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MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO

SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

31/2002

Brasília - DF, 2 de agosto de 2002.

Boletim do

Exército

(2)
(3)

BOLETIM DO EXÉRCITO N

º 31/2002

Brasília, DF, 2 de agosto de 2002 ÍNDICE

1 ª PARTE LEIS E DECRETOS

ATOS DO PODER LEGISLATIVO RETIFICAÇÃO - LEI N º 10.520, DE 17 DE JULHO DE 2002(*)

Institui, no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, nos termos do art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, modalidade de licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências...7

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

CONSELHO DE GOVERNO

COMITÊ EXECUTIVO DO GOVERNO ELETRÔNICO RESOLUÇÃO N º 7, DE 29 DE JULHO DE 2002

Estabelece regras e diretrizes para os sítios na internet da Administração Pública Federal...7 MINISTÉRIO DA DEFESA

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N º 440/GABINETE, DE 25 DE JULHO DE 2002

Os valores constantes dos Anexos I a VI da Portaria nº 356/GABINETE, de 24 de junho de 2002, passam a vigorar conforme o contido nos Anexos I a VI...15

GABINETE DO COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA N º 343 , DE 23 DE JULHO DE 2002

Aprova o Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército - Dobrados e Marchas Militares (VM 08- A)...17 PORTARIA N º 344, DE 23 DE JULHO DE 2002

Aprova o Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército - Honras Fúnebres (VM 09). ...17 PORTARIA N º 345, DE 23 DE JULHO DE 2002

Altera o art. 98 e o art. 4º do Anexo A, tudo do Regulamento de Uniformes do Exército (R-124), aprovado pela Portaria Ministerial nº 806, de 17 de dezembro de 1998...18

(4)

PORTARIA Nº 374, DE 31 DE JULHO DE 2002

Estabelece procedimento para a comprovação do transporte, de acordo com o Decreto nº 4.307, de 18 de julho de 2002...19

SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO PORTARIA N º 059-SGEx, DE 29 DE JULHO DE 2002

Fixa datas de aniversário de Organizações Militares...23 NOTA S/N º SGEX, DE 23 DE JULHO DE 2002

Dobrados Militares...23 3 ª PARTE

ATOS DE PESSOAL ATOS DO PODER EXECUTIVO

MINISTÉRIO DA DEFESA DECRETOS DE 29 DE JULHO DE 2002

Promoções, Exoneração e Transferência para Reserva Remunerada...23 DECRETOS DE 30 DE JULHO DE 2002

Exonerações e Nomeações...24 GABINETE DO COMANDANTE DO EXÉRCITO

PORTARIA N º 319, DE 19 DE JULHO DE 2002

Nomeação de Oficial...26 PORTARIA N º 320, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para a XIX Reunião de Diretores de Institutos Geográficos Sul-Americanos...26 PORTARIA N º 321, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para Estágio em Laboratório de Pesquisa de Engenharia de Construção para Engenheiros de Fortificação e Construção...26 PORTARIA N º 322, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para acompanhar os trabalhos finais de manutenção, recebimento da Aeronave S70 A36 Black Hawk Prefixo 3002 e translado para o Brasil...27 PORTARIA N º 323, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para o recebimento da Aeronave S70 A36 Black Hawk Prefixo 3002 e translado para o Brasil...27 PORTARIA N º 324, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para o 50º Campeonato Mundial de Pentatlo Militar do Conselho Internacional do Desporto Militar – CISM...28 PORTARIA N º 325, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para a Reunião Extraordinária de Coordenação Militar Brasil – Espanha...28

(5)

PORTARIA Nº 326, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para a 5ª Reunião do Subgrupo de Aperfeiçoamento Técnico do Clube Leopard...29 PORTARIA N º 327, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para visita de orientação e auditoria à Comissão do Exército Brasileiro em Washington (CEBW)...29 PORTARIA Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para o XIII Encontro Latino-americano de Pastoral Castrense...29 PORTARIA Nº 329, DE 22 DE JULHO DE 2002

Exoneração do cargo de Técnico da Cooperação Militar Brasileira no Paraguai e nomeação para o cargo de Adjunto das mesma Cooperação...30 PORTARIA Nº 330, DE 22 DE JULHO DE 2002

Exoneração do cargo de Técnico da Cooperação Militar Brasileira no Paraguai e nomeação para o cargo de Adjunto da mesma Cooperação...30 PORTARIA Nº 331, DE 22 DE JULHO DE 2002

Exoneração de Membro Efetivo da C P O...31 PORTARIA Nº 340, DE 23 DE JULHO DE 2002

Promoção de Oficial “Post Mortem”...31 PORTARIA Nº 341, DE 23 DE JULHO DE 2002

Promoção de Oficial em Ressarcimento de Preterição...31 PORTARIA Nº 342, DE 23 DE JULHO DE 2002

Nomeação de Oficial...32 PORTARIA Nº 346, DE 23 DE JULHO DE 2002

Exoneração de Oficial...32 PORTARIA Nº 348, DE 24 DE JULHO DE 2002

Designação para o XXXIX Campeonato Mundial Militar de Natação do Conselho Internacional do Desporto Militar – CISM...32 PORTARIA Nº 349, DE 25 DE JULHO DE 2002

Designação para a reunião de coordenação final da produção do filme conjunto com os exércitos dos países integrantes do MERCOSUL...33 PORTARIA Nº 350, DE 25 DE JULHO DE 2002

Designação de militar para XIII Conferência de Editores Ibero-americanos de Revistas Militares.

...33 PORTARIA Nº 352, DE 29 DE JULHO DE 2002

Concessão de Medalha do Pacificador com Palma...33 PORTARIAS Nº 353 A 357, DE 29 DE JULHO DE 2002

Concessão de Medalha do Pacificador...34 DESPACHO DECISÓRIO N º 059, DE 23 DE JULHO DE 2002

Promoção “Post Mortem”...52

(6)

DESPACHO DECISÓRIO Nº 060, DE 23 DE JULHO DE 2002

Promoção em Ressarcimento de Preterição...53 DESPACHO DECISÓRIO N º 063, DE 24 DE JULHO DE 2002

Recurso em Processo Administrativo de Fiscalização de Produtos Controlados ...54 DESPACHO DECISÓRIO N º 067, DE 24 DE JULHO DE 2002

Autorização para realização de curso no exterior...56 SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

PORTARIAS N º 060 A 062–SGEX, DE 29 DE JULHO DE 2002

Concessão de Medalha Militar...57 NOTA N º 008-SGEX, DE 29 DE JULHO DE 2002

Comissão de Cerimonial Militar do Exército – Criação...62 4 ª PARTE

JUSTIÇA E DISCIPLINA

GABINETE DO COMANDANTE DO EXÉRCITO REFERÊNCIA ELOGIOSA DE OFICIAL-GENERAL

Gen Ex ROBERTO JUGURTHA CAMARA SENNA...63 DESPACHOS DECISÓRIOS N º 058, 061 E 062, DE 23 DE JULHO DE 2002

Anulação de Punição Disciplinar...64 DESPACHOS DECISÓRIOS N º 064 A 066, DE 24 DE JULHO DE 2002

Anulação de Punição Disciplinar...67 DESPACHO DECISÓRIO N º 068, DE 26 DE JULHO DE 2002

Anulação de Punição Disciplinar...70

(7)

1 ª PARTE LEIS E DECRETOS

ATOS DO PODER LEGISLATIVO

RETIFICAÇÃO - LEI N 10.520, DE 17 DE JULHO DE 2002(*)º

Institui, no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, nos termos do art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, modalidade de licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências.

Na publicação feita no Diário Oficial da União nº 137, Seção 1, de 18 de julho de 2002, na página 2:

no inciso I do art. 4º :

Onde se lê: "nos termos do regulamento de que trata o § 2º do art. 1º .", Leia-se: "nos termos do regulamento de que trata o art. 2º ."; e

no art. 8º :

Onde se lê: "nos termos do regulamento previsto no § 2º do art. 1º .", Leia-se: "nos termos do regulamento previsto no art. 2º ."

Retificação solicitada pelo Senado Federal, através da Mensagem nº 110(CN), de 25.7.2002.

(Transcrito do Diário Oficial da União nº 145, de 30 de julho de 2002).

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

CONSELHO DE GOVERNO

COMITÊ EXECUTIVO DO GOVERNO ELETRÔNICO RESOLUÇÃO Nº 7, DE 29 DE JULHO DE 2002

Estabelece regras e diretrizes para os sítios na internet da Administração Pública Federal.

O PRESIDENTE DO COMITÊ EXECUTIVO DO GOVERNO ELETRÔNICO, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto nos incisos I, III e IV do art. 3º do Decreto de 18 de outubro de 2000,

R E S O L V E :

Art. 1º A estruturação, a elaboração, a manutenção e a administração dos sítios na internet dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal regem-se por esta Resolução.

CAPÍTULO I

DA ESTRUTURA DA INFORMAÇÃO DOS SÍTIOS

(8)

Art. 2º Os órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ao adotarem um nome de domínio na internet, observarão as diretrizes seguintes:

I - somente poderão ser utilizados os domínios de primeiro nível gov.br e mil.br, exceto nos casos de simples redirecionamento do programa de navegação na internet para o nome de domínio principal;

II - o nome de domínio deverá guardar associação com o nome ou sigla do órgão ou entidade;

III - a maior quantidade possível de conteúdo deverá ser agregada em um mesmo nome de domínio, criando-se, se necessário, uma estrutura de subdomínios;

IV - nomes de domínio alternativos ou de fantasia devem ser usados apenas para divulgação;

V - é vedada a incorporação em subdomínios de sítios independentes, sem vinculação com o órgão ou entidade.

Parágrafo único. O disposto no inciso I não se aplica às unidades de ensino e pesquisa da Administração Pública Federal.

Art. 3º A elaboração de um sítio governamental deverá ser precedida pela:

I - definição clara do propósito e abrangência do sítio;

II - definição do público-alvo do sítio;

III - mensuração do valor que o sítio agregará à Administração Pública Federal;

IV - verificação da existência de sítios com igual propósito.

Art. 4º Os sítios, no âmbito da Administração Pública Federal:

I - usarão obrigatoriamente o idioma português, podendo haver versões em outros idiomas, preferencialmente o espanhol e o inglês;

II - usarão obrigatoriamente diagramação dinamicamente ajustável na produção do leiaute das páginas, sendo que a barra de rolagem horizontal somente se fará visível em configurações de vídeo inferiores a 800 x 600 pontos de tela;

III - conterão, em sua página inicial, informação sobre todo o seu conteúdo;

IV - disponibilizarão seu conteúdo agrupado por assunto, ficando vedado o seu agrupamento segundo a estrutura organizacional do órgão ou entidade;

V - serão estruturados de modo a privilegiar a prestação de serviço ao cidadão;

VI - harmonizarão elementos de função semelhante de modo que sejam apresentados com forma e localização análogas;

VII - disponibilizarão ligação para página com respostas aos questionamentos mais freqüentes dirigidos ao órgão ou entidade;

VIII - alocarão o conteúdo de maior valor para o usuário na parte superior da página;

(9)

IX - forçarão a abertura de nova janela sempre que houver ligações para páginas externas ao domínio;

X - disponibilizarão versão alternativa compatível com programas de uso consagrado, quando utilizada tecnologia nova na construção de página;

XI - utilizarão padrões técnicos que não exijam equipamentos de grande performance ou programas pouco difundidos;

XII - adotarão estratégia de navegação que economize toques, propiciando rapidez de acesso e o uso intuitivo dos comandos e opções;

XIII - conterão, caso seja disponibilizado serviço executável em outro domínio, as informações mínimas necessárias para que o serviço seja acessado, processado e consumado.

Art. 5º As páginas dos sítios deverão:

I - ser de fácil legibilidade;

II - apresentar os conteúdos com clareza, simplicidade, objetividade, organicidade, atualidade e veraciade;

III - usar linguagem simples e direta, especialmente nas páginas iniciais;

IV - utilizar imagens apenas quando associadas diretamente com o órgão ou entidade ou, ainda, com o serviço;

V - manter todo o ciclo de transição do serviço dentro do próprio sítio quando ele for disponível por meio de formulários.

CAPÍTULO II

DO CONTROLE E MONITORAMENTO DOS SÍTIOS

Art. 6º Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal deverão implementar ferramentas de controle editorial das informações publicadas, observadas as seguintes diretrizes:

I - as ferramentas de publicação a serem adotadas deverão permitir o monitoramento da inclusão e atualização do conteúdo dos sítios e da expiração de validade das informações, quando for o caso;

II - as informações devem ser organizadas, sempre que possível, em bancos de dados administrados por módulo de gestão descentralizado;

III - as informações e serviços deverão ser estruturados de modo a permitir seu manuseio e manutenção independente da participação de técnicos especializados;

IV - a data da informação e a periodicidade de sua atualização devem ser publicadas, quando for o caso.

Art. 7º Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal, quanto ao desempenho e controle estatístico dos sítios sob sua responsabilidade, deverão:

I - implementar instrumentos para a medição:

a) do tráfego de usuários no sítio, bem como do uso das opções de serviço colocadas à disposição dos usuários;

(10)

b) do índice de atendimento às consultas e solicitações efetuadas pelos usuários;

II - estabelecer procedimentos para a realização de pesquisas on-line sobre a qualidade dos serviços e informações prestadas, bem como da satisfação dos usuários;

III - somente utilizar testemunhas de conexão de caráter permanente (cookies) com a concordância do usuário;

IV - utilizar mecanismo de aferição da disponibilidade das ligações (links) expostas;

V - utilizar página específica com orientações na hipótese de devolução de mensagem de erro para o usuário, vedando-se a utilização da página de erro nativa dos navegadores.

CAPÍTULO III

DA GESTÃO DOS ELEMENTOS INTERATIVOS DOS SÍTIOS

Art. 8º Quanto aos elementos de interação nos sítios de sua responsabilidade, os órgãos e entidades da Administração Pública Federal implementarão:

I - obrigatoriamente, serviço de comunicação direta do usuário com o órgão ou entidade denominado "Fale Conosco", que:

a) contemple a possibilidade de o usuário escrever ao órgão ou entidade por correio eletrônico ou através de formulário apropriado, para quaisquer fins, garantindo-se resposta à solicitação, mesmo que seja a mera informação de seu encaminhamento para outro órgão ou entidade;

b) responda, sempre que possível, às solicitações encaminhadas no prazo de cinco dias úteis, devendo o usuário ser informado quando esse prazo não puder ser observado;

c) oriente o usuário a encaminhar para o endereço eletrônico do serviço "Fale com o Governo" ([email protected]) mensagens que tratem de assuntos relacionados com qualquer outro órgão ou entidade do Governo Federal;

d) contenha serviço de estatística em relação ao conteúdo das mensagens recebidas, tais como problemas, críticas e sugestões;

e) declare na página do sítio o nome da unidade organizacional ou do servidor designado como responsável pelo atendimento das mensagens recebidas;

II - facultativamente, salas de bate-papo ou fóruns, a serem disponibilizados no caso de existir política de acesso e funcionalidade, desde que definidos:

a) os temas de discussão;

b) a presença de moderadores;

c) a possibilidade de trocas de arquivos;

d) os mecanismos de controle do conteúdo distribuído ou trocado;

e) o tempo de duração da sessão, se for o caso;

f) a identificação dos responsáveis pelo serviço.

(11)

Parágrafo único. O conteúdo das respostas a serem fornecidas pelo serviço "Fale Conosco"

será de responsabilidade das unidades gestoras da informação ou do serviço a que se destinam as mensagens.

CAPÍTULO IV

DO MODELO ORGANIZACIONAL

Art. 9º Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal deverão adotar, relativamente aos sítios sob sua responsabilidade, modelo organizacional que:

I - defina claramente as atribuições, na administração dos sítios;

II - estabeleça, na estrutura organizacional, as funções de gestão, provimento de conteúdo e infra-estrutura tecnológica.

Parágrafo único. A função de gestão se caracteriza pela coordenação das atividades relacionadas à elaboração das páginas dos sítios e pelo planejamento e desenvolvimento de produtos e serviços ao usuário.

Art. 10. Cabe à unidade responsável pela função de gestão de cada órgão ou entidade:

I - aprovar a estrutura e o padrão das páginas componentes dos sítios do órgão ou entidade;

II - planejar e monitorar o desenvolvimento de serviços e a oferta de informação pelo sítio;

III - articular-se com outras unidades do órgão ou entidade, objetivando a padronização das estruturas das informações e das interfaces gráficas que serão veiculadas;

IV - definir o processo e o fluxo formal de alimentação e atualização de informações nas páginas dos sítios;

V - avaliar o material produzido por outras unidades do órgão ou entidade;

VI - publicar os conteúdos gerados pelas outras unidades do órgão ou entidade;

VII - manter equipe de gestão para acompanhamento e monitoramento da execução de serviços contratados.

Art. 11. As unidades do órgão ou entidade da Administração Pública Federal responsáveis pelos produtos, serviços ou informações exercerão a função de provimento do conteúdo, cabendo-lhes:

I - propor a criação de páginas e a implementação de melhorias, no âmbito de suas atribuições, orientando-se pelos padrões definidos pela unidade gestora de que trata o art. 10, a quem deverá submeter o material produzido;

II - promover a atualização e a manutenção da consistência e da integridade das informações por elas providas.

Art. 12. Cabe à unidade responsável pela função de infra-estrutura tecnológica de cada órgão ou entidade:

I - desenvolver e manter os recursos de infra-estrutura tecnológica (hardware, software e telecomunicações) necessários para disponibilização dos serviços e informações no sítio;

II - desenvolver e manter as páginas e os aplicativos para implementação ou adaptação dos serviços para o meio eletrônico;

(12)

III - elaborar a programação visual e a arquitetura da informação das páginas (webdesign);

IV - capacitar outras unidades do órgão ou entidade para elaboração e manutenção das páginas de sua responsabilidade;

V - realizar prospecção de novas tecnologias;

VI - implementar e manter mecanismos de segurança e de monitoramento de acesso;

VII - elaborar plano de capacitação e atualização técnica para as equipes envolvidas na administração dos sítios.

CAPÍTULO V

DA IDENTIDADE VISUAL DOS SÍTIOS

Art. 13. Cabe à Secretaria de Comunicação de Governo da Presidência da República a definição da identidade visual dos sítios dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal.

Parágrafo único. Para os efeitos desta Resolução, considera-se identidade visual o conjunto de marcas, símbolos e ícones utilizados para caracterização dos sítios do Governo Federal.

CAPÍTULO VI

DA SEGURANÇA DOS SÍTIOS

Art. 14. A segurança dos sítios dos órgãos e entidades da Aministração Pública Federal observará o disposto neste Capítulo e, sem prejuízo do Decreto nº 3.505, 13 de junho de 2000.

Art. 15. Os serviços Web devem ser providos por equipamentos dedicados com acessos físico e lógico controlados.

Art. 16. As infra-estruturas computacionais e de rede dedicadas à prestação dos serviços Web devem estar isoladas da rede interna do proprietário do sítio.

Art. 17. As páginas Web deverão ser providas e atualizadas de modo a não comprometer a segurança das redes internas do proprietário do sítio.

Art. 18. O servidor Web deverá ser configurado de modo seguro tanto no que se refere à segurança física, quanto aos sistemas operacionais e aplicativos instalados.

Art. 19. A segurança do sítio deve ser permanentemente atualizada de modo a resistir aos ataques que exploram vulnerabilidades para as quais já existam correções.

Art. 20. Deverão ser implementados mecanismos de registro de eventos e acessos ao sítio e ao seu ambiente de funcionamento.

Art. 21. Os relatórios produzidos pelos mecanismos citados no art. 20 deverão ser armazenados de modo seguro por período compatível com o caráter da informação.

Art. 22. Quando da ocorrência de ataques bem sucedidos, dever-se-á preservar a maior quantidade possível de evidências digitais relevantes.

(13)

Art. 23. Os registros de eventos e acessos deverão ser monitorados regular e freqüentemente, objetivando a identificação de falhas relevantes.

Art. 24. Para o ambiente do sítio deverão ser utilizados mecanismos de sincronização automática de tempo por meio das fontes oficiais de tempo.

Art. 25. O ambiente da rede do sítio do órgão ou entidade deve contar com planos de contingência implementados e atualizados, visando ao pronto restabelecimento do ambiente e dos serviços, assim como o não comprometimento da imagem da Administração Pública Federal;

Art. 26. Os planos de contingência deverão ser periodicamente testados para que seja verificada a sua eficácia ou necessidade de adequação.

Art. 27. Devem ser estabelecidas diretrizes em cada órgão ou entidade que orientem a realização de cópias de segurança periódica das informações críticas dos ambientes dos sítios governamentais.

Art. 28. Deve existir pelo menos um responsável técnico para atuar como contato no que se refere à segurança do ambiente do sítio.

Parágrafo único. O responsável técnico somente poderá ser servidor público em efetivo exercício no órgão ou entidade.

Art. 29. Deverão ser estabelecidas rotinas de programas:

I - de treinamento e atualização específicos aos responsáveis técnicos pela segurança do ambiente do sítio;

II - de conscientização de todos os envolvidos.

Art. 30. Sempre que necessário, os servidores Web deverão ser configurados para usar tecnologias de autenticação e criptografia, visando a garantir a integridade, o sigilo e a autenticidade das informações.

Art. 31. O responsável técnico deverá certificar-se de que entende todas as funcionalidades de qualquer programa externo a ser utilizado e suas possíveis vulnerabilidades.

Art. 32. Devem ser adotados conceitos e procedimentos de auditoria interna que permitam análise do ambiente computacional.

Art. 33. Toda a documentação técnica referente aos componentes e configurações do ambiente do sítio deverá ser conservada para eventuais verificações.

Art. 34. Todos os documentos normativos elaborados e implementados pelo órgão ou entidade, que versem sobre o ambiente do sítio, deverão ser mantidos atualizados e em condições de sofrer auditorias.

Art. 35. É vedada a utilização de provedores externos para prestar serviços considerados sigilosos, bem como aqueles que possam expor a privacidade dos usuários.

(14)

Art. 36. Caso os serviços Web estejam sendo prestados por provedores externos, compete ao órgão ou entidade contratante estabelecer cláusulas no contrato de prestação de serviço que estipulem a observância às normas sobre segurança de sítios aplicáveis à Administração Pública Federal.

§ 1º Os provedores externos de que trata o caput deverão submeter, por força do contrato, seu ambiente à periódica auditoria do órgão ou entidade contratante.

§ 2º Na auditoria de que trata o § 1, incluem-se todas as partes do ambiente do contratado que possam afetar a segurança do sítio.

Art. 37. O serviço de certificação dos sítios dos órgãos ou entidades somente poderá ser feito por Autoridades Certificadoras integrantes da ICP-Brasil, observado o disposto no Decreto nº 3.996, de 31 de outubro de 2001.

Art. 38. Os órgãos e entidades deverão adotar medidas necessárias para preservar a segurança dos sítios sob sua responsabilidade, inclusive se hospedados por provedores externos, devendo estipular de forma clara as responsabilidades da unidade que gerencia o sítio.

CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 39. Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal deverão, até o final de 2002, adaptar todos seus sítios na internet ao disposto nesta Resolução.

Parágrafo único. Cabe à Secretaria-Executiva do Comitê Executivo do Governo Eletrônico fornecer as orientações necessárias ao fiel cumprimento das normas de que trata o caput.

Art. 40. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

(Transcrito do Diário Oficial da União nº 145, de 30 de julho de 2002).

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO

PORTARIA Nº 440/GABINETE, DE 25 DE JULHO DE 2002

Os valores constantes dos Anexos I a VI da Portaria nº 356/GABINETE, de 24 de junho de 2002, passam a vigorar conforme o contido nos Anexos I a VI

O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso de suas atribuições e considerando o disposto na Lei nº 10.442, de 06 de maio de 2002, na Lei nº 10.491, na Lei nº 10.500, de 08 de julho de 2002, na Lei nº 10.510, de 10 de julho de 2002, no Decreto de 06 de junho de 2002 e no Decreto nº 4.309, de 22 de julho de 2002, resolve:

Art. 1º Os valores constantes dos Anexos I a VI da Portaria nº 356/GABINETE, de 24 de junho de 2002, passam a vigorar conforme o contido nos Anexos I a VI desta Portaria.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

(15)

MINISTÉRIO DA DEFESA

SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL ANEXO I

LIMITES PARA MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO

R$ MIL

COMANDO / UNIDADE

ATIVIDADES + OPERAÇÕES

ESPECIAIS PROJETOS TOTAL

LEI + CRÉDITO AUTORIZADO LEI + CRÉDITO AUTORIZADO LEI + CRÉDITO AUTORIZADO

...

EXÉRCITO 657.626 480.653 332.816 151.444 990.442 632.097

52121-COMANDO DO

EXÉRCITO 581.142 444.208 332.816 151.444 913.958 595.652

52921-FUNDO DO

EXÉRCITO 76.484 36.445 0 0 76.484 36.445

...

Fontes: 100, 111, 112, 114, 120, 121, 122, 124, 125, 126, 127, 128, 129, 130, 131, 132, 133, 135, 137, 138, 139, 140, 146, 147, 148, 149, 151, 153, 155, 157, 158, 162, 164, 166, 180, 185, 246, 249, 280, 900 e 955, e suas correspondentes, resultantes da incorporação de saldos de exercícios anteriores.

MINISTÉRIO DA DEFESA

SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL ANEXO II

LIMITES PARA MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO

R$ MIL

COMANDO / UNIDADE

ATIVIDADES + OPERAÇÕES

ESPECIAIS PROJETOS TOTAL

LEI + CRÉDITO AUTORIZADO LEI + CRÉDITO AUTORIZADO LEI + CRÉDITO AUTORIZADO

...

EXÉRCITO 340.788 282.660 49.634 39.938 390.422 322.598

52121-COMANDO DO

EXÉRCITO 0 0 35.774 28.786 35.774 28.786

52222-FUNDAÇÃO

OSÓRIO 1.742 1.718 0 0 1.742 1.718

52921-FUNDO DO

EXÉRCITO 339.046 280.942 13.860 11.152 352.906 292.094

...

Fontes: 113, 136, 150, 168, 181, 250, 281 e 293, e suas correspondentes, resultantes da incorporação de saldos de exercícios anteriores.

MINISTÉRIO DA DEFESA

SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL ANEXO III

PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS

LIMITES PARA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

R$ MIL

COMANDO / UNIDADE ATÉ JUN ATÉ JUL ATÉ AGO ATÉ SET ATÉ OUT ATÉ NOV ATÉ DEZ

...

EXÉRCITO 5.089.362 5.896.737 6.704.016 7.511.522 8.318.759 9.403.741 10.217.083 52121-COMANDO

DO EXÉRCITO 5.088.459 5.895.691 6.702.827 7.510.190 8.317.284 9.402.073 10.215.271 52222-FUNDAÇÃO

OSÓRIO 903 1.046 1.189 1.332 1.475 1.668 1.812

...

(16)

MINISTÉRIO DA DEFESA

SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL ANEXO IV

LIMITES DE PAGAMENTO RELATIVOS A DOTAÇÕES CONSTANTES DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2002 E AOS RESTOS A PAGAR DE 2001

R$ MIL

COMANDO / UNIDADE ATÉ JUL ATÉ AGO ATÉ SET ATÉ OUT ATÉ NOV ATÉ DEZ

...

EXÉRCITO 290.388 359.526 474.472 507.982 541.491 575.000

52121-COMANDO DO EXÉRCITO 268.650 334.929 447.015 477.665 508.314 538.963

52921-FUNDO DO EXÉRCITO 21.738 24.597 27.457 30.317 33.177 36.037

...

Fontes: 100, 111, 112, 114, 120, 121, 122, 124, 125, 126, 127, 128, 129, 130, 131, 133, 135, 137, 138, 139, 140, 151, 153, 155, 157, 158, 162, 166, 900, 955, 985 e suas correspondentes resultantes da incorporação de saldos de exercícios anteriores.

MINISTÉRIO DA DEFESA

SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL ANEXO V

LIMITES DE PAGAMENTO RELATIVOS A DOTAÇÕES CONSTANTES DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2002 E AOS RESTOS A PAGAR DE 2001

R$ MIL

COMANDO / UNIDADE ATÉ JUL ATÉ AGO ATÉ SET ATÉ OUT ATÉ NOV ATÉ DEZ

...

EXÉRCITO 36.574 40.569 44.564 48.559 52.554 56.548

52121-COMANDO DO EXÉRCITO 25.881 28.708 31.535 34.362 37.189 40.015

52921-FUNDO DO EXÉRCITO 10.693 11.861 13.029 14.197 15.365 16.533

...

Fontes: 146, 147, 148, 149, 164, 180, 246, 249, 280 e suas correspondentes resultantes da incorporação de saldos de exercícios anteriores.

MINISTÉRIO DA DEFESA

SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL ANEXO VI

LIMITES DE PAGAMENTO RELATIVOS A DOTAÇÕES CONSTANTES DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2002 E AOS RESTOS A PAGAR DE 2001

R$ MIL

COMANDO / UNIDADE ATÉ JUL ATÉ AGO ATÉ SET ATÉ OUT ATÉ NOV ATÉ DEZ

...

EXÉRCITO 177.894 204.102 230.311 256.518 282.725 308.934

52121-COMANDO DO EXÉRCITO 16.308 18.710 21.113 23.515 25.917 28.320

52222-FUNDAÇÃO OSÓRIO 717 823 929 1.034 1.140 1.246

52921-FUNDO DO EXÉRCITO 160.869 184.569 208.269 231.969 255.668 279.368

...

Fontes Recursos Próprios: 113, 136, 150, 168, 181, 250, 281, 293 e suas correspondentes resultantes da incorporação de saldos de exercícios anteriores.

(Transcrito do Diário Oficial da União n° 143, de 26 de julho de 2002).

(17)

GABINETE DO COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA N 343 , DE 23 DE JULHO DE 2002º

Aprova o Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército - Dobrados e Marchas Militares (VM 08-A).

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe confere o art. 30, inciso VI, da Estrutura Regimental do Ministério da Defesa, aprovada pelo Decreto nº 3.466, de 17 de maio de 2000, de acordo com o dispositivo no art. 198 do Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas, aprovado pelo Decreto nº 2.243, de 3 de junho de 1997, e o que propõe a Secretaria-Geral do Exército, ouvida a Comissão de Cerimonial Militar do Exército, resolve:

Art 1º Aprovar o Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército - Dobrados e Marchas Militares (VM 08-A), que com esta baixa.

Art 2º Estabelecer que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

PORTARIA Nº 344, DE 23 DE JULHO DE 2002

Aprova o Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército - Honras Fúnebres (VM 09).

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe confere o art. 30, inciso VI, da Estrutura Regimental do Ministério da Defesa, aprovada pelo Decreto nº 3.466, de 17 de maio de 2000, de acordo com o dispositivo no art. 198 do Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas, aprovado pelo Decreto nº 2.243, de 3 de junho de 1997, e o que propõe a Secretaria-Geral do Exército, ouvida a Comissão de Cerimonial Militar do Exército, resolve:

Art 1º Aprovar o Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército - Honras Fúnebres (VM 09), que com esta baixa.

Art 2º Estabelecer que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

PORTARIA Nº 345, DE 23 DE JULHO DE 2002

Altera o art. 98 e o art. 4º do Anexo A, tudo do Regulamento de Uniformes do Exército (R-124), aprovado pela Portaria Ministerial nº 806, de 17 de dezembro de 1998.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe confere o art. 30, inciso VI, da Estrutura Regimental do Ministério da Defesa, aprovada pelo Decreto nº 3.466, de 17 de maio de 2000, e de acordo com o que propõe a Secretaria-Geral do Exército, ouvidos o Departamento Logístico e o Centro de Documentação do Exército, resolve:

Art. 1º Alterar o art. 98 e o art. 4º do Anexo A, tudo do Regulamento de Uniformes do Exército (R-124), aprovado pela Portaria Ministerial nº 806, de 17 de dezembro de 1998, que passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art.98. ...

(18)

...

X - o militar que passar à disposição, for designado ou nomeado para ocupar cargo militar ou exercer função considerada de natureza militar, no Brasil, em outra Força Armada ou órgão estranho ao Exército, usará o distintivo da OM ou do órgão onde exercer sua função ou cargo, desde que previsto em regulamento competente e observada a correspondência entre os uniformes; e

XI - o militar que passar à disposição, for designado ou nomeado para ocupar cargo militar ou exercer função considerada de natureza militar, no Brasil, em outra Força Armada ou órgão estranho ao Exército, que não tenham distintivo, utilizará o distintivo da OM do Exército à qual esteja adido, conforme a situação prevista nas IG 10-02.” (NR)

“ANEXO A

Art. 4º ...

...

X - ...

...

f) podendo ser confeccionada em cem por cento lã virgem ou pêlo de lebre desde que obedecidas às especificações, em particular aquela relacionada com a cor característica de cada tropa."

(NR)

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 3º Revogar a Portaria Ministerial nº 9-GB, de 9 de Janeiro de 1970.

PORTARIA Nº 374, DE 31 DE JULHO DE 2002

Estabelece procedimento para a comprovação do transporte, de acordo com o Decreto nº 4.307, de 18 de julho de 2002.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe confere o art. 30, inciso VI, da Estrutura Regimental do Ministério da Defesa, aprovada pelo Decreto nº 3.466, de 17 de maio de 2000, em conformidade com o disposto no Decreto nº 4.307, de 18 de julho de 2002, resolve:

Art. 1º As organizações militares (OM) com atribuições de autoridade requisitante estabelecerão, em suas áreas de jurisdição, os procedimentos indispensáveis à solicitação de transporte por parte das OM apoiadas.

Art. 2º Para os efeitos desta Portaria o termo transporte compreende o transporte pessoal do militar, de seus dependentes e de seu empregado doméstico e o transporte de bagagem, que inclui um automóvel, uma motocicleta e os objetos de uso pessoal do militar e de seus dependentes, móveis, aparelhos e utensílios de uso doméstico, na forma do inciso IV do art. 23 do Decreto n º 4.307, de 18 de julho de 2002.

(19)

Art. 3º Nos casos em que houver direito ao transporte pessoal, nas situações previstas nos incisos I a VI do art. 28 do Decreto nº 4.307, de 2002, as passagens deverão ser adquiridas pelas OM requisitantes.

Parágrafo único. Para os casos de emergência ou na falta de infra-estrutura na localidade, devidamente caracterizados em boletim interno (BI) da OM, o militar receberá o pagamento do transporte em espécie.

Art. 4º Para a autorização e a execução do transporte para a movimentação do militar poderá ser observada a modalidade de pagamento em espécie ao militar.

§ 1º O pagamento em espécie do transporte será efetivado pela autoridade requisitante e deverá ser objeto de comprovação posterior pelo militar no prazo máximo de trinta dias após a execução do transporte, ressalvado o previsto no art. 52 do Decreto nº 4.307, de 2002.

§ 2º A comprovação da execução do transporte será feita pelo militar, em sua OM de destino, a partir do procedimento da Declaração da Execução do Transporte, conforme modelo (Anexo A).

§ 3º O oficial encarregado de verificar a execução do transporte, o subcomandante, subchefe ou subdiretor ou o fiscal administrativo, designado em BI da OM de destino, deverá comprovar as informações prestadas pelo militar na declaração prevista no § 2º deste artigo.

§ 4º O resultado da comprovação deverá ser publicado em BI.

Art. 5º Conforme prevê o art. 27 do Decreto nº 4.307, de 2002, o militar da ativa movimentado em decorrência de comissão de duração superior a seis meses, cuja natureza não lhe permita fazer-se acompanhar de seus dependentes e que implique sua mudança de sede, terá direito ao transporte para si e seus dependentes.

§ 1º Na comprovação da execução do transporte do militar para o local onde for movimentado, deverão ser obedecidos os procedimentos previstos no art. 4º desta Portaria.

§ 2º Na comprovação da execução do transporte dos dependentes do militar, este deverá preencher a Declaração da Execução do Transporte dos Dependentes, conforme modelo (Anexo B), devendo a sua OM de destino, por meio de oficio, solicitar à OM mais próxima da área onde seus dependentes forem fixar residência, que o oficial encarregado constate a veracidade das informações prestadas pelo militar, visando a que o resultado da comprovação seja publicado em BI da OM de destino.

Art. 6º A constatação de irregularidades pelo oficial encarregado de verificar a execução do transporte sujeita o militar à restituição dos valores recebidos a maior ou indevidamente, em função do transporte realizado, além de outras sanções determinadas pelo comandante, diretor ou chefe da OM a que pertence o militar.

(20)

§ 1º Caso ocorram modificações na execução do transporte, com relação ao informado pelo militar e publicado no BI da OM de origem, este deverá, dependendo de quando se concretizem aquelas modificações:

I - registrar na Declaração correspondente (Anexo A ou B), no campo “Observações”; ou II - participar ao comandante, chefe ou diretor da OM de destino, retificando a Declaração já preenchida e assinada, observados os prazos previstos no art. 52 do Decreto no 4.307, de 2002.

§ 2º Na restituição dos valores recebidos a maior ou indevidamente deverá ser observado o art 40 do Decreto nº 4.307, de 2002.

Art. 7º Para os direitos referentes ao transporte, devidamente registrados em BI, publicados em data anterior à vigência do Decreto nº 4.307, de 2002, deverão ser mantidos os procedimentos vigentes à época.

Art. 8º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ANEXO A

DECLARAÇÃO DE EXECUÇÃO DO TRANSPORTE

Eu, ___________________________________________________________, servindo no

( posto / graduação – identidade – nome)

__________________________________________ declaro que realizei o(s) transporte(s) abaixo

( OM de destino)

assinalado(s), conforme publicado em Boletim Interno nº _____, de ____________ de ________ , do ______________________________________________, com os recursos recebidos da _____

( OM de origem)

_____________________________________ .

(RM de origem)

( ) Pessoal ( ) Dependentes

( ) Empregada(o) doméstica(o) ( ) Bagagem

( ) Automóvel ________________________________________________________

(marca / tipo / ano / placa)

( ) Motocicleta ________________________________________________________

(marca / tipo / ano / placa)

Observações:

______________________________________________________________________________________

____________________________________________________________________________________

_____________________, ______ , em ________ de ________________ de ___________ .

( cidade) (UF)

___________________________________________

( assinatura do militar)

(21)

COMPROVAÇÃO PELO OFICIAL ENCARREGADO DA VERIFICAÇÃO DA EXECUÇÃO DO TRANSPORTE

O oficial designado pelo Boletim Interno nº _____, de ____ de ____________ de ______ do _______________________ , após constatação no atual endereço do militar, comprova que o

(OM de destino)

mesmo executou o(s) transporte(s) acima assinalado(s).

Observações:

______________________________________________________________________________________

____________________________________________________________________________________

_____________________, ______ , em ________ de ________________ de ___________ .

( cidade) (UF)

___________________________________________

(oficial encarregado

(22)

ANEXO B

DECLARAÇÃO DE EXECUÇÃO DO TRANSPORTE DOS DEPENDENTES Eu, ___________________________________________________________, servindo no

( posto / graduação – identidade – nome)

____________________________________________ , declaro que minha família passou a residir

( OM de destino)

___________________________________________________ e efetivei o(s) transporte(s) abaixo

(endereço da família do militar)

assinalado(s), conforme publicado em Boletim Interno nº _____, de ____________ de________ , do ___________________________________________________, com os recursos recebidos da

( OM de origem)

_____________________________________ .

(RM de origem)

( ) Pessoal ( ) Dependentes

( ) Empregada(o) doméstica(o) ( ) Bagagem

( ) Automóvel ________________________________________________________

(marca / tipo / ano / placa)

( ) Motocicleta ________________________________________________________

(marca / tipo / ano / placa)

Observações:

_________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________

_____________________, ______ , em ________ de ________________ de ___________ .

( cidade) (UF)

___________________________________________

( assinatura do militar)

COMPROVAÇÃO PELO OFICIAL ENCARREGADO DA VERIFICAÇÃO DA EXECUÇÃO DO TRANSPORTE DOS DEPENDENTES

O oficial designado pelo Boletim Interno nº _____, de ____ de ____________ de ______ do ________________________________ , após constatação no endereço declarado pelo militar, comprova

(OM solicitada pela OM de destino)

que o mesmo executou o(s) transporte(s) acima assinalado(s), relativos a seus dependentes.

Observações:

______________________________________________________________________________________

____________________________________________________________________________________

_____________________, ______ , em ________ de ________________ de ___________ .

( cidade) (UF)

___________________________________________

( oficial encarregado)

(23)

SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO PORTARIA Nº 059-SGEX, DE 29 DE JULHO DE 2002

Fixa datas de aniversário de Organizações Militares.

O SECRETÁRIO-GERAL DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria Ministerial nº 321, de 02 de junho de 1995, ouvido o Centro de Documentação do Exército, resolve:

Art. 1º Fixar a data de aniversário das seguintes Organizações Militares:

- 11º Centro de Telemática: 1º Jul 1997 - 21º Centro de Telemática: 1º Jul 1997 - 41º Centro de Telemática: 1º Jul 1997 - 51º Centro de Telemática: 1º Jul 1997 - 52º Centro de Telemática: 1º Jul 1997

Art. 2º Estabelecer que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

NOTA S/Nº SGEX, DE 23 DE JULHO DE 2002 Dobrados Militares

Fica autorizada a execução dos dobrados abaixo relacionados, por todas as bandas de música e fanfarras da Força Terrestre.

Dobrados Autores

Cel Francisco de Assis Albuquerque Melo 1º Sgt Mus Valdeir José Veiga Comandante Yvan Luiz Madruga Varjão Cap Roberto Virgílio Miranda

3 ª PARTE ATOS DE PESSOAL ATOS DO PODER EXECUTIVO

MINISTÉRIO DA DEFESA

DECRETOS DE 29 DE JULHO DE 2002

Promoções, Exoneração e Transferência para Reserva Remunerada

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso XIII, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 19, alínea "a", da Lei nº 5.821, de 10 de novembro de 1972, resolve

PROMOVER

os Oficiais-Generais e os Coronéis abaixo relacionados, a partir de 31 de julho de 2002:

AO POSTO DE GENERAL-DE-EXÉRCITO: os Generais-de-Divisão Combatentes:

Agregado ALBERTO MENDES CARDOSO;

(24)

ROBERTO JUGURTHA CAMARA SENNA; e CLAUDIO BARBOSA DE FIGUEIREDO.

AO POSTO DE GENERAL-DE-DIVISÃO COMBATENTE:

os Generais-de-Brigada Combatentes:

JOSÉ CARLOS DE NARDI; e

UBIRATAN ATHAYDE MARCONDES.

AO POSTO DE GENERAL-DE-BRIGADA COMBATENTE:

os Coronéis das Armas:

Infantaria ARCHIAS ALVES DE ALMEIDA NETO;

Cavalaria NEWTON ÁLVARES BREIDE; e

Artilharia ABELARDO PRISCO DE SOUZA JÚNIOR.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso XIII, da Constituição, resolve

EXONERAR, ex officio,

no âmbito do Comando do Exército, o General-de-Brigada Combatente MAURO PATRICIO BARROSO, do cargo de Comandante de Apoio Regional da 1ª Região Militar.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, de acordo com o disposto nos arts. 94, inciso I e § 2°, 96, inciso II, e 98, inciso VIII, da Lei nº 6.880, de 9 de dezembro de 1980, resolve

TRANSFERIR, ex officio,

para a Reserva Remunerada, a contar de 31 de julho de 2002, o General-de-Brigada Combatente MAURO PATRICIO BARROSO, do Comando do Exército.

(Transcrito do Diário Oficial da União nº 145, de 30 de julho de 2002).

DECRETOS DE 30 DE JULHO DE 2002 Exonerações e Nomeações

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso XXV, da Constituição, resolve

EXONERAR, ex officio,

o General-de-Divisão Combatente FRANCISCO JOSÉ DA SILVA FERNANDES do cargo de Diretor do Departamento de Inteligência Estratégica do Ministério da Defesa.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso XXV, da Constituição, resolve

NOMEAR

o General-de-Divisão Combatente ALOÍSIO RODRIGUES DOS SANTOS para exercer o cargo de Diretor do Departamento de Inteligência Estratégica do Ministério da Defesa.

(25)

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso XIII, da Constituição, resolve

EXONERAR, ex officio,

no âmbito do Comando do Exército, o General-de-Divisão Combatente ALOÍSIO RODRIGUES DOS SANTOS, do cargo de Comandante da 2ª Região Militar.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso XIII, da Constituição, resolve

NOMEAR

por necessidade do serviço, os seguintes Oficiais-Generais, no âmbito do Comando do Exército:

- General-de-Exército ROBERTO JUGURTHA CAMARA SENNA, para exercer o cargo de Secretário de Tecnologia da Informação, ficando exonerado, ex officio, do cargo de Secretário-Geral do Exército;

- General-de-Exército CLAUDIO BARBOSA DE FIGUEIREDO, para exercer o cargo de Chefe do Departamento Logístico, ficando exonerado, ex officio, do cargo de Comandante da 1ª Região Militar;

- General-de-Divisão Combatente FRANCISCO JOSÉ DA SILVA FERNANDES, para exercer o cargo de Comandante da 2ª Região Militar;

- General-de-Divisão Combatente LUIZ CESÁRIO DA SILVEIRA FILHO, para exercer o cargo de Comandante da 1ª Região Militar, ficando exonerado, ex officio, do cargo de Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército;

- General-de-Divisão Combatente JOSÉ CARLOS DE NARDI, para exercer o cargo de Secretário-Geral do Exército;

- General-de-Brigada Combatente AUGUSTO HELENO RIBEIRO PEREIRA, para exercer o cargo de Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, ficando exonerado, ex officio, do cargo de Diretor de Pesquisa e Estudos de Pessoal;

- General-de-Brigada Combatente JUAREZ GENIAL, para exercer o cargo de Diretor de Pesquisa e Estudos de Pessoal, ficando exonerado, ex officio, do cargo de Comandante da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada;

- General-de-Brigada Combatente SÉRGIO LINEU VASCONCELOS ROSÁRIO, para exercer o cargo de Comandante de Apoio Regional da 1ª Região Militar;

- General-de-Brigada Combatente ARCHIAS ALVES DE ALMEIDA NETO, para exercer o cargo de Comandante da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada;

- General-de-Brigada Combatente NEWTON ÁLVARES BREIDE, para exercer o cargo de Comandante da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada; e

- General-de-Brigada Combatente ABELARDO PRISCO DE SOUZA JÚNIOR, para exercer o cargo de Subchefe do Comando de Operações Terrestres.

(Transcrito do Diário Oficial da União nº 146, de 31 de julho de 2002).

(26)

GABINETE DO COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA N 319, DE 19 DE JULHO DE 2002º

Nomeação de Oficial

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, considerando o disposto no art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o art. 9º, inciso II, alínea "b", do Regulamento de Movimentação para Oficiais e Praças do Exército, aprovado pelo Decreto nº 2.040, de 21 Out 96, resolve:

NOMEAR

por necessidade do serviço, "ex officio", para o cargo de Oficial do seu Gabinete, o 2º Ten QAO GILBERTO GONÇALVES VARGAS.

PORTARIA Nº 320, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para a XIX Reunião de Diretores de Institutos Geográficos Sul-Americanos.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso VII do art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, resolve:

DESIGNAR

o Gen Bda CARLOS CÉSAR PAIVA DE SÁ, da D S G, para participar da XIX Reunião de Diretores de Institutos Geográficos Sul-Americanos, em Quito / Equador, no período de 30 de setembro a 4 de outubro de 2002.

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes do Decreto nº 1.656, de 3 de outubro de 1995, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem dependentes e será realizada com ônus total para o Exército Brasileiro no tocante ao deslocamento e sem qualquer ônus com referência a diárias no exterior.

PORTARIA N 321, DE 22 DE JULHO DE 2002º

Designação para Estágio em Laboratório de Pesquisa de Engenharia de Construção para Engenheiros de Fortificação e Construção.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso VII do Art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o Art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o Plano de Cursos e Estágios em Nações Amigas (PCENA), relativo ao ano 2002, resolve:

DESIGNAR

o Maj QEM Fort Cnst MARCELO DE CARVALHO PRATES, do IME, para participar de Estágio em Laboratório de Pesquisa de Engenharia de Construção para Engenheiros de Fortificação e Construção, no Construction Engineering Research Laboratory - CERL, em Champaign / EUA e na Waterways Experiment Station – WES, em Vicksburg / EUA, no período de 26 a 30 de agosto de 2002.

(27)

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem mudança de sede, sem dependentes e será realizada com ônus total para o Exército Brasileiro.

PORTARIA Nº 322, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para acompanhar os trabalhos finais de manutenção, recebimento da Aeronave S70 A36 Black Hawk Prefixo 3002 e translado para o Brasil.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso VII do Art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o Art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o Plano de Visitas e Outras Atividades em Nações Amigas (PVANA), relativo ao ano de 2002, resolve:

DESIGNAR

o 1º Sgt Av Mnt VILMAR FERREIRA GARCIA, do 4º Esqd Av Ex, para acompanhar os trabalhos finais de manutenção, recebimento da Aeronave S70 A36 Black Hawk Prefixo 3002 e translado para o Brasil (Atv X02/017), em Troy / EUA, no período de 9 a 29 de setembro de 2002.

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes do Decreto nº 1.656, de 3 de outubro de 1995, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem dependentes e será realizada com ônus para o Exército Brasileiro, parcial quanto a diárias no exterior e total com referência ao deslocamento.

PORTARIA Nº 323, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para o recebimento da Aeronave S70 A36 Black Hawk Prefixo 3002 e translado para o Brasil.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso VII do Art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o Art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o Plano de Visitas e Outras Atividades em Nações Amigas (PVANA), relativo ao ano de 2002, resolve:

DESIGNAR

os militares abaixo relacionados para participarem do recebimento da Aeronave S70 A36 Black Hawk Prefixo 3002 e translado para o Brasil (Atv X02/017), em Troy / EUA, no período de 15 a 29 de setembro de 2002.

- Ten Cel QMB FERNANDO TORQUATO CHAGAS, da D M Av Ex;

- Ten Cel Inf OCTÁVIO TEIXEIRA DE SOUZA NETO, do 4º Esqd Av Ex;

- Maj Cav RAUL RODRIGUES DE OLIVEIRA, do 4º Esqd Av Ex.

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes do Decreto nº 1.656, de 3 de outubro de 1995, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem dependentes e será realizada com ônus para o Exército Brasileiro, parcial quanto a diárias no exterior e total com referência ao deslocamento.

(28)

PORTARIA N 324, DE 22 DE JULHO DE 2002º

Designação para o 50º Campeonato Mundial de Pentatlo Militar do Conselho Internacional do Desporto Militar - CISM

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso VII do art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, resolve:

DESIGNAR

os militares abaixo relacionados para participarem do 50º Campeonato Mundial de Pentatlo Militar do Conselho Internacional do Desporto Militar - CISM, na cidade de Schaarsbergen / Holanda, no período de 31 de julho à 9 de agosto de 2002:

- Ten Cel Inf ALBERTO FURTADO DUAILIBE, da 10ª C S M;

- Cap Inf ROGÉRIO MATOS DOS SANTOS, da Es E F Ex;

- 1º Sgt Inf RIBAMAR JUVINO BANDEIRA, da Cia Cmdo CMNE;

- 3º Sgt Inf RAFAEL FARIA DA SILVA, da Es E F Ex;

- 3º Sgt WAGNER MIRANDA, da Es E F Ex;

- Cb GILBERTO ANTÔNIO BANDEIRA, do 20º BIB;

- Cb VANDERLEI JUNQUEIRA DA SILVA, da AMAN;

- Cb JOÃO SANTANA, do 7º BECmb; e

- Cb WAGNER SIQUEIRA GONÇALVES, do 20º RCB.

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem mudança de sede, sem dependentes e será realizada com ônus total para o Exército Brasileiro no tocante ao deslocamento e sem qualquer ônus com referência à diárias no exterior.

PORTARIA N 325, DE 22 DE JULHO DE 2002º

Designação para a Reunião Extraordinária de Coordenação Militar Brasil – Espanha.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso VII do Art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o Art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com o Plano de Visitas e Outras Atividades em Nações Amigas (PVANA), relativo ao ano de 2002, resolve:

DESIGNAR

o Gen Div RUI ALVES CATÃO e o Cel Art ANDRÉ HAYDT CASTELLO BRANCO, ambos do CIE, para participarem da Reunião Extraordinária de Coordenação Militar Brasil - Espanha (Atv W02/004), em Madrid / Espanha, no período de 2 a 6 de setembro do ano em curso.

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes do Decreto nº 1.656, de 3 de outubro de 1995, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem dependentes e será realizada com ônus para o Exército Brasileiro, parcial quanto a diárias no exterior e total com referência ao deslocamento.

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PORTARIA Nº 326, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para a 5ª Reunião do Subgrupo de Aperfeiçoamento Técnico do Clube Leopard.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso VII do art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, resolve:

DESIGNAR

o Ten Cel QEM Mec Armt ROBERTO DA ROCHA DIAS MEDEIROS, do Pq R Mnt/ 1, para participar da 5ª Reunião do Subgrupo de Aperfeiçoamento Técnico do Clube Leopard, em Bruxelas / Bélgica, no período de 2 a 6 de setembro de 2002.

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes do Decreto nº 1.656, de 3 de outubro de 1995, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem dependentes e será realizada com ônus para o Exército Brasileiro, parcial quanto a diárias no exterior e total com referência ao deslocamento

PORTARIA Nº 327, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para visita de orientação e auditoria à Comissão do Exército Brasileiro em Washington (CEBW).

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso VII do art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, resolve:

DESIGNAR

os militares abaixo relacionados para visita de orientação e auditoria à Comissão do Exército Brasileiro em Washington (CEBW), EUA, no período de 30 de setembro a 4 de outubro de 2002:

- Gen Ex MANOEL LUÍS VALDEVEZ CASTRO, da SEF;

- Gen Bda SEBASTIÃO PEÇANHA, da D Aud;

- Cel Int CARLOS HENRIQUE CARVALHO PRIMO, da 11ª I C F Ex.

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes do Decreto nº 1.656, de 3 de outubro de 1995, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem dependentes e será realizada com ônus para o Exército Brasileiro, parcial quanto a diárias no exterior e total com referência ao deslocamento

PORTARIA Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 2002

Designação para o XIII Encontro Latino-americano de Pastoral Castrense.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso VII do art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, resolve:

DESIGNAR

o Cel Capelão EUCLIDES JOSÉ DA SILVA, do DGP, para participar do XIII Encontro Latino-americano de Pastoral Castrense, em Cochabamba / Bolívia, no período de 23 a 27 de setembro do ano de 2002.

(30)

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes do Decreto nº 1.656, de 3 de outubro de 1995, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem dependentes e será realizada com ônus para o Exército Brasileiro, parcial quanto a diárias no exterior e total com referência ao deslocamento.

PORTARIA N 329, DE 22 DE JULHO DE 2002º

Exoneração do cargo de Técnico da Cooperação Militar Brasileira no Paraguai e nomeação para o cargo de Adjunto das mesma Cooperação

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida pelo inciso VIII do art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, resolve:

1 - EXONERAR

do cargo de Técnico da Cooperação Militar Brasileira no Paraguai, o Ten Cel Inf AFFONSO HENRIQUE STANISLAWCZUK DE MOURA, a contar de 14 de Janeiro de 2003.

2 - NOMEAR,

para o cargo de Adjunto da mesma Cooperação, pelo prazo de dois anos, o Ten Cel Inf EDSON BELLINI CHIAVEGATTO, a contar de 15 de Janeiro de 2003.

Trata-se de missão permanente no exterior, de natureza militar, definida pelo art. 4º da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, combinado com os Decretos nº 72.021, de 28 de março de 1973, nº 91.256, de 20 de maio de 1985 e nº 2.016, de 1º de outubro de 1996, permitindo que o militar se faça acompanhar de seus dependentes.

PORTARIA N 330, DE 22 DE JULHO DE 2002º

Exoneração do cargo de Técnico da Cooperação Militar Brasileira no Paraguai e nomeação para o cargo de Adjunto da mesma Cooperação

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida pelo inciso VIII do art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, resolve:

1 - EXONERAR

do cargo de Técnico da Cooperação Militar Brasileira no Paraguai, o Ten Cel Cav OTAVIO SANTANA DO REGO BARROS, a contar de 14 de Janeiro de 2003.

2 - NOMEAR,

para o cargo de Adjunto da mesma Cooperação, pelo prazo de dois anos, o Ten Cel Cav RENAN BOLFONI DA CUNHA, a contar de 15 de Janeiro de 2003.

Trata-se de missão permanente no exterior, de natureza militar, definida pelo art. 4º da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, combinado com os Decretos nº 72.021, de 28 de março de 1973, nº 91.256, de 20 de maio de 1985 e nº 2.016, de 1º de outubro de 1996, permitindo que o militar se faça acompanhar de seus dependentes.

Referências

Documentos relacionados

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes dos Decretos nº 3.643,

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, a missão está enquadrada como eventual, militar,

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, a missão está enquadrada como eventual, militar,

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, a missão está enquadrada como eventual, militar,

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, a missão está enquadrada como eventual, militar, sem

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes do Decreto nº 1.656, de

Para fim de aplicação da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, com as alterações constantes dos Decretos nº