ÍNDICE ALFABÉTICO
Buenos Aires 13
Buenos Aires em 3 dias 67
Centro da Cidade 18
Comer em Buenos Aires 42
Compras em Buenos Aires 53
Cultura em Buenos Aires 57
Dicas de bares 37
Dicas de Cafés 45
Dicas de Cafés Literarios 48
Dicas de Cafés Tradicionais 47
Dicas de Feiras 56
Dicas de Restaurantes 49
Dicas de Ruas de compra 55
Dicas de Shoppings e centros comerciais 54
Dicas e Informações Úteis 03
La Boca 27
Las Cañitas e La Imprenta 33
Noite em Buenos Aires 36
Palermo 19
Puerto Madero 26
Recoleta 29
Retiro 24
San Telmo 23
Tango em Buenos Aires 59
Tigre & Zona Norte 34
DICAS E INFORMAÇÕES ÚTEIS
ATENÇÃO: Na hora de voltar ao Brasil, nós somos obrigados a pagar uma taxa de U$ 18,00 (dezoito dólares) por pessoa para a imigração argentina, no aeroporto. Essa taxa NÃO ESTÁ INCLUÍDA nas taxas das passagens aéreas! Esse pagamento só pode ser feito em dinheiro (dólares ou peso argentino) ou com cartão de crédito internacional VISA ou American Express; o Credicard internacional NÃO É ACEITO. Recomendo trocar 20 dólares no aeroporto brasileiro mesmo, na ida, e já os deixar separados para evitar futuros problemas. Sem o pagamento dessa taxa você não embarca! Recomendo também, na volta, plastificar as malas com o Securebag (20 pesos por mala) para evitar que sua bagagem seja violada. Infelizmente essa é uma situação comum nos vôos da Argentina para o Brasil. No aeroporto internacional de Ezeiza há um estande da Securebag que faz isso; eles têm seguro e tudo mais, dê uma olhada no site. No vôo, você receberá um formulário colorido para preencher com seus dados. Ele será lido e carimbado pela imigração antes de você entrar no país e lhe será devolvido. GUARDE-O EM LOCAL SEGURO, pois você precisará dele para a volta também.
Documentação para a viagem: Para viajar para países que fazem parte do Mercosul basta passaporte em vigor ou Carteira de Identidade expedida por Secretaria de Segurança Pública (original), emitida nos últimos 10 anos.
Não serão aceitas carteiras emitidas por Ministérios Militares, Conselho de Ordem, Planos de Saúde ou Carteiras de Habilitação. Crianças: obrigatória a apresentação do Passaporte ou da Carteira de Identidade original. Não serão aceitas Carteiras de Plano de Saúde ou de Vacinação. ATENÇÃO: a carteira de identidade, original, deve estar em bom estado de conservação. Caso contrário, você corre o grande risco de não poder entrar no país! Se sua identidade original está meio detonada, baleada, faça uma segunda/terceira via em qualquer posto do Detran antes de viajar. Vale lembrar que essa nova via leva, no mínimo, dois meses para ficar pronta. Se não houver tempo de mandar fazer uma nova via, leve a baleada mesmo e um outro documento oficial qualquer, que tenha foto e que esteja em melhores condições (recomenda-se a carteira de habilitação), e reze para eles deixarem você entrar no país. Leve também uma xerox da sua carteira de identidade, para você carregar no dia-a-dia.
Deixe a original guardada no hotel para não correr o risco de perdê-la. Nunca ande com todos os documentos originais, pois, embora quase não haja roubos pela cidade, batedores de carteira são muito comuns.
Dinheiro e Câmbio: A moeda nacional é o peso argentino ($), dividido em 100 centavos. As cédulas em circulação são de 2, 5, 10, 20, 50 e 100 pesos e as moedas são de 1 peso, 5, 10, 25 e 50 centavos. Os cartões de crédito mais aceitos são American Express, VISA, Diners e Mastercard. É muito mais interessante para nós, brasileiros, sair do Brasil levando entre $50 e $100 (para despesas de chegada, como táxi e refeições), e o resto do dinheiro em dólar. A moeda americana é muito mais valorizada na argentina do que o Real. Exemplo: se você trocar R$ 100 para peso, lá, você terá aproximadamente
$129; mas se levar R$ 100 em dólar (US$ 50) e lá trocar a moeda americana por peso, você ficará com aproximadamente $150. Para trocar dólar ou Real por peso, recomendo uma casa de câmbio na Rua Florida, esquina com a Rua Lavalle, onde encontrei a melhor taxa.
Atenção: Confira sempre o troco em qualquer compra pela cidade, pois não é raro receber o troco errado, para menos é claro.
Clima: Buenos Aires tem as quatro estações bem definidas. Os meses de verão são bastante quentes e úmidos, sendo que a temperatura varia entre 22° e 33°, com picos de 40°. São comuns as chuvas de verão (“chaparrones”). Já no inverno faz frio e venta muito. A média de temperatura varia entre 3° e 14°, podendo chegar a alguns graus abaixo de zero. A primavera e o outono são amenos e a temperatura nessas épocas do ano varia entre a mínima de 13° e a máxima de 22°.
Tensão: 220 Volts e freqüência de 50 Hertz.
Telefonar para Buenos Aires: O código da Argentina é 54 e o de Buenos Aires é 11. Ou seja, para ligar do Brasil para a Argentina basta discar: 00+XX+54+11+número do telefone (XX = operadora).
Em Buenos Aires
Chegando à capital: O Aeroporto Internacional de Ezeiza está a 35 km do centro. A média de tempo de percurso é de 40 minutos por uma auto-estrada. Os vôos domésticos acontecem através do Aeroparque Jorge Newberry, que fica dentro da cidade, a 4 km do centro. Para quem está no Aeroporto Internacional de Ezeiza, a dica é recorrer a um ônibus particular da empresa Manuel Tienda León, que leva passageiros do aeroporto até o centro da cidade (terminal na Av. Madero 1299, esquina com San Martin) por $25 por pessoa, e deixa o cliente no hotel por mais alguns pesos (telefones: 4314-3636 e 4315-5115). Outra opção é conversar com os motoristas dos táxis pretos de capota amarela (táxis típicos de Buenos Aires) sobre o valor da corrida até seu hotel. Lembre-se que o ônibus Tienda León cobra $25 por pessoa. Na ida da cidade para o aeroporto é a mesma coisa. Basta pegar um táxi até o terminal Tienda León no centro (Av. Madero 1299, esquina com San Martin) e, de lá, o ônibus para o aeroporto (o primeiro sai às 4h, depois às 5h, e depois a cada meia-hora até as 22h30). Mas antes, cheque com o taxista por quanto ele faz a corrida até o aeroporto; muitas vezes pode sair mais barato do que pagar $25 por pessoa no ônibus. Quem quiser trocar moeda estrangeira por peso no aeroporto (não recomendo, pois o câmbio normalmente é mais caro) basta procurar o Banco Nación. Não esqueça
de passar no balcão de informações do aeroporto e pedir um mapa da cidade. É de graça.
Telefonando de Buenos Aires: Os telefones públicos de Buenos Aires funcionam a cartão ou com moedas. Mas a melhor maneira de se telefonar da capital portenha é comprar uma “tarjeta prepagaHablemás” (cartão pré-pago Hablemás) em qualquer banca de doces ou locutório (lojinhas que oferecem serviços de internet, telefonia e vendem doces). Com o cartão Hablemás, você pode fazer ligações locais ou internacionais, de qualquer telefone fixo, inclusive do hotel. Há cartões de vários valores, mas aconselho um de $5 ou de $10. Para se ter uma idéia, com um cartão Hablemás de $5 dá para falar 1h com um telefone fixo no RJ, ou 15 minutos se for um celular carioca. As instruções para as ligações encontram-se no verso do cartão. Há outros tipos de cartões telefônicos, alguns específicos para chamadas internacionais, mas é besteira. Nem pense em comprar cartão telefônico no aeroporto que é furada. Espere chegar à cidade. Para ligar para o Brasil, disque: 00+55+ código da cidade sem o primeiro zero + número do telefone. Nunca ligue diretamente do hotel, pois eles cobram tarifas exorbitantes.
Use seu cartão pré-pago.
Horários: O horário em Buenos Aires corresponde ao de Brasília. O horário do expediente portenho é normalmente das 9h às 20h e aos sábados de 8h30 às 13h. Bancos e agências de câmbio: de segunda a sexta das 10h às 15h.
Lojas: das 9h às 20h. Em alguns bairros é costume fechar ao meio-dia, prolongando-se o horário da tarde. Aos sábados o horário é das 9h às 13h. Shoppings: das 10h às 22h todos os dias da semana, inclusive domingos depois das 12h. Durante os fins de semana, as praças de
alimentação ficam abertas até a 1h e os cinemas têm sessões que começam a essa hora. Supermercados: das 9h às 22h. As principais redes abrem também aos domingos, geralmente a partir das 12h. Restaurantes servem almoço até às 15h e jantar, a partir das 21h; porém, nas áreas turísticas, esse horário é mais flexível.
Saudações e cumprimentos: É comum as pessoas mais amigas se cumprimentarem com um beijo, mesmo entre os homens, de todas as idades. Embora nas ocasiões mais formais ou de primeiro contato, um apertão de mão já é o bastante. Além disso, não se preocupe; com um simples
“Hola” (ôla) e um sorriso, todos nos entendemos.
Serviços ao turista: A “Comisaría del Turista” da Policía Federal Argentina (uma espécie de delegacia do turista) possui serviços de envio de fax e correio eletrônico, e tem ligação com todas as oficinas diplomáticas e consulados existentes no país através do “Departamento de Asuntos Extranjeros” para lidar com assuntos de documentação e outros assuntos policiais como furtos, discriminação ao estrangeiro, raças etc. O telefone da Comisaría é: 4346- 5770. Ela trabalha em conjunto com as 69 “Oficinas de Orientação ao Turista” que funcionam no interior do país.
Para conseguir mapas, guias e dicas de hospedagem e passeios, procure um dos dois escritórios de informações turísticas na rua Santa Fé, 883, e no Centro Cultural San Martín (rua Sarmiento, 1551, 5º andar). Além deles, há dois quiosques, geralmente abertos 24 horas na rua Florida e em Puerto Madero. Os mapas e guias são gratuitos.
Mesmo que você tenha pegado um mapa no aeroporto, pegue um mapa destes quiosques, que é bem mais interessante e fácil de manipular.
Em caso de perda ou roubo de documentos: O procedimento é simples. Primeiro, vá a uma “Comisaría del Turista" da Polícia Federal Argentina e registre o roubo ou perda (tem de pagar 10 pesos) e pegue o B.O.
deles. Há várias espalhadas pela cidade; eu fui na da Av.
Corrientes, 436 (se preferir, ligue e pergunte onde há uma mais próxima de você: 4346-5770). Depois, tire 2 fotos 3x4 em qualquer Kodak da cidade (em torno de 20 pesos, 4 fotos), uma xerox do B.O. e de algum outro documento brasileiro que você possa ter levado além da identidade ou passaporte perdido. Por último, leve tudo isso ao Consulado-Geral do Brasil em Buenos Aires, que fica na rua Carlos Pellegrini, 1363, 5o andar (estação San Martin, linha C, é a mais próxima), das 10h às 17h. Lá eles lhe darão um documento que lhe permite voltar ao Brasil sem problemas. Qualquer dúvida, ligue para a Embaixada do Brasil na cidade: 4515-2400.
Acesso a Internet: Muitos restaurantes, sorveterias, shoppings e lojas oferecem, gratuitamente, conexão Wi-Fi de alta velocidade. Basta entrar, abrir seu laptop e navegar à vontade. Mas, se você é mais modesto, não tem laptop e precisar acessar a internet, basta procurar um locutório – uma loja que oferece, entre outras coisas, acesso a internet e serviços de telefonia. Uma hora de internet custa aproximadamente $1,50 (R$ 1,16). Há centenas de locutórios espalhados pela cidade. Fique atento e logo você encontrará um.
Fotos digitais: Se você vai usar máquinas fotográficas digitais em sua viagem, poderá descarregá-la em qualquer loja Kodak ou em algum locutório (lojinha que oferece
serviços de internet e telefonia). Eu paguei $5 em um locutório para descarregar três cartões de 128Mb e um de 256Mb e gravar tudo em CD, com CD virgem e capinha incluídos.
Compras: Além de o Real valer mais que o peso argentino, há muitas coisas mais baratas do que no Brasil.
São mais baratos: cosméticos, CDs, DVDs, calçados e roupas de couro em geral, e roupas de grifes como La Coste, Adidas, Puma entre outras. Recomendo a loja de departamentos Falabella, na rua Florida, onde se encontra de tudo por um bom preço. Veja mais detalhes na página de compras.
Vocabulário: É importante saber algumas palavras-chave do vocabulário local, principalmente na hora de comer, pois muitas palavras não tem nada a ver com o português.
Abaixo, seguem algumas dicas. Mas recomendo levar um dicionário, mais precisamente um guia de conversação. Eu recomendo o Guia de Conversação em Espanhol da Langenscheidt, da Martins Fontes.
Dias da semana: Lunes (segunda), Martes (terça), Miércoles (quarta), Jueves (quinta), Viernes (sexta), Sábado e Domingo.
Utensílios de mesa: Tetera (bule de chá), pajita (canudo), cestilla (cesta de pão), cenicero (cinzeiro), cuchara (colher), vaso (copo), cuchillo (faca), tenedor (garfo), servilleta (guardanapo).
Comidas: mermelada (geléia), rebanada (fatia), jamón (presunto), biscota (torrada), bien hecho (bem-passado), medio-asado (mal-passado), a la parrilla (na brasa), a la