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CÂMARA MUNICIPAL DE AVEIRO
I Registo N.o: 32946/Ano: 2008 Entrada de 27-06-2008
Classif. ou Proc. N°:DPT/PI/02 Registado por: mtmarques [ Registado a:2!-06-2008 17:22:~9~.
Protocolo
ACTA N.o-.,LJ....=S'---_ _
Reunião de30
I.
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Partes
Primeira Outorgante: a CÂMARA MUNICIPAL DE AVEIRO, pessoa colectiva de base territorial nO 505 931192,
neste acto representada pelo seu Presidente, Senhor Dr. Élio Manuel Delgado da Maia, no uso dos poderes que lhe são conferidos pelo Artigo 68°, nO 1, alínea a}, da Lei nO 169/99, de 18 de Setembro, e em cumprimento do deliberado na reunião _ (ordinária / extraordinária) _ do Executivo Camarário de _ de Maio de 2008
doravante abreviadamente designada por CMA.
Segunda Outorgante: a BAIRROLAR • SOCIEDADE DE CONSTRUÇOES, LIMITADA, sociedade comercial por
quotas, com sede à Estrada Nacional nO 1, no lugar e freguesia de Avelãs de Caminho, concelho de Anadia, o capital social de vinte e nove mil novecentos e vinte e sete euros e oitenta e quatro cêntimos e o número único de Pessoa Colectiva e de matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Anadia 503 400 904, neste acto representada pelos seus sócios e gerentes António de Oliveira Marinha e Manuel Augusto Ferreira Marinha
doravante abreviadamente designada por BAIRROLAR.
Pressupostos e Objecto 1. Por deliberação do Executivo Camarário de 25 de Novembro de 1999, tomada na sequência da hasta pública realizada em 17 de Novembro do mesmo ano, a CMA atribuiu à BAIRROLAR o lote nO 18 do lotea mento do "Estudo Urbanístico do Plano de Pormenor do Centro", inscrito na matriz predial urbana da fre guesia da Vera Cruz sob o artigo nO 3704 e descrito na Conservatória do Registo Predial de Aveiro sob o nO 55350 da mesma freguesia,
2. ao que procedeu pelo preço de € 1.700.900,84 (um milhão setecentos mil e novecentos euros e oitenta e
quatro cêntimos, então correspondentes a trezentos e quarenta e um milhões de escudos), que, de acordo
com as "Condições de Venda" daquela referida hasta pública, a BAIRROLAR pagou integralmente à CMA nas seguintes datas e proporções:
a) € 340.180,17 (trezentos e quarenta mil cento e oitenta euros e dezassete cêntimos, então
correspondentes asessenta e oito milhões e duzentos mil escudos), em 17 de Novembro de 1999;
b) € 510.270,25 (quinhentos e dez mil duzentos e setenta euros e vinte e cinco cêntimos, então
correspondentes a cento e dois milhões e trezentos mil escudos), em 28 de Dezembro de 1999;
c) € 510.270,25 (quinhentos e dez mil duzentos e setenta euros e vinte e cinco cêntimos, então
correspondentes é1 cento e dois milhões e trezentos mil escudos), em 7 de Janeiro de 2000;
d) € 340.180,17 (trezentos e quarenta mil cento e oitenta euros e dezassete cêntimos, então
correspondentes asessenta e oito milhões e duzentos mil escudos), em 28 de Janeiro de 2000.
3. Também de acordo com as referidas "Condições de Venda", a correspectiva escritura pública de compra e venda deveria ser outorgada nos trinta dias seguintes à data do último daqueles pagamentos, mas a CMA
·
.
nunca designou qualquer data para o efeito, nem mesmo depois de ter sido interpelada nesse sentido pela BAIRROLAR, através, designadamente, das respectivas comunicações de 29/06/200, de 10/07/2000, de 07/06/2001 e de 25/06/2001.
4. Com efeito, oimóvel adjudicado à BAIRROLAR encontrava-se sujeito a um Contrato de Locação Financeira entre a CMA e a "Imoleasing - Sociedade de Locação Financeira Imobiliária, SAl! e, para o poder alienar à BAIRROLAR, a CMA teria primeiramente de o pagar e assim adquirir
à
"Imoleasing", oque ainda não haviaacontecido até às datas referidas no pressuposto antecedente e continua sem acontecer até à presente data, não obstante a BAIRROLAR ter repetidamente instado a CMA a fazê-lo.
5. Nesse contexto, e volvidos que são já mais de nove anos sobre adata em que tal imóvel lhe foi adjudicado, os pressupostos que levaram a BAIRROLAR a licitar a respectiva aquisição alteraram-se radicalmente, quer em função da evolução negativa que o mercado imobiliário conheceu (não sópela crise recessiva que
vem afectando
o
sector imobiliário, como também pelos inúmeros empreendimentos que entretanto foramsurgindo no local), quer em função de razões da sua própria estrutura e funcionamento interno (pois, tendo sido constituída para desenvolver este único projecto e nele tendo investido os capitais que para tanto reu niu, sem qualquer retorno há mais de nove anos, os seus sócios e financiadores já se deslocaram entre
tanto para outras actividades
e
empreendimentos, falecendo-lhe por isso os meios necessários para retomar os projectos que há mais de nove anos estão porconcretizar).
6. Assim sendo, a revogação dos compromissos decorrentes da mencionada hasta pública é do reciproco interesse da CMA e da BAIRROLAR:
a) da CMA, porque ainda não conseguiu reunir condições financeiras para pagar e assim adquirir o imó
vel
à
"Imoleasing': convindo-lhe, portanto, obstar a que a BAIRROLAR a accione judicialmente pararessarcimento de todos os prejuízos que para ela possam ter advindo da sua situação de incumpri mento das condições da hasta pública que promoveu e realizou;
b) da BAIRROLAR, porque a sua estrutura societária entende preferível ver já definida a sua situação relativamente a este projecto por concretizar, ainda que com menor ressarcimento, do que aguardar pelo desfecho da Acção Judicial que alternativamente poderia mover contra a CMA, ainda e mesmo que no final dela lhe pudesse advir um ressarcimento mais elevado.
7. Nessa conformidade, a CMA e a BAIRROLAR acordam, pelo presente instrumento, na revogação dos com promissos decorrentes da mencionada hasta pública, em consequência do que serão observáveis os seguintes termos e condições.
Termos e Condições
8. A CMA reconhece-se devedora
à
BAIRROLAR da importância global de€
2.877.710,21 (dois milhões.'" ,
",
dia 31/12/2008 (trinta e um de Dezembro de dois mile ofto) e resultante do somatório das seguintes parce las indemnizatórias:
a) € 1.700.900,83 (um milhão setecentos mil e novecentos euros e oitenta etrês cêntimos), para devolu ção das importâncias que lhe foram pagas pela BAIRROLAR e acima discriminadas, sob o pressu posto 2 supra;
b)
€
102.054,05 (cento e dois mil e cinquenta e quatro euros e cinco cêntimos), para devolução do Imposto do Selo que a BAIRROLAR pagou na Tesouraria da Fazenda Pública de Aveiro em 19 de Novembro de 1999, em cumprimento das Condições de Venda da referida hasta pública;c)
€
1.074.755,32 (um milhão setenta e quatro milsetecentos e cinquenta e cinco euros e trinta e doiscêntimos), correspondente aos juros vencidos e vincendos sobre as verbas referidas nas duas alíneas
antecedentes,
à
taxa anual de 6,61% (seis vírgula sessenta e um por cento), entre as respectivas datas de pagamento e o próximo dia trinta e um de Dezembro de dois mil e oito (31/12/2008), con forme mapa de cálculo que constitui Anexo I ao presente Protocolo.9. Da referida importância global, o correspondente a
€
1.215.000,00 (um milhão duzentos e quinze mileuros) será liquidado pela CMAà
BAIRROLAR através da dação em pagamento dos seguintes imóveis, destina dos à actividade da empresa, devidamente desocupados, libertos de quaisquer ónus ou encargos e com arruamento e infra-estruturas concluídas (disponibilidade, nomeadamente, de abastecimento de água,electricidade, gás, telefones
e
saneamento):a) lote número 1 (um) do "Loteamento Municipal das Agras do Norte", sito nas Agras, freguesia da Vera Cruz e concelho de Aveiro, com a área de 900,OOm2 (novecentos metros quadrados), a confrontar do
Norte com o Município de Aveiro, do Sul com arruamento, do Nascente com "Henrique Campos, SA" e do Poente com o lote número 2 (dois), inscrito na matriz predial respectiva sob o artigo número 4561
(quatro mil quinhentos e sessenta e um), com o valor tributável de
€
498.797,90 (quatrocentos enoventa
e
oito milsetecentos enoventa esete euros enoventa cêntimos), e descrito na Conservatóriado Registo Predial de Aveiro sob o número 01985/091205 (zero mil novecentos eoitenta e cinco barra
zero noventa e um milduzentos e cinco) da dita freguesia da Vera Cruz, com as demais característi
cas e parâmetros de edificabilidade constantes da respectiva "Planta Síntese" que constitui Anexo 11 ao presente Protocolo e ao qual se atribui o valor de
€
607.500,00 (seiscentos esete mil e quinhentoseuros);
b) lote número 2 (dois) do "Loteamento Municipal das Agras do Norte", sito nas Agras, freguesia da Vera Cruz e concelho de Aveiro, com a área de 900,OOm2 (novecentos metros quadrados), a confrontar do
Norte com o Município de Aveiro, do Sul com arruamento, do Nascente com o lote número 1 (um) e do Poente com o lote número 3 (três), inscrito na matriz predial respectiva sob o artigo número 4562
(quatro mil quinhentos e sessenta e dois), com o valor tributável de € 498.797,90 (quatrocentos e
noventa e oito milsetecentos enoventa esete euros enoventa cêntimos), edescrito na Conservatória
do Registo Predial de Aveiro sob o número 01986/091205 (zero mil novecentos e oitenta e seis
iene
zero noventa e um mil duzentos e cinco) da dita freguesia da Vera Cruz, com as demais característi
cas e parâmetros de edificabilidade constantes da respectiva "Planta Síntese" que constitui Anexo 11 ao presente Protocolo e ao qual se atribui o valor de € 607.500,00 (seiscentos esete mil e quinhentos
euros).
10. A escritura pública que vier a titular a dação em pagamento referida no parágrafo anterior será celebrada nos 30 (trinta) dias seguintes à conclusão das diligências referidas sob o parágrafo 16 infra, mas nunca em data posterior ao dia 31/05/2009 (trinta e um de Maio de dois mil e nove), mediante marcação da CMA, imediatamente após e sem necessidade de qualquer outra diligência, sob pena de se haver como definiti vamente incumprido pela CMA o presente Protocolo, podendo, então, a BAIRRüLAR recalcular o respec tivo crédito com juros moratórios às taxas legais supletivas máximas legalmente admissíveis para os crédi tos de empresas comerciais. Em alternativa, mas dependendo unicamente da vontade da BAIRRüLAR, poderá esta, ultrapassado que esteja qualquer dos limites temporais assinalados, proceder ela própria à marcação da escritura em qualquer Cartório Notarial da cidade de Aveiro e, frustrada esta por facto assa cável à CMA, recorrer então à Execução Especifica do agora protocolado, se assim o quiser e entender, segundo o seu próprio e exclusivo critério.
11. Aremanescente importância de
€
1.662.710,21 (um milhão seiscentos e sessenta e dois mil setecentos edez euros e vinte e um cêntimos) será liquidada pela CMA
à
BAIRRüLAR em 13 (treze) prestações mensais, iguais e sucessivas, vencendo-se a primeira em 31 de Maio de 2009 (trinta e um de Maio de dois mil e
nove) e as demais no último dia de cada um dos meses subsequentes, no valor unitário de € 127.900,79
(cento
e
vintee
sete mil novecentos eurose
setentae
nove cêntimos),a) do qual € 45.227,30 (quarenta e cinco mil duzentos e vinte e sete euros e trinta cêntimos) amortizarão o capital em dívida,
b) destinando-se os remanescentes € 82.673,49 (oitenta e dois milseiscentos e setenta e três euros e
quarenta e nove cêntimos)
à
liquidação dos juros moratórios vencidos e vincendos até 31/12/2008(trinta e um de Dezembro de dois mil e oito).
c) tudo conforme melhor discriminado no mapa de cálculo aque alude o parágrafo 8, alínea c), supra. 12. Não haverá lugar ao vencimento de juros entre 01/01/2009 (um de Janeiro de dois mil e nove) e 31/05/2009
(trinta e um de Maio de dois mil e nove), mas cada uma das referidas prestações, a partir daquela que se
vencerá em 30/06/2009 (trinta de Junho de dois mil e nove), será acrescida do valor resultante da aplicação da fórmula (C x E+ 365) x D+ IS,
a) em que C representa o capital que tenha estado em dívida no período temporal compreendido entre a data de pagamento da prestação em causa e adata de pagamento da prestação imediatamente ante cedente,
t.' '\
b) E representa a taxa EURIBOR a seis meses do dia 01/05/2009 (um de Maio de dois mil e nove),
acrescida de um ponto percentual,
c) Drepresenta o número de dias que tenha decorrido entre uma e outra data, das referidas na alínea a), d) e IS representa o valor resultante da aplicação, sobre o valor encontrado através da parte restante da fórmula, de taxa equivalente àquela que, no mesmo período temporal, tiver vigorado para tributação, em sede de Imposto do Selo, dos juros cobrados por instituições de crédito no âmbito das respectivas operações financeiras.
13. Caso a CMA cumpra pontualmente o agora protocolado, a BAIRROLAR prescindirá da cobrança de parte dos juros vencidos até 31/12/2008 (trinta e um de Dezembro de dois mil e oito), no correspondente à
importância de
€
225.000,00 (duzentos e vinte e cinco mil euros), que será deduzida nas duas últimasprestações,
a) ficando, assim, sem efeito a totalidade da décima-terceira (138
) prestação, no valor global de
€
127.900,79 (cento e vinte e sete mil novecentos euros e setenta e nove cêntimos), que já não serádevida no seu vencimento, em 31/05/2010 (trinta e um de Maio de dois mil e dez),
b) e sendo a décima-segunda (128
) prestação, avencer em 30/04/2010 (trinta de Abril de dois mil e dez),
reduzida para o montante de apenas
€
30.801,57 (trinta mil oitocentos e um euros e cinquenta e sete cêntimos),c) sem prejuízo, neste último caso da décima-segunda (128
) prestação, do acréscimo a que alude o
antecedente parágrafo 12 (doze) sobre o capital então ainda em dívida.
14. A eventual antecipação de qualquer pagamento pela eMA determinará a revisão do valor das prestações vincendas, por novo e actualizado cálculo dos juros, a realizar em conformidade com o mapa de cálculo em apenso e a que se refere a alínea c}do parágrafo 8supra.
15. Se, até integral cumprimento das respectivas obrigações ora assumidas para com a BAIRROLAR, a CMA vier a alienar o imóvel que àquela havia sido atribuído (pelo que poderá providenciar assim que concluídas
as diligências referidas sob oparágrafo 16 infra), o produto líquido dessa alienação (considerando-se, para
esse efeito, que ao respectivo preço de venda serão deduzidos os montantes que, para tanto, a eMA tiver
apagar à sua locadora financeira) será obrigatoriamente utilizado pela CMA para amortizar ou, sendo sufi
ciente para isso, liquidar integralmente as importâncias que então ainda estiverem em dívida à BAIRRO LAR, o que determinará a revisão dos respectivos juros, à semelhança do previsto no parágrafo antece dente.
Disposições Finais
16. Opresente Protocolo entrará em vigor uma vez cumpridas e observadas as seguintes formalidades, dentro dos prazos-limite adiante estabelecidos, sem o que se considerará, afinal, desprovido de quaisquer efeitos: a) aprovação pela Assembleia Municipal de Aveiro até 31/07/2008 (trinta e um de Julho de dois mil e
oito);
b) remessa para "visto" do Tribunal de Contas (se, porventura, for indispensável) até 15/10/2008 (quinze
de Outubro de dois mil
e
oito).17. Os prazos-limite estabelecidos no parágrafo antecedente só poderão ser prorrogados na exacta medida em
que a sua não observância se fique a dever a entidades exteriores ao Município de Aveiro, o que deverá ser reconhecido por ambas as partes em aditamento escrito ao presente Protocolo e que também fixará os precisos e exactos períodos temporais dessas prorrogações.
18. Ficam apensos ao presente Protocolo, dele fazendo parte integrante, os seus Anexos I e 11, referenciados sob os antecedentes parágrafos 8e 9.
Aveiro e Paços do Concelho
Aos de de 2008
Pel' A Câmara Municipal de Aveiro,
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..
. . ' I
..
c-Pagamento 1a Prestação 17-11-1999 340.180,17 340.180,17 18-11-1999 19-11-1999 1 6,61% 61,65
Pagamento Imposto Selo 19-11-1999 102.054,05 442.234,22 20-11-1999 28-12-1999 38 6,61% 3.045,31
Pagamento 2a Prestação 28-12-1999 510.270,25 952.504,47 29-12-1999 07-01-2000 9 6,61% 1.553,48
Pagamento 3a Prestação 07-01-2000 510.270,25 1.462.774,72 08-01-2000 28-01-2000 20 6,61% 5.301,56
Pagamento 4a Prestação 28-01-2000 340.180,17 1.802.954,89 29-01-2000 31-12-2008 3259 6,61% 1.064.793,32
Pagamento em Espécie Valor Remanescente (Total) Total I Capital I Juros Prestações Somas deControlo Mai-09 Jun-09 Jul-09 Ago-09 Set-09 Out-09 Nov-09 Oez-09 Jan-10 Fev-10 Mar-10 Abr-10 Mai-10 -1.215.000,00 1.662.710,21 1.662.710,21 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 127.900,79 1.662.710,21 587.954,89 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 45.227,30 587.954,89 1.074.755,32 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 82.673,49 1.074.755,32
Acresce EURIBOR 6meses (em 01/05/2009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6meses (em 01/0512009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6meses (em 01/05/2009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6 meses (em 01/05/2009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6meses (em 01/05/2009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6meses (em 01/0512009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6meses (em 01/0512009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6meses (em 01/0512009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6meses (em 01/0512009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6 meses (em 01/0512009) + 1% + Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6 meses (em 01/0512009) + 1% +Imp. Selo s/juros Acresce EURIBOR 6meses (em 01/0512009) + 1% + Imp. Selo s/juros