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Indicado para professores, alunos e f uncionários.

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Academic year: 2021

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Indicado para professores,

alunos e funcionários.

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Caro leitor,

O objetivo deste manual é sensibilizar a comunidade acadêmica para as questões relacionadas à inclusão, assim como, esclarecer algumas dúvidas no que diz respeito à presença dessas pessoas com deficiências (PCD’S) em nossa instituição e ofertar algumas dicas para que possamos receber este aluno com um olhar que faça a diferença e não o faça simplesmente DIFERENTE, afinal de contas a PESSOA COM DEFICIÊNCIA é antes de mais nada uma PESSOA, com suas, particularidades e contradições em busca de igualdade de oportunidades e participação na sociedade.

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Reconhecendo a Pessoa

com Deficiência (PCD)

A pessoa com deficiência (PCD) nem sempre se declara como tal, algumas vezes é necessário um olhar mais atento por parte dos colegas de sala e dos professores. É claro que temos que respeitar a singularidade de cada um, se foi uma opção do colega não se declarar, precisamos compreender, mas, se diante um acolhimento maior por parte da turma e dos professores, não o fará sentir-se mais a vontade? Pense nisso.

Quando sentir confiança certamente este aluno falará a respeito de suas limitações e das dificuldades que está sentindo. Não faça de conta que a

deficiência não existe, se você se relacionar dessa forma, estará ignorando uma característica importante dessa pessoa. Não subestime as possibilidades, nem superestime a deficiência.

1. Pessoas com Deficiência Física e Motora

• Diante de um cadeirante procure sempre readequar sua postura, portanto, sente-se para conversar ; • Não se apoie na cadeira de rodas, pois ela funciona como uma extensão do corpo de quem a usa;

• Ao conduzir uma pessoa em cadeira de rodas faça-o com cuidado, se por um acaso no meio do caminho parar para conversar com alguém tenha a atenção em inserir aquele que está na cadeira de rodas no bate papo e movimente-o na direção da conversa; • Pessoas com paralisia cerebral em cadeira de rodas possuem um funcionamento mais complexo, algumas podem emitir movimentos involuntários de braços e pernas, assim como, apresentar certa dificuldade para falar, caso não compreenda peça para pessoa repetir.

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Que Pessoas com

Deficiências Iremos

Encontrar na Faculdade?

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2. Pessoas Cegas ou com Deficiência Visual

• Quando for se relacionar com uma pessoa cega identifique-se faça-a perceber que está falando com ela. Lembre-se a pessoa é cega, portanto, não há a necessidade de falar alto, use o tom de voz com naturalidade;

• Durante a conversa evite gestos e grandes explicações com movimentos de braços, cabeça ou apontando os lugares, seja objetivo e claro em sua fala;

• Caso ofereça ajuda para uma caminhada coloque a mão da pessoa cega sobre o seu ombro ou em seu cotovelo dobrado, conforme seja a preferência dela, sinalize durante a caminhada a presença de obstáculos, caso esteja guiando em direção a uma cadeira permita que ela sinta onde está o objeto para que possa sentar-se sozinha ;

• Não exclua a pessoa com deficiência visual de nenhuma atividade deixe que ela decida se quer ou não participar; • Sempre que se afastar, informe, pois a pessoa cega nem sempre perceberá a sua saída.

*********

3. Pessoas com Deficiência Auditiva e/ou Surdas

• Atenção não é correto dizer que tal pessoa é surdo-mudo, pois muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar, portanto, passaram a se comunicar de outras formas, como por exemplo, através da leitura labial ou da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS);

• Ao conversar com uma pessoa surda fale naturalmente, não há necessidade de gritar ou falar alto, a não ser que lhe seja pedido, sua linguagem precisa ser clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exageros nas gesticulações; • Fale olhando diretamente para a

pessoa sua boca deve ficar visível, estar num lugar iluminado facilita para que a pessoa veja o seu rosto;

• Nem sempre a pessoa surda tem boa dicção, caso não compreenda o que ela está tentando dizer peça para ela repetir;

• Mantenha o contato visual caso você desvie o olhar a pessoa surda poderá acreditar que a conversa terminou;

4. Pessoas com Deficiência Intelectual

• Você deve agir naturalmente diante de uma pessoa com deficiência intelectual, caso seja adulta trate-a como adulta. Não ignore-a, seja gentil, converse e lhe dê atenção.

• Não superproteja e nem subestime sua capacidade. Muitas vezes aquele que apresenta deficiência intelectual demora mais tempo para aprender e adquirir habilidades sociais

• A deficiência intelectual não deve ser confundida com doença mental, a qual está mais relacionada aos transtornos de ordem psicológica e psiquiátrica, já a deficiência intelectual, diz respeito ao déficit em alguma área relacionada ao

desenvolvimento, como por exemplo, cognição, linguagem, habilidades sociais, entre outras.

5. Pessoas com Transtorno Global do Desenvolvimento

Geralmente essas pessoas apresentam um quadro de alterações no desenvol-vimento neuropsicomotor , comprome-timento nas relações sociais, na comunicação, repertório de interesses e atividades restrito, movimento estereotipado e repetitivo. Incluem-se neste grupo pessoas com síndrome do espectro autista.

6. Pessoas com Altas Habilidades/ Superdotação

Todos esses por lei tem o direito ao atendimento educacional especializa-do, por outro laespecializa-do, também poderemos nos deparar com outros alunos que não serão classificados diretamente como alunos de inclusão, mas que poderão contar também com o atendimento educacional especializa-do de uma outra forma, tais como: os alunos com os mais diversos transtor-nos, inclusive aqueles relacionados a área do aprendizado, tais como: o déficit de atenção e a dislexia, por exemplo .

http://www.pessoacomdeficiencia.go-

v.br/app/acessibilidade/ma-nual-de-orientacao-e-apoio-para-atend imento-pessoas-com-deficiencia

Acho que ele precisa de ajuda. Percebo que faz leitura labial. Vou me aproximar.

Sinto ele tão distante... parece que não consigo alcançá-lo.

Não gostaria que meus colegas percebessem que sou deficiente auditivo.

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A pessoa com deficiência (PCD) nem sempre se declara como tal, algumas vezes é necessário um olhar mais atento por parte dos colegas de sala e dos professores. É claro que temos que respeitar a singularidade de cada um, se foi uma opção do colega não se declarar, precisamos compreender, mas, se diante um acolhimento maior por parte da turma e dos professores, não o fará sentir-se mais a vontade? Pense nisso.

deficiência não existe, se você se relacionar dessa forma, estará ignorando uma característica importante dessa pessoa. Não subestime as possibilidades, nem superestime a deficiência.

1. Pessoas com Deficiência Física e Motora

• Diante de um cadeirante procure sempre readequar sua postura, portanto, sente-se para conversar ; • Não se apoie na cadeira de rodas, pois ela funciona como uma extensão do corpo de quem a usa;

• Ao conduzir uma pessoa em cadeira de rodas faça-o com cuidado, se por um acaso no meio do caminho parar para conversar com alguém tenha a atenção em inserir aquele que está na cadeira de rodas no bate papo e movimente-o na direção da conversa; • Pessoas com paralisia cerebral em cadeira de rodas possuem um funcionamento mais complexo, algumas podem emitir movimentos

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2. Pessoas Cegas ou com Deficiência Visual

• Quando for se relacionar com uma pessoa cega identifique-se faça-a perceber que está falando com ela. Lembre-se a pessoa é cega, portanto, não há a necessidade de falar alto, use o tom de voz com naturalidade;

• Durante a conversa evite gestos e grandes explicações com movimentos de braços, cabeça ou apontando os lugares, seja objetivo e claro em sua fala;

• Caso ofereça ajuda para uma caminhada coloque a mão da pessoa cega sobre o seu ombro ou em seu cotovelo dobrado, conforme seja a preferência dela, sinalize durante a

• Não exclua a pessoa com deficiência visual de nenhuma atividade deixe que ela decida se quer ou não participar; • Sempre que se afastar, informe, pois a pessoa cega nem sempre perceberá a sua saída.

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3. Pessoas com Deficiência Auditiva e/ou Surdas

• Atenção não é correto dizer que tal pessoa é surdo-mudo, pois muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar, portanto, passaram a se comunicar de outras formas, como por exemplo, através da leitura labial ou da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS);

• Ao conversar com uma pessoa surda fale naturalmente, não há necessidade

pessoa sua boca deve ficar visível, estar num lugar iluminado facilita para que a pessoa veja o seu rosto;

• Nem sempre a pessoa surda tem boa dicção, caso não compreenda o que ela está tentando dizer peça para ela repetir;

• Mantenha o contato visual caso você desvie o olhar a pessoa surda poderá acreditar que a conversa terminou;

4. Pessoas com Deficiência Intelectual

• Você deve agir naturalmente diante de uma pessoa com deficiência intelectual, caso seja adulta trate-a como adulta. Não ignore-a, seja gentil, converse e lhe dê atenção.

• Não superproteja e nem subestime sua capacidade. Muitas vezes aquele que apresenta deficiência intelectual demora mais tempo para aprender e adquirir habilidades sociais

desenvolvimento, como por exemplo, cognição, linguagem, habilidades sociais, entre outras.

5. Pessoas com Transtorno Global do Desenvolvimento

Geralmente essas pessoas apresentam um quadro de alterações no desenvol-vimento neuropsicomotor , comprome-timento nas relações sociais, na comunicação, repertório de interesses e atividades restrito, movimento estereotipado e repetitivo. Incluem-se neste grupo pessoas com síndrome do espectro autista.

6. Pessoas com Altas Habilidades/ Superdotação

Todos esses por lei tem o direito ao atendimento educacional especializa-do, por outro laespecializa-do, também poderemos nos deparar com outros alunos que não serão classificados diretamente como alunos de inclusão, mas que poderão contar também com o atendimento educacional especializa-do de uma outra forma, tais como: os alunos com os mais diversos transtor-nos, inclusive aqueles relacionados a área do aprendizado, tais como: o déficit de atenção e a dislexia, por exemplo .

http://www.pessoacomdeficiencia.go-

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A pessoa com deficiência (PCD) nem sempre se declara como tal, algumas vezes é necessário um olhar mais atento por parte dos colegas de sala e dos professores. É claro que temos que respeitar a singularidade de cada um, se foi uma opção do colega não se declarar, precisamos compreender, mas, se diante um acolhimento maior por parte da turma e dos professores, não o fará sentir-se mais a vontade? Pense nisso.

Quando sentir confiança certamente este aluno falará a respeito de suas limitações e das dificuldades que está sentindo. Não faça de conta que a

deficiência não existe, se você se relacionar dessa forma, estará ignorando uma característica importante dessa pessoa. Não subestime as possibilidades, nem superestime a deficiência.

1. Pessoas com Deficiência Física e Motora

• Diante de um cadeirante procure sempre readequar sua postura, portanto, sente-se para conversar ; • Não se apoie na cadeira de rodas, pois ela funciona como uma extensão do corpo de quem a usa;

• Ao conduzir uma pessoa em cadeira de rodas faça-o com cuidado, se por um acaso no meio do caminho parar para conversar com alguém tenha a atenção em inserir aquele que está na cadeira de rodas no bate papo e movimente-o na direção da conversa; • Pessoas com paralisia cerebral em cadeira de rodas possuem um funcionamento mais complexo, algumas podem emitir movimentos involuntários de braços e pernas, assim como, apresentar certa dificuldade para falar, caso não compreenda peça para pessoa repetir.

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2. Pessoas Cegas ou com Deficiência Visual

• Quando for se relacionar com uma pessoa cega identifique-se faça-a perceber que está falando com ela. Lembre-se a pessoa é cega, portanto, não há a necessidade de falar alto, use o tom de voz com naturalidade;

• Durante a conversa evite gestos e grandes explicações com movimentos de braços, cabeça ou apontando os lugares, seja objetivo e claro em sua fala;

• Caso ofereça ajuda para uma caminhada coloque a mão da pessoa cega sobre o seu ombro ou em seu cotovelo dobrado, conforme seja a preferência dela, sinalize durante a caminhada a presença de obstáculos, caso esteja guiando em direção a uma cadeira permita que ela sinta onde está o objeto para que possa sentar-se sozinha ;

• Não exclua a pessoa com deficiência visual de nenhuma atividade deixe que ela decida se quer ou não participar; • Sempre que se afastar, informe, pois a pessoa cega nem sempre perceberá a sua saída.

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3. Pessoas com Deficiência Auditiva e/ou Surdas

• Atenção não é correto dizer que tal pessoa é surdo-mudo, pois muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar, portanto, passaram a se comunicar de outras formas, como por exemplo, através da leitura labial ou da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS);

• Ao conversar com uma pessoa surda fale naturalmente, não há necessidade de gritar ou falar alto, a não ser que lhe seja pedido, sua linguagem precisa ser clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exageros nas gesticulações; • Fale olhando diretamente para a

pessoa sua boca deve ficar visível, estar num lugar iluminado facilita para que a pessoa veja o seu rosto;

• Nem sempre a pessoa surda tem boa dicção, caso não compreenda o que ela está tentando dizer peça para ela repetir;

• Mantenha o contato visual caso você desvie o olhar a pessoa surda poderá acreditar que a conversa terminou;

4. Pessoas com Deficiência Intelectual

• Você deve agir naturalmente diante de uma pessoa com deficiência intelectual, caso seja adulta trate-a como adulta. Não ignore-a, seja gentil, converse e lhe dê atenção.

• Não superproteja e nem subestime sua capacidade. Muitas vezes aquele que apresenta deficiência intelectual demora mais tempo para aprender e adquirir habilidades sociais

• A deficiência intelectual não deve ser confundida com doença mental, a qual está mais relacionada aos transtornos de ordem psicológica e psiquiátrica, já a deficiência intelectual, diz respeito ao déficit em alguma área relacionada ao

desenvolvimento, como por exemplo, cognição, linguagem, habilidades sociais, entre outras.

5. Pessoas com Transtorno Global do Desenvolvimento

Geralmente essas pessoas apresentam um quadro de alterações no desenvol-vimento neuropsicomotor , comprome-timento nas relações sociais, na comunicação, repertório de interesses e atividades restrito, movimento estereotipado e repetitivo. Incluem-se neste grupo pessoas com síndrome do espectro autista.

6. Pessoas com Altas Habilidades/ Superdotação

Todos esses por lei tem o direito ao atendimento educacional especializa-do, por outro laespecializa-do, também poderemos nos deparar com outros alunos que não serão classificados diretamente como alunos de inclusão, mas que poderão contar também com o atendimento educacional especializa-do de uma outra forma, tais como: os alunos com os mais diversos transtor-nos, inclusive aqueles relacionados a área do aprendizado, tais como: o déficit de atenção e a dislexia, por exemplo .

http://www.pessoacomdeficiencia.go-

v.br/app/acessibilidade/ma-nual-de-orientacao-e-apoio-para-atend imento-pessoas-com-deficiencia

(6)

A pessoa com deficiência (PCD) nem sempre se declara como tal, algumas vezes é necessário um olhar mais atento por parte dos colegas de sala e dos professores. É claro que temos que respeitar a singularidade de cada um, se foi uma opção do colega não se declarar, precisamos compreender, mas, se diante um acolhimento maior por parte da turma e dos professores, não o fará sentir-se mais a vontade? Pense nisso.

deficiência não existe, se você se relacionar dessa forma, estará ignorando uma característica importante dessa pessoa. Não subestime as possibilidades, nem superestime a deficiência.

1. Pessoas com Deficiência Física e Motora

• Diante de um cadeirante procure sempre readequar sua postura, portanto, sente-se para conversar ; • Não se apoie na cadeira de rodas, pois ela funciona como uma extensão do corpo de quem a usa;

• Ao conduzir uma pessoa em cadeira de rodas faça-o com cuidado, se por um acaso no meio do caminho parar para conversar com alguém tenha a atenção em inserir aquele que está na cadeira de rodas no bate papo e movimente-o na direção da conversa; • Pessoas com paralisia cerebral em cadeira de rodas possuem um funcionamento mais complexo, algumas podem emitir movimentos

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2. Pessoas Cegas ou com Deficiência Visual

• Quando for se relacionar com uma pessoa cega identifique-se faça-a perceber que está falando com ela. Lembre-se a pessoa é cega, portanto, não há a necessidade de falar alto, use o tom de voz com naturalidade;

• Durante a conversa evite gestos e grandes explicações com movimentos de braços, cabeça ou apontando os lugares, seja objetivo e claro em sua fala;

• Caso ofereça ajuda para uma caminhada coloque a mão da pessoa cega sobre o seu ombro ou em seu cotovelo dobrado, conforme seja a preferência dela, sinalize durante a

• Não exclua a pessoa com deficiência visual de nenhuma atividade deixe que ela decida se quer ou não participar; • Sempre que se afastar, informe, pois a pessoa cega nem sempre perceberá a sua saída.

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3. Pessoas com Deficiência Auditiva e/ou Surdas

• Atenção não é correto dizer que tal pessoa é surdo-mudo, pois muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar, portanto, passaram a se comunicar de outras formas, como por exemplo, através da leitura labial ou da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS);

• Ao conversar com uma pessoa surda fale naturalmente, não há necessidade

pessoa sua boca deve ficar visível, estar num lugar iluminado facilita para que a pessoa veja o seu rosto;

• Nem sempre a pessoa surda tem boa dicção, caso não compreenda o que ela está tentando dizer peça para ela repetir;

• Mantenha o contato visual caso você desvie o olhar a pessoa surda poderá acreditar que a conversa terminou;

4. Pessoas com Deficiência Intelectual

• Você deve agir naturalmente diante de uma pessoa com deficiência intelectual, caso seja adulta trate-a como adulta. Não ignore-a, seja gentil, converse e lhe dê atenção.

• Não superproteja e nem subestime sua capacidade. Muitas vezes aquele que apresenta deficiência intelectual demora mais tempo para aprender e adquirir habilidades sociais

desenvolvimento, como por exemplo, cognição, linguagem, habilidades sociais, entre outras.

5. Pessoas com Transtorno Global do Desenvolvimento

Geralmente essas pessoas apresentam um quadro de alterações no desenvol-vimento neuropsicomotor , comprome-timento nas relações sociais, na comunicação, repertório de interesses e atividades restrito, movimento estereotipado e repetitivo. Incluem-se neste grupo pessoas com síndrome do espectro autista.

6. Pessoas com Altas Habilidades/ Superdotação

Todos esses por lei tem o direito ao atendimento educacional especializa-do, por outro laespecializa-do, também poderemos nos deparar com outros alunos que não serão classificados diretamente como alunos de inclusão, mas que poderão contar também com o atendimento educacional especializa-do de uma outra forma, tais como: os alunos com os mais diversos transtor-nos, inclusive aqueles relacionados a área do aprendizado, tais como: o déficit de atenção e a dislexia, por exemplo .

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