USP-SP
AMRIGS
CCQ 1: Saber que ao final da fase lútea ocorre queda de estradiol, inibina A e
progesterona, aumento de FSH e recrutamento folicular
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Final do ciclo: CAEM estradiol, inibina A e progesterona
SOBE FSH → novo recrutamento folicular
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CCQ 1:
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
CCQ 2: Saber que a progesterona é o hormônio que sobe na segunda fase do ciclo e que ela é
produzida pelo corpo lúteo
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Pico LH → Ovulação → Corpo Lúteo → Progesterona
⇥
CCQ 2:
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
CCQ 3: Saber que o LH elevado não é um dos critérios diagnósticos de SOP
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Critérios de Rotterdam = pelo menos 2:
Hiperandrogenismo
US com ovários micropolicísticos (≥ 12 folículos 2-9 cm³) ou > 10cm³ Anovulação crônica
CCQ 4: Saber que síndrome metabólica +
hiperandrogenismo + ciclos irregulares = SOP
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Acne + hirsutismo → HIPERANDROGENISMO Ciclos irregulares → ANOVULAÇÃO
Obesidade + Resistência insulínica/DM → SÍNDROME METABÓLICA
CCQ 5:
Saber que índice de Pearl baixo indica maior eficácia contraceptivaGINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
CCQ 6:
Saber que anticoncepcionais hormonais inibem a ovulação, espessam o muco cervical e tornam o
endométrio impróprio
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
CCQ 7: Na síndrome de Morris há insensibilidade aos androgênios e na Síndrome de Rokitansky
não se desenvolve a genitália interna
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Síndrome de Morris = amenorreia primária, 46XY e insensibilidade aos androgênios - testículos devem ser retirados
Síndrome de Rokitansky = amenorréia primária, 46XX e agenesia mulleriana
CCQ 7:
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
CCQ 7:
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
CCQ 8: Saber que obesidade pós-menopausa é fator de risco para Ca de mama e anovulação
crônica é fator de risco para Ca de endométrio
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Obesidade pós-menopausa = maior conversão periférica de estrogênio
Anovulação crônica = menos progesterona = hiperestimulação estrogênica no endométrio
CCQ 9: Dor à mobilização do colo + dor em
topografia de anexos + fator de risco para IST = pensar em doença inflamatória pélvica
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Critérios maiores para DIP = Dor à mobilização do colo + dor à palpação de anexos + dor em abdome
inferior/pelve
CCQ 10: Saber que a endometriose é uma das
principais causas de dismenorreia primária
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Dor à menstruação = pensar em ENDOMETRIOSE
CCQ 11: Saber que infertilidade + dismenorréia intensa =
ENDOMETRIOSE
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Dor pélvica crônica + dismenorreia + dispareunia + infertilidade + disúria ou dor para evacuar =
ENDOMETRIOSE
CCQ 12: Sangramento na pós-menopausa, sem reposição hormonal, com espessura
endometrial > 4mm = histeroscopia com biópsia
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Sangramento uterino anormal pós-menopausa = US para avaliar espessura endométrio → > 4mm sem TRH e > 8mm com TRH → HISTEROSCOPIA e BIÓPSIA
AFASTAR CA DE ENDOMÉTRIO
CCQ 13: Saber que sempre devemos afastar
gestação em mulheres com sangramento uterino anormal em idade fértil
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Sangramento uterino irregular no menacme = β -HCG
CCQ 14: Saber que o β -hCG aumenta
progressivamente no 1º trimestre gestacional e que precisamos ter uma dosagem seriada
para avaliar a viabilidade gestacional
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
O β-hCG aumenta progressivamente até a 12ª semana e sua queda neste período indica gestação inviável
⇥
CCQ 14:
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
CCQ 15: Saber que GJ ≥ 92 e < 126 no 1º trimestre = DMG e indicar dieta e
exercícios físicos
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
GJ < 92 = TOTG entre 24-28 semanas GJ ≥ 92 e < 126 no 1º trimestre = DMG
GJ ≥ 126 = Diabetes mellitus pré gestacional - Overt
DM
CCQ 16:
Identificar situação +
posição + variedade de apresentação
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
⇥
CCQ 17:
Saber que febre materna + taquicardia fetal + leucocitose com desvio = corioamnionite, edeve-se administrar ATB + corticoide e interromper a gravidez
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Corioamnionite = FEBRE ≥ 37,8ºC +2:
Taquicardia fetal - Taquicardia materna - Útero doloroso - Corrimento fétido - Leucocitose
CCQ 18: Saber que a tocólise é feita para possibilitar a corticoterapia e está
contraindicada na bolsa rota
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Corioamnionite OU Sofrimento fetal agudo OU bolsa
rota = não fazer tocólise
CCQ 19: Saber indicar corticoide e sulfato de magnésio em TPPT <32sem e
progesterona vaginal na IIC
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Trabalho de parto < 32 semanas = MgSO₄ para neuroproteção fetal
Trabalho de parto < 34 semanas = Corticoterapia para maturação pulmonar fetal
Incompetência istmo-cervical = cerclagem ou progesterona vaginal
CCQ 20: Saber que na PE grave com iminência de
eclâmpsia e IG ≥ 34s fazemos anti-hipertensivo, sulfato de magnésio e interrompemos a
gestação
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
PE grave = ESTABILIZAÇÃO MATERNA e SULFATO DE MAGNÉSIO depois:
< 34 semanas = corticoide + avaliação individualizada
≥ 34 semanas = interrupção → via de parto de indicação obstétrica
Se
CCQ 1:
Amamentação na primeira hora de vida reduz icterícia e mortalidade neonatal, além de reduzir
risco de hemorragia materna.
PEDIATRIA
CCQ 1:
PEDIATRIA
OCITOCINA
CONTRAÇÃO UTERINA
MENOR SANGRAMENTO DIMINUI ANEMIA
CCQ 2:
Técnica adequada de amamentação envolve boca bem aberta, aréola mais visível acima da boca do bebê, lábio
inferior virado para fora e queixo tocando a mama.
PEDIATRIA
CCQ 2:
PEDIATRIA
CCQ 3:
Criança com quadro de sangramento e plaquetopenia, sem demais achados = lembrar de púrpura trombocitopênica
idiopática
PEDIATRIA
CCQ 4:
O refluxo gastroesofágico nos lactentes é comum e, na maioria das vezes, fisiológico, não gerando alterações no
ganho de peso.
PEDIATRIA
CCQ 4:
PEDIATRIA
CCQ 5:
O exantema súbito inicia com febre alta e contínua que costuma ceder quando há o aparecimento do exantema.
PEDIATRIA
CCQ 6:
Febre há mais de 5 dias + exantema + linfonodomegalia + conjuntivite não purulenta + alterações em cavidade oral e
extremidades = doença de Kawasaki
PEDIATRIA
CCQ 7:
O sopro inocente de Still é vibratório, musical e de baixa intensidade, sendo muito comum na idade escolar
PEDIATRIA
CCQ 8:
Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico em pacientes com varicela devido risco de síndrome de Reye
PEDIATRIA
CCQ 9:
Amamentação adequada nos primeiros dias de vida acelera o trânsito intestinal e diminui a circulação entero-hepática,
reduzindo o risco de icterícia
PEDIATRIA
CCQ 10:
Anemia hemolítica microangiopática, insuficiência renal e trombocitopenia após quadro de disenteria = lembrar de
síndrome hemolítico-urêmica
PEDIATRIA
CCQ 11:
O tratamento da bronquiolite viral aguda é de suporte
PEDIATRIA
CCQ 12:
As manifestações clínicas da ITU variam conforme a faixa etária; O principal agente etiológico é a Escherichia coli.
PEDIATRIA
CCQ 13:
Choro inconsolável e sem causa aparente, associado a irritabilidade por mais de 3 horas, em 3 dias na semana
durante 3 meses = cólica do lactente
PEDIATRIA
CCQ 14:
Leite de vaca x leite humano (este menos proteico, com
predomínio de Alfa-lactoalbumina, menos alergênico e mais digestível)
PEDIATRIA
CCQ 15:
Adenosina é a droga de primeira escolha para o tratamento da taquicardia supraventricular
PEDIATRIA
CCQ 16:
Pneumonia com pneumatoceles na radiografia tem relação com Stafilococcus aureus
PEDIATRIA
CCQ 17:
Para um recém-nascido poder ser encaminhado ao
alojamento conjunto este deve ter: capacidade de sucção;
peso maior ou igual a 1.800 gramas e idade gestacional maior ou igual a 34 semanas
PEDIATRIA
CCQ 18:
Orientações para prevenção de acidentes entre 0 e 6 meses:
nunca usar talco; proteger o berço com grades altas;
transportar a criança no bebê conforto no banco de trás do carro e voltado para o vidro traseiro
PEDIATRIA
CCQ 19:
Saber que a adrenalina é a base do tratamento da Anafilaxia
PEDIATRIA
CCQ 20:
Surgimento de características sexuais secundárias antes dos 8 anos nas meninas e dos 9 anos nos meninos indica
puberdade precoce
PEDIATRIA
CCQ 20:
PEDIATRIA
PREVENTIVA
CCQ 1:
O Estatuto da Criança e do Adolescente
(ECA) e o Código de Ética Médica garantem ao adolescente o direito ao sigilo médico.
PREVENTIVA
CCQ 1:
CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA - Capítulo IX ( Sigilo Profissional) É vedado ao médico:
“Revelar sigilo profissional relacionado a paciente menor de idade, inclusive a seus pais ou representantes legais, desde que o menor tenha capacidade de discernimento, salvo quando a não revelação possa acarretar dano ao paciente.”
PREVENTIVA
CCQ 1:
CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA - Capítulo IX ( Sigilo Profissional) É vedado ao médico:
“Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente.”
PREVENTIVA
CCQ 2:
Em caso de óbito, o médico só pode revelar informações para além das contidas na DO,
em caso de autorização de representante legal do falecido.
PREVENTIVA
CCQ 2:
CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA - Capítulo IX ( Sigilo Profissional) É vedado ao médico:
“Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente.”
Parágrafo único. Permanece essa proibição: a) mesmo que o fato seja de conhecimento público ou o paciente tenha falecido.
PREVENTIVA
CCQ 3:
O Código de Ética Médica rege as atividades acadêmicas e da prática médica, sendo de responsabilidade do médico a comunicação
de infrações de que tenha conhecimento.
PREVENTIVA
CCQ 3:
PREVENTIVA
CCQ 4:
Conhecer as legendas de um ecomapa.
PREVENTIVA
CCQ 4:
PREVENTIVA
FAMÍLIA TRABALHO
E ATIVIDADE
FÍSICA
EQUIPE DE SAÚDE
DA FAMÍLIA HOSPITAL
DA CIDADE NÚMERO
DE REMÉDIOS
TRANSPORTE PARA A CIDADE
VIZINHOS E IGREJA TERAPIA
EM GRUPO
PESSOA
CCQ 4:
PREVENTIVA
CCQ 5:
O genograma permite observar a estrutura familiar e suas relações ao longo das
gerações.
PREVENTIVA
CCQ 5:
PREVENTIVA
CCQ 6:
A família do paciente acamado é corresponsável pelo seu cuidado.
PREVENTIVA
CCQ 6:
PREVENTIVA
PLANO TERAPÊUTICO SINGULAR Diagnóstico
Definição das metas
Definição das responsabilidades Reavaliação
CCQ 7:
A visita domiciliar permite uma boa
comunicação entre os familiares e que a relação entre a família e a equipe seja
mantida.
PREVENTIVA
CCQ 8:
No atendimento centrado na pessoa,
deve-se explorar o paciente como um ser biopsicossocial para incorporar medidas de
promoção e prevenção à saúde.
PREVENTIVA
CCQ 8:
modelo expandido, mais antigo - 6 elementosPREVENTIVA
CCQ 8:
modelo atual - 4 elementosPREVENTIVA
CCQ 09:
A Atenção Primária à Saúde constitui o cuidado de primeiro contato, que inclui
continuidade, tendo a função de coordenar o cuidado do paciente.
PREVENTIVA
CCQ 10:
PREVENTIVA
CCQ 10:
A multiculturalidade deve fazer parte do
atendimento médico humanizado e centrado na pessoa.
PREVENTIVA
CCQ 10:
PREVENTIVA
CCQ 11:
Sistemas de saúde com forte investimento na Atenção Primária tendem a ter melhores
resultados de saúde.
PREVENTIVA
CCQ 11:
PREVENTIVA
CCQ 11:
PREVENTIVA
CCQ 12:
A região de saúde é um aglomerado de municípios com a finalidade de integrar a
organização e a execução de ações e serviços de saúde.
PREVENTIVA
CCQ 12:
PREVENTIVA
CCQ 12:
PREVENTIVA
CCQ 13:
Abordagem populacional e abordagem de alto risco na prevenção primária.
PREVENTIVA
CCQ 13:
PREVENTIVA
ABORDAGEM POPULACIONAL ABORDAGEM DE ALTO RISCO
Exemplos: imunização, uso de cinto de segurança e orientação para mudança
nos vários estilos de vida
Exemplo: relação da incidência de síndrome da Down de acordo com a
idade materna.
CCQ 14:
Na prevenção quaternária, previne-se a sobremedicalização e a realização de
procedimentos mais danosos que benéficos.
PREVENTIVA
CCQ 14:
PREVENTIVA
CCQ 15:
Seis metas internacionais para a segurança do paciente, segundo a OMS.
PREVENTIVA
CCQ 15:
PREVENTIVA
CCQ 16:
Prevalência mede a magnitude da presença de um agravo, sem distinção entre casos
novos e antigos.
PREVENTIVA
CCQ 16:
PREVENTIVA
INCIDÊNCIA x PREVALÊNCIA
Novos casos de uma doença em um intervalo de tempo determinado.
Total do número de casos de uma doença em um determinado
momento.