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Gestão de Riscos e Adequação do Capital

Regulamentar

Circular BACEN nº 3.678/2013.

Conglomerado Prudencial

30/09/2018

Aprovado pelo Comitê de Planejamento de Capital em sua 11ª

Reunião de 27/11/2018

Divulgação de

Informações

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SUMÁRIO

MÓDULO 1 – DISPOSIÇÕES GERAIS ... 5

CAPÍTULO 1 – EXIGÊNCIA DE DIVULGAÇÃO ... 5

CAPÍTULO 2 – PERFIL CORPORATIVO ... 6

MÓDULO 2 – GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL ... 7

CAPÍTULO 1 – ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL ... 7

CAPÍTULO 2 – GOVERNANÇA CORPORATIVA ... 9

MÓDULO 3 – GERENCIAMENTO DE RISCOS ... 13

CAPÍTULO 1 – RISCO DE CRÉDITO ... 13

ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO... 13

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO... 14

PROCESSO DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO ... 14

CONTROLE E ACOMPANHAMENTO ... 16

COMUNICAÇÃO INTERNA ... 16

DETALHAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO - EXPOSIÇÃO AO RISCO DE CRÉDITO ... 16

INSTRUMENTOS MITIGADORES ... 23

INSTRUMENTOS MITIGADORES DEFINIDOS NA CIRCULAR BACEN Nº 3.804/2016... 23

RISCO DE CRÉDITO DA CONTRAPARTE ... 23

AQUISIÇÃO, VENDA OU TRANSFERÊNCIA DE ATIVOS FINANCEIROS E DE SECURITIZAÇÃO ... 24

CAPÍTULO 2 – RISCO DE MERCADO E IRRBB ... 25

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO ... 25

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO E DO IRRBB ... 26

PROCESSO DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO E DO IRRBB ... 26

Definição de Limites ... 26

Modelos de Mensuração do Risco de mercado E DO IRRBB ... 26

APREÇAMENTO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS ... 27

Controle e Acompanhamento ... 27

Comunicação Interna ... 27

POSIÇÃO LÍQUIDA POR FATOR DE RISCO ... 27

EVOLUÇÃO DO VALOR EM RISCO – VaR ... 27

VaR DA CARTEIRA DE NEGOCIAÇÃO ... 28

ESTRESSE E ANÁLISE DE SENSIBILIDADE DA CARTEIRA DE NEGOCIÇÃO ... 28

Risco de Taxa de Juros da Carteira BANCÁRIA ... 30

HEDGE E UTILIZAÇÃO DE DERIVATIVOS ... 30

BACKTESTING ... 30

CAPÍTULO 3 – RISCO DE LIQUIDEZ ... 33

ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ... 33

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ... 34

PROCESSO DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ ... 34

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ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ... 35

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ... 37

PROCESSO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ... 37

CONTROLE E ACOMPANHAMENTO ... 37

METODOLOGIA DE MENSURAÇÃO DO RISCO OPERACIONAL ... 38

CAPÍTULO 5 – RISCOS REPUTACIONAL E DE IMAGEM ... 39

CAPÍTULO 6 – RISCO SOCIOAMBIENTAL ... 40

MÓDULO 4 – GERENCIAMENTO DE CAPITAL ... 41

CAPÍTULO 1 – NOVO ACORDO DE CAPITAL - BASILEIA III ... 41

CAPÍTULO 2 – ESTRUTURA DE CAPITAL ... 43

ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO DE CAPITAL ... 43

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL ...44

PROCESSO DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL ...44

PLANO DE CAPITAL ... 45

TESTE DE ESTRESSE ... 45

CAPÍTULO 3 – ALOCAÇÃO DO CAPITAL REGULATÓRIO ... 46

PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA – PR ... 46

INSTRUMENTOS DE DÍVIDA SUBORDINADA ... 47

CAPÍTULO 4 – ADEQUAÇÃO DE CAPITAL ... 48

ATIVOS PONDERADOS PELO RISCO - RWA ... 48

CAPÍTULO 5 – DETALHAMENTO DOS ATIVOS PONDERADOS PELO RISCO (RWA) – RISCO DE CRÉDITO ... 50

EXPOSIÇÃO AO RISCO DE CRÉDITO – GLOBAL ... 50

EXPOSIÇÃO AO RISCO DE CRÉDITO PONDERADA ... 51

CAPÍTULO 6 – DETALHAMENTO DOS ATIVOS PONDERADOS PELO RISCO (RWA) – RISCO DE MERCADO ... 52

CAPÍTULO 7 – DETALHAMENTO DOS ATIVOS PONDERADOS PELO RISCO (RWA) – RISCO OPERACIONAL ... 53

CAPÍTULO 8 – SUFICIÊNCIA DE CAPITAL ... 54

REQUERIMENTOS MÍNIMOS DE CAPITAL ... 54

RAZÃO DE ALAVANCAGEM (RA) ... 55

ÍNDICE DE IMOBILIZAÇÃO ... 56

PROJEÇÃO DE CAPITAL ... 57

MÓDULO 5 – BALANÇO PATRIMONIAL ... 58

CAPÍTULO 1 – BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO ... 58

BALANÇO PATRIMONIAL ... 58

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ÍNDICE DE TABELAS

Tabela 01: Total das exposições e valor médio do trimestre ... 17

Tabela 02: Percentual das 10 e 100 maiores exposições em relação ao crédito ... 17

Tabela 03: Exposições significativas por regiões geográficas do Brasil PF e PJ ... 18

Tabela 04: Exposições significativas por setor econômico ... 19

Tabela 05: Montante de operações em atraso, bruto de provisão, por regiões geográficas ... 19

Tabela 06: Prazo a decorrer das operações de crédito... 20

Tabela 07: Montante de operações em atraso, bruto de provisão, por setor econômico ... 21

Tabela 08: Fluxo de operações baixadas para prejuízo, por setor econômico ... 22

Tabela 09: Provisões, por setor econômico, discriminado os valores adicionados e os subtraídos no trimestre. ... 22

Tabela 10: Instrumentos mitigadores ... 23

Tabela 11: Câmbio ... 23

Tabela 12: Compromissadas e Derivativos ... 24

Tabela 13: Valor Positivo Bruto dos Contratos Sujeitos a Risco de Crédito de Contraparte ... 24

Tabela 14: Valor Positivo dos Acordos para Compensação e Liquidação das Operações ... 24

Tabela 15: Posição carteira de negociação por fator de risco ... 27

Tabela 16: VaR carteira de negociação ... 28

Tabela 17: Análise de sensibilidade - carteira de negociação ... 29

Tabela 18: Cenário extremo ... 29

Tabela 19: Teste de estresse - carteira de negociação ... 29

Tabela 20: Informações relativas ao PR Regulatório do Conglomerado Prudencial... 46

Tabela 21: Instrumentos de dívida subordinada elegível ao nível II ... 47

Tabela 22: Informações relativas ao RWA do Conglomerado Prudencial ... 48

Tabela 23: Total global no trimestre das exposições, segregado por tipo de ativo ... 50

Tabela 24: Total global no trimestre das exposições, segregado por FPR ... 50

Tabela 25: Total global no trimestre das exposições ponderadas ... 51

Tabela 26: Parcelas do RWA referente à exposição ao risco de mercado ... 52

Tabela 27: Parcela Banking ... 52

Tabela 28: Parcela do RWA referente à exposição ao risco operacional – ASA ... 53

Tabela 29: Informações relativas ao índice de Basileia ... 55

Tabela 30: Resumo Comparativo entre Demonstrações Financeiras Publicadas e Razão de Alavancagem ... 55

Tabela 31: Divulgação de informações sobre a Razão de Alavancagem ... 56

Tabela 32: Índice de Imobilização e Margem para o Limite de Imobilização ... 56

Tabela 33: Balanço patrimonial em 30.09.2018... 58

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MÓDULO 1 – DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO 1 – EXIGÊNCIA DE DIVULGAÇÃO

O presente documento apresenta as informações qualitativas e quantitativas do BRB - Banco de Brasília S.A., exigidas pelo Banco Central do Brasil – BACEN por meio da Circular n.º 3.678/2013, que dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, à apuração do montante dos Ativos Ponderados pelos Riscos (RWA) e à apuração do Patrimônio (PR), além da Resolução CMN nº 4.557/2017, Capítulo VII, que trata da transparência da descrição da estrutura de gerenciamento de riscos e da estrutura de gerenciamento de capital e, em conformidade com o Pilar III (transparência e disciplina de mercado) do Acordo de Basileia II, que tem a finalidade de complementar as exigências de capital mínimo (Pilar I) e o processo de revisão de supervisão (Pilar II).

As informações divulgadas possuem detalhamento adequado ao escopo e à complexidade das operações realizadas no BRB e à sofisticação dos sistemas e processos de gestão de riscos adotados nessa Instituição.

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MÓDULO 1 – DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO 2 – PERFIL CORPORATIVO

O BRB - Banco de Brasília S.A. é uma instituição financeira com atuação em todo o Distrito Federal e regiões de influência, possuindo também pontos de atendimento em mais seis estados brasileiros: Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás.

A Lei Orgânica do DF, em seu Art. 144, §1º, denomina o Banco de Brasília S.A. como o agente financeiro do Tesouro do Distrito Federal e o organismo fundamental de fomento da região. Cabe destacar que, atualmente, existem apenas cinco Bancos Estaduais em atividade, um em cada Região do país, possibilitando ao BRB a oportunidade de oferecer produtos comerciais e de desenvolvimento para todos os estados do Centro-Oeste.

Além de ser Banco Múltiplo, possui empresas controladas, diretas e indiretamente que compõem o seu Conglomerado Prudencial:

BRB - Crédito, Financiamento e Investimento S.A.; BRB - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.; Cartão BRB S.A.;

Fundo de Investimento em Renda Fixa Crédito Privado BRB Corporativo Investidor Qualificado.

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MÓDULO 2 – GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL

CAPÍTULO 1 – ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL

Com o intuito de garantir a efetividade da gestão dos riscos e do capital, a organização estrutural contempla uma atuação compartilhada de responsabilidades e controles, em que todos os envolvidos devem acompanhar a conformidade de seus processos, estabelecendo e praticando controles internos que minimizem os riscos e corrijam as deficiências.

Destaca-se na estrutura organizacional do BRB, a Superintendência de Risco Institucional, formada por quatro gerências que, de forma segregada, tratam do planejamento de capital, do controle do risco de crédito, do risco de mercado e liquidez e do risco operacional, e visam promover e viabilizar o controle dos riscos e apuração da necessidade de capital das atividades da organização, além de assegurar que os riscos sejam identificados, mensurados, avaliados, monitorados, reportados e mitigados.

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO E CAPITAL

A estrutura de gerenciamento de riscos e de capital do BRB está alinhada ao disposto na Resolução CMN 4.557/2017, tendo em vista que, a partir do segundo semestre de 2017, a Instituição realizou ações necessárias para a devida adequação à norma. Destacam-se, dentre elas, a elaboração da Declaração de Apetite por Riscos – RAS e do Programa de Teste de Estresse – PTE, a alteração e a criação de comitês para atender as singularidades do normativo, a confecção de relatórios específicos com informações macro dos riscos mais relevantes e de capital para reporte tempestivo à alta administração e aos Comitês Consultivos, adequação das estrutura de riscos, quanto às número de gerencias e quantidade de especialistas e estabelecimento de um programa de aculturação de riscos.

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A Declaração de Apetite por Riscos - RAS é o instrumento que define os riscos relevantes e os níveis de apetite por riscos do Conglomerado BRB. É o documento responsável por sintetizar a cultura de risco da organização, além de direcionar os planos estratégicos e de negócios, norteando as políticas, processos, relatórios, sistemas e modelos utilizados no gerenciamento de riscos.

Na RAS estão elencados os direcionadores qualitativos em relação aos riscos de crédito, de mercado e IRRBB, operacional, de liquidez, de solvências e dos demais riscos, como o socioambiental, o reputacional e de imagem e o atuarial. Constam, também, os limites definidos pela Instituição e os procedimentos de reporte às instâncias competentes. Dessa forma, a RAS, que deve ser revista anualmente e aprovada pelo Conselho de Administração, permite entender os principais aspectos do apetite a riscos do BRB e possibilita maior disseminação da cultura de riscos na instituição.

O Programa de Teste de Estresse, por sua vez, é o conjunto coordenado de processos e rotinas, dotado de metodologias, documentação e governança próprias, com o objetivo principal de identificar potenciais vulnerabilidades do Conglomerado Prudencial BRB. Os testes de estresse são simulações utilizadas para avaliar a vulnerabilidade de uma carteira ativa ou passiva resultante de eventos hipotéticos ou históricos. Esses testes avaliam como determinados fatores de estresse afetam uma empresa, indústria ou carteira específica. É, em essência, um exercício quantitativo do tipo hipotético, visando estimar o que poderia acontecer com os recursos financeiros ou fluxos de caixa, caso dado cenário venha a se materializar. Assim, é possível identificar antecipadamente potenciais problemas e oportunidades de redução de riscos, bem como auxiliar na elaboração de planos de contingência.

Como Instituição enquadrada no Segmento 3 (S3), nos termos da Resolução CMN nº 4.553/2017, o BRB deverá utilizar, dentro do PTE, no mínimo, a metodologia de Análise de Sensibilidade, ferramenta com a qual se calcula a variação em um fator de risco a partir de mudanças isoladas em uma variável – chamada de variável-chave – em uma análise ceteris paribus, ou seja, sem que se altere nenhuma outra variável. A análise de sensibilidade do PTE terá aplicação no risco de crédito, no risco de mercado (carteira de negociação) e no risco de taxa de juros da carteira bancária (IRRBB), com o objetivo de se avaliar os efeitos provocados no capital da Instituição.

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Conselho de Administração

Diretoria Colegiada

MÓDULO 2 – GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL

CAPÍTULO 2 – GOVERNANÇA CORPORATIVA

A governança corporativa da Instituição, pautada nas melhores práticas de mercado, gerencia os seus riscos institucionais e o seu capital por meio de decisões colegiadas, amparadas em Comitês Estatutários e Executivos específicos, que contam com a participação de membros da alta administração.

Cabe destacar que, em atendimento à Resolução CMN 4.557/2017, foi aprovada a criação do Comitê de Riscos, que tem como objetivo avaliar os níveis de apetite por riscos fixados na RAS e as estratégias para o seu gerenciamento, considerando os riscos individualmente e de forma integrada e supervisionar a atuação e o desempenho do Diretor responsável pelo Gerenciamento de Riscos (CRO) no âmbito do BRB, suas Subsidiárias, Controladas e Coligadas. O Comitê é composto por 03 (três) membros efetivos, sendo o coordenador membro independente. Os membros do Comitê de Riscos são eleitos e destituíveis a qualquer tempo pelo Conselho de Administração e terão mandato de 02 (dois) anos, sendo permitida a reeleição.

Ademais, para segregar os assuntos de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital em fóruns diferentes, em virtude do tratamento especifico dado pela Resolução 4.557/2017, o Comitê de Risco de Mercado e Liquidez e de Gerenciamento de Capital foi desmembrado, e assim foram constituídos o Comitê de Planejamento de Capital e o Comitê de Gerenciamento dos Risco de Liquidez e Mercado.

Abaixo estão descritas as principais atribuições:

Aprova e revisa as estruturas e políticas de gerenciamento de riscos e de capital;

Aprova e revisa o programa de testes de estresse, o plano de contingencia de liquidez, o plano de capital, o plano de contingência de capital e as políticas para a gestão de continuidade de negócios;

Fixa os níveis de apetite por risco da instituição na RAS e os revisa, com o auxílio do comitê de riscos, da diretoria e do CRO;

Assegura a aderência da instituição às políticas, às estratégias e aos limites de gerenciamento de riscos; Assegura a correção tempestiva das deficiências da estrutura de gerenciamento de riscos e de capital; Autoriza, quando necessário, exceções às políticas, aos procedimentos, aos limites e aos níveis de apetite por riscos.

Delibera sobre matérias pertinentes aos resultados, aos pareceres e às atribuições de gestão de riscos, de gerenciamento de capital, de controles internos, de estados de conformidade e de prevenção a ilícitos financeiros;

Estabelece as estratégias para gestão dos riscos relevantes e do planejamento de capital;

Aprova o modelo de atuação das áreas de riscos e de controles internos para o Conglomerado Prudencial; Garante que os processos de controle do “Gerenciamento de Capital”, a tolerância a riscos e os limites estabelecidos sejam considerados em todo o Conglomerado BRB.

Conduz, em conformidade com as políticas e estratégias para o gerenciamento de riscos, as atividades que impliquem a assunção desses.

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Coordenado pelo Superintendente de Risco Institucional;

Estabelece as normas e procedimentos para o Gerenciamento do Risco de Crédito, com delineamento dos limites operacionais, mecanismos de mitigação de risco e procedimentos destinados a manter a exposição ao risco de crédito em níveis considerados aceitáveis para o BRB e subsidiárias integrais;

Acompanha a qualidade de crédito das carteiras, as perdas ocorridas devido à inadimplência e as provisões em cada carteira e propõe cenários de crise para a realização de testes de estresse, englobando ciclos econômicos, alterações das condições de mercado e de liquidez;

Manifesta-se sobre os sistemas, os modelos e os procedimentos internos utilizados na gestão do risco de crédito e submete à Diretoria Colegiada;

Propõe, com periodicidade mínima anual, recomendações ao Conselho de Administração sobre os assuntos de que trata o artigo 48, inciso II, da Resolução CMN nº 4.557/2017;

Avalia os níveis de apetite por riscos fixados na RAS e as estratégias para o seu gerenciamento, considerando os riscos individualmente e de forma integrada;

Supervisiona a atuação e o desempenho do Diretor responsável pelo Gerenciamento de Riscos (CRO) no âmbito do BRB, suas Subsidiárias, Controladas e Coligadas;

Supervisiona a observância, pela diretoria do BRB, de suas Subsidiárias, Controladas e Coligadas, dos termos da RAS;

Avalia o grau de aderência dos processos da estrutura de gerenciamento de riscos às políticas estabelecidas.

Comitê de Planejamento de Capital

Coordenado pelo Superintendente de Risco Institucional;

Avalia a Declaração de Apetite por Riscos (RAS) e encaminhar para avaliação da Diretoria Colegiada, observando os objetivos estratégicos e as condições de competitividade e o ambiente regulatório em que a Instituição atua, em relação ao capital regulamentar;

Garante, com periodicidade mínima anual, a revisão da Política de Gerenciamento de Capital, bem como do Plano de Capital e submetê-los às instâncias competentes para aprovação;

Aprova as metodologias de gerenciamento de capital;

Avalia, periodicamente, os resultados individuais dos testes de estresse realizados para o capital da Instituição;

Avalia, periodicamente, o resultado do programa de testes de estresse da Instituição, de forma a incorporar os resultados na avaliação dos níveis de capital;

Avalia periodicamente os relatórios de adequação do capital regulamentar;

Propõe planos de ação e medidas corretivas para mitigar eventuais deficiências identificadas no processo de gerenciamento de capital;

Comitê de Risco de Crédito Comitê de Riscos

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Comitê de Gerenciamento dos Riscos de Liquidez e Mercado

Coordenado pelo Superintendente de Risco Institucional;

Avalia a Declaração de Apetite por Riscos (RAS), observando os tipos de riscos e os respectivos níveis que a Instituição está disposta a assumir, a capacidade de gerenciar riscos de forma efetiva e prudente, os objetivos estratégicos e as condições de competitividade e o ambiente regulatório em que a Instituição atua, em relação aos riscos de mercado, IRRBB e liquidez;

Acompanha os limites operacionais e os procedimentos destinados a manter a exposição aos riscos de mercado e de liquidez nos níveis estabelecidos na RAS;

Aprova as metodologias de gestão de riscos de mercado, de liquidez (curto e longo prazo), bem como as de precificação de ativos e passivos, de apreçamento de instrumentos financeiros avaliados a valor de mercado e os possíveis ajustes prudenciais e de rentabilidade das carteiras de tesouraria e precificação de serviços;

Propõe à Diretoria Colegiada ações que contribuam para um gerenciamento eficaz dos riscos de mercado e de liquidez; ações de negócios para alocação de recursos com foco em rentabilidade – Banco Múltiplo; melhorias na estrutura de gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez; o Plano de Contingência de Liquidez; e as estratégias descritas nas Políticas de Gerenciamento do Risco de Mercado, de Gerenciamento do Risco de Liquidez e de Alocação de Recursos do Conglomerado BRB e suas revisões regulamentares;

Acompanha o cumprimento dos limites das operações de Tesouraria, das posições da carteira de Tesouraria e da reserva mínima de liquidez;

Garante que a Instituição possua definições claras para determinar quais instrumentos serão incluídos na carteira de negociação, bem como os procedimentos para garantir que os critérios de classificação nessa carteira sejam observados de maneira consistente.

Comitê de Risco Operacional e de Controles Internos

Coordenado pelo Superintendente de Controladoria e Controle Interno

Zela pelo cumprimento das políticas e pelos procedimentos de gerenciamento dos riscos operacional, socioambiental, reputacional e de imagem;

Delibera sobre a alocação de capital para riscos operacionais;

Aprova os “Indicadores-Chave de Risco – ICR” e acompanha sua evolução; Propõe ações táticas para a redução e a mitigação do risco legal;

Analisa e manifesta-se mensalmente à Diretoria Colegiada sobre os registros constantes nos Núcleos Contábeis de Pendências, enviadas pelas Diretorias;

Analisa e propõe enquadramento das solicitações de provisões, observadas as alçadas estabelecidas, para: ações trabalhistas, ações fiscais e ações cíveis;

Zela pela disseminação da cultura de gestão de riscos e de controles internos.

Diretor para Gerenciamento de Riscos (CRO - Chief Risk Officer)

Supervisiona o desenvolvimento, a implementação e o desempenho da estrutura de gerenciamento de riscos, incluindo seu aperfeiçoamento;

Responsável pela adequação, à RAS e aos objetivos estratégicos da instituição, das políticas, dos processos, dos relatórios, dos sistemas e dos modelos utilizados no gerenciamento de riscos;

Responsável pela adequada capacitação dos integrantes da unidade específica, acerca das políticas, dos processos, dos relatórios, dos sistemas e dos modelos da estrutura de gerenciamento de riscos, mesmo que desenvolvidos por terceiros;

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O Banco de Brasília S.A dispõe de políticas, normas e procedimentos para o gerenciamento dos seus riscos e do capital. Estes instrumentos estabelecem diretrizes básicas de atuação expressas pela Alta Administração e estão alinhados aos objetivos estratégicos da instituição e em conformidade com a regulamentação específica.

As subsidiárias integrais do Banco (BRB DTVM e Financeira BRB) seguem as políticas de gestão de riscos estabelecidas pelo BRB Banco Múltiplo, por meio de termo de adesão, enquanto que as demais empresas controladas elaboram suas próprias normas à luz das diretrizes estabelecidas pelo Banco.

As políticas de gerenciamento de riscos e capital são revisadas anualmente pelas áreas gestoras, aprovadas pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administração e disponibilizadas a todo corpo funcional por meio da intranet.

Declaração de Apetite por Riscos – RAS; Política do Programa de Teste de Estresse; Política de Gerenciamento do Risco de Mercado; Política de Gerenciamento do Risco de Crédito; Política de Gerenciamento do Risco de Liquidez; Política de Gerenciamento do Risco Operacional; Política de Gerenciamento de Capital;

Política de Risco Reputacional e de Imagem; Política de Responsabilidade Socioambiental.

MÓDULO 2 – GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL

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MÓDULO 3 – GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO 1 – RISCO DE CRÉDITO

A Resolução CMN n° 4.557/2017 define o risco de crédito como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, bem como à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação e a outros valores relativos ao descumprimento de obrigações financeiras da contraparte.

O gerenciamento do risco de crédito no BRB visa manter a qualidade das carteiras em níveis compatíveis com o apetite a risco da Instituição, a natureza das suas operações e as características do seu portfólio de produtos.

A fim de garantir a aplicação das melhores práticas de mercado no controle e gestão de risco de crédito, o BRB acompanha e participa dos principais fóruns de discussão sobre o assunto, bem como, monitora constantemente as publicações de normatização editadas pelo Banco Central.

ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

A estrutura de gestão e controle do risco de crédito do Conglomerado Prudencial BRB funciona de forma independente das unidades negociais e é representada pela figura a seguir:

A Superintendência de Risco Institucional – SURIS é uma das unidades executoras da Política de Gerenciamento do Risco de Crédito, sendo responsável por elaborar, revisar e manter atualizada as Políticas e Manuais de Gerenciamento do Risco de Crédito. A área, também, estabelece limites operacionais para grupos econômicos e atividades

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econômicas, mecanismos de mitigação de risco e procedimentos destinados a manter a exposição ao risco em níveis considerados aceitáveis, além de monitorar continuamente a carteira de crédito e as políticas e estratégias adotadas de forma a garantir a conformidade das operações com as normas, bem como, os procedimentos para a recuperação de créditos, propondo melhorias. Diversas informações são acompanhadas a partir de sistemas, rotinas e procedimentos para identificar, mensurar, controlar e mitigar a exposição ao risco de crédito, em nível agregado de carteiras, das operações com características semelhantes, abrangendo as fontes relevantes de risco de crédito, a identificação do tomador ou contraparte, a concentração do risco e a forma de agregação das operações. Por fim, há monitoramento da qualidade creditícia das operações, bem como, da eventual deterioração da capacidade de honrar obrigações pela contraparte, em nível agregado de carteiras, realiza testes de estresse, valida os modelos estatísticos de classificação de risco de crédito desenvolvidos pela Superintendência de Crédito – SUCRE previamente à sua entrada em produção e faz avaliação prévia de novas modalidades de produtos e/ou serviços com respeito ao impacto no risco de crédito.

A Superintendência de Crédito – SUCRE, ligada diretamente à Diretoria de Crédito e Clientes – DICRE, é responsável por definir e implantar mecanismos que permitam agilidade no processo de análise e concessão de créditos e definir critérios padronizados de análise e concessão de créditos. A área também elabora modelos de classificação de risco de crédito, mantém a capacidade de predição dos modelos de classificação por meio das ferramentas apropriadas, acompanha o comportamento de clientes e de operações de crédito, oferecendo insumos às áreas de gestão de risco de crédito para o processo de tomada de decisões, promove estudos diversos relativos ao comportamento de crédito de clientes e de operações de crédito, sob solicitação de áreas interessadas ou de acordo com o planejamento e a necessidade da Gerência; projeta as despesas com Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa, propõe regras de conversão Score x Rating de PCLD e regras para estabelecimento dos limites de Crédito Global. Desenvolve modelos para aprovação ou reprovação automáticas, geração de limites pré-aprovados, renda presumida e outras metodologias com vistas ao aprimoramento das informações disponíveis de clientes e operações no processo de análise, concessão e monitoramento de créditos. Adicionalmente, é responsável por controlar todas as operações de curso anormal, assim considerados os créditos vencidos, de acordo com a Política de Crédito. Propõe às áreas competentes o desenvolvimento dos gerentes, por meio de cursos e palestras, visando à melhoria da concessão, condução e recuperação dos créditos. Propõe metodologias, critérios e parâmetros relativos ao processo recuperação de crédito e analisa as evidências de impairment das operações individualmente significativas.

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

O BRB dispõe de uma Política de Gerenciamento de Risco de Crédito aprovada pelo Conselho de Administração – Consad, que estabelece as diretrizes para o desenvolvimento das atividades de gestão do risco de crédito da Instituição, em conformidade com a Resolução CMN nº 4.557/2017.

PROCESSO DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

A gestão do risco de crédito do Conglomerado Prudencial BRB é realizada de forma consolidada (identificação, mensuração, controle e mitigação dos riscos associados).

A área de controle de risco de crédito realiza o seu acompanhamento em nível agregado, por carteiras, setor econômico e grupos de interesse econômico comum por meio do monitoramento periódico dos principais eventos de inadimplência, nível de provisionamento frente às perdas e prejuízo.

A área de modelagem e de política de crédito realiza o acompanhamento do risco de crédito em nível individual por meio da elaboração de modelos de classificação de riscos de clientes e políticas de concessão de crédito, com monitoramento periódico dos riscos por cliente e por produtos.

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O processo de gerenciamento de risco de crédito na Instituição é constituído pelas seguintes atividades:

Elaboração e apresentação ao Comitê de Risco de Crédito - COMRC de relatórios gerenciais contendo análises acerca das carteiras de crédito do Conglomerado Prudencial BRB, inferindo sobre a qualidade e evolução dos níveis de crédito concedido, inadimplência e provisão, o monitoramento da recuperação, do prejuízo, bem como a composição dos maiores devedores e as concentrações por setor econômico.

Monitoramento permanente, por meio de relatórios gerenciais, das carteiras de crédito do Conglomerado Prudencial BRB para identificar, mensurar, controlar e mitigar a exposição ao risco de crédito, tanto em nível individual quanto em nível agregado de operações com características semelhantes, que abrangem, no mínimo, as fontes relevantes de risco de crédito, a identificação do tomador ou contraparte, a concentração do risco e a forma de agregação das operações.

Utilização de modelos internos de credit scoring para classificação do risco das operações de crédito, sendo os menores escores atribuídos às operações de maior probabilidade de descumprimento e os maiores escores às operações de menor probabilidade de descumprimento. Esses escores são convertidos nas classificações de provisão estipuladas pela Resolução CMN nº 2.682/1999 a partir da sua distribuição em função da expectativa de inadimplência do produto ou carteira.

Os modelos utilizados no BRB passam por um processo de validação em área diversa da que os desenvolveu, visando garantir a consistência do processo de construção dos modelos, a adequação metodológica de estimação dos parâmetros, bem como avaliar a integridade e consistência dos dados utilizados no processo.

Utilização de modelos estatísticos para a classificação dos clientes pessoa física a partir da qual são definidos os limites de crédito global e por produto para os clientes.

Para os clientes pessoa jurídica, a classificação baseia-se em informações tais como a situação econômico-financeira da contraparte, sua capacidade de pagamento, o grupo econômico a que pertence, a situação do setor de atividade econômica em que atua. As propostas de crédito são analisadas individualmente, sendo submetidas à alçadas específicas em função do risco associado.

Atribuição de dois limites de risco ao valor da exposição do cliente, o Limite de Crédito Global – LCG e o Limite de Crédito por Produto – LCP. O LCG tem por objetivo determinar o máximo valor de exposição ou risco que o Banco deseja correr com determinado cliente e o LCP visa estipular o limite máximo de crédito em função das características negociais do produto.

Acompanhamento dos limites de risco de crédito e do histórico de prejuízo das operações de crédito e das recuperações de crédito. O prejuízo e as recuperações são monitorados mensalmente por carteira e de forma consolidada para o Conglomerado Prudencial BRB. Os dados são divulgados por meio de relatórios gerenciais que são submetidos à apreciação mensal do Comitê de Risco de Crédito – COMRC.

Análise e discussão das alterações da modelagem para constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa no Comitê de Risco de Crédito – COMRC.

Análise de todos os produtos em criação no âmbito do Conglomerado BRB, verificando o impacto no risco de crédito, tanto do ponto de vista dos limites internos definidos quanto da alocação de capital.

O BRB constitui as provisões de crédito de acordo com as regras estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/1999.

(16)

CONTROLE E ACOMPANHAMENTO

O risco de crédito do BRB tem seu controle e acompanhamento corporativo feito na área de risco de crédito da Diretoria de Risco e Controladoria - DIRCO.

A Superintendência de Risco Institucional assessora o Comitê de Risco de Crédito – COMRC, onde são discutidas e formalizadas as metodologias para a gestão de risco de crédito. Os temas de relevância debatidos neste Comitê são reportados à Diretoria Colegiada.

Além do Comitê, a área envia relatórios mensais a todos os executivos responsáveis pelas carteiras de crédito, com o objetivo de posicioná-los quanto à evolução da carteira de crédito, inadimplência, adequação das provisões para créditos de liquidação duvidosa, recuperações de crédito, perdas bruta e líquida, limites e concentrações de carteiras, dentre outros.

COMUNICAÇÃO INTERNA

O risco de crédito é monitorado mensalmente e os relatórios gerenciais de controle de risco são disponibilizados para todas as áreas participantes do gerenciamento de risco de crédito até a alta administração.

O BRB utiliza um sistema corporativo de informações gerenciais de risco de crédito, onde são disponibilizadas mensalmente para as áreas de concessão de crédito, recuperação de crédito e gerências das carteiras as informações de operações de crédito por segmento, produto, região, classificação de risco, inadimplência, provisão, dentre outras.

Essas informações são disponibilizadas por meio de tabelas e gráficos, sendo possível a realização de pesquisas em diversos níveis, tais como segmentos de negócios, carteiras, produtos e clientes.

O Banco também dispõe de sistema corporativo que concretiza a padronização da Política de Crédito e da Gestão de Crédito, compreendendo a estruturação do processo de solicitação de crédito e de renegociação de dívidas de clientes do BRB – Banco de Brasília S.A. e que permite o monitoramento diário das Carteiras de Crédito, por meio de informações detalhadas das operações: valor, taxa, prazo e vencimento, garantias, coobrigados, dentre outros.

DETALHAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO - EXPOSIÇÃO AO RISCO DE CRÉDITO

As informações apresentadas nas tabelas seguintes permitem a análise da carteira de crédito e seu comportamento sob diversas óticas: total das exposições e valor médio do trimestre, percentual das 10 e 100 maiores exposições em relação ao crédito, exposições significativas por regiões geográficas, exposições por setor econômico, prazo a decorrer das operações de crédito, montante de operações em atraso, bruto de provisão, por regiões geográficas e por setor econômico, fluxo de operações baixadas para prejuízo e provisões.

(17)

Tabela 01: Total das exposições e valor médio do trimestre R$ Mil

3T17

2T18

3T18

Crédito Rural

190.714

181.892

162.349

Crédito Imobiliário

760.990

740.924

733.830

Consignado

4.330.528

4.450.940

4.635.903

Veículos e Arrendamento Mercantil

104.483

76.089

65.989

Cartão de Crédito

1.049.883

1.028.562

1.039.494

Outros

2.593.412

2.523.593

2.392.385

Total - Pessoa Física

9.030.011

9.002.000

9.029.950

Média do trimestre²

9.051.901

9.010.825

8.995.129

Governo³

-

-

-Crédito Rural

20.219

29.626

22.822

Investimento

77.940

65.470

61.362

Importação e Exportação

-

-

-Capital de giro, desconto de títulos e conta garantida

294.928

212.980

224.043

Outros

699.428

572.411

526.159

Total - Pessoa Jurídica

1.092.516 880.488 834.385

Média do Trimestre²

1.090.942 881.664 833.466

Total¹

10.122.526 9.882.488 9.864.335

¹ Saldo das operações de crédito no mês de referência, de acordo com o regime contábil aplicável.

² O saldo médio no trimestre é calculado pela média aritmética dos saldos dos meses correspondentes ao trimestre. ³ Recursos originários da CEF para aplicação em obras de saneamento

Tabela 02: Percentual das 10 e 100 maiores exposições em relação ao crédito

R$ Mil

Exposição

(%)

Exposição

(%)

Exposição

(%)

Maior Cliente

45.935

0,45%

45.684

0,46%

52.076

0,53%

10 Maiores Clientes

326.916

3,23%

282.955

2,86%

255.419

2,59%

50 Maiores Clientes

677.031

6,69%

568.078

5,75%

546.896

5,54%

100 Maiores Clientes

832.269

8,22%

707.261

7,16%

676.129

6,85%

Totais

10.122.526

18,59% 9.882.488

16,23% 9.864.335

15,52%

3T18

2T18

3T17

(18)

Tabela 03: Exposições significativas por regiões geográficas do Brasil PF e PJ

R$ Mil

R$ Mil

Pessoa Física

3T17

Região

Crédito

Rural

Crédito

Imobiliário

Consignado

Veículos e

Arrendamento

Mercantil

Cartão de

Crédito

Outros

Sudeste

31.625

2.965

21.834

246

7.001

14.400

Centro Oeste

159.089

758.025

4.308.693

104.238

1.042.883

2.579.012

Total

190.714

760.990

4.330.528

104.483

1.049.883

2.593.412

Pessoa Física

2T18

Região

Crédito

Rural

Crédito

Imobiliário

Consignado

Veículos e

Arrendamento

Mercantil

Cartão de

Crédito

Outros

Sudeste

24.065

2.829

27.099

163

6.640

14.480

Centro Oeste

157.827

738.095

4.423.841

75.926

1.021.923

2.509.113

Total

181.892

740.924

4.450.940

76.089

1.028.562

2.523.593

Pessoa Física

3T18

Região

Crédito

Rural

Crédito

Imobiliário

Consignado

Veículos e

Arrendamento

Mercantil

Cartão de

Crédito

Outros

Sudeste

18.631

2.462

29.651

129

6.715

13.717

Centro Oeste

143.718

731.368

4.606.252

65.860

1.032.778

2.378.669

Total

162.349

733.830

4.635.903

65.989

1.039.494

2.392.385

R$ Mil

R$ Mil

Pessoa Jurídica

3T17

Região

Governo¹

Crédito

Rural

Investimento Importação e

Exportação

Capital de giro,

desc. títulos e

conta garantida

Outros

Sudeste

-

-

-

-

34.395

42.676

Centro Oeste

-

20.219

77.940

-

260.534

656.753

Total

-

20.219

77.940

-

294.928

699.428

Pessoa Jurídica

2T18

Região

Governo¹

Crédito

Rural

Investimento Importação e

Exportação

Capital de giro,

desc. títulos e

conta garantida

Outros

Sudeste

-

4.671

-

-

2.142

4.095

Centro Oeste

-

24.955

65.470

-

210.838

568.316

Total

-

29.626

65.470

-

212.980

572.411

Pessoa Jurídica

3T18

Região

Governo¹

Crédito

Rural

Investimento Importação e

Exportação

Capital de giro,

desc. títulos e

conta garantida

Outros

Sudeste

-

4.746

-

-

1.388

3.029

Centro Oeste

-

18.076

61.362

-

222.654

523.130

Total

-

22.822

61.362

-

224.043

526.159

(19)

Tabela 04: Exposições significativas por setor econômico R$ Mil 3T17 2T18 3T18 Pessoa Física 9.030.011 9.002.000 9.029.950 Pessoa Jurídica 1.092.516 880.488 834.385 Construção 400.594 363.635 323.632

Atividades administrativas e serviços complementares 185.119 140.633 164.624 Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas 144.448 120.994 103.491 Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados 28.352 28.935 41.078 Alojamento e alimentação 40.550 35.624 33.371 Saúde humana e serviços sociais 34.798 27.988 26.865 Outras atividades de serviços 23.110 20.390 25.552 Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura 45.818 40.687 21.280 Atividades profissionais, científicas e técnicas 33.512 22.159 19.923 Indústrias de transformação 23.523 22.050 19.687

Educação 23.380 20.190 18.614

Informação e comunicação 65.810 9.863 12.087 Atividades imobiliárias 13.205 8.695 8.828 Transporte, armazenagem e correio 16.915 9.708 7.373 Artes, cultura, esporte e recreação 11.598 7.966 6.874 Indústrias extrativas 713 795 692 Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação 1.073 176 414 Eletricidade e gás - - -Administração pública, defesa e seguridade social - -

-Total 10.122.526 9.882.488 9.864.335

Tabela 05: Montante de operações em atraso, bruto de provisão, por regiões geográficas

R$ Mil

R$ Mil

3T17

Região

15 e 60 dias

61 e 90 dias

91 e 180 dias

181 e 360 dias

> de 360 dias

Centro Oeste

215.868

36.948

120.948

135.727

24.181

Sudeste

5.586

1.526

923

702

382

Total

221.454

38.474

121.871

136.429

24.563

R$ Mil

2T18

Região

15 e 60 dias

61 e 90 dias

91 e 180 dias

181 e 360 dias

> de 360 dias

Centro Oeste

846.952

85.486

58.880

84.939

17.400

Sudeste

1.754

172

1.680

10.986

32

Total

848.706

85.657

60.560

95.925

17.431

R$ Mil

3T18

Região

15 e 60 dias

61 e 90 dias

91 e 180 dias

181 e 360 dias

> de 360 dias

Centro Oeste

865.831

56.519

78.987

83.626

23.036

Sudeste

1.341

247

761

5.585

4.644

(20)

Tabela 06: Prazo a decorrer das operações de crédito R$ Mil 3T17 Até 6 meses Acima de 6 meses até 1 ano Acima de 1 ano até 5 anos Acima de 5 anos Total Pessoa Física 1.312.473 862.703 4.362.944 2.491.890 9.030.011 Crédito Rural 7.362 11.779 93.533 78.041 190.714 Crédito Imobiliário 82 206 8.888 751.814 760.990 Consignado 47.895 136.300 2.952.237 1.194.096 4.330.528

Veículos e Arrendamento Mercantil 1.929 7.003 95.530 21 104.483

Cartão de crédito 837.406 193.381 19.095 - 1.049.883 Outros 417.799 514.033 1.193.662 467.918 2.593.412 Pessoa Jurídica 377.014 70.571 481.048 163.883 1.092.516 Governo Crédito Rural 728 8.040 992 10.459 20.219 Investimento 149 1.475 17.176 59.140 77.940 Importação e Exportação

Capital de giro, desconto de títulos e conta garantida 190.082 21.170 83.676 - 294.928

Outros 186.055 39.886 379.203 94.284 699.428 Total 1.689.487 933.274 4.843.992 2.655.773 10.122.526 R$ Mil 2T18 Até 6 meses Acima de 6 meses até 1 ano Acima de 1 ano até 5 anos Acima de 5 anos Total Pessoa Física 1.560.842 771.336 4.410.678 2.259.145 9.002.000 Crédito Rural 52.963 7.630 64.640 56.660 181.892 Crédito Imobiliário 74 345 8.549 731.955 740.924 Consignado 173.358 156.927 3.069.959 1.050.695 4.450.940

Veículos e Arrendamento Mercantil 2.916 5.396 67.777 - 76.089

Cartão de crédito 822.691 190.906 14.965 - 1.028.562 Outros 508.838 410.132 1.184.788 419.834 2.523.593 Pessoa Jurídica 312.980 75.494 394.061 97.953 880.488 Governo - - - - -Crédito Rural 17.407 157 1.975 10.087 29.626 Investimento 181 471 14.348 50.470 65.470 Importação e Exportação - - - - -Capital de giro, desconto de títulos e conta garantida 165.900 20.427 26.653 - 212.980

Outros 129.492 54.440 351.084 37.395 572.411 Total 1.873.822 846.830 4.804.739 2.357.097 9.882.488 R$ Mil 3T18 Até 6 meses Acima de 6 meses até 1 ano Acima de 1 ano até 5 anos Acima de 5 anos Total Pessoa Física 1.291.370 784.280 3.806.708 3.147.592 9.029.950 Crédito Rural 17.822 28.998 63.291 52.238 162.349 Crédito Imobiliário 96 367 8.104 725.262 733.830 Consignado 52.572 120.940 2.503.986 1.958.405 4.635.903

Veículos e Arrendamento Mercantil 2.164 5.800 58.025 - 65.989

Cartão de crédito 846.948 178.519 14.027 - 1.039.494 Outros 371.768 449.657 1.159.275 411.686 2.392.385 Pessoa Jurídica 329.523 80.056 343.016 81.790 834.385 Governo - - - - -Crédito Rural 11.621 336 1.862 9.003 22.822 Investimento 95 696 22.195 38.377 61.362 Importação e Exportação - - - - -Capital de giro, desconto de títulos e conta garantida 168.163 38.742 17.138 - 224.043

Outros 149.644 40.282 301.821 34.411 526.159

(21)

Tabela 07: Montante de operações em atraso, bruto de provisão, por setor econômico

R$ Mil

R$ - Mil 3T17

Setor Econômico 15 e 60 dias 61 e 90 dias 91 e 180 dias 181 e 360 dias > de 360 dias PESSOA FÍSICA 193.680 33.142 55.257 79.173 13.168 PESSOA JURÍDICA 27.774 5.332 66.614 57.256 11.396

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura 305 220 2.425 290

-Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação 24 - 979 -

-Alojamento e alimentação 1.918 214 93 1.273 177

Artes, cultura, esporte e recreação 183 29 237 680 20

Atividades administrativas e serviços complementares 825 27 3.073 2.012 654

Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados 253 175 435 42 194

Atividades imobiliárias 311 330 31 160 121

Atividades profissionais, científicas e técnicas 504 47 141 1.265 518

Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas 4.929 1.646 6.809 10.670 2.219 Construção 6.078 2.078 49.195 22.171 6.469 Educação 766 23 67 360

-Indústrias de transformação 975 72 2.162 2.405 849

Indústrias extrativas - - - - -Informação e comunicação 4.656 72 367 13.950 -Outras atividades de serviços 954 349 406 1.752 49

Saúde humana e serviços sociais 4.866 - 34 222

-Transporte, armazenagem e correio 226 49 158 5 126

Total 221.454 38.474 121.871 136.429 24.563 2T18 Setor Econômico 15 e 60 dias 61 e 90 dias 91 e 180 dias 181 e 360 dias > de 360 dias PESSOA FÍSICA 785.533 34.204 50.612 74.459 16.920 PESSOA JURÍDICA 63.174 51.453 9.948 21.465 511

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura 0 9 - 276

-Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação 6 - 120 -

-Alojamento e alimentação 1.351 124 328 434 56

Artes, cultura, esporte e recreação 457 10 459 197

-Atividades administrativas e serviços complementares 1.809 149 1.331 3.541 -Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados 2.771 - - 578 1

Atividades imobiliárias 3.658 - 8 498

-Atividades profissionais, científicas e técnicas 694 3.260 182 194

-Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas 4.045 831 5.116 3.714 251

Construção 46.080 46.916 965 1.324 178

Educação 406 30 67 143 0

Indústrias de transformação 944 11 136 278

-Indústrias extrativas - - - - -Informação e comunicação 275 86 941 9.576 -Outras atividades de serviços 391 7 33 551 26

Saúde humana e serviços sociais 164 - 23 91

-Transporte, armazenagem e correio 123 21 241 70

-Total 848.706 85.657 60.560 95.925 17.431 R$ - Mil 3T18 Setor Econômico 15 e 60 dias 61 e 90 dias 91 e 180 dias 181 e 360 dias > de 360 dias PESSOA FÍSICA 840.779 44.129 55.241 72.292 19.910 PESSOA JURÍDICA 26.393 12.637 24.507 16.919 7.769 Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura 4 - - 46

-Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação - - - 97

-Alojamento e alimentação 3.419 48 349 396 2

Artes, cultura, esporte e recreação 5 40 85 214 87

Atividades administrativas e serviços complementares 795 67 1.441 2.007 2.569 Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados 71 2.141 - 125 110

Atividades imobiliárias 5 - - 161 9

Atividades profissionais, científicas e técnicas 68 3.765 3.369 275 6

Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas 2.840 1.098 2.500 6.530 229

Construção 3.158 1.554 15.580 2.084 37

Educação 6.111 12 142 67 135

Indústrias de transformação 931 142 798 220 85

Indústrias extrativas - - - - -Informação e comunicação 7.873 587 182 4.237 4.456 Outras atividades de serviços 395 13 15 181 44

Saúde humana e serviços sociais 618 3.170 3 28

-Transporte, armazenagem e correio 100 0 43 252 0

(22)

Tabela 08: Fluxo de operações baixadas para prejuízo, por setor econômico R$ Mil

3T17

2T18

3T18

Pessoa Física

32.592

10.203

6.232

Pessoa Jurídica

13.316

24.426

1.336

Construção

5.552

19.563

748

Atividades administrativas e serviços complementares

74

294

264

Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas

1.958

438

224

Alojamento e alimentação

329

4

63

Artes, cultura, esporte e recreação

45

11

13

Outras atividades de serviços

3.696

114

9

Atividades profissionais, científicas e técnicas

194

-

7

Educação

0

4

6

Indústrias de transformação

684

297

2

Transporte, armazenagem e correio

18

18

-Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação

-

979

-Informação e comunicação

86

6

-Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados

78

274

-Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura

-

2.425

-Saúde humana e serviços sociais

385

0

-Atividades imobiliárias

0

0

-Indústrias Extrativas

216

-

-Total

45.907

34.629

7.568

Tabela 09: Provisões, por setor econômico, discriminado os valores adicionados e os subtraídos no trimestre.

R$ Mil 3T17 2T18 3T18 Pessoa Física 277.349 289.014 288.256 (757) Pessoa Jurídica 165.793 118.038 159.274 41.236 Construção 76.993 32.853 58.770 25.918 Informação e comunicação 7.933 25.193 23.813 (1.380)

Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas 30.857 18.195 17.798 (397)

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura 4.488 3.906 17.740 13.834 Atividades administrativas e serviços complementares 8.409 9.131 10.066 936 Transporte, armazenagem e correio 9.801 7.811 7.167 (643)

Indústrias de transformação 12.646 6.579 7.126 547 Atividades profissionais, científicas e técnicas 3.097 3.481 6.611 3.129 Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados 998 2.988 3.662 674 Artes, cultura, esporte e recreação 1.243 2.033 2.023 (10)

Alojamento e alimentação 3.010 2.216 1.614 (602)

Educação 1.186 1.207 1.263 55 Saúde humana e serviços sociais 574 315 596 281 Outras atividades de serviços 2.965 1.277 548 (729)

Atividades imobiliárias 1.209 670 302 (369)

Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação 305 93 98 5 Indústrias extrativas 79 88 77 (12)

Eletricidade e gás - - -

-Total 443.142 407.051 447.530 40.479

Constituição do trimestre

(23)

INSTRUMENTOS MITIGADORES

As perdas potenciais de crédito são mitigadas pela utilização de diversos tipos de garantias reais, formalizadas por meio de instrumentos jurídicos como alienações fiduciárias, penhor e, hipotecas, pela utilização de garantias fidejussórias tais como avais e fianças de terceiros, assim como antecipações de recebíveis, penhor de cheques e duplicatas.

A avaliação da eficiência desses instrumentos é realizada considerando o seu valor de mercado, o risco de contraparte dos garantidores e a segurança jurídica dos contratos.

INSTRUMENTOS MITIGADORES DEFINIDOS NA CIRCULAR BACEN Nº 3.804/2016

Para fins de apuração da necessidade de capital de risco de crédito, apresentamos abaixo os instrumentos mitigadores de crédito, segmentados por tipo de mitigador.

Tabela 10: Instrumentos mitigadores

R$ Mil FPR

Original

Mitigador

de Risco 3T17* 2T18 3T18

Garantia prestada pelo Tesouro Nacional ou pelo BC 110.926 110.723 107.212

Depósitos 1.268.696 773.628 715.663

Títulos Públicos Federais 50% 0% 340.815 1.043.135 1.385.973

Acordos bilaterais para compensação e liquidação de obrigações 20% 0% 220.454 176.201 190.129 Repasses de descontos em folha de pagamento - Servidores federais 75% 50% 703.725 643.353 645.782

Total Mitigado 2.644.615 2.747.041 3.044.759

*Valores redefinidos com base na Circular Bacen Nº 3.809/2016

0% 100%

RISCO DE CRÉDITO DA CONTRAPARTE

A estrutura de gerenciamento de riscos e capital do Conglomerado Prudencial, considerando seu escopo, a complexidade das suas operações e a sofisticação dos sistemas e processos de gestão de riscos, possui limites definidos por contraparte. A definição desses limites se dá com base em percentuais do Patrimônio de Referência do Banco, pelo rating da contraparte, e ainda para operações com e sem reciprocidade.

O BRB não faz provisões distintas daquelas definidas pelos padrões regulamentares mínimos e não possui derivativos de crédito.

Apresentamos a seguir o valor nocional dos contratos sujeitos ao risco de crédito de contraparte a serem liquidados em câmaras de compensação e de liquidação, nos quais a câmara atue como contraparte central e os valores relativos a contratos em que não haja atuação das câmaras de compensação como contraparte central.

Tabela 11: Câmbio

R$ Mil

3T17

2T18

3T18

Câmbio Vendido a Liquidar

31

8

40

Obrigações por Compra de Câmbio

-

-

-Operações a Liquidar (com garantias)

31

8

40

Obs: Sem atuação de câmaras de co mpensação co mo co ntraparte central

(24)

Tabela 12: Compromissadas e Derivativos

R$ Mil

3T17

2T18

3T18

Operações Compromissadas

776.712

776.838

720.016

Derivativos

-

-

-Total Nocional

776.712

776.838

720.016

Obs: Câmara co mo co ntraparte central

Tabela 13: Valor Positivo Bruto dos Contratos Sujeitos a Risco de Crédito de Contraparte

R$ Mil

3T17

2T18

3T18

Derivativos

-

-

-Operações a Liquidar

1

31

-

-Operações Compromissadas2

776.953

777.029

720.193

Total positivo bruto

776.984

777.029

720.193

1

Câmbio co mprado a liquidar e direito s so bre vendas de câmbio . 2

Revendas a Liquidar.

Tabela 14: Valor Positivo dos Acordos para Compensação e Liquidação das Operações

R$ Mil

3T17

2T18

3T18

Acordos para compensação e liquidação de obrigações

220.454

176.201

190.129

AQUISIÇÃO, VENDA OU TRANSFERÊNCIA DE ATIVOS FINANCEIROS E DE SECURITIZAÇÃO

Em setembro/2018, o BRB não possuía operações de aquisição, venda ou transferência de ativos financeiros e não participa de nenhum processo de securitização.

Referências

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