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Escritora com mais de 16 Obras Publicadas 17 Obras Publicadas
Sociedade Digital
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Geração Pokemon GO – Mobile, Cloud, Biométrica
Fonte:assets3.exame.abril.com.br/assets/images/2016/7/609914/size_810_16_9_pokemon- go.png.Acessado em 05.08.2016
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INSCRIÇÕES ABERTAS
Audiência pública sobre WhatsApp discutirá Marco Civil da Internet 29 de novembro de 2016, 10h38
O prazo para inscrições dos interessados em participar como expositores
da audiência pública sobre bloqueio do aplicativo WhatsApp por decisão judicial foi prorrogado para 1º de fevereiro de 2017. A prorrogação do prazo, que seria encerrado na última sexta-feira (25/11), se deu porque a audiência, convocada originalmente pelo ministro Edson Fachin na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 403, abrangerá também a Ação Direta de
Inconstitucionalidade 5.527, da relatoria da ministra Rosa Weber.
http://www.conjur.com.br/2016-nov-29/audiencia-publica-whatsapp-discutira-
marco-civil-internet
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Prova Digital
• Justificabilidade
• Relevância
• Auditabilidade
• Suficiência
• Confiabilidade
• Repetibilidade
• Reprodutibilidade
» Requisitos: Manuseio da Evidência Digital
Compliance:
Novo CPC: artigos
371, 425, IV
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Qual ato praticado? - DADOS (O QUE) – SERVIDOR DE DADOS
Quem praticou (p.ex. própria foto da pessoa)? – LOG DE AUTORIA FICA NA APLICAÇÃO E NA CONEXÃO (QUEM)
Testemunhas (p. Ex. IMEI e MAC Address podem ser inseridos no log de operação de geração do documento para testemunhar o fato)
Onde? - LOG DE APLICAÇÃO E DE GEOLOCALIZAÇÃO
Quando? – LOG DE TEMPO DE APLICAÇÃO, DE SERVIDOR
De que forma? – LOG DE NAVEGAÇÃO COMPORTAMENTAL
Riscos de Fraude
Fonte:olhardigital.uol.com.br/fique_seguro/noticia/golpe-no-whatsapp-se-disfarca-de-cupom-de- 8
descontos-do-burger-king/58794.Acessado em 07.06.2016
Case – WhatsApp – Cupom falso
Riscos de Fraude
Fonte:www.portaldoholanda.com.br/aplicativo/conheca-os-principais-golpes-no-whatsapp.Acessado em 9
07.06.2016
Case – WhatsApp – Ativar emoticons
Casos com prova WhatsApp
"AGRAVO DE INSTRUMENTO - LIMINAR - RETIRADA DE IMAGEM DO BANCO DE DADOS DO SERVIÇO WHATSAPP - REQUISITOS - PRESENÇA - POSSIBILIDADE - RECURSO DESPROVIDO.
Para o deferimento do pedido de liminar devem estar presentes os requisitos fumus boni iuris e periculum in mora, de modo que se caracterize a plausibilidade aparente da pretensão aviada e o perigo fundado de dano, antes do provimento final. Restando evidenciado nos autos a plausibilidade do direito invocado, notadamente diante da violação de direito de personalidade, bem como o perigo da demora, é de se manter o deferimento do pedido liminar para retirada de imagens íntimas do banco de dados do serviço Whatsapp. Recurso desprovido."
(Agravo de Instrumento nº 0560803-64.2014.8.13.0000, Nona Câmara Cível, Tribunal de Justiça de MG, Relator: Amorim Siqueira).
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Casos com prova WhatsApp
AGRAVO DE INSTRUMENTO. ECA. CAUTELAR INOMINADA. NULIDADE DA DECISÃO. INOCORRÊNCIA. EXCLUSÃO DO PERFIL E DAS FOTOGRAFIAS ÍNTIMAS ENVIADAS PELA ADOLESCENTE POR MEIO DO FACEBOOK E DO WHATSAPP.FIXAÇÃO DE ASTREINTES. DESCABIMENTO, NO CASO.
1. Não obstante o juízo de origem (JIJ) tenha declinado da competência para uma das varas cíveis da Comarca, na forma do art. 113, § 2º, do CPC, a decisão questionada não pode ser tida como nula, na observação de que o Superior Tribunal de Justiça já encampou que a declinação não acarreta a desconstituição automática do ato judicial acoimado, com a permanência dos efeitos da decisão até que o juiz competente se pronuncie para manter ou revogar a cautelar inicial, o que ainda não ocorreu no caso concreto.
2.Considerando que ser fato público e notório que a empresa Facebook adquiriu o serviço móvel de mensagens
"WhatsApp" no ano de 2014 e que apenas o Facebook possui representação no país, possui este legitimidade para responder também pelo pedido direcionado àquela empresa.
3. Na espécie, sopesando que o provedor de aplicações de "internet" responde pelos serviços que presta, não há, em princípio, como reconhecer prontamente a alegada irresponsabilidade da empresa recorrente.
4. Além disso, levando em conta que os "links" indicados na exordial, concernentes ao perfil e ao endereço eletrônico das fotografias enviadas pelo "Facebook", já foram excluídos, assim como a... invocação de que o conteúdo das mensagens entregues não é mantido, copiado ou arquivado pela "WhatsApp", as possíveis medidas a serem atribuídas à agravante já foram, ao cabo, adotadas, não havendo, a priori, providências outras a serem de si reclamadas, visto que os registros do conteúdo das mensagens questionadas, hoje, no máximo, podem ter permanecido nos aparelhos móveis do remetente e de possíveis destinatários, com o que cabível o afastamento da imposição da multa diária fixada na origem. REJEITADA A PRELIMINAR. AGRAVO DE INSTRUMENTO PARCIALMENTE PROVIDO. (Agravo de Instrumento Nº 70064361157, Oitava Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Ricardo Moreira Lins Pastl, Julgado em 02/07/2015).
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Casos com prova WhatsApp
"Antecipação dos efeitos da tutela. Pretensão de exclusão de fotos da agravada veiculadas indevidamente no Facebook e WhatsApp. Alegação de ilegitimidade passiva. Descabimento. Notória aquisição do WhatsApp pelo Facebook. Inexistência, por ora, de prova inequívoca do alegado direito da autora. Liminar revogada. Tutela recursal parcialmente deferida. ”
(Agravo de Instrumento nº 2162674-03.2014.8.26.0000, Nona Cãmara de Direito Privado, Tribunal de Justiça de SP, Relator: Mauro Conti Machado).
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Casos com prova WhatsApp
Decisão 1º Grau – 1º Vara Cível de Ribeirão Preto/SP – Discussão sobre possibilidade de gravar e divulgar em redes sociais um diálogo (discussão) havido entre as partes, durante aula ministrada em sala de Faculdade. (andamento atual do processo: tentando citar a Ré O pedido se deve ao fato da ré ter gravado e divulgado em redes sociais (WhatsApp e Facebook), um diálogo havido entre as partes, durante a aula ministrada pelo autor em sala de ensino superior, na qual houve uma discussão, segundo ele, provocada pela ré – sua aluna - e que a divulgação dos textos, por ela elaborados e publicados, está prejudicando sobremaneira sua imagem, além do fato de que, esta publicação desautorizada, se revela ilegal.
Com estas premissas em mente, temos em embate o direito da aluna/ré em expressar de forma livre o seu pensamento e divulgar o que com eles ocorrera, e por outro lado, do autor/professor, o seu direito em ver preservada a sua honra, caso a referida publicação atinja de forma cabal a sua moral e sua vida privada.
Face o exposto, por não vislumbrar a priori , os requisitos legais previstos nos arts. 300 e 301 do CPC, indefiro a antecipação de tutela que busca a retirada do texto publicado pela autora perante o Facebook.
(https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.codigo=E20009LN40000&processo.foro=506&uuidCaptcha=sajcaptcha_402a5a36252b4eeeb439 e25522eac2c6)
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Novos Riscos na Gestão de SI – Mobilidade e Aplicativos de Comunicação Instantânea
Imagem disponível em http://www.androidpit.com.br/melhores-aplicativos-de-mensagens Acesso em 22.08.2016 às 18h41. Finalidade Educacional.
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Guarda de logs de acesso
• O Marco Civil determina que os provedores de aplicações de internet, constituídos na forma de pessoa jurídica e que exerça a
atividade econômica de forma organizada a profissional, deverão manter os registros de acesso a aplicações de internet em
ambiente controlado e sob sigilo pelo prazo
de 6 (seis) meses (Art. 15).
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Decreto nº 8771/2016 – exigência de gestão com controle e guarda segura de logs
Art. 13. Os provedores de conexão e de aplicações devem, na guarda, armazenamento e tratamento de dados pessoais e comunicações privadas, observar as seguintes diretrizes sobre padrões de segurança:
Controle de acesso restrito aos logs / dados
Mecanismos de dupla autenticação
Criação de uma inventário detalhado sobre os acessos aos registros de conexão e de acesso as aplicações contendo (momento, duração, identidade do funcionário ou do responsável e arquivo acessado)
Soluções que garantam a inviolabilidade dos logs / dados
• Sócia-fundadora do Escritório Patricia Peck Pinheiro Advogados;
• Advogada formada pela Universidade de São Paulo;
• Doutoranda em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo;
• Especialização Negócios Harvard Business School;
• Curso em Gestão de Riscos pela Fundação Dom Cabral;
• MBA Marketing Madia Marketing School;
• Formada pela Escola de Inteligência do Exército Brasileiro;
• Sócia-fundadora da Patricia Peck Pinheiro Treinamentos;
• Idealizadora e fundadora do Instituto iStart e Movimento Família mais Segura (www.istart.org.br );
• Árbitra do Conselho Arbitral do Estado de São Paulo –CAESP;
• Professora convidada para integrar Banca Examinadora de Doutorado do ITA –Instituto de Tecnologia da Aeronáutica em 2013;
• Vice-Presidente Jurídica da Associação Brasileira dos Profissionais e Empresas de Segurança da Informação, ASEGI;
• Professora convidada da Fundação Instituto de Administração –FIA-USP;
• Membro homenageada pelo Instituto Brasileiro de Direito Digital –IBDDIG em 2014;
• Recebeu o Prêmio “Advogada Mais Admirada em Propriedade Intelectual” em 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016.
• Recebeu o Prêmio “A Nata dos Profissionais Segurança Informação” em 2006 e 2008;
• Recebeu o Prêmio “Excelência Acadêmica – Melhor Docente da Faculdade FIT Impacta” em 2009 e 2010;
• Condecorada com a Medalha do Pacificador pelo Exército em 2009;
• Condecorada com a Medalha Tamandaré pela Marinha em 2011;
• Condecorada com a Medalha Ordem do Mérito Militar pelo Exército em 2012;
• Recebeu o Prêmio “Security Leaders” por seus trabalhos de Educação e Conscientização em Segurança Digital em 2012 e 2015;
• Autora do livro “Direito Digital”, já na 6ª edição (www.saraiva.com.br)
• Autora e organizadora do Livro de artigos “Direito Digital Aplicado” e “Direito Digital Aplicado 2.0”
• Coautora do Tratado de Computação Forense;
• Coautora dos audiolivros“Direito Digital no Dia-a-Dia”, “Direito Digital Corporativo” e “Eleições Digitais”;
• Coautora do e-book “iMarketingDireito Digital na Publicidade” (http://itunes.apple.com/br/);
• Coautora dos livros “e-Dicas”, “Internet Legal” e “Direito e Internet II”;
• Coautora do livro “Novas Competências na Sociedade do Conhecimento”;
• Coautora do livro “Os ´Novos´Direitos no Brasil”;
• Coautora do livro “Vivendo este mundo Digital”;
• Coautora do livro “Coletânea Direito e Saúde”;
• Coautora do livro “Marco Civil da Internet”;
• Coautora do E-Book “Tecnologias Digitais para a Produção do Conhecimento no Ciberespaço”
• Colunista do Brasil Post da Editora Abril (http://www.brasilpost.com.br/patricia-peck-pinheiro/ )
• Colunista do site IDG Now! e das Revistas PartnerSales e Revista Segurança Digital;
• Palestrante em diversos eventos relacionados aos temas de Direito, Tecnologia, Comportamento, Economia e Sociedade
Dra. Patricia Peck Pinheiro
http://lattes.cnpq.br/017205310557757717