 desnecessário dizer 'ue a pr9pria e3presso “capital humano ) contradit9ria com o conceito mar3ista de capital Mas, a ideia de 'ue a remunera-o de um trabalhador deva crescer com a sua escolaridade ) perfeitamente compat1vel com essa corrente de pensamento
d% Mas, o aumento da escolaridade tamb)m ) um objetivo em si, considerando8se 'ue ela favorece a participa-o mais plena do cidado na economia e na sociedade modernas 2ssim, apesar das diverg+ncias te9ricas, há um consenso sobre a necessidade de aumentar rapidamente a escolaridade Um movimento no sentido de diminuir a desigualdade da distribui-o da renda no pa1s certamente no pode se basear apenas em determinada pol1tica econ<mica
e% &a realidade, praticamente toda pol1tica econ<mica tem um impacto, maior ou menor, sobre a distribui-o da renda: pol1tica Kscal, previd+ncia social, pol1tica de cr)dito, pol1tica educacional, reforma agrária etc 2ltera-4es na legisla-o tamb)m podem ter impacto importante 2 diKculdade na análise de cada medida ) levar em considera-o seus diversos efeitos diretos e indiretos, como Kca claro na discusso sobre o aumento do salário m1nimo
#(M*&TVB(:
Juesto de reconhecimento de frases corretas e incorretas (bserve os erros da > "já corrigidos%:
“0 provável 'ue a importncia da educa-o como determinante do rendimento das pessoas e da sua desigualdade estea superestimada nas
análises econom)tricas, simplesmente por'ue no se '!sp&e de boas
medidas para vários outros determinantes da renda, 'ue esto positivamente correlacionados com a escolaridade
Usa8se “esteja por'ue o conte3to ) de possibilidade, d$vida, incerteza, pr9prio do modo subjuntivo
(bserve 'ue o verbo "disp4e8se% está acompanhado de uma part1cula de indetermina-o do sujeito, por isso fica na D pessoa do singular
2>2BT( =*;BMB&2: >
&o obstante, em # e em , o uso da v1rgula ap9s o “Mas ) uma incorre-o gramatical, por isso a anula-o dela
2>2BT( (HB#B2;: 2&U;22
( te3to abai3o ) base para as 'uest4es 6D e 6F
arantir a plena mobilidade de pessoas, bens e servi-os será crucial para o desenvolvimento econ<mico e social de 'ual'uer cidade no mundo ( planejamento urbano no pode ser separado da pol1tica habitacional ou de mobilidade *m $ltima instncia, uma importante deciso pol1tica deve ser tomada em rela-o ao modelo de cidade em 'ue 'ueremos viver e ao destino dos investimentos p$blicos em mobilidade #onstruir mais infraestrutura viária s9 consegue aliviar congestionamentos temporariamente &enhuma cidade do mundo conseguiu resolver os desaKos da mobilidade construindo mais ou maiores avenidas *3iste consenso entre especialistas de 'ue aumentar a densidade habitacional ao redor dos grandes ei3os de transporte p$blico, bem como ampliar os investimentos no modelo 'ue realmente pode chegar a todos os cantos da cidade 8 os corredores de <nibus 8, será a chave do sucesso para 'ual'uer cidade 'ue almeja ser l1der global
"adaptado de 2dalberto Maluf Hilho, 2 eKci+ncia operacional pela superf1cie ) chave para o futurohttp://OOOnossasaopauloorgbr/portal/node/6EFPA 8 acesso em 7N/67/7A66%
6D8 #onstitui uma continuidade gramaticalmente correta e coerente com a argumenta-o do te3to o seguinte parágrafo:
a% 2ssim, buscar uma gesto democrática do espa-o viário urbano pela superf1cie, com a escolha do modelo correto para cada realidade Knanceira, será primordial para a competitividade das cidades e para manter uma vida de 'ualidade
b% =or essa razo, uma análise detalhada do estudo internacional (bservat9rio de Mobilidade Urbana "#2H 7AAN% nos permite concluir signiKcativamente entre uma alta densidade habitacional e um alto uso do transporte privado
c% 2ssim, correla-4es signiKcativas entre bai3a densidade habitacional e alto uso do transporte privado, como em >uenos 2ires, por e3emplo, l1der em bai3a densidade e grandes congestionamentos
d% =ortanto, várias cidades se destacam por estarem fora da tend+ncia, uma vez 'ue, apesar da bai3a densidade habitacional, conseguiram manter altos 1ndices de transporte p$blico com infraestrutura viária
e% =or essa razo, so e3plicados pela prioridade dos investimentos nos corredores e3clusivos de <nibus a alta movimenta-o de pessoas em cidades mais densamente povoadas com bom Iu3o de transportes p$blicos
#(M*&TVB(:
#omo eu sempre ensino, em 'uest4es desse tipo, para no perdermos tempo, devemos observar os erros gramaticais das op-4es "leve em conta 'ue a banca 'uer a corret1ssima!% Qejamos:
a% 2ssim, buscar uma gesto democrática do espa-o viário urbano pela superf1cie, com a escolha do modelo correto para cada realidade Knanceira, será primordial para a competitividade das cidades e para manter uma vida de 'ualidade
=erfeita! &ote 'ue a mesma ideia da tese ) retomada neste trecho conclusivo sublinhado: “arantir a plena mobilidade de pessoas, bens e servi-os será crucial para o desenvolvimento econ<mico e social de 'ual'uer cidade no mundo "tese% Xá apenas uma paráfrase do 'ue foi dito na introdu-o
b% =or essa razo, uma análise detalhada do estudo internacional (bservat9rio de Mobilidade Urbana "#2H 7AAN% nos permite concluir signiKcativamente entre uma alta densidade habitacional e um alto uso do transporte privado
( verbo “concluir ) transitivo direto, mas no há objeto direto para ele ( uso da preposi-o “entre no faz sentido algum =ortanto, há má estrutura-o nesta frase
c% 2ssim, correla-4es signiKcativas entre bai3a densidade habitacional e alto uso do transporte privado, como em >uenos 2ires, por e3emplo, l1der em bai3a densidade e grandes congestionamentos
(corre truncamento sintático (bserve 'ue este per1odo no tem verbo "e todo per1odo tem de apresentar um verbo!%, provocando uma sensa-o de incompletude
d% =ortanto, várias cidades se destacam por estarem fora da tend+ncia, uma vez 'ue, apesar da bai3a densidade habitacional, conseguiram manter altos 1ndices de transporte p$blico com infraestrutura viária
*ste trecho no retoma a tese introdut9ria ade'uadamente, a saber: “arantir a plena mobilidade de pessoas, bens e servi-os será crucial para
o desenvolvimento econ<mico e social de 'ual'uer cidade no mundo e% =or essa razo, so e3plicados pela prioridade dos investimentos nos corredores e3clusivos de <nibus a alta movimenta-o de pessoas em cidades mais densamente povoadas com bom Iu3o de transportes p$blicos
everia, a favor da concordncia, ser redigido assim o trecho: “ 4 e5p/!a'a a alta movimenta-o
2>2BT(: 2
6F8 2ssinale a op-o 'ue interpreta de maneira incorreta o uso das estruturas lingu1sticas no te3to
a% #onsiderando 'ue o uso do presente do indicativo tamb)m preservaria a corre-o gramatical do te3to, a op-o pelo futuro do presente em “será "C6% indica 'ue a argumenta-o focaliza situa-4es futuras
b% 2 rela-o semntica entre as ideias do te3to mostra 'ue o termo “em 'ue "CG% corresponde a on'e
c% ( emprego da preposi-o a antes de “o destino "CE% indica 'ue esse
termo complementa a e3presso “em rela-o "CG%, assim como “o modelo "CG% tamb)m a complementa
d% 2 presen-a do travesso depois de “<nibus "C6D% torna desnecessário o uso da v1rgulaY por isso, sua omisso manteria a corre-o gramatical do te3to
e% ( valor semntico 'ue o ger$ndio assume em “construindo "CN% corresponde ao valor da e3presso por*)e onstr)!)
#(M*&TVB(:
Juesto h1brida, em 'ue se trabalha a% emprego de tempos e modos verbais, b% emprego de pronome relativo, c% reg+ncia, d% pontua-o, e% ora-o reduzida para desenvolvida/paráfrase
a% 2 banca “choveu no molhado, pois ) claro 'ue o futuro do presente “será indica 'ue a argumenta-o focaliza situa-4es futuras
b% 2ssim como “em 'ue, “onde retoma “cidade, pois se trata de um pronome relativo
c% =erfeita a análise da bancaY entenda: “ em rela-o 6% ao modelo de cidade em 'ue 'ueremos viver e 7% "em rela-o% ao destino dos investimentos p$blicos em mobilidade
d% 2 ora-o intercalada come-ou com v1rgula, por isso deve terminar com ela ( $ltimo travesso no substitui o uso da v1rgula obrigat9ria Bsso cai muito em prova da H## e da *S2H Bgnore os travess4es e o 'ue está entre eles: “*3iste consenso entre especialistas de 'ue aumentar a densidade habitacional ao redor dos grandes ei3os de transporte p$blico6
bem como ampliar os investimentos no modelo 'ue realmente pode chegar a todos os cantos da cidade6 será a chave do sucesso para
'ual'uer cidade 'ue almeja ser l1der global =ercebe agora como a v1rgula ) obrigat9riaR