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Rev. esc. enferm. USP vol.17 número3

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Academic year: 2018

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A PESQUISA EM ENFERMAGEM MATERNO-INFANTIL*

Edélia del Pilar Neira Huerta ** Lélia Maria Madeira *** Matilde Meire Miranda *** Miriam Aparecida Barbosa Merighi**

Susy Fang Song Ho** Telma Ribeiro Garcia****

NEIRA HUERTA, E. del P.; MADEIRA, L. M.; MIRANDA, M. M.; MERIGHI, M. A. B.; HO, S. F. D. S.; GARCIA, T. R. A pesquisa em enfermagem materno-infantil.

Rev. Esc. Enf. USP, São Paulo, /7(3):213-227, 1983.

As autoras procuram, através de uma breve revisão bibliográfica: observar quais as diretrizes gerais propostas para a pesquisa na área materno-infantil; identificar as pesquisas existentes em enfermagem materno-infantil e publicadas em três fontes biblio-gráficas, verificando em que área de predomínio se enquadram — assistência, admi-nistração ou ensino de Enfermagem; e analisar que tendências as investigações na área estão seguindo.

INTRODUÇÃO

No Brasil, o grupo materno-infantil abarca um segmento majori-tário da população e é considerado, inclusive pelos organismos interna-cionais que se ocupam da saúde, como prioritário para a assistência, em virtude dos problemas que afligem o grupo e que se traduzem por altas taxas de morbi-mortalidade. Influenciando os problemas de saúde do grupo estão: pobreza, desnutrição, baixo nível educacional, condições ambientais precárias — moradia — procura tardia dos serviços de saúde e sub-utilização destes. Como colaborar para solucionar estes problemas? Segundo WITT 1 1, a pesquisa tem por finalidade última a obtenção

de novos conhecimentos que podem pretender a comparação de teorias

* Trabalho apresentado à disciplina Metodologia de Pesquisa em Enfermagem, no Curso de Pós-Graduaçâo, nivel de Mestrado da Escola de Enfermagem da USP, 3982.

** Enfermeira. Docente do Departamento de Enfermagem Materno-infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da USP.

*** Enfermeira. Docente do Departamento de Enfermagem Materno-infantil e de Saúde Pú-blica da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais.

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ou a aplicabilidade de teorias na solução de problemas práticos. Desta forma, consideramos que a investigação sistemática para análise dos problemas, avaliação da assistência prestada e experimentação de novas metodologias de assistência é um dos caminhos a serem utilizados para minimização dos problemas do grupo materno-infantil.

Discorrendo sobre as necessidades em matéria de investigação, o Comitê de Especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Saúde da Mãe e da Criança6

cita, como finalidade das investigações so-bre assistência materno-infantil: "melhorar a saúde da mãe e da criança graças à prevenção e ao tratamento das enfermidades e das limitações e maior compreensão dos complexos processos que integram o ciclo da reprodução, o crescimento e o desenvolvimento humano, desde o mo-mento da concepção até o final da adolescência, insistindo especialmente no bem-estar físico, mental e psicossocial".

Para RIBEIRO9

, nós enfermeiros "devemos encarar o conceito de saúde como uma diretriz que nos guie sempre na procura contínua de recursos e formas de aprimoramento de novos sistemas e organizações em prol da população e na revisão de atitudes e posições tomadas".

Para consecução do objetivo maior proposto, o Comitê de Especia-listas da OMS, já citado, sugere que as investigações na área versem principalmente sobre:

a) questões concretamente relacionadas com a continuidade da assistência, sobretudo em benefício dos grupos menos favorecidos da população;

b) métodos de apreciação e avaliação do grau de risco durante a gestação, o parto e a infância;

c) problemas concretos tais como: toxemia gravídica; insuficiên-cia ponderai ao nascimento; desenvolvimento psicossoinsuficiên-cial da criança e do adolescente; lactação/amamentação; relação existente entre a função reprodutora, a condição das mulheres e a saúde da mãe e da criança;

d) conteúdos e estratégias do ensino técnico e prático em níveis distintos, em especial os destinados ao pessoal da assistência primária.

Segundo PENCHASZADEH & MÁRQUEZ 7

, a definição dos aspec-tos prioritários a serem considerados como objetivos de estudo devem surgir, em primeiro lugar, "do conhecimento dos fenômenos biológicos, sociais e culturais, cuja interação contínua e integral determina as características dos processos de reprodução, crescimento e desenvolvi-mento . . . " , ou seja, o conhecidesenvolvi-mento destes processos em relação à família e à sociedade como um todo, e dos fatores intrínsecos que os determinaram.

(3)

contri-buido para elucidar e modificar a problemática de saúde do grupo? Os resultados obtidos nas investigações estão tendo utilidade prática?

OBJETIVOS

De forma geral e como tentativa de responder aos questionamentos, estabelecemos como objetivos para este trabalho:

a) identificar, em três fontes bibliográficas, as pesquisas de enfer-magem na área materno-infantil, a partir do ano de 1960;

b) verificar as tendências e as áreas de predomínio dessas pes-quisas.

METODOLOGIA

Por sermos conhecedores de que a produção de pesquisas em enfer-magem está intimamente ligada à criação dos cursos de pós-graduação, resolvemos estabelecer como limite de tempo, para o levantamento a ser realizado, o período compreendido entre os anos de 1960 a 1981.

1. Fontes dos dados. Foram utilizados para o levantamento dos trabalhos de pesquisa:

a) Revista Brasileira de Enfermagem (Rev. Bras. Enf.), todos os volumes publicados de 1960 a 1981;

b) Revista da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (Rev. Esc. Enf. USP), todos os volumes de 1967 a 1981; c) Centro de Estudos e Pesquisa em Enfermagem/Associação

Bra-sileira de Enfermagem (CEPEn/ABEn) — Informações sobre pesquisas e pesquisadores em Enfermagem, volumes 1 e 2. Para a escolha dos periódicos baseamo-nos em trabalho realizado por AGUIARI & HONDO 1

t cujos resultados mostraram que, na

Bibliote-ca da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EEUSP), os dois periódicos mais consultados foram a Revista Brasileira de En-fermagem (14,92%) e a Revista da Escola de EnEn-fermagem da USP

(12,18%). A publicação do Centro de Estudos e Pesquisas em Enfer-magem da Associação Brasileira de EnferEnfer-magem acima referida foi incluída por conter resumos de pesquisas realizadas no Brasil, por enfermeiros, para obtenção de grau acadêmico.

2. Critérios para classificação das pesquisas. Para o levantamen-to, consideramos como sendo pesquisa todo trabalho tratado dentro da metodologia científica, inclusive os estudos de caso e relatos de expe-riência com fundamentação teórica e avaliação da metodologia de assis-tência de enfermagem prestada.

As pesquisas listadas foram classificadas quanto à área de predo-mínio, de acordo com os critérios propostos por VTEIRA1 0

(4)

Educação. Trabalhos relativos a: 1. ensino de Enfermagem aos

níveis de graduação, pós-graduação, técnico de enfermagem e auxiliar de enfermagem; 2. treinamento de pessoal de Enfermagem; 3. educação continuada;

Administração. Trabalhos relativos a: funções administrativas em geral; aspectos gerenciais; aspectos de política e supervisão de pessoal; papéis do enfermeiro; coordenação da assistência ao paciente;

Assistência. Trabalhos relativos à assistência de enfermagem à pessoa, a grupos e à comunidade, compreendendo:

a) assistência hospitalar: trabalhos realizados pelo enfermeiro com paciente hospitalizado de todas as faixas etárias;

b) assistência ambulatorial: trabalhos realizados pelo enfermeiro com clientes que freqüentam ambulatórios;

c) assistência comunitária: trabalhos realizados pelo enfermeiro com grupos de clientes ou com a coletividade, considerando seus diver-sos cenários: escola, doméstico, indústria e comunidade como um todo. Levamos, ainda, em consideração o ano de publicação e a área de atuação dos pesquisadores (docência, assistência, administração e apren-dizado de enfermagem como estudante).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram publicadas, no período compreendido entre os anos de 1960 a 1981, nas três fontes selecionadas para consulta, um total de 67 tra-balhos de pesquisa em enfermagem pertinentes à área materno-infantil. Em anexo apresentamos a relação destes trabalhos por ano de publi-cação, autor (es) do trabalho, área de atuação do(s) autor (es), título do trabalho e classificação quanto à área de predomínio.

O fato da Tabela 1, apresentada a seguir, mostrar número superior a 67(71) deve-se a alguns trabalhos terem sido publicados em mais de uma fonte.

TABELA 1. Fontes de publicação de pesquisas em enfermagem mater-no-infantil entre 1960 e 1981.

A N O

FONTE

TOTAL

N» %

A N O REV. BRAS.

ENF.

N» %

REV. ESC. ENF. USP

N* %

CEPEn/ABEn

N» %

TOTAL

N» %

1960 l-l 1965 1966 l-l 1970 1971 l-l 1975 1976 l-l 1981

2 2,8 1 1,4 6 8,4 17 23,9

7 9,8 12 16,9

8 11,3

2 2,8 1 1,4 21 29,6 47 66,2

(5)

Como pode ser observado, as pesquisas na área materno-infantil receberam maior impulso a partir de 1971, coincidindo com a época em que ocorreu a criação dos cursos de pós-graduação em enfermagem como resultado da reforma universitaria8. Assim, do total de pesquisas

levan-tadas, observa-se que, de 1960 a 1970, foram encontradas apenas 3(4,2%), enquanto que de 1971 a 1981 foram encontradas 68(95,8%). Este resul-tado está em consonância com o obtido por NOGUEIRA5 que encontrou

maior concentração de pesquisas em enfermagem no período de 1970-1979. TABELA 2. Áreas de predomínio das pesquisas em enfermagem

mater-no-infantil, entre 1960 e 1981.

Area

Ano Educação Administração Assistência

% %

1960 l-l 1965 1 1,5 1 1,5

1966 l-l 1970

1 1,5

1971 l-l 1975 1 1,5 2 2,9 18 26,9

1976 l-l 1981 4 6,0 6 8,9 33 49,3

Total 5 7,5 10 14,8 52 77,7

Em relação à área de predomínio dos trabalhos, o maior número — 52(77,7%) — corresponde à área de assistência, seguida pela área de administração — 10(14,8%) — e de educação — 5(7,5%). Este resul-tado que, aparentemente, coloca a educação em terceiro plano, como foco de pesquisa, leva-nos aos seguintes questionamentos: — embora os problemas da assistência sejam mais evidentes e exijam solução mais imediata, não seriam eles o reflexo de educação falha? Nesse caso, não mereceria a educação da enfermagem materno-infantil maior relevância nas pesquisas a serem desenvolvidas?

A tabela 3 mostra a distribuição das pesquisas segundo o tipo de assistência focalizada. Conforme esperado, predominou a assistência hospitalar — 22(42,2%) — sobre a ambulatorial e comunitária, que atingiram, cada uma, o total de 15 pesquisas (28,9%).

Idênticos resultados foram obtidos por V I E I R A1 0. Esta as

(6)

TABELA 3. Área de predomínio das pesquisas em enfermagem mater-no-infantil, segundo o tipo de assistência entre 1960 e 1981.

Ano

Assistência

Ano Hospitalar

N» %

Ambulatorial

N* %

Comunitária

N» %

1960 l-l 1965

1966 l-l 1970 1971 l-l 1975

1976 l-l 1981

7 13,5

15 28,7 11 21,2 4 7,7

1 1,9

7 13,5 7 13,5

Total 22 42,2 15 28,9 15 28,9

TABELA 4. Área de atuação dos pesquisadores em enfermagem mater-no-infantil, segundo o ano — 1960-1981.

Ano

Area de Atuação

Ano Docencia

N* %

Assistência

N* %

Docência e Assistência

N» %

Aprendizado em Curso de

Graduação N» %

Não Espe-cificado N» %

1960 l-l 1965

1966 l-l 1970

1971 l-l 1975

1976 l-l 1981

1 1,5 18 26,8 34 50,7

2 3,0

1 1,5

2 3,0 1 1,5 3 4,5

2 3,0 3 4,5

Total 53 79,0 5 7,5 1 1,5 3 4,5 5 7,5

Na tabela 4 é analisada a distribuição dos autores das pesquisas levantadas segundo a área de atuação das mesmas. Predominou a do-cencia — 53(79,0%) — sobre as demais. Esse predomínio pode ser explicado em razão das exigências próprias da carreira de magistério, tais como a realização de cursos de pós-graduação como urna das formas de progressão profissional, e/ou apresentação de plano de pesquisa como exigência para contratação, em algumas escolas.

Comparando a tabela 4 com a tabela 2, verifica-se que, apesar do maior número de pesquisadores estarem ligados à docência, suas pes-quisas estão dirigidas para a área assistencial. Convém ressaltar que apenas 5(7,5%) dos pesquisadores estão na área assistencial.

A este respeito, CIETTO3 afirma serem as enfermeiras ligadas à

(7)

Entretanto, isto não parece apenas uma situação nacional, pois observação semelhante foi feita em Nova York por H A R T4, 1981,

segun-do a qual as obstetrizes afirmam que seu objetivo é dar assistência a suas clientes e se acham por demais ocupadas para se envolverem com pesquisas; além do mais, não se acham suficientemente preparadas para o desenvolvimento desta atividade.

O que parece promissor é que, durante o levantamento, foram encon-tradas algumas produções científicas feitas por alunos do curso de gra-duação em enfermagem. Isto pode traduzir um interesse das escolas em estimular o aluno para este tipo de atividade, embora, na prática, esta afirmação não possa ser generalizada.

Como foi observado anteriormente, a maioria das pesquisas publi-cadas enquadrava-se na área de predomínio, a assistência. Apesar de o maior número focalizar a assistência hospitalar (tabela 3), nota-se que, como uma resposta ao preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), está havendo maior preocupação com os aspectos preventivos da assistência (Anexo). Isto, por si só, já constitui um fato bastante alentador.

Também, durante o levantamento, observou-se que os trabalhos publicados não fogem aos temas considerados pelo Comitê de Especia-listas da OMS como prioritários para investigação. Além do mais, ao estudar os aspectos da assistência à mãe e à criança, as enfermeiras da área materno-infantil o têm feito procurando considerar o indivíduo dentro de seu contexto histórico, social e econômico.

CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

— A pesquisa em enfermagem materno-infantil recebeu um impulso maior a partir da década de 70, coincidindo com a criação dos cursos de pós-graduação em enfermagem.

— Entre os trabalhos de pesquisa em enfermagem materno-infantil encontrados, houve predomínio da área assistencial sobre a educacional e administrativa.

— A assistência hospitalar ainda é o centro principal das pesquisas do enfermeiro obstétrico e pediátrico, embora haja uma nítida tendência para ultrapassar os muros das instituições hospitalares e dirigir os esforços para a comunidade, dentro de um enfoque preventivo.

— As diretrizes da pesquisa em enfermagem materno-infantil estão em consonância com o preconizado pela OMS, tanto em relação aos temas considerados prioritários quanto à abordagem histórica, social e econômica.

(8)

pro-fissionais egressos das escolas estariam capacitados para analisar criti-camente a situação de saúde do grupo, o que os levaria à prestação de uma melhor assistência.

NEIRA HUERTA, E. del P.; MADEIRA, L. M.; MIRANDA, M. M.; MERIGHI, M. A. B.; HO, S. F. D. S.; GARCIA, T. R. Research in maternal-child nursing. Rev. Esc. Enf. USP, São Paulo, /7(3):213-227, 1983.

By way of a short bibliographical revision, these authors outline some general directives for research in the maternal-child area of nursing. They identify existing research projects in this area, which are published in three bibliographical sources.

They depict the predominance of emphasis in these projects — be it nursing assistance, administration or teaching. The authors also analyse the tendencies that these current investigations seem to be following.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. AGTJIARI, C. S. A. Li. & HONDO, M. M. N. A utilização dos periódicos na Biblioteca da Escola de Enfermagem da USP. Bev. Esc. Enf. USP, São Paulo, 16(1):5-16, 1982. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. Informação sobre pesquisas e

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3. CIETTO, L. Pesquisa e desenvolvimento da enfermagem: considerações sobre sua importância na área materno-infantil. Enf. Novas Dimens., São Paulo, 2(2):93-97, 1976. 4. HART, E. Why research in midwifery? J. Nurse-Midwifery, New York, 26(4):37-38,

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5. NOGUEIRA, M. J. de C. A pesquisa em enfermagem no Brasil: retrospectiva histórica. Bev. Esc. Enf. USP, São Paulo, 16(1):17-26, 1982.

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7. PENCHASZADEH, V. & MÁRQUEZ, M. La investigación en salud materno-infantil y reproducción humana. Educ. Med. Salud, Washington, 11(1):41-9, 1977.

8. PINHEIRO, M. R. S. Editorial. Bev. Esc. Enf. USP, São Paulo, 7(2):121-122, 1973. 9. RIBEIRO, C. de M. Aspectos da pesquisa em enfermagem. Bev. Paul. Enf., São Paulo,

1:21-22, jul./ago. 1S81.

10. VIEIRA, T. T. Produção científica em enfermagem no Brasil: 1960-1979. Salvador, 1980. 200 p. (Tese professor titular - Escola de Enfermagem da UFBA).

(9)

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TABELA 1. Fontes de publicação de pesquisas em enfermagem mater- mater-no-infantil entre 1960 e 1981
TABELA 2. Áreas de predomínio das pesquisas em enfermagem mater- mater-no-infantil, entre 1960 e 1981
TABELA 4. Área de atuação dos pesquisadores em enfermagem mater- mater-no-infantil, segundo o ano — 1960-1981

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