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PRINCIPIOS

DE

ESTETICA

APLICADOS

A

DE

NTISTICA

E W E R Ì O N N O C C H Ì C O N C E I ç Á O A L E X A N D R E S E V E R O M A S O Ì Ì I

(3)

3 0 0 | capíurors p R Ì N c i p r o s o E E s Ì É Ì Ì c a a p L Ì c a D o s À D E N Ì i s Ì r c a

Um deÌaÌhe fundamentaÌ a ser salientado é o de que aruaÌ-menteépossível aÌuar em dentística com ênfase em pro, cedimentos estéticos de modo ético, comprometiclo com uma visão de promoção d€ saúde Ìcalmente inlegraÌ e, o mais reÌevante, com preúsibiÌidade de resuÌÌados susten-tados por evidência científica em diveÌsos proredimen-tos dircús e indÍeproredimen-tosr a'atót. Assim como nas especiali, dades que envolvem um diagnóstico e eventual interven-ção, é essencial que o profissionaÌ "enxergue" o indM-d r r o í ' r 0 e s e u re . p e c t i \ o q u d d r o d e . a ú d c . d o e n ( , 1 . e n ; o apenas o dente ou a Ìesáode cárie; na odontoÌogia estéti, ca também é fundamentaÌ que o profissìonaÌ deservoÌva a capacidade de ter uma visão mals ampla - ftacroestética

e uma obseÍvação mais focada nos dentes ,n |croeJfádca. A macroestétÌca compreende essencìaÌmente os latorcs e . r ê r i c o \ f e l d ( i o n ã d o , à l a c e e d o p e r i o d o n t o e d ü ç à o dos dentes em grupo, e a micÌoestétÌca anaÌisa os deÌaÌhes que compõem a esrérica do denre ìndiüdualmente.

PoÌtanto, é imporranÌe que o clínico esteja habilitado a obseÌvar aspecÌos e detaÌhes que são fundamentais para um adequado pÌalejamento e, conseqüentemente, para a execução de um coÍeto traÌamento restauradoÌ estético, Desse modo, o pÌofissionaÌ lerá a correÌa percepçáo de qnc a odontoÌogfu estétìcd é uma ciêücia a, espedaÌìdade que dete estar d ser''lço da sdútle. Muitas publicações es!ão dispo, níveis nessa área, com excclenle qualidade e apresen-lando uma série de ìnformaçôes c subsídios reÌevantes para os proíissìonaisrt tÌLr:. Enúetanto, teÌnos observado que a absor(ão desse conhecimcnlo e sua aplicaçáo na prática clínica diária geralnente sáo difíccis. Isso kÌvez se deva ao faÌo de que muilos desses con(eitos envoÌvem aspectos relacionados a ouúas áÌeas, comopsicoìogia, íi, Ìosofia e mat€mática, denÌre outras, ou eventuaÌmente porque exigem o desenvolúmen[o de uma capacidad€ âpurada de observação e treinamento.

Se consideraÌmos especiíicamenle os prccedimentos restauÌadoÌes estéticos que üsam "imitar" ou simuÌar a aparôncia de parte ou de toda poÌçáo coronárìa dos dentes natuÌais, notamos facilmente que a grande maioÍia dos d e n r i \ r d . l c m b o r h à b d i l ì d d e m d n u d l o u c o o r d e n a ç a o m o -tora para executar as reslauÌaçôes, EnÌretanto, nem todos aliam a essa capacidade o scnso deobservação apurada e u m p r o l o c o l o ( ì ú j L o p d r d r e d ì i / i r u m . r . r ( - / r i r d o \ p r i n ( Ì -pios estéticos que devem serconsiderãdos anles, durante e após a reaÌização depÌocedimentos resrauÌadores esréri-cos. Isso, sem dúvida, faz a dìferença no senfido de obrer ÍesuÌtados preüsíveis, efetivamente integrados com os dentes naturais e que proporcionem uma aparência esté-Ììca mais ÍãvoÌável do so iso.

de mic]oeÍética salientando detaÌhes fundâmenrais o planejamento restaurador estético.

PRINCÍPIOS

DE IVIACROESTÉIICA

Face

A Í d ( e e o p o n ro b d s i . o d o e q u i h b Í i o e s l e l i ( o , e o

O objctivo desre capíÌuÌo é citaÌ os pÌincípios de croestéÌica e discutir mais detalhadamente os

m e n l o e o rrJrJmenro e m o d o n r o ì o g ì a e ' l i r i c a

Ìido verticaÌ quanto no horizonlaÌ, podem ser util como pontos de referência para ÌealizaÍ uma anáLise estar iÌltegrâdos e em hamonia com eÌa. O sorriso segmento mais importanlee o primeiro em que as concenÌram sua observação quando oÌham ouÌra seguido por oÌhos, rariz, cabelo e demais deraÌhes compõem a Íãce. Muilas Ìinhâs imaginárias, tantono

tica da iàce epodem sermais detaÌhadamenae es em diversas pubÌicaçõesriri Ìr.

Ìnos analisaÌ pÌincipaÌmenÌe os seguintes aspectos: Formâ da Íace: de modo geral, podcmos clas

, r / e . n o L a s o e \ p e ( i l r ( o d d d n á l i \ e e r l e t i c a d a f r c e ,

os tipos de forma da face em quadrada, Ì d a n g u l a r ( F i g u r a s Ì 5 . Ì a Ì5.1). E m t 9 1 4 O ìmporÌante é que o prolissional estabeÌeça um

sugeriu que há uma relação entre a forma dâ e a íorma dos dentes'4. EnÌÌeranÌo, GoÌdÍein', menÌou que náo há obrigaroriamente uma direta entre a forma da face e a forma dos

forma finaÌ de dentes a seÍem iesÌauradosrr. a pÍeocupação de harmonizaÌ a íoÍma dos os outros aspectos que compÕem uma análisc l d t i c a d e v e m s e r c o n s i d e r a d o s p a r a esrab

te o aspecto mais relevante. Por sÌra vez, uma vação da face em perfiÌ eventualmente serve com a personalidade do clìente seja resu

detectar aÌteraçôes da relação mand que podem ocoÌreÌ por razões denÌárias ou lóticas, influencìando a IoÌma da face. Essas ções podem ser tratadas peÌa ortodontia ou ci bucomaxilofacial, respectivamenÌe. O profis pode usar Ììnhas de referência que diúdem a

Linha mediana daÍac€: uma visrà Ironral do cli em terços. tanto [ronral (omo em perfi l, para car o equìÌíbrio ou a propoÍcionaÌidade enrrE partes que compóem a Íãce.

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oÉNÌlsÌìca | 301

: r.rr 15.5

Figura 15.2

gum desüo da ÌiÌüa mediana da face. Os pontos dc rcleÌência paÌa deteÍminaÌ a liÌüa mediana da Íace são a glabela, a pontado nariz, o fìÌtÍo ÌabiaÌ e a ponta do mento. Uma aÌteÌaçáo dessa Ìinha pode repÍesentar uma ruptura no equiÌíbio ou na sime-lÍia entre as estrutuias faciais e, assim, prejudicaÌ a âparência estélica. Casoisso seja detectado, pode indi€aÌ â ne€essidade de tratamento ortodôntico ou de coÌreções de má ocÌusão com ajusÌes dentá-rios €/ou pÌóteses, por exemplo.

ünha interpupilar: a Ìinha interpupilar deve serba-sica mente paraleÌa ao pÌano incisaÌ dos dentes su-p€riores e ao contomo da margem gengival (FiguÉ

15.4). Pequenas incÌinações podem náo geÌaÌ de-\ e q u i l r b r i o e s t e l i c o i m p o r t a n t e , m d \ d l t e Í a \ õ e \ m a i \ e ü d e n l e s e n r r e e s s a s t r ê ç l i n h a \ im a g i n a Ì i a s h o r i z o n t a i \ p o d e m l e v d r à n e ( e ç . i d a d e d e ( o r r i g i r o plano gengivaÌ ou até de empÍegar ortodontia ou cirurgia aÍIÌes de confeccìonar restauraçôes es-róÌicas em dentes antedorcs.

Plano incisal: o plano incisaÌ deve estar paÍaÌeÌo à liÍha inteÌpupiÌar e à ÌiÌüa geryivaÌ para pÌopicraÌ

Fìgura 15.6

Ípo de soÍÍiso médio.

tigura 15.4 Linha inteÍpup laÍ.

um equilíbrio estético, especiaÌmente em pessoas com sorrìso aÌÌo.

. Ìipo de soÍÍiso: o quanto de exposição dos dentes ocore duÌante o soÌriso é um parâmetro utilizado paÌa clâssificar os iipos de sorriso em alto, médio

figura 15.3

FoÍÍna da face l anqulêr

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3 0 2 | caproro r s p R Ì N c i p l o s D E E s r É Ì r c À  P L r c  D o s À D E N r l s r Ì c a

e baj-xo. O soÌriso alto é aqueÌe que expóe toda a d ì r u r d , e r v i c o i n c i ( a l d o ' d e n r e . ; n t e Í o - ç u p e r i o r e ç e u m a á r e a d e Sengiva l F i g u r d 1 5 . 5 r O \ o r r i . o m é -dio peÌmite â visuaÌização da rotalidadeou de peÌo menos 75% da aÌlura da coroa cÌínica dos dentes ânteÍo- superioÌes e aspapiÌas inteÌdenÌais (Figura 15.6). O soÍiso baúo é aqüeÌe em que apenas 75% ou menos da altura da coroa cÌínica dos dentes ânlero-supcriores são úsíveis (Figurã Ì5.7). . Tipo de lábio: aÌgumas proporçôes podem ser

usa-das comoreleÌências paÌa descrever um lábio este-Ìicamenac agradáveÌ. De modo geÌaÌ, ocorre um alaÍamento interÌabiaÌ entre Ì e 5 mm em repou-so. Para cÌassiíicar os difeÌentes tipos de lábios, podemos usaÍ uma relerência veÌticaÌ e outra hoÌi z o n t a Ì . N a p Ì i m e i r a , d i v i d i m o s o s Ì á b i o s e m gÌossos, médios e fìnos. Com Ìelaçáo ao senÌìdo hoÌizontaÌ, podemos diüdiÌ os Ìábios em largos, médios ou estÌeitos. Do ponto de vista cÌínico, os pacientes com lábios fìnos geÌalmente apresentam maior exposição dos dentes e especiaÌmente da gengiva durante o soÌriso, enquanto, naqueles com lábios grossos, ocorre exatamenle o contráÌìo- o comprimento do Ìábio supeior pode seÌ medido pela distância enÍeo subnasale o pontomais alto do lábio superioÌ, com uma medida média entre Ì9 e 22 mm, e do lábio inferiot peÌa disúncia do seu ponto mais baixo até o ponto mais saliente do mcnto. Entáo, podemos classificar os Ìábios em Ìongos, médios ou curÌos.

P€riodonto

PaÌa haveÌ ìima haÌmonia esÌética do sorÌiso, é

Ìe a condição do periodonio, e os pÌincipais detaÌh6 s e r e m o b \ e r v d d o ( d o p o n l o d e ü \ r a e ì é l j c o \á o :

Contorno gengival: a pÌesença deumcontomo gj,valregulaÍ e contúÌuo com pequeno ao para coronaÌ nos incisivos Ìaterais em p r o p o Í c i o n a u m . c o m p o ! j ç ã o e s l e t i c a m e n t e dável (Figura Ì 5.8). Variaçôes nessa relação prejudicaro equiÌíbrio estélico e desÌa€aÌ negari ç ã o c o m o s in c i s i v o s c e n t r d i s e l : d n i n o s \ u p

mente determinados dentes (FiguÍa Ì5.9). A nutenção dessa condição de dìscrepância no

pÌeparo para reslaurações diÌetâs ou irìdìÌetas envoÌvam loda a superfície vestibular torno gengivaÌ pode difi.uÌhÍ a obtençáo de resuÌtado favoÌáveÌ em um Eatâmento res especiaÌmente emcÌientes com soÌriso aÌtoou dio, Muilas vezes uma pequena correção por de uma ciruJgia plaslica periodontal pode o resuÌtado do tratamento estético interdiscipÌì Zênite do contomo gengival: o ponto mais do contomo gengivaÌ decada dente, ou seja, o gengivaÌ, geÍaÌmente está ÌocaÌizado mais paÌa ÌaÌ do cenÍo do dente (Figura 15.10). Esse as

d e v c 'c r o b . e n d d o e Í e \ p e i t r d o d u r a n l e ã Í a \ e

P a p i l â i n t e r d e n t a l : J m p u . . L i o n a m e n r o , o n e r o p " p i l d inreÍdenÌrl. e ' p e \ i à l m F n L e e m p e s ( o a s lens, pÍomove um fecha men Ìo do espaço jn

Figura I5.8

PacienÌe soÍindo e umâ vista êpÍoxinìada da região ântero superioÍ

ev-denciando um conloÌno qenqvã com "balanço adequado enìre

oslncls-tiguía 15.9

Pacienl€ apíerentando !m contoÍno geng va desÍavorável. 0 contoÍno dos i n ( a ì o s a Ì ã o . à . 7 a d 0 . b d D o d o c o . o o d o , tÌ e r . i 5 p r à ^ i n o . .

(6)

o e r r t s l c a | 303

aspectos devem serconsiderados nesta observação, e den Ì r e e l e ( p o d e m o r ( i l a r :

: - : gengva locaiza-se noíìramêntena posção masdista e el€vada : :_:ïno gengivaldo dênte.

rãl aquém do ponto de contato inteÍproxlÌìal, e isso auxiÌìa em um soüiso esleticamentc equiÌibÌado. Por sua vez, por descuido com as ações de manu-renção da saúde periodontaÌ, por probÌemas de api' nhamento denÌaÌ ou por sobÌecontorno de restaura-çóes, a papiÌa pode apresentaFse hiperplasiada ou Í e r Ì d i d r . " q u e b r a n d o ' a h d r m o n j d d o s o r T i \ o .

bÍtes em gÌupo

: .ondìçáo esÌética agÌadávcl e cquilibÌada dos denÌes : irupo é fundamentaÌ para um soniso bonito. Vários

CurvatuÉ incisal: a linha do sorriso, ou curvatura

i n L i s a l . é d e t e r m i n d d d p o r umd liÍüa imdginirid que hngencia as bordas üÌcisais dos incisivos supe-rioÌes e aponta decúspidedos caninos superiores. Uma condiçáo agradáveÌ é quando essa Ìinìa do soüiso é convexa e acompanìa a curvatura do Ìábio inferior (Figura l5.l Ì ). De modo inverso, se a cur-vatura incisaÌ for côncava, seÌá maÌcante o seu efei Ìo negativo de "V" inverrido na região entre os incisivos cenÌÌais superìores no sordso, por exem-p l o r 5 ( F i g u r a Ì 5 . Ì 2 ) .

linha média dentária: a avaÌiâção da Ìinha média deniáÌia é importantcporque dcteÌminâ a simeüia do arco, já que repÌesenta uma Ìinha imaginária q u e diüdF o. inci.i\o. cen r Í d i \ . u p e Í i o r e ' e o u in -feÌioÌes. Em uma relação dento facial agradáveÌ, â linìa média dcntária está no centro médio da face,

Alinhamento dental: a Fesença de denles aljnhados e bem-posicionados no arco sem dúvida contribuì para a harmonia e o equiÌíbrìo esÌético do soÍiso poÌque permìte uma Ìransiçáo gradual e suave no sentido ânteÍo-postcrior e lálero-centrâl quando a pessoa éústa sorrindo de modo frontaÌ ou Ìa!eÍaÌ, respectivamente ( FiguÌa Ì 5. Ì I ). Um efeito de gra-dação, ou perccpçáo üsual do tamanho dos dentes enÌre siexpostos durante o so[iso, tem um signìJi

r'-? nci!a convêxa acompanhando o lábio lníeÍior, que propoÍciona - .:..d0 eltétcoagÍadável.

Figurã 15.12

(7)

3 0 4 I capítulo15 P R Ì N c í P Ì o s D E Ë s Ì É Ì r c   P L Ì c a D o s À D F N Ì h Ì Ì c a

FiguÍa 15.13

DerìÌesêlnhadospÍopicaÍn um eíe Ìo d€ gradâção e uma harnìan a €sÌéÌica

uma ÌeÌação dessa incÌúação âxiaÌ com o zênitc gengival, e uma rupÌura na disposição da inclinaçio aniaÌ dos denles ânlcÍo-superiores pode prejudic.t lanlo o efeito de gradãção, que é inÌeressanÌe pãra o equiÌíbrio do sorriso, quanto o contoÌno gengi!,àÌ . Proporçao entre os dentes: uma proporçáo equü-b Í a d a d e a l ã r è n ( i r d o \ d e n r e 5 q u d n d o o p d c j e n E solri é fundamenÌaÌ paÍa compor um soÌÌiso esÌeai. camente agradável. Muitas sugestões foÌam reÌata-das na busca de suporte em princípios utiÌizadG n ã d f l e e n d d r q u i r e l u r d d Í r m d e e \ r a b c ì c c c r p a í à . meúos matemáticos ou numédcos para definiÍ a meÌhor proporção enÌÌe os dentes. A mais comrF mente empÌegada é a proporção áuÌea, oll douradè que esÌabeÌere como relação idcal de proporção

cado imporrante para um equiÌíbrio esÌético. A pÍc . ( n ç a dc denre\ g i r d d o \ . d o i n h r J o \ o u e \ c e . s i v ã -m e n t e i n c l ì n a d o s p a Í a v e s t i b u l a r o u p a l a t i n o p o d e inLeÍrompcr uma trânsição visuaÌ agradável dos d e n r e . e m ,onjunro, g e Í d n J o p o n l o ' de len.ào ü -sual que geralmente estão associados com eíeìto es -tÉdco ncgalivo do sorriso (Figuras 15.Ì4 e Ì5.Ì54). . Inclinâçáo à x i a l . ( o n . i d e r J n d o l j ì h a , i m j g i n d r i d .

q u e i n i c i a m n o b o r d o i n c i s a l e d i r i g e n Ì - s e n o s e n t i do apical acompanhando a raiz, ou seja, o eixo lon go do dente, podemos notaÍ que elas se inclinanì para dislal. À medida que deslocanìos nossaobscr' vaçâo do ìncisivo central supeÍioÍ para o incisivo laleÍaÌ e o canìno, respecÌivamente, percebemos que essa inclinaçáo aumenta (Figura 15.Ìó). Há

aparenle dos denles ântero-superioÌes quando \i vaÌor de t:Ì,6Ì8. É pÍeciso eníatizar a di enlÍe dimensão Ìeal e aparente dos dentes, está iÌustrada na Figura Ì5.Ì7, visto que o e da proporção áuÍea está relacionado ao t los dc frente. Então, quando se obse a fron menteuma pessoa soÌrindo, ela apresenta um

j i'o âgrrdjvel c harmôni(n qudndo. d pdrtú dã

cisivo cenlÍal, c a do canino é em tomo de menor que a do ìncìsìvo lateÌaÌ lFiguÍa Ì 5.Ì8). tretanto, cuidado espccìal deve seÌ tomado pÍo Íissional enì seguir de forma rígida es sa ç ã o , r u Í e , r n o p l a n e j d m c n l o c t Í a t à m e n t o Ì e s l ã

d u Í e 5 l e t i c o . p o i ( e l a p o d e o c a s i o n a r c o m

nha média. h; uma reÌação da largura do jnci

superior é aproximadamenre ó0% menoÌ que o I cenÌÌaÌ superior incisivo ÌateraÌ supcrior e cani de Ì,6ì8, Ì e 0,óÌ8, Íespectivamente. Em

p a r a v r d . . d l d r g u r d d p r r e n r e J o i n ( , \ r ! o l d l e

FìguÍa 15.14

nc sivos centÍais sup€rÌoÍes coÍÍ áÍea Ínesd in-clÌnada para palaÌino pÍovo(am um desainha-m€nto dentale pÍejuÍzo do equilÍbrio eíél co.

figuÍa 15.15

Vía apro( mada de soÍriso com d€ntes ma poskìonados e prêsença dê diêíeÍna.

tigurã 15.154

compoÍa dÍeta perm tedêvolveÍ!mall

RecupeÍação anatôm ca rêãlDadâ com

Ìo denra e equ libÍaÍ às dnìensoes dos indvldualmente e €m gfupo, Ínelhorando a rênciã eíétka do sorriso.

(8)

: 1 5 . 1 6

_ àÍ.0 ax al do incislvo ceÌìtíâ1, incisivo ateÍâle canìno é noÍmêlmen-'::a pdra disÌale se acentua nâ dÍeção do incisivo centÍal paÉ o

oerrisrrca | 305

t i g u r a 1 5 . 1 7

As llnhas âzu s coÍespondem à larquÍa Íeal dos dent€i e as linhas bÍancas deteÍminâm a laqura aparente dos dentes, Essa úhiÍÍa é a que deve ser consideÍada para verificar a pÍopoÍção entÍe os denteg duÍãnte o soÍiso,

cia um "estÍeitamento" do arco supedor5, OutÌo aspecto a ser consideÌado é o de que, coníorme esÌudo desenvoÌüdo por PresÌon, apenas Ì7% dâs pesqoà s pe\qu jqadac àpÍesenrà\ àn uma propoÍção de Ì:Ì,óÌ8 entre o incisivo lateraÌ e o incisivo cen-r cen-r ã ì s u p e Í i o cen-r e s . e d p r o p o r ç ; o d e | : 0 . ó l 8 e n r Í e i n -cisivo ÌateÌaÌ e canino superiores náo foi obseÌva-da em nenhuma obseÌva-das pessoas envolüdas na pes-quìsa'6. PoÌtanto, nem a propoÌção áurea nem quJlquer oulra regra maremática pode 'er

aplica-da para deteminar a propoÌçáo entre os dentes no soÌriso de todas as pessoas, No entanto, a uti-Ìização da Foporção áurea na Iase de diagnóstico e reaÌizaçâo do traaamento restauÍador estético pode ser um elemento impoÌtante para executar essas etapas cÌínicasÌ.Isso poÌque serve como um gúa objetivo para o clÍnico na avaliação estética da face e especialmente do sorÌiso do cÌiente; con-tudo, deve ser compÌementada e estaÌ em harmo-nia com os outros Iatores veÌilicados na análise estética e ier conveÌgente à personalidade € ao desejo da pessoa a ser ÌÌaÌada,

CorredoÍ bucal quando os aÌcos dentáÌios se sepa-r a m e os lâbios \ e d i \ r e n d e m d u r d n r e o s o n i s o , gelam-se espaços negativos ou fundos escuros da b o ( a . O p r i m e ú o l o c d ì i 7 a - s e n a r e g i ã o a n r e r i o r e propicia um destaque dos dentes antefores, o se-gundo localiza-se entre a sup€rlicie extema dos dentes superiores e os cantos direito e esquerdo da boca, fomando o corredor bucaÌ (Figura r 5. Ì 9 ). No (orredor bucal, observamo! um eleito de grd-dação enüe os dentes da região ânterior paÌa a pos-teriot a definiçáo de quantos dentes posterìores são üsíveis no soffiso e o contoÌno gengival nessa região posterior âparente quando a pessoa sorri?. Ameia incisal ê ceruicâl: a localizaçáo do ponto de c o n l a l o i n l e r p r o x i r Ì d ì é d e r e r m i n d d d p e l a p o \ i ç ã o e peÌa forma dos dentes. Na diÌeção apicaÌ, obselva-se a formação da ameia cericaÌ que, em pessoas jovens, é noÌmalmente pÌeenchida pela g€ngiva e, em pessoas idosas ou que Ìiveram pÍobÌemas

. , : , ' a 1 5 . 1 8

3Éo da pÍoporçaoéurea entÍe o Ìncisivo cenÍêl supeÍlof e o incislvo

, : lom auxílÌo de uma Íégüê (Go derì Rule, sàÍdent). o dente 11 Ìem . , :rqura aparenÌe apÍOximadamerìÌe 60% maiofque adodenÌe 12 ou

(9)

3 0 4 | caeÍiulo 1 5 p R r N c l P r o s D E E S Ì É Ì l c a  P L r c  D o s À D È N Ì i s Ì i c a

FiguÌa 15.13

DenÈsalnhadospÍopic dÍìì um efe 10 de gradação ê uma hdrmon ã eíètrca

uma ÌeÌação dessâ inclinação a-xiaÌ com o gengival, eumaÌuptura na disposição da i a\ial dos denÌes ántero-superiores pode tanto o eíeito de gradação, que é interessânt. o equilíbriodo sorriso, quanto o conÌomo . Proporção entíê os dentes: uma propor(áo

soÍÍi é fundamenlal paÌa.ompor um soÍiso canìente agÍadáveÌ. Muiias sugesÌões forâm brada de aparência dos dentes quando o

das na busca de supoÍlc em princípios u metros maiemáÌicos ou numéricos para d melhoÍ propoÌção enlÍe os dentes. A mais na aÍtc e na arquitetura a fìm de estabeleccÍ

( ddu imporl"nre p r i a um equilòi i o c ' l ê l i ( o A p Í e . e n \ d de dpnte\ grrado,. d p i n n r d o . o u e À L c . \ i v à -menteinclinados paravesÌibularoupalatinopode inteÍromper uma lransição visual agradável dos d ( n r e ' e m r o n j u r l o . g e r d n d o p o n l o . d e t e n ' ã o ü -sual que geraÌmenie estão associados com efeitoes-Ì é efeitoes-Ì i c o n c g a t i v o d o s o Í Í i s o ( F i g u r a s Ì 5 . Ì 4 e Ì 5 . 1 5 4 ) . . Inclinaçáo a x i a l c o n . i d e r d n d o l ' n h d . r m r g i n ; r i d ' queiniciam no bordo incjsal ediÌigem_seno senti-do apical acompanhando a raiz, orr seja, o eixo Ìon go do rìenle, podemos nolaÍ que elas sc incÌinam p a r a d i Í a l - À m e d i d a q u e d e s Ì o c a m o s n o s s a o b s e Í v a \ à o d o i n ( i s r \ o \ e n Ì r d l s ' r l c r i o r p d Í d u n c i ' i l n Ìaleral c o canino, respcctivamenle, percebenìos que essa ìncìinação aumenta (Figurâ Ì5.Ì6). Há

tos de fÌcnte. EnÌão, quando se observa mcnre uma pesroa 50ÍÌindo, ela apresentà um Ìiso agradável e harmônico quando, a parliÍ nha média, há uma rclaçáo da laÍgura do menre empregada é a proporçãoáurea, ou

está ilustrada na Figura 15. Ì7, vislo queo da pÌoporçáo áurea está relacionãdo ao aparente dos dentes ânlero-superiores q

centraÌ superioÌ, incisivo ÌateraÌ superior e de Ì,6Ì8, Ì e 0,óÌ8, respeclivamenÌe. Ëm palavÍas, a ÌarguÍa aparente do incisivo superior é aproximadamente ó0% menor quc cisivo cenlral, e a do canino é em torno de

figura 15.154

desalÌnha

.Eiía que esÌrbele(e como reLaçáu rdeal de

valor de Ì:Ì,6Ì8. É preciso cnfatìzar a di e n r r e d i m e n s ã o r e a l e a p a r e n l e d u s d e n t e s .

mcnor que a do incisivo lateraÌ (Figura Ì t.IEr-lreianto, cuidado especiaÌ dcve ser Ìomado proíissionaÌ em seguiÍ de lorìna rígida essa ção áurea no planejamento e ratamento dor estético, pois eÌa pode ocasionarcom

Figura 15.14

lndslvos cenÍas supeÍiores com ãÍea

c nada paÍa palatino pÍovocdÍn uín merÍo dentôle prejuízo do equiibria

Figura 15.15

VÈÌã apÍoximada dê !0rÍ50 coÍì dentê! ma posicÌonados e pÌeença de diasÌemê.

Rê.up€ração anatomi.a Íêa zddè com

rcnrpona dÍ€Ìa peÍÍnìft devolverum ro dêntã e equilbÍèÍ âs dÍìensoes dos

ndlvid!almente e eÍìr qrupo, ÍnelÌìorando 3 rência esÌéÌica do soíro.

(10)

ltÍè 15.16

. -rèSaxidldo inc livo cêntra, incisivo latera e canino é noÍna mên r ô'-ìir o.Ía distai e !e acentua na dlÍeção do incisivo cenÌÍal paÍ; o

orrrtsrrca | 305

FiguÍa 15.17

As linhas àzuis coÍespondem à laÍguÍa Íea dosdeÍìÌeteas inhas bÍancas deteÍÍninam a laÍguÍa apaÍenle dos denles. Essa última é a que deve seÍ consldenda para veÍiícaÍ a propoÍção enlrc os denÌes duEnÌe o soÍiso.

aJ-â 15.18

-':.;âo dã pÍopoÍção áur€a entr€ o incisivo cenÌÍalsuperÌoÍ e o lncÌsivo s! .oÍn êuxÍlio dê uma Íégua (Goldên Rul€, Saf denÌ). 0 dent€ 11 t€ÍÍ :, : _ouÍa apaÍenre apÍoximadaÍnenre 60% ma or que a do dente 12 ou .-, :.trpoÍção de 1,618 paÍa 1.

.ia um "estreitamento" do arco superior5. Outro aspecto a ser considerado é o de que, conforme .5rudo desenvoÌvido por Preston, apenas Ì7% das pes(oa\ pesquisadas apresenlavam uma propor!ão de l:Ì,ó18 entre o incisivo Ìateral e o incisivo cen-r cen-r d l , u p e Ì i o r e \ , e d p r o p o r ( á o d e I : 0 . ó 1 8 e n t r f i n -cisivo lateÌai e canino supeÌioÌes nâo foi obsewa-da em nenìuma obsewa-das pessoas envolúdas na pes-quisaró. Portanto, nem a pÌoporção áurea nem q u r l q u e r o u r r a r e g r ã m d r e m a r ì ( d p o d e s e r d p Ü ( d

-dâ parâ determinar a proporçáo entre os denÌes no soüiso de todas as pessoas, No entanto, a uti-Iização da pÌopoÌçáo áuÌea na fase de diagnóstico e reaÌização do tÌatamento resiauÌadoÌ estético pode seÌ um eÌemento impoÍtante p;ra executar essas etapas clínicasr, Isso porque serve como um guia objeÌivo pãra o cÌíÌrico na avaÌiação esÉtica da face e especiaÌmente do soÍrisodo cÌiente; con-tudo, deve ser compÌementada e estar em harmo-nia com os outros fatoÌes vedficados na anáÌise estétiaa e ser convergente à personalidade e ao desejo da pessoa a ser tratada.

Corlêdol bucal: quandoos aÌcos dentáÌios se sepa r a m e 0 5 lá b i o 5 i e d i ' l e n d e m d u r a n t e o s o r r i \ o , gemm-se espaços negativos ou fundos escuros da boca, o primeiÌo localiza-se na regiâo anterior e pÌopicia um desÌaque dos dentes anÌeíoÍes. O se-gundo ÌocaÌiza-se entre a superíície extema dos dentes superiores e os cantos direìÌo e esquerdo daboca, fomando o coÍedoÍbucaÌ (Figura 15.Ì9). No corÌedor bucaÌ, obseryamos um efeito d€ gra-dação entreos dentes da Ìegião antedor pãra a pos-t e r i o r a d e Í i n j ç ã o d e q u a n t o s d e n r e \ p o s t e n o Í e q são visíveis no sodso e o contoÍno gengivaÌ nessa região posteÍioÌ apaÌente quando a pessoa soÌri7. Amêia incisal e cervi(al: â ÌocaÌizâção do ponto de c o n Ì a r o i n t e r p r o x j m a l é d e l e r m i n a d ã p e l d p o r i ç ; o e pela foÌma dos dentes. Na direção apicaÌ, obse a-se a formação da ameìa cewicaÌ que, em pessoas jovens, é normaÌmente preenchida pela gengiva

(11)

306 | dpÍtlro t5 pRrNcipros DE EsÌÉÌrca ÂPLìcÀD0s À DENÌisÌÌca

F i q ! r a 1 5 . 1 9

SoÍr so eslelicament€ agÍadáve onde pode ser obseruado o corÍêdor bucê (setas azuis), as ameÌas ceÍvicais G€tas bÍancêt e as amelas lncisais {setas pÌetat. Nole que as aÍneias incieis auÍnentêm no çnldo do nc sÚo cen 1rêlpaÍa o.anino (ndlcações eÍn veÍde).

Figura 15.20

Ameia ceÍvkal aumentêda êm Íunção de €xpeÍlência anterioÍ de

peÍiodontêlq!ê qeÍã pÍêjuízo eíér co.

naÌ que atua emdentGtica, é fundamentaÌ ter pre em mente os deÌalhes anatômicos que põem a anatomia ou "arquitetuÌa" dental dos dentes anteÌiores quantodos posteriores ( ras rt-2Ì a Ì5.24).Isso poÍque, a partir cla

F È E & E I

,v

perìodontais, apresenta-se mais ampÌa, No scntido i n \ i , . 1 . lo r m d - s e a d m e i r in c ì ' a ì . q u e tdmbém ê mais ampÌa em pessoas jovens e noÌmalmente mais reduzida em pessoas idosas devido ao desgas te funcionaÌ ou parafuncionaÌ. Uma transição agÌa-dáveÌ esteÌìcamente é veÌilicada quando há uma pÌogressão a paÌtir do ponto de contato entre os incisivos cenÌrais superiores para âpicaÌ indo em diÌeção ao incisivo lateÌaÌ e canino, rcspecdvamen-te. O ângulo inchaÌ que tem um formatobásico de "V" inveftido tem influência direta no quanto apa-r apa-r L e d o i u n d o e s ( u apa-r o d d b o ( d d u r a n t e o s o r r i s o . CeraìÌnenÌe é mais estreito e Íeto na Ìegião mesioú-cisaÌ dos incisivos centrais supe ores, mais aÍre dondado e assimétrico entÍe a distaÌ do incisivo cen-traÌ e mesiaÌ do ìncisivo lateral e rÌìais ÌaÌgo e ampÌo cnlre d di.rdl do in( i\ivo ldleràl e canino 5uperiorFs

(Figura t5.Ì9). Em pacientes idosos, devido ao des-gaste do esmaÌte do bordo iÌrcisaÌ com o decorrer do tempo, a ameia incrsaÌ fica meÍor e a ?ÌÌrcia cervical Ìende a aumentar. PaÌÌicr aÌmentc em pacientes que tiveram expedência de doença penodontaÌ signifi-cativa, a ameia cerücal pode ficaÌ aumentada, ge-rando um pÌejuízo estéÌìco (FiguÌa 15.20).

estétìca do derÌe indiúdualmenle seiam identificado6 profissionaÌ antes da confecção de reÍaurações es diretas ou indiÌetas. Dentre os aspectos de microes dental oue devem ser observados, podemos desÌacaE

Anatomiaou "arouitetura" dental: oara o

Ìetida na menie e da possibiìidade de ainda parar com a àparèncid de um dente

Daciente. fìca mais IáciÌ ÌcstauraÌ eventuais Ìhes anatômicos perdidos quando da conf€cG Ìestaurações estéticas, Logicamente qu€ a ção deste capítuÌo náo é r€visãr a anaÌomia tal, mas saÌientar a sua importância para mais reÌevante porque tanto o controle a das difeÌentes espessuras de dentina e téticos quanto os deÌaÌhes de superí"rcie com ruÌa e brilho de!em ser Íeproduzidos pelos raÌ a "aÌquitetura" dentaÌ. Esse aspecÌo é

Ìiais ÍestauÍadores para otimizar o resuÌÌado tico das ÌesÌauÌações.

Fotmar o DÌimeiro asDecto da mìcroesÌética

PRINCIPIOS

DE MICROESTETICA

É absoÌutamente fundamentaÌ quc os princípios de mi-croe\lafiLa, ou scja, os delãÌhes que compóem à JpaÍènLia

definiçáo da íolma do dente.Isso porque, d um tratamento restauradoÌ estético, o cÌínico que o pÌofissionaÌ dev€ pÌocurar estâbeÌecer

(12)

ItF 1521

Firí ãlômicos qle são relevanies nos d€n-È Éíixes ê d€v€m seÍ Í€prcdlzidos quando r rtq;o de ÍestauÍaçõer CÍinas maÍginais rn E I oispide mésio'vestibular (wmelho), -Ê trÉio'pãlatÌna (!€Íde), cúspide distlveÍ - /el0, ojspide disto-palatina (laÍanja). No-t . rr5ãç de No-tubérculo da carabeli na supeÍíí-t?.èdìâ en cinza, As aÍestas t'ansvêBais int€r - fÍ'lõ arnâÍelas), a aÍeíã transveBâl extema rÌ.à ,eínelha) e a êÍesta longitudínal (linha aill j$den as venentes da cúspide,

tiguía 15.22

\'ÌsÌa âpÍoximada inteÍna das cúspÍdes e cÍinas maqinais onde se peÍcebe a Íiqreza € sutileza de detalhes ânatômicos e suas ÍespecÌiì,"s con-!€xÌdadet sllcos e lexÌura que devem ser Íepío-duzidos nas restauÍações estéticas para obteÍíun-ção e estéÌica.

ormlsrrc,r | 307

Figura 15.21

Incisivo central sup€ÍioÍ pâra exempmcar a pre-serìça de suÌcos de desenvoÌvìmenio (azul) e con-lorno dos lóbulos (veÍmelho).

logo pâÌa tentaÌ ÌeprodÌtzir de modo mais natural possíveÌ a aparência do(s) dente(s) a ser(em) Ìes-raurado(s ). A forma t€m uma inJluêrcìa decisiva, üsto que p€quenas alteÉções de cor ou de textuÌa superficiaÌ podem até passar despercebidas, ao pasro que alÌeÍações de foma em gèrdl são mais

ntè 15.24

-:! ãleral do incisivo centralsupeaioÍ evidenciando conveídade da su-''cê vestibulaÍ em Íês planos: ceÍvkal (veÍmelho), médio (bÍanco) e '-à (ì/prde)- obseíve os sulcos de desenvolvimento na supeíkie vesíbLtlal

facilÌnente detectadas, Existem três foúÌÌas básicas de dentes: quadÌada, linìas extemas praticÌmerÌte paÌalelas; ovóide. Ìinìas extemas arr€dondadas com conveÌgência paÉ cervical e incisaÌ e ânguìos incisais discTetos; fiiangÌrÌar, liDhas exteÌnas con-vergenLes para cervical e com âng or incjsais prcnÌmliadosió(FiguÌasl5.25 a 15.271.

. Tamânhd: quando o profissionâl vai confeccionàr restauÌaçôes estéticas, é importante Ìespeitar a pÌo" porçáo indiúdual entre aÌtuÌa x ÌarguÌa dos den-l€s. PaÌa o incisivo central, que é um dmte domi-nante na composiçáo do solrjio, ter uma pmpoÌçâo altuÌa x ÌaÌgÌÌa em tomo de 75 a 80% ó basranae agÌadáv€Ì. Valores abaixo de ó5% píopiciâm ÌiÌra apaÌência múÌo eslreita, e acima de 85% ocasio-nãm uma percepção de mÚlo curto ou excessivâ-mente quâaìÌado, prcjudicando sua aparência esté-ticar. O incisivo Iateral geÍalmente aprcsenta uma propoÌção de aìrura x laÌguÌa em lolno d€ ó0 a ó5% (FigüÌa 15.28). Uma tabela com a média das medidâs de comprimento e largura da coroa dos dentes anteúorcs para pessoâs do sexo nìasculino e feminino está disposta a seguiÌ (Tabela t5.l). Um aspecto para o qual o prcfissionaÌ deve dispen-sar especial atenção é a convexidade da supeúcie vestibuìar. Quando oLhàmoç um denÌe anteíioí por uma ústa poximal ou lateËl perceb€mos que a su-perficie vestibuÌaÌ apresenúa Eês planos de indiraçáo

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3 0 8 | ,.pnurou pRtNciP'os D E E s Ì É Ì r c À À P L r c  D o s À D E N Ì i s Ì Ì c Á

FiguÍâ 15.25

Foma de dentê quêdÍado.

tigura 15.26 Figura 15.27

Forma de dente ÌÍianqu af

outÍo êlriíicio que pode seÍ efnpÍegado duÍante a ÍeèlÈ zêção de uma Íestauração estétlca é acenÌuaÍ linhas ou 5u cos horlzontaig na superfíce vegt bu aÍ para daÍ a ilu_ 9ão de um dente mais largo ou confeccionar sulco9 ou linhas verticais paÍa pÍopo(onar uma apaÍênca de um dente mais longo.

tigura 15.28

Umâ proporção adequada entíe aÍguÍa e a tura dos incislvo! supeÍioÍes ndlvldualm€nle e em qíLrpo permte um equllÍbrio eíél co do saíi50.

opalescência: é uma caÌacterística inerenÌe ao ÌnaÌte e, por isso, pode scÍ Iacilmenle dcl r i r , ri r , ' i n r i . d l d u d ( ì l ( . O u d n d u u ( . r n d ì r e é \ mctido à Ìuz rclletida, permilc a passagem de das de Ìuz conÌ especÍo mais longo, comoo lãr ja-vcÍmelho, ereflcle, ou seja, reaÌça as ondas

TABELA I5.Í

MÉDIA DO COIVPRIMENTO E IÁRGURA DA COROA DOs DENTEs ANÏER1ORES DE PESSOAS DO SEXO FËI\4ININO E IVASCULINOÉ

no rcrço cervical, médio c incisal, respcctivamente (F'gurâ Ì5.24). Quando confeccionamos uma faccla de resina ou lãmìnado cerâmìco, podenÌos inÌerferÍ dccisivamente na percepçáo do obscNador quanlo à "iÌusão" de ÌaÌgura do dente restaurado.

a i r F r r a ì o o o d Í e è p a 1 a d a v e 5 L b u l a r e l e d r l l d o s J è

convexidade, teremos rnenor Íefexâo de luz e a peÍcep_ ção de un dente nìais laÍgo. EntÍetanto, se êLimentaÍmos

a . o f v e \ i d d o e d d s l p ê { . c e v e ) l i b t l è , l e t e o r J m è L

mento da reÍexão de luz e uma sensação de uÍn dente mais estreiÌo (Flquras 15.29 a l5.3lA).

Aturd do incisivo cenÍd superioÍ 9,4 mm 10,2 Ínm Largura do incisivo centrêlçrpeÍioÍ 8,1 mnr 8,6 mÍn AÌuía do lncisvo lèt€ra superioÍ 7,8 mm 8,7 mÍn

LarguÍa do nc s vo laÌeralsupeÍioÌ 6,1 mm 6,6 Íìm

8,9 mnì 1 0 , 1 Í n m l\,lulher Homem

(14)
(15)

3 1 0 | capituro15 P R r N c i P r o s 0 É É s Ì É Ì Ì c a Á P L r c Á D o s À D F N Ì i s Ì r c Â

ô L - e ' J I - \ o c ' r : r r " n d o r \ l . í ' d \ e \ Ì i u , \ ' . ; l J / r t Í d \ i o ì p l ,. u . r ì L r , ? e g r r ' d r ' l ^ r r , : , ) . n l l n . A r c l L l i r ( ' " ' l r n i . I r l r I u n r e * r . . . q L c . l i D o J (

mais branca e clara dos deÌìtes, algo qu! !. . m r n Ì ! o \ r Ì n ' u \ ( o m ( n d n r \ r n l o u \ ! e ! ô : Ì r l r d r d c d o J ( n l c P " r r o p r o l ' i ô ì d l d \ . -ÍlLrorescência no dia-a-dia, é inleressante Ì,:: :

"luz regra" poÌtátil para que, escureccndo :

Figuras 15.32 a 15.35

Àreasde oDâtescência rom pÍedominân.ada coÍ .inzaìzu ado presenle5 nã Íeqiãolncsè onde há eslenclalmen& úmall€. Note qúe ex íêm, t:: :

n e í è Í e q ã a t n c s a , p o n Ì 0 5 c o f i ì . o Í v e r m e t h o a Í a n j ã e m í u n ç ã o d o í e n ô Í Ì ì e n o d e c o n l r l o p a e Í ê n r a . o b s e Í v e q u ê o " d e s e n h o " d a á f ê a d € 0 p à . i ' é d ferenrê em cada denÌe. € ê a rleve ser del{tada antes da eretução da íeíêuÍação útét ca paÍd que o pÍoísçionalpos5d ÍÊprodu r não sa o.:

o0alúcência. mas tdmbénì !ua 'aÍou tetura no ie(o incisa

! a s , c o n ì o a s d e c o r c i n z a a z u Ì a d o ( F i g u r a s 1 5 1 2 a Ì 5 . 1 6 8 ) . S e s u b m c t i d o à l u z t Í a n s n ì i t Ì d a , o c o r r e cxalameÌìte o conlrário e plìdcmos perccbcr áreas conÌ aspeclo laraÌìja-vcrnìclÌìo €vidcnciando o íc-nônìcno de contra oÌralescência

Observe que o "desenho" da áÍea de opa escência é !ma caÍacÌeÍGtica de cêda d€rte nd vÌdralmefte e pode sef r e p r o d u z i d o l n Ì e Í p o n d o o m a Ì e Í i a l p a Í ã Í e p I o d u z I ê " d e n t n ê " n Ì e n s l f c a n d o a c o r € o c a g i o n a n d o i n t e í ! p ções na opa escêncÌa do esÍlìa te .

F ì u o r e s c è n c i a ( um- .drdiÌ(Íi'li.d dP dl-' ( ì r r p j , ' I . r n r 1 . ^ , ì d . o n n J ' \ L r r . r . . L o m u r , . ì . l p r " . , J r l J n d ; - 1 " p J r J o L ) ' F . l r o \ r : \ L ì ! : ' l - r - n . o | , e n . o ( u r / u ì ' l d r o . { d r ' 1 l i ì ì " l Í . r 1 ' - n : \ j r n d , u r ( n r . . - F . \ e , , r r r i ' l l r o r e ' è n q , r . u . ì " 1 r " . f . e l ( 1 ô 1 . n o d , f r r o - c \ ' de scr fâcilmentc idcntificado sobrc os

(16)

deni-:,'a 15.36 a 15.368

: i3osição de uma rcsina compoÍa baslanÌe opaescente (note o êspecto cinza azulado)usada pan rcpÍoduzÍ o "esÍnalÌe" sobre umê cêmadã d€ ::j io com maÌor crcÍÌìa e opac dade é rcsponsável pela deÌeÍminação da coÍ quando se usa a técnica de estÍaÌiÍÌcação naluÍal paÍa ÍêstauÍações

: : i V e a o € í e i t o d e ' Í i Ì Í o " d o ' e s m a t e " .

de trabalho, possa incidiÌ sobre os dentes e, desse nìodo, per.eber a fluorescência dos dentes natuÌais e eventuaÌmente de materiais restalüadores (Figu-r a s Ì5 . 1 7 e 1 5 . 3 8 ) .

. Texturâ superticial: essa caÌacterística presente na superfície dos dentes é mais facilÌnent€ percebida enì dentes depacientesjovens e pode se manifestaÍ cm ljnhas verticais, horizontais ou pequenas de-pressóes. Como passaÌ do t€mpo, os dentes, devì-do ao desgaste do esmaÌte, em geraÌ apresentam d iminuição ou até pÌaticamente ausência de textu-Ía supediciaÌ. A textura superficiaÌ tem uma reÌa' çáo diÍela com a cor, pois um dente com maior Íiqueza de d€taÌhes supeÌficiais proporciona maioÌ

Ìeflexáo de luz emdiferentes direções e, assim, pa' Ìece mais claÌo em compaÌação com um dente com maior lisura supeÌficiaÌ, que parece maìs escuro l F i g u Ì a s 1 5 . 3 9 a Ì 5 . 4 5 ) .

. Cor: iÌÌicialmente é necessário estabelecer os con-ceitos de matiz, cÌoma e vaÌoa que sâo as tÌês di-mensões fìjndamentais da cor O matiz traduz o nome da cor e é deteÌminado pelo compÌimento d e o n d d re Í Ì e r i d o p e ì o d e n r e . F m o d o n r o l o g i d . o matiz é cÌassificado de acoído com a escaÌa Vita Lumin (Figurâ Ì5.4ó), mais comumente utilizada em qudrro r dregorid\ de d( oÍdot om d predominán-cia das cores: A (veÍmeÌho marrom), B (ÌaÍanja-amaÌelo), C lverde-cinza) e D (vermelho-ciÌÌza).

- ! 1 5 . 3 7

:?n.o azulÌÌìÌenso de um dêntenaÌura expoÍoà luzut€violeta

Figura 15.38

As r€sinas composìas dÈponíveis no nreÍcado aprêsentanr diieÍênter com-poÍtamentos com Íelação à fluorescència, dêsde ausêncla, pÍoximdadeou eíe to excessivo em compafação.om o dent€ natural.

(17)

3 1 2 c a p i r u r 0 1 5 P R Ì r , r c r P r o s o L L s Ì É Ì r c À À P L r c À D o s À D L r ' r Ì j s Ì r c À

15.41

F l g u r a 5 1 5 . 1 9 a 1 5 . 4 2

Ìlpos de ma(0 È ì ÍnÌeitJra 5upeíaa a n ; Í Ê í a r n ( ã o e 5 Ì â G p r a !muièr o

n a Ì u c i 0 p í o f s 5 o n a d e v ê d e n t Í t a Í 5 e c a Í a d e r i s ì c a e te n t ô Í Ì e r ' : : do5 denlo5 viz nlr.s natuÍas

preçnÌ-ôr na 5uperÍi.e dos dentet m4Íìo Êleta de dspÊÍsão de u7

C n ì r Ì ì n u a d u z a v a r i : ì ç i o d e ì n Ì f n \ j ( l a ( i t d c d c l c Í nìiÌrado nratir (cor). Do l)onÌo !ìe visl;ì clinico, ó I i r i Ì p c r c e b e f n l o s u ì ì ì à d i l e r e n ç a d c c r { Ì ì a o t r s . ] t " Íação dc .of (Ìo Ìerço ccrvìcal cnì dir.çãr) .ìo leÌço Drfdìi), Ì)oi\ serallÌc rt o cervicaÌ aprcseìrta ìrìiìioÍ c f o r ì ì a d c \ i r ì o à c n o r c s Ì r c s s u r n d e c s Ì ì ì a Ì l e e n ì a i o L iÌ ì f l u i n c h d n i l e n t ì n i ì . v a l o r o t ì ì L r n ì ì n o s i d a d e d c f i n c q u i r r ì t o t u ì d ( n t c s e a p r o r i Ì ì ; ì d o p f e ú ( b a i ì o ! . Ì ( ì Í ) o L ì d o b r a c o ( a Ì Ì { r ! a l o r ) . E n ì r e Ì a ç ã o à I)Íálicr clinìca. .oÍrcrponde à quantirladc dccinTiì

' | 1 o . r ' , f i / ' r . . " u l , r r ' ' I I J I ' \ , ' r " p t u Í i ! s i o n a l t e n ì ó u Ì Ì ì : ì c s c a l a d c c r ) Í c r , V i Ì a lD , iá d i s p o s L a p r c í r Í c n c i a Ì n ì c n l c lrclo valor c (lcpors m a t i z e c i o n ì r ( f i g u r a Ì 5 - 1 7 ) . E n l r c L a n b , r r L c n ( l c r c s s a s t r ô s d i Ì ì e n s ô c s d a . o r è i r ì ì p o f Ì a D t c , n ì n s Ìì n o o s u f ì ( i c n ! c p a f a r e a Ì ì / a Í u n ì a a d e _ q u i ì ( 1 . \ c Ì e ç ã o d a r o r c m o d o n l o l o g i a . A c o r d o d . j : . r ' r , - . j r . . , 1 ' t . - r . 1 . , " ' . r ' ' ' " , , Ì Ì ' Ì r ' ' r " t t c c i d o g c Ì ì S i v a l . A folpa e a gengìv;ì s i o c o r s i ( i f r : r í c i t o s s r c u n d á Í n ) s , e a d c l . ! n ) i n n ç ã o d c s u a in l l l r i | . . r i r . . t ' ' , . ' r ' . r d c t . t t . , r . l , r ' i ' . , l r r ' ^ t r i , . , r , ^ t ' - . r - L ' ì ' , r r , , l c o ì d o d c n t e , c ó t)os\íeÌ csLabrìcccr L r l ì p r o l r ì c o Ì o , 1 . . . i . . r Ì Ì i. . r ' , r ' j r l l . r i , . , r d L r " r ' \ " " c(rìo s.rá aprcseìrtado Ìrìiììs adiantc. P;Ìra a selcç; c o r . o n ì o o b i e t i \ Ì o d c Í e i ì L i z a r r t s t . L r Í r ç õ e s c s L t r r ! . : p ì o l i \ s i o Ì ì a Ì l c n r à \ u n d i s p o s i ç . 1 r ) n o l ì e ì c a d o il i ì e r f : a c e s s ó r i 0 5 : c s c n Ì a s d c f o Í p n r a p o r . c l a n . { v i 1 a L u n r r : l D ) , Ì â n ì p a d a s t o | ü i Ì ì t e n s i d a d c ( ì c Ì u z d c 5 . 0 0 0 Ìi rct)roduzcnì a ìu7 (ìo rlia ()Ll cspcct Íd otônì.1rcs, lJ( )Í el.

l i i i . ! , r . J , . r ' " . , 1 r ' , " ' t . . t r t o , l ' t r ' ' r '

n ì a i s c n ì p f € g a d o | c Ì o s p r d Ì s s ì o I ì i i s , c e r i l r e n Ì a r ì ì f n : n ì i ! : ì d o r ì a o b t c n ç a o i ì e in f o n ì a ç õ c s o u d c l n ì h c i q u ( .

(18)

D E N Ì i s Ì r c À | 3 1 3

: 15.43

--mo denÌe, podênìos ler árear de a ta

re luz devido a unìa lextuÍd supeÍfic a :-iuadd {verÍnelho) e oúrès regiòes com : eião de uz em fufção dê maor i5ura

FigoÍas 15.44 e 15.45

ExeÍÍplo de ÍaceÌas d€ Íelnd coÍnpoÍa dÍeta Íeâ izadds em rm pacente joveÍì que âpÍerêntava têxÌuÍa Íperícial acentuadê. NoÌe que mesrìa na! rêÍduÍaçoes exBtêrÌì áÍeds de maÌoÍ e nrenoÍ Íefexão d€ uz pela dÌíerênça ia textura supeíirÌa Íea Dèdd nd superíkiê vêsÌibut.L

ì ì:or rlo dcnte, porque poss ibiÌila apenas a idenrili ì,ì Datiz e cÌomã, alén1 de norÌnâÌmcnte ser

confec-' , u m J r n r n ã r ( r r ì , ì i f e r p I , e d d , Ì L ( l f q r e . e r I :rdo. As lánìpadas com intensidade de luz cspe.ííi

I mu\ e.qre..Í luc puuaur\.inÌa. p r o r.'iJnJi, .:ì(lo trabalham conì estc acessório. Os espcclrolo,

ìs disponívcis no Ìììercado ainda não aÌcançaram . f l d e p r e c i s ã o q u e p c r m i t a s e u u s o c o m l o r a l s e g u

-t)rc!isìbilidade na tônìada da cordo denÌe. Dcvido . ÌiÌìitaçõcs, com fueqüêÌìciã os clínicos e os es!u

' , r u i n J n r m u i r i . \( l e , Í e Í é n . d d d c . . d ( q L e e ..1rÌ !eÍ um método com alguma previribilidadc

..çáo da cor Dc acordo com nosso cntendinÌe!(), .Lì dcsmistificar essâ elapa cÌínica da sclcção da

cor Parâ ranto, é nec€ssário dcscnvolverumã crpacidade d ( L ' b . c r v d . ; ô c i o . r t r . r , j n d ô . t J r o r ( , q u e , ô L l , o ( n a co. do dente associad a a um treiÌìamen to c conhecinlen to prévio dos fatores dã dcntina e, princDalnìenle, do csnìalte, que inllucncianìa rletcrnìinação da cor nas dife-Ìentcs regió€s do denlc. Aadoção de um pÍorocolo cÌínico €specílìco para s€leção dã coÍ c a anoração dos deralhes obsenados sáo lundanìentais. Sc lor possír,el ainda aliar a obtcnção de fotogralias diSitais coÌoÍìdas, enì preÌo e branco e com Ìuz polarjzada, o profissional podcÍá conì maior facilidadc idcntificar e cÌássilicar os detaÌhes que dereÍminanì a iÌìfluência sobre nìariz. croma, valor opa-lescência, Íluorcscência e caracterizaçôes da denrina c do esmalle para deÌerminar a cor fiÌìal do d€nte. para â con fecção dc ÍcÍauraçóes dirclas enì resina coÍÌ,I)osrd ro5

FiguÍa 15.47

(19)

3 1 4 | capÍtrlo15 p R r N c i p r o s o E E s Ì É Ì r c   P L ì c  D o s À D E N Ì l s Ì l c a

dentes anleriores, o profissìonaÌ lem papeÌabsoÌutamenle decisivo na seÌeção das coÌes e no contÌoÌe da espessura de "dentina", "esmaÌte" e "caracterizacões inlerna s" €m-pregando a técnica de "estratificâção naDral" pa ra definir a cor da Ìestauração de modo integrâdo ao dente natu-raÌ145. Uma sugeÍão de proÌocoÌo clínico paÌa esta íinali -dade está dÌspoÍa a seguìr

Mesmo que, em um pnmelÌo momenÌo, pareça com-pÌexo esse tipo de protocoÌo cÌínìco paÌa seleçáo da cor, é inteÍessanae repetir sua execução para cÌiâr um sistema ou rrr.k-lril que pode faciÌitar a compÌeensão da cor dc modo mais vinculado aos pÌincípios da técnica de estra-tificaçáo naturaÌ recomendada para restaurações estéÌi-cas. Contudo, é fundâmental teÌ bom senso na prática cÌínica diáia e, ao nosso ver, saberelegero grau de desalìo do caso cÌínico no que se Ìefere à cor e adotar uma lécnica de confecçáo da Ìestauração compaÌível com esse tipo de

bem a maìoria dos casos. PoÌ outÌo lado, ao restaurar tes anteriores fraturados de pacientes jovens mente o pÌoÍissìonal Ìerá <le empregar diversas d€ compósito paÌa ÍcproduziÌ de maneira adequada racÌerísticas de Dolicromatismo e efeiÌos óDticos nesses dentes. A TabeÌa Ì5.2 contém uma sugestãodc nica e cores de compósitopara diversas sìtuaçôes

Uma seqüêncià clinjca de um caso Je restauÍ uma lesão cervical, provavelmente a adoçáo de urnã ca mais simples com o uso de apenas uma coÍ de compo\rà \om mdìoÍ opd, idJde e cÍoma resoìverá

dente anterior fraturado ÌeaÌizada com resina

d i r c l a u r i l i / d n o o o \ c r jt é r j o . ' c L e n de:\rito\ pdÍa

tística apÍesenlados neste capítuÌo está iÌustÍada a ( F i g u r a s Ì 5 . 4 8 a r 5 . 6 1 ) .

desafio. Em ouÌras DaÌavras, seo DÌofissionaÌ for

cores de compósito

d d . o r e o ' p j i n c i p . o s g c r ã i . d e e . Ì ê r i c d d p l i c d d o \ à

TABEI.A I5,2

SUGESTÂO DETÉCNICA E CORES DE COI\JIPÓSITO PAM DIVERSA5 SIÍUÀçÔEs CLÍNICAs

Situação clinÍ(â Té.nicâ suge da

Iìpo (pequêna/Íìédla) EstraÌif icada simp iÍÌcada 1 ou 2 (D ou D+E)

llpo lli(êxtensa) EsÍatlÍicada anatômica 2 ou 3 (D+E ou D+E+Ì)

llpo V EÍratÌli(ada siÍnp iíicadâ I ou 2 (D ou D+E)

ïpo lV Estrat f icada anatômica 3 ou ínals (D+E+Iou D+E+T+X)

DeleiÌos no e5Íìì3hê EsÍdr Íicada !imp iÍkada 1 ( E )

EsÍal fkadã sÌÍnp ifcada 1 ou 2 (D ou D+E)

Fêceta em denÌe sem alteração de coÍ E!Íat f icada anatôrÌìica 2 ou 3 (D+E ou D+E+Ì)

Faceta eÍn dente com a teÍação de.oÍ klÍat licadd anatôÍiica 3 ou Íììa s (X+D+E ou D+E+X+T) EsrràriÍ.èdà eínplìf icada I ou 2 (E ou D+Ë)

E!lratÌfÌ.ada anatôÍnica

D = .oí dê dsÌ nâ lqsâ mênre .om à erá @lÉda após o máiz Ê íomã alD,porerenpo);E=.0Ídesnalrelnomãmê ê.om a lêl€ t depo s d0 móìz e (0mâ-Árt úYa Ed dêmplô)tÌ oü r= onpó6to irèns ú( do íoh.t ãdd o! não paâ Iêprcdúrit opâ sGftã;X = @rce spftiâÈ páÉ mod0Í o wlor ou opadfcr

(20)

oerrlsrce | 315

1)

2)

4)

SELEçÁO DA COR PÂRA RESIAURAçOES ESÌÉÌICAS

AVALÌE 0 VALoR: Ìnicie a etapa de seleção da coÍ obseÍvèndo o teÍço médio do dente hoÍnólogo a seÍ ÍesÌaurado pãra eÍabelecer o valor ou a luminosidade. 0 terço médio da supeÍície vestib!lãf é a Íegião que apresenta maioÍvolume de ermalte e por isso deve ser utilizãdo com a finalidade de identiíi(ãr o valor 0 principal objetivo desta etapa então é

elegef oÌipodeesmaltecomrelaçãoaovaÌotLembÍequeatuãlmenteváÍÌasmãrcasaomer-cÌais de resina compoía disponibilizam coÍes de esmalte que podem ser mais pÍóximês do

bÍanco (maior valot ou mai5 púimas do cinza (menor valoÍ).

DETERL4INE 0 MATIZ: diÍigindo o olhaÍ pãra a região cervical, esìabeleça o rnatÌz è ser escolhido,seA, B, C ou D, poíque neía Íegião há nìenoÍespessura deesmalte e conseqüente-mente maÌor iníuência da dentina.

SELECIoNE 0 CRoIVA DA "DENTINA': nesta fase, obserue o teÌço ceÍvicãl e o teÍço médio, pois o objetivo aqui é identifÌcaÍ se existe díferença rnârcante de cromã entre essas áÍeas do dente.

IDENÍIFIQUE A 0PALESCÊNCIA:comoa opalescência é umã pÍopÍiedadecomplemenrar datranslucÌdez e inerenteao esmalte, olhe o terço incisèl do dente que tem somentê esÍnãlte e detemine a pÍesença de área com opalescência (cÌnza-azul ou ámbaÍ) e seu respectivo "desenho".

0BSERVE AS ÁREAS DE CA RACTE RIZAçÃ0: uma gÍandevariedadede caracteÍizações pdncipêlmente entÍe a camada de "dentina" e a de "esmalte" podem seÍ ÍepÍoduzldas. Dentre elas, podemos citar áÍeas de hipocalciÍicação, nìanchas internas, trincas, estÍias horizontais esbÍanquiçadat bãndas esbíênquiçadas ou cÍomatizadas. PaÍa identificar e Íe pÍoduzit e55as cãtacteÍizaçóet Íealmente é necessáio ter íÌìaÌot experiência e unì apurado sensode observação. É uma etapa a seÍ Íea izada poiaquees profissionai5 que buscâm um Ésultado estéÌico com maior exceiência, ou sela, com uÍna Íeprodução mais acentuada de detalhesque compõeÍn a coÍ final do dente. EntendeÍnosque esta etapa deve seÍrealizada como Íotina nê pÍática c ínica diáÍia apenas nas situaçôes de maioÍdesafio eíético (veja a Ìêbela 15.2).

SELECÌ0NE 0 "E S l\44 LÌE": Ínalmente deve ser esco hido o compósito para Íeproduzir o "e5ínê te". Aqui é íundaÍrental embÍãr o efeiÌo de filtÍo desempenhado pelo esmalte e aÌentar para o valor e também paía a espessuÉ dessa camada, que tem iníluência decisiva no estãbelecÌmento da coÍÍìnalda Íestauração. PodeÍá seÍ empregado o me5mo "esmalte" utilizado paÍa construÌÍ o "esmalte palatino", poÍexemplo, ou outÍa coÍ de esmèlte se íoÍ necessário controlaT o valoÍ, a Íanrlucidez ou cíoma da ÍestauÍação,

3)

(21)

3 1 6 | dFítuh 15 PRINcÍPlos D E E s Ì É Ì r c a  P L ì c  D o s À D E N Ì i s Ì Ì c a

15.57

r5.58

r5.59

t5.60

e t5

15.48 15.49 15.50 1 5 . 5 1 15.52 1 5 . 5 3 15.54 15.55 15.56

Dente 11 com ÍesÌumcão de Íesina coÍnpoía monocÍonìáÏca e deÍc enÌe do ponto de vía estélko. Aspecto após Íemoçao da reíauração antlga e Íealjzação de cond cionamento coÍn ácido foíóÍico. Ap icação do slsteÍna adesvo.

totooolimeÍiza(ão do adeslvo poÍ l0 sequndos.

Gu a de sjlcona pÍeviam€nÌe coníedonada sendo posicionada iunto ao denle 11.

ncrenrento de resina composla cor TY (tilek SupÍeme,3M ESPÊ) ÍeÍerente ao "êsÍnalte pã al no" condLrido

Vía ven búaÍ aoós a inser(ão de Íesina corA2B (Filtek SupÍeme,3M E5PË)paÍa inìciar â coníÍuÉo da 'denÌina artificial"

aspêcto após rolocêção de jncÍeÍìenio dê coÍnpós to ftìais opaco cora2D (FÌÌek supÍem€, 3lì/ ESPË) com o lntuiÌo de mascaÊÍ a trans(ão denre/restaurâçao. Note a pÍesença de um pequeno incÍemento de coÍ T8 paÍê slmulaÍ a áÍea de opaleKência no bordo itìd Aplicacà0, com auxÍlio d€ pincel, do ìncÍeÍnento ÍeíeÌenÌe ao "esmahe veÍibulaÌ'coÍ A1É (FÌÌek Supr€me 3lV ESPE)'

(22)

D E N Ì i s Ì r c a 1 3 1 7

' :'l e 15.6t

vÌsta veíibu aÍ da Íeshuíação (Ònc uida. Compare com ê FlguÍa 15.48.

Áóp€cto poÍ pêlatino evidenciando adequada Íeprodução da concavÌdêde pêlatina e eÍ€ito de opa escêncÌa no te(o incisal. Efelto de opa eÍêncla e lexluÍâ superlÌciaL Íeproduzidos na íestêu€ção dÌÍeÌa de resina compoía

(23)
(24)

EFERÊNCIAS

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Referências

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