Processamento de Sinais Multim´ıdia
Introdu¸c˜ao
Myl`ene Christine Queiroz de Farias
Departamento de Ciˆencia da Computa¸c˜ao Universidade de Bras´ılia (UnB)
Bras´ılia, DF 70910-900 [email protected]
20 de Mar¸co de 2012
Sum´
ario
Aula Passada: Informa¸c˜oes e Motiva¸c˜ao Hoje:
Sen´oides;
Sinais exponenciais complexas; Espectro
Aplica¸c˜oes; Exemplos (demos).
Sen´
oides
sinal cosseno:
x (t) = A cos(ω0t + φ)
x (t) = A cos(2πf0t + φ)
A: amplitude
φ: deslocamento em fase (radianos) – ‘phase shift’ ω0: frequˆencia angular (radianos/s)
Sen´
oides
Sen´
oides
Rela¸c˜ao frequˆencia e per´ıodo (sinal peri´odico com per´ıodo T0):
x (t + T0) = x (t)
A cos(ω0(t + T0) + φ) = A cos(ω0t + φ)
cos(ω0t + ω0T0+ φ) = A cos(ω0t + φ)
Como sabemos que o per´ıodo (T0) da fun¸c˜ao cosseno ´e igual a 2π:
ω0T0 = 2π ⇒ T0 = 2π ω0 2πf0T0= 2π ⇒ T0 = 1 f0
Sen´
oides
Rela¸c˜ao frequˆencia e per´ıodo (sinal peri´odico com per´ıodo T0):
x (t + T0) = x (t)
A cos(ω0(t + T0) + φ) = A cos(ω0t + φ)
cos(ω0t + ω0T0+ φ) = A cos(ω0t + φ)
Como sabemos que o per´ıodo (T0) da fun¸c˜ao cosseno ´e igual a 2π:
ω0T0 = 2π ⇒ T0= 2π ω0 2πf0T0= 2π ⇒ T0 = 1 f0
Sen´
oides
Qual a rela¸c˜ao do deslocamento em fase (φ) e o deslocamento no tempo (t0)?
A cos(ω0t + ω0T0+ φ)
Fase φ: determina a localiza¸c˜ao dos valores m´aximo e m´ınimo de uma onda cosseno.
Deslocamento t1: Para uma fun¸c˜ao qualquer s(t), considere
s(t − t1).
t1> 0 ⇒ a fun¸c˜ao ´e atrasada;
Sen´
oides
Qual a rela¸c˜ao do deslocamento em fase (φ) e o deslocamento no tempo (t0)?
A cos(ω0t + ω0T0+ φ)
Fase φ: determina a localiza¸c˜ao dos valores m´aximo e m´ınimo de uma onda cosseno.
Deslocamento t1: Para uma fun¸c˜ao qualquer s(t), considere
s(t − t1).
t1> 0 ⇒ a fun¸c˜ao ´e atrasada;
Sen´
oides
Qual a rela¸c˜ao do deslocamento em fase (φ) e o deslocamento no tempo (t0)?
A cos(ω0t + ω0T0+ φ)
Fase φ: determina a localiza¸c˜ao dos valores m´aximo e m´ınimo de uma onda cosseno.
Deslocamento t1: Para uma fun¸c˜ao qualquer s(t), considere
s(t − t1).
t1> 0 ⇒ a fun¸c˜ao ´e atrasada;
Sen´
oides
Qual a rela¸c˜ao do deslocamento em fase (φ) e o deslocamento no tempo (t0)?
A cos(ω0t + ω0T0+ φ)
Fase φ: determina a localiza¸c˜ao dos valores m´aximo e m´ınimo de uma onda cosseno.
Deslocamento t1: Para uma fun¸c˜ao qualquer s(t), considere
s(t − t1).
t1> 0 ⇒ a fun¸c˜ao ´e atrasada;
Sen´
oides
Fa¸camos a seguinte compara¸c˜ao:
x0(t − t0) = A cos(ω0(t − t0)) = A cos(ω0t + φ) A cos(ω0t − ω0t0)) = A cos(ω0t + φ) Logo, −ω0t0 = φ e, portanto, t0= −ωφ0 = −2πfφ0
O deslocamento de fase ´e negativo quando o deslocamento no tempo ´
e positivo (atraso).
Valor principal do deslocamento de fase: −π < φ < π |t0| ≤ To/2
Sen´
oides
Fa¸camos a seguinte compara¸c˜ao:
x0(t − t0) = A cos(ω0(t − t0)) = A cos(ω0t + φ) A cos(ω0t − ω0t0)) = A cos(ω0t + φ) Logo, −ω0t0 = φ e, portanto, t0= −ωφ0 = −2πfφ0
O deslocamento de fase ´e negativo quando o deslocamento no tempo ´
e positivo (atraso).
Valor principal do deslocamento de fase: −π < φ < π |t0| ≤ To/2
Sen´
oides
Fa¸camos a seguinte compara¸c˜ao:
x0(t − t0) = A cos(ω0(t − t0)) = A cos(ω0t + φ) A cos(ω0t − ω0t0)) = A cos(ω0t + φ) Logo, −ω0t0 = φ e, portanto, t0= −ωφ0 = −2πfφ0
O deslocamento de fase ´e negativo quando o deslocamento no tempo ´
e positivo (atraso).
Valor principal do deslocamento de fase: −π < φ < π |t0| ≤ To/2
Sen´
oides
Fa¸camos a seguinte compara¸c˜ao:
x0(t − t0) = A cos(ω0(t − t0)) = A cos(ω0t + φ) A cos(ω0t − ω0t0)) = A cos(ω0t + φ) Logo, −ω0t0 = φ e, portanto, t0= −ωφ0 = −2πfφ0
O deslocamento de fase ´e negativo quando o deslocamento no tempo ´
e positivo (atraso).
Valor principal do deslocamento de fase: −π < φ < π |t0| ≤ To/2
Sen´
oides
Fa¸camos a seguinte compara¸c˜ao:
x0(t − t0) = A cos(ω0(t − t0)) = A cos(ω0t + φ) A cos(ω0t − ω0t0)) = A cos(ω0t + φ) Logo, −ω0t0 = φ e, portanto, t0= −ωφ0 = −2πfφ0
O deslocamento de fase ´e negativo quando o deslocamento no tempo ´
e positivo (atraso).
Valor principal do deslocamento de fase: −π < φ < π |t0| ≤ To/2
x (t) = 10 cos(2π1000t + π/2). % Matlab code A = 10; f0 = 1000; phi = pi/2; T0 = 1/f0; tt = -2*T0 : T0/40 : 2*T0; xx = A*cos(2*pi*f0*tt + phi); plot(tt,xx)
title(’Sinusoid: x(t) = 10 cos(2*pi*1000*t + pi/2)’); xlabel(’Time (sec)’);
Exponenciais Complexas
N´umeros complexos: z = (x , y ) x = Real {z} y = Imag {z} z = x + jy , onde j =√−1. Plano complexoParte real e imagin´aria s˜ao as coordenadas horizontais e verticais, respectivamente.
Exponenciais Complexas
N´umeros complexos: z = (x , y ) x = Real {z} y = Imag {z} z = x + jy , onde j =√−1. Plano complexoParte real e imagin´aria s˜ao as coordenadas horizontais e verticais, respectivamente.
Exponenciais Complexas
x = r cos θ y = r sin θ r =px2+ y2
θ = arctan yx
Exponenciais Complexas
Euler ej θ = cos θ + j sin θ z = rej θ = r cos θ + rj sin θExponenciais Complexas
Sinal exponencial complexo: ˜ x (t) = Aej (ω0t+φ) ˜ x (t) = A cos(ω0t + φ) + Aj sin(ω0t + φ) A ´e a amplitude; φ ´e o deslocamento em fase;
ω0 ´e a frequˆencia angular (radianos/segundos);
Parte real do sinal:
x (t) = <{Aej (ω0t+φ)} = A cos(ω 0t + φ)
Exponenciais Complexas
Sinal exponencial complexo: ˜ x (t) = Aej (ω0t+φ) ˜ x (t) = A cos(ω0t + φ) + Aj sin(ω0t + φ) A ´e a amplitude; φ ´e o deslocamento em fase;
ω0 ´e a frequˆencia angular (radianos/segundos);
Parte real do sinal:
x (t) = <{Aej (ω0t+φ)} = A cos(ω 0t + φ)
Exponenciais Complexas
Sinal exponencial complexo: ˜ x (t) = Aej (ω0t+φ) ˜ x (t) = A cos(ω0t + φ) + Aj sin(ω0t + φ) A ´e a amplitude; φ ´e o deslocamento em fase;
ω0 ´e a frequˆencia angular (radianos/segundos);
Parte real do sinal:
x (t) = <{Aej (ω0t+φ)} = A cos(ω 0t + φ)
Exponenciais Complexas
Forma polar: z = rej θ z3 = z1· z2 z3= r1ej θ1 ·r2ej θ2 z3= (r1· r2) · ej (θ1+θ2) Figure: multiplica¸c˜ao deExponenciais Complexas
˜ x (t) = Aej (ω0t+φ)= Aej φej ω0t X = Aej φ (amplitude complexa) ˜ x (t) = Xej ω0t ou ˜ x (t) = ej ω0(t), onde ω0(t) = ω0t + φ. Figure: Soma.Exponenciais Complexas
˜ x (t) = Aej (ω0t+φ)= Aej φej ω0t X = Aej φ (amplitude complexa) ˜ x (t) = Xej ω0t ou ˜ x (t) = ej ω0(t), onde ω0(t) = ω0t + φ. Figure: Soma.Exponenciais Complexas
˜ x (t) = Aej (ω0t+φ)= Aej φej ω0t X = Aej φ (amplitude complexa) ˜ x (t) = Xej ω0t ou ˜ x (t) = ej ω0(t), onde ω0(t) = ω0t + φ. Figure: Soma.Exponenciais Complexas
˜ x (t) = Aej (ω0t+φ)= Aej φej ω0t X = Aej φ (amplitude complexa) ˜ x (t) = Xej ω0t ou ˜ x (t) = ej ω0(t), onde ω0(t) = ω0t + φ. Figure: Soma.Exponenciais Complexas
˜
x (t) = Aej (ω0t+φ)
Pode ser representado como um vetor em um plano complexo;
A ponta do vetor est´a posicionada no c´ırculo de raio A;
Se t cresce, ˜x (t) ´e rotacionado a uma taxa constante (ω0);
Em outras palavras:
Multiplicando-se X = Aej φ por ej (ω0t), X ´e rotacionado.
Exponenciais Complexas
˜
x (t) = Aej (ω0t+φ)
Pode ser representado como um vetor em um plano complexo; A ponta do vetor est´a posicionada no c´ırculo de raio A;
Se t cresce, ˜x (t) ´e rotacionado a uma taxa constante (ω0);
Em outras palavras:
Multiplicando-se X = Aej φ por ej (ω0t), X ´e rotacionado.
Exponenciais Complexas
˜
x (t) = Aej (ω0t+φ)
Pode ser representado como um vetor em um plano complexo; A ponta do vetor est´a posicionada no c´ırculo de raio A;
Se t cresce,
˜
x (t) ´e rotacionado a uma taxa constante (ω0);
Em outras palavras:
Multiplicando-se X = Aej φ por ej (ω0t), X ´e rotacionado.
Exponenciais Complexas
˜
x (t) = Aej (ω0t+φ)
Pode ser representado como um vetor em um plano complexo; A ponta do vetor est´a posicionada no c´ırculo de raio A;
Se t cresce, ˜x (t) ´e rotacionado a uma taxa constante (ω0);
Em outras palavras:
Multiplicando-se X = Aej φ por ej (ω0t), X ´e rotacionado.
Exponenciais Complexas
˜
x (t) = Aej (ω0t+φ)
Pode ser representado como um vetor em um plano complexo; A ponta do vetor est´a posicionada no c´ırculo de raio A;
Se t cresce, ˜x (t) ´e rotacionado a uma taxa constante (ω0);
Em outras palavras:
Multiplicando-se X = Aej φ por ej (ω0t), X ´e rotacionado.
Exponenciais Complexas
Multiplicando-se X = Aej φ por ej (ω0t) faz com que X seja
rotacionado;
Se ω0> 0, dire¸c˜ao anti-hor´aria.
Se ω0< 0, dire¸c˜ao hor´aria.
Lembrando: |ej (ω0t)| = 1!
O fasor faz uma revolu¸c˜ao completa a cada 2π radianos; O tempo que leva para completar uma revolu¸c˜ao ´e T0:
ω0T0 = (2πf0)T0 = 2π ⇒ T0=
1 f0
Exponenciais Complexas
Multiplicando-se X = Aej φ por ej (ω0t) faz com que X seja
rotacionado;
Se ω0> 0, dire¸c˜ao anti-hor´aria.
Se ω0< 0, dire¸c˜ao hor´aria. Lembrando: |ej (ω0t)| = 1!
O fasor faz uma revolu¸c˜ao completa a cada 2π radianos; O tempo que leva para completar uma revolu¸c˜ao ´e T0:
ω0T0 = (2πf0)T0 = 2π ⇒ T0=
1 f0
Exponenciais Complexas
Multiplicando-se X = Aej φ por ej (ω0t) faz com que X seja
rotacionado;
Se ω0> 0, dire¸c˜ao anti-hor´aria.
Se ω0< 0, dire¸c˜ao hor´aria. Lembrando: |ej (ω0t)| = 1!
O fasor faz uma revolu¸c˜ao completa a cada 2π radianos;
O tempo que leva para completar uma revolu¸c˜ao ´e T0:
ω0T0 = (2πf0)T0 = 2π ⇒ T0=
1 f0
Exponenciais Complexas
Multiplicando-se X = Aej φ por ej (ω0t) faz com que X seja
rotacionado;
Se ω0> 0, dire¸c˜ao anti-hor´aria.
Se ω0< 0, dire¸c˜ao hor´aria. Lembrando: |ej (ω0t)| = 1!
O fasor faz uma revolu¸c˜ao completa a cada 2π radianos; O tempo que leva para completar uma revolu¸c˜ao ´e T0:
ω0T0 = (2πf0)T0 = 2π ⇒ T0=
1 f0
Exponenciais Complexas
Demo:
Exponenciais Complexas
F´ormulas de Euler inversas:
cos θ = e j θ+ e−jθ 2 sin θ = e j θ− e−jθ 2j
Podemos expressar cos(ω0t + φ) como uma soma de exponenciais
complexas: A cos(ω0t + φ) = A ej (ω0t+φ)+ e−j(ω0t+φ) 2 ! = Ae j φej ω0t+ Ae−jφe−jω0t 2 = 1 2Xe j (ω0t)+1 2X ∗ e−j(ω0t) = 1 2˜x (t) + 1 2x˜ ∗ (t) = <[˜x (t)]
Exponenciais Complexas
F´ormulas de Euler inversas:
cos θ = e j θ+ e−jθ 2 sin θ = e j θ− e−jθ 2j
Podemos expressar cos(ω0t + φ) como uma soma de exponenciais
complexas: A cos(ω0t + φ) = A ej (ω0t+φ)+ e−j(ω0t+φ) 2 ! = Ae j φej ω0t+ Ae−jφe−jω0t 2 = 1 2Xe j (ω0t)+1 2X ∗ e−j(ω0t) = 1 2˜x (t) + 1 2x˜ ∗ (t) = <[˜x (t)]
Exponenciais Complexas
Demo:
Exponenciais Complexas
Queremos provar que:
x (t) = N X k=1 Akcos(ω0t + φk) = A cos(ω0t + φ) temos que: A cos(ω0t + φ) = < n Aej (ω0t+φ)o= <nAej ω0tej φo e que < ( N X k=1 Xk ) = N X k=1 < {Xk} Logo: N X k=1 Akcos(ω0t + φk) =?
Exponenciais Complexas
Queremos provar que:
x (t) = N X k=1 Akcos(ω0t + φk) = A cos(ω0t + φ) temos que: A cos(ω0t + φ) = < n Aej (ω0t+φ)o= <nAej ω0tej φo e que < ( N X k=1 Xk ) = N X k=1 < {Xk} Logo: N X k=1 Akcos(ω0t + φk) =?
Exponenciais Complexas
Queremos provar que:
x (t) = N X k=1 Akcos(ω0t + φk) = A cos(ω0t + φ) temos que: A cos(ω0t + φ) = < n Aej (ω0t+φ)o= <nAej ω0tej φo e que < ( N X k=1 Xk ) = N X k=1 < {Xk} Logo: N X k=1 Akcos(ω0t + φk) =?
Exponenciais Complexas
Queremos provar que:
x (t) = N X k=1 Akcos(ω0t + φk) = A cos(ω0t + φ) temos que: A cos(ω0t + φ) = < n Aej (ω0t+φ)o= <nAej ω0tej φo e que < ( N X k=1 Xk ) = N X k=1 < {Xk} Logo: N X k=1 Akcos(ω0t + φk) =?
Exponenciais Complexas
N X k=1 Akcos(ω0t + φk) = N X k=1 <nAkej (ω0t+φk) o = < ( N X k=1 Akej ω0tej φk ) = < ( N X k=1 Akej φk ! ej ω0t ) = <nAej φej ω0to = A cos(ω0t + φ)Espectro
Espectro: representa¸c˜ao de um sinal no dom´ınio da frequˆencia que revela o conte´udo em freqˆencia do sinal;
De acordo com a express˜ao inversa de Euler: xa(t) = A cos(ω0t + φ) = A 2e j ω0tej φ+ A 2e −jω0te−jφ
Soma de dois fasores, representados por: {(X /2, F ) , (X∗/2, −F )} X = Aej φ, X∗ = Ae−jφ e F = ω0/(2π)
Espectro
Espectro: representa¸c˜ao de um sinal no dom´ınio da frequˆencia que revela o conte´udo em freqˆencia do sinal;
De acordo com a express˜ao inversa de Euler: xa(t) = A cos(ω0t + φ) = A 2e j ω0tej φ+A 2e −jω0te−jφ
Soma de dois fasores, representados por: {(X /2, F ) , (X∗/2, −F )} X = Aej φ, X∗ = Ae−jφ e F = ω0/(2π)
Espectro
Espectro: representa¸c˜ao de um sinal no dom´ınio da frequˆencia que revela o conte´udo em freqˆencia do sinal;
De acordo com a express˜ao inversa de Euler: xa(t) = A cos(ω0t + φ) = A 2e j ω0tej φ+A 2e −jω0te−jφ
Soma de dois fasores, representados por: {(X /2, F ) , (X∗/2, −F )} X = Aej φ, X∗ = Ae−jφ e F = ω0/(2π)
Espectro
Espectro: representa¸c˜ao de um sinal no dom´ınio da frequˆencia que revela o conte´udo em freqˆencia do sinal;
De acordo com a express˜ao inversa de Euler: xa(t) = A cos(ω0t + φ) = A 2e j ω0tej φ+A 2e −jω0te−jφ
Soma de dois fasores, representados por: {(X /2, F ) , (X∗/2, −F )} X = Aej φ, X∗ = Ae−jφ e F = ω0/(2π)
Espectro
xa(t) = cos(2πF1t) + cos(2πF2t)
F1 = Fc− F∆
F2 = Fc+ F∆
Frequˆencia central: Fc = (F1+ F2)/2
Frequˆencia de desvio: F∆= (F2− F1)/2
F∆<< Fc
Espectro
xa(t) = cos(2πF1t) + cos(2πF2t)
F1 = Fc− F∆
F2 = Fc+ F∆
Frequˆencia central: Fc = (F1+ F2)/2
Frequˆencia de desvio: F∆= (F2− F1)/2
F∆<< Fc
Espectro
xa(t) = cos(2πF1t) + cos(2πF2t)
F1 = Fc− F∆
F2 = Fc+ F∆
Frequˆencia central: Fc = (F1+ F2)/2
Frequˆencia de desvio: F∆= (F2− F1)/2
F∆<< Fc
Espectro
xa(t) = cos(2πF1t) + cos(2πF2t)
F1 = Fc− F∆
F2 = Fc+ F∆
Frequˆencia central: Fc = (F1+ F2)/2
Frequˆencia de desvio: F∆= (F2− F1)/2
F∆<< Fc
Espectro
xa(t) = cos(2πF1t) + cos(2πF2t)
Somar duas sen´oides com frequˆencias muito parecidas == multiplicar duas sen´oides com frequˆencias bem distantes!
Espectro
Qual o efeito de multiplicar uma sen´oide com alta frequˆencia (e.g., 2000 Hz) por uma de baixa (e.g., 20 Hz)?
Aplica¸c˜
ao
Qual o efeito de multiplicar uma sen´oide com alta frequˆencia (e.g., 2000 Hz) por uma de baixa (e.g., 200 Hz)?
Aplica¸c˜
ao
Modula¸c˜ao
xa(t) = va(t) cos(2πFct)
va(t): sinal a ser transmitido;
cos(2πFct): sinal da portadora